Autor: VMotores

  • Monteblanco é o desafio que se segue para a ‘armada’ da Porsche Sprint Challenge Ibérica

    Monteblanco é o desafio que se segue para a ‘armada’ da Porsche Sprint Challenge Ibérica

    Será na solarenga Andaluzia que começa a sequência de quatro rondas em território espanhol no calendário 2025 da Porsche Sprint Challenge Ibérica 2025 (PSCI), sendo grande a expectativa quanto a esta estreia da competição no Circuito de Monteblanco.

    20 pilotos de quatro nacionalidades vão lançar-se à conquista da glória, sendo de antever fortes duelos nas 3 corridas pela supremacia na geral e na luta pelos pontos vitais nas corridas aos títulos nas duas categorias.

    “Está tudo reunido para termos um fim-de-semana em cheio!…”, afirma José Monroy, Series Manager da Porsche Sprint Challenge Ibérica 2025, que espera “muita intensidade em pista. Temos um pelotão com vinte pilotos, incluindo algumas novidades que vêm acrescentar ainda mais qualidade a uma lista de participantes de grande nível e estamos também felizes por proporcionar às equipas e aos pilotos um fim-de-semana de competição num circuito novo, desafiante e com excelentes condições. O arranque da época em Portimão com as três corridas a terem equipas e pilotos diferentes a vencer, demonstraram a enorme competitividade que temos no pelotão da PSCI e estou convicto de que este fim-de-semana vai ser tão ou mais emocionante”.

    Categoria 2: Dylan Pereira encabeça lista forte de favoritos

    É um verdadeiro plantel de luxo aquele que ostenta a Categoria 2, reservada aos Porsche 992 GT3 Cup e que estará em pista para discutir a supremacia na frente das três corridas do fim-de-semana andaluz. Nas duas Sprint Race do programa, os pilotos concentram-se na discussão do título individual que está em jogo, com os que correm a solo a fazerem as duas corridas, enquanto as duplas se revezam. Depois, é juntar forças e, em dupla, ter foco total para defender as suas equipas na Endurance Race, palco de uma batalha por um apetecível título coletivo.

    A AF & V Motorsport volta a fazer alinhar a dupla constituída por Dylan Pereira e André Fernandes. O luso-luxemburguês é, em circunstâncias normais, o piloto mais rápido do pelotão e Fernandes tem sido capaz de evoluir a ponto de ser nos dias que correm um piloto a ter em conta na discussão dos lugares do pódio. Juntos, vão querer repetir o triunfo que deram à sua equipa na primeira Endurance Race da temporada, sendo aqui claramente favoritos, embora esse favoritismo não seja total, até porque a concorrência será feroz…

    E a oposição vem logo do campeão em título, Manuel Alves. O português da LOB Motorsport venceu a Sprint Race 1 em Portimão, sendo segundo nas outras duas corridas e vai querer fazer igual ou melhor em Monteblanco. Nas mesmas circunstâncias estará a dupla da GT Corse formada por Alejandro Barambio e Borja Garcia. Os dois espanhóis são muito rápidos e vêm de um resultado de grande nível em Portimão: Barambio foi 2º na Sprint Race 1, Garcia venceu a Sprint Race 2 e, em dupla, colocaram a equipa no pódio da corrida mais longa.

    Grande expectativa com o que poderá fazer a segunda dupla da AF & V Motorsport. José Barros foi muito rápido em Portimão e Nuno Baptista demonstrou uma enorme capacidade de evolução neste seu ano inaugural na PSCI. Podem claramente discutir os lugares de pódio nas três corridas, alargando assim o leque de favoritos aos lugares cimeiros.

    Correndo a solo, João Macedo e Silva tem a responsabilidade de ser o único representante da Monteiros Competições na Categoria 2. Rápido e eficaz, o piloto português tem tudo para discutir taco-a-taco os lugares da frente, mesmo que estes sejam poucos para tantos pretendentes. Já a RGB Racing estará em pista com dois carros, entregues aos espanhóis Jorge Ramirez e Daniel Garcia, sendo de esperar que almejem também se imiscuir na refrega pelo Top 5. A Skualko Competições é a equipa estreante desta jornada. Alinha com a dupla constituída pelo espanhol Henk Van Zoest e pelo português Filipe Nascimento.

