Nova vitória no R-GT e na Categoria Sideways reforça a dupla liderança de Vítor Pascoal no Castrol Portugal Rally Series.
Fim de semana praticamente perfeito para Vítor Pascoal e Ricardo Faria em Castanheira de Pera. A dupla do Baião Rallye Team voltou a confirmar o excelente momento que atravessa no Castrol Portugal Rally Series 2026 – O Neveiro e a Lã, conquistando nova vitória no Grupo R-GT e na Categoria Sideways, à qual juntou um excelente 4.º lugar da classificação geral.
Aos comandos do Porsche 991.2 GT3 Cup, Pascoal enfrentou uma concorrência cada vez mais numerosa e competitiva, mas voltou a impor-se nas duas frentes que constituem os grandes objetivos da sua temporada. Um resultado que ganha ainda maior expressão pelo desempenho absoluto, com o piloto baionense a colocar o Porsche às portas do pódio geral.
“Foi um fim de semana fabuloso. Voltámos a vencer no R-GT e na Sideways, conseguimos um excelente quarto lugar da geral e fizemo-lo perante uma concorrência que está cada vez mais forte. Tivemos de andar muito bem para conseguir estes resultados e isso deixa-nos naturalmente muito satisfeitos”, afirma Vítor Pascoal.
O pleno conseguido em Castanheira de Pera permite ao piloto do Baião Rallye Team reforçar a liderança pontual nas duas categorias e aproximar-se cada vez mais dos grandes objetivos traçados para 2026. Com a temporada a entrar na sua fase decisiva, as contas começam já a ganhar contornos muito favoráveis.
“Demos mais um passo muito importante. Reforçámos as nossas lideranças e é evidente que os títulos começam a bater à porta. Ainda não conquistámos nada e temos de continuar concentrados, mas estamos numa posição muito boa e queremos transformar todo o trabalho que temos feito desde o início da época nesses dois títulos“, sublinha.
Vítor Pascoal voltou igualmente a deixar palavras muito positivas para o ambiente vivido em mais uma ronda do Castrol Portugal Rally Series. O muito público presente nas classificativas e nas zonas de animação contribuiu para transformar a passagem do campeonato por Castanheira de Pera numa verdadeira festa dos ralis.
“Foi novamente impressionante ver tanta gente. Viveu-se uma festa fantástica e este campeonato está cada vez mais forte, tanto competitivamente como na capacidade de levar o público às provas e de o envolver no evento. É um prazer competir num ambiente destes e só podemos dar os parabéns a todos os que estão a fazer crescer o Rally Series desta forma”, acrescenta o piloto.
Com mais duas vitórias, um Top 4 absoluto e vantagens cada vez mais sólidas no R-GT e na Categoria Sideways, Vítor Pascoal e Ricardo Faria saem de Castanheira de Pera ainda mais perto de transformar uma temporada marcada pela consistência e pelas vitórias numa dupla consagração no Castrol Portugal Rally Series 2026.
Ausência de Armando Freitas abriu o jogo e os problemas de Diogo Marques e José Carlos Magalhães mudaram o rumo da prova. Hugo Magalhães foi eficaz, conquistou a primeira vitória da temporada e saltou para terceiro no campeonato.
A Rampa Internacional de Boticas confirmou que o Campeonato de Portugal de Montanha 1300 JC Group atravessa uma das fases mais imprevisíveis e interessantes da temporada. A ausência do líder Armando Freitas abriu naturalmente o leque de candidatos ao triunfo e foram vários os pilotos que chegaram ao coração de Trás-os-Montes com legítimas ambições de aproveitar a oportunidade.
E houve de tudo. Um duelo ao milésimo no sábado, problemas técnicos a afastarem dois dos principais candidatos e, no final, uma exibição de grande eficácia de Hugo Magalhães, que levou o Suzuki Swift GTI à primeira e muito saborosa vitória da temporada. O piloto terminou com 6:15,838, batendo Diogo Marques (Toyota Starlet) e Francisco Macedo (Peugeot 106 XSI), num pódio que espelhou bem as muitas mudanças vividas ao longo dos dois dias de competição.
