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  • Miguel Ramos este fim-de-semana em Magny-Cours

    Miguel Ramos este fim-de-semana em Magny-Cours

    O regresso após a pausa de Verão, traz mais de nove horas de corridas, num pack que adiciona o French GT Championship e o French Touring Car Championship, ao próprio e cabeça de cartaz, Fanatec GT World Challenge.

    Cinco Semanas após a prova de Hockenheim, regressa assim o habitual formato de duas corridas de uma hora, a ter lugar uma no sábado e outra no domingo, nas quais Miguel Ramos dividirá o Mclaren #188 da Garage 59, com o Italo-Monegasco, Luis Prette.

    A formação Britãnica tem sido muito rápida durante toda a época, mas por variadissimas razões ainda nao conseguiu garantir o primeiro Podium. Este é mais um aditivo num circuito onde Miguel Ramos já celebrou por duas vezes a vitória na Pro-Am, em temporadas anteriores.

    Na antevisão da prova Francesa, Miguel Ramos comenta da seguinte forma, “Vamos lutar pelo pódio que merecemos”.

    Horário Previsto (C.E.T.) para Magny-Cours:

    Sábado dia 24 de agosto

    14:25 – 14:35 Qualifying 1

    20:15 – 21:15 Race 1

    Domingo, dia 25 de agosto

    09:10 – 09:20 Qualifying 2

    14:45 – 15:45 Race 2

    A Fanatec GT World Challenge pode ser seguida ao vivo no YouTube ou através da APP Oficial para IOS e/ou Android, disponível na App Store ou Google Play.

  • Pedro Salvador: “este ano marca 30 anos de carreira como piloto, mas coloquei a Speedy em primeiro lugar”

    Pedro Salvador: “este ano marca 30 anos de carreira como piloto, mas coloquei a Speedy em primeiro lugar”

    Pedro Salvador faz este ano 30 anos de carreira como piloto. As obrigações de chefe de equipa da Speedy afastaram-no da competição, mas o plano passa por festejar condignamente a efeméride, em pista. Há já um plano que começa a ser definido para 2025, ano em que a Speedy faz dez anos.

    “Há intenção de fazer algo especial. Este ano marca os 30 anos de carreira como piloto, mas coloquei os interesses da Speedy em primeiro lugar, pelo que terei de adiar o festejo dessa efeméride. Mas para o ano, a Speedy faz 10 anos e eu com 30 anos de carreira, gostava de fazer algo especial. Não queria ‘arrumar as botas’ sem assinalar este percurso que tem sido simpático, não só o da Speedy mas também o meu próprio. Gostava de esta rnum campeonato que não coincida com os interesses de outros clientes nossos. Queremos marcar a data, não só na competição, mas com outras iniciativas que temos pensado e que temos planeado que falaremos a seu tempo”.

    E daqui por 30 anos? Desafiado a imaginar o seu futuro, Pedro Salvador deixou uma certeza… estará ligado aos automóveis. A paixão fala mais alto e mesmo que, daqui por 30 anos a velocidade seja menor, a paixão pela condução, essa, deverá manter-se:

    “Tenho sido um privilegiado por fazer algo que me apaixona e que faço com imenso gosto. Espero daqui a 30 anos que não exija tantos sacrifícios e esforço pessoal, pois esta paixão rouba-me muito tempo que devia ser para a família e para os amigos. Mas trabalhar com automóveis é o que sei e quero fazer. Espero que nessa altura a Speedy exista, tal como a Cartailor, mas que não me ocupe tanto tempo como agora. Espero nessa altura estar ao volante de um roadster a percorrer as nossas belíssimas estradas. 

    Sei que haverá uma altura em que a competitividade vai descer. Estou consciente que vai acontecer e se calhar já aconteceu em alguma parte. De momento não tenho razões de queixa. Quem me dera aos 76 anos poder fazer corridas e usufruir desta paixão. Acho que tenho um condimento essencial que é a paixão por guiar. As corridas são consequência disso. Mas o que gosto mesmo é de conduzir, sou um apaixonado por automóveis. O prazer de conduzir existe nos mais diversos momentos e não implica um circuito. Tenho tanto gozo em conduzir um clássico, um ou GT3 de última geração. Por isso daqui por 30 anos, se me virem ao volante de um bom carro, certamente que me verão feliz.”

  • Campo de Besteiros viveu com intensidade o regresso das Perícias!

    Campo de Besteiros viveu com intensidade o regresso das Perícias!

