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  • Rampa da Penha: Joaquim Teixeira soma e segue!

    O piloto da JT59 Racing Team/Bompiso alcançou a sua quarta vitória na Divisão Turismos 2 do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group na Rampa da Penha Paisagem Protegida.

    Aos comandos do Cupra TCR Joaquim Teixeira chegou a Guimarães apostado não apenas em continuar a impor a sua lei na Divisão Turismos 2, mas também a discutir o triunfo na categoria de Turismos. Este segundo objetivo acabaria por se tornar muito difícil de ser atingido, muito por culpa de alguns problemas técnicos sentidos no primeiro dia da prova da Demoporto.

    “Conseguimos vencer os Turismos 2 e, julgo, de forma categórica. É uma vitória que premeia o nosso esforço e foi construída com muita segurança mesmo com adversários muito fortes. Infelizmente não logramos lutar pela vitória na categoria Turismos”, começa por referir o piloto transmontano, que recorda: “No sábado nas subidas de treinos tentamos fazer um bom tempo para evitar a previsão de chuva de domingo, mas continuamos a sentir um comportamento estranho no Cupra e que não permitia forçar o andamento até ao limite”.

    Joaquim Teixeira manteve o seu foco no seu principal objetivo, ajustando a sua estratégia às circunstâncias: “No domingo abdicamos de fazer o ‘warm-up’ para não agravar o comportamento do carro. E depois tentamos fazer as duas subidas de prova em gestão de tempos, para não sermos ultrapassados pelos nossos adversários, que estiveram muito fortes”, explica o piloto do JT59 Racing Team/Bompiso.

    O Cupra mostrou-se ‘intransigente”, apesar de, como recorda Joaquim Teixeira, “a equipa ainda ter tentado resolver o problema. Mas não foi possível detetar a causa, atendendo a que tivemos só três dias para fazer a intervenção entre o circuito de Jarama e a Rampa da Penha”.

    Essa limitação deixou o piloto transmontano “um pouco desiludido porque a minha noção era que, mesmo sendo muito difícil lutar pela vitória na categoria Turismos, e sendo os nossos adversários muito fortes, tudo iríamos fazer até à última subida. O que infelizmente não conseguimos”, acrescenta o piloto transmontano. No entanto, a invencibilidade na Divisão Turismos 2 continuou assegurada e, agora que dobramos o meio da temporada, a destacada liderança pontual faz antever que a conquista deste título está cada vez mais perto.

  • Trabalho da FR Power com mais uma senda vitoriosa na Penha

    Sucesso em toda a linha para os pilotos e equipas que confiam no trabalho da equipa técnica da Covilhã: duas vitórias, dois podios e os 3 carros no Top 10 absoluto!

    Na prova vimaranense, a FR Power quase saboreava um triunfo à ‘geral’ com António Rodrigues, conseguindo com este mais um triunfo na Divisão Protótipos B e um segundo lugar absoluto, para além do pódio de Joaquim Rino nos Protótipos B e a oitava posição absoluta de Nelson Andrade, que regressou para continuar a vencer na Taça de Portugal de Kartcross de Montanha.

    A prova da Demoporto mostrou mais uma vez que a FR Power é mesmo um bloco muito forte, com uma metodologia de trabalho assente num forte empenho numa meticulosa preparação técnica dos carros que assiste e numa capacidade de intervenção durante as provas que junta à rapidez a eficácia.

    Os dias que mediaram entre a Serra da Estrela e a Penha foram de grande azáfama, pois são dois traçados completamente diferentes, o que exigiu muitas alterações nos “setup” dos protótipos de António Rodrigues e de Joaquim Rino, sendo ainda necessário adaptar o kartcross de Nelson Trindade, alterando as especificações criadas anteriormente para Boticas.

