Etiqueta: destaque

  • Motorsport Hoje: Team LPM Grupo NOV

    MOTORSPORT HOJE 1ª Temporada – Episódio #68

    No programa de hoje, vamos ao encontro da dupla de irmão António Cruz Monteiro / Ana Cruz Monteiro, que defendem as cores do Team LPM Grupo NOV.

    É aos comandos de um Peugeot 208 T16 R5 que têm brilhado nos ralis e eventos de exibição, comparticipações de relevo e demonstrado andamento para outros voos.

    A entrevista foi conduzida em Leiria, pelo jornalista Joaquim Amândio Santos, num programa que contou com edição de vídeo de Armando Leitão, fotografia a cargo de Pedro Monserrate e a sonoplastia assegurada por Paulo Seabra.

  • Pedro Tiago retira-se do PTRX 2020

    Na sequência dos acontecimentos de Lousada, o atual bicampeão nacional da Divisão nacional A 1.6 considera não existirem condições para a defesa da verdade desportiva e renuncia à defesa dos títulos conquistados em 2019 e 2018.

    A segunda tirada do Campeonato de Portugal de Ralicross teve tudo para ser palco de mais um “passeio de campeão” para Pedro Tiago. Dominante os treinos, imparável na qualificações e “pole man”, o bicampeão tinha tido para assegurar mais uma vitória na sua já farta carreira. E acabaria por dominar a grande final, sendo o primeiro a cortar a linha de chegada, mesmo tendo sofrido com um incidente logo após o arranque.

    Mas o pior estava para vir. Ao analisar o referido incidente, o colégio de comissários decidiu penalizar Pedro Tiago, relegando-o para o 4º lugar final. Esta decisão é, para o piloto, “caricata, incompreensível e totalmente injusta!”, sentindo- se “injustiçado pela vitória que me tiraram, por uma análise errada de um incidente de corrida em que dois pilotos se tocam mas sem culpa alguma de parte a parte, parecendo que os oficiais desconhecem a essência do Ralicross que, mesmo com o necessário e exigível fairplay, é uma competição com toques e musculada”.

    Pedro Tiago está “profundamente desiludido com esta incapacidade de saber avaliar corrias e também com a forma como eu e a minha família fomos tratados. Estamos nas corridas para competir e nos divertir e não para sermos alvos de ataques e acusações infundadas!”.

    Como tal e mesmo já mais a frio, o craque lousadense anunciou que “tomei a difícil decisão de me retirar do PTRX 2020. Não quero competir num ambiente destes, onde é posta em causa a minha idoneidade, tentando apagar 3 anos de muito sucesso, que são o reflexo de uma carreira desportiva limpa. Não tenho nada a provar, pois os resultados estão à vista. Em 28 corridas, das quais 8 como estreante, venci 18, com um recorde de 14 seguidas”, lembrando que “as últimas duas épocas foram fantásticas, com apenas uma derrota. Julgo que provei raramente me conseguem derrotar, a não ser que a mecânica ceda ou neste caso caricato em que me derrotam na secretaria”, rematando que “agora com a minha ausência, pelo menos o lugar mais alto do pódio fica vago!”.

    Não quis deixar de agradecer “à Rapid Competições pelo apoio e pelo excelente trabalho. Obviamente, quero aqui deixar um agradecimento muito especial à minha família e aos verdadeiros amigos pelo apoio e carinho”, prometendo Pedro Tiago que “voltaremos muito mais fortes!”.

  • GT4 South European com novo calendário 2020

    Foi apresentado o novo calendário para esta temporada de 2020 do GT4 South European. Ciente das dificuldades que todos os pilotos e equipas podem encontrar devido à situação especial que se vive actualmente, a Race Ready, organizadora deste campeonato, fez um enorme esforço para conseguir novas datas sem que as mesmas entrassem em conflito com a maioria dos campeonatos de GT4, como o GT4 Europeu, o GT4 Britânico ou mesmo o VLN e o Britcar.

    Diogo Ferrão, líder da Race Ready, explica que “desta forma quisemos permitir que equipas e pilotos não tenham que escolher entre competir num ou noutro campeonato, podendo, caso desejem, estarem presentes em qualquer um deles ou mesmo em ambos”.