    28 anos depois, a vila de Campo de Besteiros engalanou-se para quebrar esse longo jejum da sua tradicional prova de perícia. Num dia onde o calor marcou forte presença, o muito público que acorreu vibrou com a 26ª edição da Grande Perícia de Campo de Besteiros, numa jornada de fino recorte organizativo e com muita emoção dentro de pista.

    “Estamos de coração cheio!… A prova excedeu as nossas expectativas”, confessava no final um sorridente Nuno Pinto, líder do Caramulo Racing Team, que tomou as rédeas deste ansiado regresso das perícias a Campo de Besteiros, contando com o apoio técnico do Guarda Unida.

    Nuno Pinto realçou “uma satisfação gigante pelo trabalho realizado, por todos os que de alguma forma estiveram ligados e permitiram o regresso da perícia ao Campo de Besteiros. Foi fantástico ver a moldura humana que deixou os pilotos presentes entusiasmados e já com vontade de regressar”.

    Muito satisfeita, Carla Antunes Borges, Presidente do Município de Tondela, assumiu por seu lado que “o regresso desta grande perícia a Campo de Besteiros não poderia ter corrido melhor. Estão de parabéns os organizadores pelo sucesso alcançado, sendo claro que, agora que recuperamos esta prova icónica, tudo faremos para que ela se torne um evento anual cada vez mais forte!”, sendo secundada neste desejo e compromisso por João Paulo Loureiro, Presidente da Junta de Freguesia de Campo de Besteiros, orgulhoso por “ver cumprido um sonho antigo dos besteirenses. Foi uma excelente prova e tem tudo para se tornar novamente no futuro uma das melhores de Portugal!”.

    83 milésimos de segundo decidiram a contenda a favor de João Simão!

    O clube sediado na Vila de Caramulo sabia da responsabilidade de respeitar os pergaminhos de uma prova nascida em 1960, então pelas mãos do Besteiros Futebol Clube e que, ao longo das décadas seguintes, se tornou uma das mais icónicas entre todas as que se realizavam em Portugal. Esta edição de 2024 integrou logo o prestigiado Troféu Raiano de Perícias e continuou a ter uma forte vertente de responsabilidade social, pois, a exemplo das edições anteriores desde a primeira, toda a receita apurada reverteu para a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Vale de Besteiros.

    No que concerne à história competitiva, foi recheada de emoção, prendendo os espetadores até ao último momento da sexta e derradeira Tentativa do programa, com dois protagonistas a destacarem-se na luta pela supremacia absoluta: João Simão e Nelson Aguiar.

    Simão, aos comandos de um Suzuki Proto foi o melhor na 1ª Tentativa, com o adversário a responder logo na 2ª, colocando o seu Peugeot 205 Proto na frente da tabela de tempos, isto depois de ter sido desclassificado na primeira.

    A passagem de Nelson Aguiar pela liderança seria de curta duração porque, logo na 3ª Tentativa, João Simão recuperou a liderança, tornando-se o primeiro piloto a baixar do 1:25 para fazer o traçado sem erros nem toques, rodando em 1:24.064, sendo de imediato imitado pelo rival, que cravou no cronómetro 1:24.899.

    A consistência acabaria por ser o segredo do triunfo. Simão melhorou ainda mais a sua marca, rodando em 1:24.027, enquanto Aguiar voltava a enfrentar a desclassificação por um toque num pino. Na 5ª tentativa, o líder não melhorou o seu tempo e viu o seu oponente aproximar-se significativamente, ao estabelecer o registo de 1:24.110, a apenas 83 milésimos de segundo, deixando tudo em aberto para o ‘mata-mata’ da 6ª e derradeira Tentativa.

    Com o muito público presente entusiasmado por assistir a um verdadeiro ‘duelo ao sol’, a passagem final pelo percurso dos dois acabaria por se transformar num anticlímax. Primeiro foi João Simão a falhar, com problemas mecânicos, ficando assim à mercê do que Nelson Aguiar viesse a fazer. Este, entretanto, estava a tentar resolver um problema técnico no seu protótipo. Tendo mesmo contado com a ajuda do adversário, numa manifestação incrível de fairplay – entrando para a pista disposto ao tudo ou nada. Mas, ainda na primeira fase do trajeto, o Peugeot cedeu e a desistência tornou-se inevitável.

    João Simão venceu e, diga-se, de forma justa, tendo juntado à vitória à geral o consequente triunfo entre os 1-B, enquanto Nelson Aguiar adicionava ao Top 2 absoluto a vitória nos 1-A, aqui na frente do seu filho Filipe Aguiar, com quem partilhou o protótipo. Filipe Aguiar seria também um descansado 3º da geral, a 1,5 segundos do vencedor.