    O trabalho árduo normalmente compensa e a FR Power viu o BRC CM 05 EVO do piloto de Santa Marta de Penaguião, que defende as cores da NJ Racing, estar na luta pela vitória na rampa vimaranense, terminando num fantástico 2º lugar da geral e vencendo uma vez mais entre os Protótipos B. Por seu lado, destaque para a fiabilidade ostentada pelo BRC BR49 EVO do piloto de Porto de Mós. Joaquim Rino levou o bólide da Articimentos ao terceiro lugar nos Protótipos B, almejando ainda ser quinto absoluto, assinando mais uma exibição de alto nível.

    Já quanto à performance do “Furacão da Madeira” voltou a brilhar com o AG1000. O kartcross esteve sempre irrepreensível, permitindo a Nelson Andrade exprimir todo o seu potencial, sobretudo na jornada de domingo, terminando num fantástico Top 8 da geral.

    “Foi um fim-de-semana espetacular, correu tudo bem, como previsto, e os resultados saíram”, começou por referir Rui Ferreira, o responsável pela equipa serrana.  O responsável pela FR Power diz que em termos de problemas técnicos não aconteceu “o ‘stress’ de outros eventos anterior, muito embora existissem pequenas coisas, normais de corrida, e afinações, mas tudo controlado e dentro do que era perspetivado antes da prova”.

    Agora, a FR Power quer aproveitar as quase três semanas que nos separam da Rampa de Santa Marta para “reunir com os pilotos e, para além das revisões totais que iremos fazer a todos os carros, proceder às mudanças e evoluções que se mostrem pertinentes para lhes dar o máximo de competitividade, de modo que coloquem todo o seu talento em pista!”.

  • José Carlos Magalhães estreia Toyota Carina E com pódio nos Legends

    Foi coroada de êxito a estreia do piloto da MNE Sport com um Toyota Carina E 2.0 GTi no Campeonato Legends de Montanha na Rampa da Penha Paisagem Protegida. O Toyota é a terceira “montada” diferente que Magalhães usa durante a corrente época.

    Em boa hora José Carlos Magalhães decidiu mudar de ‘montada’ para a prova vimaranense, pois desde logo mostrou que podia lutar pelos lugares cimeiros, ainda que não fosse a competitividade a maior razão para a escolha.

    “Optamos por este carro por uma questão mais comercial do que propriamente competitiva, embora o Toyota Starlet Grupo 5 pudesse ficar pronto muito em cima da prova”, lembra o piloto da MNE Sport, frisando que o intuito era “mesmo mostrar o que carro, que temos disponível para aluguer para a velocidade em circuitos ou até para a montanha. E ficou provado que efetivamente o carro é competitivo, ostentando rapidez e fiabilidade”.

    A segunda posição no Campeonato Legends de Montanha na prova da Demoporto acaba por ser um resultado esperado, pois segundo José Carlos Magalhães “esta segunda posição seria sempre aquela que, fosse com o carro que fosse, nós iríamos alcançar, em circunstâncias normais, pois temos sido sempre mais rápidos que a maior parte do restante plantel dos Legends”. O óbice está na impossibilidade de tentar chegar à vitória “pois combatemos contra um adversário cujo carro é muito superior, quer em potência, quer pelo facto de ser um quatro rodas motrizes.”.

    Como tal, a estratégia passou e passará sempre por “não falhar qualquer uma das subidas, de modo a amealhar todos os pontos possíveis em cada prova. Continuamos líderes e tudo faremos para assim permanecer.  Vamos fazer a contabilidade até ao fim do campeonato”, remata José Carlos Magalhães projetando já a segunda metade da temporada, onde espera “manter a rapidez e a fiabilidade, pois só jogando na eficácia e na regularidade, teremos algumas hipóteses”.

  • Joaquim Rino garante novo pódio na Penha

    Mercê de uma prova onde demonstrou estar cada vez mais seguro aos comandos do novo BRC BR49 EVO, o piloto de Porto de Mós subiu ao pódio ao garantir a terceira posição da Divisão Protótipos B do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group na Rampa da Penha Paisagem Protegida, almejando ainda colocar as cores da Articimentos na quinta posição absoluta.

