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  • Dupla Mário Franco e Daniel Jordão em etapa maratona de 48H

    Dupla Mário Franco e Daniel Jordão em etapa maratona de 48H

    A equipa Franco Sport iniciou hoje a sexta etapa, uma etapa maratona com 48 horas que cruza as duras dunas do Empty Quarter. A especial de 549 km cronometrados com início e fim em Shubaytah teve hoje uma pausa pelas 16h00 e só termina no dia de amanhã, dia que antecede o dia de descanso de toda a comitiva. 

    Aos comandos de um Yamaha YXZ 1000R Turbo T3, Mário Franco e o navegador Daniel Jordão que se encontram a disputar a Classe Challenger, partiram para a especial pelas 09h46m, percorreram 295 km da totalidade do percurso em 06h36m40s e vão ficar a pernoitar no acampamento B, um dos sete disponíveis, sendo que no dia de amanhã faltará ainda percorrer os restantes 254 km.

    Cada piloto recebeu equipamento de ‘camping’ e provisões suficientes para passar a noite de hoje. A sexta etapa continua amanhã, pelas 7h00. Já estamos a meio desta 46ª edição do Rali Dakar. Depois do dia de descanso os concorrentes vão viajar de avião até Riade, onde o rali continua no domingo, com a sétima etapa.

  • Mário Patrão mais rápido na 1ª parte das 48H Crono e mantém liderança

    Mário Patrão mais rápido na 1ª parte das 48H Crono e mantém liderança

    Mário Patrão viveu hoje uma experiência única no Dakar. Teve hoje início a sexta etapa do Dakar, intitulada de 48H Crono, com 209 km de ligação e uma especial de 626 km cronometrados nas difíceis e perigosas dunas do Empty Quarter, em torno de Shubaytah e que termina apenas amanhã. 

    Pese embora o facto de só amanhã haver uma classificação oficial, é possível, entretanto adiantar que o piloto já cumpriu no dia de hoje 398 km cronometrados para os quais despendeu 6h19m42s, sendo uma vez mais o mais rápido entre os veteranos. Mário Patrão registava o 19º melhor tempo no Ranking Rally 2 antes de chegar ao acampamento D onde pernoitará.

    “Temos de efetuar mais de 800 km nas 48h, a um ritmo alucinante e que não permite falhas. Temos postos de abastecimento específicos e acampamentos específicos. Tivemos de parar obrigatoriamente às 16h, algo inovador neste Dakar, e que tanta dor de cabeça causou. O dia foi pautado por uma queda após uma duna em que a visibilidade e os regos existentes para isso contribuíram. Infelizmente faz parte, mas conduzir tantos quilómetros com dores na cervical não foi fácil””, explicou o piloto, à chegada a um dos acampamentos. 

    Ao longo do traçado estão disponíveis vários acampamentos, sendo que os pilotos se deviam dirigir ao mais próximo relativamente ao ponto onde se encontravam. Cada piloto recebeu equipamento de ‘camping’ e provisões suficientes para passar a noite. 

    Amanhã, pelas 7 horas a sexta etapa continua para completar o restante percurso. Já estamos a meio desta 46ª edição do Rali Dakar, com o dia de descanso agendado para o dia 13 de janeiro, sábado. Os concorrentes vão viajar de avião até Riade, onde o rali continua no domingo, com a sétima etapa.

  • António Maio com o grupo da frente na etapa maratona de 48 horas 

    António Maio com o grupo da frente na etapa maratona de 48 horas 

    António Maio já terminou a primeira fase da inovadora etapa de 48 horas realizada pela primeira vez no Rali Dakar 2024.

    Esta é uma jornada muito à semelhança das etapas maratonas em que os pilotos contam apenas com os seus conhecimentos para fazer a manutenção na mota. Pelas 16:00 (13:00 hora em Portugal) todos os concorrentes da prova tiveram de concluir o dia de hoje e ficam agora a pernoitar no deserto num dos sete acampamentos improvisados para o efeito tendo acesso apenas a uma tenda e ração militar entregue pela organização.

    O piloto da Yamaha, que foi o segundo a partir esta manhã para a pista, concluiu este dia bastante duro com um andamento muito consistente e alcançou o acampamento F, aonde chegaram apenas 12 pilotos, os mais rápidos da corrida, tendo cumprido 513km do setor seletivo composto por 626km onde gastou 7h32m03s.

    Amanhã, pelas 7 horas a sexta etapa continua e para António Maio faltam apenas completar 113 km do restante percurso tendo depois um merecido dia de descanso que terá lugar em Riade.