    No 4º lugar da geral encontrámos o primeiro carro não protótipo do pelotão. Ricardo Rodrigues fez maravilhas do seu belo Honda S800, vencendo nas lides dos 2-B. O Top 5 encerrou com o icónico e irreverente Honda N600 de Dino Almeida, dominador nos 2-A, sendo ainda de realçar as vitória de Tiago Prata (Toyota Starlet) entre os 3-B.

    Já na prova aberta, assistimos a um recital de Bernardo Maia, impondo de forma clara o seu Citroen AX face a dois pilotos locais, Diogo Antunes (Honda Civic) e David Santos (Opel Corsa), respetivamente segundo e terceiro classificados.

  • Batina Racing aposta no Toyota GR Supra 

    Batina Racing aposta no Toyota GR Supra 

    A Batina Racing tem uma nova máquina para enfrentar a restante temporada do Iberian Supercars, Campeonato de Portugal de Velocidade e Supercars Jarama RACE, substituindo o BMW M4 GT4 (F82) por um novíssimo Toyota GR Supra GT4 EVO.

    A equipa de Aveiro estreou-se na época passada na competição, tendo vindo a conquistar resultados muito interessantes, sendo o grande destaque a vitória na segunda corrida da ronda do Estoril do ano passado. Apesar da sua competitividade, o BMW M4 GT4 (F82) é o modelo anterior da marca bávara para a categoria GT4 e já acusava o peso dos anos, impedindo que Orlando Batina e Sérgio Azevedo pudessem bater-se com armas iguais com as dos seus adversários na divisão GT4 Pro.

    Com isto em mente, a Batina Racing decidiu investir num novíssimo Toyota GR Supra GT4 EVO para substituir o carro de Munique. “Começava a ser evidente e o nosso carro já não tinha a performance para ombrear com as máquinas mais recentes, deixando-nos em desvantagem face aos nossos opositores. Analisámos as nossas opções e chegámos à conclusão de que o Toyota era a melhor – é extremamente competitivo, tem uma manutenção menos dispendiosa e tinha disponibilidade imediata, deveremos ter o carro a tempo de Valência – e foi essa a nossa escolha”, apontou Orlando Batina.

    A formação de Aveiro está à procura de um piloto para fazer equipa com Orlando Batina na ronda de Valência, que se realiza no Circuito Ricardo Tormo, uma vez que Sérgio Azevedo, devido a questões profissionais, não pode marcar presença na etapa que conta para o Iberian Supercars e Supercars Jarama RACE. “Vai ser tudo novo para a equipa, até o circuito, mas são situações normais nas corridas. Vamos trabalhar o máximo para aprendemos o mais possível acerca do Toyota e adaptar-nos todos às suas exigências, tanto pilotos como equipa técnica. O Sérgio não vai poder estar presente em Valência, estamos à procura de alguém que possa assumir o seu lugar nesta prova. Estamos em contacto com diversos pilotos e esperamos em breve anunciar quem será”, concluiu com entusiasmo o responsável da Batina Racing.

    O BMW M4 GT4 (F82) que tem defendido as cores da Batina Racing encontra-se ainda na posse da equipa, sendo uma excelente opção para a divisão GTC em 2025, dedicada a carros GT4 de gerações anteriores.

    A próximo evento do Iberian Supercars, o terceiro, disputa-se nos dias 28 e 29 de Setembro no Circuito Ricardo Tormo, que é também o terceiro do Supercars Jarama RACE.

  • Euro RX3: João Ribeiro foi rei e senhor na Bélgica!

    Euro RX3: João Ribeiro foi rei e senhor na Bélgica!

    De fio a pavio. Eis a saga da vitória colossal do piloto de Paredes no World RX of Benelux, terceira ronda do Europeu de Ralicross. João Ribeiro colocou sempre o seu Audi A1 S1600 na frente do pelotão, dominando a Qualificação, a Meia-Final e a corrida decisiva, conquistando de forma brilhante a primeira vitória da temporada. André Sousa, no Audi A1 S1600 da TSl Racing esteve também em grande plano, rodando sempre entre os melhores e só um furo na Final o impediu de chegar ao pódio, conquistando, mesmo assim, um positivo Top 5.

    João Ribeiro não escondia a emoção enquanto ouvia ‘A Portuguesa’ no pedestal mais alto do pódio. Afinal, o piloto paredense estava a comemorar aquela que tinha sido não só a sua primeira vitoria na temporada, mas uma das exibições mais senhoriais de sempre de um piloto no Euro RX3, uma das categorias mais competitivas do Europeu de Ralicross.

