Autor: VMotores

  • Soc. Com. C. Santos antecipa novo ano para setor automóvel em conversa digital

    Soc. Com. C. Santos antecipa novo ano para setor automóvel em conversa digital

    A Sociedade Comercial C. Santos promove, no dia 17 de janeiro (sexta-feira da próxima semana), uma conversa digital de balanço de 2024 e previsão de 2025 para o setor automóvel em Portugal no mundo. Com transmissão em direto nas redes sociais do representante Mercedes-Benz e smart, esta nova SocTalks irá contar com especialistas no setor automóvel e em macroeconomia.

    A próxima SocTalks está marcada para 17 de janeiro de 2025, às 15h30 (com duração aproximada de uma hora). Terá como tema “Setor automóvel: O que esperar de 2025?”.

    Os participantes são Fernando Gomes, chefe de redação da Razão Automóvel, Nuno Castel-Branco, diretor-geral do Standvirtual, Paulo Rosa, economista sénior do Banco Carregosa, e Roberto Gaspar, secretário-geral da ANECRA – Associação Nacional das Empresas do Comércio e da Reparação Automóvel. A conversa será moderada por Aquiles Pinto, relações públicas da Sociedade Comercial C. Santos.

    A ação será transmitida em direto nas redes sociais do representante Mercedes-Benz, em concreto na nova página de Facebook,  no LinkedIn e no YouTube da Sociedade Comercial C. Santos. O público poderá, através daqueles canais, colocar questões aos participantes.

    “O início dos anos é sempre de balanço e perspetiva. Neste arranque de 2025 isso faz ainda mais sentido, com uma nova redução obrigatória das emissões médias de CO2 dos construtores em relação a 2021, para 93,6 g/km (ciclo WLTP), e a eletrificação em curso (mais de metade das vendas em Portugal no ano passado foram de elétricos, híbridos e híbridos plug-in). Para ajudar a esclarecer o público, contaremos com especialistas automóvel e em macroeconomia”, refere o relações públicas da Sociedade Comercial C. Santos, Aquiles Pinto.

    As SocTalks são um formato criado pela Sociedade Comercial C. Santos no final de 2020. A empresa valoriza a discussão isenta e genérica de temas importantes para a economia e para a mobilidade. Mais, considera que as empresas têm um papel fundamental na discussão do presente e futuro de áreas-chave para economia e sociedade.

    Foi com base nesta premissa que o representante Mercedes-Benz e smart implementou estas conversas digitais e presenciais. Trata-se de conversas informais que têm como objetivo esclarecer, de forma simples, o público. As SocTalks estão, também, disponíveis em formato podcast. Trata-se de uma mais plataforma onde podem ser encontradas pelo público, juntando-se ao Facebook, YouTube e LinkedIn da empresa (onde são transmitidas em direto).

  • Dakar: João Dias termina terceira especial e já pensa na etapa maratona

    Dakar: João Dias termina terceira especial e já pensa na etapa maratona

    Depois dos problemas sentidos na véspera, João Dias e Gonçalo Reis levaram o Can-Am Maverick da Santag Racing até ao final da terceira etapa do Dakar sem problemas, garantindo mais um top-10 na classe SSV.

    No pensamento da dupla portuguesa já está a etapa maratona que amanhã tem início e as dificuldades esperadas.

    “Hoje o dia foi muito tranquilo para nós. Depois dos problemas sentidos ontem e da penalização de 20 horas que nos foi averbada não podemos ter esperanças no resultado. Resta-nos usufruir da experiência, demonstrarmos a nossa qualidade e levar o carro até ao final da corrida. afirmou João Dias antes de fazer a antevisão à etapa seguinte: “amanhã iniciamos a etapa maratona. Mais uma dura especial onde voltamos a não contar com a equipa de assistência no final. Esta primeira semana de Dakar Rally está a ser muito dura, mas também foi para isso que nos preparámos.”