  • Ricardo Costa: “Com mais calma e um ou outro erro evitado, tínhamos lutado pelo campeonato”

    Ricardo Costa: “Com mais calma e um ou outro erro evitado, tínhamos lutado pelo campeonato”

    O Top 10 final nas contas da Nacional (2RM) e o Top 4 no que concerne à Divisão 1 são resultados abaixo das expectativas e que dão conta das dificuldades enfrentadas pelo piloto da Pavinorte no Campeonato de Portugal de Ralicross 2023, depois do penafidelense ter sido campeão nacional na agora Nacional 1.6. em 2022.

    No início da temporada, o que esperava de 2023?

    Esperava enfrentar um campeonato muito mais competitivo, fruto da junção das duas divisões 2RM. Isso veio mesmo a verificar-se, tornando a época muito desafiante.

    Qual foi o maior desafio da temporada?

    Acima de tudo, o maior desafio foi enfrentar um campeonato que se tornou muito mais competitivo. Tivemos corridas com 20 Pilotos, com andamentos muito similares e tínhamos de “aprender” a saber gerir melhor as provas, em todas as suas fases.

    Qual foi o melhor momento e o momento mais despontante?

    O mais desapontante foi sem dúvida a prova em Lousada. Estávamos a ser competitivos, mas um erro meu deitou tudo a perder não só quanto ao resultado na prova, mas, sobretudo e ainda pior, no que diz respeito às contas do campeonato. 

    O melhor momento, talvez tenha sido Montalegre, onde mostramos um excelente andamento e onde conseguimos um dos melhores resultados do ano.

    Que balanço faz da época transata?

    Podia ter sido uma época melhor… sabíamos que tínhamos uma concorrência mais rápida, mas fomos mostrando ao longo da época muitas melhorias, com sucessivos pódios nas provas finais. Com um bocado mais de calma e um ou outro erro evitado no início do campeonato, e tínhamos certamente lutado pelo campeonato até à última prova.

    Já tem os teus planos definidos para 2024?

    Mais ou menos… estamos a analisar as opções e queremos acima de tudo ser competitivos dentro de pista. Veremos o que nos reserva a nova época!

  • Single Seater Series: época 2024 sob a batuta da Race Ready 

    Single Seater Series: época 2024 sob a batuta da Race Ready 

    A Single Seater Series, a única competição de monolugares em Portugal, vai regressar em 2024 ao universo das competições da Race Ready, com quatro provas e oito corridas no Autódromo do Estoril e no Autódromo Internacional do Algarve. 

    Dando continuidade ao trabalho realizado nos últimos anos, os monolugares com asas continuarão a ser aceites na competição, mas todos os fórmulas sem asas irão igualmente conservar o seu espaço dentro dos eventos da Single Seater Series, com condições especiais e respectivas classes. Com o objectivo de evitar uma escalada de custos, os Tatuus Fórmula Renault 2.0 até 2009 e os Fórmula 4 da primeira geração (Gen 1) servirão como bitola do tecto de performance. 

    O calendário de 2024 irá contemplar quatro provas nos dois circuitos permanentes de Portugal. A temporada arranca no Autódromo Internacional do Algarve, no fim de semana de 6 e 7 Abril, juntando-se ao programa do Iberian Supercars / Campeonato de Portugal Velocidade a 14 e 15 de Julho, no Estoril Summer Party, no Autódromo do Estoril.  

    A Single Seater Series voltará a acompanhar as competições da Race Ready no Algarve Classic Festival, nos dias 26 e 27 de Outubro, e no Estoril Endurance Festival, a prova de encerramento da temporada, no fim de semana de 30 de Novembro e 1 de Dezembro. 

    Todos os eventos irão contemplar um treino livre e uma sessão de qualificação, ambos de 25 minutos, e duas corridas, ambas com a duração de 15 minutos. O facto de fazerem parte dos fins de semana organizados pela Race Ready é a garantia de que pelo menos uma corrida será transmitida em directo em Live Streaming.   

    Diogo Ferrão (CEO da Race Ready) deu “as boas-vindas de volta à Single Seater Series em 2024. É uma competição que tem um significado especial para a Race Ready e que encarna o espírito do ‘club racing’ na sua plenitude. Não haverá outra competição em Portugal cujo preço/performance seja tão bom e que proporcione um tão grande prazer de condução. Contamos com a experiência do Fernando Mayer Gaspar e do Jorge Domingues, que assumirão o papel de relação com as equipas, para elevar a Single Seater Series a um novo patamar.” 

    Calendário de 2024: 

    05/06 Abril – Autódromo Internacional do Algarve  

    14/15 Julho – Autódromo do Estoril 

    26/27 Outubro – Autódromo Internacional do Algarve 

    30 Nov/01 Dez – Autódromo do Estoril 

  • Prego a fundo para o arranque de mais uma eletrizante temporada do Mundial de Fórmula E

    Prego a fundo para o arranque de mais uma eletrizante temporada do Mundial de Fórmula E

    Este sábado começa a 10.ª temporada do campeonato do mundo mais ‘eletrizante’ do planeta. Eurosport emite a jornada da cidade do México este sábado em direto no E2 às 19:30h. António Félix da Costa corre pela Porsche.