    Do calendário previsto inicialmente, as provas de Jarama e do Algarve foram alteradas. A ronda da capital espanhola, em Jarama, foi adiada para 31 de Outubro/01 de Novembro e continua a ter a companhia do Campeonato de Madrid CRT e do TCR Ibérico. Devido ao excelente clima do Algarve, a prova no sul de Portugal foi adiada para 23 e 24 de Janeiro de 2021, aproveitando a oportunidade que a FPAK concede aos campeonatos de 2020 de terminar em 2021, devido à situação do COVID-19. No Algarve, os GT4 irão competir em conjunto com a série alemã GT Winter Series. O evento de Jerez de La Frontera mantém-se nos dias 17 e 18 de Outubro e com o  Campeonato Andaluz e nos dias 05 e 06 de Dezembro, os GT4 South European vão estar no Circuito do Estoril, juntamente com os pilotos do TCR Ibérico.

    Competição internacional mas com custos mais controlados

    Com o novo calendário foi também anunciado um programa de controlo de custos, começando pelo novo fornecedor de pneus. A Hankook será o fornecedor oficial para 2020, oferecendo pneus cerca de 20% mais económicos do que em 2019. Apesar do preço, serão pneus de maior durabilidade, usados também nas 24H Series, com menor degradação e tempos por volta mais constantes.
    A organização também fez a sua parte, com as inscrições a reduzirem em 70% o seu valor comparadas com 2019, assim como garantir eventos de 3 corridas em 2 dias, que permitem um menor custo de assistência.

    Diogo Ferrão resumiu que “não vou dizer que correr de GT é “económico”, mas penso que encontramos uma fórmula para os orçamentos baixarem em 30%, com as vantagens que correr de GT’s de sonho tem um fascínio e visibilidade totalmente diferentes, servindo também de janela de lançamento para os campeonatos Europeus GT4.”

    Com este calendário, Diogo Ferrão assume que “o nosso objectivo é garantir grelhas bem compostas para que equipas e pilotos estejam motivadas e com elevadas expectativas durante todo o campeonato. Grelhas com muitos carros é o que desejamos para esta competição, até porque este readaptámos-nos, encontrámos novas parcerias e baixámos o custo das inscrições. Queremos ver grelhas preenchidas pois é sempre mais motivante para todos: pilotos, equipas e organizadores”.

    NOVO CALENDÁRIO 2020 DO GT4 SES
    Corridas 1-2-3: 17/18 de Outubro – Jerez de la Frontera, Espanha (com Campeonato Andaluz)
    Corridas 4-5-6: 31 out./01 Novembro – Circuito de Jarama, Espanha (com CRT e TCR Ibérico)
    Corridas 6-7-8: 05/06 de Dezembro – Autódromo do Estoril, Portugal (Com TCR Ibérico)
    Corridas 9-10-11: 23/24 de Janeiro de 2021, Autódromo Internacional do Algarve, Portimão, Portugal (com GT Winter Series)


  • Ford Mustang Mach-E 1400: 1.400 cv, 100 por cento eléctrico!

    A Ford apresentou o Mustang Mach-E 1400, um foguete da estrada 100 por centro eléctrico, demonstrativo do quanto se pode alcançar em termos de performance, sem recurso a uma única gota de combustível fóssil.

    Surgindo na sequência do Mustang Cobra Jet 1400, proposta igualmente 100 por cento eléctrica, de 1.400 cavalos de potência (1.419 CV), apresentada há uns meses, este Mustang Mach-E é único, fruto dos sete motores eléctricos que o equipam, bem como da elevada downforce associada, mostrando-se pronto para entrar em competição, em circuito, nas rectas de drag Racing ou em acções do tipo gincana, ou ainda em qualquer lugar onde possa demonstrar como a propulsão eléctrica permite explorar a extrema performance Mustang.

    Desenvolvido com a colaboração da RTR, tendo como base de partida um Mustang Mach-E GT branco, este protótipo pretende, também ele, alcançar o mesmo patamar de potência máxima na ordem dos 1.400 CV (1.419 CV). O chassis e a mecânica operam em conjunto, permitindo inúmeras configurações, inigualáveis em qualquer outro veículo.

    “É chegado o momento perfeito para aproveitar a tecnologia eléctrica, aprender com ela e aplicá-la ao nosso portfólio de produtos”, afirmou Ron Heiser, Engenheiro-Chefe do Programa Mustang Mach-E. “O Mustang Mach-E vai ser divertido de conduzir, tal como acontece com todos os restantes Mustang que o precederam, mas o Mustang Mach-E 1400 será completamente insano, graças aos esforços da Ford Performance e da RTR”.

    O Mustang Mach-E 1400 é o resultado de mais de 10.000 horas de colaboração entre a Ford Performance and RTR, com o objectivo de se alcançar uma ponte entre o que um veículo eléctrico pode, de facto, fazer, e o que os respectivos clientes tendem a acreditar que consegue.

