Hélder Silva, Nuno Caetano e Afonso Santos estão prontos para assumirem os ambiciosos objetivos que a Power House traçou para a edição 2025 da Rampa da Serra da Estrela.
A equipa da Póvoa de Varzim quer vencer à geral, nos Protótipo B e olha ainda de forma firme para a obtenção de mais um pódio absoluto.
Na linha da frente para a discussão do triunfo na prova organizada pelo CAMI Motorsport, estará, sem qualquer dúvida Hélder Silva. O tetracampeão nacional adaptou-se de forma notável e com rapidez à sua nova Norma FC20 e tudo fará para alcançar o primeiro triunfo absoluto da temporada, reforçando a sua já robusta liderança do campeonato. Vencer na Serra da Estrela será muito importante para ficar muito próximo do “Penta”.
Quanto a Nuno Caetano, o ‘globetrotter’ da Power House está cada vez mais afoito e capaz de explorar ao máximo as potencialidades da sua Osella PA21 S EVO e não será nenhuma surpresa se se imiscuir na luta pelo Top 3 da geral.
Mesmo perante um plantel dos Protótipos B ainda mais reforçado, Afonso Santos assume claro favoritismo. O jovem talento da Póvoa de Varzim vem de duas vitórias consecutivas aos comandos do seu BRC B49 e sabe que novo triunfo na Serra da Estrela o irá colocar numa posição privilegiada quanto à luta pelo título. O binómio que forma com o seu carro tornam-no difícil de suplantar e a equipa tudo fará para o apoiar a caminho de mais um triunfo.
A Rampa Serra da Estrela 2025 terá quatro subidas amanhã, sábado. Às 10 da manhã arrancará o Warm up, com as duas subidas de treinos oficiais a terem início às 12.30 e 15:00 horas, respetivamente. O dia terminará com a 1ª Subida de Prova, pelas 17.30. No domingo, a jornada final terá início às 10:00 horas, com mais uma subida de treinos oficiais. Ao meio-dia deverá arrancar a 2ª Subida de Prova, com a derradeira a ter início pelas 15:00 horas.
A realizar uma época sempre em crescendo de forma, José Lameiro apresenta-se à partida da Rampa da Serra da Estrela 2025 de olhos postos na luta pelo pódio da Categoria Super Challenge do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group.
E é grande a motivação e igualmente forte a ambição do consagrado piloto da Diatosta que não esconde “ser esta rampa uma das mais espetaculares do país. a Serra da Estrela tem um traçado fabuloso, técnico, rápido, que não permite erros, desafiando-nos como pilotos e exigindo um excelente trabalho de afinação nos carros”.
Nas três provas anteriores, José Lameiro foi capaz de ir aumentando a sua performance, o mesmo sucedendo com o seu Skoda Fabia MKIII, fruto do trabalho da DM Motorsport, estrutura técnica que apoia a equipa da Diatosta.
“O Skoda está cada vez melhor e é um prazer redobrado pilotar este carro!…”, assume o ‘Lord Terminator de Aveiro’ que espera “ser muito competitivo na Serra da Estrela. Obviamente, a nossa luta principal estará em garantir o pódio entre os Super Challenge, mas também temos curiosidade de saber onde nos situaremos à geral. Um lugar no Top 10 seria magnífico!”.
Para Vítor Pascoal a Rampa da Serra da Estrela 2025 é o primeiro dos ‘mata-mata’ que terá pela gente para chegar ao seu quinto título nacional na Categoria GT. Só a supremacia entre os pilotos que pontuam para o campeonato interessa ao piloto de Baião, depois de uma primeira fase do campeonato muito difícil.
O piloto de Baião e a sua estrutura arribam este fim-de-semana à Covilhã com o foco totalmente direcionado para ombrear de igual para igual com os demais candidatos ao título nacional da Categoria GT do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group.
A ausência de triunfos na temporada é algo que Vítor Pascoal quer “terminar rapidamente. Não tem sido apenas a maior competitividade na categoria que explica esta primeira parte do ano menos bem conseguida. Outros fatores têm contribuído para isso, desde a roleta meteorológica, até algumas das nossas decisões que não foram eficazes e nos retiram capacidade para estar na luta pelas vitórias. Mas, também temos de lembrar que temos estado na discussão e, em algumas provas, a diferença entre ganhar e perder foi de décimas de segundo. Não desaprendemos, sabemos do que somos capazes e queremos já na Serra da Estrela dar uma resposta muito forte, estando na luta pelo domínio entre os que disputam o campeonato”.