    Joaquim Rino alcançou os objetivos a que se propôs na prova da Demoporto, tirando bom partido do BRC BR49 Evo com as cores da Articimentos preparado pela FR Power, rodando sempre nos lugares cimeiros dos protótipos B e no top cinco desde o primeiro dia. Desta vez sem mazelas mecânicas a apoquentarem a sua máquina e sempre a melhorar os tempos a cada subida de treinos e de prova, sendo muito importante para as pretensões da época esta subida de fiabilidade no novo protótipo que, dessa forma, permite ao piloto ir melhorando a sua adaptação e reforçando a confiança.

    “A evolução de tempos que conseguimos foi muito satisfatória nesta prova da qual gosto bastante, pois é um traçado muito técnico e onde qualquer erro se torna difícil de ultrapassar. Desafia as nossas capacidades e isso estimula-me muito”, começou por avaliar o piloto de Porto de Mós. O único problema, se é que se assim se pode dizer, teve a ver com “o camber atrás, que não conseguimos acertar da melhor maneira, pois estava a escorregar bastante e limitou um pouco a nossa progressão, sentindo que, com uma maior eficácia na tração, poderia rodar ainda mais rápido. Mas esteou satisfeito com a minha prestação, pois melhorei dois segundos relativamente ao tempo que detinha anteriormente na Penha”, assumindo ainda que “voltar a ficar dentro do Top 5 absoluto e juntar a isso novo pódio na divisão, faz-nos sair da penha bem posicionados nos campeonatos e isso estimula e premeia o nosso esforço”.

    Para a segunda parte da temporada Joaquim Rino está otimista, pois a sua evolução está a ser gradual, à imagem do que sucede com o potencial do BRC BR49 Evo com as cores da Articimentos: “Vamos ver se o conseguimos afinar mesmo ao milímetro para fazer uma segunda parte da temporada mais confortável, com melhores classificações. Tenho muito confiança na FR Power e sei que consigo ser rápido. Na próxima prova, em Santa Marta, tudo faremos para dar continuidade a esta senda de resultados positivos”.

  • Cláudio Baptista sempre a evoluir na Penha apesar dos problemas técnicos

    O piloto da Sucesso Automóvel registou sinais positivos na sua atuação na Rampa da Penha Paisagem Protegida apesar das grandes limitações ditadas pelo seu DS3 face à concorrência na   Divisão Turismos 3 do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group.

    Cláudio Batista prosseguiu a sua evolução na prova da Demoporto, onde, para além do ´handicap’ natural do seu carro, a mecânica do mesmo nem sempre colaborou e dificultou ainda mais a sua tarefa. Mesmo assim nunca ‘baixou os braços’, motivado pelo facto de estar praticamente a ‘correr em casa’ e ter contado com o forte apoio da família e amigos.

    “Vinha para esta rampa com um balanço positivo da prova anterior e satisfeito por estar a assinar uma época de evolução permanente, desde a primeira prova, alcançando resultados muito positivos e que têm premiado este regresso, três anos depois. Cheguei aqui e nas primeiras subidas consegui alcançar tempos muito satisfatórios e dentro do que esperávamos”, começa por referir o piloto fafense.

    Depois o DS3 começou a evidenciar alguns problemas: “Na última subida do primeiro dia comecei a notar alguns erros ao nível da eletrónica do carro. Detetei um problema. O carro entrava em modo ‘safety’ – cortava a rotação. Nas primeiras subidas de domingo também notei essa anomalia. Subi mesmo para pontuar, porque não conseguia fazer tempos razoáveis porque o carro só conseguia fazer 4000 rpm. Foi fazer a gestão para pontuar e sem causar danos ao Citroen, tendo agora três semanas para perceber o que se passa, resolver e preparar da melhor forma a Rampa de Santa Marta”.

