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  • Dakar: Bruno Santos 2º rookie e 9º Rally2 na 5ª Etapa

    Dakar: Bruno Santos 2º rookie e 9º Rally2 na 5ª Etapa

    Bruno Santos esteve em excelente plano na quinta etapa Rali Dakar 2024 que ligou Al-Hofuf e Shubaytah. O piloto de Torres Vedras foi o segundo mais rápido dos “Rookies” e averbou uma notável 9ª posição entre os concorrentes Rally 2. 

    Aos comandos de uma Husqvarna, Bruno Santos concluiu o setor seletivo composto por 118km totalmente disputado nas dunas do famoso Rub’ al-Khālī (Empty Quarter) em 1h42m32s classificando-se no 23º lugar absoluto, um resultado que lhe permite subir novamente na tabela geral. Assim, e cumpridas que estão cinco jornadas, o piloto surge na 20ª posição Rally 2, sobe na classificação geral figurando agora no 36º posto e mantém o 4º lugar entre os “Rookies”. 

    “Foi um dia longo e frio. Chegámos hoje ao Empty Quarter, o maior deserto de areia do mundo, num dia pontuado com muitas dunas e areia. Amanhã na sexta etapa vamos cumprir a especial de 48 horas, uma jornada que estamos todos bastante ansiosos de realizar pois vai ser um verdadeiro desafio ficar à noite no deserto isolados de tudo. Hoje foi um dia muito bom. Rolei bastante bem, mas cometi um erro e entrei por antecipação num ponto onde não devia e por este motivo devo sofrer uma penalização o que é uma pena. Mas, faz parte da corrida e ainda há muito Dakar pela frente”, contou Bruno Santos.

    Disputa-se amanhã a sexta etapa do Rali Dakar 2024 que conta com um setor seletivo com 584 km cronometrados. Esta jornada será marcada por um desafio inovador estabelecido nesta edição da prova. No desafio 48H Crono cada concorrente terá de parar pelas 16:00 e acampar numa das seis áreas de descanso que pontuam o percurso da especial. À chegada os pilotos receberão material básico de acampamento e provisões suficientes para passar a noite no deserto completamente isolados do mundo.

  • Hugo Lopes: “Apesar de alguns contratempos e problemas mecânicos, a época foi muito positiva”

    Hugo Lopes: “Apesar de alguns contratempos e problemas mecânicos, a época foi muito positiva”

    Hugo Lopes protagonizou uma época de grande nível em 2023. Acompanhado por Tiago Neves e tripulando um Peugeot 208 Rally4 com as cores da AMSPORT, o piloto viseense logrou ser campeão nacional Júnior, vice-campeão no CPR-2RM e alcançar o título na Rally & You Portugal Cup.

    No início da temporada, o que esperava de 2023?

    “Depois de estar afastado das competições em 2022, o objetivo para 2023 era tentar participar no máximo de provas do CPR-2RM. A ambição era no final da época estar na luta pelo campeonato, mas não sabíamos se seríamos competitivos logo desde início, tendo em conta que os nossos adversários tinham mais experiência nos ralis do Campeonato”.

    Qual foi o maior desafio?

    “Estar à partida de todos os ralis, sem dúvida!… Todos os anos é muito difícil montar um projeto completo para competir ao mais alto nível e termos conseguido realizar todos os ralis do campeonato foi um desafio enorme, que nos deixa muito orgulhosos e satisfeitos de o termos superado mesmo antes de cada prova começar. Quero muito agradecer à minha equipa e aos nossos patrocinadores por estarem connosco e nos apoiarem na carreira”.

    Qual foi o melhor momento e o momento mais despontante?

    “Recordo todos os ralis com boas memórias e aprendizagens, mas tenho de destacar a minha primeira vitória no Rali de Castelo Branco que foi muito disputado e a minha vitória na estreia no Rali Vinho da Madeira. Um rali em que ficámos sem direção assistida no último dia e tivemos de lutar com muita garra e vontade para aguentar a vantagem e garantir o triunfo. Foi uma experiência surreal fazer os troços num ritmo alucinante sem direção assistida… será uma história que iremos recordar para sempre!”