    Por seu lado, Francisca Queiroz (LOB Motorsport) apresenta-se em Monteblanco altamente motivada pela forte exibição e resultados de alto nível que obteve em Portimão. Claramente favorita nas contas da Ladies Cup, ‘Kika’ Queirós tudo fará para lutar pelos lugares cimeiros na categoria.

    Categoria 1: Chloe Grant é a grande novidade

    São 5 as equipas e 7 os pilotos que vão digladiar-se pela primazia na Categoria 1, reservada aos Porsche 991 GT3 Cup, nas variantes 991.1 e 991.2.

    Na linha da frente do favoritismo está claramente Nuno Inocêncio. O piloto que tripula o único 991.2 desta categoria dominou a seu belo prazer a jornada em Portimão, vencendo as duas corridas Sprint e dando à Monteiros Competições a vitória na Endurance Race.

    Para tentar contestar o seu previsível domínio, apresenta-se a combate o seu colega de equipa Rui Miritta, que já demonstrou ter andamento para lutar pelas vitórias, sendo de esperar que quer a terceira dupla da equipa, constituída por Alexandre Fonseca e André Marques, quer o espanhol Pablo Hernández (RGB Racing Team) ambicionem ter uma palavra a dizer.

    Destaque para a grande novidade que vem das ilhas britânicas, com a jovem Chloe Grant a unir forças à espanhola Maria Sanches Iglesias no quarto carro da Monteiros Competições. As duas vão medir forças com Francisca Queirós, numa cada vez mais animada Ladies Cup e, ambas, quererão repetir o feito da piloto espanhola na Sprint Race 2 de Portimão, onde subiu ao pódio da Categoria 1.

    O programa oficial desta segunda ronda da edição 2025 da Porsche Sprint Challenge Ibérica contempla dois dia em pista. A jornada de sábado, 24 de maio, incluirá duas sessões de treinos livres, ambas com 20 minutos de duração, que decorrerão durante a manhã. Às 12:35 arrancará a Qualificação 1 (15 minutos), com a Qualificação 2 (15 minutos) a decorrer pelas 14:30, antecedendo a primeira corrida do fim-de-semana, a Sprint Race 1 (20 minutos + 1 volta), que arrancará às 16:45. No domingo, a Sprint Race 2 (20 minutos + 1 volta) terá lugar às 10:40, com a Endurance Race (50 minutos) a ter lugar às 14:10, com o horário a obedecer à hora oficial espanhola.

  • Vítor Pascoal: “temos de ser muito mais eficazes nas próximas provas”

    Vítor Pascoal: “temos de ser muito mais eficazes nas próximas provas”

    O 3º lugar alcançado na Rampa Internacional da Falperra por Vítor Pascoal entre os pilotos que disputam o título da Categoria GT do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group teve um sabor agridoce, com o tetracampeão nacional em título a sentir grandes dificuldades com a afinação do seu Porsche 991.2 GT3 Cup, sobretudo nas muitas ocasiões em que a chuva foi protagonista em Braga.

    Num fim-de-semana marcado pela inconstância permanente nas condições meteorológicas, Vítor Pascoal conseguiu conquistar pontos que podem vir a revelar-se preciosos mais à frente, na fase decisiva do campeonato, ao concluir a prova no Top 5 absoluto da Categoria GT, correspondente ao 3º lugar entre os que amealhavam pontos.

    Mas, aquilo que até poderia ser visto como um resultado positivo, é encarado pelo ploto do Baião Rallye Team como “um resultado e uma performance frustrantes. Sabia, à partida, das dificuldades que iria enfrentar, com uma concorrência cada vez mais forte e, no caso do Carlos Vieira e do José Rodrigues, utilizando o mais recente modelo da Porsche, que é bem mais competitivo do que o meu carro”, reconhecendo ainda que “a Falperra não é uma das pistas que mais gosto, sendo neste tipo de traçado que a diferença de competitividade nos carros vem muito ao de cima. Depois, juntou-se a chuva e fomos manifestamente pouco competitivos nessas condições, nunca tendo uma afinação do carro que se revelasse capaz de nos fazer andar entre os mais rápidos”.

