Autor: VMotores

  • AIA: novo ano arranca com três competições no primeiro mês

    AIA: novo ano arranca com três competições no primeiro mês

    Com o novo ano já em marcha o Autódromo Internacional do Algarve prepara-se para receber já em Janeiro três competições que irão animar do complexo junto a Portimão nos derradeiros três fins-de-semana do ano.

    Em pista vão estar três animadas séries que irão marcar o arranque do ano desportivo no traçado, sendo que os primeiros a entrar em pista serão os pilotos da Porsche Sprint Challenge que iniciará a sua temporada nos dias 18 e 19 de Janeiro. De seguida e sem deixar arrefecer as quinze curvas da ‘Montanha Russa’ chegam ao Algarve os pilotos e equipas da Gedlich Winter Seriespara realizar a sua primeira corrida do ano nos dias 25 e 26 de Janeiro, uma semana antes da estreia do formato seis horas nesta competição entre os dias 31 de Janeiro e 2 de Fevereiro.

    Um mês de animação total e que marca o arranque do ano 2025, aquele em que mais competições internacionais vão visitar o Autódromo Internacional do Algarve.

  • Dacia pronta e ambiciosa para o Rali Dakar

    Dacia pronta e ambiciosa para o Rali Dakar

    Depois do domínio evidenciado no Rali de Marrocos, em outubro, substanciado com uma vitória na estreia, os Dacia Sandriders fazem do Rali Dakar, a derradeira aventura do desporto automóvel, o seu próximo e formidável desafio.

    A ronda de abertura do Campeonato do Mundo de Rally-Raid FIA 2025 (W2RC), de 3 a 17 de janeiro, é um teste sem paralelo para pilotos e máquinas. Realizado nas dunas de areia e em passagens rochosas de oeste a leste da Arábia Saudita, o próximo Rali Dakar marca o início da candidatura dos Dacia Sandriders ao título do W2RC de 2025 e segue-se aos 1º e 2º lugares conquistados no Rali de Marrocos, que serviu, acima de tudo, como um ensaio geral para o Rali Dakar.

    Após a etapa do Prólogo, a 3 de janeiro, o Rali Dakar 2025 assenta num percurso com 5.145 quilómetros cronometrados, disputados ao longo de 12 dias de intensa competição. Com início em Bisha, no oeste da Arábia Saudita, o evento termina em Shubaytah, no leste, com um dia de descanso em Hail e uma paragem noturna, na capital Riade. Incluída no itinerário está a etapa Chrono 48H, com 971 quilómetros de competição.

    A Chefe de Equipa da Dacia Sandriders, Tiphanie Isnard, não tem ilusões quanto ao árduo desafio que espera a equipa de três carros.

    “Estamos prestes a defrontar o que só podemos descrever como um desafio humano extraordinário, mas que estamos determinados a enfrentar com coragem e convicção, tendo em conta o esforço que fizemos para nos prepararmos”, afirmou Isnard

    “Embora seja um evento duro, com pouco descanso durante quase três semanas intensas, estamos entusiasmados com o que nos espera e mal podemos esperar para começar”.

    “É claro que vamos para a prova como vencedores, depois da nossa vitória no Rali de Marrocos. Mas esse resultado de nada servirá se subestimarmos a tarefa que temos pela frente ou se não nos mantivermos concentrados ao longo de cada etapa.”

    Após o Rali de Marrocos, a equipa dos Dacia Sandriders, equipados com pneus BFGoodrich, teve menos de um mês para preparar os seus carros da categoria Ultimate, antes da sua partida, por mar, para a Arábia Saudita. O Diretor Técnico, Philip Dunabin, explicou quais as alterações introduzidas nos Dacia Sandriders, movidos a combustível sustentável, antes do Rali Dakar 2025.