    A quarta etapa do Dakar liga Al Henakiyah a Al’Ula e conta com  415 km cronometrados. Por mais difíceis que tenham sido os primeiros dias, não é tempo para vacilar. A etapa maratona será uma aventura e das grandes. Os participantes devem ter cuidado com o terreno vulcânico e trilhos técnicos que os conduzem até Al’Ula e que prometem termina nos sempre esplêndidos desfiladeiros pelos quais aquela região saudita é famosa. A linha de chegada estará montada dentro do bivouac, que está fechado aos veículos e equipas de assistência.

  • Sérgio Azevedo: “apesar das dificuldades, 2024 foi uma temporada muito enriquecedora”

    Sérgio Azevedo: “apesar das dificuldades, 2024 foi uma temporada muito enriquecedora”

    Depois de uma boa estreia em 2023, Sérgio Azevedo sabia que teria uma temporada de 2024 no Iberian Supercars e Campeonato de Portugal de Velocidade mais exigente, mas acabou por ser ainda mais desafiante, ainda que garanta optimismo para 2025.

    O piloto da Batina Racing, que faz equipa com Orlando Batina, foi progredindo ao longo da sua primeira época na competição que culminou com uma vitória à geral, na segunda corrida da etapa do Estoril, a última do campeonato, Mas ao longo da temporada foram ficando evidentes as limitações do BMW M4 GT4 (F82), uma máquina que já fora substituída pelo construtor bávaro por uma mais recente e deixava Sérgio Azevedo e Orlando Batina numa posição desfavorável face à fortalecida oposição.

    “No início, como estava previsto, não foi possível adquirir um carro novo, pelo que tínhamos de dar o máximo com o BMW que tínhamos disponível. Sabíamos que, com o aumento da qualidade e da quantidade de novos pilotos e carros, o nosso iria perder competitividade, o que tornaria muito difícil alcançar resultados expressivos”, começou por dizer o piloto da Batina Racing, que continuou: “o objetivo era realista – tentar ficar entre os dez primeiros, pois sabíamos que não seria possível repetir o desempenho da temporada anterior, quando terminámos no quarto lugar da GT4 Pro do Iberian Supercars e em terceiro do Campeonato de Portugal de Velocidade”.

    Sérgio Azevedo não esconde que “as primeiras corridas, com o BMW, mais antigo do que as armas da nossa concorrência, foi um desafio, dado que se confirmou aquilo que receávamos: uma clara perda de competitividade”. No entanto, foi com o carro bávaro que viveu o momento alto da temporada: “sem dúvida que olho para o pódio em Jarama, o único da temporada, com grande satisfação. Foi uma boa performance que nos deu o terceiro posto na GT4 Pro”.
     
    Apesar do bom resultado na prova do circuito situado em Madrid, a etapa seguinte, a primeira passagem pelo Estoril, confirmou que o BMW M4 GT4 (F82) já não conseguia contrariar o ascendente das máquinas mais recentes e a Batina Racing decidiu adquirir uma nova arma – um Toyota GR Supra GT4. No entanto, o novo carro da equipa teve um início de vida competitiva difícil, quando se baptizou em pista no Circuit Ricardo Tormo. “Valência foi uma grande frustração, quando recebemos o Toyota. Pensávamos que estaria ao nível dos outros, mas, na realidade, chegou a parecer-nos pior do que o anterior (nd.r.: BMW). Foi uma enorme desilusão, que serviu para nos empenharmos ainda mais e procurar uma adaptação rápida ao Supra”, afirmou Sérgio Azevedo.

    O carro japonês era bastante diferente do BMW a que a equipa e pilotos estavam habituados e isso tornou o processo de adaptação bastante difícil. “Não foi fácil. Apesar de termos passado a contar com um carro muito mais competitivo, demorámos demasiado tempo a desenvolvê-lo e a encontrar os ajustes certos, aliás ainda estamos nesse processo. Isso acabou por comprometer os resultados que pretendíamos, com exceção do último fim-de-semana, no Estoril, em que já conseguimos um quarto lugar numa das duas grelhas de partida”, apontou o piloto da Batina Racing.