    Como tal, Vítor Pascoal considera que “os pontos recolhidos são algo positivo, mas estamos muito frustrados com o que fomos capazes de fazer na Falperra. Quero dar os parabéns ao Carlos Vieira, ao Patrick Cunha, ao José Rodrigues e à Gabriela Correia por terem sido mais fortes e, quando a nós, temos de tirar ilações do que sucedeu para melhorar, pois queremos rapidamente regressar às vitórias. Temos de ser muito mais eficazes nas próximas provas, começando já na Serra da Estrela”, próxima prova do campeonato e que se realiza já nos dias 31 de maio e 1 de junho.

  • Pedro Almeida: “muito feliz por esta vitória, desde o início do ano temos feito um bom trabalho”

    Pedro Almeida: “muito feliz por esta vitória, desde o início do ano temos feito um bom trabalho”

    Foi já depois da última tomada de tempos e à chegada ao parque fechado que Pedro Almeida e António Costa celebraram a vitória no Rally de Portugal, na prova pontuável para o Campeonato de Portugal de Ralis.

    O famalicense beneficiou da desistência de Kris Meek na ligação até ao final e celebrou a conquista que há tanto tempo procurava.

    “Muito feliz por esta vitória, especialmente porque desde o início do ano temos feito um bom trabalho, com bom andamento, mas por esta ou aquela razão não temos conseguido os resultados que ambicionamos. Fizemo-lo aqui, no “Melhor Rali do Mundo” e estou muito feliz por isso” começou por dizer o piloto, abraçado a António Costa, o navegador quem o acompanhou nesta conquista.

    “Para nós foi um rali muito regular, andamos sempre num ritmo muito bom, a lutar com os nossos adversários por um lugar no pódio, e no final, acabar no lugar mais alto foi um prémio pela persistência que temos tido, e acreditem, está aqui muito trabalho e de muita gente, a quem quero agradecer esta conquista” acrescentou o piloto.

    Nas 11 classificativas do Rally de Portugal pontuáveis para o CPR, Pedro Almeida e António Costa, com o Škoda RS Rally2 que está a ser preparado pela ARCspor, estiveram sempre irrepreensíveis. “O carro esta muito bom, divertimo-nos muito nos troços e sentimos a adrenalina do público, o que torna esta vitória ainda mais saborosa”.

    Esta foi a primeira vitória absoluta de Pedro Almeida no CPR. “É certo que hoje tocou-nos a sorte, que também nos faltou noutras ocasiões, mas isto são os ralis” rematou o piloto de Vila Nova de Famalicão.

  • O Almada Extreme Sprint: edição especial que reúne 69 equipas

    O Almada Extreme Sprint: edição especial que reúne 69 equipas

    Este ano, o evento presta uma merecida homenagem ao Mestre José Veiga, uma das figuras de referência de Almada, cuja carreira influenciou gerações de pilotos e entusiastas.

    Entre os destaques está a participação do carismático Marco Martins, que será o Piloto Espetáculo desta edição, levando ao rubro o público presente com uma performance cheia de técnica e ousadia.

    O Exército Português junta-se à festa com uma exposição de veículos militares e uma torre de escalada, garantindo experiências para todas as idades. O ambiente será enriquecido pela atuação enérgica dos Porbatuka, grupo de percussão que promete contagiar o recinto com ritmo e animação.

    O evento arranca sábado, 24 de maio, com a receção das equipas às 14h00, seguida das verificações técnicas e documentais, bem como o reconhecimento do percurso pelas equipas.

    No domingo, 25 de maio, o público é convidado a juntar-se a partir das 08h30, com o seguinte programa:

    • 09h15 – Treinos de Regularidade
    • 09h50 – Reconhecimentos Sprint
    • 11h00 – 1ª Passagem Regularidade
    • 11h30 – Treinos Sprint
    • 13h00 – Demonstrações & Desfile de Clássicos
    • 13h45 – 2ª Passagem Regularidade
    • 14h20 – Sprint Prova 1
    • 15h30 – 3ª Passagem Regularidade
    • 16h05 – Sprint Prova 2
    • 17h00 – Entrega de Prémios (hora antecipada)

    Para encerrar o dia com chave de ouro, os presentes poderão assistir em direto ao dérbi da Taça de Portugal, Benfica vs Sporting, através de ecrã gigante colocado para o efeito na zona da restauração, num ambiente de festa.