Até porque, Pascoal assume que “não podemos nos atrasar mais se queremos conquistar o título pela quinta vez. a Serra da Estrela é a primeira de cinco finais, onde não poderemos errar e atacar será a palavra de ordem de início a fim, independentemente de irmos enfrentar carros um pouco mais competitivos. Faz parte do jogo e nunca será desculpa!… A rampa é desafiante, somos sempre muito rápidos aqui e esperemos que seja um fim-de-semana sem chuva e onde todos possamos dar o máximo”
Para Gonçalo Janeira é sempre muito especial correr na Rampa da Serra da Estrela. O piloto do Fundão ‘joga em casa’ e quer colocar o Citroen AX GTi na luta por um lugar dentro do Top 5 dos Legends.
Será apenas a segunda aparição competitiva de Gonçalo Janeira na temporada 2025 do Campeonato de Portugal Legends de Montanha JC Group. O piloto preparador assumiu no início da época que “este ano cumpriríamos apenas um calendário parcial, pois as responsabilidades profissionais têm exigido muito tempo e dedicação”.
Mas, à Serra da Estrela “não poderíamos faltar!… É uma rampa única, onde vou competir perante família, amigos, patrocinadores e conterrâneos, sendo também uma das minhas pistas favoritas. É sempre um fim-de-semana muito especial, motivador e vivido num espírito de festa, sem enjeitar, obviamente, a concentração e o foco para estar na luta com o excelente naipe de participantes que vamos ter nos Legends”.
Para Gonçalo Janeira é ponto assente que “vamos querer ser competitivos.corremos em casa e queremos lutar por um bom resultado, que passará pela vitória no nosso grupo e um lugar no Top 5 da geral dos Legends. Tenho perfeita noção que será difícil, pois a concorrência é forte, mas isso só me motiva ainda mais!”.
A Rampa Serra da Estrela 2025 terá quatro subidas no dia de sábado. Às 10 da manhã arrancará o Warm up, com as duas subidas de treinos oficiais a terem início às 12.30 e 15:00 horas, respetivamente. O dia terminará com a 1ª Subida de Prova, pelas 17.30. No domingo, a jornada final terá início às 10:00 horas, com mais uma subida de treinos oficiais. Ao meio-dia deverá arrancar a 2ª Subida de Prova, com a derradeira a ter início pelas 15:00 horas.
Nuno Guimarães Jr., André Brás e Nuno Guimarães assumem a forte ambição de darem continuidade na Rampa da Serra da Estrela aos excelentes resultados individuais e coletivos que têm alcançado desde o arranque da temporada 2025 de Montanha.
A prova organizada pelo CAMI Motorsport tem tudo para ser um ‘osso duro de roer’ neste fim-de-semana que se avizinha. A sua extensão e as características do traçado, fazem da pista instalada na montanha mais alta de Portugal Continental uma das mias desafiantes do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group.
Para Nuno Guimarães Jr. e André Brás será uma estreia absoluta, com todas as nuances e emoções que tal acarretará para os dois ‘jovens lobos’ da NJ Racing. Chegam à Covilhã depois de duas dobradinhas consecutivas no FPAK Junior Team de Montanha, estando solidamente instalados nas duas primeiras posições da tabela pontual do troféu.
Nuno Guimarães Jr. tem tudo para manter a sua invencibilidade e dar mais um passo importante rumo à conquista desta segunda edição do troféu. O jovem duriense está ansioso pois “este fim de semana vamos viajar até ao teto de Portugal , uma prova muito longa e técnica na serra da Estela. Espero conseguir continuar a curva de aprendizagem, tentando melhorar sempre de subida em subida, aumentado o ritmo progressivamente.Boa sorte aos meus colegas e que vença o mais rápido. Tudo farei para seja eu!”.
Já André Brás destaca que “esta rampa vai ser mais uma grande experiência para mim. É uma rampa desafiadora pois é longa e difícil de decorar, mas vou dar o meu melhor e tentar sempre melhorar de subida em subida”.