    Para Nasser Al-Attyah, “o objetivo é a vitória e estou muito confiante de que isso será possível. Mostrámos, em Marrocos, o potencial do nosso Dacia Sandrider, mas também a competitividade em condições difíceis e a qualidade da nossa jovem equipa. Mas com um percurso difícil, especialmente durante a primeira semana, temos de ser inteligentes, evitar correr riscos desnecessários e mantermo-nos concentrados. Duas das minhas cinco vitórias no Dakar foram na Arábia Saudita, por isso, tenho uma boa ideia do que podemos esperar. Mas este é um rali em que temos de contar com o inesperado, todos os dias, durante mais de duas semanas. Não vai ser fácil, mas vamos fazer tudo o que pudermos para ganhar“.

    Já Sebastien Loeb afirma que está “muito entusiasmado por começar o Dakar com os Dacia Sandriders. Trabalhámos arduamente para nos prepararmos para esta corrida e agora o entusiasmo está realmente a crescer. O nosso objetivo é sempre ganhar, mas sabemos quantos factores críticos têm de se alinhar para que isso aconteça. Vai ser um Dakar difícil e talvez tenhamos de gerir a nossa posição, mais do que fazer força para o podermos vencer. Vamos avaliar como as coisas evoluem dia após dia, mas tenho a esperança de que a nossa experiência seja uma vantagem fundamental. Estamos prontos para dar tudo o que temos e sei que a equipa vai fazer o mesmo.”

    Cristina Gutiérrez confessa que os seus sentimentos são “antes do Dakar são muito fortes. Foi um ano incrível de aprendizagem. O Pablo e eu somos como duas crianças pequenas, mas sentimos que nos adaptámos muito bem à categoria Ultimate e que isso também nos fez dar o melhor de nós próprios. Sinto-me muito feliz por fazer parte da Dacia Sandriders, porque sinto que faço parte de uma verdadeira família. O ambiente entre toda a equipa é incrível e partimos com um grande entusiasmo para fazer um bom Dakar. Estamos conscientes de que é o primeiro ano em que estamos todos juntos, mas também estamos confiantes, depois dos testes e do Rali de Marrocos. Estou muito entusiasmada com o que aí vem e com os Dacia Sandriders”.

    Os Dacia Sandriders vão enfrentar uma distância total de 7.726 quilómetros, no Rali Dakar 2025, incluindo 5.180 quilómetros cronometrados.

  • Peugeot líder do mercado automóvel em Portugal pelo quarto ano consecutivo

    Peugeot líder do mercado automóvel em Portugal pelo quarto ano consecutivo

    A marca liderou, pelo quarto ano consecutivo, as três frentes do mercado automóvel nacional: VP – Veículos de Passageiros; VCL – Veículos Comerciais Ligeiros; e VP + VCL – Veículos de Passageiros + Veículos Comerciais Ligeiros.

    A PEUGEOT assegurou em 2024, e pelo quarto ano consecutivo, a liderança do mercado automóvel português com 27.329 automóveis vendidos, um volume que representa uma quota de mercado de 11,3%. A título de curiosidade, sublinhe-se que a PEUGEOT vendeu praticamente mais 8.000 veículos do que a segunda marca do mercado (Dados ACAP).

    A PEUGEOT liderou também o mercado de Automóveis de Passageiros em 2024, com um total de 21.611 viaturas matriculadas, número que lhe permitiu conquistar uma quota de mercado do 10,3%. No que diz respeito aos Veículos Comerciais Ligeiros, a PEUGEOT foi igualmente a marca líder em 2024, ao comercializar um total de 5.718 viaturas, assegurando uma quota de 17,7%.

    Em particular, no último mês do ano, a PEUGEOT voltou a demonstrar a forte dinâmica comercial que, na verdade, representou todo o ano de 2024. Em dezembro, a marca liderou as três frentes do mercado. No mercado total (VP + VCL), foi responsável por um total de 2.885 veículos comercializados (+53,5% face a dezembro de 2023), o que lhe permitiu garantir uma forte quota de mercado de 12,1%, superando a segunda marca mais vendida no mês em 4,7 p.p..

    Entre os Veículos de Passageiros, a PEUGEOT entregou, em dezembro, um total de 2.195 veículos aos seus clientes e assegurou uma quota de 10,9%. Já no mercado de Veículos Comerciais Ligeiros, a marca comercializou 690 furgões e conquistou uma quota significativa de 19,3%.