  • Passeios de moto por Portugal: as sugestões da Bridgestone para este verão com o BATTLAX SPORT TOURING T33

    Passeios de moto por Portugal: as sugestões da Bridgestone para este verão com o BATTLAX SPORT TOURING T33

    Este verão, a Bridgestone, marca líder em mobilidade sustentável e inovação em pneus, desafia os motociclistas a redescobrir Portugal pelas estradas que melhor representam o prazer de conduzir. Com paisagens de cortar a respiração e curvas que pedem técnica e emoção, a marca líder em mobilidade sustentável e inovação em pneus apresenta três percursos imperdíveis para todos os que encontram nas duas rodas uma forma de liberdade.

    Para tirar o máximo partido de cada quilómetro, a Bridgestone destaca o novo BATTLAX SPORT TOURING T33, lançado no final de 2024 e já disponível no mercado, desde janeiro de 2025. Este pneu de turismo desportivo representa uma evolução significativa na família BATTLAX, com um aumento de 47% na quilometragem face ao T32, mantendo a excelência em piso molhado e melhorando o desempenho em seco. A combinação de um composto inovador com um design de piso otimizado oferece maior estabilidade, aderência e conforto, tornando-o no parceiro ideal para longas viagens por estrada — sejam elas de lazer, descoberta ou pura paixão.

    Portugal é cada vez mais reconhecido como destino privilegiado para o motociclismo de lazer. Com o clima ameno, boas infraestruturas rodoviárias e uma diversidade geográfica excecional, o país oferece condições ideais para passeios de moto seguros e memoráveis. Neste contexto, a Bridgestone propõe três estradas que representam o melhor do território nacional para todos os que vivem a paixão pelas duas rodas​.

  • Ramos e Sansom vencem a AM Class nos 500km de SPA – Francorchamps

    Ramos e Sansom vencem a AM Class nos 500km de SPA – Francorchamps

    Estratégia perfeita da dupla do McLaren #188, fez com que dominassem a AM Class durante todo o fim de semana alcançando a Pole e dominando a corrida de fio a pavio.

    A Pole na AM Class foi prenuncio para uma boa corrida e a dupla Ramos/Sansom não desiludiram. O Britânico Sanson foi o piloto escolhido para o arranque e conseguindo aguentar as investidas dos principais adversários da Am Class nas voltas iniciais, cedo estabilizou e foi com grande tranquilidade que entregou o volante a Ramos, para o segunda das quatro partes da corrida.

    Miguel Ramos ainda conseguiu aumentar a distância para o segundo classificado da AM e os dois turnos seguintes, para a terceira e última parte da corrida, foram pautadas pelo controle da vantagem entretanto conseguida, permitindo a Miguel Ramos cortar a meta na primeira posição da AM Class.

    Segundo Miguel Ramos, “foi um fim de semana espetacular. A equipa entregou-nos um carro fantástico. Ainda para mais nesta corrida GT 500, na qual a pontuação vale a dobrar, era importante pelo menos não perder pontos para os nossos adversários e nós felizmente ainda conseguimos aumentar o diferencial. Vencer na primeira em Portimão e agora aqui em SPA, é um bom tónico para a temporada, mas sabemos que ainda estamos no início. Daqui a duas semanas voltamos aqui a SPA, mas para a corrida da Fanatec, era bom ter um resultado semelhante”.

  • Armindo Araújo: “A equipa fez um grande trabalho e estamos todos de parabéns”

    Armindo Araújo: “A equipa fez um grande trabalho e estamos todos de parabéns”

    Armindo Araújo, acompanhado por Luís Ramalho, voltou a subir ao pódio final de mais uma edição do Rali de Portugal para receber, pela décima quarta vez, a sétima consecutiva, o troféu de melhor piloto português, na prova organizada pelo Automóvel Club de Portugal. 

    Com o grande objetivo de ser o primeiro piloto nacional, nesta sua décima nona participação, na prova, o piloto de Santo Tirso geriu muito bem o seu andamento durante as vinte e quatro classificativas e chegou ao pódio de Matosinhos, visivelmente satisfeito com mais um histórico resultado para o seu palmarés.  