    Mercê de todo o seu talento,  João Ribeiro tratou ‘por tu’ o mítico Circuito Jules Tacheny, na localidade belga de Mettet, sendo o mais forte em todas as corridas de Qualificação, dominando a sua meia-final e, na corrida de todas as decisões, fazendo valer a sua posição na ‘pole-position’, resistindo aos ataques de Nils Volland (Audi A1 S600), líder do campeonato e seu único adversário na corrida pelo título, com o jovem germânico a tocar diversas vezes no carro do português, mas sem o desconcentrar, nem conseguir o levar de vencida.

    Jogando muito bem com a sua escolha na ida à ‘Joker Lap’, esperando por ver o adversário a rumar à mesma e entrando ao mesmo tempo, mantendo-o atrás ao fazer valer a sua posição de líder, viu ainda o seu rival cair para o 3º lugar mesmo sobre a linha de chegada, suplantado por Dominik Senegacnik (Skoda Fabia).

    Para além da saborosa vitoria, João Ribeiro conquistou o máximo número de pontos (40), com Volland a amealhar apenas 33, rumando agora o português a Montalegre apenas a 1 magro ponto do piloto alemão, transformando a pista portuguesa num verdadeiro ‘mata-mata’ final, onde o craque lusitano tem tudo para conquistar o cetro de campeão!

    André Sousa foi 5º, mas merecia muito mais…

    Perante uma ruidosa falange de apoio portuguesa, que vibrou e apoiou sempre de forma intensa, outro piloto nacional esteve em grande destaque: André Sousa.

    E, se no início do ano de estreia a tempo inteiro neste exigente campeonato, se dissesse que o paredense da TSL Racing iria estar três vezes consecutivas na Final, em outras tantas provas e que seria 5º da geral na difícil tirada belga, todos comprariam de imediato a proposta.

    Mas, este excelente resultado em Mettet sabe a pouco e é injusto, pois André Sousa esteve sempre entre os melhores, vencendo mangas na Qualificação, sendo segundo na mesma meia-final onde João Ribeiro triunfou e arrancando de forma sublime na partida para a corrida da decisão, chegando à primeira curva lado a lado com Nils Volland e logo atrás de João Ribeiro, mergulhando para a curva, protegendo o seu compatriota e amigo da agressividade do piloto da Volland Racing – que, literalmente, entrou ‘com tudo’… -, sofrendo aí um furo que o limitou ao longo da Final, tendo o sangue frio de conseguir levar o carro até à bandeirada de xadrez, no 5º posto.

    Os pontos amealhados fazem com que André Sousa tenha subido ao 4º lugar do campeonato, indo para a última prova com reais possibilidades de lutar pelo 3º posto, estando apenas a 10 pontos desse objetivo.

    A 7 e 8 de Setembro, Montalegre terá as honras de ser o circuito de todas as decisões!

  • CISET 4X4 SÃO VICENTE 2024: CISET 4X4 VISITA A PÉROLA DO ATLÂNTICO

    CISET 4X4 SÃO VICENTE 2024: CISET 4X4 VISITA A PÉROLA DO ATLÂNTICO

    O Challenge Ibérico Super Extreme Trial 4×4 (CISET 4×4) ruma um ano mais até à Ilha da Madeira, para disputar mais uma edição do CISET 4×4 São Vicente jã no próximo fim de semana de 17 e 18 de Agosto.

    Com a organização a cargo do Grupo Desportivo do Estreito, e contando com o apoio do Município de São Vicente e do Turismo da Madeira, o Super Trial 4×4 São Vicente 24 disputa-se a 17 e 18 de Agosto, no espetacular recinto montado na Ribeira de São Vicente e espaço adjacente, famoso pelas suas características singulares e que colocam um sério desafio aos participantes.

    A lista de inscritos para a prova Madeirense é composta por equipas continentais e também locais,  sendo que apesar do favoritismo estar do lado as equipas da ilha da Madeira, é esperada bastante luta pelos melhores lugares dada a “força” das equipas oriunda do continente.  A edição de 2024 tem ainda a particularidade de ter na lista de inscritos uma equipa Açoriana: O Team Os Bravos, composto por Ricardo Rocha e Rui Nunes, inscritos na classe Promoção com um Nissan Patrol.

