Campeão de Portugal de
Circuitos, vencedor da Taça de Portugal e do Iberian Supercars Trophy, Carlos
Vieira está de regresso às pistas nacionais para disputar o Campeonato de
Portugal de Clássicos, ao volante do Ford Escort RS1600.
Preparado pelo Team Novadriver,
o Ford Escort RS1600, depois de passar para Grupo 5, foi totalmente revisto
para que o campeão de Portugal de Circuitos possa lutar, como sempre, pelas
vitórias à geral. Ciente da forte concorrência que vai enfrentar ao longo
das quatro jornadas previstas no calendário possível desta temporada, Carlos
Vieira está confiante na realização de uma época positiva, afirmando
que de ”entrar com o pé direito e ganhar à geral e, por essa razão,
passei o Ford Escort dos Históricos 75 para o Grupo 5, porque assim não será
tão difícil tentar ganhar aos Porsche, tal como aconteceu nas corridas que
ganhei no passado. Por isso, estão reunidas todas as condições para que
possa ser muito competitivo já no Algarve e lutar pelas vitórias à geral.”
A primeira jornada do Campeonato de Portugal de Velocidade Clássicos será realizada no Autódromo Internacional do Algarve nos dias 18 e 19 de julho. A qualificação será realizada no dia 18 (sábado) às 14.40, a primeira corrida disputar-se-á no dia 19 (domingo) às 10.25 e a segunda corrida será realizada às 15.25 horas.
O piloto do Peugeot 106 esteve sempre na luta pela vitória em Lousada, voltando a rubricar uma excelente exibição, coroada com um pódio.
À
partida para esta segunda jornada do PTRX, a moral de Tiago Ferreira era
justificadamente alta, depois do bom arranque em Sever do Vouga, onde revelou
sempre um andamento forte e entre os melhores da Nacional 1.6 A.
A
tática do piloto do TTC RX Team passou por “aproveitar os treinos para me
adaptar à pista e afinar da melhor forma o Peugeot. Deu logo para perceber que
iríamos ter um forte inimigo: o calor que foi tão intenso, ao longo do fim-de-semana,
que afetou pilotos e carros e acabei a jornada esgotado como, aliás, penso que praticamente
todos”.
As mangas de qualificação correm-lhe de feição, tendo mesmo vencido a terceira e estado sempre na luta pela primazia, numa divisão em que impera o equilíbrio. A exceção, pela negativa, foi a quarta e última qualificação, onde Tiago Ferreira não alinhou porque “detetamos um problema mecânico e optamos por nos concentrar na sua resolução e colocar o carro em condições para a final”.
Colocado na primeira fila da grelha, foi muito rápido a reagir ao fecho de semáforos e chegou á famosa primeira direita da Costilha bem colocado para discutir a liderança.
Mas
aí tudo se complicou. O pelotão protagonizou “uma enorme carambola, com muitos
toques, que me atrasaram e depois foi fazer uma corrida de trás para a frente,
sem baixar os braços”, coroada com um 3º lugar na pista, que seria segundo nas
contas finais, após penalização do piloto que terminou a corrida na frente.
O
resultado é “muito bom, embora pudesse ser melhor pois estivemos sempre
com andamento para lutar pela vitória, com este pódio a ser uma recompensa para
o trabalho de toda a equipa. Pelas nossas contas, lideramos o campeonato, o que
nos dá ainda mais alento e vontade de conquistar vitórias e tentar chegar ao título!”,
concluiu Tiago Ferreira.
O PTRX ruma agora a sul, com a 3ª prova a disputar-se em Castelo Branco, a 1 e 2 de agosto.
Foi sempre ao ataque que o piloto lousadense assinou uma espantosa “faena” na arena da Costilha. O 8º lugar final sabe a pouco pois fez tudo para lutar pelo pódio.
A 2ª
prova da época tinha um sabor especial para Jorge Machado. A correr em casa, o
piloto do HR Racing Team queria brilhar e sair de Lousada com um resultado
forte, não só para esquecer de vez a malapata que o tinha atingido em Sever do
Vouga mas sobretudo porque, como nos referiu, para ele “correr em Lousada,
minha terra natal, é sempre muito especial e fico sempre com muitas ganas de me
exibir ao meu mais alto nível, perante a minha família e os meus conterrâneos”.
Se bom
era esse desejo do piloto, melhor foi a forma como o colocou em pista.
