Álvaro Parente terminou esta madrugada a segunda etapa do IMSA SportsCar Championship, 240 at Daytona, num bom quarto posto, que marcou o seu regresso às pistas. Depois de mais de cinco meses sem competição, o piloto português estava ansioso por voltar a sentar-se num carro de corridas, o que acabou por acontecer este fim-de-semana no traçado tradicional da Daytona International Speedway.
Misha Goikhberg realizou uma boa partida numa pista húmida, mas com tendência a secar, lançando-se para a luta dos lugares do pódio, posição em que entregou o Acura NSX GT3 azul eléctrico a Álvaro Parente.
O piloto do Porto prosseguiu a contenda, chegando a rodar consistentemente no terceiro posto ao longo do seu primeiro “stint”. No entanto, no segundo, e último, os pneus não mostraram ser tão competitivos como era esperado, acabando o Acura NSX GT3 da Heinricher Racing por cruzar a linha de meta no quarto lugar.
Álvaro Parente, muito embora sinta que poderia ter subido ao pódio, admite que o resultado desta madrugada foi positivo. “Foi bom regressar às corridas, já sentia falta deste ambiente, deste frenesim. É claro que gostaria de ter subido ao pódio, mas este quarto posto é um bom resultado! Tínhamos ritmo para terminar entre os três primeiros, mas o meu último jogo de pneus não me permitia ter o mesmo andamento que tinha mostrado anteriormente e terminámos em quarto. Foi uma boa forma de regressar à competição e importante para o campeonato”, afirmou o português.
WeatherTech 240, IMSA WeatherTech race, Dayrona International Speedway, Daytona Beach, Florida, July 2020. (Photo by Brian Cleary/bcpix.com)
O piloto da Heinricher Racing sublinhou ainda a forma como correu todo o evento, numa situação que é difícil para todos. “Sabemos que presentemente temos de ter muitos cuidados e cumprir procedimentos para evitar a disseminação da COVID-19 e isso torna o trabalho de todos mais complicado. Apesar disso, a equipa esteve irrepreensível ao longo de todo o fim-de-semana e deu-nos um carro competitivo numa pista e com um BoP que não nos são favoráveis. Vamos trabalhar para regressarmos ainda mais fortes”, concluiu Álvaro Parente.
A próxima ronda do IMSA SportsCar Championship realiza-se a 2 de Agosto na Virginia International Raceway. Entretanto, disputará em Imola a primeira etapa da GT World Challenge Europe Endurance Cup.
A retoma da competição para o Campeonato de Portugal de Ralis não podia ser feita da melhor forma. Troços exigentes, normas sanitárias respeitadas por todos e a luta pela classificação muito intensa. Cumpridos os primeiros três troços do Rali de Castelo Branco, Armindo Araújo está na frente com a magra vantagem de 1,1 segundos para o segundo classificado, José Pedro Fontes. Os três primeiros estão separados por, apenas, 4,2 segundos.
Vencedor da edição de 2019, Armindo Araújo
entrou a fundo, tal como tinha feito no rali Serras de Fafe e Felgueiras, em
fevereiro. O piloto do Skoda Fabia R5 EVO, preparado pela The Racing Factory, estabeleceu
a melhor marca no primeiro troço e assumiu-se como líder do Rali de Castelo
Branco. As diferenças entre os mais fortes são mínimas, mas o tirsense
conseguiu segurar o comando da classificação geral e vai descansar como
primeiro classificado.
José Pedro Fontes, em Citroën C3 R5,
estabeleceu a segunda melhor marca no arranque. Depois, foi terceiro. Mas a
vitória na última classificativa do dia – Vilas Ruivas 2 – permitiu-lhe fechar
a primeira etapa no segundo posto a 1,1 segundos de Araújo. Em terceiro segue
Bruno Magalhães. O piloto do Hyundai i20 R5 começou com esse mesmo registo, mas
foi o mais forte no segundo troço, Foz do Cobrão. Esse resultado fê-lo partir
para o derradeiro desafio do dia com o mesmo registo de Fontes, mas vai partir
para a segunda etapa no terceiro lugar, a 4,2 segundos do líder.