    Luís Pirralho, diretor da X-Adventure, entidade promotora do CISET 4×4 referiu que: “Uma vez mais é chegada a hora da nossa viagem anual até à Ilha da Madeira para disputar o CISET 4×4 São Vicente.  Este ano temos um equilíbrio de forças em pilotos Madeirenses e Insulares, pelo que esperamos uma prova muito disputada entre todas as classes em prova” acrescentando que “ o ambiente que aqui se vive é único. Ano após ano a prova de São Vicente atrai uma multidão de espectadores que dá um colorido muito particular a esta corrida, já de si bastante especial.   Em termos de pista, esta é com certeza uma das mais desafiadoras e espetaculares, desenhada no leito da Ribeira de São Vicente, entre a montanha e o mar, com muita água e grandes rochas”.

    O evento Super Trial 4×4 São Vicente tem o seu inicio ao final da tarde sexta feira dia 16, com um Jantar de boas vindas XVII Super Trial 4×4 São Vicente Madeira reservado ás equipas participantes e entidades envolvidas na organização da prova. 

    No sábado a partir das 13h30m terão lugar as habituais formalidades pré-corrida que se prolongarão pela tarde. O prólogo tem a partida marcada para as 19 horas para todas as classes.  Pelas 21 hora terá inicio s  a primeira manga de resistência com a duração de 30 minutos para as classes Promoção e FUN e de 1 hora para Proto e Super Proto.

    A competição recomeçará na tarde de domingo a partir das 15 horas com a disputa da segunda manga de resistência que terá 1 hora de duração para as classes Fun e Promoção, enquanto os Proto e Super Proto terão pela frente mais duas horas.  A entrega de prémios está prevista para as 19 horas.

    O CISET4x4 é promovido pela X-Adventure, e organizado pela APTE, sob a égide da FPAK – Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting, e como apoio da Lucrofusão, da Euro4x4parts, da Motorin, da Mundimat, da Mundilimpa, da Rafael & Gomes e da Ziggaworks, e conta como parceiros com o Todoterreno.pt, o Guia Rural e o Imagensdesportivas.com

    Poderá encontrar toda a informação sobre esta prova no site oficial aqui: Mais informação sobre o CISET 4×4 poderá ser obtida no site oficial em www.extremetrial4x4.com

    Programa

    Dia 16 de Agosto de 2024:

    19h30 – Jantar de boas vindas XVII Super Trial 4×4 São Vicente Madeira.

    Dia 17 de Agosto de 2024
    13h30 – Abertura do Secretariado.
    14h00 – Início das verificações administrativas e entrega de números de porta.
    15h00 – Fim das verificações administrativas.
    15h00 – Início das verificações técnicas seguida de entrada em Parque Fechado – Parque Urbano de São Vicente.
    16h45 – Fim das verificações técnicas.
    17h00 – Primeira reunião do CCD – Parque Urbano de São Vicente.
    17h30 – Publicação da lista de participantes admitidos à partida.
    18h00 – Briefing geral do evento.
    19h00 – Início do Prólogo para todas as classes.
    20h30 – Formação da Grelha de Partida.
    21h00 – Início da I Manga de Resistência (1 hora – Classe Super Proto e Proto) (30 minutos – Classe Promoção) (+10minutos)
    22h15 – Entrada em Parque de Assistências.
    22h45 – Afixação dos resultados da 1ª Manga.
    23h15/23h30 – Entrada em Parque Fechado.

    Dia 18 de Agosto de 2024
    08h00 – Saída do Parque Fechado / Entrada no Parque de Assistências (Facultativo);
    11h30 – Saída do Parque de Assistências;
    11h30/12h00 – Entrada no Parque Fechado;
    14h15 – Saída do Parque Fechado;
    14h30 – Formação da Grelha de Partida;
    15h00 – Início da 2ª Manga de resistência (2 horas – Classe Super Proto e Proto) e (1 hora – Classe Promoção); (+15minutos) seguido de parque fechado
    17h30 – 2ª reunião do CCD – Parque Urbano de São Vicente;
    18h00 – Publicação dos Resultados Provisórios;
    18h30 – Publicação dos Resultados Finais; 19h00 – Entrega de Prémios.

  • FPAK Júnior Team: seis histórias de quem sonha ser alguém nos ralis

    FPAK Júnior Team: seis histórias de quem sonha ser alguém nos ralis

    Era uma vez seis miúdos que ansiavam um dia vir a fazer carreira nos ralis e, um bom par de anos mais tarde, encontraram a porta aberta para tentarem lá chegar, através do FPAK Júnior Team, o projeto inédito desenhado pela Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting para apoiar e dinamizar a carreira de jovens pilotos.

    Nesta época de 2024 são seis os “eleitos”, oriundos de diferentes regiões do país, e cada um deles tem a sua história, alicerçada nos seus antecedentes familiares nos desportos motorizados ou na forte identidade desportiva da região em que nasceram.