    “É um enorme orgulho voltar a subir ao pódio, no final de mais um Rali de Portugal, com o título de melhor português. Assumimos que o nosso grande objetivo era conseguir este resultado e não podíamos estar mais satisfeitos depois de quatro dias muito desafiantes e exigentes. A equipa fez um grande trabalho e estamos todos de parabéns. Este continua a ser o melhor rali do mundo e a maior festa do automobilismo no nosso pais, organizado de forma exemplar pelo ACP”, disse no final Armindo Araújo. 

    Com a fase de  terra do Campeonato de Portugal de Ralis, Armindo Araújo começará em breve  a preparar a segunda metade da temporada que terá o seu início com a disputa do Rali de Castelo Branco, na estrada entre os dias 13 e 14 de junho.

  • José Rodrigues: “o título nacional dos GT é o nosso alvo!”

    José Rodrigues: “o título nacional dos GT é o nosso alvo!”

    A primeira parte da época 2025 do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group está a ser imaculada para José Rodrigues. O piloto de Braga tem dominado a Categoria GT e saiu da Rampa Internacional da Falperra com a sua candidatura ao título cada vez mais reforçada.

    Num fim-de-semana exigente e refém da “roleta meteorológica” que condicionou grandemente o desenrolar competitivo da prova, José Rodrigues esteve sempre entre os pilotos que mais competitividade ostentaram, voltando a demonstrar um excelente momento de forma que o torna difícil de bater.

    A presença na prova internacional realizada na Cidade dos Arcebispos correspondeu à sua estreia aos comandos de um Porsche 992 GT3 Cup preparado pela Racar Motorsport e o rápido piloto de Braga assume que “estrear o Porsche na Falperra foi um grande desafio. Mesmo correndo em casa, esta aposta fez-nos passar por um processo de adaptação, pois neste carro é tudo diferente. Ainda para mais, foi uma prova muito exigente, com condições climatéricas difíceis, instáveis, obrigando-nos a uma concentração total e a um trabalho de equipa muito intenso”.

    O piloto bracarense sente-se “muito feliz pela forma como me adaptei ao carro. Fui sempre competitivo e consegui ser o mais rápido à chuva de todos os pilotos em pista com carros da categoria GT, nacionais ou estrangeiros, algo que considero ser incrível, para quem nunca tinha guiado em competição um Porsche 992 GT3 Cup”.

    O fim de semana na prova do Clube Automóvel do Minho revelou-se uma excelente operação para o campeonato: “cumprimos o nossos grande objetivo: vencer entre os candidatos ao título da Categoria GT e voltar a amealhar a pontuação total. Assim, dilatamos ainda mais a nossa vantagem pontual para o Vítor Pascoal, que é agora de 18 pontos. E só não vencemos à geral entre os GT porque, na última subida de prova, alinhei com slicks e as condições não me permitiram andar como queria. O Carlos Vieira, meu principal adversário, alinhava também no Europeu e subiu numa altura diferente. Estou convicto de que os 5 décimos de segundo que nos separaram no final poderiam ter sido anulados. Parabéns a ele pelo triunfo”.

    Mas, José Rodrigues alerta que “nada está ganho. Este campeonato tem tudo para ser muito competitivo e vamos querer dar continuidade a esta senda de vitórias já na Serra da Estrela, para podermos terminar a primeira parte da temporada com a liderança mais reforçada. Será a melhor forma de agradecer aos meus patrocinadores por acreditarem em mim. Quero muito devolver-lhes a confiança com a conquista do título nacional!”

    Durante os dois dias, José Rodrigues desempenhou ainda um importante papel como piloto de testes da Michelin: “fui convidado pela Michelin Motosport para ajudar a desenvolver um novo pneu que ainda não está no mercado. Foi uma responsabilidade que muito me honra e que exigiu de mim trabalho e foco extras para poder transmitir o máximo de informação à marca”. A Rampa da Serra da Estrela realiza-se nos dias 31 de maio e 1 de junho, sob a égide organizativa do CAMI Motorsport.