Desde os
treinos que se revelou veloz e confiante na competitividade do seu Citroen C2
S1600, rodando sempre muito rápido e de forma consistente. Mas mangas de
qualificação, lutou sempre sem tréguas nem falhas e, na meia-final, guindou-se
ao 3º lugar, garantindo assim uma boa posição na grelha de partida para a
corrida decisiva.
E aqui,
desde o arranque esteve sempre na guerra pelo pódio, lutando arduamente e revelando
um andamento ao nível dos melhores, numa Divisão que é, claramente a mais
competitiva e que tem um plantel de pilotos e carros verdadeiramente de luxo.
Mas, uma
vez mais, o azar bateu-lhe à porta. Um problema mecânico forçou-o à desistência
e ao 8º lugar final nesta jornada lousadense. A classificação, mesma sendo positiva,
revela-se míngua na recompensa para a exibição de Jorge Machado. No rescaldo, o
piloto considerou que “foi um excelente fim de semana, com muito calor
dentro e fora de pista. Conseguimos mostrar o nosso forte andamento e que podem
contar comigo para novas lutas pelos lugares cimeiros nas próximas corridas,
estando na luta pelo campeonato. Vamos trabalhar para tornar o C2 ainda mais fiável
e esperar que, nas próximas corridas, a sorte esteja connosco!”.
O HR Racing Team aponta já a mira para 3ª prova do PTRX, que se disputará na zona raiana da Beira Baixa. O Ralicross de Castelo Branco acontecerá a 1 e 2 de agosto.
É a única competição Portuguesa com “Prize Money” e tem estrelas do automobilismo como “padrinhos” do campeonato.
O Campeonato
Open de Portugal de Velocidade tem o seu início marcado para o próximo fim de
semana, tendo como palco o Autódromo Internacional do Algarve (AIA) e pano de
fundo uma série de novidades.
A competição foi lançada em 2019 por iniciativa da Associação Nacional de Pilotos de Automóveis Clássicos (ANPAC) e da Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting (FPAK), e depois de um ano de estreia com enorme sucesso, a ANPAC deu lugar à Prime Promotion e ao AIA na promoção desta competição. Esta é a primeira novidade de 2020. Segunda novidade reside no patrocinador da competição, a conceituada marca de pneus Michelin. Em todas as jornadas do Campeonato Open de Portugal de Velocidade by Michelin, estará disponível o apoio técnico através da presença da Sport Pneus, responsável pela entrega dos pneus S9M (piso seco) e P2L (piso molhado).
Tiago Monteiro
e Filipe Albuquerque, pilotos portugueses que têm elevado bem alto a bandeira
portuguesa no automobilismo mundial, passam a ser os embaixadores do Campeonato
Open de Portugal de Velocidade by Michelin.
O primeiro,
ex-piloto de Fórmula 1 e atual piloto do WTCR, referiu que “sou um
apaixonado pelo meu País e pelas corridas e por isso considero o Open de
Velocidade uma excelente oportunidade para os pilotos mais experientes e
também para quem se inicia no nosso desporto.”
Por seu turno,
Filipe Albuquerque, piloto do WEC, lembrou que “este formato de ‘sprint’
e ‘endurance’ é muito apelativo e será uma oportunidade única de ver carros
de GT e de Turismos juntos, pelo que felicito a FPAK pela iniciativa e dou o
meu apoio à competição”.
Finalmente, mas com tanta importância como as novidades já reveladas, o Campeonato Open de Portugal de Velocidade by Michelin será a única competição portuguesa com um “Prize Money”, no valor de 15 mil euros. O Prémio Michelin oferece 10 mil euros em pneus, o Prémio Open de Velocidade entrega 5 mil euros em dinheiro e a promoção e divulgação da competição foi reforçada em termos de orçamento. A forma de distribuição dos prémios será anunciada oportunamente.
A Prime Promotion e o AIA estão a fazer um esforço muito grande para devolver à velocidade nacional o prestígio que outrora conheceu e, num ambiente de pandemia, encara 2020 como o ano de lançamento de uma nova proposta para a velocidade portuguesa. Oportunamente, serão divulgadas novas iniciativas para a divulgação e promoção do campeonato.
O calendário do Campeonato de Portugal Open de Velocidade 2020 foi duramente constrangido pela pandemia de Covid-19, atirando para os braços da promoção da competição a busca de um calendário equilibrado e que defendesse o prestígio da competição.