    PEUGEOT ganha força com a sua gama 100% elétrica

    Com uma gama que disponibiliza já um total de doze modelos elétricos a bateria – a maior gama 100% elétrica de uma marca generalista na Europa -, a PEUGEOT fortaleceu também a sua posição no pódio das vendas de Automóveis BEV. Com uma ofensiva de produto e de tecnologias BEV de nova geração, colocando no mercado os modelos 100% elétricos com a melhor resposta às necessidades da diferente tipologia de clientes, a PEUGEOT assume-se ainda como a marca generalista mais vendida no mercado BEV em Portugal.

    No mercado total de automóveis elétricos (Passageiros + Comerciais Ligeiros) a PEUGEOT vendeu em 2024 um total de 3.436 veículos, o que equivale a uma quota de mercado de 7,8%. Considerando, respetivamente, o mercado de Veículos de Passageiros e o dos Comerciais Ligeiros, a marca entregou 3.017 automóveis (quota de 7,2%) e 419 furgões (quota de 18,0%). No passado mês de dezembro, a PEUGEOT foi inclusivamente líder de mercado nos furgões elétricos, tendo vendido 39 unidades e conquistado uma forte quota de 27,7%.

    Quatro modelos no Top 10 nacional

    O PEUGEOT 2008, com um total de 7.520 unidades, foi novamente o modelo mais vendido da PEUGEOT em Portugal. O segundo modelo da marca do Leão em vendas foi o 208, com 6.024 unidades, e a fechar o pódio da marca encontra-se o 308, com um volume de 4.442 unidades comercializadas. O Partner – modelo produzido em Portugal, na fábrica da Stellantis em Mangualde – foi o furgão mais vendido do país durante o ano passado com 4.292 unidades entregues a clientes. Com estes números, a PEUGEOT terminou o ano de 2024 com um total de quatro modelos entre os dez mais vendidos em Portugal.

  • Faleceu Fernando Santos

    Faleceu Fernando Santos

    O automobilismo nacional está mais pobre. Faleceu esta madrugada, vítima de doença prolongada, Fernando Santos, consagrado piloto e construtor de carros de competição para todo-o-terreno.

    O penafidelense parte menos de um ano depois do falecimento do seu irmão Joaquim Santos, com quem ergueu toda a saga que tornou a sua família uma das bem sucedidas no desporto automóvel português.

    Enquanto piloto, Fernando Santos brilhou nas pistas de Autocross, onde se sagrou campeão nacional. Mais tarde, dedicou-se ao Todo-o-Terreno, vindo a vencer uma das edições do troféu Terrano II.

    Nas últimas décadas, colocou todo o seu talento na concepção e construção de carros de competição de todo-o-terreno- Criou a marca Depieres que, durante algum tempo viria a ser conhecida como Extreme Raid, tendo hoje carros das categorias T1 e Challenger a correu um pouco por todo o mundo.

    Fernando Santos deixa um enorme legado ao Motorsport. A redação do portal VMotores envia à família e amigos as nossas Sentidas Condolências.

  • João Ferreira ataca terceiro Dakar Rally da carreira pela primeira vez na categoria principal

    João Ferreira ataca terceiro Dakar Rally da carreira pela primeira vez na categoria principal

    Aos 25 anos, e com o os títulos de Campeão do Mundo, Europeu e Nacional de Bajas na bagagem, João Ferreira arranca para o terceiro Dakar Rally da carreira com a ambição de lutar por um Top-10.

    Pela primeira vez ao volante de um MINI JCW T1+ da X-Raid na mais mítica prova de Todo-o-Terreno do Mundo, João Ferreira não se esconde do desafio e promete usar a experiência dos últimos dois anos, onde competiu nas categorias SSV e Challenger, para, em conjunto com o seu navegador Filipe Palmeiro, lutar pelo melhor resultado possível na prova organizada pela ASO, primeira ronda do World Rally-Raid Championship (W2RC) 2025.