  • Troféu Easykart Portugal prosseguiu competitivo em Évora

    Troféu Easykart Portugal prosseguiu competitivo em Évora

    Lourenço Antunes na categoria EK60, Liam Teixeira na categoria EK100, Davin Jafarov na categoria EK125 e Diogo Caetano na categoria TaG Livre 125 e Raquel Ferrajão na categoria DD2, venceram a segunda prova do Troféu Easykart Portugal, disputado no Kartódromo de Évora, sob a organização da ACDME.

    Depois da primeira prova no Bombarral, o Troféu Easykart Portugal – competição que tem a chancela da Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting (FPAK) – prosseguiu, com bastante competitividade, no Kartódromo de Évora, sob a organização da ACDME.

    Na categoria Easykart 60, destinada a pilotos dos 6 aos 11 anos, Martim Gomes foi o mais rápido nos treinos cronometrados com uma volta em 47,261s ao traçado da região eborense. Nas três corridas, Lourenço Antunes começou por vencer a primeira, sendo depois terceiro e segundo classificado nas outras duas, somando assim 135 pontos, os necessários para garantir o lugar mais alto do pódio. Martim Gomes – que não teve sorte na primeira corrida e venceu as outras duas – garantiu o segundo lugar com 131 pontos, enquanto Francisco Iglésias completou o pódio com 121 pontos.

    João Dionísio foi o quarto classificado com 111 pontos, seguindo-se Christian do Coutto (111) e Duarte Deus (102), respetivamente, nas posições seguintes.  

    Na categoria Easykart 100 (dos 11 aos 15 anos), Tomás Morgado foi o mais rápido nos treinos cronometrados com a marca de 46,321s. Nas três corridas, Liam Teixeira com uma vitória e dois segundos lugares, totalizou 140 pontos e garantiu o lugar mais alto do pódio em Évora.

    O segundo classificado, com 137 pontos, fruto de um quarto lugar e duas vitórias, foi Tomás Carapucinha, enquanto Michael Mandim completou o pódio com 117 pontos. Martim Acúrcio foi o quarto classificado com 105 pontos e Tomás Morgado (102) fechou o top-5, seguindo-se Noam Ehrlich (99), Martim Jorge (91), Vasco Neves (80) e Dinis Santos (76).

    Quanto à categoria Easykart 125 (a partir dos 14 anos) Davin Jafarov foi o mais rápido nos treinos cronometrados com o tempo de 45,204s e venceu as três corridas. Com estes resultados, o jovem piloto do Azerbaijão totalizou 150 pontos e garantiu o lugar mais desejado do pódio.

    Frederico Vasco foi segundo classificado nas três corridas e obteve igual resultado na prova.

    Na categoria TaG Livre, destinada a karts em que o chassis é de escolha livre e com motores até 125cc equipados com embraiagem e motor de arranque elétrico, Diogo Caetano foi o mais rápido nos treinos cronometrados com uma volta em 42,668s e depois venceu as três corridas, assegurando assim, com 150 pontos, a vitória na segunda prova do Troféu Easykart Portugal. Francisco Varandas, com 119 pontos, garantiu a segunda posição, enquanto Sérgio Nicolau, com 113 pontos, completou o pódio.

    Pedro Cancela de Abreu foi o quarto classificado com 111 pontos, na frente de Gonçalo Garoupa (107), de Maria Inês Lourenço (99) e de Frederico Pinto Coelho (68), respetivamente.

    Na categoria DD2, com os karts equipados com caixa de velocidades, Manuel Martins foi o mais rápido nos treinos cronometrados com a marca de 42,260s. Raquel Ferrajão venceu as três corridas, assegurando assim, com 150 pontos, a vitória na segunda prova do Troféu Easykart Portugal. Manuel Martins, com 130 pontos, garantiu a segunda posição, enquanto Pedro Loureiro, com 125 pontos, completou o pódio.

    A terceira jornada do Troféu Easykart Portugal está agendada para 22 e 23 de agosto e será disputada no Kartódromo Internacional de Palmela, antes do Easytraining, marcado para 11 e 12 de julho, no KIRO-Kartódromo Internacional da Região Oeste, no Bombarral.