A jornada inaugural tinha deixado antever uma batalha extraordinária entre Diogo Marques e José Carlos Magalhães. Vencedor na Capital do Móvel, o jovem famalicense confirmou imediatamente que atravessa uma excelente fase e terminou a primeira Subida de Prova na frente com 3:06,687. Mas praticamente colado ao Toyota estava o Peugeot 205 Rallye da MNE Sport, com José Carlos Magalhães a registar 3:06,778. Apenas 91 milésimos separavam os dois primeiros depois dos mais de cinco quilómetros de Boticas.
Tudo apontava para um duelo memorável no domingo, mas a mecânica acabou por interferir decisivamente nas contas. Os dois foram afetados por problemas técnicos. No caso de Diogo Marques, as dificuldades condicionaram a sua prestação, retirando-lhe argumentos para continuar a lutar pela vitória, mas não impediram o piloto da Famaconcret Racing Team de levar o Toyota Starlet até ao final e salvar um excelente segundo lugar.
Para José Carlos Magalhães, o desfecho foi bem mais cruel. Depois de terminar o sábado a somente 91 milésimos da liderança e perfeitamente lançado na discussão pelo triunfo, os problemas no Peugeot 205 Rallye da MNE Sport ditaram um inglório abandono, deixando o piloto sem classificação final.
Num fim de semana tão exigente, não bastava ser rápido. Era preciso estar sempre presente, evitar erros e aproveitar todas as oportunidades. E foi exatamente isso que Hugo Magalhães fez. O piloto do Suzuki Swift GTI manteve-se permanentemente na discussão e, quando os problemas atingiram os adversários, respondeu com velocidade e eficácia para conquistar a primeira vitória da temporada.
Um triunfo que não surgiu do nada. Hugo já tinha demonstrado competitividade com dois pódios anteriores, alcançados na Rampa da Penha e na Rampa do CAR, e em Boticas deu finalmente o passo que faltava para chegar ao lugar mais alto.
O resultado tem ainda um impacto muito importante no campeonato. Hugo Magalhães saltou para a terceira posição da tabela pontual, aproximando-se de José Carlos Magalhães, que mantém o segundo lugar, enquanto Armando Freitas continua isolado no comando apesar de ter falhado a jornada transmontana.
Também merecidíssimo foi o terceiro lugar de Francisco Macedo. O piloto do Peugeot 106 XSI esteve muito forte durante os dois dias, mostrando rapidez e consistência num traçado particularmente exigente para as pequenas máquinas dos 1300. Sem se deixar envolver pelos problemas que foram atingindo alguns dos adversários, Francisco Macedo construiu uma prestação muito sólida e terminou a apenas 728 milésimos de Diogo Marques.
Logo atrás do trio da frente, Luís Ribeiro realizou também uma prova muito eficaz com o Fiat Punto 85 Sport, conseguindo escapar às armadilhas de Boticas e garantindo um meritório quarto lugar. O Top 5 ficou completo com Alexandre Duarte, que levou o Toyota Starlet EFI (EP71).
Entre os Clássicos 1300, a vitória pertenceu a Gabriel Freitas, que cumpriu o exigente fim de semana transmontano aos comandos do seu carismático Fiat 127, terminando com 8:51,730 e garantindo o triunfo na divisão.
Terceira participação e terceira vitória da temporada para o piloto do Ford Escort RS1600. Ricardo Pereira resiste à forte pressão de Pedro Silva, conquista pontos preciosos e mantém-se na liderança do campeonato.
Três grandes pilotos, três máquinas fabulosas e uma luta com muito para decidir nas contas do Campeonato de Portugal de Clássicos de Montanha JC Group. A Rampa Internacional de Boticas reuniu Rui Costa, Ricardo Pereira e Pedro Silva para mais um confronto entre alguns dos grandes protagonistas da temporada, mas, na discussão pela vitória, houve um homem claramente acima dos restantes.
Aos comandos do espetacular Ford Escort RS1600, o piloto impôs um ritmo que os adversários nunca conseguiram acompanhar e conquistou de forma categórica a terceira vitória da temporada em outras tantas participações. Desde as primeiras passagens pelos exigentes 5,11 quilómetros do traçado transmontano ficou evidente que Rui Costa tinha andamento para assumir o comando. O piloto do Ford Escort RS1600 foi construindo uma vantagem muito expressiva e terminou a prova com 5:25,934, nada menos que 11,598 segundos à frente do segundo classificado.
Três provas disputadas em 2026. Três vitórias. Um pleno que mantém Rui Costa completamente dentro da batalha pelo campeonato, apesar das duas ausências.