Nuno Guimarães, o líder da NJ Racing quer claramente chegar à primeira vitória da época, assumindo que “vamos com o mesmo espírito de sempre, que é lutar pela vitória na nossa divisão!… Pessoalmente não é uma rampa que eu goste muito, é acima de tudo tenho um historial muito negativo com esta prova… desde avarias, acidentes e até um incêndio no BRC. Mas, vamos dar tudo para vencer!”. O ‘Capitão da Montanha’ destaca ainda que “é uma rampa muito técnica e rápida ao mesmo tempo, com várias sequências de curvas muito importantes para se conseguir alcançar um bom resultado. A equipa preparou-se muito bem e esperemos que a sorte esteja do nossos lado. Tudo faremos para sair da Covilhã com um bom resultado de conjunto”.
A Rampa Serra da Estrela 2025 terá quatro subidas no dia de sábado. Às 10 da manhã arrancará o Warm up, com as duas subidas de treinos oficiais a terem início às 12.30 e 15:00 horas, respetivamente. O dia terminará com a 1ª Subida de Prova, pelas 17.30. No domingo, a jornada final terá início às 10:00 horas, com mais uma subida de treinos oficiais. Ao meio-dia deverá arrancar a 2ª Subida de Prova, com a derradeira a ter início pelas 15:00 horas.
Os Campeonatos de Portugal de Velocidade Clássicos e Super Legends uniram esforços para esta segunda jornada realizada este fim de semana no Circuito de Monteblanco, traçado andaluz com 3,926 km e 18 curvas para rodos os gostos. Um desafio para os pilotos e a oportunidade de internacionalizar a competição lusa.
Contas feitas, estiveram mais de trinta automóveis em pista para enfrentar uma sessão de treinos livres essencial para alguns descobrirem a pista e todos encontrarem as melhores afinações para a pista espanhola. Calor intenso, sempre uma dificuldade acrescida para os automóveis clássicos, brindou todos os pilotos ao longo do fim de semana.
Cumprida a sessão de treinos livres, a qualificação foi deveras interessante com as muitas lutas entre carros de competições diferentes a darem um colorido diferente. Contas feitas, João Macedo Silva conseguiu colocar o Porsche 911 RSR na “pole position” sendo, também, o mais veloz dos Clássicos, na frente de Bruno Santos, segundo entre os Clássicos. Por seu turno, Francisco Gonçalves levou o Lotus Elan à segunda fila na grelha de partida, dominando entre os Super Legends. O Grupo 1 teve como piloto mais rápido o Bruno Lima (Ford Escort RS2000).
Nos Clássicos H75, liderança para João Macedo Silva seguido de Bruno Santos e Cláudio Vieira, todos em Porsche 911 RSR. Nos Clássicos Grupo 5, João Novo (Ford Escort) foi o mais rápido seguido de Marco Pinto (Mazda RX2). Já entre os Super Legends, Francisco Gonçalves (Lotus Elise) foi o mais veloz na categoria Super Extra, seguido de Frederico Formiga (Seat Leon MKII) e Hélder Moura (Volvo 850R).
Nos Super Turismos o mais veloz foi Eduardo Machado, seguido de Sérgio Monteiro. A terceira posição foi para Valdemar Nóvoa e Ricardo Pereira. Nos Super Trophy, António Duarte (Renault Clio) foi o melhor seguido de Eleutério Duarte (Renault Clio) e de Estevão Oliveira acompanhado por Luís Delgado (Honda Type R). Apenas dois pilotos tiveram o azar do seu lado e não conseguiram estar presentes nesta sessão: Pedro Bethencourt (Porsche 934) e Manuel Moura Teixeira (Porsche 911 RS).
A primeira corrida arrancou com o domínio dos Clássicos, que durou apenas algumas curvas. João Macedo Silva foi para o comando da corrida seguido de Bruno Santos. Rapidamente Francisco Gonçalves trouxe para as primeiras posições o seu Lotus Elise, enquanto mais atrás as lutas entre os pilotos dos Honda Type R entretiveram quem assistia à corrida.
Francisco Gonçalves foi pressionando João Macedo Silva, depois de se ter desenvencilhado de Bruno Santos que, nesta altura da corrida, tinha perdido posições para João Novo (Ford Escort), Cláudio Vieira (Porsche 911 RSR) e Rui Costa (Ford Escort RS1800). Entretanto, noiva cambiante na corrida, com Bruno Santos a pressionar Rui Costa depois de passar por João Novo, ao mesmo tempo que Francisco Gonçalves passava pelo Porsche de Macedo Silva.
