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  • João Macedo Silva levou Porsche 911 RSR à vitória nos Clássicos

    João Macedo Silva fez “barba, cabelo e unhas” na primeira corrida do Estoril Super Racing Weekend a contar para o Campeonato de Portugal de Velocidade Clássicos

    João Macedo Silva levou o seu Porsche 911 RSR à “pole position” na frente de Carlos Vieira (Ford Escort RS 1600) que, devido a um problema técnico no motor do Escort, acabou por não participar e nem sequer estará à partida da corrida de amanhã. O piloto do Porsche laranja preparado pela Garagem Aurora distanciou-se dos rivais e liderou até ao final, mesmo com um “Safety Car” pelo meio. João Macedo Silva entregou a Joaquim Jorge (Ford Escort RS 1600) e a Kiko Mora (Porsche 911 RSR) a responsabilidade de dar emoção à corrida.

    E os dois pilotos entregaram-se com afinco à luta pelo pódio. Ultrapassagens espetaculares marcaram esta luta, com o Porsche a inclinar-se perante o Ford, ficando Joaquim Jorge no segundo lugar e Kiko Mora, de regresso à competição, desta feita, com o filho, a ficar no terceiro lugar. Óleo deixado na pista acabou por fazer entrar o “Safety Car” que neutralizou a prova durante algumas voltas. Porém, não trouxe nada de novo à classificação final, com João Macedo Silva a ver a bandeira de xadrez em primeiro, Joaquim Jorge em segundo e Kiko Mora em terceiro.

    Fora desta luta pelos três primeiros lugares, destaque, ainda, para as intensas lutas entre Mario Meireles (Porsche 911 RSR) e Jorge Cruz (BMW 323i) e, no Grupo 1, entre Luís Liberal e Ricardo Pereira, ambos em Ford Escort RS 2000.

    Nas diversas classes, João Macedo Silva ganhou entre os H75, enquanto que Kiko Mora venceu entre os H81 e João Cruz (Ford Escort RS 1600) foi o melhor no Gr.5. Finalmente, entre os carros do Gr.1, assistimos a uma luta intensa entre três Ford Escort RS 2000 com Luís Liberal a superiorizar-se a Ricardo Pereira e Paulo Vieira.

  • Manuel Fernandes ganhou a prova dedicada aos Superchallenge no

    O Superchallenge realizou a primeira corrida da segunda jornada incluído no Estoril Super Racing Weekend, com Manuel Fernandes (BMW 320d) a ser o melhor e o primeiro do Super Trophy, na frente de Filipe Matias (Volvo 850R).

    Ambos estiveram na luta pela vitória á geral, mas uma bandeira vermelha a poucos instantes do final da corrida, inviabilizou essa oportunidade. O lugar mais baixo do pódio foi conquistado por Hélder Moura, ao volante de um Volvo S60. Um excelente resultado na estreia do carro sueco.

    Outra estreia, o Honda S2000 de André Tavares, terminou no quarto lugar entre os SuperTrophy e nono à geral. Eleutério Duarte (Renault Clio RS) e Jo~çao Vieira (BMW 320i) fecharam a classificação desta categoria. João Luís e o seu Renault Spider levaram a melhor sobre Luís Imperio (BMW 320iS) para vencer a categoria Trophy, ser quarto no Superchallenge e sétimo à geral. Já entre os Super Turismo, vitória de Ricardo Leitão, seguido de Rui Ribeiro, ambos ao volante de Honda Civic Type R. 

  • Carlos Cruz vence primeira prova dos 1300 no Estoril

    O Campeonato de Portugal de Velocidade 1300 cumpriu, ontem, no Autódromo do Estoril, a primeira corrida da segunda jornada desta competição. Prevista para Vila Real, acabou por ser realizada no Autódromo do Estoril, seguindo o movimento do WTCR.

    A presença de 21 carros em pista determinou uma corrida muito animada ao longo do pelotão e nas várias classes. E se para o primeiro lugar, João Braga retirou senha premiada que parecia ir dar-lhe o comando da luz à bandeira, atrás do piloto nortenho as coisas estiveram… quentes!

    Primeiro com o duelo entre Carlos Cruz (Datsun 1200) e Jorge Marques (Toyota Starlet). Luta que o piloto do Datsun resolveu rapidamente. Liberto da pressão do Toyota, Carlos Cruz empenhou-se em apanhar o líder, João Braga.