Se a discussão pelo triunfo teve dono, atrás de Rui Costa houve uma luta bem mais intensa. Ricardo Pereira e Pedro Silva protagonizaram um interessante confronto pelo segundo degrau do pódio, com os dois pilotos obrigados a atacar num traçado onde qualquer pequena hesitação poderia fazer a diferença. Ricardo Pereira acabou por levar a melhor. Aos comandos do seu Ford Escort RS 2000 garantindo o segundo lugar e, sobretudo, um importante conjunto de pontos para as contas do campeonato, que continua a liderar.
Logo atrás ficou Pedro Silva. O piloto do magnífico Volkswagen Golf 16S respondeu à altura e terminou apenas 4,171 segundos atrás de Pereira, garantindo o terceiro lugar. Para Pedro Silva, o resultado significou ainda a conquista do segundo pódio da temporada, confirmando uma época de muito bom nível e mantendo perfeitamente possível o objetivo de terminar 2026 entre os três primeiros da classificação final do campeonato.
Aos 19 anos, o piloto açoriano conquistou as 2 Rodas Motrizes na sua primeira participação na emblemática prova e reforçou uma temporada de afirmação, marcada por rapidez, consistência e maturidade.
Pedro Câmara Jr. assinou mais um resultado de grande destaque na temporada de 2026 ao vencer a categoria 2 Rodas Motrizes (2RM) do Azores Rally, naquela que foi a sua estreia na emblemática prova açoriana.
Com este triunfo, o jovem piloto de 19 anos soma agora cinco vitórias consecutivas no Campeonato Regional dos Açores, consolidando uma época que tem superado expectativas e reforçado o seu estatuto como uma das revelações do automobilismo açoriano.
Num rali particularmente exigente, Pedro Câmara Jr. impôs desde cedo um ritmo competitivo, mas sem abdicar de uma abordagem controlada: “Foi um rali muito difícil e exigente. Entrámos desde o início com um ritmo forte, mas sempre com alguma margem e muito conscientes de que, neste momento da minha carreira, o meu maior adversário sou eu próprio. Tenho de estar focado em mim, em aprender o máximo possível e em continuar a evoluir”, explicou.
A vitória teve ainda um significado especial por ter sido alcançada numa prova que Pedro Câmara Jr. cresceu a admirar: “Foi um gosto e um prazer enorme participar e vencer o meu primeiro Azores Rally. É uma prova pela qual sempre tive uma enorme admiração e ambição de um dia poder fazer. Conseguir estar aqui, competir e vencer é, sem dúvida, um sonho tornado realidade.”
No primeiro ano aos comandos de uma viatura Rally4, Pedro Câmara Jr. tem vindo a destacar-se não apenas pelos resultados, mas também pela consistência e capacidade de gestão das provas.
O piloto sublinha que a evolução desportiva tem sido acompanhada pelo crescimento do projeto que envolve equipa, patrocinadores e parceiros: “Acho que é importante reconhecer o mérito de toda a equipa e dos meus patrocinadores. Esta época só está a ser possível graças ao trabalho de todos. Temos conseguido construir um projeto cada vez maior e os resultados são fruto de muito trabalho, dedicação e aprendizagem.”
Depois do triunfo no Azores Rally, o jovem piloto prepara-se para um mês de setembro particularmente intenso, com participações previstas no Rali da Água Transibérico Eurocidade Chaves-Verín, no Rallye Villa de Llanes e no Rali Casinos do Algarve.
Circuito Volvo EX60 vai percorrer o país durante três semanas, dando a conhecer o novo SUV elétrico através de sessões explicativas e experiências de condução.
Com a chegada das primeiras unidades do novo EX60 a Portugal, a Volvo Car Portugal lança o Circuito Volvo EX60, uma iniciativa destinada a aproximar o público da mobilidade elétrica e a proporcionar contacto direto com o mais recente SUV da marca. Ao longo de três semanas, clientes e interessados poderão conhecer o modelo, esclarecer dúvidas sobre autonomia, carregamento, tecnologia e custos de utilização, e realizar test drives gratuitos mediante marcação prévia.
“O EX60 representa uma nova geração de automóveis elétricos, combinando uma autonomia de referência, tecnologia intuitiva, carregamentos mais rápidos e as mais recentes inovações da Volvo em matéria de segurança”, destaca Nuno Silva, Diretor Comercial da Volvo Car Portugal.