    “Estar ao volante deste carro mudou completamente a minha perspectiva sobre o que podem atingir os conceitos de potência e binário”, afirmou Vaughn Gittin Jr., fundador da RTR Vehicles, Campeão de motorsport e profissional da diversão ao volante. “Esta experiência não se compara com nada que já se tenha imaginado, excepto, talvez, uma montanha-russa magnética”.

    O Mustang Mach-E 1400 tomou forma sem seguir quaisquer regras. As equipas de design da Ford e da RTR recorreram a muitas das mesmas ferramentas que a Ford utiliza nos seus modelos de competição e programas de produção. A aerodinâmica foi optimizada em termos de forma e localização, focada em condutas de arrefecimento, splitter frontal, difusores e asa traseira.

    O Mustang Mach-E 1400 integra um total de sete motores, mais cinco do que o Mustang Mach- E GT. Três estão ligados ao diferencial dianteiro e quatro ao diferencial traseiro, encontrando- se sobrepostos, recorrendo-se a um único eixo de transmissão para fazer a ligação aos diferenciais, solução que permite múltiplas afinações, que permitem configurar a viatura para qualquer tipo de condução, do drifting até às corridas de alta velocidade em circuito.

    O chassis e a mecânica foram configurados de modo a permitir que a equipa investigasse os diferentes layouts e os seus efeitos nos consumos e performance da energia, incluindo os três tipos de tracção, traseira, integral e dianteira. O set-up para Drift e Track têm afinações completamente diferentes à frente, integrando braços de controlo e mudanças de direcção para permitir ângulos de condução extremos, em drifting. A entrega da energia pode ser dividida uniformemente entre a frente e a traseira do modelo, ou a 100 por cento para um lado ou para o outro. O downforce está desenvolvido para suportar mais de 1.000 kg de carga, a uma velocidade de 257 km/h.

    Prevista está a estreia do Mustang Mach-E 1400 numa prova da série norte-americana NASCAR como teste adicional para o desenvolvimento de novos materiais. O capô é feito de fibras compósitas orgânicas, alternativa de baixo peso à tradicional fibra de carvão que reveste o restante veículo.

    A Ford está a investir mais de 11.500 milhões de dólares, a nível mundial, no domínio dos veículos eléctricos, estando o seu primeiro modelo global – o Mustang Mach-E – disponível para encomenda em Portugal a partir do início do próximo ano. A entrega das primeiras unidades Mustang Mach-E 100 por centro eléctricos aos clientes europeus está agendada para o início do próximo ano.

  • Triplo pódio premeia grande exibição do Bompiso Racing Team na abertura do Open

    Sempre muito eficazes e combativos, Daniel Teixeira e Joaquim Teixeira levaram o Cupra TCR a conquistar 3 pódios nas corridas que abriram a época em Portimão,

    Pai e filho apresentavam-se em Portimão para enfrentar a tripla tirada inaugural da edição 2020 do Open de Velocidade. Normalmente, nestas lides, o Bompiso Racing team faz alinhar Joaquim Santos com Daniel Teixeira, já que Joaquim Teixeira é o “ponta de lança” da equipa no Campeonato de Portugal de Montanha JC Group. A dupla escalada para este arranque de época apresentou-se no Autódromo Internacional do Algarve confiante e focada em pontuar forte para começar da melhor forma a luta pelo título entre os Turismo, um dos dois que serão atribuídos nesta época do OPEN.

    Sabiam, no entanto, que Portimão representava também um momento de adaptação ao Cupra TCR pois, na época de 2019, a equipa utilizava um Seat Leon MKIII, sendo substanciais as diferenças entre as duas “montadas”. O novo Cupra só tinha sido utilizado uma vez em competição, até este fim-de-semana, e já nos idos de Março, na Rampa Porca de Murça, altura em que Joaquim Teixeira brilhou ao mais alto nível, estreando o Cupra com um triunfo absoluto entre os Turismos, no arranque da época de Montanha.

    Nas duas qualificações, com Daniel ao volante na primeira e Joaquim na segunda, a equipa colocou o Cupra no Top 6 absoluto, sendo segundos nos Turismo na Q1 e terceiros na Q2. Estes resultados foram positivos e, segundo Daniel Teixeira, deixaram-nos “muitos felizes porque não tínhamos rodado com o Cupra em circuito, antes desta prova e não esperávamos ser logo tão competitivos”.