    Cumpriu o seu objetivo e passou pelo então líder da prova, assumindo o comando da corrida, deixando para trás um impotente João Braga, aumentando a diferença à medida que a prova avançava. E para o piloto do Datsun 1200 a ameaça começou a formar-se na forma do Toyota Starlet de Paulo Mendes que, entretanto, tinha ultrapassado Jorge Marques (Toyota Starlet). Entretanto, novo cambiante na corrida: João Braga sacudiu a pressão de Paulo Mendes e voltou à perseguição de Carlos Cruz e da primeira posição. O piloto do Datsun verde teve de se empenhar a fundo, mas conseguiu vencer a corrida e a classe dos H75.

    No Desafio ANPAC, ninguém esteve sossegado e os Fiat Punto engalfinharam-se numa luta sem quartel verdadeiramente espetacular. Levou a melhor Rui Alves sobre Rui Silva, com o pódio a ser encerrado com António Areal.

    Nos Legends, Paulo Mendes levou a melhor sobre Jorge Marques, ambos em Toyota Starlet, com Mota Freitas (Citroen AX Sport) a fechar o pódio. Destaque, ainda, para a prova do Datsun 1000 do veterano Miguel Barata, vencedor da sua classe (H71-1000) num honroso 19º lugar.

  • Luís Barros vence primeira prova dos Legends no Estoril Super Racing Weekend

    A primeira corrida dos Legends, disputada no Autódromo do Estoril, englobada no Estoril Super Racing Weekend, conheceu forte animação e muito drama. Vasco Barros (Mercedes 190 2.5 16) rubricou a “pole position”, mas problemas mecânicos nem o deixaram entrar em pista. Com dificuldades no caprichoso Ford Sierra RS 500 durante a qualificação, Luís Barros não registou um tempo e saiu da última posição da grelha de partida.

    Assim que os semáforos vermelhos se apagaram, o piloto do Ford Sierra começou a trepar na classificação, sendo interrompido por um “Safety Car” necessário para retirar o Honda Civic de Vincent Lebdan de uma posição perigosa.

    A corrida recomeçou após três voltas e Luís Barros deu expressão à superioridade do Ford Sierra RS500 reclamando a primeira posição, passando por Manuel Fernandes (BMW 320d). Mas o drama ainda não tinha acabado e a poucos minutos do fim da corrida, um pneu traseiro do Sierra explodiu e fez sair a bandeira vermelha.

    A prova foi dada como terminada e, como sempre sucede, a classificação final da corrida reporta à volta anterior á bandeira vermelha. Contas feitas, apesar do incidente, Luís Barros venceu a corrida.

    Contas feitas, Luís Barros ganhou a L90 e Sérgio Pinto (Honda Civic) venceu a L90-1600, Paulo Vieira (BMW M3) foi o melhor dos L99 e Artur Monteiro (Citroen Saxo) liderou nos L99-1600. Tiago Ribeiro levou o seu Honda Integra Type R à vitória nos L99-2000.

  • Francisco Abreu venceu primeira corrida

    Francisco Abreu, Campeão de Portugal de Velocidade, não deixou créditos por mãos alheias e ganhou a primeira corrida da segunda jornada do Campeonato de Portugal de Velocidade by Sport TV, ao volante do seu Porsche 911 GT3 Cup 4.0.

    Após rubricar a “pole position”, o piloto madeirense do Porsche 991 GT3 Cup 4.0 não fez uma excelente largada quando os semáforos se apagaram, mas rapidamente se recompôs e emergiu da primeira curva como líder de uma corrida que dominou da luz à bandeira de xadrez.

    Francisco Abreu foi aumentando a vantagem sobre os seus adversários e na parte final da prova optou por poupar o Porsche 991 GT3 Cup com as cores da CANON, BRISA, GTS, ONRISING e Clube Sport Marítimo e, sobretudo, os pneus para a corrida de amanhã. Uma vitória justa que permitiu reforçar o comando do Campeonato de Portugal de Velocidade by Sport TV.