    É já este sábado que arranca na cidade do México, a 10.ª temporada do Campeonato do Mundo de Fórmula E, e vai poder seguir toda a ação em direto no Eurosport ao longo de 2024. A época abre com uma jornada no Autódromo Hermanos Rodriguez, um traçado no qual os pilotos terão de cumprir 36 voltas ao circuito com uma extensão de 2.6 quilómetros.

    Esta edição do Mundial promete novamente grande emoção, com 11 equipas, assim como um grupo com 22 dos melhores pilotos do mundo que competem em 16 corridas em 10 países diferentes, grande parte delas em circuitos citadinos. Portugal volta a estar representado em grande nível, com António Félix da Costa ao volante de um Porsche. Para além desta marca, estão presentes outros construtores como a Maserati, a Jaguar, a Nissan e a DS.

    Apostado em renovar o título mundial que já conquistou em 2020, António Félix da Costa mostra-se confiante para a nova temporada. Depois de um primeiro ano de adaptação à forma de trabalhar da marca e ao monolugar elétrico, o piloto luso revelou muito otimismo após os treinos realizados em Valência.

    “Os testes foram muito positivos e estou ansioso pelo início da época. Estamos consideravelmente mais fortes do que nos testes do ano passado e fizemos enormes progressos. Isso é um ótimo sinal. Aprendemos muito e vamos implementar tudo isso para que possamos chegar ao México com um carro vencedor”, afirmou o piloto, que terminou o último campeonato na 9.ª posição.

    O Mundial de Fórmula E está em constante evolução e os modelos de 3.ª Geração introduzidos em 2023 tornaram o campeonato ainda mais competitivo e ecológico. Os monolugares 100% elétricos são mais leves, têm uma potência de 350 kW (470 cv) chegando até aos 322 Km/h, têm um chassis mais pequeno, o dobro da capacidade de regeneração e mais 40% de energia usada na corrida oriunda da regeneração dos travões. Além disso, os pilotos têm agora mais um ano de experiência e conhecimento com estas novas máquinas. Espera-se por isso que as corridas desta temporada sejam ainda mais espetaculares.

  • 18º posto para Rui Gonçalves na primeira etapa disputada inteiramente nas dunas

    18º posto para Rui Gonçalves na primeira etapa disputada inteiramente nas dunas

    Embora no papel esta a quinta etapa parecesse relativamente fácil pelo facto de ter tido apenas 118 km disputados ao cronómetro, nem isso retirou a dificuldade de um dia longo e com uma especial repleta de dunas.

    O dia de hoje começou com uma longuíssima ligação de mais de 500 km que obrigou os pilotos a “levantarem acampamento” às 4h45m da manhã. Noite curta para todos e muitos quilómetros para digerir antes de chegar à entrada do “Empty Quarter” uma enorme zona com uma área de 650,000 km2 de dunas a perder de vista.

    Rui Gonçalves não perdeu tempo atacando desde logo nas dunas com a sua enorme experiência de condução em pisos arenosos. O piloto da Sherco transpôs a maior parte dos 118 km desta etapa sem quaisquer problemas até que uma ligeira queda o levou a perder algum tempo para recompor as ligações dos seus instrumentos de navegação.

    Terminada a etapa na 18ª posição, o transmontano perdia cerca de 7m para os seus adversários num dia que com 1h40m efetuados ao cronómetro.

    “ A etapa de hoje foi praticamente toda ela composta por dunas. Vim sempre num bom ritmo e a divertir-me bastante com a minha Sherco. A certa altura, numa duna com areia mais mole, sofri uma queda que me fez perder algum tempo porque os instrumentos de navegação deixaram de funcionar. Tive de voltar a ligar os instrumentos mas a partir deste momento já não havia muito a fazer tendo seguido até ao final sem contratempos.  Mais uma vez queria agradecer a todos o enorme apoio que me têm vindo a dar ao longo deste Rally.”

    A 6ª etapa do Rally Dakar 2024 será disputada em dois dias e será denominada de etapa 6A e 6B. Será uma maratona etapa disputada em 48h que irá ligar Al Shubaytah num loop de 818 km.

    Os pilotos terão um tempo limite para completar a etapa e, a partir das 16h, terão que parar num dos seis bivouacs disponibilizados pela organização, aquele que estiver mais próximo, não podendo prosseguir em prova. Os concorrentes irão de novo dormir em tendas, não terão qualquer contacto com as suas equipas e terão que faze eles próprios a manutenção das suas motos.

  • Dakar: Ricardo Porém com etapa tranquila

    Dakar: Ricardo Porém com etapa tranquila

    Ricardo Porém, navegado pelo argentino Augusto Sanz, viveu hoje a primeira etapa 100% de dunas do Dakar 2024 com tranquilidade.