    Quanto à estratégia de escolha de pilotos para as duas corridas Sprint, foi decidido que Daniel Teixeira estaria ao volante da corrida inicial de sábado, cabendo a Joaquim Teixeira tomar o volante na Corrida 2.

    Após uma partida cautelosa, Daniel Teixeira teve de utilizar todos os seus dotes de piloto para evitar um incidente na curva 3, mas, ao fazê-lo, o jovem craque transmontano foi forçado a “alargar a trajetória e, ao sair largo, caí para 3º entre os TCR, tendo, de imediato, ido em busca do prejuízo”. E se bem o pensou, melhor o fez, pois rapidamente suplantou o Honda Civic TCR de José Rodrigues, regressando ao 2º lugar e, quando partia no encalço do líder, encontrou pela frente o Porsche 991 GT3 de Pedro Marques. Aqui, o piloto viveu a dificuldade de “tentar ultrapassar com armas diferentes. Foi um duelo incrível, mas, perante a potência e velocidade do Porsche, demorei imenso tempo a consumar a ultrapassagem e, quando o fiz, já estávamos na parte final da corrida e eu tinha os pneus muito degradados, tendo optado por manter a posição”.

    O Dia de Domingo, segundo da jornada algarvia, reservava aos pilotos duas corridas: a segunda de Sprint e a de Endurance. Joaquim Teixeira assumiu os comandos para a Corrida 2. Com o Cupra novamente “calçado” com pneus já usados, o galardoado piloto optou por um arranque tranquilo e logo se viu envolvido numa luta “fantástica com colegas da Montanha e esta durou quase até meio da corrida. Felizmente aí, forcei ainda mais e consegui me isolar, assegurando um excelente 3º lugar, além de levar o carro sem problemas até ao final, objetivo também importante tendo em conta a corrida de Endurance que ainda havia para disputar”.

    Para o fecho do fim-de-semana, estavam reservados 40 minutos de competição, tendo a equipa decidido que Daniel faria o turno inicial, passando depois o volante a Joaquim Teixeira.

    A Corrida 3 seria atribulada. Logo na primeira volta, na curva 5, um incidente levou à entrada do “safety car” e o mesmo esteve em pista durante muito tempo, condicionando “praticamente todo o turno pois acabei por só fazer 3 ou 4 voltas limpas e, ainda na sequência da confusão, tinha caído para 3º dos TCR, lugar que consegui manter até ao fim do turno”. Daniel Teixeira revela ainda que se sentiu “menos confiante no Cupra nesta última corrida, pois não me adaptei à mudança de setup que decidimos fazer e, como tal, optei por gerir bem e não estragar nem pneus nem mecânica”.

    Joaquim Teixeira saiu o seu turno final com a missão de “manter a posição e conquistar mais um pódio e mais pontos para o campeonato”, ficando o piloto satisfeito por “ter cumprido esse duplo objetivo”. No rescaldo, o piloto realçava “a excelente operação pontual que fizemos e os 3 pódios obtidos. Para arranque de época, temos de considerar muito positivo e, para além disso, ficámos com a certeza de que, com um maior conhecimento do carro, a equipa será ainda mais competitiva!”

    O Open de Velocidade terá a sua segunda jornada no Circuito de Braga, que se disputará nos dias 12 e 13 de setembro.  

    PUB.

             

  • José Correia e Kiko Mora dominaram 2ª dia do Open de Portugal de Velocidade by Michelin

    O segundo dia de competição do Super Racing Weekend Portimão, foi o pano de fundo para as duas últimas corridas do Open de Portugal de Velocidade by Michelin disputadas no Autódromo Internacional do Algarve.

    José Correia (Nissan GT-R GT3), depois de ter conhecido um problema de suspensão que destruiu o pneu da frente do lado direito e o atirou para último da classificação final da primeira corrida disputada no sábado, dominou da luz à bandeira a segunda manga do Open de Portugal de Velocidade by Michelin.

    O piloto de Braga fez pleno uso da superioridade técnica do seu carro para manter um andamento impossível de acompanhar pelos Porsche 911 GT3 Cup, nomeadamente, os pilotados por Pedro Marreiros e por Fábio Mota, que completaram o pódio à geral por esta ordem. Porém, a distância final para o vencedor não reflete a imagem correta, pois Pedro Marreiros optou por poupar ao máximo os pneus do 911 991 GT3 Cup para a terceira corrida. Se na frente não houve luta pela vitória, nas classes que compõem o Open de Portugal de Velocidade by Michelin, o discurso foi semelhante, o que não quer dizer que não existissem lutas aguerridas por posição na classificação geral final.

