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  • Tom Coronel venceu primeira corrida em Zandvoort

    O holandês Tom Coronel (Audi RS 3 LMS) venceu em casa, na tarde deste sábado, a primeira corrida da terceira jornada do TCR Ibérico, no circuito de Zandvoort, depois de aguardar pelo momento certo para desferir o seu ataque, primeiro ao seu colega de equipa Nicolas Baert e a seguir ao então líder Jack Young, de quem cortou a linha de chegada com 1.817s de vantagem.

    Young, autor da “pole position”, esteve no primeiro lugar mais de metade das 13 voltas, na sequência de um bom arranque, ao contrário de Coronel e, mais ainda, do argentino Franco Girolami, que caiu de terceiro para oitavo. Na terceira volta, com uma ultrapassagem algo temerária, Coronel apoderou-se do segundo lugar de Nicolas Baert, ainda que depois tivesse sido superado por Dusan Borkovic, embora por pouco tempo.

    Cada vez mais próximo do líder Young, o veterano piloto holandês pressionou o jovem britânico durante várias voltas até consumar a ultrapassagem e, progressivamente, afastar-se para garantir um triunfo tranquilo. Young, por seu turno, dispunha de uma vantagem confortável em relação ao terceiro, Borkovic.

    O dinamarquês Niels Langeveld acabou por seu o melhor piloto da Hyundai, pois se de início o marroquino Mehdi Bennani, campeão em título, graças a uma excelente partida desde o décimo lugar da grelha, ainda rodou na quinta posição, a partir da terceira volta começava a atrasar-se, acabando no 12º lugar final. Ao invés, o argentino Franco Girolami (3º na grelha de partida) foi autor de uma boa recuperação até ao “top 5”, para terminar na frente de Nicolas Baert. Este, a partir do momento, aquando da ultrapassagem de Coronel, em que se viu obrigado a ir à areia da escapatória, perdendo ainda uma posição para Borkovic, não resistiu aos ataques tanto de Langeveld como de Girolami. Jimmy Clairet, um dos “heróis” da jornada anterior, em Le Castellet (França), esteve mais discreto, embora tivesse rodado sempre no “top 10”, para terminar na sétima posição.

    Corrida 1

    1º, Tom Coronel, Comtoyou Racing, Audi RS 3 LMS TCR, 13 voltas

    2º, Jack Young, Brutal Fish Racing Team, Honda Civic Type R FK7 TCR, + 1.817s

    3º, Dusan Borkovic, Comtoyou Racing, Audi RS 3 LMS TCR, + 8.047

    4º, Niels Langeveld, Sébastien Loeb RAcing, Hyundai Elantra N TCR, + 8.333

    5º, Franco Girolami, PSS Racing Team, Honda Civic Type R FK7 TCR, + 9.383

    Campeonato

    1º Mikael Azcona, 143 pontos; 2º, Tom Coronel, 132; 3º, Franco Girolami, 114; 4º, Jimmy Clairet, 108; 5º, Mehdi Bennani, 105; 6ºs, Jack Young e Nicolas Baert, 92; 8º, Niels Langeveld, 89; 9º, Dusan Borkovic, 86; 10º, Felice Jelmini, 83. 

  • Resultado amargo não premiou andamento forte de Jorge Machado em Montalegre

    O piloto de Lousada saiu da segunda prova do Campeonato de Portugal de Rallycross by Diatosta com sensações mistas. Se por um lado mostrou um forte andamento, por outro saiu de Montalegre algo frustrado por não ter conseguido chegar à final da Divisão S1600.

    Tal como vem sendo habitual, Jorge Machado mostrou-se um dos protagonistas mais aguerridos daquela que é considerada atualmente a categoria ‘rainha’ do rallycross nacional, exibindo sempre uma grande garra aos comandos do endiabrado Citroën C2 S1600.

    O lousadense materializou o seu forte andamento terminando o primeiro dia no segundo lugar da classificação geral. No domingo prosseguiu na luta e sempre na disputa dos lugares cimeiros e repetiu o resultado após as quatro mangas de classificação, sendo primeiro nas contas do campeonato.

    Jorge Machado seguiu naturalmente para a semifinal, bem posicionado na linha da frente da grelha de partida. Só que no começo do embate acabou por ficar ‘embrulhado’ numa confusão que se gerou no seio do pelotão e tudo ficou comprometido. “Arrancamos bem, mas no final da reta houve alguma confusão e fiquei um pouco para trás. Lutamos e demos tudo que tínhamos, mas não foi suficiente para chegar ao quarto posto que dava acesso à final”, contou o piloto do Citroën C2 S1600.