    “Muitos podem considerar que estou a ser pouco humilde ao definir o meu objetivo para este Dakar, mas a verdade é que tenho comigo não só uma equipa super competente e recheada de triunfos na prova, bem como um navegador muito experiente. Juntando a isso, o meu chefe de carro, o português Filipe Ferrão, já ajudou três pilotos a conquistarem o Dakar em anos anteriores. E se nos lembrarmos que, com os combustíveis 100% Renováveis da Repsol, alcancei três dos mais importantes títulos do ano, não poderia partir para a prova com menos ambições do que lutar por um Top-10. Naturalmente que sei as dificuldades que vou encontrar, sei que não estarei eventualmente na principal lista de candidatos a vitórias em etapas, mas a minha ambição é muita e quero provar que Portugal tem muito talento em várias áreas, e o automobilismo e a alta-competição não são um limite para o nosso sonho”, afirmou confiante o jovem piloto de Leiria.

    O Dakar Rally 2025 arranca amanhã, em Bisha, na Arábia Saudita com a realização do prólogo com 29km de extensão. Nesta edição da mais dura maratona do mundo motorizado, os concorrentes enfrentarão 12 etapas desafiadoras no deserto que incorporam 5.145 quilómetros competitivos num percurso exigente de 7.753 km.

  • Ricardo Loureiro “melhoramos muito em 2024 e queremos mais em 2025!”

    Ricardo Loureiro “melhoramos muito em 2024 e queremos mais em 2025!”

    O piloto que defende as cores do Caramulo Racing Team faz um balanço muito positivo da temporada que protagonizou em 2024 no Campeonato de Portugal Clássicos de Montanha JC Group. Ricardo Loureiro considera que os objetivos principais foram cumpridos e assume que quer fazer mais e melhor em 2025.

    No arranque da época de 2024, o piloto-edil da Freguesia de Guardão, no Caramulo, assumiu de fora clara que o foco da temporada estaria totalmente centrado na recuperação da competitividade do Ford Escort MKII, dando seguimento ao esforço já vindo da época de 2023.

    O passado recente foi um verdadeiro calvário, com o meu Escort a apresentar inúmeros problemas que foram condicionando de forma clara a capacidade de lutar pelos lugares cimeiros. Como tal, encaramos a temporada de 2024 como um verdadeiro longo teste em competição de todas as alterações e melhoramentos que fomos introduzindo no carro. A bem da verdade, diga-se que, já no fecho de 2023, o carro apresentava uma fiabilidade mais satisfatória, mas muito à custa de uma perda substancial de competitividade. Em 2024, o trabalho foi ainda mais intenso e os frutos começaram a aparecer”, resume Ricardo Loureiro.

    O piloto destaca “o trabalho fundamental da A. Sainhas Racing Team. Foram incríveis na forma meticulosa e paciente como desenvolveram o carro, conseguindo recuperar primeiro a finalidade e depois, já numa fase final da época, foram ainda capazes de começarem a aumentar os índices de performance, área em que trabalharemos com muito afinco ao longo de 2025”.

    Mas, apesar das claras limitações, nem por isso Ricardo Loureiro deixou de demonstrar, uma vez mais, todos os seus pergaminhos enquanto piloto e, fazendo da regularidade e precisão cirúrgica na forma como abordou as rampas, as suas armas de eleição, terminou a época no 3º lugar do campeonato, registando ainda duas subidas ao pódio nas rampas de Murça e do Caramulo:

    “Obviamente que me sinto muito feliz por ter terminado o ano com mais um pódio num campeonato nacional, a que juntei ainda o pódio no Grupo 5. Foram justos prémios que quero dedicar ao empenho da nossa equipa técnica e ao apoio incrível que tenho por parte dos meus patrocinadores, a quem agradeço profundamente. Foi um ano de grande entrega e onde a paciência e o querer se revelaram fundamentais para atingirmos os objetivos. Sabíamos, à partida, que dificilmente poderíamos estar na luta pelo título, mas nunca baixamos os braços e ter conseguido assegurar o pódio à geral foi a prova de que melhoramos muito em 2024”.