    Assim, no G1 a vitória ficou, claro, para José Correia (Nissan GT-R GT3), enquanto Pedro Marreiros (Porsche 911 991 GT3 Cup) ganhou a G2, na frente de Fábio Mota (Porsche 911 997 GT3 Cup), Nuno Baptista (Porsche 911 997 GT3 Cup) e Pedro Marques (Porsche 911 991 GT3 Cup). Nos Turismos, Gabriela Correia (Cupra TCR DSG) levou de vencida a T1, Paulo Martins (VW Golf GTI) a T2 e Jorge Silva levou o Renault Clio RS ao primeiro lugar. Finalmente, nos TCR, vitória para Francisco Mora (Cupra TCR Seq) na frente de José Rodrigues (Honda Civic TCR), Daniel Teixeira (Cupra TCR Seq) e Luís Silva (Cupra TCR Seq). José Fafiães levou o Honda Civic Type R à vitória no TCS.

    A terceira corrida agendada para o Open de Portugal de Velocidade by Michelin tinha a particularidade de recuperar a fórmula “endurance”, oferecendo aos pilotos 40 minutos de prova com oportunidade de paragem nas boxes para troca de piloto. Isto depois das duas corridas de 20 minutos que já tinham sido realizadas anteriormente, oferecendo, assim, uma hora de competição em cada um dos Super Racing Weekend calendarizados para 2020.

    Devido aos resultados obtidos nas duas corridas anteriores – recordamos que houve duas sessões de qualificação que definiram a grelha para as duas primeiras mangas – Pedro Marreiros e Paulo Pinheiro com a “pole position” para a terceira e última corrida da jornada de Portimão, foram obrigados a largar do pitlane, enquanto que José Correia saiu da quarta fila da grelha de partida, prejudicando a sua média devido ao último lugar da classificação na primeira corrida. Infelizmente, um desentendimento em pista que originou um acidente na descida para a Curva 5 do Autódromo Internacional do Algarve entre Gabriela Correia (Cupra TCR DSG), Paulo Martins (VW Golf GTI) e Luís Silva (Cupra TCR Seq), atirou este último para a lista de abandonos e fez entrar o “Safety Car” em pista.

    Esta situação prolongou-se por algum tempo e a corrida teve apenas 18 voltas em 40 minutos de prova. José Correia impôs o seu Nissan GT-R GT3 e numa mão cheia de curvas chegou, naturalmente, ao comando da corrida, aí se mantendo apesar dos repetidos e fortes ataques de Pedro Marreiros e Paulo Pinheiro, ao volante do Porsche 911 GT3 Cup. As paragens nas boxes não trouxeram alterações e José Correia ganhou a segunda corrida do dia. O pódio ficou fechado com o Cupra TCR Seq de Francisco Mora que conseguiu superiorizar- se ao outro TCR, o Honda Civic de José Rodrigues. Esta classificação ficou assim ordenada, depois do Colégio de Comissários Desportivos penalizarem em 30 segundos José Rodrigues, Fábio Mota (Porsche 911 GT3 Cup) e Pedro Marques (Porsche 911 GT3 Cup).

    No que toca às classes, não houve muitas diferenças em relação a segunda corrida. No G1 vitória para José Correia (Nissan GT-R GT3), enquanto Pedro Marreiros (Porsche 911 991 GT3 Cup) ganhou a G2, na frente de Fábio Mota (Porsche 911 997 GT3 Cup), Nuno Baptista (Porsche 911 997 GT3 Cup) e Pedro Marques (Porsche 911 991 GT3 Cup). Nos Turismos, Gabriela Correia (Cupra TCR DSG) levou de vencida a T1, Paulo Martins (VW Golf GTI) a T2 e Jorge Silva levou o Renault Clio RS ao primeiro lugar. Finalmente, nos TCR, vitória para Francisco Mora (Cupra TCR Seq) na frente de José Rodrigues (Honda Civic TCR), e de Joaquim e Daniel Teixeira (Cupra TCR Seq). José Fafiães levou o Honda Civic Type R à vitória no TCS. O Open de Portugal de Velocidade by Michelin está de regresso nos dias 11 e 12 de setembro no Circuito de Braga.