Assim, a
competição terá quatro jornadas que vão visitar os três circuitos
permanentes de Portugal (Portimão, Estoril e Braga) em julho, setembro,
outubro e dezembro. As provas terão dois formatos: Sprint (2 corridas com
duração de 20 minutos cada onde cada piloto fará uma prova) e Endurance (1
corrida com duração de 45 minutos com troca de piloto). Cada fim de semana de
corridas terá duas provas Sprint e uma prova Endurance. Contas feitas, serão
95 minutos de corrida em cada uma das quatro jornadas propostas no calendário.
O Campeonato de Portugal Open de Velocidade 2020 abraçará quatro categorias: Open de Portugal GT (classes G1, G2 e G3), Open de Portugal de Turismos (classes T1, T2, T3, T4 e T5), Open de Portugal Superseven (classes SS1 e SS2) e Open de Portugal Kia Ceed GT Cup.
A corrida lousadense provou, uma vez mais, que a Divisão S1600 tem um nível competitivo “à Europeu”. O 9º lugar final foi o prémio para a boa exibição do piloto e mostrou que o Skoda Fabia MKIII já está fiável e tem uma grande margem de progressão.
Dos treinos
aos momentos decisivos, Nuno Araújo assinou uma exibição isenta de erros e
nunca virou cara à luta, espremendo o “sumo” todo do atual estado de
desenvolvimento do Skoda Fabia MKIII.
Um dos pontos positivos deste fim-de-semana prende-se com o elevado grau de fiabilidade que o carro demonstrou, a que se juntou o foco do piloto que lhe permitiu, a espaços, estar perto do Top 5. Mas numa divisão em que, com exceção do atual campeão, está uma dezena de pilotos praticamente dentro do mesmo segundo, quanto ao tempo por volta, o “carrossel” classificativo é constante e basta uma manga de qualificação menos bem conseguida para ditar oscilações na classificação. No fecho, o 9º lugar final, a que se junta o 4º de Sever, representa mais uma boa pontuação para o campeonato e permite vincar que equipa e piloto estão na luta e há que contar com eles no futuro.
Nuno Araújo
sai de Lousada “contente com a minha prestação e muito orgulhoso do
trabalho árduo que está a ser feita pela minha equipa de mecânicos e pela
Integra Solutions, sendo já visível que, quando em comparação com 2019, o nosso
Skoda está bem melhor, embora ainda um patamar abaixo do que é necessário para
ombrear com os melhores carros do plantel”, ou não estivesse o ENI/EQS
Racing Team a competir numa Divisão que apresenta um naipe de pilotos e máquinas
sem paralelo nas outras do PTRX e que tem mesmo um nível pouco habitual em
outros campeonatos nacionais. Aliás, o penafidelense destaca isso mesmo,
dizendo sentir-se “muito orgulhoso por fazer parte de um plantel de
pilotos com enorme talento, que torna emocionante e imprevisível cada corrida.
Este é um desafio enorme e sei que ainda tenho muito que evoluir, mas é esse o
meu foco!”.
Para Hugo
Branquinho, team manager da equipa, este fim-de-semana foi “mais
um passo importante rumo aos nossos objetivos, a curto e médio prazo.
Recolhemos muitos dados desta jornada em Lousada, verificamos a valia de
algumas alterações que tinham sido introduzidas para esta corrida e sabemos
claramente onde temos de melhorar e que evoluções têm de ser introduzidas no
carro, para podermos proporcionar ao Nuno as condições para ele lutar pelas vitórias”.
O ENI/EQS Racing Team aponta já a mira para 3ª prova do PTRX, que se disputará na zona raiana da Beira Baixa. O Ralicross de Castelo Branco acontecerá a 1 e 2 de agosto.
Ausente da prova inaugural de 2020, em Sever do Vouga, João Ribeiro regressou, correu e, como habitualmente, venceu a Divisão S1600, numa demonstração enorme do seu talento gigantesco.
Marcando o regresso à competição do PTRX, o Eurocircuito da Costilha, em Lousada, foi palco da segunda prova da época, num cenário marcado pelo “novo normal”: Ausência de público e medidas sanitárias exigentes, a criar um cenário impensável há meio ano atrás. Foram dois dias debaixo de forte canícula, sendo de destacar a boa organização assinada pelo Clube Automóvel de Lousada.
Está-lhe nos genes. O paredense
João Ribeiro é filho e sobrinho de campeões e é ele mesmo, hoje em dia, um
grande campeão.