    Sem problemas de maior, o piloto que representa as cores da PRF Gas Solutions e leva ao Dakar a vertente turística da sua cidade natal “Visite Leiria”, acabou por terminar a etapa na 13.ª posição, lugar que ocupa também na classificação geral dos Challenger.

    “Chegou a imensidão de areia e tivemos uma etapa dentro do normal, com muitas dunas e ervas de cabelo, mas cá estamos no final. Amanhã arranca a grande novidade deste ano, a etapa 48 horas, portanto vamos à luta, como temos vindo a fazer até aqui”, explicou o piloto que Leiria que salienta a difícil conexão à internet que não lhe permite estar tão ativo quanto era expectável juntos dos fãs nas redes sociais.

    A sexta etapa do Dakar 2024 que decorre amanhã e sexta-feira, é uma especial de 48 horas, que começa e termina em Shubaytah, num total de 727km, 532km dos quais cronometrados.

  • Dakar: João Ferreira com etapa agridoce

    Dakar: João Ferreira com etapa agridoce

    Depois do triunfo na véspera, João Ferreira e Filipe Palmeiro tiveram uma quinta etapa do Rally Dakar 2024 com um sabor agridoce.

    Se por um lado perderam algum tempo devido a um “queda” de uma duna, onde acabaram por partir um braço do seu Can-Am, por outro acabaram por ficar, ainda que ligeiramente, mais perto da liderança da classe SSV, fruto do atraso significativo do até então líder Gerard Farres.

    “Estamos tristes e desapontados com o desfecho da etapa, porque vínhamos num ritmo muito bom, a ganhar confiança nas dunas e a recuperar mais tempo para a frente, mas o Dakar é assim. Caímos literalmente de uma duna, partimos um braço traseiro no Can-Am e fomos forçados a parar para trocar. É um grande balde de água fria, principalmente depois da recuperação que vínhamos a fazer. Estamos ligeiramente mais perto da frente… mas hoje podíamos ter conseguido uma grande operação de recuperação! Amanhã há mais!” afirmou o piloto da Can-Am Factory Racing.

    Para amanhã e sexta-feira, a organização preparou mais uma etapa maratona, mas com alguns detalhes para neutralizar a vantagem das equipas de fábrica. Primeiramente, as motos e carros que abrem a etapa seguirão um percurso diferente, tornando a navegação mais desafiadora, especialmente com alguns pontos de referência escondidos ao longo da pista. Para além disso, os participantes têm apenas até às 16h para avançar o máximo possível na etapa antes de se dirigirem a um dos oito bivouacs preparados pela organização. No acampamento, terão acesso a mantimentos mínimos e materiais de acampamento, enquanto suas máquinas ficam guardadas até a manhã seguinte, sem assistência.

  • Dakar: 4ª vitória de Mário Patrão no Veteran Trophy

    Dakar: 4ª vitória de Mário Patrão no Veteran Trophy

    Pela quarta vez no Dakar 2024, Mário Patrão, piloto apoiado pelo CRÉDITO AGRÍCOLA voltou hoje a ser o piloto mais rápido da classe Veteran Trophy e mantém assim o primeiro lugar.

    Aos comandos de uma Honda CRF 450 RS2 Rally, o piloto apoiado pela CASA DA SORTE gastou 1h47m58s a percorrer os 118 km cronometrados com dunas de cortar a respiração na etapa que ligou Al-Hofuf e Shubaytah, com 645 km quilómetros de extensão.

    ““A etapa de hoje, à semelhança de ontem, foi extremamente longa e dura. A organização tem apostado em waypoints secretos, o que tem dificultado a navegação. Hoje fui penalizado por excesso de velocidade, mas continuo a assegurar o primeiro lugar na minha classe. Tem sido um desafio diário como já referi anteriormente, mas mantenho-me focado na prossecução do meu objetivo que é levar a vitória para Portugal. Dirijo uma palavra de agradecimento aos patrocinadores que permitem que lute e almeje a vitória, ao apoiarem-me””, revela Mário Patrão, piloto também apoiado pela BAHCO que após esta 5ª etapa ocupa o 21º lugar do ranking Rally 2.

    Amanhã, disputa-se a sexta etapa do Rali Dakar 2024 com 584 km disputados em contrarrelógio. A especial será marcada por um desafio inovador estabelecido nesta edição da prova. No desafio 48H Crono: cada concorrente terá de parar pelas 16:00 e acampar numa das seis áreas de descanso que pontuam o percurso da especial. À chegada receberão material básico de acampamento e provisões suficientes para passar a noite no deserto, sem qualquer conexão e, portanto, sem qualquer informação sobre como estão os restantes concorrentes.