    No final Francisco Abreu confessave que “do lado de fora pode ter parecido uma corrida fácil, mas o muito calor que se fez sentir no Estoril e o facto da pista ser muito técnica, dificultou uma vitória muito saborosa, até pela revisão do BoP que nos colocou mais 20 kgs no carro. A largada não foi o meu melhor momento, mas conseguiu recuperar e como o segundo e o terceiro classificado se envolveram numa luta intensa, consegui abrir uma boa vantagem que feri no final.”

  • Troços de terra do Rali Alitém são o próximo desafio do CCR e do Desafio Kumho

    O Rali Alitém vai para a estrada nos próximos dias 3 e 4 de julho. A Escuderia Castelo Branco organiza, pela primeira vez, esta ronda que é a terceira prova pontuável do Campeonato Centro de Ralis. Entre os dois dias de prova, os pilotos que habitualmente competem neste competição vão lutar contra o cronómetro em sete especiais de classificação.

    O programa desportivo definido para a edição de 2021 do Rali Alitém contempla a realização de três classificativas no dia de arranque da prova. O primeiro momento em que os pilotos correm contra o relógio é a especial urbana – City Stage – desenhada na Pista de TT do Arnal, em Albergaria dos Doze. No total, é 1,1 quilómetro que servirá para estabelecer a primeira classificação e em que as equipas vão procurar dar espectáculo. Cumprida a especial de abertura, os concorrentes têm, ainda, pela frente duas passagens pelo troço de São Simão de Litém (5,26 km).

    O dia de domingo, 4 de julho, concentra a maioria da competição. Logo pela manhã, os pilotos e os co-pilotos cumprem duas especiais, ambas mais longas comparativamente com a primeira etapa. As equipas correm Albergaria das Doze e, de seguida, Santiago de Litém. Para a tarde, nova passagem por estes dois troços servirão para definir quem serão os vencedores do Rali Alitém nas diversas categorias.

    No total, as equipas têm pela frente um total de 135,22 km, dos quais 58,4 km são de especiais. O Rali Alitém pontua para o Campeonato Centro de Ralis e para o 4º Desafio Kumho em três variantes: Centro, Sul e Terra.

    “A organização do Rali Alitém é um desafio que a Escuderia Castelo Branco aceitou com grande entusiasmo. Está na nossa génese procurar a excelência em todas as competições que colocamos de pé e é com esse princípio que trabalhámos para que o Rali Alitém 2021 seja uma realidade. Acreditamos que a prova, com troços rápidos e com excelente piso, vai ser espectacular e muito interessante, seja para as equipas, seja para o público que acompanhe a competição”, afirmou o diretor do rali, Luís Dias.

  • Poles e Vitórias para Ramos e Chaves em Zandvoort.

    Depois duma fantástica Pole-Position de Miguel Ramos, a dupla Portuguesa levou o Lamborghini #77 à vitória da Pro-AM na corrida de sábado em Zandvoort. Para a corrida de domingo e após o bom sinal dado pela Pole conseguida também por Henrique Chaves, infelizmente e devido à implementação do protocolo Covid, a equipa não alinhou, quando se soube que um dos elementos da mesma tinha estado em contacto com alguém que testou positivo. Pelo meio, Ramos ainda venceu a corrida do Super Troféu Lamborghini.

    No sábado tudo correu de feição aos Portugueses. Ramos fez a Pole-Position e ainda que tenha perdido momentaneamente a liderança nos instantes iniciais, a ultrapassagem que fez por fora na Tarzan Curve, fica para a história. Depois desse momento Ramos abriu de imediato e após a troca de pilotos, Chaves não perdeu a hipótese de continuar a abrir ainda mais, o fosso para os perseguidores e venceram de forma inequívoca a Pro-AM.

    Ramos ainda teve oportunidade de fazer a corrida do Super Troféu Lamborghini e foi uma experiencia muito bem sucedida pois desde o primeiro momento sentiu-se muito à vontade tendo conseguido uma excelente vitória nessa competição monomarca.