    Foram muito os desafios e as contrariedades que foram enfrentadas ao longo da temporada de 2024, que implicaram resultados menos vistosos que em 2023, mas acabou por ser um ano que serviu para ganhar experiência e preparar a próxima época, como é frisado por Sérgio Azevedo. “Apesar das dificuldades, foi uma temporada muito enriquecedora. Competimos contra grandes pilotos, ganhámos experiência e tivemos a oportunidade de correr no circuito de Valência, que ainda não conhecíamos”, sublinhou, não se detendo: “além disso, realizámos três provas com o carro novo, o que nos permitiu conhecê-lo melhor. Diria que a temporada de 2024 foi um excelente ‘warm-up’ para o que aí vem em 2025”.

    Tendo isto em vista, o piloto da Batina Racing olha para a próxima época com maior confiança: 

    “os planos são simples – desenvolver bem o Toyota e garantir competitividade face à forte concorrência que vamos enfrentar. As novas divisões previstas para o campeonato deverão jogar a nosso favor, o que nos permite aspirar a um excelente resultado”.

    Muito embora focado na sua performance e na da equipa, Sérgio Azevedo não deixa de olhar para o quadro geral da competição, sublinhando o seu crescimento. “Tenho de dar os parabéns ao promotor do campeonato, que conseguiu reunir um excelente conjunto de carros e pilotos”, enfatizou o piloto da Batina Racing.
     

  • João Ferreira é quinto na 3ª etapa e ascende ao Top10 da Geral

    João Ferreira é quinto na 3ª etapa e ascende ao Top10 da Geral

    João Ferreira e Filipe Palmeiro conseguiram hoje um resultado muito positivo na terceira etapa do Dakar Rally 2025. Ao volante do Mini JCW 3.0d da X-Raid e movido a combustível 100% renovável da Repsol Portugal, o piloto de Leiria conseguiu o 5.º lugar da etapa, ascendendo ao 9.º lugar da geral, provisoriamente.

    O piloto de Leiria confirma assim um excelente início de Dakar, num momento em que vários dos principais candidatos tem sofrido rudes golpes nas suas aspirações, ainda antes da etapa da Maratona que tem início amanhã.

    “Foi uma etapa muito boa para nós, apesar da muita pedra e pó que encontrámos no início. Fomos rápidos e consistentes e chegamos ao destino muito satisfeitos com o resultado e a exibição. A equipa vai agora preparar o carro para a dureza dos próximos dois dias, disputados em formato maratona, onde voltamos a ser desafiados pela organização antes do merecido dia de descanso em Ha’il.” afirmou o jovem piloto.

    A quarta etapa do Dakar liga Al Henakiyah a Al’Ula e conta com  415 km cronometrados. Por mais difíceis que tenham sido os primeiros dias, não é tempo para vacilar. A etapa maratona será uma aventura e das grandes. Os participantes devem ter cuidado com o terreno vulcânico e trilhos técnicos que os conduzem até Al’Ula e que prometem termina nos sempre esplêndidos desfiladeiros pelos quais aquela região saudita é famosa. A linha de chegada estará montada dentro do bivouac, que está fechado aos veículos e equipas de assistência.

  • Dakar: Maria Luís Gameiro sobreviveu à mais dura etapa do Dakar

    Dakar: Maria Luís Gameiro sobreviveu à mais dura etapa do Dakar

    A segunda etapa do Dakar 2025 vai ficar para sempre gravada na memória de quem a viveu por dentro. Mais de 1000 km percorridos em dois dias, sem passar pelo conforto do Bivouac, numa prova de superação que levou muitos ao limite. Tanto que a lista de desistências cresceu muito. Mas, superando as adversidades, Maria Luís Gameiro e José Marques chegaram ao fim da etapa de 48h.

    A etapa mais extensa desta edição contou com 947 quilómetros cronometrados e 45 de ligações. Partindo de Bisha, as tripulações seguiram sem terem uma noção exata sobre onde pernoitariam, apenas cientes de que ficariam numa das seis áreas de paragem situadas entre os quilómetros 491 e 671 da especial. Além do elevado nível de exigência desportiva, o percurso atravessou um cenário inóspito, onde os desafios espreitam a cada quilómetro. Foi com este cenário que Maria Luís Gameiro e José Marques partiram para um dos maiores desafios das suas vidas.