    Que balanço faz da época de 2023?

    “Temporada positiva onde evoluímos bastante e fomos competitivos em todas as provas, estando sempre na luta pela vitória. Apesar de alguns contratempos e problemas mecânicos que nos “tiraram” vitórias e pontos importantes, a época foi muito positiva. O objetivo principal que era vencer a Rally & You Portugal Cup foi alcançado. Fomos ainda campeões entre os juniores e logramos discutir taco-a-taco o título nas duas rodas motrizes, ficando no 2º lugar. Isso deixa-nos muito motivados para o futuro!”

    Já tem os teus planos definidos para 2024?

    “Na próxima época iremos competir na Peugeot Rally Cup Ibérica e na Peugeot Rally Cup Portuga Portugal e, em ambas, o objetivo é lutar pela vitória”.

  • Franco Sport em dificuldades na 4ª etapa 

    Franco Sport em dificuldades na 4ª etapa 

    A equipa Franco Sport viveu ontem um dia menos positivo no Dakar. Depois de um excelente início de setor seletivo da etapa que levou a comitiva da 46ª edição do Rali Dakar até Al-Hofuf, Mário Franco e Daniel Jordão, que ocupavam o 8º lugar a meio dos 299 quilómetros disputados ao cronómetro, foram vítimas de um percalço já muito perto do final que não lhes permitiu terminar sem o apoio da assistência. 

    “”Atacámos muito, vínhamos muito depressa, mas estáveis a gerir bem a corrida, tivemos um furo ao quilómetro 60, mas mesmo assim vínhamos bem, a tirar muito prazer da condução, a explorar mais o carro e a conhecê-lo melhor quando, a 34 quilómetros do fim, tivemos um percalço no carro que deitou tudo a perder. Tivemos umas horas à espera do camião de assistência, que nos iria rebocar. Não conseguimos concretizar o final da etapa pelos nossos próprios meios. O camião da X-Raid rebocou-nos até ao controlo horário e depois trouxe-nos para o bivouac onde se fez a assistência. Vamos ver como se porta hoje o carro nas dunas. Vamos ver como nos vamos sentir. Espero poder dar boas notícias””, explicou Mário Franco, piloto que aos comandos de um Yamaha YXZ 1000R Turbo T3 se encontra a disputar a categoria Challenger. 

    Hoje disputa-se a quinta etapa do Rali Dakar 2024 que vai marcar a entrada dos concorrentes no desafiante Empty Quarter. Serão cumpridos 118 km de especial dos 727 km totais, entre trilhos de areia e dunas sendo que apenas alguns concorrentes conseguirão chegar ao acampamento em Shubaytah antes do pôr do sol.

  • Bernardo Garcia de Castro: “a Categoria GT é uma das mais competitivas na Montanha”

    Bernardo Garcia de Castro: “a Categoria GT é uma das mais competitivas na Montanha”

    Bernardo Garcia de Castro é hoje , por direito próprio, um dos nomes grandes do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group. Verdadeiro “gentleman driver”, o piloto da Galiza tem granjeado o aplauso dos aficionados e dos seus pares, quer pela sua proverbial rapidez, quer pelo seu tremendo fairplay. Em 2023, levou o seu Porsche 997 GT3 Cup ao pódio final da Categoria GT.

    O Bernardo já é “da casa” na Montanha em Portugal. Quanto partiu para a temporada de 2023, que objetivos tinha?

    Somos uma equipe muito competitiva e quando partimos para buscar um campeonato, vamos em frente. À partida de 2023, o nosso objetivo, mesmo sabendo das nossas limitações, era lutar pela conquista do campeonato na Categoria GT.

    Qual foi o maior desafio?

    Talvez ter de enfrentar muitas corridas seguidas em pouco tempo. Acho que fizemos 6 corridas em apenas 3 meses. Tivemos de fazer um grande esforço para ter tudo pronto para cada corrida e agradeço à equipa pelo magnífico trabalho e por me dar todo esse tempo”.

    Quais o melhor e o pior momento da época transata?