Com o Porsche 911 RSR a funcionar melhor depois de um início mais complicado, Bruno Santos decidiu atacar o pódio. Primeiro passou por Rui Costa, depois aproximou-se de Cláudio Vieira. Na frente estava Francisco Gonçalves, mas com João Macedo Silva a pressionar bastante e a acabar a corrida perto dos escapes do Lotus Elise. Por outro lado, Bruno Silva conseguiu passar pelo Porsche 911 RSR de Cláudio Vieira e, assim, reclamar o lugar mais baixo do pódio. Depois entrou em pista o “Safety Car” e a corrida terminou atrás dele sem que as últimas voltas tivessem a oportunidade de altera a classificação final.
Atrás deste conjunto de pilotos Rui Costa e João Novo decidiram entre si o fecho do Top 5 que sorriu ao primeiro. Longe ficou António Soares, que com Frederico Formiga, Tiago Santos e Abel Marques. Fora deste Top 10 ficou o estridente Mazda RX2 de Marco Pinto.
Quanto às diversas categorias do Campeonato de Portugal de Velocidade Clássicos, naturalmente que João Macedo Silva venceu na competição e na classe H75, seguido de Bruno Silva, Cláudio Vieira, Rui Costa, António Soares (Ford Escort RS1600), Manuel Moura Teixeira (Porsche 911 RS) e Rui Alves (Ford Escort RS 1600). O Grupo 5 foi dominado por João Novo seguido do Mazda de Marco Pinto. Finalmente, nos H81 o melhor foi Pedro Bethencourt no Porsche 934, enquanto no Grupo 1 vitória para Bruno Lima (Ford Escort RS 2000).
Já no Campeonato de Portugal de Velocidade Super Legends, o melhor na categoria Super Extra foi Francisco Gonçalves, seguido do rapidíssimo Seat Leon de Frederico Formiga. O VW Golf de Ricardo Oliveira e Pedro Oliveira ficou com o terceiro lugar, seguindo-se o Ford Puma de Jorge Rocha e o VW Golf de Vicente Serrão, com o Volvo 850R de Hélder Moura a abandonar a corrida. Entre os concorrentes a categoria Super Trophy, que engloba os modelos da Type R Legacy Cup, a vitória foi para Eleutério Duarte (Renault Clio), seguido de António Duarte (Renault Clio), fechando o pódio o Honda Type R de Luís Mendes. Seguiram-se Nuno Figueiredo, Estevão Oliveira, João Ventura, Bruno Salgado e Pedro Barbosa. Mico Mineiro teve azar e foi forçado ao abandono.
Quanto aos pilotos dos Super Turismo, Abel Marques foi o melhor com o seu Honda Civic Type R, seguido de Eduardo Machado e Valdemar Nóvoa, ambos em Honda Civic Type R e que fecharam, assim, o pódio. Seguiram-se João Saramago e Nuno Santos, ambos em Honda Civic Type R. Infelizmente, Rúben Fernandes (Renault Clio) não conseguiu participar na corrida.
A segunda corrida dos Campeonatos de Portugal de Velocidade Clássicos e Super Legends foi disputada debaixo de muito calor e isso acabou por ter influência no resultado da prova.
Lançada nos mesmos pressupostos da primeira manga, esta segunda corrida viveu durante seis voltas com a luta entre Francisco Gonçalves e João Macedo Silva. O piloto do Porsche 911 RSR pressionou muito o Lotus Elise verde e volvidas seis passagens pela linha de meta, o carro britânico entendeu que estava demasiado calor e deixou Francisco Gonçalves apeado e desolado nas boxes. Ainda terminou classificado na 24ª posição e último dos Super Extra.
Macedo Silva viu cair-lhe no colo uma liderança que muito pressionou para alcançar e foi-se embora, divertindo-se até cruzar a linha de meta como vencedor, fazendo o pleno de vitórias nas quatro provas disputadas até agora pelo Campeonato de Portugal de Velocidade Clássicos. Para os lugares do pódio, Cláudio Vieira, Bruno Santos e Rui Costa tiveram a companhia do Ford Escort RS de João Novo, até que o carro da oval azul de amarelo pintado voltou às costas ao seu piloto.
Assim, os dois Porsche 911 RSR mantiveram-se na frente do Ford Escort RS 1800 de Rui Costa e reclamaram um pódio totalmente ocupado por máquinas vindas de Weissach. Mas a luta foi muito, muito intensa e o espetáculo garantido por estes pilotos. Ainda dentro do Campeonato de Portugal de Velocidade Clássicos, lamentar o abandono de Pedro Bethencourt, que estava a levar o poderoso Porsche 934 Turbo á vitória nos H81, e do Mazda RX2 Capella de Carlos Fernandes.