A gama inclui três versões. O P12 AWD Electric oferece até 810 km de autonomia e pode recuperar até 340 km em apenas 10 minutos num posto de 400 kW. O P10 AWD Electric anuncia até 660 km e o P6 Electric até 620 km.
O EX60 assenta na nova plataforma elétrica SPA3 e estreia o sistema central HuginCore. É também o primeiro Volvo a integrar o Google Gemini e a utilizar o novo cinto de segurança multiadaptativo. Em Portugal, o modelo está disponível a partir de 50.650 euros + IVA. As primeiras unidades das versões P6 e P10 já chegaram ao mercado nacional, seguindo-se posteriormente a versão P12.
Sessões Breakfast e Sunset
Cada etapa do Circuito Volvo EX60 terá duas sessões diárias, uma em formato Breakfast e outra Sunset, conduzidas por Ricardo Oliveira, fundador da World Shopper e do projeto Viver Elétrico. Durante cerca de 30 minutos serão abordados temas relacionados com a utilização real de um automóvel elétrico, seguindo-se um período de perguntas e respostas e a possibilidade de experimentar o EX60 em estrada.
“Será um enorme prazer participar neste Circuito Volvo EX60 e partilhar de forma prática e transparente a experiência real de utilização do Volvo EX60 e os seus benefícios no dia a dia”, afirma Ricardo Oliveira.
Problemas mecânicos deixaram o portuense sem tempo de prova no sábado, mas uma resposta imperial nas duas subidas decisivas de domingo valeu-lhe o segundo triunfo consecutivo. António Barros e Gonçalo Macedo completaram o pódio.
Que remontada de Joaquim Soares na Rampa Internacional de Boticas!
A sexta jornada do Campeonato de Portugal de Legends de Montanha JC Group transformou-se numa demonstração de velocidade, sangue-frio e capacidade de reação do piloto portuense. Depois de um sábado muito complicado, Soares chegou ao domingo pressionado pela necessidade de registar obrigatoriamente tempos nas duas Subidas de Prova que restavam. Não só cumpriu essa missão como partiu decididamente ao ataque, venceu ambas e conquistou a segunda vitória consecutiva da temporada, reforçando de forma inequívoca a candidatura ao título.
A ausência em Boticas de João Pires, líder da classificação pontual, aumentava ainda mais a importância da jornada para as contas do campeonato. Joaquim Soares aproveitou plenamente a oportunidade, mas teve de superar primeiro uma situação bastante delicada.
Os problemas mecânicos sentidos no BMW E36 M3 condicionaram fortemente a jornada inaugural de Joaquim Soares, chegando mesmo a impedi-lo de disputar a única Subida de Prova realizada no sábado. O cenário para domingo era, por isso, muito claro e nada confortável: Soares tinha obrigatoriamente de completar as duas Subidas de Prova para conseguir classificação final. Qualquer problema, erro ou desistência significaria sair de Boticas sem pontuar.
Mas a resposta foi de campeão. Em vez de se limitar a gerir e procurar os tempos necessários, o piloto do Porto atacou. Foi o mais rápido nas duas subidas de domingo, virou completamente a classificação e terminou com 5:46,741, conquistando uma extraordinária vitória com 3,477 segundos de vantagem sobre António Barros.
Depois do triunfo alcançado na Capital do Móvel, Joaquim Soares soma assim a segunda vitória consecutiva, resultado particularmente importante numa jornada em que João Pires esteve ausente e que deixa o portuense ainda mais envolvido na discussão pelo título.
António Barros voltou a estar ao nível a que habituou a Montanha portuguesa. O bicampeão nacional em título aproveitou os problemas de Soares para terminar o sábado no comando e entrou na jornada decisiva numa posição privilegiada. No domingo, perante o fortíssimo ataque do rival, Barros manteve uma prestação sólida e eficaz com o seu BMW E36 M3, assegurando um excelente segundo lugar final, com 5:50,218. Não conseguiu travar a recuperação de Soares, mas voltou a demonstrar porque continua a ser uma das grandes referências dos Legends nacionais.
O terceiro lugar foi um saboroso prémio para Gonçalo Macedo. Aos comandos do Citroën Saxo, realizou uma prova sempre em crescendo, aumentando progressivamente o ritmo e aproveitando da melhor forma as oportunidades que uma exigente Rampa Internacional de Boticas foi proporcionando. Com um tempo final de 5:58,252, Gonçalo Macedo garantiu a terceira posição e uma merecida subida ao pódio, terminando a 11,511 segundos do vencedor.