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“O rali está a ser ótimo. Estamos
todos muito próximos uns dos outros. Cada um de nós, entre os 3 primeiros,
ganhou um troço, As coisas estão correr bem para mim. Chegar ao fim do primeiro
dia na frente é muito bom. Amanhã vamos abrir a estrada. São os meus primeiros
quilómetros com o Skoda em asfalto. Está tudo a correr bem, estamos a liderar.
Esperemos que continue assim amanhã”, afirmou Armindo Araújo.
Fontes enaltece a competitividade da prova e o facto de isso tornar o “rali muito divertido”, salientou. Magalhães fechou o dia satisfeito. “O regresso está a correr bem. Vamos tentar melhorar no dia de amanhã. No último troço tivemos um furo lento e perdemos algum tempo, mas estamos na luta”, esclareceu.
A secundar os três primeiros segue o campeão nacional em título, Ricardo Teodósio. O piloto algarvio, em Skoda Fabia R5, ocupa o quarto lugar desde o início e confessa que a tarefa não tem sido muito fácil. “Não está a ser muito bom. Sentimos problemas de aderência. Os pisos estão muito sujos e já apanhámos alguns sustos, mas os ralis são mesmo assim”, explicou. A fechar o lote dos primeiros cinco classificados surge Pedro Meireles, em Volkswagen Polo R5. Curiosamente, os pilotos nestas posições já foram todos campeões nacionais de ralis.
Estreia mundial do
Peugeot 208 Rally4
O Rali de Castelo Branco marca a estreia absoluta do novíssimo Peugeot 208 Rally4. A nova proposta para os ralis da casa gaulesa foi homologada nesta semana e são dois os pilotos portugueses, Pedro Antunes e Pedro Almeida, que já se apresentaram com o 208 em competição. No final do dia, Antunes leva a melhor neste duelo de “leões” e ocupa um lugar entre os dez primeiros na classificação absoluta.
A luta pelos primeiros lugares está a ser
ao rubro, mas o Rali de Castelo Branco tem outros elementos de muito interesse.
É o caso da luta pela categoria RC2N (antigo Agrupamento de Produção) com
Fernando Teotónio na frente com o seu Mitsubishi Lancer Evo X. O piloto do
Macambi Racing Team suplantou um pião que o atrasou na especial inaugural e
terminou o dia já com 3,7 segundos de vantagem sobre Luís Mota, que, com o seu
Lancer Evo IX ocupa o segundo posto.
Armando Carvalho dominou 1º dia do CCR
O Rali de Castelo Branco também é pontuável para o Campeonato Centro de Ralis, sendo a segunda prova da temporada. Arrancando ao ataque, Armando Carvalho (Mitsubishi Lancer Evo V) mostrou que vem para triunfar, O líder do CCR, após ter ganho o Rali da Bairrada, começou da melhor forma em Castelo Branco, vencendo a única especial do programa, estando assim na frente, com uma vantagem de nove segundos para José M. Gomes, em Peugeot 208 VTI R2. Ricardo Coelho, em Toyota Starlet 1.3 é terceiro, a 25,1 segundos. Ao comando do rali, junta obviamente o domínio na Divisão do Desafio Kumho Portugal que cumpre em Castelo Branco a 2ª prova dos Desafios Centro e Asfalto e prova inaugural do Desafio Sul.
Nestas contas KUMHO, a primazia nas duas rodas motrizes, nesta fase inicial, vai para Fábio Santos, no Citroen Saxo da Prototype, 8º da geral, depois de um dia emque jogou pelo seguro, esperando por amanhã para atacar.
Os participantes do Campeonato Centro de Ralis no Rali de Castelo Branco fizeram, apenas, uma classificativa nesta 1ª etapa. Esta serviu de aperitivo para o dia de amanhã em que os concorrentes competem em quatro especiais.
Amanhã realiza-se a segunda etapa do Rali de Castelo Branco. Os concorrentes têm quatro classificativas para completar. A primeira inicia-se às 10h51, enquanto o vencedor da edição de 2020 da prova organizada pela Escuderia Castelo Branco deverá ser conhecido ainda antes das 16 horas.