    Agora, é tempo de preparar a próxima temporada. Ricardo Loureiro assume que “queremos mais em 2025!”, apontando como grandes objetivos “continuar a melhor o carro e a colocar a nossa performance ao nível dos melhores”. Para o consagrado piloto caramulense, anda não é tempo para “prometer que estaremos na luta pelo título, mas queremos estar com regularidade entre os 3 mais rápidos e, se a sorte estiver connosco, poder tentar incomodar os favoritos e, porque não, aproveitar todas as oportunidades para chegar às vitórias!”.

    O Campeonato de Portugal de Clássicos de Montanha JC Group 2025 terá oito provas, com a primeira a decorrer em Murça, nos dias 22 e 23 de Março.

  • Rafael Cardeira entrega cheque solidário

    Rafael Cardeira entrega cheque solidário

    Terminada a competição na temporada de 2024, o piloto Rafael Cardeira volta a focar-se num dos projetos solidários que tanto caracterizam a sua atuação desportiva. Desta vez, deu-se o culminar da ação KM’Solidários, que entregou a uma Organização Não Governamental para o Desenvolvimento um cheque com um valor arrecadado correspondente a cada quilómetro competitivo percorrido durante a época.

    Foi com a entrega de um cheque no valor de 900 euros que Rafael Cardeira deu por terminada a sua pegada social no ano de 2024, onde o projeto KM’Solidários abraçou a ATLAS – People Like Us, uma Organização Não Governamental para o Desenvolvimento onde o piloto acumula o papel de embaixador. Com o apoio da CO2 Auto, um dos parceiros do piloto do Sporting Clube de Portugal, a entrega do cheque transformou o esforço e dedicação em solidariedade numa vertente que vai para além da competição.

    Rafael Cardeira mostra-se bastante satisfeito com esta ação, onde está sempre presente “a importância de devolver à sociedade aquilo que ela transmitiu em forma de apoio durante as provas”, acrescentando ainda que “é importante apoiar instituições que fazem um trabalho muito indispensável a nível social e que apoiam os mais carenciados.”

    Para Helena Vasconcelos, Presidente da ATLAS, é importante “fazer um agradecimento ao Rafael Cardeira pela possibilidade de pôr em prática o lema da nossa Associação: Transformamos vidas, espalhamos sorrisos, entregamos amor. Esta entrega permite-nos continuar a desempenhar a nossa missão, não só pelo montante arrecadado, mas também pela atenção que traz à nossa atividade.”

    “A temporada terminou da melhor maneira, com esta causa onde a CO2 Auto se revê na perfeição. Ao longo dos anos temos trabalhado com algumas instituições locais e como nos identificamos com estes projetos, aceitámos o desafio do Rafael em sermos parte ativa destes KM’Solidários“, refere Cristiano Gil, Sócio-Gerente da CO2 Auto.

    Também a autarquia local marcou presença na ação, onde o Presidente da Câmara Municipal de Alcobaça, Hermínio Rodrigues, destacou o papel do piloto na vertente social, para além do lado competitivo: “É essencial distinguir o papel solidário do piloto Rafael Cardeira, também enquanto jovem, e evidenciar o seu envolvimento com a comunidade e todos os projetos que tem aplicado também fora do ambiente das corridas.”

  • Ralis de terra e asfalto no calendário 2025 do Clio Trophy Portugal

    Ralis de terra e asfalto no calendário 2025 do Clio Trophy Portugal

    O calendário da segunda edição do Clio Trophy Portugal está definido e com a novidade da estreia dos pisos de terra. O início da época está marcado para 7 de março.

    Cinco ralis integram o calendário da edição 2025 do Clio Trophy Portugal, os dois primeiros disputados em pisos de terra e os restantes em asfalto:

    • 7 e 8 de março – Rallye Serras de Fafe, Felgueiras, Boticas e Cabeceiras de Basto.
    • 2 e 3 de maio – Rali Terras d’Aboboreira.
    • 13 e 14 de junho – Rali Castelo Branco e Vila Velha de Ródão.
    • 17 e 18 de outubro – Rali Vidreiro Centro de Portugal.
    • 31 e 1 de novembro – Rally de Lisboa.