Logo atrás do pódio, Armindo Correia confirmou a competitividade do seu Peugeot 306, terminando na quarta posição, enquanto Pedro Brito, aos comandos do Citroën Saxo Cup, completou o Top 5 dos Legends.
Quem viveu o reverso da medalha foi Filipe Macedo. O bracarense teve um fim de semana para esquecer, marcado por um toque forte e posteriores problemas no Citroën Saxo, acabando por abandonar e ficando impedido de lutar pelos lugares cimeiros para os quais o seu habitual andamento o apontava.
Boticas acabou, assim, por provocar uma importante mexida na luta pelo Campeonato de Portugal de Legends de Montanha JC Group. Com João Pires ausente e Joaquim Soares a responder com uma segunda vitória consecutiva depois de uma recuperação memorável, a discussão pelo título ganha ainda maior intensidade à entrada das duas jornadas finais da temporada.
Protótipo estratégico revela a visão futura da Polestar e antecipa elementos que chegarão ao novo Polestar 2, previsto para 2027, e ao futuro Polestar 7.
A Polestar confirmou o desenvolvimento do Formula 2030, um protótipo criado para mostrar a próxima evolução do design da marca sueca de automóveis elétricos de performance. Integrado numa estratégia mais ampla para 2030, o projeto pretende reforçar os pilares de performance, tecnologia e sustentabilidade da Polestar, ao mesmo tempo que antecipa soluções que deverão chegar aos futuros modelos de produção.
O Formula 2030 inclui elementos de design previstos para o novo Polestar 2, cujo lançamento está anunciado para 2027, e para o futuro Polestar 7. A equipa liderada por Philipp Römers procurou evoluir a linguagem escandinava já associada à marca, introduzindo novas abordagens ao design exterior e interior, aos materiais e à sustentabilidade, sem abandonar elementos distintivos como os faróis Dual Blade.
“O design e a identidade da Polestar são já tão fortes que era evidente a necessidade de uma evolução ousada, e não de uma revolução”, explicou Philipp Römers, Head of Design da marca. “O Formula 2030 concretiza essa visão, apresentando o nosso futuro, ao mesmo tempo que respeita elementos distintivos da marca, garantindo que continua a ser imediatamente identificável como um Polestar”, acrescentou.
Antes da apresentação pública, o protótipo será mostrado em Gotemburgo, na sede da marca, a investidores, parceiros e a um grupo restrito de clientes, durante um evento dedicado à estratégia Formula 2030. A estreia mundial do Polestar Formula 2030 está prevista ainda para 2026, momento em que deverão ser conhecidos mais detalhes sobre aquele que será o primeiro grande sinal da próxima fase estética e tecnológica da marca.
Bracarense venceu as seis subidas do programa e liderou um pódio formado pelos três candidatos ao título absoluto. Excelente organização do Demoporto e muito público marcaram uma Rampa Internacional de Boticas recheada de grandes duelos.
A Rampa Internacional de Boticas confirmou plenamente o estatuto de uma das grandes provas do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group. A sexta jornada da temporada proporcionou intensa competição num dos traçados mais exigentes do calendário, perante uma excelente moldura humana e com emoção constante nas muitas lutas travadas ao segundo, ao décimo e, não raras vezes, ao milésimo. O Demoporto voltou a apresentar uma máquina organizativa muito bem afinada. Foram muitos os incidentes registados, mas a experiente estrutura respondeu sempre com rapidez e eficácia.
José Correia assina uma exibição de luxo
Há fins de semana em que um piloto simplesmente não deixa nada para os adversários. Foi exatamente isso que José Correia fez em Boticas. O piloto e patrão da JC Group Racing Team assinou uma das melhores exibições vistas nos últimos anos no Campeonato de Portugal de Montanha, impondo a poderosa Osella PA30 em todas as ocasiões em que entrou em pista.
Foram seis subidas e seis melhores tempos: três nas Subidas de Treinos Oficiais e três nas Subidas de Prova. Correia já tinha terminado o sábado com uma vantagem expressiva e no domingo não levantou minimamente o pé. Voltou a ser o mais rápido nas duas subidas decisivas e fechou as contas com 4:35,389, vencendo por expressivos 9,525 segundos. Uma vitória categórica, construída num traçado particularmente exigente e que reforça fortemente a candidatura do bracarense à conquista do título absoluto.