Contas feitas, vitória de Macedo Silva nos H75 seguido de Cláudio Vieira, Bruno Santos, Rui Costa, António Soares (Ford Escort RS), Tiago Santos (Porsche 911 RSR) e Manuel Moura Teixeira (Porsche 911 RS). Bruno Lima levou o Ford Escort RS 2000 à vitória no Grupo 1.
Olhando ao Campeonato de Portugal de Velocidade Super Legends, o abandono de Francisco Gonçalves abriu a oportunidade de assistirmos a um vencedor diferente. E Frederico Formiga não deu muitas chances de o nome ser outro na lista de vencedores, ao fazer uma corrida espetacular com um velocíssimo Seat Leon. Venceu à geral para o campeonato e ganhou a categoria Super Extra na frente dedo VW Golf de Pedro Oliveira, do Ford Puma de Jorge Rocha e do VW Golf de Vicente Serrão. O último foi Francisco Gonçalves que apesar de abandonar ainda ficou classificado.
Com Eleutério Duarte a ser forçado ao abandono, a vitória nos Super Trophy ficou para o António Duarte a volante de um Renault Clio RS. Luís Delgado ficou em segundo e venceu na Type R Legacy Cup. Seguiram-se Luís Mendes (Honda Civic Type R), João Ventura (Honda Civic Type R), Bruno Salgado (Honda Civic Type R), Lucas Barbosa (Honda Civic Type R) e Mico Mineiro que viu o seu Honda Type R voltar a conhecer dificuldades e a deixá-lo apeado, ainda que classificado.
O emblemático Rali Vinho da Madeira passará a ser conhecido como Rali da Madeira a partir da edição de 2025, marcando uma nova fase para a prova de ralis mais antiga de Portugal, sempre organizada pelo mesmo clube. A alteração de nome, bem como outras novidades, visam impulsionar o evento a novos patamares, reforçando o seu prestígio internacional e o seu impacto na economia regional e na promoção turística da Madeira.
A principal razão para a mudança de nome prende-se com a necessidade de adaptar-se às restrições e proibições de publicidade a bebidas alcoólicas no desporto automóvel, uma tendência global que visa promover um ambiente mais seguro e responsável. Ao desassociar-se da referência ao “Vinho”, o Rali da Madeira alinha-se com as práticas atuais do desporto internacional, protegendo a sua imagem e assegurando a sua continuidade a longo prazo.
A prova, que em 2025 celebrará a sua 66.ª edição, é um motivo de orgulho para a Madeira e para o centenário Club Sports da Madeira, detentor do alvará de organizador. A sua longevidade é um testemunho do carinho e apoio incondicional da população madeirense ao longo de gerações, tornando o Rali da Madeira uma verdadeira festa do automobilismo, que convoca a participação de todos e dinamiza a economia regional.
A edição deste ano do Rali da Madeira, conta com um aumento no valor dos apoios públicos. Com a nova estrutura do Governo Regional, a Secretaria Regional de Economia assumiu a tutela orçamental do Rali da Madeira, reconhecendo o papel da prova como um importante motor de dinamização económica e de promoção turística para a ilha. Este alinhamento estratégico visa maximizar o retorno do investimento público. O aumento da subvenção justifica-se pela falta de atualização nos últimos oito anos, período em que os custos de organização, logística, segurança e controlo da prova subiram significativamente, sendo essenciais para manter os elevados padrões de qualidade e segurança do evento.
Com a nova designação e o reforço financeiro, o Club Sports da Madeira tem objetivos ambiciosos, sendo a prioridade manter a imagem e o prestígio internacional da marca “Rali da Madeira” e manter a imagem emblemática que tem, como um dos melhores ralis de asfalto da Europa, para tal, é fundamental garantir a presença de pilotos e equipas estrangeiras de topo. A edição de 2025 trará algumas alterações importantes. Filipe Sousa assumirá as funções de diretor de prova, substituindo Pedro Melvill de Araújo. No que diz respeito ao percurso, o número de provas de classificação será reduzido de 15 para 13, com a saída da PEC de Câmara de Lobos.