    Cada vez que voltamos para casa com o carro inteiro é um bom momento. Mas momentos bons, tenho sempre muitos. Ver meu filho curtindo cada corrida por toda a assistência é sempre um bom momento. Fazer a minha estreia na Falperra foi especial, não esperava fazer os tempos que fiz pela primeira vez. O pior, não conseguir chegar à vitória. Estive muito perto de consegui-la em quase todas as provas, mas faltou sempre algo. Além disso, quero salientar que a Categoria GT do CPM JC Group é, possivelmente, uma das mais competitivas do campeonato!”.

    Que balanço global faz de 2023?

    “O saldo é muito positivo, tendo em conta que somos uma equipa pequena e com um orçamento muito apertado, temos lutado contra grandes pilotos e máquinas, estando umas vezes à frente e outras vezes muito próximos. Além disso, acho que fizemos que o público gostasse. Valorizo ​​muito o alto nível de todas as organizações, uma grande camaradagem entre todos os pilotos. Eu e a equipa estamos ansiosos para estarmos novamente com a Família da Montanha”.

    E agora, estamos a apenas cerca de dois meses do início de mais uma época de Montanha. Quais os seus planos?

    Em 2024 queremos fazer o campeonato inteiro. Tivemos a possibilidade de mudar de carro, mas finalmente, salvo surpresas, continuaremos com o nosso 997. Gostaria ainda de fazer um rali este ano, quiçá em Portugal”.

  • Eva Laranjeira: “carregar 960Kg com 139 cavalos montanha acima… é uma luta!”

    Eva Laranjeira: “carregar 960Kg com 139 cavalos montanha acima… é uma luta!”

    A época 2023 de Eva Laranjeira ficou marcada à partida pela mudança dos 1300 para os Turismo 3, de um Peugeot 205 Rallye para um Kia Picanto, naquele que era, à partida, um passo que piloto e equipa sabiam ser não só arrojado, mas também obrigando a uma “mudança de chip” que levaria o seu tempo. Mesmo assim, a “Dama de Aço” da MNE Sport esteve sempre na luta pelo pódio final da sua Divisão, terminando num positivo Top 4.

    No início da temporada, o que esperava de 2023?

    “A época de 2023 foi uma época de mudança, de adaptação e de muita resiliência. Saí de uma zona de conforto, com o Peugeot 205 Rallye para um carro completamente diferente. Foi um desafio e um passo mais na minha evolução. A frase “somos animais de hábitos” nunca me tinha feito tanto sentido. Criamos resistências, rotinas e hábitos de condução que apenas se adaptam a uma viatura e, portanto, 2023 foi a prova de que essa não é a chave para conseguirmos evoluir”.

    Qual foi o maior desafio?

    “No seguimento da resposta anterior, o maior desafio foi o de passar de uma classe 1300 para os Turismos 3, com tudo o que isso representa. Foi a adaptação a um carro muito mais moderno, muito mais “suave e delicado” que o 205, o Kia Picanto. É uma condução oposta à condução do carro que conduzia até ao início de 2023. O sentimento foi muitas vezes de frustração, de objetivos não alcançados, no entanto no final da época, percebi perfeitamente qual a estratégia que tínhamos adotado e a mais-valia que isso representou”.

    Qual foi o melhor momento e o momento mais despontante?

    “Não saliento nenhum melhor e pior, de facto a temporada foi estável e com um foco evolutivo e sem qualquer pressão de resultados, pois esse não era de todo o objetivo. Obviamente que todos que competimos queremos alcançar os melhores resultados, no entanto tinha plena noção do carro que conduzia, das suas limitações face aos outros da mesma categoria e honestamente “carregar” 960Kg com 139 cavalos montanha acima… é uma luta!”

    Que balanço faz da época?

    “Extremamente positiva. Por todos os motivos referidos anteriormente e por termos levado a bom porto a estratégia delineada”.

    Já tem os seus planos definidos para 2024?

    “Neste momento está tudo em aberto. Tentarei da melhor forma conciliar a condição profissional com a desportiva. Veremos como conseguirei agilizar estas duas realidades”.