    O piloto de Lousada não esconde a sua grande deceção, pois sabe que estava ao seu alcance uma possível subida ao pódio: “Saímos tristes e contentes desta jornada, contentes pois durante as mangas estivemos fortes e na luta pelos lugares da frente, tristes que perdemos a oportunidade de ir a final para amealhar mais pontos!”.

    Jorge Machado começa já a trabalhar para a próxima prova do Campeonato de Portugal de Rallycross by Diatosta, que terá lugar entre 2 e 4 de julho em Sever do Vouga.

  • Sérgio Dias sempre em crescendo na “batalha” de Montalegre!

    O piloto de Lousada esteve ao seu melhor nível na segunda prova do Campeonato de Portugal de Rallycross by Diatosta, em Montalegre, sendo um dos protagonistas nas lutas pela supremacia, culminando com a obtenção da sexta posição na supercompetitiva Divisão Super1600.

    Sérgio Dias mostra-se cada vez mais entrosado com o Renault Twingo S1600, e apesar de algumas dificuldades com o ‘set-up’ do carro francês na jornada de sábado, que não lhe permitiram exprimir todo o seu potencial, foi subindo na classificação ao longo do fim-de-semana, logrando concluir as quatro mangas entre os dez primeiros.

    Seguiu-se uma semifinal onde mais uma vez o piloto lousadense mostrou a sua garra, fazendo uma prova de trás para a frente, conseguindo terminar este confronto no quarto posto. Um desfecho que lhe deu o ‘passaporte’ para a final. Na derradeira e decisiva corrida, Sérgio Dias atacou, procurou por todos os meios discutir os lugares cimeiros, mas a enorme competitividade da Divisão S1600 e o nível dos carros em presença não permitiu que fosse além do sexto posto final.

    “Estou contente por ter chegado à final, face a tão bons pilotos, mas foi uma prova difícil, pois não conseguimos mostrar o nosso real valor durante as mangas, tendo arrancado sempre de posições atrasadas. O que dificultou a nossa progressão”, confessou o piloto do Renault Twingo.

    Ainda assim Sérgio Dias diz-se por ter mostrado alguns ‘rasgos’ de competitividade, “pois conseguimos melhorar nas corridas decisivas e estar entre os melhores. Agora vamos preparar da melhor forma a próxima jornada para poder andar mais a frente possível”. O que significa que o piloto de Lousada vai preparar com todo o cuidado a terceira jornada do Campeonato de Portugal de Rallycross by Diatosta, que se disputa entre 2 e 4 de julho em Sever do Vouga.

  • Gonçalo Novo garante pódio em Montalegre, numa jornada inglória para João Novo

    A dupla dos “jovens lobos” da Motofil teve sortes diferentes na segunda jornada do ano do Campeonato de Portugal de Rallycross by Diatosta. Gonçalo Novo esteve em grande plano, enquanto João Novo viveu uma jornada agridoce, com uma penalização a impedir a sua ida à final.

    A equipa Motofil chegou a Montalegre firme no propósito de voltar a dar todas as condições aos seus dois jovens pilotos para brilhar. E estes tudo fizeram para tentar corresponder. Gonçalo Novo assumia antes da prova que vinha com tudo. E as expetativas do piloto do Toyota Starlet para esta ‘visita’ a Trás-os-Montes eram justificadas, pois em Lousada tinha realizado uma exibição notável e uma das primeiras posições era um objetivo perfeitamente justificável, como o confirmou o desempenho no sábado, numa jornada de muito calor.

    “No primeiro dia correu bem e lutamos pelos lugares cimeiros. No domingo problemas técnicos condicionaram as duas mangas de qualificação”, explica Gonçalo Novo, que conseguiria na final chegar à segunda posição, refletindo a sua excelente velocidade em pista e a forma focada como abordou a corrida decisiva. Mas… “à posteriori fomos penalizados numa posição e acabamos em terceiro, numa decisão que respeitamos, mas que nos deixa tristes”. No entanto, o jovem piloto da Motofil sentia-se “muito feliz com a minha exibição e com o excelente nível de preparação do Starlet. Agradeço imenso à minha equipa!”.

    Mas o espetáculo exibicional proporcionado pela Motofil não se resumiu ao piloto do Starlet amarelo, uma vez que João Novo voltou à Super 1600 com uma atuação de destaque. Aos comandos do Citroën C2 S1600 conseguiu lutar pelas posições cimeiras ao longo de todo o fim-de-semana. E “apesar da concorrência feroz, pois esta divisão está fenomenal!”, concluiu a jornada transmontana em bom plano, evidenciando uma grande evolução.