Se Correia esteve inalcançável, Nuno Caetano voltou a confirmar o excelente momento que atravessa. Depois da histórica primeira vitória absoluta alcançada na Rampa Capital do Móvel, o piloto português radicado em Londres voltou a colocar a Osella PA2000 EVO2-PA30 da Power House no pódio. Caetano terminou a cerca de 9 segundos, num importante segundo lugar, demonstrando novamente que velocidade e consistência não lhe faltam para discutir o campeonato até ao fim.
E depois há Tomás Pinto. Ou, como começa a ser inevitável chamar-lhe, “Super Tomás”. O jovem piloto da Famaconcret Racing Team viveu um sábado de contrastes. Dominou claramente entre os Protótipos B nos treinos, chegou a ser segundo absoluto, mas foi fortemente prejudicado pela chuva na primeira Subida de Prova.
No domingo respondeu como os grandes pilotos respondem: atacando. Com 2:23,690 e 2:24,045 nas duas subidas decisivas, levou o BRC CM05 Evo até ao terceiro lugar absoluto, e conquistou mais uma vitória categórica entre os Protótipos B. Aqui, atrás de Tomás Pinto terminaram Gonçalo Inácio (BRC B49) e Sérgio Nogueira (Silver Car S3), com Nuno Guimarães a ficar a escassos 176 milésimos do pódio.
José López-Fombona, no espetacular Audi RS5 DTM, foi quarto, seguido por Carlos Gonçalves, em Osella PA21/S, e pelo campeão nacional Hélder Silva, na Osella PA21/S Evo. Gonçalo Inácio, Sérgio Nogueira, Nuno Guimarães e Luís Nunes completaram, por esta ordem, o Top 10 absoluto.
José Rodrigues só precisou de duas subidas para dominar os GT
Na Categoria GT, a superioridade de José Rodrigues voltou a ser esmagadora. Mesmo recorrendo ao seu “antigo” Porsche 997 GT3 Cup, o campeão nacional em título mostrou-se completamente senhor dos acontecimentos. Tal foi a vantagem construída que Rodrigues apenas necessitou dos tempos das duas primeiras Subidas de Prova para garantir a vitória, terminando com 5:09,650.
Atrás do vencedor, aplauso para Daniel Vilaça, segundo com 5:21,501, e para Beatriz Correia, terceira com 5:28,398. Ambos continuam a realizar excelentes temporadas e saem de Boticas separados por uma margem muito curta nas contas do campeonato, mantendo um interessante taco-a-taco pela condição de vice-campeão nacional de GT.
Luís Delgado venceu grande batalha dos Turismos
A ausência de Pedro Alves abriu completamente a discussão pela vitória na Categoria Turismo, e quem melhor aproveitou foi Luís Delgado. O piloto flaviense regressou em grande nível e levou o Kia Cee’d ao triunfo com 5:10,966, numa prestação que o colocou inclusivamente muito perto dos dez primeiros absolutos.
Delgado teve, porém, de contar com a forte oposição de Guilherme Silva. O piloto do Audi RS3 LMS foi particularmente competitivo, assegurando o segundo lugar da geral dos Turismo e dos Turismo 2. Apenas 9,924 segundos separaram os dois no somatório das duas melhores Subidas de Prova.
A batalha pelo último lugar do pódio absoluto da categoria foi ainda mais apertada e terminou favoravelmente para Daniel Pacheco. O piloto do Mitsubishi Lancer Evo X venceu os Turismo 1 e fechou a prova com 5:21,562, apenas 0,303 segundos à frente de Parcídio Summavielle, que levou o Škoda Fabia R5 aos 5:21,865. Uma diferença mínima, bem ilustrativa do nível de competitividade vivido em Boticas.
Nos Turismo 1, portanto, Pacheco impôs-se a Summavielle, enquanto Paulo Silva, com o Ford Fiesta R5, completou o pódio da divisão. A vitória nos Turismo 2 ficou nas mãos de Luís Delgado, secundado por Guilherme Silva.