O tricampeão nacional em título vai alinhar no ralicross de Lousada, utilizando um Skoda Fabia S1600. O paredense quebra assim a sua ausência de um campeonato que tem dominado nos últimos anos. O seu pai Rodrigo Ribeiro também vai alinhar na prova lousadense, aos comandos do Citroen Saxo S1600 que acompanhou João Ribeiro na sua senda vitoriosa.
O anúncio foi uma autêntica “bomba”. Quando tudo indicava que teríamos “trono vago” na categoria mais competitiva do Campeonato de Portugal de Ralicross, eis que João Ribeiro confirma a sua presença na segunda prova da temporada, o Ralicross de Lousada, que irá decorrer a 11 e 12 de julho, no Eurocircuito da Costilha, prova que marca o regresso desta espectacular modalidade, após o longo interregno provocado pelo surto pandémico. O campeonato tem apenas uma prova disputada, o Ralicross de Sever do Vouga.
O Skoda Fabia S1600 é a nova “arma” de João Ribeiro e tem a difícil tarefa de fazer esquecer o Citroen Saxo S1600, que foi o fiel “companheiro” do piloto na sua carreira vitoriosa
O piloto de Paredes, no seu anúncio público, feito nas redes sociais, afirma que “decidimos alugar para a corrida de Lousada, um carro já bem conhecido dos palcos europeus e que me dá garantias de ser competitivo e de poder lutar pela vitória”. Trata-se de um Skoda Fabia S1600 e é intenção do piloto e da sua equipa “adquirir o carro para utilizar a sprovas de 2020 como adaptação e evolução, sem enjeitar lutar pelos triunfos, para, na época de 2021, disputar todo o Campeonato da Europa, na categoria S1600”. Dominador nas lides nacionais, João Ribeiro sente que “está a chegar a hora de dar o salto para as pistas internacionais e provar o nosso valor frente aos mais rápidos da Europa!, não escondendo ser “um sonho trazer mais um título internacional para a minha família”.
João Ribeiro é filho de Rodrigo Ribeiro e de Luís Ribeiro, que brilharam em tempos idos, no Nacional e no Europeu de Autocross, sendo multi-vencedores, dentro e fora de portas lusitanas e tendo no seu palmarés vários títulos nacionais e europeus.
A prova lousadense tem mais um motivo de interesse pois o veterano Rodrigo Ribeiro, pai de João, vai alinhar aos comandos do Citroen Saxo S1660. O carismático piloto de Penafiel afirma que “vou a Lousada para me divertir e, obviamente, acompanhar o meu filho nesta nova fase da sua brilhante carreira, que tanto me orgulha!”
O 208 Rally 4 está prestes a fazer a sua primeira aparição em competição a nível mundial, o que ocorrerá em Portugal, já este fim de semana, no Rali de Castelo Branco, prova do Campeonato de Portugal de Ralis. Logo de seguida, estão programadas outras participações em competição em Itália e na República Checa.
Após um ano de desenvolvimento na Europa e apesar da necessidade de ajustar os calendários de construção e de entregas devido ao surto de Covid-19, o novo Peugeot 208 Rally 4 já está a ser entregue aos seus novos proprietários. À medida que os ralis retomam a sua atividade um pouco por toda a Europa, a Peugeot Sport e os seus parceiros e fornecedores têm feito tudo para garantir que a nova máquina de competição chegue às equipas a tempo. Cabe a Portugal ser o país onde o 208 Rally 4 vai fazer a sua estreia em competição, com os carros preparados e inscritos pela PT Racing e Racing Factory a alinharem no Rali de Castelo Branco, que se corre já no próximo fim de semana (3 a 5 de julho).
A primeira participação do 208 Rally 4 em
competições internacionais será no Rali de Roma, em Itália, no final de agosto.
O programa do Campeonato Europeu de Ralis (European Rally Championship, ERC) terá
o novo carro ao serviço de um grande número de equipas.
Entretanto, as Peugeot 208 Rally Cups
organizadas na Península Ibérica e em França vão também arrancar em breve, com
as respetivas rondas de abertura a serem realizadas em Portugal (Rali do Alto
Tâmega) nos dias 28 e 29 de agosto, e em França (Rali de Mont Blanc) nos dias 4
e 5 de setembro. Embora os calendários destes dois campeonatos monomarca tenham
sido ajustados devido à pandemia de Coronavírus, ambos contam, mesmo assim, com
quatro eventos.