    Dois engenheiros mecânicos, dois técnicos especializados da área automóvel, um comercial também das quatro rodas e um estudante de Direito formam a “turma” do FPAK Júnior Team 2024 que iniciou a sua época em junho, no Rali de Castelo Branco. Este foi o primeiro de cinco “exames” para se saber quem será, em finais de outubro, o sucessor de Pedro Pereira, cumpridas as cinco provas calendarizadas. A segunda e próxima etapa (31 agosto/1 setembro), dentro de pouco tempo, é o 11º Constálica Rallye Vouzela e Viseu.

    “Tinha 12 anos quando comecei a seguir o meu pai [Rui Santos], que competia em ralis regionais. Eu era o fotógrafo da equipa e depois também o responsável pelos vídeos, porque o meu irmão [Francisco Santos], que tinha cursado multimédia, entretanto passou a ser navegador do nosso pai”, conta EDUARDO SANTOS (24 anos), o jovem piloto de Leiria. Mais tarde, ele próprio mudou-se para o volante, mas… de carrinhos de rolamentos, de cujo campeonato nacional foi vice-campeão em 2015 e campeão no ano seguinte. Já mais tarde, em 2018, rumou a Inglaterra para cursar engenharia automóvel durante quatro anos. Foi co-piloto do pai em alguns ralis e também se estreou como piloto. Agora, no FPAK Júnior Team, tem outros horizontes: “A minha ambição é tentar, depois, sair de Portugal para disputar provas internacionais, sejam campeonatos ou troféus, se possível com um carro de topo”, diz este jovem engenheiro mecânico que já hoje presta serviços na área dos ralis através da sua estrutura Racing Together.

    PEDRO SILVA (23 anos), nativo de Vila Nova de Gaia e estudante de Direito, é outro dos jovens cuja opção pelos ralis foi influenciada pelas “aventuras” do pai, também Pedro Silva de seu nome, ao volante de um Ford Escort MK II. Além do progenitor, um dos seus conselheiros e amigos que o ajuda nos ralis é António Pintado, ex-piloto nos Troféus Seat Marbella e Citroen AX nos anos 90 e há várias décadas radicado na Corunha. “O meu propósito é chegar o mais longe possível, mas isso apenas poderá ser uma realidade caso ganhe um troféu, abrindo caminho para ficar mais perto dos meus sonhos. Guiar um Rally2 seria o objetivo máximo… mais concretizável”, confessa o gaiense.

    Especialista em mobilidade híbrida no ramo automóvel, AFONSO COSTA (22 anos) nasceu em Famalicão, terra de numerosos pilotos e desde que vivenciou o entusiasmo pelos ralis tanto do pai como do avô ficou contagiado. Pilotos como João Silva ou José Araújo fazerem parte do seu leque de amigos. “Vou fazer tudo para tentar chegar, em termos de futuro, ao patamar mais alto do CPR, que é competir com um Rally2. O grande sonho era mesmo correr no WRC, embora, muito realisticamente, seja bastante difícil…”, assegura.

    Sem antecedentes familiares nos desportos motorizados, desde tenra idade que RICARDO ROCHA (24 anos), natural de Amarante, ouvia falar de ralis, muito por culpa do “Vinho do Porto”, a prova portuguesa do WRC que o seu pai tanto gostava de ver desde os tempos dos Grupo B e passava não muito longe de casa. “Aos 12 anos, por causa do Rali de Portugal fiquei fã dos VW Polo, na altura guiados pelo Ogier, o Latvala e o Mikkelsen”, recorda, confessando uma curiosidade: “Os carros com ferros no seu interior [arco de segurança] sempre mexeram comigo… É uma coisa que nasceu e vai morrer comigo”, diz este amarantino que se formou em engenharia mecânica e ainda como estudante da faculdade deu os primeiros passos, a nível profissional, no desporto automóvel como estagiário na Sports & You, sendo hoje freelancer da Racing 4 You. “Adorava, como piloto, chegar um dia ao WRC2, mas… tenho que ter os pés assentes na terra e primeiro necessito de vencer o FPAK Júnior Team para depois disputar a Peugeot Rally Cup em 2025. Quem me dera chegar ao Europeu ou ao Mundial… Toda a gente me achava maluco, mas a verdade é que este ano consegui entrar no FPAK Júnior Team, o que já foi ótimo”.