  • Sébastien Ogier (Toyota) conquista a sétima vitória no Vodafone Rally de Portugal

    Sébastien Ogier (Toyota) conquista a sétima vitória no Vodafone Rally de Portugal

    Vitória de Sébastien Ogier no Vodafone Rally de Portugal 2025 – a sétima do piloto francês na prova e a 63.ª da sua carreira no Campeonato do Mundo de Ralis (WRC). Depois de liderar cerca de dois terços da prova, o azarado Ott Tänak (Hyundai) terminou no segundo lugar, ainda assim com o mérito de ter sido o piloto com mais vitórias em especiais. O pódio ficou completo com Kalle Rovanperä (Toyota), em terceiro.

    Os oito títulos e as 63 vitórias no WRC conferem-lhe o estatuto de lenda do desporto mundial, mas nem os sucessos e muito menos a idade afetam a motivação ou mesmo a rapidez de Sébastien Ogier. Quinze anos depois de ter conquistado a primeira vitória no WRC, precisamente em Portugal, o francês de 41 anos (nasceu a 17 de dezembro de 1983) somou o 63.º triunfo da carreira e o sétimo na prova organizada pelo ACP. Ou seja, em década e meia, ganhou quase metade das edições em que participou e, este ano, de novo com uma das menores margens da história: 8,7 segundos. “Acho que é algo de que me posso orgulhar: continuar competitivo depois de todos estes anos. O carro esteve ótimo durante todo o fim de semana. Mostrámos mais uma vez que a gestão de corrida é uma arte que dominamos. Feliz… ganhar sete vezes em Portugal não é nada mau. O público empurrou-me desde os reconhecimentos. Foi uma luta difícil com o Ott e não foi justo com o problema que ele teve”, admitiu Ogier.

    Na segunda posição, a escassos 8,7 segundos, terminou o piloto que venceu maior número de classificativas – 12 – mas também o grande azarado da edição deste ano do Vodafone Rally de Portugal: Ott Tänak. O estoniano liderou a prova da segunda à 16ª classificativa, até a direção assistida do Hyundai o trair e o obrigar a perder umas boas dezenas de segundos. Uma infelicidade que o impediu de lutar por uma vitória no WRC, que lhe escapa desde 2022, mas também à Hyundai quebrar a invencibilidade da Toyota. “Hoje (sábado), foi sempre no limite. Depois da deceção de ontem, ou regressava a casa com o segundo lugar ou com o volante na mão! Pelo menos o desempenho deixa boas perspetivas para o futuro”, afirmou.

    Com apenas dois melhores tempos em classificativas, o campeão do mundo em título, o jovem Kalle Rovanperä, foi o terceiro classificado, com o piloto da Toyota Gazoo Racing a confessar que o resultado “não é uma surpresa. Foi um fim de semana longo e difícil para nós. Não conseguimos encontrar ritmo. Faltou-nos muita velocidade. Simplesmente não tivemos aderência, nem andamento. Temos de trabalhar nisso”.

    O campeão do mundo em título, Thierry Neuville (Hyundai), foi o quarto classificado, nunca tendo estado em posição de lutar pela vitória: “Não foi divertido, pois estive sempre em luta com o carro. Estou feliz por terminar, mas desiludido pela equipa. Merecíamos mais. Vamos continuar a lutar”.

    O japonês Takamoto Katsuta (Toyota) fechou o quinteto da frente, seguido do colega de equipa e atual líder do WRC, Elfyn Evans. “Não foi um fim de semana fácil. A sexta-feira foi dura e tornámos as coisas ainda mais difíceis para nós depois disso. Estamos desiludidos com o resultado e temos de melhorar na Sardenha”, afirmou o galês.

    O jovem Sami Pajari (Toyota) foi o sétimo classificado, precedendo a dupla da M-Sport Ford, Josh McErlean e Grégoire Munster.

    Sétima vitória no WRC2 de Oliver Solberg

    O sueco Oliver Solberg estreou-se a vencer na categoria WRC2, no Vodafone Rally de Portugal. O piloto do Toyota GR Yaris Rally2 dominou a prova desde o início e terminou com 51,8 segundos de avanço sobre Yohan Rossel. O sueco imprimiu um andamento fortíssimo na primeira etapa e ganhou uma vantagem que lhe permitiu gerir o andamento até final e vencer a categoria pela segunda vez este ano, repetindo o triunfo da Suécia. “Na sexta-feira, dei o máximo. Foi um fim de semana longo, o feeling foi bom e a equipa entregou-me um carro impecável. Os fãs aqui são incríveis, nunca vi tantas pessoas nas especiais em toda a minha vida”, referiu Solberg.