Mayeul Tyl, Diretor Peugeot Citroën Racing Shop, destaca o facto de “neste período estranho e difícil que atravessamos, estamos gratos aos nossos clientes pela confiança que têm mostrado em nós. Recebemos quase 100 encomendas firmes para o 208 Rally 4 e o ritmo de entrega dos carros vai aumentar durante os meses de verão. Temos feito tudo o que está ao nosso alcance para garantir que os nossos clientes podem começar a competir, e a vencer, no mais curto prazo possível, ao mesmo tempo que oferecemos apoio técnico, quer durante a preparação dos seus programas, quer durante os eventos. A versatilidade do 208 Rally 4 vai permitir às equipas lidar com uma ampla e diversificada seleção de pilotos, e estamos totalmente mobilizados para fornecer-lhes uma ampla gama de serviços em todas as fases dos seus respetivos projetos.”.
Já François Wales, Diretor da Peugeot Sport, refere que “depois de mais de um ano de trabalho de desenvolvimento, é uma enorme satisfação para todos ver que o novo Peugeot 208 Rally 4 está a ser entregue aos nossos clientes, e mal podemos esperar para vê-lo em ação em todo o mundo, a participar em eventos internacionais, nacionais e regionais. Acreditamos que o desempenho do 208 Rally 4 vai encantar todos os pilotos que com ele competirem, sejam assíduos e experientes, estrelas em ascensão ou ‘gentleman drivers’. Temos confiança no seu potencial vencedor, na sequência do sucesso do seu antecessor, e estamos aqui para acompanhar todos os nossos clientes à medida que os seus programas vão avançando.”
CALENDÁRIO 208 RALLY CUP IBÉRICA
Rali do Alto Tâmega I 28-30 agosto (asfalto) I Portugal
Rali Princesa das Astúrias I 12-13 setembro (asfalto) I Espanha
Rali Vidreiro Centro de Portugal Marinha Grande I 9-10 outubro (asfalto) I Portugal
Rali RACC Catalunha/Rali de Espanha I 24-25 outubro (asfalto) I Espanha
Fernando Teotónio e Luís Morgadinho, vão estar no Rali de Castelo Branco com “mira” apontada para o triunfo entre os RC2N, na defesa das suas aspirações ao título. O Mitsubishi EVO X da dupla do Macambi Racing Team, que tripulam, apresenta-se à partida com várias melhorias técnicas.
Contagem
decrescente para o regresso à competição, depois desta paragem forçada, motivada
pelo combate ao surto pandémico.
No próximo
fim-de-semana, dias 4 e 5 de julho, todas as atenções dos aficionados dos ralis
estão viradas para Castelo Branco, com a prova albicastrense a marcar o
regresso do Campeonato de Portugal de Ralis.
À partida do
evento da Escuderia, estará o Mitsubishi EVO X do Macambi Racing Team,
tripulado por Fernando Teotónio e Luís Morgadinho.
A dupla, que
quer este ano recuperar o título nacional de RC2N, que já conquistaram em 2018,
apresenta-se ao serviço com a expectativa de “dar o máximo e, como
sempre, tudo fazer para vencer o nosso grupo!”, como assume Fernando
Teotónio, que lembra ainda “ser fundamental chegar a esse triunfo pois, como
partimos para esta 2ª prova com zero pontos, apenas a vitória nos interessa
para estarmos na discussão do título. Iremos forçar desde cedo para tentar
ganhar vantagem e depois, se estivermos com a liderança consolidada, lutar para
também ficarmos bem classificados na geral”.
O piloto está, no entanto “um pouco apreensivo porque, para além de nunca termos andado com o EVO X em asfalto, vamos experimentar muita coisa nova que, com o excelente trabalho da Domingos Sport, conseguimos implementar no carro. No entanto, o EVO X não vai estar como o queremos. As fábricas estiveram paradas devido ao surto pandémico e nem tudo o que encomendamos chegou. É com um compromisso entre a evolução e a fiabilidade que vamos atacar Castelo Branco. Vamos fazer um pequeno teste antes da prova, para tentar perceber o comportamento do carro”.