    Para além da estreia dos pisos de terra, a segunda época do Clio Trophy Portugal é marcada pela entrada da Michelin como fornecedor de pneus. O fabricante francês junta-se, assim, à Mobilize Financial Services e à MOTRIO como parceiros da iniciativa promovida pela Renault Portugal.

    Quanto a prémios, o valor total volta a ser de 40.000€. Por prova, vão ser atribuídos 2.500€ ao vencedor, 1.750€ ao segundo classificado, 1.250€ (3º), 750€ (4º), 500€ (5º), 250€ (6º), enquanto o prémio final para o vencedor da competição é de 3.000€ + 2.000€ em material Alpine Racing.

    Em relação à época de 2025, Pedro Matos Chaves, coordenador desportivo do Clio Trophy Portugal, destaca: “A inclusão de ralis em pisos de terra é uma evolução natural para o troféu, permitindo aos pilotos um contacto mais amplo com diferentes superfícies e tornando-os mais versáteis e competitivos. O ´feedback´ dos pilotos e equipas foi essencial para esta decisão, e estamos confiantes de que a temporada de 2025 será ainda mais emocionante.”

    á Hugo Barbosa, Diretor de Comunicação da Renault Portugal, sublinha: “O Clio Trophy Portugal reafirma-se como a competição referência para jovens pilotos. Com resultados notáveis, novas parcerias e a inclusão de pisos de terra, estamos a cumprir a missão de organizar um troféu que não só forma talentos, mas também promove o desporto automóvel como um todo.”

    Uma excelente temporada em perspetiva, até em função do sucesso da edição de estreia, que confirmou o Clio Trophy Portugal como uma proposta única no automobilismo nacional: uma verdadeira escola de talentos – Danny Carreira, foi coroado “campeão” com apenas 23 anos de idade –; uma imbatível relação competitividade/preço; e a irrepreensível fiabilidade do Clio Rally 5, que não registou uma única desistência por problemas técnicos!

    Recorde-se que o Clio Rally 5 que serve de base ao troféu tem origem no modelo de série do Clio. Para além de beneficiar de uma homologação FIA, é equipado com uma caixa de velocidades sequencial Sadev, diferencial autoblocante, suspensões e travões específicos e, claro, todos os equipamentos de segurança exigidos pelos regulamentos internacionais. A mais competitiva e bem-sucedida proposta para os pilotos, sobretudo os mais jovens, que sonham com a oportunidade de competir, aos comandos de um carro competitivo, fiável e acessível.

  • Veloso Motorsport conquistou 3 títulos, mas queria mais

    Veloso Motorsport conquistou 3 títulos, mas queria mais

    A Veloso Motorsport é uma das equipas com maior historia na Velocidade Ibérica, mantendo-se um força competitiva ao longo de trinta e três anos, o que este ano se traduziu em três títulos, mas Luís Veloso não deixa de mostrar algum desapontamento com a forma como se viu impossibilitado de ver um dos seus carros se bater pelo ceptro de Pilotos da GT4 Pro.

    A formação de Póvoa de Lanhoso enfrentou a temporada deste ano do Iberian Supercars e Campeonato de Portugal de Velocidade com três carros distintos – o já conhecido Audi R8 LMS GT4 entregue a Jorge Rodrigues e a Patrick Cunha, um novíssimo Porsche 718 Cayman GT4 para Miguel Lobo e Francisco Mora, e um Mercedes AMG GT4 dividido por Francisco Carvalho e Nuno Batista.

    Os dois carros da região de Estugarda eram novidade na formação liderada por Luís Veloso, o que causou algumas contrariedades que tiveram algum impacto nos resultados. Ainda assim, a estrutura lusa podia celebrar no final do ano três ceptros. “Faço um balanço positivo de 2024, conquistámos três títulos – o de Equipas do Campeonato de Portugal de Velocidade e o de Pilotos da divisão Bronze tanto na competição nacional como no Iberian Supercars, com o Jorge (Rodrigues) e o Patrick (Cunha)”, começou por dizer Luís Veloso, que continuou: “o nível está muito elevado, com boas equipas e grandes pilotos, e isso dá mais valor às conquistas. No entanto, sabe a pouco! Recebemos o Porsche em cima do início da temporada e não tivemos tempo para testar e preparar a época. Quando começámos a perceber o carro estivemos sempre na luta pelo primeiro lugar, mas tivemos também o azar do Miguel (Lobo), quando estávamos muito competitivos”.