    O nono posto no final das quatro qualificações foi o reflexo da aprendizagem do jovem piloto da Motofil, que na divisão ‘rainha’ do rallycross nacional brilhou ao realizar um grande arranque na semifinal que o levou até ao quarto posto. Isso daria acesso à final se a organização não lhe tivesse atribuído uma penalização que o afastou da corrida decisiva.

    “Face a adversários muito fortes demos muita luta, e foi pena que não tivesse podido mostrar mais na final, pois penso que conseguiria sair de Montalegre com um excelente resultado. Por isso não deixo de estar dececionado com o desfecho”, declarou João Novo, que na prova transmontana tinha a consciência de poder discutir o pódio.

  • Um toque travou exibição de gala de Pedro Rosário em Montalegre

    O consagrado piloto de Coimbra voltou a provar porque já e uma “lenda” no kartcross. Ano após ano, está sempre na discussão das vitórias e em Montalegre voltou a ser um dos protagonistas. Só um toque o colocou fora da luta.

    À chegada ao traçado de Montalegre, Pedro Rosário e a sua equipa tinham um objetivo: rodar forte desde o início, para deitar para rás das costas de vez a malapata da corrida anterior, em Lousada.

    E se bem o decidiram, melhor o executaram e Pedro Rosário começou desde logo o seu recital de condução, vencendo a primeira manga, coroando o dia com um 2º lugar na manga seguinte, o que o guindava, após a qualificação, à liderança pontual do campeonato. Nas mangas de domingo alcançou, respetivamente, um 2º e um 3º lugar, voltando a ser segundo na semifinal, numa corrida onde duelou pela vitória de fio a pavio. Na final, arrancou que nem “um foguete”, mas a sorte terminou logo ali. Sofre um toque nessa fase inicial da corrida, ficando irremediavelmente atraso no pelotão, terminando nu frustrante e injusto 12º posto.

    No fecho da jornada, Pedro Rosário lamentava que “um azar com um pequeno toque tivesse prejudicado a nossa prestação. Mas, por outro lado, saímos de Montalegre muito satisfeitos com o nosso andamento e a certeza que, num campeonato em que temos uma dezena de pilotos muito rápidos e capazes de vencer, nos estamos lá. Mostramos que vamos estar na luta pelo título e que todos têm de contar connosco nesta árdua batalha. Em Sever o nosso mote será continuar a dar tudo e queremos, pelo menos, chegar ao pódio e estar na luta pelo triunfo!”.

    A próxima prova do Campeonato de Portugal de Kartcross by Diatosta, terá lugar entre 2 e 4 de julho em Sever do Vouga.

  • Miguel Ramos e Henrique Chaves nas duas corridas de 60 minutos no popular circuito de Zandvoort.

    Uma ultracompetitiva grelha de vinte e oito dos melhores carros de GT da atualidade, representando oito marcas, participarão neste evento de três dias da Sprint Cup. Esta prova em Zandvoort antecede a dupla jornada de testes (22/23 de junho), para as 24h de SPA que se disputarão no final de julho.

    A batalha na Sprint Cup entra num fase crucial nesta visita a Zandvoort para as duas corridas de 60 minutos. A segunda prova deste formato mais curto vem no seguimento da corrida de abertura de Magny-Cours, onde Ramos e Chaves foram os vencedores da Pro-AM. Das paisagens do interior de França, passamos agora para a costa do mar do Norte numa visita ao hist´rico circuito de Zandvoort e os seus 4,3km.

    O Verão está à porta, mas as condições atmosféricas em Zandvoort são conhecidas pela imprevisibilidade. De qualquer forma é um circuito em que as condições mudam muito rapidamente, pois ligeiros chuviscos que podem humedecer a pista, também são rapidamente anulados pelos raios de sol que a secam. Este é um desafio suplementar aos pilotos que devem adicionar estas variantes na gestão de ambas as corridas, acrescido do total desconhecimento do circuito, pois tanto Miguel Ramos, como Henrique Chaves e nem sequer a equipa, alguma vez estiveram em Zandvoort.

    “É importante referir que nem eu, nem o Henrique, nem a equipa conhecemos o circuito. Tenho noção que é muito importante para nós fazermos um bom fim de semana em Zandvoort, pois duas semanas mais tarde temos Misano e assim passamos para a segunda parte da Sprint Cup. Arrancamos muito bem em França com a vitória na Pro-AM e por isso estamos confiantes que temos condições para lutar sempre pela vitória”, comentou Miguel Ramos na antevisão da corrida a disputar em Zandvoort este fim de semana.