Muito animada esteve igualmente a luta nos Turismo 3, onde Nuno Guimarães levou de forma brilhante a melhor com o Ginetta G40. Logo atrás, Carlos Silva colocou o Renault Clio RS na segunda posição, a 3,2 segundos, enquanto Aníbal Pinto, também em Renault Clio RS, terminou em terceiro, somente 728 milésimos atrás de Carlos Silva. Uma luta cerradíssima que se prolongou até à derradeira subida e mostrou como cada milésimo contou.
Oito vezes Luís Nunes!
Se houve um título nacional que ficou resolvido em Boticas foi o da Categoria Super Challenge. E o protagonista só poderia ser Luís Nunes. O piloto de Valpaços voltou a realizar uma exibição de enorme nível com o Škoda Fabia R5, vencendo a categoria e os SC-A, num andamento que lhe permitiu terminar num impressionante 10.º lugar da classificação absoluta do CPM. Mais importante ainda, confirmou matematicamente o oitavo título nacional de categoria da carreira, distribuídos entre Turismo e Super Challenge, reforçando um palmarés que o coloca indiscutivelmente entre as grandes figuras da história da Montanha portuguesa.
A superioridade de Nunes não retirou brilho à excelente prestação de José Pires. O imponente Nissan GT-R R35 mostrou-se particularmente eficaz nos 5,11 quilómetros de Boticas e levou o seu piloto ao segundo lugar dos SC-A e da categoria. E foi igualmente muito positivo o regresso de José Lameiro: depois da paragem, o piloto da Diatosta rapidamente reencontrou o ritmo competitivo e colocou o Škoda Fabia MK3 no terceiro degrau do pódio.
A grande surpresa nos SC-B veio de Césaro Simões. O espetacular BMW F82 M4 esteve em excelente plano e o piloto soube explorar todo o potencial para conquistar uma categórica vitória. Também muito forte esteve Luís Silva, que no regresso do poderoso BMW E30 M3 da Famaconcret Racing Team ficou a 5,698 segundos do vencedor e garantiu o segundo lugar. O piloto de Boticas Bruno Gonçalves, aos comandos do Volkswagen Golf GTI R35, completou o pódio da divisão, numa prestação muito consistente.
Já entre os SC-C, Bruno Carvalho voltou a mostrar por que razão tem sido a grande referência da divisão ao longo da temporada. O lisboeta impôs o rapidíssimo Citroën Saxo S1600 em 5:26,058, mas encontrou em Alberto Pereira um adversário de grande nível. O piloto do Honda Civic Type R terminou segundo, a 9 segundos, enquanto Francisco Vieira Leite, sempre eficaz com o Toyota Corolla T-Sport, assegurou o terceiro posto.
Nos SC-D, Bruno Gomes prolongou a extraordinária campanha que tem realizado. O piloto de Lousada voltou a colocar o Fiat Punto 85 Sport no lugar mais alto do pódio. A segunda posição pertenceu a Tiago Teixeira, com o Peugeot 106 Rallye, enquanto Miguel Ângelo Oliveira, aos comandos do Peugeot 106 XSI, completou o trio da frente.
Bruno Lima, Jorge Machado, Sérgio Dias, Manuel Pinto, Tomás Almeida, João Pinheiro e Santiago Henriques venceram a sexta e penúltima jornada do Campeonato de Portugal de Ralicross/Kartcross.
O Circuito do Lanço Grande recebeu este domingo o Ralicross de Castelo Branco, numa jornada marcada por finais muito disputadas e pela conquista antecipada do título dos Supercars por Sérgio Dias. Ao volante do Ford Fiesta, Sérgio Dias acabou por ser o único dos três inscritos na categoria a marcar presença, perante as ausências de Joaquim Machado e Leonel Sampaio. Cumprido o programa, garantiu matematicamente o campeonato antes da última ronda.
Manuel Pinto manteve a excelente temporada no Open RX, somando a quinta vitória do ano com o Citroën C2. Artur Monteiro e Diogo Pinto completaram o pódio.
Na Nacional 2RM, Bruno Lima venceu uma final particularmente acidentada. Um incidente logo na segunda curva deixou Hélder Ribeiro, Tiago Ventura e Andreia Sousa impossibilitados de alinhar no recomeço. Na segunda partida, novas desistências reduziram rapidamente o pelotão, com Bruno Lima a levar o Citroën Saxo ao triunfo diante de Luís Clemente.