    PUB.
  • 7 vencedores distintos no arranque do Super Seven by Toyo Tires

    Primeiras quatro corridas da temporada 2020 deixaram em evidência a elevada competitividade do Troféu monomarca promovido pela CRM Motorsport

    Depois de um Sábado ao mais alto nível, o segundo dia do arranque da temporada 2020 do Super Seven by Toyo Tires no Autódromo Internacional do Algarve acrescentou mais um nome à incrível lista de vencedores desta visita a Portimão. Mas trouxe, sobretudo, duas corridas em que a incerteza esteve sempre em cima da mesa, comprovando o espírito incrível e a qualidade que o Troféu promovido pela CRM Motorsport apresenta nesta fase da sua vida, volvidos 11 anos e 12 temporadas sobre o seu lançamento.

    Na primeira corrida do dia, o piloto da Atomic-Mageltech (Pires) começou por afirmar os seus intentos com uma sucessão de voltas rápidas e muita pressão sobre o comandante e eventual vencedor da prova. Só que Pedro Salvador (Speedy Motorsport) voltou a conseguir contê-los de forma magistral para vencer pela segunda vez em dois dias.

    Ainda nos 420R, Diogo Costa (Team Nuoorte) deu mais uma prova cabal do seu andamento, arrematando um merecido 2º lugar no pódio e superando pelo caminho o colega de equipa
    J. J. Magalhães, Sérgio Saraiva (Atomic-Mageltech), Gonçalo Lobo do Vale (BCM Sports) e Paulo Macedo (CRM Motorsport).

    Já Diogo Tavares (CRM Motorsport) teve de se contentar com a 7ª posição, embora tenha estado na luta pelo comando até à penúltima volta da corrida. Seguiram-se-lhe Luís Calheiros Ferreira (CRM Motorsport) e a tripla do Team Nuoorte formada por Paulo Costa, Luís Lisboa e Duarte Lisboa. Mas também Nuno Afonso (Atomic-Mageltech), José Kol Almeida (BCM Sports), André Matos (BCM Sports) e Nélson Gomes (Speedy Motorsport).

    Nos S1600 Pro, Bernardo Bello voltou a ver-se envolvido num animado confronto com Pedro Lacerda (Garagem 19) e António Nunes Almeida (BS Motorsport), pilotos que por sua vez ficaram à frente de Francisco Figueiredo (Figueiredo Racing) e de Miguel Couceiro (CRM Motorsport).

    Por sua vez na Business, o triunfo sorriu novamente a Frederico Brion Sanches (BS Motorsport), que continuava, desta forma, a usufruir de um grande fim-de-semana a nível desportivo. Destaque, ainda, para o 2º lugar do jovem José Maria Marreiros (CRM Motorsport), ilustrativo da sua evolução no Super Seven by Toyo Tires, bem como para a 3ª posição de Bruno Martins (Speedy Motorsport), de regresso ao pódio pela segunda vez neste fim-de-semana.

    Embora muito rápidos, a dupla da CRM Motorsport Nuno Santos e Manuel Fernandes acabou por não ver a bandeirada de xadrez no final da corrida.

    Na derradeira corrida, o “poleman” José Carlos Pires segurou como pôde o comboio que seguia atrás de si formado por 8 pilotos com hipóteses de terminar no pódio e almejar, com isso, o triunfo. Após uma série de voltas extasiantes e grandes ultrapassagens, o piloto do Caterham #53 acabaria mesmo por celebrar um triunfo desejado há mais de um ano, embora, como sempre no Super Seven by Toyo Tires, a confirmação tivesse chegado pela margem mínima: apenas 0,013s separaram Pires do segundo classificado, David Saraiva, que voltou a apresentar-se em excelente momento de forma no Caterham preparado pela Speedy Motorsport.

    A menos de nove décimos de segundo, Diogo Tavares somou mais um pódio a esta visita a Portimão, concluindo a derradeira corrida do fim-de-semana à frente de J. J. Magalhães, Diogo Costa e Pedro Salvador, que à entrada da última volta se encontrava precisamente na 3ª posição.

    Tal como em muitas ocasiões ao longo desta primeira jornada do Super Seven by Toyo Tires, Luís Calheiros Ferreira contou com a ameaça sempre presente de Paulo Costa e nesta corrida de Duarte Lisboa, com os três pilotos a cruzarem a linha da meta separados por apenas 3 décimos de segundo. Logo a seguir surgiram Ricardo Araújo, Tiago Sousa e José Kol Almeida, com os dois pilotos da BCM Sports a trocarem diversos galhardetes de forma muito amigável durante toda a prova.

    Já sobre a tabela relativa aos S1600 Pro, Bernardo Bello acabou mesmo por comemorar o 3ª triunfo do fim-de-semana, mas sempre sob a ameaça de Pedro Lacerda, que pela primeira vez ficou de fora do pódio. Lacerda concluiu a corrida atrás de António Nunes Almeida, 2ª classificado da categoria, e de Francisco Figueiredo, que assim se despediu em grande do Autódromo do Algarve.