    Para Miguel Ramos, “O sábado foi excelente. Venci a corrida da Sprint Cup com o Henrique e também fiquei muito satisfeito por ter vencido a corrida do Super Troféu Lamborghini, no qual alinhei pela primeira vez. Ainda que tenha tido um fim de semana intenso a saltar de um carro para o outro, fiquei fã de Zandvoort que é um circuito espetacular, com curvas incríveis, principalmente as com banking. Os carros são muito diferentes, pois o do Super Troféu parte do carro base, sem modificação na geometria das suspensões e ainda que mais potente que o GT3, tem muito menos apoio aerodinâmico, principalmente na frente e usa pneus mais estreitos. Com isto o carro tem mais velocidade em reta, mas menos velocidade média nas curvas. A elevada potência permite constantes drifts na entrada e saídas das curvas, o que o torna muito divertido de conduzir mas com travagens sempre difíceis devido à muita velocidade, pouco apoio aerodinâmico e pneus mais estreitos. A nível de tempos, o GT3 é mais rápido cerca de 4 seg, diferencial este que o consegue nas curvas pois atinge uma velocidade média superior. Foi excelente ter tido a oportunidade de participar em duas competições com carros semelhantes e lembrei-me de 2007 quando nos tempos do Maserati MC12  no FIA GT,  ganhei em Brno na Republica Checa e nessa altura também tinha feito uma prova de resistência num Mercedes do DTM. Foi pena não termos participado no domingo na Race 2, mas compreende-se a decisão da equipa pois acima de tudo está a segurança e saúde publica. Felizmente todos os elementos da equipa receberam teste negativo ao Covid no final da tarde do Domingo”.

    A Fanatec GT World Challenge Europe Powered by AWS, voltará às pistas daqui a duas semanas com mais um evento da Sprint Cup, que terá lugar em Misano entre 2 e 4 de julho.

  • Argentino Franco Girolami vence segunda corrida em Zandvoort

    O argentino Franco Girolami (Honda Civic Type T FK7 TCR) foi a grande estrela da segunda corrida da terceira jornada do TCR Europa, na pista holandesa de Zandvoort, ao conquistar a liderança à terceira volta, não dando qualquer hipótese ao piloto local Niels Langeveld (Hyundai Elantra N TCR), para no final festejar a sua primeira vitória neste campeonato.

    Graças a este triunfo, Girolami passou a liderar o TCR Europa, com 154 pontos, superando o espanhol Mikael Azcona (143), ausente por estar a competir na primeira prova do ETCR, em Vallelunga (Itália).

    A história desta segunda corrida no que à vitória diz respeito escreveu-se na primeira volta, quando Girolami, que largara da segunda fila da grelha, atrás de Taoufik e de Langeveld, ultrapassou o holandês para ascender ao comando. Logo a seguir, e na sequência do acidente que deixou Felice Jelmini (Hyundai Elantra N) fora de prova, devido a um ‘toque’ de Klim Gavrilov (Audi RS 3 LMS), o Safety Car esteve em pista durante quatro voltas, para permitir a retirada do carro do piloto italiano. Quando a corrida foi retomada já Tom Coronel (7º na primeira passagem pela meta) estava fora de “combate”, devido a problemas no Audi, porventura resultantes do contacto com um adversário.

    Na frente, Girolami nunca deixou espaço que permitisse a Langeveld oportunidade para o surpreender e no meio do pelotão Jack Young, que já havia ganho duas posições, viu a sua progressão cair por terra, ao cometer um erro e cair para os últimos lugares. Contudo, não baixou os braços e com um forcing final verdadeiramente notável ainda conseguiu entrar no “top 10”.

    A luta pelo último lugar do pódio esteve bastante animada, pois se o francês Jimmy Clairet logrou manter o Peugeot 308 no terceiro lugar desde a partida, logo atrás esteve um irreverente Isidro Callejas (Honda Civic Type R FK7) que nunca lhe deu tréguas até consumar a ultrapassagem. O jovem espanhol, de apenas 16 anos, estreante no TCR Europa, conquistou o seu melhor resultado da temporada. Em plano de destaque esteve também o sérvio Dusan Borkovic (Audi RS 3 LMS) que fez uma corrida de trás para a frente, depois de ter largado da oitava posição da grelha. E tanto os dois Hyundai da Sébastien Loeb Racing, de Taoufik e de Bennani, como o Peugeot de Jimmy Clairet não lhe resistiram.

    Corrida 2

    1º, Franco Girolami, PSS Racing Team, Honda Civic Type R FK7 TCR, 15 voltas

    2º, Niels Langeveld, Sébastien Loeb Racing, Hyundai Elantra N TCR, + 1.979s

    3º, Isidro Callejas, Brutal Fish Racing Team, Honda Civid Type R FK7 TCR, + 7.121

    4º, Dusan Borkovic, Comtoyou RAcing, Audi RS 3 LMS TCR, + 8.069

    5º, Jimmy Clairet, Team Clairet Sport, Peugeot 308 TCR, + 9.840

    Campeonato

    1º, Franco Girolami, 154 pontos; 2º, Mikael Azcona, 143; 3º, Tom Coronel, 132; 4º, Jimmy Clairet, 132; 5º, Mehdi Bennani, 126.