    E a dureza do desafio superou em muito o que Maria Luís imaginara. Sozinhos no deserto por mais de oito horas, resolvendo um problema mecânico do Fenic X-Raid 1000R Turbo, e com apenas uma hora de descanso, a dupla do Team Motivo JCB nunca baixou os braços. Apesar de todos os desafios, conseguiram chegar ao fim desta épica etapa, que já muito consideram a mais dura de sempre:

    No final desta maratona, a piloto afirmava:

    “o que vivemos nesta etapa foi muito para lá do que imaginamos. Esperávamos uma especial muito dura, mas o que vivemos foi para lá disso. Acredito, e o que tenho ouvido por aqui confirma-o, que a organização terá levado um pouco longe demais o desafio. Vimos pilotos e navegadores a chegar ao fim da etapa lavados em lágrimas. Outras equipas ficaram pelo caminho. Nós conseguimos sobreviver. Apesar das dificuldades, das oito horas sozinho no deserto, dos problemas no carro que conseguimos resolver e apenas com uma hora de sono, acabámos. Como? Sinceramente, não sei! Muitos dos mais experientes apontaram esta como a etapa mais dura de sempre do Dakar. Eu e o José Marques também chegamos ao fim da etapa invadidos por uma emoção tremenda. O sentimento de missão cumprida misturou-se com o cansaço extremo.“

    Esta meta já ficou para trás e “mão há muito tempo para recuperar energias, mas a organização irá encurtar a etapa de amanhã, o que nos poderá dar um pouco mais de descanso. Mas o cansaço não consegue diluir o sentimento de orgulho que sinto por ter vencido este desafio. Vivi algo que nunca tinha vivido até agora em competição. Mas é tempo de olhar em frente. Há outra etapa para fazer e novos desafios a enfrentar. Mas esta pequena vitória de ter sobrevivido à Etapa 2 do DaKar 2025, ninguém me tira.”

  • Dakar: Alexandre Pinto bisa no Campeonato Mundo (c/ vídeo)

    Dakar: Alexandre Pinto bisa no Campeonato Mundo (c/ vídeo)

    Alexandre Pinto repetiu ontem o triunfo alcançado na etapa inicial do Rally Dakar 2025. Nesta que é a sua estreia na prova rainha do todo-o-terreno mundial o piloto, inscrito pela Old Friends Rally Team e navegado por Bernardo Oliveira, voltou a somar a pontuação máxima para o Campeonato do Mundo Rally Raid SSV, competição que agora lidera com a pontuação de 10 pontos.

    A dupla lusa conquistou ainda a vitória absoluta no FIA Rookie Challenge, competição destinada aos pilotos FIA estreantes no Dakar.

    ““Foram quase 1000 km feitos, foi uma aventura, uma experiência nova para nós, mas correu tudo bem. Imprimimos um ritmo conservador que deu frutos no final. Trouxemos o carro até ao fim. Conseguimos vencer novamente a classificação da etapa destinada ao Campeonato do Mundo, acumulámos mais pontos e subimos para 3º da geral. O Dakar ainda está só a começar, não criamos demasiadas expectativas, mas acho que estamos a conseguir encontrar o ritmo certo para a corrida. Ainda agora o Dakar está a começar, mas está tudo a correr bem””, salientou à chegada a Bisha o piloto.

    Alexandre Pinto, aos comandos de um Can-Am, percorreu os 947 quilómetros cronometrados da exigente etapa que se disputou ao longo de dois dias, em 12h35m51s.

    Hoje disputa-se a terceira etapa do Rally Dakar 2025. Depois de três dias em Bisha, a caravana enfrentará uma longa viagem para o norte enquanto continua a percorrer o país. Será a vez de rumar a Al Henakiyah. Dado que a zona tem estado sujeita a fortes tempestades, a organização decidiu estabelecer um percurso mais acessível para proporcionar também algum descanso aos concorrentes após a dura etapa crono, até porque nos dias 8 e 9 de janeiro toda a comitiva terá de enfrentar uma etapa maratona. Assim o percurso da terceira etapa foi encurtado para 327 km cronometrados.