    Na categoria Business, João Rebelo Martins voltou a saborear o champanhe relativo ao 1º lugar, dividindo honras quanto ao número de triunfos com Frederico Brion Sanches, 2º classificado, ao passo que José Maria Marreiros voltou a terminar no 3º e último lugar do pódio. De fora desta discussão, depois de ter impressionado nas duas primeiras corridas, ficou o jovem Manuel Fernandes, assim como Miguel Couceiro — ambos por contratempos alheios.

    Na opinião de Tiago Raposo Magalhães, esta jornada do Super Seven by Toyo Tires tem tudo para ficar na história da competição: “Em primeiro lugar, voltámos a assistir a um ambiente de grande união e camaradagem entre todos os pilotos, incluindo-se os que agora se juntaram ao Troféu e todos os que regressaram sem conseguirem resistir à vontade de pertencerem, novamente, a esta enorme família!”, começou por dizer.

    “Depois, tivermos a possibilidade de assistir a quatro corridas de tal forma incríveis que acabámos o fim-de-semana com 7 vencedores diferentes e 15 pilotos que foram ao pódio — algo que muito provavelmente será mais um recorde de um Super Seven by Toyo Tires que não para de surpreender. Obrigado a todos os pilotos e equipas por nos ajudarem a crescer ao continuarem a apoiar este projeto!”, concluiu.

    Concluída esta primeira jornada, a comitiva do Super Seven by Toyo Tires regressa ao Autódromo Internacional do Algarve entre 23 e 25 de Outubro para a segunda ronda da temporada 2020.

    PUB
  • Pedro Almeida e Hugo Magalhães vencem 2R2M na Calheta

    Pedro Almeida e Hugo Magalhães, aos comandos do Peugeot 208 Rally4 foram os melhores entre os carros de duas rodas motrizes no Rali da Calheta.

    A prova do Campeoanto Regional de Ralis da Madeira serviu de ensaio à participação da equipa para o Rali de Roma – pontuável para o Europeu de Ralis (ERC) e a disputar dentro de uma semana – e para o Rali da Madeira, a próxima corrida do Campeonato de Portugal de Ralis (CPR).

    «Viemos ao Rali da Calheta acima de tudo para preparar as próximas competições, trabalhar nas afinações do carro e para evoluir, objetivos totalmente cumpridos e acabamos premiados com a vitória entre os carros de 2RM e na categoria RC4» começou por referir o piloto.

    «Gostamos muito do Rali, tiramos prazer da condução e fizemos uma corrida sempre a melhorar o andamento, sem arriscar muito e tomando diversas experiências com diferentes afinações no carro, o que nesta fase é muito importante para enfrentar as corridas que se aproximam nos campeonatos que estamos a disputar» afirmou Pedro Almeida depois da passagem pelo pódio do Rali da Calheta.

    «Obviamente que ser o mais rápido entre os carros da nossa categoria é motivo de satisfação, consolida o trabalho que estamos a fazer, dá-nos confiança para o futuro e estamos muito contentes por isso, embora saibamos que há ainda muito para evoluir quer na nossa condução quer no Peugeot 208 Rally4».

    Pedro Almeida volta à Ilha da Madeira dentro de três semanas para disputar o Rali Vinho Madeira (CPR) mas antes disso vai estar já no próximo fim-de-semana no Rali de Roma, prova que marca o regresso do ERC à competição. «Será tudo novo para nós mas partimos com muita confiança. O trabalho que temos desenvolvido, tanto com o Hugo Magalhães como com a The Racing Factory, dá- nos bons indicadores, embora saibamos que cada rali é um novo desafio e que andamos sempre no limite do risco. Vamos ver como decorrem os reconhecimentos e depois encarar com toda a garra a exigência da prova em Roma» rematou o piloto famalicense.

    PUB
  • Filipe Albuquerque 3º em Paul Ricard

    Tudo estava no caminho certo para que Filipe Albuquerque e Phil Hanson conseguissem a primeira vitória do ano na jornada inaugural do European Le Mans Series em Paul Ricard. A dupla do Oreca com o número 22 estava no comando da prova quando um furo obriga a uma entrada extra nas boxes e consequente perda de posições. O quarto lugar na pista acabou por ser o resultado possível num fim-de-semana que estava a correr na perfeição.