O Rali da Madeira 2025 confirmou a sua participação no projeto desportivo da Peugeot Rally Cup Ibérica, um troféu desenhado para atrair jovens pilotos de Portugal e Espanha, com provas em território ibérico e viaturas Peugeot 208 Rally 4, competitivas e acessíveis. Além disso, a organização do Club Sports da Madeira está em contacto com os promotores do Troféu Renault Clio Portugal, com o objetivo de incluir este troféu monomarca no calendário oficial de 2025.
Com todas estas novidades, o Rali da Madeira promete uma edição de 2025 memorável, consolidando a sua posição como um dos eventos desportivos mais importantes da ilha e um ícone do automobilismo nacional e internacional.
Gonçalo Guerreiro e Pablo Moreno foram os grandes vencedores do TH CLOTHES Raid Ferraria 2025, quarta etapa do Campeonato de Portugal de Todo-o-Terreno AMI48, disputada este fim de semana entre Abrantes, Gavião e Ponte de Sor.
Com uma exibição consistente, o piloto aproveitou da melhor forma os problemas sentidos pelos adversários diretos, e superou a concorrência para somar uma vitória importante nas contas do título. Num fim de semana marcado pelo bom tempo e por um percurso técnico exigente, Guerreiro destacou-se entre os favoritos e assinou uma prestação de qualidade ao volante do Polaris RZR da Categoria T4, triunfando com 19,2s de vantagem sobre Tiago Reis. Daniel Silva completou o pódio.
“Foi uma jornada difícil, depois de no primeiro dia termos conseguido dilatar a vantagem hoje acabámos por ser obrigados a atacar fruto do ritmo dos nossos adversários. No primeiro dia sentimentos um pouco de dificuldade em ter grip nos primeiros quilómetros, mas acabámos por conseguir vencer com uma vantagem confortável o primeiro setor seletivo da prova. Hoje o ambiente dentro do carro foi incrível, cometemos muitas loucuras, mas o carro teve a 100%. Queria dar os parabéns à organização que preparou uma prova fantástica!”, afirmou Gonçalo Guerreiro.
Na categoria T1, César Sequeira e Filipa Sequeira levaram o Mercedes Benz 350 SLC Coupé ao triunfo, enquanto que na categoria T2, foi Jorge Franco e Vasco Franco em Nissan Navara D22 a triunfar. Na Categoria T8, destaque para vitória de Cláudio Carapeta e Sérgio Inocêncio em Land Rover Bowler. Já na categoria T9, Sérgio Mourato e José Pereira, em Nissan Navara D22 venceram confortavelmente em Ferraria. O Campeonato de Portugal de Todo-o-Terreno AMI48 prossegue em setembro, com a realização 37ª Baja TT Sharish Reguengos de Monsaraz/Mourão.
A estreia da Porsche Sprint Challenge Ibérica (PSCI) no circuito andaluz de Monteblanco consagrou Manuel Alves (Lob Motorsport) e Dylan Pereira (AF & V Motorsport) como vencedores das duas corridas Sprint. Dylan Pereira e o seu colega de equipa André Fernandes também conquistaram para a sua equipa mais um triunfo na Endurance Race.
O programa desta segunda ronda da PSCI revelou-se muito exigente para os 20 pilotos de quatro nacionalidades que se digladiaram no sul de Espanha, proporcionando corridas muito intensas, numa demonstração do crescente nível de competitividade do pelotão.
Sprint Race 1: Manuel Alves suplanta oposição e vence com autoridade
Aos comandos do seu Porsche 992 GT3 Cup, Manuel Alves dominou quase por completo a jornada inaugural de sábado, sendo o mais forte na Qualificação 1 e liderando de início a fim a Sprint Race 1, obtendo ainda a volta mais rápida desta corrida.
O piloto da LOB Motorsport aproveitou da melhor forma a sua posição na frente da grelha para assumir o comando, embora enfrentando forte oposição por parte de Alejandro Barambio e de José Barros que viriam a protagonizar um duelo intenso pelo 2º lugar.
A vantagem de Manuel Alves foi variando sem passar dos dois segundos até que, perto do meio da corrida de 20 minutos + 1 volta, Alejandro Barambio levou o 992 GT3 Cup da GT Corse a aproximar-se do líder, sobretudo quando os da frente começaram as dobragens aos mais atrasados, esboçando mesmo alguns ataques, embora sem sucesso, pois Alves aumentaria novamente e ritmo e cruzou a linha de meta com cerca de três segundos de vantagem sobre o espanhol que, entretanto tinha sofrido e evitado com êxito nova investida de José Barros, autor de uma excelente corrida, premiada com um terceiro lugar final. Os dois terminaram praticamente colados.