Ainda sobre o
Rali Serras de Fafe e Felgueiras, que marcou o regresso da dupla do Macambi
Racing Team ao Campeonato de Portugal de Ralis, Fernando Teotónio lembra
que “tivemos uma estreia atribulada, sem ponta de sorte, mas o rali
serviu de aprendizagem e adaptação ao novo carro”.
Logo nos primeiros quilómetros contra o cronómetro, a mecânica do Mitsubishi EVO X cedeu e forçou a dupla ao abandono. Regressados no segundo dia, em sistema de “Super Rally”, mostraram toda a sua capacidade e talento, vencendo o grupo em 4 das 6 especiais que disputaram, até que, uma saída de estrada, no penúltimo troço, disputado sobre condições atmosféricas extremas, levou Teotónio e Morgadinho a nova desistência, mas, como refere o piloto, permitindo que “provássemos que o carro é competitivo, que o nosso andamento é forte e que estamos cá para lutar pelo titulo!”.
Meses depois, essa desistência já está arquivada na memória da dupla, pois, como diz Luís Morgadinho, navegador e Team Manager, importa agora “focar no que nos falta do campeonato para cumprir os objetivos. O Rali de Castelo Branco é muito particular, pois exige um bom trabalho nos reconhecimentos, para que as notas estejam perfeitas. Vamos para esta prova ainda sem conhecermos a fundo o carro e sem qualquer experiência a competir com ele em asfalto, mas estamos cá para vencer nos RC2N e vamos dar tudo para o conseguir!”.
A Honda estará na vanguarda da segurança e da competição no início da temporada do WTCR – FIA World Touring Car Cup, com o novo Civic Type R Limited Edition como Safety Car oficial para 2020.
Apresentado em fevereiro na sede de Milão, o Civic Type R Limited Edition é uma das duas novas
versões a serem adicionadas à gama Type R para 2020, sendo a versão mais radical do hatchback
icónico a ser produzido até aos dias de hoje.
Desenvolvido de acordo com a tradição do Type R e com a performance em pista como principal foco, o Type R inclui as mesmas tecnologias de segurança ativa e de assistência à condução, que ajudaram a gama Civic a receber as melhores classificações nos testes Euro NCAP. O Type R Limited Edition Safety Car terá uma decoração resplandecente em conjunto com a cor exterior ‘Sunlight Yellow’.
Além dos equipamentos que otimizam a performance em pista, como as jantes em liga leve de 20’’
BBS, pneus Michelin Pilot Sport Cup-2 e amortecedores modificados, o interior traseiro esvaziado do
Limited Edition ajuda a contribuir para uma redução de peso de 47kg comparativamente com as
especificações do Type R GT.
O Limited Edition mantém o potente motor VTEC Turbo de 2.0 Litros do Type R, que possui uma
potência máxima de 320CV a 6.500rpm e um binário máximo de 400Nm. Os 0-100km/h (0-62mph) é
alcançado em 5,7 segundos.
A decoração do Civic Type R Safety Car é obra do artista belga Vanuf, que projetou muitas das
decorações oficiais da Honda para os seus carros de corrida.
A temporada de 2020 do WTCR vai contar com seis etapas em locais europeus, com início em
Salzburgring, na Áustria, no fim de semana de 12 a 13 de setembro. Serão promovidos quatro Honda
Civic Type R TCR – dois pelo ALL-INKL.COM Münnich Motorsport e outros dois pelo ALL-INKL.DE
Münnich Motorsport.
François Ribeiro, Diretor da Eurosport Events, promotor do WTCR, afirmou: “A Honda tem uma enriquecedora história na competição FIA World Touring Car e o seu compromisso de longa data é inigualável, por isso estamos entusiasmados por receber a Honda como novo parceiro oficial Safety Car do WTCR – FIA World Touring Car Cup com o seu Civic Type R Limited Edition. Ter um veículo tão icónico como o Civic Type R enquanto Safety Car oficial – com a sua excelente classificação em segurança, as suas qualidades desportivas e dinâmicas, assim como a sua acessibilidade – encaixa- se na perfeição na filosofia do WTCR.”.