Compareceu em Lousada aos
comandos de um Skoda Fabia alugado e uma das mais experientes equipas do
Europeu de Ralicross e, depois de um início cauteloso para adaptação, deu um
verdadeiro recital de condução, dominando a Divisão S1600 que é claramente, a
mais competitiva do campeonato, com mais de uma dezena de pilotos a tecer
argumentos com muito equilíbrio.
Na final, liderou da primeira à
última volta, mas na segunda passagem pela meta a vantagem face à concorrência
já era significativa. Mais animada
esteve a “luta” pelos restantes lugares do top five. Bruno Gonçalves em Citroën
Saxo ainda rodou durante algum tempo no segundo posto, mas Joaquim Machado
(Peugeot 208) numa corrida de trás para a frente acabou, na penúltima volta por
assumir o segundo lugar. Gonçalves fechou assim o pódio, enquanto Rogério Sousa
(Ford Fiesta), quarto classificado, acabou por levar a melhor no duelo
particular que teve, durante as sete voltas, com André Sousa no Peugeot 207.
Entre os Supercars, o destaque vai para o aumento do plantel presente para 4 carros. Joaquim Santos aos comandos do Ford Focus arrancou melhor e assumiu a liderança da primeira à última volta da corrida decisiva. José Lameiro (Skoda Fabia) ainda discutiu com o piloto da Bompiso a primeira travagem, mas depois não acompanhou o ritmo e acabou no segundo lugar do pódio. Daniel Pacheco (Subaru Impreza) foi terceiro e garantiu a melhor posição entre os carros de Divisão 2.
Já na Divisão Nacional A 1.6, a classificação
final resultou de uma decisão do colégio de comissários, que provocou alguma celeuma.
Pedro Tiago (Citroën Saxo)
confirmou a prestação de toda a qualificação e voltou a superar a concorrência.
Américo Sousa também em Saxo e Tiago Ferreira em Peugeot 106, discutiram entre
sim os restantes lugares do pódio, terminando, por esta ordem quase “colados”.
Duplo azar para Leonel Sampaio, que arrancou melhor, mas depois perdeu terreno
devido a um ligeiro toque na travagem no final da reta da meta. Para além
disso, acabou por ser forçado a abandonar após o salto da Joker Lap.
No final, Pedro Tiago foi
penalizado, devido a esse toque em Leonel Sampaio logo na curva um, que o
colocava no quarto posto. Os três primeiros passaram a ser Américo Sousa, Tiago
Ferreira e Jorge Costela, por esta ordem respetivamente.
Daniel Teixeira (Renault Clio),
que se estreou no PTRX em Lousada, partiu para a final da Divisão nacional 2RM “de
olho” no pódio e acabou mesmo por assegurar a vitória. Notável.
Andreia Sousa, depois de um toque
que a colocava atravessada na curva dois, logo após a partida, retomava o
andamento e sempre com um ritmo forte, conquistou a “Prata” aos comandos do
Peugeot 306 e José Silva fechou o pódio desta segunda jornada.
Entre os mais novos, que competem
na Iniciação, a final acabou por ficar nas mãos de André Monteiro (Toyota
Corolla), que apesar de ter sido o segundo a cruzar a linha de meta, acabou por
subir de posição após uma penalização aplicada a Rafael Rêgo (Peugeot 106), que
desceu assim para a segunda posição. Gonçalo Rocha (Peugeot 106) encerrou o
pódio e estreou-se com uma subida ao pódio.
Pedro Rosário
regressa aos triunfos
Entre os Kartcross, que tiveram uma jornada muito animada e com um plantel de luxo, Pedro Rosário em Semog Bravo voltou às vitórias, numa corrida que até metade foi comandada por Rui Nunes, também em Semog Bravo.
O campeão em título, Jorge Gonzaga fechou o pódio, mas durante toda a corrida teve que medir forças ora com Tiago Freitas ora com Luís Almeida, que por esta ordem terminaram o grupo dos cinco mais do Kartcross. Daniela Godinho voltou a defender a honra das senhoras e João Pinheiro entre os rookies.
Já entre os Superbuggy, Nuno Godinho (Semog) terminou a jornada de Lousada como começou, isto é, no comando. Cláudio Coelho cumpriu os objetivos na estreia do SSV Polaris.
Paixão e Ambição. Duas palavras fortes para o mote do ENI EQS Racing Team, equipa sediada em Penafiel, que hoje apresentou as suas novas cores para o Campeonato de Portugal de Ralicross 2020.