  • A sorte esteve com António Maio na etapa de 48H 

    A sorte esteve com António Maio na etapa de 48H 

    António Maio, aos comandos da sua Yamaha WR450 Rally, terminou com sucesso a segunda etapa deste 47º Rally Dakar melhorando sete posições face à etapa inicial. A jornada realizada em torno de Bisha, na Arábia Saudita, foi o primeiro grande desafio desta edição da prova uma vez que os pilotos tiveram pela frente uma especial composta por 947km cronometrados onde predominaram as dunas e pistas de areia.

    Dakar Rally 2025

    A complexidade e dureza da etapa fizeram-se sentir, mas António Maio conseguiu superar todas as adversidades e concluiu a especial em 12h23m29s.

    O piloto inscrito pelo Franco Sport Yamaha Racing Team iniciou bem esta longa etapa de 48 horas, apesar de ter partido na frente da caravana, e a meio da especial revelou que estava a imprimir o ritmo certo e tinha boas perspetivas para a segunda parte da etapa. No entanto, um problema mecânico dificultou a prestação do piloto que ainda assim conseguiu terminar a segunda especial na 27ª posição.

    “A etapa de 48 horas foi complexa, exigente e longa. Era uma etapa com muitas dunas, fesh fesh e muita areia. A primeira parte da especial correu bem e consegui fazer uma boa navegação, apesar de termos feito mais de 200 km em dunas a abrir pista. Mas, a etapa foi muito exigente e a determinada altura quando entrava nas dunas notei que a mota perdia água. Assim, o meu objetivo foi trazer a mota até ao fim. Tentei gerir ao máximo a situação porque já estava a ser difícil de manter a mota a trabalhar. Na última zona de reabastecimento a mota já não queria pegar, mas por sorte pegou e consegui arrancar. Estava com algum receio de cair, mas felizmente correu tudo bem. Foi muita sorte ter terminado. Parei no palanque e a partir daí a mota não pegou mais. Vamos agora trabalhar para resolver o problema para que amanhã o dia possa ser positivo”, contou António Maio.

    Realiza-se amanhã a terceira etapa do Dakar 2025. A especial vai contar com um longo de 327km cronometrados e decorre entre Bisha e Al Henakiyah. A especial era inicialmente composta por 496km cronometrados, mas devido às intempéries que tem assolado a região a organização optou por encurtar o troço. Após um longo período em Bisha a caravana segue agora numa viagem até ao norte do país.

  • Luís Portela Morais sobe 6 posições e entra no Top 10

    Luís Portela Morais sobe 6 posições e entra no Top 10

    Etapa de 48 Horas revelou-se muito dura para a caravana do Dakar 2025. 

    Luís Portela Morais, navegado por David Megre aos comandos do protótipo G-ECKO, conseguiu superar todas as dificuldades da exigente etapa de 48 Horas com uma prestação que lhe permitiu melhorar significativamente a sua posição no Ranking Challenger desta 47ª edição do Rally Dakar.

    A jornada cumprida em torno de Bisha foi bastante dura principalmente por se ter realizado em grandes extensões de dunas e muitas pistas de areia, terrenos que se apresentaram extremamente difíceis para as máquinas e pilotos. Todavia, a dupla do bp Ultimate Adventure Team mostrou uma enorme resiliência bem como um andamento muito constante que lhe permitiu terminar a especial na 7ª posição Challenger, ascendendo ao 8º lugar da classificação geral da categoria. 

    “Terminámos a etapa de 48 Horas. Foi o primeiro grande obstáculo que tivemos de ultrapassar neste Dakar. Foram dois dias muito duros onde tivemos alguns problemas de navegação. A falta de treino e de corridas está a custar-nos um bocadinho. Mas, o que interessa é que estamos no final. A nossa principal intenção é trazer todos os dias o carro até ao fim. Não temos grandes prolemas no carro e já estamos a preparar a etapa de amanhã. Vamos dar o nosso melhor e tentar alcançar um bom resultado”, referiu Luís Portela Morais.