Os três primeiros reservaram idênticas posições no escalonamento da Categoria 2, com Manuel Alves a vencer, dentro desta categoria, o Grupo PROAM e Barambio a triunfar entre os AM.
Na Categoria 1, Rui Miritta foi dono e senhor da corrida, dominando por completo. de princípio a fim. O piloto da Monteiros Competições concluiu a corrida com um avanço substancial sobre o seu colega de equipa Nuno Inocêncio, segundo colocado, conquistando assim o primeiro triunfo da temporada, a que adicionou a vitória no Grupo GD. O espanhol Pablo Hernandez levou o 991.1 da RGB Racing Team ao 3º posto da categoria, sendo o vencedor no Grupo AM.
Francisca Queiroz conquistou de forma tranquila mais uma vitória na Ladies Cup, competição onde a jovem Maria Sánches Iglesias não pode protagonizar qualquer oposição, pois foi forçada a desistir no final da primeira volta, com problemas no Porsche 991.1 GT3 Cup da Monteiros Competições.
Sprint Race 2: ninguém parou Dylan Pereira!
O resumo da discussão do triunfo na Sprint Race 2 é muito espartano: Dylan Pereira saiu que nem um míssil da ‘pole’ e começou a ‘cavar’ uma diferença para os mais diretos adversários desde a volta inaugural e, rodando sempre mais rápido no volta a volta, chegou a ter um avanço superior a 9 segundos sobre Borja Garcia (GT Corse) e Manuel Alves que protagonizaram, de princípio a fim, a luta da corrida.
Os dois chegaram mesmo a curvar lado a lado e, voltaram a ter uma oportunidade de tentar incomodar Dylan Pereira quando, já na parte final da corrida, quando se cumpria a 9º volta, um incidente forçou a entrada do Safety Car que permaneceria em pista até ao esgotar dos 20 minutos regulamentares, saindo então para deixar um pelotão agrupado e feroz a discutir a corrida numa única volta!
Dylan Pereira não se deixou surpreender e fugiu aos demais, a caminho da sua 1ª vitória numa Sprint Race da PSCI 2025, comemorando ainda um duplo triunfo na Categoria 2 e no Grupo PROAM.
Borja Garcia defendeu bem o 2º lugar da geral e da categoria, forçando Manuel Alves a contentar-se com um duplo 3º posto nas duas frentes. O triunfo nas contas do Grupo AM foi assegurado por Jorge Ramirez (RCG Racing Team), 5º classificado da geral.
Na Categoria 1, Nuno Inocêncio alcançou a quarta vitória da temporada. Durante a corrida, foi intenso o duelo entre ele e Rui Miritta, mas a outorga do triunfo só viria a acontecer após a conclusão da mesma, com Miritta a ser desclassificado por decisão do Colégio de Comissários.
Assim Inocêncio herdou a vitória, sendo ainda o melhor no Grupo GD, enquanto André Marques subia ao 2º lugar, saboreando a vitória no Grupo AM. Pablo Hernandez repetiu a dose da primeira corrida e voltou a ser 3º entre os Porsche 991 GT3 Cup.
Na Ladies Cup, Francisca Queiroz levou o Porsche 992 GT3 Cup da LOB Motorsport a mais uma vitória tranquila. Quanto a britânica Chloe Grant, foi forçada a abandonar à 8ª volta, mas, como realizou o número mínimo de voltas para se classificar, marcou a sua estreia na PSCI com um 2º lugar nesta taça.
Endurance Race: e vão duas vitórias para a AF & V Motorsport
A passagem da ‘armada’ aa Porsche Sprint Challenge Ibérica pelo Circuito de Monteblanco teve o seu epílogo com a realização da Endurance Race. 50 minutos ao ataque dos quase quatro quilómetros de asfalto abrasivo, sob uma temperatura de 30 graus, davam conta de uma corrida que tinha tudo para ser animada. E foi…
A GT Corse colocou o seu Porsche 992 GT3 Cup, tripulado por Alejandro Barambio e Borja Garcia, na ‘pole’ tendo a seu lado a equipa 2 da AF & V Motorsport, com José Barros a correr com Nuno Baptista.
Logo atrás, na segunda fila, partia Manuel Alves, defendendo a solo a LOB Motorsport e a dupla da AF & V Motorsport, formada por André Fernandes e Dylan Pereira, que reunia a maior fatia de favoritismo, levando em conta o triunfo que tinha obtido em Portimão.