Tomás Almeida conquistou a segunda vitória da época nos Iniciados, superando Michael Braun e Lucas Moura. Nos Super 1600, Jorge Machado voltou a dominar com o Peugeot 208 S1600, terminando à frente de Luís Pedro Ferreira, na estreia com o Renault Twingo S1600, e Bruno Campos.
Primeira vitória de João Pinheiro no Kartcross
No Kartcross, João Pinheiro aproveitou da melhor forma a pole position e escapou à confusão gerada na primeira curva para conquistar a primeira vitória da temporada com o LBS-RX01.
Guilherme Matos, Gustavo Henriques, João Medina e João Dinis foram obrigados a abandonar após os incidentes do arranque. Na frente, Pinheiro manteve Fábio Machado à distância, enquanto o líder do campeonato, Sérgio Castro, terminou no terceiro lugar. No Troféu Júnior de Kartcross, Santiago Henriques venceu com o LBS SX01, à frente de Lourenço Rocha, Afonso Couto e Eduardo Soares.
Com Castelo Branco concluído, o CPR/K entra agora na derradeira jornada com o título dos Supercars já entregue, mas várias decisões ainda por fechar.
Dupla formada por Pedro Lago Vieira e Paulo Lopes levou a melhor na Ronda #4 do Castrol Portugal Rally Series, depois de uma luta ao segundo com Dani Sordo e Patrícia Sáiz que terminou na PEC 7.
Pedro Lago Vieira e Paulo Lopes foram os grandes vencedores do Castrol Portugal Rally Series – O Neveiro e a Lã, quarta ronda da temporada, disputada em Castanheira de Pera. A dupla esteve envolvida numa intensa luta com Dani Sordo e Patrícia Sáiz, mas os problemas sofridos pela formação espanhola na PEC 7 acabaram por abrir caminho ao triunfo de Lago Vieira, que reforça assim a liderança da classificação geral.
Adruzilo Lopes e Vítor Hugo terminaram no segundo lugar, a 9,5 segundos da vitória, numa jornada de adaptação ao Škoda Fabia RS Rally2. A dupla venceu ainda entre os Gentleman. Tiago Silva e Jorge Henriques completaram o pódio absoluto, conquistando a sua primeira presença entre os três primeiros no Portugal Rally Series.
Tiago Pereira estreia-se a vencer nas 2RM
Nas duas rodas motrizes, Tiago Pereira e Fernando Pereira conquistaram a vitória depois de uma luta intensa com Pedro Silva e Ricardo Moura, chegando à liderança apenas na derradeira classificativa.
Apesar de perderem a vitória na ronda, Pedro Silva e Ricardo Moura saem de Castanheira de Pera com a liderança reforçada na categoria.
Miguel Matos e João Gonçalves completaram o pódio das 2RM e venceram entre os 2WD, enquanto Francisco Piçarra e Alexandre Rodrigues triunfaram entre os Júnior, acumulando ainda o segundo lugar nos 2WD.
Pascoal vence duelo nos GT e Ernesto Cunha regressa com triunfo
Vítor Pascoal e Carlos Fernandes protagonizaram outra das grandes lutas do fim de semana, discutindo ao segundo a vitória no GT3 Rally Trophy e na categoria Sideways. O piloto amarantino acabou por levar a melhor.
Nos FIA Históricos, Ernesto Cunha assinou um regresso vitorioso à competição, impondo-se ao volante do Subaru Impreza WRC STi e garantindo também o triunfo entre os 4WD. Entre as Ladies, a vitória pertenceu a Daniela Barata e Soraia Silva.
No balanço da ronda, António Henriques, Presidente da Câmara Municipal de Castanheira de Pera, destacou a continuidade do projeto: “O Portugal Rally Series é uma aposta ganha e para o futuro. Obrigado ao André Lavadinho pela oportunidade de, durante quatro anos, termos uma prova em Castanheira de Pera.”
André Lavadinho, Diretor do Rally Series Promoter, sublinhou igualmente o sucesso do evento: “Castanheira de Pera voltou a reacender a chama dos ralis e provou que merece um lugar de destaque no panorama nacional. As classificativas foram excecionais e até os pilotos internacionais ficaram encantados.”
A próxima ronda do Castrol Portugal Rally Series disputa-se em Castelo Branco, nos dias 10 e 11 de outubro, naquela que será a única prova em pisos de terra da temporada e que terá coeficiente 1,5, assumindo importância decisiva para as contas do campeonato.