  • Dakar: Mário Patrão segura liderança entre os veteranos

    Dakar: Mário Patrão segura liderança entre os veteranos

    Superada a segunda parte da etapa maratona, que correspondeu à 4ª etapa desta edição do Dakar 2024 que hoje conduziu a comitiva até Al-Hofuf, englobando um setor seletivo de 299 quilómetros, Mário Patrão, piloto apoiado pelo CRÉDITO AGRÍCOLA, mantém o primeiro lugar da classificação Veteran Trophy, mantendo ainda a sua posição no Top 20 da competição Rally 2.

    A organização asseverou e cumpriu: A navegação prometia ser desafiante, pelo que a etapa de hoje se revelou particularmente exigente para o piloto apoiado pelo SEIA DO TAVARES, que se estreou nesta edição aos comandos de uma Honda CRF450 RS2 Rally. 

    No final da etapa Mário Patrão explicou: “Há dias assim… Hoje a navegação foi um enorme desafio para mim, perdi um waypoint que estava difícil de alcançar devido ao excesso de pó existente. Não havia nenhuma visibilidade, e preferi optar pela segurança! Foram 15 minutos de penalização, mas amanhã será outro dia. O Dakar é mesmo assim, cada dia é uma aventura e é isso que faz desta prova algo tão especial. Lutar contra as adversidades, superá-las e manter a minha posição é o meu desafio diário, pelo qual mantenho o foco. O apoio dos portugueses tem sido incrível e agradeço do fundo do coração, cada palavra que motiva a minha caminhada aqui.”, salienta o piloto patrocinado pela A&M COSMETICA que, para além da liderança entre os Veteranos e do 20º lugar em Rally 2, ocupa o 36º lugar da classificação geral absoluta.

    A quinta etapa do Rali Dakar 2024 vai marcar a entrada dos concorrentes no desafiante Empty Quarter. Serão cumpridos 118 km de especial dos 727 km totais, entre trilhos de areia e dunas sendo que apenas alguns concorrentes conseguirão chegar ao acampamento em Shubaytah antes do pôr do sol, tal é a dificuldade anunciada pela organização.

  • António Maio com bom ritmo no Rali Dakar

    António Maio com bom ritmo no Rali Dakar

    António Maio concluiu mais uma etapa do Rali Dakar 2024, desta feita a quarta que ligou Al Salamiya a Al-Hofuf na Arábia Saudita. O piloto Yamaha terminou os 299 km cronometrados que compunham a especial de hoje no 22º lugar e ocupa agora o 25º posto da geral. 

    O Major da GNR gastou 3h15m40s a realizar esta especial que começou bem cedo e que se mostrou bastante complexa ao nível da navegação. Apesar da dificuldade da jornada, António Maio está confiante e acredita que o Top20 da classificação geral das motas está ao seu alcance.

    “Hoje foi um dia longo. Começámos bem cedo com uma ligação de 200 km, realizámos uma especial com 300km e no final ainda fizemos mais 200 km de ligação até ao acampamento. Foi uma etapa agridoce porque eu estava com um bom ritmo, mas cometi alguns erros de navegação que me fizeram perder algum tempo. No geral foi uma boa etapa, não caí estou bem fisicamente sem dores nem lesões, a mota está muito bem e o Bruno está a fazer um excelente trabalho. Agora é preparar a jornada de amanhã que será bastante dura”, referiu António Maio.

    Amanhã a caravana avança para a quinta etapa da corrida, que se realiza entre Al-Hofuf e Shubaytah, onde serão cumpridos 645km entre setor seletivo e ligação. Esta jornada marca a entrada dos concorrentes no desafiante Empty Quarter. Serão disputados 118 km de especial entre trilhos de areia e dunas sendo que apenas alguns concorrentes conseguirão chegar ao acampamento em Shubaytah antes do pôr do sol.

  • Ricardo Porém faz Top-5 na etapa e volta a escalar na classificação

    Ricardo Porém faz Top-5 na etapa e volta a escalar na classificação

    Ricardo Porém, navegado pelo argentino Augusto Sanz, teve hoje uma etapa muito positiva no Dakar. Depois de nos primeiro dias ter sofrido um pouco com partidas mais atrás no pelotão, o piloto de Leiria mostrou hoje um andamento dentro do que se tinha proposto, terminando a etapa no TOP 5 entre os Challenger, ascendendo a 12.º na classificação geral da categoria.