    Apesar dos problemas sentidos na prova vimaranense e que o impediram de fazer melhor do que o 6º posto na Divisão Turismos 3, Cláudio Batista percebe a sua progressão após três anos de ausência das pistas. “Noto a minha evolução, a nível técnico. Já me sinto mais à vontade. Consigo andar mais rápido, muito embora tenha as minhas limitações de carro em termos de peso e potência, pois não me posso comparar com ninguém dentro da minha divisão. Mas já fico satisfeito por ver a minha evolução subida a subida”.

  • Exibição de gala leva Nuno Guimarães a mais um pódio!

    Rodando sempre ao ataque ao longo de todo o fim-de-semana, o piloto de Peso da Régua rubricou uma exibição de luxo na Rampa da Penha Paisagem Protegida, quarta prova do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group. A “faena” foi premiada com o Top 4 absoluto e mais um pódio na Divisão Protótipos B, a que juntou a quarta posição absoluta.

    Sem ‘dores de cabeça’ com a mecânica do SilverCarS2 que sentiu na prova anterior, Nuno Guimarães pôde realizar uma prova dentro das suas capacidades, num traçado que aprecia bastante, por ser competitivo, curto e técnico.

    “Fiquei muito feliz com a minha exibição, com o andamento e com o resultado”, começa por avaliar o ‘Capitão’ da montanha. Acima de tudo o piloto da NJ Racing ficou satisfeito com “a facilidade com que os tempos foram saindo e a segurança e motivação reforçadas que tive este fim-de-semana a conduzir o SilverCar. Não tive a mínima preocupação com as reações que ele ia tendo, porque penso que já estava a adivinhar o que ia acontecer curva a curva”. A alegria de Nuno Guimarães está relacionada não apenas com a sua exibição e o desfecho da prova, mas também com a organização da rampa. “Saio daqui muito feliz com o resultado, com o andamento e acima de tudo um agradecimento à Demoporto por nunca ter desistido e estarmos aqui este fim-de-semana, com esta prova excelente”, observa.

    A rematar o piloto duriense deixa ainda uma palavra para a sua equipa: “Para a nossa equipa, a NJ Racing, foi um fim-de-semana de luxo, com um andamento brutal do António (Rodrigues), um segundo lugar à geral. Eu com um quarto lugar à geral e segundo nos Protótipos B. Acho que melhor era impossível e saímos daqui com um sentido de dever cumprido”.

    Agora, olhos postos na “Rampa de Santa Marta. É muito especial para mim e para todos na NJ Racing. Trazemos a marca nos nossos carros e somos embaixadores da prova e do Clube Automóvel da Régua. Por isso, sempre que competimos em Santa Marta, vivemos uma jornada que nos diz muito e onde as nossas famílias e a nossa fabulosa claque estão sempre ao rubro. Vai ser fantástico!”.

  • Rampa da Penha: E vão três para Eva Laranjeira!

    A piloto de Setúbal esteve imparável na Rampa da Penha Paisagem Protegida, dominando por completo as lides na Taça de Portugal de Clássicos de Montanha 1300 e rubricando uma das suas melhores exibições da temporada.

    Se nas duas provas anteriores Eva Laranjeira já tinha mostrado do que era capaz, somando dois êxitos indiscutíveis, agora na prova vimaranense conseguiu superar todas as expetativas, pois não se limitou a dominar a competição em que está envolvida como se cotou como um dos concorrentes mais rápidos da prova da Demoporto tripulando máquinas dotadas de motores até 1300 cc.

    A evolução da piloto setubalense da MNE Sport aos comandos do Peugeot 205 Rallye foi por demais evidente, notada na progressão de tempos subida a subida, desde os treinos, para na prova confirmar aquilo de que é capaz, pulverizando todos os tempos da Taça de Portugal de Clássicos de Montanha 1300 e cotando-se entrebos melhores entre todos quantos rodaram com carros desta cilindrada.