A prova inaugural do Troféu C1 vai contar com um autêntico “Dream Team”, com 6 craques saídos da “nata” de pilotos do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group.
O Autódromo Internacional do Algarve vai ser o palco para o duplo arranque do Troféu C1. Este pontapé de saída da segunda época da competição, que acontece já no próximo fim-de-semana, incluirá duas corridas de 6 horas, uma no sábado e outra no domingo, num total, entre treinos e corridas, de 17 horas em pista, estando inscritas 40 equipas.
Entre estas, destaque para a presença de uma equipa que vai representar o Campeonato de Portugal de Montanha JC Group, contando com o apoio da APPAM. José Correia, Joaquim Rino, Joaquim Teixeira, Luís Silva, Gabriela Correia e Nuno Guimarães, vão ser os seis pilotos de serviço à equipa, utilizando um C1 preparado pela equipa covilhanense FR Power. No naipe estão assim incluídos, pela ordem referida, os atuais primeiro e segundo classificados absolutos do campeonato e os líderes das categorias Turismo e Legends, a que se juntam a “Princesa da Montanha” e o “capitão” da seleção portuguesa que representou a modalidade no FIA Hill Climb Masters, em Gubbio.
Esta participação neste troféu de
velocidade, assume-se como uma operação de divulgação do CPM JC Group,
permitindo ainda a alguns dos seus pilotos de topo, mostrar toda a qualidade do
plantel da Montanha nacional.
Mesmo assumindo que a experiência neste tipo de carro e de competições é praticamente nula, a equipa parte motivada e ciente de todo o talento dos pilotos que a constituem, apontando à luta por lugares de relevo em ambas as corridas, tendo como objetivo terminar dentro do Top 10.
O Campeonato de Portugal de Montanha JC Group 2020 recomeçará apenas em setembro, nos dias 26 e 27, com Boticas a ser palco da prova organizada pelo Demoporto.
A pandemia do Covid-19 obrigou a que a caravana do Campeonato Portugal de Ralis tivesse uma paragem superior a 4 meses, isto após a realização do Rali Serras de Fafe em finais de Fevereiro, onde a dupla da Inside Motor , Daniel Nunes e Nuno Mota Ribeiro venceram a competição referente às 2 Rodas Motrizes, Challenge R2 & You e ainda foram os melhores na sua classe no European Rallye Trophy , aos comandos do endiabrado Peugeot 208 R2.
“Vamos reiniciar o campeonato ao ataque após esta paragem obrigatória. Esta é a nossa forma de estar neste desporto, sempre ao ataque. Era nossa vontade iniciar o Rali de Castelo Branco da mesma forma que iniciamos o Serras de Fafe, no entanto temos de nos concentrar em rodar o máximo em rodar de quilómetros em asfalto, pois é o tipo de piso onde já não corro há cerca de um ano. ”, referiu o piloto.
“Queremos alcançar um bom resultado mas para isso temos que ser, mas só no final é que saberemos se o bom resultado vai connosco. Estamos na frente do campeonato e não queríamos deixar fugir essa posição mas estamos conscientes da realidade pois é muito tempo de paragem e o asfalto albicastrense pode ser traiçoeiro”, conclui Daniel Nunes.
O Rali de Castelo Branco vai para a estrada dias 3,4 e 5 de Julho e vai ser disputado em 7 provas especiais de classificação sendo 99,69 km disputados ao cronómetro.
A edição 2020 do Rali de Castelo Branco conta com 85 equipas. organização estabeleceu esse máximo, mas recebeu quase uma centena de pedidos de inscrição para a segunda prova do Campeonato de Portugal de Ralis do Campeonato Centro de Ralis.
O Rali de Castelo Branco marca o regresso da modalidade em Portugal – pós confinamento – nos dias 3 e 5 de julho e com um novo recorde de pilotos inscritos. São 85 os que vão disputar a prova e que, por questões de segurança, obrigou ao fecho antecipado das inscrições. A prova, que passa a ser a segunda pontuável para o campeonato português, vai para a estrada com um formato renovado, para cumprir as novas diretrizes.