    A terceira etapa viveu da luta pelo segundo lugar entre Gus Greensmith (Skoda Fabia RS Rally2) e Yohan Rossel (Citroën C3 Rally2). O francês ascendeu ao segundo lugar no troço de Felgueiras, venceu as duas classificativas seguintes e garantiu a posição com 16,4 segundos de avanço para Gus. “Era impossível bater o Solberg. Aproveitamos para perceber como se comportavam os pneus Hankook no Citroën C3 e foi importante para preparar o Rali da Sardenha”, afirmou Rossel, que mantém o primeiro lugar no campeonato.

    O australiano Taylor Gill sentiu a pressão do sueco Mille Johansson na derradeira etapa, mas conseguiu segurar a liderança e conquistar a segunda vitória na categoria FIA Junior WRC. O turco Kerem Kazaz terminou em terceiro. Gill venceu também na categoria WRC3.

    Armindo Araújo o melhor português pela 14.ª vez

    Apenas quatro pilotos nacionais concluíram o Rally de Portugal. Armindo Araújo (Skoda) foi o melhor português ao terminar na 26ª posição. “É um orgulho enorme conseguir, pela décima quarta vez, terminar o Rali de Portugal como o melhor piloto nacional e voltar a subir ao pódio do que considero ser o melhor rali do mundo. Foram quatro dias muito exigentes, mas conseguimos sempre impor um ritmo seguro que nos permitiu gerir a prova sem qualquer problema mecânico. Apenas um furo na sexta-feira impediu que pudéssemos juntar a vitória no CPR a este excelente resultado, mas estamos muito satisfeitos com o desfecho deste rali”, sublinhou o piloto de Santo Tirso.

    Pedro Meireles concluiu a prova no 28.º lugar e venceu a FIA Masters Cup, competição destinada a pilotos com mais de 50 anos, enquanto Diogo Salvi (Ford) foi 29º e o terceiro melhor português. “Que festa — adorei! Fui muito lento, mas foi fantástico. Obrigado ao Axel (navegador), que para além de ter feito um trabalho magnífico, teve uma paciência incrível para me aturar. Também obrigado a toda a equipa da M-Sport, que fez um trabalho tremendo! Por fim, mas não menos importante, a minha família: sempre a reclamar, por estar à minha espera e, sobretudo, ao amor da minha vida por cuidar das crianças. Ela odeia ralis, mas esta noite vai ter um jantar tête-à-tête com champanhe” afirmou este empresário da área das tecnologias da informação, que decidiu realizar o sonho de conduzir um carro da categoria Rally1 no Vodafone Rally de Portugal. Diogo Marújo (Skoda) foi o quarto melhor português, terminando o rali na 33ª posição.

    Classificação final

    1º Sébastien Ogier/Vincent Landais (Toyota GR Yaris Rally1), com 3h:48.35,9

    2º Ott Tänak/Martin Järveoja (Hyundai I20N Rally1), a 8,7s

    3º Kalle Rovanperä/Jonne Halttunen (Toyota GR Yaris Rally1), a 12,2s

    4º Thierry Neuville/Martijn Wydaeghe (Hyundai I20N Rally1), a 38,5s

    5º Takamoto Katsuta/Aaron Johnston (Toyota GR Yaris Rally1), a 1m.41,9,8

    6º Elfyn Evans/Scott Martin (Toyota GR Yaris Rally1), 2m.31,0

    7º Sami Pajari/Marko Salminen (Toyota GR Yaris Rally1), a 2m.38,3

    8º Joshua McErlean/Eoin Treacy (Ford Puma Rally1), a 5m.12,3

    9º Grégoire Munster/Louis Louka (Ford Puma Rally1), a 5m.57,5

    10º Oliver Solberg/Elliott Edmondson (Toyota GR Yaris Rally2), a 9m.15.1 (1º Rally2)

    26º Armindo Araújo/Luís Ramalho (Skoda Fabia RS Rally2), a 22m42,2s (1º português)