    “Estou muito satisfeita com a minha exibição, porque ela mostrou a minha evolução. A minha confiança no Peugeot subiu exponencialmente e isso traduziu-se nos tempos que fiz, melhorando a cada subida”, começa por destacar Eva Laranjeira, que admite que o resultado alcançado “pressupôs, não só um grande empenho da minha parte, tentando aperfeiçoar a minha técnica de condução, mas também o trabalho realizado por todos os elementos da equipa técnica da MNE Sport”.

    Daí que a piloto de Setúbal tenha uma palavra de agradecimento: “Toda a equipa está de parabéns. Eles foram incansáveis no sentido de me darem um Peugeot muito competitivo, que me permitiu realizar os tempos que fiz e alcançar mais esta importante vitória”. Quanto à prova em si, a “Dama de Aço” da Montanha “Gostei muito desta rampa, que possui um traçado muito engraçado e desafiador. A organização também está de parabéns, pois decorreu tudo dentro dos horários previstos”, salientou também Eva Laranjeira.

    A piloto sadina sente que o título está agora mais perto do que nunca, e é nisso que se vai focar na segunda metade da temporada. “Quero continuar neste nível, se possível continuando a melhorar, ciente de que a concorrência está cada vez mais forte. Por isso vou preparar bem as próximas provas de modo a repetir mais vitórias como esta”, remata Eva Laranjeira.

  • António Rodrigues esteve fenomenal na Rampa da Penha Paisagem Protegida!

    Na prova vimaranense o piloto de Santa Marta de Penaguião esteve perto de uma sensacional vitória absoluta, sendo que a quarta vitória consecutiva na Divisão Protótipos B do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group nunca esteve em causa. Está a ser mais uma época de sonho!

    Foi por muito pouco – umas meras 5 décimas – que António Rodrigues não venceu esta quarta prova da temporada, pois apesar do seu objetivo de ganhar a sua divisão nunca ter estado em causa, no primeiro dia fez os possíveis e os impossíveis com o BRC CM05 da NJ Racing/Lusimed e assinou mesmo a melhor marca, superando o grande favorito à vitória. O piloto duriense tinha admitido que podia, eventualmente, surpreender, e não faltou muito para isso acontecer, embora admita que perder para um protótipo da Divisão A, com outros argumentos, não é nada de surpreendente. Ainda para mais quando nunca tinha competido na Penha.

    “É um traçado novo, ao qual me tive de habituar, às curvas principalmente. Depois tivemos um pequeno problema com os travões, que se solucionou rapidamente. E quanto tentei imprimir um ritmo maior consegui o primeiro lugar absoluto no sábado”, explica António Rodrigues sobre o primeiro dia, admitindo que o resultado o fez “ficar com um bocado de coragem”.

    O mesmo é dizer que o piloto de Santa Marta de Penaguião se lançou com mais vigor e vontade para tentar o que até aí nunca fora conseguido, ainda que “no domingo a primeira subida tenha sido mais para pontuar e manter a classificação nos protótipos B, para na subida final tentar dar mais um pouco. Fui com tudo, mas o que dei não foi suficiente para ganhar. Mas correu bem e estou orgulhoso do meu esforço e do trabalho da nossa equipa, do apoio da NJ Racing e da capacidade da FR Power para preparar bem o meu carro. Os protótipos B eram o meu grande objetivo e esse título já não nos deve fugir!”, considerou António Rodrigues, apesar de em relação ao campeonato absoluto conservar os ‘pés assentes na terra’: “Na luta principal a diferença dos carros é muito grande para tentar chegar lá. Mas agrada-me o facto de estar perto deles e conseguir uns tempos bastante bons, numa pista curta e com um traçado bastante exigente. Estamos na luta e, mesmo com armas desiguais, tudo vamos tentar para estar na discussão do título absoluto até ao fim”.

    Agora, vem aí a “rampa da casa. Correr em Santa Marta de Penaguião, em frente à minha família, aos meus amigos e aos meus conterrâneos, é sempre uma enorme emoção. Tudo farei para lhes devolver o carinho e ao apoio com mais um grande resultado!”. A Rampa de Santa Marta será a quinta prova do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group e decorrerá a 3 e 4 de julho, sob a égide do Clube Automóvel da Régua.