Apostando num Skoda Fabia MK III S1600 e no piloto penafidelense Nuno Araújo, vão integrar a mais competitiva Divisão do PTRX, seguros dos seus argumentos e com o foco na conquista “ de resultados ambiciosos e que, no percursos que queremos fazer, nos leve ao ambicionado título”, começa por assumir Hugo Branquinho, diretor desportivo da equipa que, logo de seguida, justificou a aposta no piloto Nuno Araújo, afirmando que “para além da amizade e do percurso comum que temos com ele nas áreas profissionais, acreditamos muito no seu talento como piloto, na sua garra, entrega e na capacidade que tem para evoluir e estar entre os melhores. Tenho a plena certeza de que será campeão, se não este ano, o que até poderá acontecer, numa das próximas épocas, coroando assim todo o esforço, empenho e meios que temos colocado neste projeto desportivo que é para nós e para os nossos principais patrocinadores, também uma forma de mostrarmos a nossa qualidade técnica, que nos coloca na vanguarda tecnológica”.
O responsável lembrou ainda que “este projeto tem vindo em crescendo e vamos ter este ano o desafio de finalmente, podermos evoluir o Skoda, sendo importante agradecer à nossa fantástica equipa de mecânicos e à Integra Solutions que, desde que tomou conta da preparação, tem feito um excelente trabalho”. Está assim traçada a saudável pressão do responsável sobre piloto e equipa.
Nuno Araújo é
novamente a escolha do ENI EQS TEAM para competir aos comandos do Skoda Fabia
MKIII S1600 no PTRX 2020.
Depois de um positivo 4º posto no Ralicross de Sever do Vouga, única prova realizada em 2020, antes do confinamento, tem agora em Lousada, já este fim-de-semana, a missão de estrear as novas cores e de, ao longo desta época, lutar por um lugar ao sol. Para o penafidelense, esta volta a ser “uma época de descoberta e evolução. O Skoda Fabia vem já de 2019, mas, aí, não pusemos nem competir como queríamos, nem evoluir o carro como pretendíamos. Mas, se já em Sever, senti o carro mito melhor, este defeso, mesmo com algumas limitações, permitiu um trabalho de fundo e, no teste que realizamos, fiquem muito satisfeito pelo atual nível de performance, embora ainda possamos fazer o carro chegar a um patamar mais forte”.
Como tal, Nuno Araújo sente “a responsabilidade de corresponder em pista à confiança da equipa e dos patrocinadores. Sei que ainda tenho uma carreira curta e experiência menor, quando a comparo com a carreira dos principais protagonistas da Divisão em que corro, mas tudo farei para, ao longo da época, pontuar forte, apontar ao pódio e, quem sabe, poder estar na luta pelos triunfos”, não escondendo que “tendo orgulho em ser penafidelense, quero, um dia, escrever o meu nome entre os campeões que esta terra já viu nascer!”.
Pano caído
sobre a festa, tempo da equipa, sem mais demoras, virar o foco para a competição.
Agora é tempo de talento de pilotos e capacidade das máquinas responderem ao
semáforo verde e partir célere em busca da glória, entre os bravos do ralicross
lusitano.
A prova de Lousada arranca já hoje com as verificações técnicas e administrativas, tendo a primeira sessão de treinos aprazada para as 14.30 horas, dia em que decorrem duas das mangas de qualificação. Para amanhã, domingo, ao longo do dia, estão marcadas as restantes mangas de qualificação, meias-finais e corridas decisivas, com o fecho da jornada a estar programada para o fim da tarde.
O resultado menos positivo de Sever já lá vai. Rui Nunes apresenta-se em Lousada com um novo Semog e coloca a fasquia bem alta para a segunda jornada da época do PTRX.
A longa paragem provocada pelo
surto pandémico, que já vai em quatro meses desde a prova de Sever, serviu para
uma pequena revolução no ataque de Rui Nunes à época de 2020.
Depois dessa 1ª jornada aziaga, o
piloto de Montemor-o-Novo e a sua equipa refletiram sobre todos os problemas mecânicos
que impediram um melhor início da defesa do seu 2º lugar, brilhantemente conquistado
em 2019 e a decisão foi radical.
Em Lousada, o craque alentejano
vai estrear um novo Semog, de última geração e apresenta-se ao duelo “muito
entusiasmado como esta estreia do meu novo Semog”. Rui Nunes lembra que
“nem tudo foi mau em Sever. O nosso andamento foi sempre forte e, sem os problemas
mecânicos e os incidentes de corrida na final, o resultado teria sido outro. Sei
que tenho velocidade e quem posso estar sempre a lutar pela frente de corrida”.