O novo normal obrigou a Escuderia Castelo Branco a avançar com algumas alterações para colocar na estrada a edição de 2020 da prova. O rali, que pontua para o Campeonato de Portugal de Ralis, para o de Clássicos, para o de Iniciados, para o de RGT, para o de R4-KIT, para o Campeonato Centro de Ralis, para o 3º Desafio Kumho Portugal e para o Challenge R2&You, vai para a estrada na tarde de sábado, dia 4 de julho, e no domingo, dia 5 de julho. No total, realizam-se sete provas especiais de classificação que perfazem 99,69 quilómetros contra o cronómetro e um total de 256,17 quilómetros.
O parque de assistência volta a instalar-se em Castelo Branco, no entanto não vai estar acessível ao público, dadas as atuais circunstâncias, tal como não existirão as chamadas Zonas Espetáculo. Não estando os espectadores impedidos de assistir à passagem dos carros, o seu acesso às especiais será condicionado e alvo de contínua vigilância. Também ao contrário do que é habitual não haverá lugar à tradicional e sempre espetacular super-especial em Castelo Branco.
Para o diretor de prova, Luís Dias, o desafio de concretizar a realização do Rali de Castelo Branco nestas condições é muito grande. “Tivemos de mudar uma série de procedimentos e criar condições mais restritivas para poder realizar a edição deste ano do Rali de Castelo Branco. Procurámos, juntamente com todas as entidades envolvidas, cumprir, de forma escrupulosa, os requisitos e acreditamos que, com o contributo de todos, vamos ter, certamente, um excelente e emocionante rali”, explicou.
Já António Sequeira, presidente da Escuderia, destaca “ o enorme esforço que estamos a fazer para que a prova seja realizada, sendo de destacar que sem o apoio dos Municípios de Castelo Branco e de Vila Velha de Rodão e dos patrocinadores que, mesmo nesta hora difícil, não nos abandonaram, seria impossível montar um evento tão importante para a economia e para a promoção desta região e que, mesmo com as fortes restrições que iremos fazer cumprir na íntegra, vai permitir ajudar a mitigar os enormes efeitos desta pandemia”.
Rali de Castelo Branco em livestream
A Escuderia Castelo Branco, contribuindo para o cumprimento das regras de distanciamento e pretendendo chegar a um maior número de público, volta a inovar e irá transmitir, através da sua página de Facebook, a primeira PEC do Rali de Castelo Branco, na tarde de sábado, tal como a apresentação do livro “55 Anos – Apontamentos”, na noite de sábado. A inclusão de outros conteúdos ainda se encontra a ser estudada, mas a Escuderia vai apostar fortemente em utilizar as plataformas digitais para que os aficionados possam seguir a prova com o máximo acesso.
Após vários meses de paragem forçada devido à pandemia do vírus Covid-19, o fim-de-semana de 4 e 5 de Julho marca o início do Troféu C1 2020, naquela que é a primeira competição da velocidade nacional a abrir as hostilidades após o período de confinamento, a par da Single Seater Series.
“Estamos muito felizes por este regresso às pistas e agradecidos às 40
equipas que, apesar deste clima de incerteza, apostam no Troféu C1. Contamos
com todos, sem exceção, para o cumprimento de todas as regras de segurança”,
começa por referir André Marques da Motor Sponsor, “a segurança de todos os
envolvidos é a nossa principal preocupação para esta jornada, tendo sido
adotado um conjunto rígido de regras a cumprir, de forma a não existir qualquer
risco de contágio. Uma das contingências, é a ausência do público e famílias
nas bancadas e paddock, que será compensado com uma das novidades deste ano.
Toda a ação em pista será transmitida em direto nas nossas redes sociais”.
Neste pontapé de saída da segunda época do Troféu C1, as 40 formações vão ter duas corridas de 6 horas, uma no sábado e outra no domingo, num total, entre treinos e corridas, de 17 horas em pista. Os repetentes, trazem todo o conhecimento adquirido em 2019 e ambições renovadas para conseguirem melhorar as suas prestações em pista. As novas equipas prometem também ter uma palavra a dizer em pista.