  • Rampa da Penha: Nelson Andrade deu ‘show’ em Guimarães

    O “Furacão da Madeira” é já um dos favoritos dos aficionados da Montanha. O madeirense esteve sempre a evoluir com o AG 1000 da Taça de Portugal de Kartcross de Montanha e foi oitavo classificado em termos absolutos na Rampa da Penha Paisagem Protegida.

    Nelson Andrade regressou ao Campeonato de Portugal de Montanha JC Group com uma exibição incrível na prova vimaranense, pois desde as primeiras subidas de treinos de sábado evidenciou uma adaptação ao curto traçado do evento da Demoporto, onde se estreou. O ‘Furacão’ da Madeira – como também é conhecido – no primeiro dia sentiu naturais dificuldades pelo desconhecimento do traçado, mas mesmo assim conseguiu estar entre os dez mais rápidos. Mas no segundo conseguiria melhorar e chegar ao oitavo lugar, baixando a sua marca em cerca de um segundo.

    “Foi um bocado difícil, principalmente no primeiro dia. Foi complicado, pois não estava a conseguir habituar-me. A cada subida estava a piorar tempos. Mas no domingo tive uma excelente equipa, que me mudou completamente o carro, e fez-me ganhar foco e motivou.me a dar o máximo, tendo sido possível colocar no cronómetro os tempos que fiz”, começou por explicar Nelson Andrade. O piloto de Porto Moniz sublinha também: “Igualei dois tempos que me deram o tempo final. Foi excelente. O percurso também é técnico, é ótimo, muito bonito. Amei mesmo esta prova e quero ainda dar os parabéns à organização que esteve num nível muito alto!”.

    Nelson Andrade considera que a época está a ser muito positiva, “apesar de ser a primeira vez que estou a competir no continente. Está a ser uma experiência única”. E destaca também a forma como tem sido tratado na competição: “A família da montanha tem sido impecável para comigo. Sou mesmo recebido como se fosse família. E devo agradecer cá, tanto à FR Power como à restantes pessoas da minha equipa, como o António Rodrigues, o Joaquim Rino e o Nuno Guimarães, por me receberem da maneira como me recebem”.

  • Mais um pódio e seis equipas Kumho no Top 10 no Rali Castelo Branco

    Mais um excelente resultado de conjunto para a “armada” Kumho, registando mais um pódio para o palmarés dos pneus coreanos, a que se juntaram mais seis presenças no Top 10 absoluto de um rali.

    Pedro Silva e Nuno Rodrigues da Silva, num Peugeot 208 R2 VTI, assinaram mais um pódio absoluto para os pneus KUMHO, ao garantirem o 3º lugar na prova respeitante ao Campeonato Centro de Ralis. A sua exibição foi sólida, construída com um misto de rapidez e segurança que os colocou sempre no centro das decisões e os levou a estar paulatinamente cada vez mais perto do pódio absoluto, que viriam a alcançar.

    Juntaram ao feito a vitória na Divisão 1 do 4º Desafio Kumho Portugal, que teve em Castelo Branco mais uma jornada a contar para os Desafios Kumho Asfalto, Centro e Klássicos.

    Nesta Divisão, o 2º posto foi alcançado por Rui da Silva Santos e João Sebastião, que se viram muito prejudicados por problemas mecânicos no Subaru Impreza, que os impediram mesmo de poder lutar pela presença no pódio absoluto da prova. A dupla ostentou um andamento sempre forte e entre os melhores.

    Paulo Barata e António Santos abandonaram com problemas de travões no EVO IX, enquanto a dupla Paulo Correia/Tiago Amado desistiu com uma avaria no Renault Twingo R2.

    Problemas mecânicos estiveram ainda na origem das desistências das equipas José Ferreira/Mafalda Coelho (BMW 3169 e Ilídio Gameiro/Micael Cordeiro (Lancia Delta HF Turbo). A braços com problemas no Subaru Impreza, que nunca conseguiu fazer mais de 3000 rotações, Mariana Alves e Pedro Cardoso também se viram forçados a claudicar.