    A Fanatec GT World Challenge pode ser seguida ao vivo no YouTube  ou através da APP Oficial para IOS e/ou Android, disponível na App Store ou Google Play.

    • Sábado dia 19 de junho
    • 08:00 – 08:20 Qualifying 1
    • 12:30 – 13:30 Race 1 (60′, Rolling Start)
    • Domingo dia 20 de junho
    • 08:00 – 08:20 Qualifying 2
    • 13:30 – 14:30 Race 2 (60′, Rolling Start)
  • Rui Nunes com Top 5 em fim-de-semana duro em Montalegre

    A segunda prova do Campeonato de Portugal de Kartcross by Diatosta transformou-se numa tarefa dura para Rui Nunes. Sempre rápido, o piloto alentejano enfrentou vários problemas, mas a sua garra e o seu talento levaram-no sempre a bom porto.

    É um dos consagrados do pelotão do kartcross nacional e prova-o em cada corrida. Rui Nunes assinou uma exibição digna de um “duro” na pista internacional de Montalegre, ultrapassando todos os obstáculos que um fim-de-semana cheio de peripécias lhe foi colocando à frente.

    Depois de ter percebido nos treinos que “o nosso ritmo era forte e deixava-nos com legítimas ambições a lutar pelos lugares de topo”, Rui Nunes garantiu um 4º e um 7º nas duas corridas de qualificação realizadas no sábado, resultados que o piloto considerou “positivos, embora queiramos sempre melhor. Cada momento das corridas desta modalidade é incrível, com muitos pilotos a poderem vencer e isso transforma cada manga numa caixa de surpresas. Podíamos ter feito melhor e era com esse mote que queríamos abordar a jornada decisiva de domingo”.

    E partiu ao ataque, mas os deuses nada quiseram com ele. Uma roda saiu na terceira manga, forçando-o a quedar-se pelos lugares derradeiros. Como tal, teve de fazer a quarta manga partindo da última linha e foi sempre ao ataque, acabando por concluir em 10º. E aí, Rui Nunes “puxou dos galões”, assinando uma corrida irrepreensível na semifinal e logrando terminar em terceiro, o que lhe deu um lugar na terceira fila da grelha para a “hora de todas as decisões”.

    Nada o parou e foi “sempre ao ataque. A luta foi incrível, mas consegui dar o meu melhor. O 5º lugar final foi positivo, mas fica um amargo de boca por não ter ido ao pódio. Este foi um fim-de-semana onde não estivemos tão fortes como em Lousada, mas continuamos a provar que estamos entre os candidatos. Pena o azar da roda pois prejudicou um pouco em termos de pontuação, mas nunca baixamos os braços e acabou por ser um bom resultado”. Agora, foca já “em Sever do Vouga. É uma pista desafiante, onde queremos voltar a estar na luta pela vitória”.

  • José Lameiro com fim-de-semana para esquecer em Montalegre

    A segunda prova do Campeonato de Portugal de Rallycross by Diatosta não foi, de todo aquilo que o piloto de Aveiro ambicionava, já que a mecânica do seu Skoda Fabia Supercar não quis colaborar.

    Depois do segundo lugar conseguido na jornada de abertura da temporada, em Lousada, José Lameiro tinha fundadas expetativas num bom resultado no traçado transmontano. Já confortável na condução do carro checo, as melhorias feitas na máquina permitiam pensar que a competitividade voltaria a ser grande nesta segunda ronda. Isto apesar da prova não contar com público e de ainda não poder contar com a sua claque ‘mancha negra’.

    Os treinos confirmariam um bom andamento por parte do piloto da Diatosta, que começou a planear uma estratégia semelhante para chegar à final da Divisão Supercar e obter um resultado, pelo menos, semelhante, ao conseguido em Lousada. Mas depressa José Lameiro percebeu que Montalegre não lhe iria correr de feição, já que o motor não aguentou e obrigou-o a uma desistência inglória.

    “Foi um fim-de-semana para esquecer”, desabafou o piloto aveirense que tinha fundadas expectativas, até porque nos “nos treinos e as sensações eram boas. Estávamos confiantes para o fim-de-semana, mas o azar bateu a porta e na primeira manga o motor do Skoda cedeu e fomos forçados a abandonar a prova”.

    Apesar do revés, Lameiro começa já a pensar na terceira ronda do campeonato, que será a prova mais próxima de casa, em Sever do Vouga, onde quer “voltar mais forte do que nunca e repetir, se possível, a exibição da primeira prova da época. Tudo iremos fazer para que o Skoda se apresente nas melhores condições para poder lutar pelas posições da frente e continuar a lutar pela renovação do título!”.