    Realiza-se amanhã a terceira etapa do Dakar 2025. A especial vai contar com um longo de 327km cronometrados e decorre entre Bisha e Al Henakiyah. A especial era inicialmente composta por 496km cronometrados, mas devido às intempéries que tem assolado a região a organização optou por encurtar o troço. Após um longo período em Bisha a caravana segue agora numa viagem até ao norte da Arábia Saudita.

  • Ricardo Porém sofreu para terminar etapa maratona de 48 horas

    Ricardo Porém sofreu para terminar etapa maratona de 48 horas

    Ricardo Porém e Nuno Sousa completaram hoje, com dificuldade, a segunda etapa do Dakar Rally, a famosa etapa 58 horas.

    Os leirienses, a competir na categoria Challenger, sofreram com os problemas de juventude do MMP, mas não baixaram os braços e terminaram a etapa, ocupando agora o 14.º posto da geral.

    “Isto é o Dakar. Infelizmente umas vezes sorrimos, outras sofremos. Desta vez chegamos a Bisha cansados, tristes com o resultado, mas orgulhosos do trabalho que tanto nós como a equipa estamos a desenvolver. O Dakar não termina aqui por isso há muito tempo para recuperar e procurar atingir os nossos objetivos”, afirmou o piloto de Leiria.

    A terceira etapa do Dakar liga a cidade de Bisha, que acolheu os primeiros dias de competição, a Al Henkiyah, num total de 495km cronometrados ao qual se juntam 352km de ligação. Pilotos e máquina dirigem-se agora mais para norte em território saudita, onde as secções técnicas no início do especial serão apenas a primeira dificuldade encontrada. O Dakar não se ganha nestas etapas mais velozes, mas pode com certeza perder-se aqui. Todo o cuidado é pouco.

  • Dacia Sandero foi, pela primeira vez, o automóvel mais vendido em Portugal

    Dacia Sandero foi, pela primeira vez, o automóvel mais vendido em Portugal

    Com tudo o que é essencial (e não é pouco), sem artifícios e uma relação qualidade/preço verdadeiramente imbatível, o Dacia Sandero ganha outro predicado: um genuíno fenómeno de vendas! Desde 2021 que é o automóvel preferido dos clientes particulares portugueses, mas em 2024, foi – pela primeira vez! – o modelo mais vendido, no país, em termos absolutos, com 7.660 unidades comercializadas, correspondente a uma quota de mercado de 3,21%.

    Um resultado histórico, também para a Dacia, que nunca antes tinha tido um modelo a liderar a tabela de vendas absoluta e isto num mercado maioritariamente sustentado por clientes frotistas. Entre os clientes particulares, sublinhe-se que um em cada 10 automóveis vendidos foram do modelo Sandero e com o Duster a ser o segundo preferido pelos portugueses.

    Com 60% das vendas, a versão Stepway foi a eleita pelos clientes, enquanto omotor ECO-G 100 Bi-Fuel foi a opção de 51% dos portugueses. Funcionando tanto a gasolina como GPL (Gás de Petróleo Liquefeito), uma motorização que se distingue pelos reduzidos custos de utilização, pela extraordinária autonomia, pela fiabilidade e segurança, mas, também, pelas reduzidas emissões de CO₂. Ou seja, uma opção sustentável e económica.

    Na gama Dacia, o modelo Sandero (versão Stepway incluída) representou 46,4% das vendas totais da marca, em Portugal. Já a versão Stepway valeu 58,5% das vendas do modelo, 65,5% das quais equipadas com o motor ECO-G 100 Bi-Fuel.

    O Sandero é um dos mais emblemáticos modelos da Dacia. Com um design moderno, uma das melhores habitabilidades do segmento (capacidade da bagageira, incluída) e uma surpreendente lista de equipamentos tecnológicos e de segurança, o sucesso comercial do Dacia Sandero justifica-se por atender às necessidades reais dos seus proprietários e pela imbatível relação qualidade/preço.

    O Dacia Sandero é comercializado com um preço a partir de 13.200€, estando disponível com quatro motorizações: SCe 75, TCe 90, TCe 90 CVT e ECO-G 100 Bi-Fuel.