As voltas iniciais foram percorridas com Alejandro Barambio, Manuel Alves e José Barros sempre colados até que, na 10ª volta, Alves coloca o Porsche 992 GT3 Cup da LOB Motorsport na liderança e vê José Barros tentar uma manobra ‘musculada’ para suplantar Alejandro Barambio, com este a terminar aí a sua corrida na gravilha e Barros a perder o 2º posto que tinha conquistado momentaneamente com problemas no seu 992 que o levaram à box. O Porsche só voltaria à pista com Nuno Baptista muito mais tarde, a 4 voltas da frente da corrida, conseguindo, mesmo assim, recuperar até ao 9º lugar.
Manuel Alves comandou tranquilo, ganhando alguma distância para André Fernandes, enquanto Jorge Ramirez, autor de uma corrida muito eficaz aos comandos do Porsche 992 GT3 Cup da RGC Racing Team se instalava de forma sólida no 3º lugar.
A partir do minuto 20, abriu a habitual janela de 10 minutos para a obrigatória paragem nas boxes para troca de piloto, sem que tal provocasse muitas mudanças na frente da corrida, a não ser o facto de Manuel Alves e Dylan Pereira, agora instalado no habitáculo do carro da AF & V Motorsport, terem saído das boxes separados por poucos segundos.
E, rapidamente, Dylan Pereira chegou à traseira do carro de Alves, suplantando o piloto português no final da 18ª volta, começando rapidamente a ganhar vantagem que, no final da corrida, seria de 12 segundos, dando assim uma vitória tão clara quanto justa à sua equipa.
Manuel Alves ofereceu tranquilamente à LOB Motorsport novo pódio no fim-de-semana, concluindo na 2ª posição. Entretanto Jorge Ramirez perdia o 3º posto a apenas 5 minutos do fim, com problemas no seu carro, sendo, felizmente para a sua equipa, substituído no último degrau do pódio por Daniel Garcia, que também defende as cores da RCG Racing Team.
Destaque para a fabulosa exibição de Francisca Queiroz. A jovem portuguesa correu, como sempre, a solo e colocou o segundo carro da LOB Motorsport num fantástico 4º lugar da geral, conquistando ainda o terceiro triunfo do fim-de-semana na Ladies Cup. Impressionante o seu ritmo ao longo dos 50 minutos de competição!
A Monteiros Competições conquistou o triunfo na Categoria 1, através de Nuno Inocêncio, 6º da geral.
Agora, a Porsche Sprint Challenge Ibérica muda-se agora para Valência. A 3ª ronda de 2025 será disputada no Circuito Ricardo Tormo, nos dias 14 e 15 de junho.
José Lameiro revela a sua satisfação pela forma como se está a desenrolar a época 2025 no Campeonato de Portugal de Montanha JC Group. Na 44ª edição da Rampa Internacional da Falperra eu espetáculo e conquistou uma posição no pódio dos Super Challenge.
A conquista do 2º pódio consecutivo da temporada na Categoria Super Challenge foi um justo prémio para a exibição rubricada por José Lameiro na Rampa Internacional da Falperra 2025. O piloto que defende as cores da Diatosta esteve sempre muito eficaz aos comandos de um Skoda Fabia MKIII Super Car, que também apresentou significativas melhorias, fruto do excelente trabalho de evolução que tem sido assinado pela DM Motorsport.
Ao longo dos dois dias de competição na prova organizada pelo Clube Automóvel do Minho, José Lameiro foi capaz de ser competitivo independentemente das condições do piso, que variaram perante. A inconstância meteorológica que assolou a região, terminando na 3ª posição da Categoria Super Challenge e da Divisão SC-A.
“Estou muito satisfeito com a forma como a época está a melhorar. O nosso arranque em Murça foi difícil, mas já estivemos bem na Penha e, agora, na Falperra, conseguimos andar forte e dar espetáculo, numa pista que gosto muito e onde o público é incrível. Estou a evoluir na minha performance e o Skoda está cada vez melhor”, resumiu o piloto aveirense.
Com este resultado, o Lord Terminator de Aveiro logrou subir ao 3º lugar na tabela pontual da Categoria Super Challenge, deixando ainda indicações claras que está num crescendo de competitividade que quererá continuar a mostrar já na próxima prova do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group, a Rampa Covilhã Serra da Estrela, que será disputada nos dias 31 de maio e 1 d e junho.