    A saírem da ‘pole position’ perderam e ganharam posições mas quando a corrida entrava na parte final, depois de terem feito a última paragem nas boxes, um furo deitou tudo a perder e a vantagem de 10 segundos para o segundo classificado viria a não ser suficiente para chegarem aos lugares do pódio: “Foi uma pena e muito frustrante. Estava tudo a correr como planeado. Estávamos confortavelmente na frente. Só tínhamos de gerir o andamento até à bandeira xadrez. Mas, o azar bateu-nos à porta e o furo obrigou a uma ida às boxes não planeada. As nossas ambições caíram por terra e tivemos que nos conformar com o resultado”, começou por explicar Albuquerque.

    Mas Filipe Albuquerque e Phil Hanson acabariam por ascender ao terceiro lugar do pódio na primeira corrida do European Le Mans Series depois de ter sido imposta uma penalização de três voltas ao segundo classificado por incumprimento do regulamento desportivo no que toca ao tempo em pista de um dos pilotos.

    Albuquerque vê assim minimizado o furo que lhe roubou a vitória: “No meio do nosso azar, esta penalização acaba por nos ajudar a subir ao pódio. Regras são regras e temos todos que as cumprir. São pontos importantes que recuperamos”, referiu o piloto português, satisfeito ainda por ter ficado demonstrado que “temos andamento para ganhar o campeonato. Perdemos esta batalha mas a guerra não está perdida. Há muitos pontos em jogo e vamos continuar na luta. A próxima corrida é em Spa em Agosto e vamos entrar para ganhar. Já percebemos que sem problemas somos candidatos à vitória. Isso dá-nos a confiança necessária para não esmorecer”, concluiu o piloto de Coimbra.

    O resultado das 4h de Le Castellet assim como a pontuação no Campeonato podem ser consultadas em: https://www.europeanlemansseries.com/

    PUB
  • Paulo Pinheiro e “Kiko” Mora vencem na primeira corrida do Open de Portugal

    Nos GT, José Correia (Nissan GT-R GT3) dominou sessões de qualificação mas foi Paulo Pinheiro a vencer a primeira corrida do Open de Portugal de Velocidade by Michelin, enquanto “Kiko” Mora dominava entre os Turismos.

    Finalmente ecoaram os motores no impressionante complexo do Autódromo Internacional do Algarve, com a realização das sessões de treinos livres, qualificações e a primeira corrida do programa do Open de Portugal de Velocidade by Michelin, contando com uma recheada lista inscritos onde pontificaram carros de qualidade como o Nissan GT-R GT3, diversos Porsche 911 GT3 Cup e vários Cupra TCR.

    As sessões de treinos livres e as duas qualificações deixaram evidente a superioridade do Nissan GTR GT3 de José Correia. Perdendo algum tempo na única sessão de treinos livres realizada, com Pedro Marreiros e Paulo Pinheiro a liderar a tabela de tempos com o seu Porsche 911 GT3 Cup, José Correia esteve inalcançável na qualificação.

    Aproveitando as qualidades do Nissan GT-R GT3 num circuito que serve as características do carro nipónico, José Correia rubricou a “pole position” em ambas as sessões, com Francisco Mora (Cupra TCR) a repetir a dose nos Turismos.

    PUB.

    A primeira corrida dos GT no Open de Portugal de Velocidade by Michein acabou por ser um espelho do que se passou nas sessões de qualificação, ou seja, José Correia verteu a seu favor as características do Nissan GT-R GT3 e dominou as ténues investidas de Fábio Mota e de Paulo Pinheiro com relativo à vontade.

    Porém, o desporto automóvel tem os seus desígnios e o domínio de José Correia terminou quando um furo o fez perder muito tempo, forçando uma paragem nas boxes e o fim da possibilidade de começar a temporada com uma vitória.

    Após várias voltas atrás do Porsche de Fabio Mota, Paulo Pinheiro conseguiu passar para a frente e rumar a uma vitória que acabou por ser tranquila, pois atrás de si Fábio Mota conheceu alguns problemas com o seu Porsche e viu-se ultrapassado por Francisco Mora (Cupra TCR), fechando o pódio.

    Já na luta pela primazia no campeonato de Turismos, “Kiko” Mora dominou de fio a pavio, enquanto Daniel Teixeira colocava o Cupra do Bompiso Racing Team no segundo posto, cabendo a Gabriela Correia reclamar o terceiro lugar no pódio, aos comandos do Cupra do JC Group Racing team

    Amanhã realizar-se-ão mais duas corridas do Open de Portugal de Velocidade by Michelin, as 10.05 horas e às 17.30.

    PUB.