    “Sabíamos que seria possível rodar neste registo. Terminamos com 5.º lugar, numa etapa muito rápida, onde andamos sempre muito perto do Top Speed, uma etapa com alguns desafios ao nível da navegação, onde também apanhámos algum pó. A etapa finalizou com algumas dunas bem divertidas, foi fantástico. Amanhã o dia começa com 500km de ligação, para uma etapa curta rumo ao Empty Quarter, onde queremos continuar a demonstrar o nosso andamento positivo”, explicou o piloto de Leiria.

    Amanhã os pilotos e máquinas vão ter pela apenas 188km de especial, que conta com um total de 727km. A especial ligará que liga a Al Hofuf a Shubaytah, zona remota junto a um dos maiores desertos do Mundo.

  • Rui Gonçalves termina o dia na 8ª posição

    Rui Gonçalves termina o dia na 8ª posição

     A subir de forma, o piloto da Sherco esteve novamente num excelente nível conseguindo pela primeira vez entrar no grupo dos 10 mais rápidos, fechando a etapa de hoje num brilhante oitavo posto.

    Depois de dois dias muito difíceis com etapas longas e demolidoras, aquela que foi a primeira etapa maratona deste Dakar foi ligeiramente mais curta em termos de setor seletivo com 299km disputados ao cronómetro mas com mais de 400 km de ligação o que saldou num dia de novo cansativo e com muitas horas em cima da moto.

    Rui Gonçalves adotou uma toada mais agressiva e conseguiu desde o início “intrometer-se” no  grupo da frente rodando de forma segura e com muito foco na navegação. No final deste troço disputado no deserto Rui Gonçalves mostrava-se bastante satisfeito com o resultado alcançado.

    ” A etapa de hoje foi mais curta mas em contrapartida tivemos uma grande ligação acabando por ser um dia novamente com muitas horas em cima da moto. Foi um dia com um percurso rápido e com bastante areia o que fazia com que fosse fácil cometer erros de navegação mas, felizmente, consegui não cometer erros e essa foi a chave para fazer o meu primeiro resultado dentro do Top 10, resultado que me deixa muito satisfeito e motivado para os restantes dias. Queria agradecer a toda a equipa que tem feito um grande trabalho todos os dias para me dar o melhor, a todos os patrocinadores e toda a gente que me tem apoiado.”

    O Dakar prossegue amanhã com uma nova etapa, que desta feita que irá ligar Al Hofuf a Shubaytah, com apenas 118 km efetuados em troço cronometrado mas uma longa ligação de 517 km.

  • Dakar: João Ferreira vence 4ª etapa e recupera 17 minutos

    Dakar: João Ferreira vence 4ª etapa e recupera 17 minutos

    João Ferreira e Filipe Palmeiro venceram a quarta etapa do Rally Dakar 2024. O piloto de Leiria e o navegador de Portalegre demonstraram hoje, de forma perentória, o favoritismo a que eram apontados no início desta prova, recuperando mais de 17 minutos para o atual líder da classificação, e voltando a fazer sonhar todos os portugueses que confiam com a primeira vitória portuguesa no Dakar.

    “Fizemos uma etapa limpa isenta de erros e que, acima de tudo, nos fez recuperar bastante tempo para o nosso companheiro na South Racing, e líder da Geral SSV, Gerard Farres. Estamos conscientes do nosso andamento e sabemos que não podemos cometer erros até ao final se queremos sonhar com um bom resultado neste Dakar. Trabalho e empenho vão ser as palavras de ordem ao longos dos próximos dias.” afirmou o piloto da Can-Am Factory Racing.

    Na quinta etapa do Dakar, que liga Al-Hofuf a Shubaytah, os pilotos enfrentam um percurso total de 727km, incluindo uma especial de 118km. Apesar da distância relativamente curta, a jornada é desafiadora devido sempre temível entrada no deserto do Empty Quarter que coloca os pilotos diante das imponentes dunas que prometem testar a sua resistência. Antecipa-se uma queda nas velocidades médias à medida que as condições se tornam cada vez mais difíceis.