    A quarta jornada da época do TCR Europa está marcada para 29/31 julho, no circuito belga de Spa-Francorchamps.

  • Feliz da Costa 6º na 1ª corrida no México

    António Félix da Costa terminou no 6º lugar a primeira corrida do E-Prix de Puebla, tendo, com isso, ascendido ao segundo lugar do Campeonato de Pilotos.

    A oitava corrida da Temporada 7 do Campeonato do Mundo FIA de Fórmula E realizou-se no Autódromo Miguel E. Abed, em Puebla, México, no que foi uma estreia desde o lançamento da disciplina. Ontem (sábado), por ocasião do primeiro dos dois confrontos do presente fim de semana, os pilotos da equipa DS TECHEETAH alcançaram resultados muito diferentes. Depois da vitória no Mónaco, António Félix da Costa voltou a marcar pontos, ao terminar a Corrida 1 no sexto lugar. Quanto a Jean-Éric Vergne, foi atingido com o azar, já que numa altura em que lutava por um lugar no pódio, viu-se empurrado contra o muro por um concorrente, à saída da zona dedicada ao Attack Mode.

    Autor de uma excelente recuperação do 11º até ao sexto lugar, António Félix da Costa mostrou-se satisfeito no final. O Campeão em título regressou ao segundo lugar do campeonato, a apenas dois pontos do líder. “Fizemos uma operação muito boa”, confidenciou o piloto português. “Fazer parte do Grupo 1 na Qualificação nunca é fácil, mas conseguimos manter-nos no sexto lugar. No final alcançámos um resultado decente, ainda que pudéssemos ter feito melhor, não fossem alguns erros da minha parte. A boa notícia é que temos uma segunda oportunidade, sendo que estou confiante porque o ritmo adotado nesta primeira corrida foi ótimo.”

    A partida da que será a nona prova do Campeonato do Mundo FIA de Fórmula E 2020-2021 está agendada às 22h00 (hora em Portugal Continental), tendo transmissão direta nos canais Eurosport 1 e Eleven Sports (início do programa meia hora antes).

  • Toque ‘trava’ exibição notável de Tiago Ferreira

    O piloto do Peugeot 208 S1600 esteve em excelente plano na segunda jornada do Campeonato de Portugal de Rallycross by Diatosta, até sofrer um toque, que travou a sua incrível progressão ao longo do fim-de-semana em Montalegre.

    Partindo para a prova transmontana com o claro intuito de ganhar mais experiência e evoluir, Tiago Ferreira entrou determinado e com um andamento consistente, que no primeiro dia lhe valeu um notável quinto lugar.

    Um desempenho que se prolongou para domingo, onde almejou ser sétimo da geral após as duas mangas de qualificação. Só que um toque de um adversário mal a corrida de acesso à Final se iniciou acabaria por ‘travar’ a evolução do piloto do Peugeot. “Na partida para a semifinal não passamos da primeira curva, pois um toque danificou o nosso carro e não pudemos continuar”.

    Tiago Ferreira lamenta o sucedido, apesar de saber de antemão que situações destas são frequentes no rallycross. “Foi um fim-de-semana agradável e de aprendizagem. Estávamos na luta para almejar um lugar na final, pois estávamos cada vez mais rápidos. Foi pena o toque que nos atirou para fora da corrida, pois estou certo de que estávamos a demonstrar andamento para poder ir mais longe e sair de Montalegre com um resultado de grande nível.”, remata Tiago Ferreira, que, no entanto, realça “a satisfação que sentimos por ver que estamos a conseguir evoluir, não apenas na minha condução, mas também na forma como entendemos o Peugeot e o fazemos ficar mais competitivo. Estamos muito entusiasmados com o que poderemos vir a fazer no futuro!”. O piloto espera agora ter mais sorte na terceira ronda do Campeonato de Portugal by Diatosta, que se realiza entre 2 e 4 de julho em Sever do Vouga.