    Técnico especialista em tecnologia e gestão automóvel, TIAGO SANTOS (21 anos) nasceu na terra do atual campeão de Portugal de 2 RM (duas rodas motrizes), Gonçalo Henriques, de quem é amigo. “Há muitos pilotos de ralis em Vila Nova de Poiares, como o Armando Carvalho, o Jorge Carvalho e, mais recentemente, surgiu o Gonçalo Henriques, entre outros”, acentua o jovem conimbricense, que diz ter nascido já com “os automóveis no sangue”. Estreou-se nos ralis em 2021 (Citroen C1) e em 2023 já se ambientou ao KIA Picanto GT, antes da candidatura à iniciativa da FPAK. A ambição de Tiago é vir a sentar-se ao volante de um Rally2. “Era ótimo vencer o FPAK Júnior Team e depois chegar ao escalão máximo do CPR. Seria o concretizar de um sonho!”.

    Bastante mais comedido nos seus anseios, FRANCISCO CUSTÓDIO (23 anos), natural de Santa Comba Dão e comercial do setor automóvel e de mobiliário em empresas da família, decidiu seguir as pisadas do pai [Rui Custódio], depois de o ver participar na edição de 2019 do Rali de Mortágua. “Surgiu a oportunidade de eu experimentar e… gostei”, recorda Francisco, que se estreou o ano passado com um Citroen Saxo no Rali de Cantanhede. Amigo do viseense Hugo Lopes e grande fã de Armindo Araújo, que segue desde os tempos do P-WRC, o beirão já só pensa chegar ao patamar em que se encontra aquele seu conterrâneo: “Neste momento, o que eu mais desejava era, um dia, conseguir correr ao mais alto nível no CPR de 2RM. Já me chegava. Não tenho, sequer, ambições a nível internacional!”.

  • João Ribeiro: “nada nos desvia da luta pelo título, que sei poder ser nosso!”

    João Ribeiro: “nada nos desvia da luta pelo título, que sei poder ser nosso!”

    O fim-de-semana que se avizinha assume foros de importância máxima para as aspirações de João Ribeiro no Europeu de Ralicross. O piloto português e  seu Audi A1 S1600 alinham no World RX of Benelux com o firme propósito de chegar à primeira vitória da temporada.

    A 24 horas de enfrentar o mítico Circuito Jules Tacheny, na localidade belga de Mettet, palco da primeira de duas ‘finais’  da edição 2024 do EURO RX3, João Ribeiro assume que “o nosso foco é total e nada nos desvia da luta pelo título, que sei poder ser nosso!”.

    O piloto português está a rubricar uma época fora-de-série no EURO RX3, tendo alcançado dois segundos lugares nas provas já realizadas, Suécia e Hungria, demonstrando sempre andamento para lutar pela vitória. E o triunfo só não aconteceu na tirada húngara por uma penalização na final que o relegou para o 2º posto, decisão que o paredense considera ter sido “completamente injusta e julgada por pessoas cuja imparcialidade é, no mínimo, discutível. Inclusive, a verificação técnica de que fomos alvo no final da corrida, foi feita de forma a ter algo para nos poder penalizar!…”

    A decisão transformou o que seria um empata o comando da tabela pontual entre João Ribeiro e Nils Volland, filho do ‘patrão’ da Volland Racing, estrutura que tem dominado o campeonato na última década, numa desvantagem de 8 pontos para o piloto português, o que, a duas provas do fim, transforma cada um dos embates num “mata-mata” onde João Ribeiro só tem interesse num resultado: “vencer na Bélgica e trazer para Montalegre a discussão do título, para o tentarmos conquistar em casa!”

    Apesar do sucedido, o balanço desta primeira parte da temporada é “obviamente muito positivo. Foram duas excelentes corridas a nível individual,  porque fomos sempre dos pilotos mais rápidos em pista. Julgo que as condições climatéricas em Holjes, na Suécia, ditaram um pouco a nossa sorte, pois, como em 2023, a posição da pole onde arrancamos fica com imensa água na trajetória de arranque e faz com que seja impossível efetuar boas partidas. Já na Hungria, depois de o acidente que todos viram e que nos destruiu o carro na parte frontal, conseguimos vencer todas as mangas , semifinal e final. Acho que a nível geral estamos bem posicionados como dos pilotos mais rápidos da grelha”.

    João Ribeiro é, assumidamente, um dos mais talentosos pilotos nacionais de Ralicross de sempre e, na sua carreira internacional sempre ostentou um forte índice competitivo.