Ainda para mais, o piloto
sente-se em Lousada “muito bem. É uma pista de que gosto muito e onde sou
sempre e muito competitivo. Espero adaptar-me rapidamente ao novo Semog e estar
na luta por uma posição de largada para a final na pole ou lá perto e, no
momento da verdade, dar tudo para vencer!”.
Esta edição do Ralicross de
Lousada tem os treinos livres marcados para arrancarem às 14.30 de sábado, 11
de junho, dia em que decorrem ainda as primeiras duas mangas de qualificação.
Para domingo, 12 de julho, estão
reservadas as restantes mangas, meias-finais e final, que deverá ocorrer a meio
da tarde.
Depois da má jornada em Sever, no arranque da época, o atual bicampeão nacional joga “em casa” uma cartada importante para a defesa do titulo conquistado em 2019 e 2018.
O
ano arrancou de forma negativa para o bicampeão da Divisão Nacional A 1.6. Problemas
mecânicos afastaram Pedro Tiago daquilo a quês tá habituado, a luta pelas vitórias.
Mas
esse mau momento já lá vai e o lousadense está “feliz por ir correm no
circuito da minha terra, sendo esta prova fundamental para as minhas aspirações
ao título”. Pedro Tiago está ciente de que “não há margem para
erro e, como tal, preparamos muito bem esta prova. Mesmo com o confinamento,
fomos, com muito esforço, trabalhando no carro e, logo que foi possível, realizamos
vários testes e tudo indica que os problemas de Sever estão ultrapassados”.
Na
Costilha, o piloto contará com a assistência da Rapid Competições. Essa
parceria está de volta, lembrando Pedro Tiago que “já trabalhamos juntos
nos dois títulos anteriores e, por isso mesmo, foi uma decisão lógica voltarmos
a colaborar, tendo já sido visível nos testes a nossa sintonia”.
Quanto
à prova, é muito claro na sua abordagem. Estará em Lousada para “andar a
fundo, sempre com o foco na vitória, pois quero mesmo conquistar o Tri e vou
tentar estar sempre no meu máximo, dos treinos à final. Será um fim-de-semana
de emoções e quero sair da Costilha com uma vitória!”.
A prova arranca com as verificações técnicas e administrativas, tendo a primeira sessão de treinos aprazada para as 14.30 horas de sábado, dia em que decorrem duas das mangas de qualificação. Para domingo, ao longo do dia, estão marcadas as restantes mangas de qualificação, meias-finais e corridas decisivas, com o fecho da jornada a estar programada para o fim da tarde.
O TCR Ibérico 2020 já tem definido o seu calendário, com ponto de partida em Barcelona, no Circuito da Catalunha (10/11 Outubro), partilhando a grelha, à semelhança do sucedido na época passada, com os pilotos do TCR Europa.
A segunda jornada
vai ter como palco a pista madrilena de Jarama, no final de Outubro (31 Outubro/1
Novembro), para depois encerrar a temporada no Autódromo do Estoril, na
primeira semana de Dezembro (5/6), onde ficará a ser conhecido o novo campeão. Cada
uma das três jornadas englobará duas corridas (sábado e domingo) no fim de
semana.
Não foi fácil
desenhar o calendário de provas do TCR Ibérico 2020 com a chegada à Europa, no
início de Março, da pandemia da Covid-19. As medidas tomadas pelas autoridades
de saúde tornaram inevitáveis as sucessivas alterações, em termos de datas, no
quadro competitivo que já tinha sido delineado. Paulo Ferreira, promotor do TCR
Ibérico, embora sem esconder as dificuldades sentidas não deixa de se revelar optimista:
“Atendendo à conjuntura económica mundial, devido ao
impacto da Covid-19, procurámos as melhores datas para, no mais curto espaço de
tempo, montar esta competição sem coincidência de datas com outros campeonatos
TCR. Face às circunstâncias, este é o calendário possível para 2020. Estamos
conscientes que será uma época difícil para todos: pilotos, equipas, promotores
e organizadores. Contudo, tenho a certeza que o leque de pilotos que vão participar
nas três jornadas do TCR Ibérico serão de elevado valor. No final do ano espero
fazer a festa na expetativa de em 2021 termos um campeonato melhor e com a
certeza de que a Covid-19 seja já coisa do passado”.