  • Parcídio Summavielle soma novo pódio na Rampa da Penha

    Aos comandos do seu Renault Clio R3, o piloto de Fafe voltou a ser um dos protagonistas do duelo sem tréguas pela primazia na Divisão turismos 3. Numa jornada em que a “dança da cadeira” da liderança foi emocionante, terminou num positivo 2º lugar, mantendo as aspirações ao título.

    Após quatro provas em que a discussão da vitória se fez sempre com diferenças mínimas, é já ponto assente que a luta entre o piloto fafense da Uzo e o seu principal adversário vai ser sempre “imprópria para cardíacos”.

    Na Rampa da Penha Paisagem Protegida, Parcídio Summavielle este ao nível que nos habituou, “espremendo” tudo do Renault Clio preparado pela PT Racing num traçado de que gosta particularmente, apesar de “ser uma das pistas onde as limitações regulamentares do meu carro o tornam menos competitivo. Mas gosto muito deste traçado técnico e onde as curvas encadeadas exigem muito ao nível da condução. Foi mais um fim-de-semana onde me senti muito bem e onde dei tudo em pista!”.

    No final e no somatória das duas melhores subidas, apenas 0,9 segundos impediram nova vitória para as cores da Uzo, com Parcídio Summavielle a considerar que “a vitória poderia ter pendido para qualquer um de nós. Foi uma questão de pormenores em cada uma das subidas”, destacando ainda “a felicidade que todos nós sentimos por termos uma rampa disputada com muito público e que se portou de uma forma irrepreensível!”.

    No final, o 2º lugar acaba por ser “um resultado muito positivo. Há que dar os parabéns ao Sérgio Nogueira que foi mais forte. Demos o nosso máximo e estou muito satisfeito com a minha equipa técnica. Provamos que somos competitivos e que vamos lutar pelo título até ao fim, mesmo sabendo que o nosso carro não é o mais competitivo”, defende o piloto de Fafe. O Campeonato de Portugal de Montanha JC Group ruma agora ao Douro Vinhateiro. A 3 e 4 de julho, será a vez de se disputar a Rampa de Santa Marta, em terras de Penaguião, a cargo do Clube Automóvel da Régua.

  • Mecânica trai António Sousa em Montalegre

    O piloto da SRT Motorsport deslocou-se à ‘catedral’ transmontana determinado a obter um bom resultado na Divisão Super 1600, mas ‘esbarrou’ um azar na final, que interrompeu a sua boa exibição até aquele momento decisivo do fim-de-semana.

    António Sousa deslocou-se a esta segunda prova do Campeonato de Portugal de Rallycross by Diatosta com o firme propósito de arrancar um bom resultado na ultracompetitiva categoria ‘rainha’ da modalidade. Muito embora ´nuvens negras’ começassem a pairar sobre a sua participação logo desde os treinos, a verdade é que os problemas surgidos no Peugeot 208 S1600 no dia de sábado foram prontamente solucionados. Isto apesar destes condicionarem esta primeira jornada de competição.

    “Após as duas primeiras mangas estávamos em 13º de classificação geral”, recordou o piloto de Lousada, que para domingo pretendia recuperar o terreno perdido e subir na classificação. A intenção foi materializada em resultados na terceira manga, onde um toque com um adversário voltou a comprometer o resultado da manga. De volta para a última manga, esta mostrou-se breve, com o Peugeot a partir A transmissão logo na partida. Deixando o piloto a pensar em ‘trepar’ mais algumas posições na semifinal já com os problemas no seu carro resolvidos. Isto apesar de arrancar da última linha dificultar a sua tarefa.

    Um arranque-canhão permitiu a António Sousa a ‘pular’ para o segundo posto da corrida, do qual não mais saiu. Já na Final, e largando da linha da frente, voltou a realizar uma excelente partida, que o deixou a lutar pelos lugares do pódio. Só que à terceira volta veio o ‘balde de água’ fria, quando uma rótula da roda traseira do 208 cedeu e hipotecou todas as hipóteses de um bom resultado.

    “Foi inglório. Mostramos que podíamos ter chegado ao pódio na semifinal e final. Mas mais uma vez a sorte nada quis connosco. Voltaremos mais fortes”, desabafou o piloto da SRT Motorsport, que prometeu “trabalhar para que o resultado seja bem diferente” em Sever do Vouga, “de modo que possamos ainda discutir uma posição condigna no campeonato”.