    No entanto, nunca como o tem feito em 2024. Está na luta pelo título europeu e atribuiu este incremento de competitividade “a uma grande diferença em relação à nossa presença no campeonato em 2022. Este ano não estou sozinho. Tenho um grande amigo e grande piloto, com quem temos partilhado informação crucial, quer dentro, quer fora de pista e nos tem ajudado imenso na velocidade e performance em cada pista. De lembrar que o André Sousa é, muitas das vezes, o piloto mais rápido em pista em certos sectores. Acredito inclusive que poderá lutar por uma vitória num futuro próximo”.

  • Rali da Água Transibérico Eurocidade Chaves-Verín já “aquece”…

    Rali da Água Transibérico Eurocidade Chaves-Verín já “aquece”…

    Prova disputa-se dias 13 e 14 de setembro, com início na cidade galega de Verín. Luta pela liderança do CPR promete animar o rali

    O Rali da Água Transibérico Eurocidade Chaves-Verín, prova integrada no calendário do Campeonato Portugal de Ralis (CPR), disputa-se dias 13 e 14 de setembro, numa organização do CAMI Motorsport e com o importante apoio dos municípios de Chaves e Verín (Galiza, Espanha), bem como da Escuderia de Ourense.

    Com a liderança do campeonato ao rubro – matematicamente, só Armindo Araújo, atual líder, e Kris Meeke podem chegar ao título -, a única prova que salta fronteiras ganha maior importância e impacto nas contas finais do CPR.

    Este ano, o Rali da Água Transibérico Eurocidade Chaves-Verín tem o seu início na cidade galega, numa clara demonstração da consolidação do único projeto de internacionalização de um rali no panorama do automobilismo português. Para isso, muito contribui a parceria existente entre o CAMI Motorsport e a Escuderia de Ourense e o empenho dos municípios de Chaves e Verín, que apostam nesta prova.

    O percurso, considerado por muitos pilotos como um dos melhores ralis de asfalto do campeonato, está a ser preparado com todo o cuidado. Este ano, e para além do CPR, CPR 2RM, FPAK JÚNIOR TEAM DE RALIS, o Rali da Água Transibérico Eurocidade Chaves-Verín inclui os troféus monomarcas PEUGEOT RALLY CUP PORTUGAL/IBÉRICA (PRCP/I), CLIO TROPHY PORTUGAL (CTP) e KIA RALLY CUP.  

    O público terá oportunidade de ver bons espetáculos, em total segurança, e com possibilidade de conviver de perto com os pilotos. Para isso, terá, brevemente, a possibilidade de consultar o Guia da Prova, na página oficial do CAMI Motorsport (www.cami.pt) e nas suas redes sociais.

    O Rali da Água Transibérico Eurocidade Chaves-Verín terá uma forte promoção transfronteiriça. A sua localização geográfica – proximidade com a Comunidade Autónoma da Galiza – e a marca Água são mais valias que a própria prova potencia, com impacto na comunicação social regional, nacional e do país vizinho, bem como dos fãs portugueses e galegos do automobilismo.

    O CAMI Motorsport está a desenvolver todos os esforços para que a edição de 2024 seja histórica e ainda mais atrativa.

  • Hungarian Baja: João Ferreira defende liderança da Taça da Europa

    Hungarian Baja: João Ferreira defende liderança da Taça da Europa

    João Ferreira e Filipe Palmeiro estão de regresso ao Mini John Cooper Works T1+ da X-Raid com o qual vão, já no próximo fim-de-semana, defender a liderança da Taça da Europa de Bajas Todo-o-Terreno na Hungarian Baja.

    Depois de em 2022, ano em que se tornou campeão da europa, ter subido ao pódio na prova húngara, João Ferreira parte para a prova com ambição e muita vontade de melhorar o terceiro lugar alcançado nessa data.

    “É sempre bom regressar a locais onde já fomos felizes e esta prova húngara fez parte de um percurso muito bonito que tivemos em 2022. Agora queremos mais. Queremos não só defender a liderança da Taça da Europa, como tentar dilatar a vantagem para os nossos mais diretos adversários. Sabemos que estamos bem posicionados para o fazer, mas as corridas são sempre imprevisíveis e por isso temos de nos manter focados a cada quilómetro e tentar impor um ritmo confortável que nos permita lutar pela vitória aqui na Hungria. Vamos com tudo para esta prova!”, garantiu o jovem piloto de Leiria que é navegado por Filipe Palmeiro.

    A prova magiar arranca no próximo dia 8 de Agosto, com a realização da cerimónia de partida pelas 20h locais. Para sexta e sábado estão agendados um prólogo e três setores seletivos, num total de 535km, 400km dos quais cronometrados. A Hungarian Baja disputa-se na região de Varpalota, a sul de Budapeste, capital da Hungria.