    A chegada tardia do carro de Zuffenhausen acaba mesmo por marcar a época da Veloso Motorsport, uma vez que Luís Veloso sente que, noutras condições, Francisco Mora e Miguel Lobo, e mais tarde Gonçalo Fernandes, poderiam estar na luta pelo ceptro da GT4 Pro com César Machado e Jan Durán, no Toyota GR Supra GT4 da Speedy Motorsport. “O maior desafio do ano foi estarmos competitivos com o Porsche! Recebemos o carro em cima da temporada e não tivemos tempo para testar e preparar a época convenientemente. Os dois primeiros eventos, no fundo, foram sessões de testes para colocarmos o carro com as afinações correctas. Depois tivemos o azar do Miguel se ter magoado em Valência, quando podíamos estar na luta pela vitória e poderíamos colocar-nos numa situação favorável no campeonato de pilotos. Foi pena! Já com o Audi fomos competitivos desde a primeira prova e estivemos sempre na luta pelos cinco primeiros lugares da classificação geral e pela vitória da divisão”, apontou o chefe de equipa da formação de Póvoa de Lanhoso.

    O título de Equipas do Campeonato de Portugal de Velocidade foi uma conquista tensa devido à elevada competitividade do plantel, tendo a Veloso Motorsport chegado à última corrida da temporada, a segunda do evento de Dezembro realizado no Autódromo do Estoril, em luta com a Speedy Motorsport e a Racar Motorsport, podendo qualquer uma destas estruturas ter motivos para celebrar, de acordo com as combinações de resultados dos dois carros nomeados por cada uma delas.

    Talvez por isso, Campeonato de Equipas conquistado no início deste mês tenha tido um sabor diferente, apesar dos trinta e três anos de existência da formação de Póvoa de Lanhoso. “Todos os títulos são especiais! Este foi suis generis, porque o conquistámos na última corrida, o que acaba por compensar os azares da temporada, sobretudo os que tivemos com o Porsche, que chegou muito tarde e que viu os seus resultados condicionados pelo incidente com o Miguel Lobo”, apontou o timoneiro da Veloso Motorsport.

    É notório que Luís Veloso deixa escapar alguma mágoa pelas contrariedades que a sua equipa sofreu com o Porsche 718 Cayman GT4 partilhado, inicialmente, por Miguel Lobo e Francisco Mora, tendo o piloto de Paços de Ferreira sido substituído por Gonçalo Fernandes devido à sua lesão.

    O homem forte sente que não teve com o carro de Zuffenhausen as mesmas hipóteses que teve com o Audi R8 LMS GT4 partilhado por Jorge Rodrigues e Patrick Cunha, que venceram os títulos de pilotos da GT4 Bronze, mas deixa um aviso para 2025: “O objectivo é ter três carros competitivos, lutar pela vitória em cada uma das corridas e pelos títulos em que estamos inseridos”.

  • FPAK distinguida pela FIA ao nível da sustentabilidade ambiental

    FPAK distinguida pela FIA ao nível da sustentabilidade ambiental

    No decorrer da Assembleia Geral da FIA que decorreu em Kigali no Ruanda, o Presidente da FIA, Mohammed Ben Sulayem distinguiu a FPAK com uma menção honrosa devido ao seu esforço na transformação do nosso desporto em termos sustentabilidade ambiental.

    O Galardão foi recebido por Pedro Barros, diretor da FPAK e responsável na federação pelo pelouro de Sustentabilidade Ambiental. Esta distinção reflete o esforço de todos os envolvidos no desporto automóvel nacional em torná-lo cada vez mais amigo do ambiente criando e implementando estratégias de melhoria ambiental.