    Miguel Carvalho vence Divisão 2 depois de uma recuperação notável

    Na Divisão Kumho 2, o triunfo foi alcançado por um endiabrado Miguel Carvalho. Navegado por António Reis, o piloto do Peugeot 206 GTI sentiu problemas no início da prova, que o levaram a perder cerca de 40 segundos para a frente da corrida, mas “cerrou os dentes” e atacou fortemente, almejando chegar ao comando e ao triunfo na última especial!

    O 2º posto foi a recompensa da grande exibição protagonizada pela dupla António Almeida/Pedro Henriques, sempre exuberantes a conduzir o BMW 325, juntando a essa espetacularidade a rapidez visível nos tempos que alcançavam. O pódio ficou completo com o Renault Clio RS de Viana Martins e Gonçalo Palmeira que estiveram sempre na luta pela vitória e voltaram a protagonizar uma exibição muito sólida. Estão muito fortes neste início da temporada Kumho.

    A competitividade nesta divisão fica ainda mais clara quando verificamos os cinco primeiros ficaram separados por apenas 25 segundos. Frederico Monteiro e Paulo Santos levaram o seu Peugeot 206 GTI ao 4º lugar, mercê de uma prova muito eficaz, a exemplo do que fizeram José Dinis e Jorge Ferreira, na caminhada com o BMW 320i até um excelente 5º lugar final.

    6º posto para o belo BMW M3 Coupé de Hélder Cordeiro e Bruno Pereira, enquanto Fábio Santos e Ricardo Sismeiro asseguravam o 7º lugar, neste regresso à competição depois do acidente na Bairrada, sendo normal que o andamento da dupla do Citroen Saxo fosse mais contido do que habitualmente, até porque fisicamente Fábio Santos ainda está em recuperação.

    Manuel Alves e Alexandre Gomes, aos comandos de um BMW 320i, asseguraram a 8ª posição, na frente da dupla Vítor Gomes/Joel Oliveira (Peugeot 206 GTI). 10º lugar para Fábio Nunes e Filipe Oliveira, num Peugeot 206 GTI), enquanto a dupla feminina constituída por Daniela Lopes e Soraia Silva voltavam a pontuar, levando o seu Citroen Saxo Cup ao 11º posto final.

    No que respeita a abandonos, registaram-se 3 nesta divisão. Esse fim inglório foi madrasto para Tiago Pereira e Fernando Pereira que assinaram uma prova brilhante com o Peugeot 205. Mesmo com uma “montada vetusta”, a dupla esteve sempre na discussão do triunfo na Divisão 2. Venceram uma especial, passaram pelo comando, mas na penúltima especial foram forçados a deitar a toalha ao chão. Luís Almeida e Ricardo Bettencourt claudicaram no último troço cronometrado, com problemas no Fiat Stilo Multijet, enquanto a dupla Pedro Tondela/Rita Martins (Peugeot 106 Rally) ficavam logo na parte inicial da prova.

    No que concerne ao Desafio Kumho Klássicos, integrado no Campeonato de Portugal de Clássicos de ralis, Daniel Ferreira e Rodrigo Pinheiro levaram o Mitsubishi Carisma GT ao trinfo, depois de um rali em que alguns problemas impediram a dupla de poder lutar pelo pódio do campeonato, tendo demonstrado bem a sua rapidez com duas vitórias em especiais.

    Nuno Mateus, campeão nacional em título, não teve sorte na prova albicastrense. O piloto que é navegado por Roberto Santos, foi forçado a parar na 3ª PEC com problemas mecânicos no Mitsubishi Lancer EVO VI.

    O 4º Desafio Kumho Portugal volta à estrada com o Rali Alitém, aprazado para o primeiro fim-de-semana de julho. Contará para os Desafios Kumho Terra, Sul e Centro.