Autor: VMotores

  • Pedro Marques vence GT na Arrábida

    Foi sem dúvida alguma uma das surpresas desta jornada inicial do Campeonato Portugal Montanha, onde o bracarense Pedro Marques foi o brilhante vencedor.

    O piloto de Braga estava determinado a dar luta aos seus mais directos adversários, todos  ao volante dos Porsche GT 3.Na subida da warm-up, Pedro Marques começou logo “ ao ataque”, tendo feito logo o melhor tempo na categoria de GT, tendo feito toda a extensão da Rampa da Arrábida em 2.02.241 à média de 103.07 km/h, ficando assim na frente.  A verdade é que Pedro Marques já se estava a debater com problemas de embraiagem, e por isso acabaria por não fazer a primeira subida oficial de treinos, mas na segunda subida, rapidamente verificou que não tinha o carro a 100%, pois não conseguiu melhor do que o terceiro tempo na categoria dos GT, tendo feito 1.58.744 à média de 106,11 km/h, ficando com o terceiro melhor crono entre os GT. Faltando apenas a primeira subida oficial de prova, Pedro Marques passa “ao ataque”, e acaba por fazer um “ tempão” de 1.54.950 à média de 109, 61 Km/voltando á liderança entre os GT presentes.  Mas mesmo assim o piloto da Mobymotorsport pensando mais além resolveu e muito bem trocar a embraiagem para o bonito Porsche GT3, o que lhe permitiu acabar  as restantes subidas com tranquilidade e pronto para dar réplica aos seus adversários mais directos.

    Na manha de domingo, Pedro Marques faz a subida da warm-up 2 com o objectivo de ver como estava o carro, tendo feito “uma subida nas calmas”, alcançando um crono de 2.02.543 à média de 102,73 km/h, sendo o 2º classificado entre os GT.  Sempre na busca dum melhor comportamento para o GT 3, Pedro Marques está na linha de partida para a terceira subida de treinos, onde faz o 3º melhor tempo com 1.58.769 à média de 106,08 km/h.  Chegados à 2ª subida oficial de prova, Pedro Marques passa “ ao ataque”, e faz logo o segundo melhor tempo entre os GT com 1.53.830 à média de 110,69 km/h, sendo o suficiente para ser o brilhante vencedor da categoria dos GT na Rampa da Arrábida.,

    Já  com os trofeus na mão, Pedro Marques descreveu-nos como foi esta jornada inaugural, dizendo “ correu bem, no sábado debati-me com problemas de embraiagem, na qual acabei e muito bem por ter de montar uma nova, que me permitiu alcançar esta victória , que de fácil nada teve, mas que teve um sabor especial, lá isso teve, e assim os meus adversários podem contar comigo para as próximas provas “ finalizou Pedro Marques, já a pensar na próxima prova, a Rampa de Boticas.

  • Joaquim Teixeira vence Divisão Turismo 2 e alcança pódio na categoria com exibição de luxo

    O piloto e team manager da JT59 Racing Team/Bompiso rubricou uma exibição notável na prova de abertura do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group 2021. Dominou a seu belo prazer a Divisão Turismo 2 e esteve fantástico na “guerra” da sua Categoria!

    A 30ª edição da Rampa PÊQUÊPÊ Arrábida transformou-se em mais uma jornada de grande nível para Joaquim Teixeira. Senhor de uma carreira longa e laureada com muitos títulos, o piloto transmontano voltou a colocar em pista toda sua reconhecida rapidez e capacidade estratégica, dando um recital de condução aos comandos do Cupra TCR.

    Nada receoso por enfrentar adversários com viatura mais potentes e com quatro rodas motrizes, esteve sempre na batalha pela primazia na Categoria Turismos e apenas 54 milésimos de segundo o separaram de levar para casa a vitória, ficando assim num agridoce segundo lugar que, no entanto, avisa a concorrência de que terão de contar, uma vez mais com ele, na luta por este título nacional.

    Nas contas da Divisão Turismos 2, o domínio de Joaquim Teixeira foi simplesmente avassalador, registando um triunfo musculado e sem oposição. A performance, deixou o piloto “orgulhoso do que fizemos. A prova correu dentro das minhas expectativas. O objetivo primário passava por vencer a divisão e lutar até à última subida pela vitoria na categoria. Cumprimos e ficamos a escassas milésimas de levar as duas vitórias para casa!”. Deixou uma palavra “de grande reconhecimento à minha equipa de mecânicos. Conseguiram resolver todos os problemas que surgiram durante o fim de semana, incluindo um problema elétrico de grande porte. Foram indescritíveis na entrega que colocaram durante o fim de semana”.

    Joaquim Teixeira realçou ainda que “com a crescente adaptação que estou a ter com o Cupra TCR, este ano vou discutir a vitoria na geral dos Turismos em todas as provas do campeonato, mesmo com uma viatura com argumentos inferiores à concorrência. Este resultado e o apoio da família e dos amigos, dão-me mais força para lutar sempre pelo primeiro lugar nas próximas provas!”.

    O piloto e team manager não quis deixar de “agradecer o apoio do Municipio de Boticas, Bompiso, Intermarche (Alijo e Valpacos), ENI Sintética, Potauco, Jacinto Marques Oliveira, Proef, CCT Construção Civil e Obras Publicas e Pizzaria Pasta Fina. São eles que nos permitem estar a este nível”.

    O Campeonato de Portugal de Montanha JC Group ruma agora a norte, para assentar arraiais no coração de Trás-os-Montes. Será na Rampa Internacional de Boticas que se disputará a 2ª prova da temporada da Montanha.

  • Ricardo Loureiro começa época com um pódio

    Ricardo Loureiro ao volante do seu Ford Escort começou da melhor a edição 2021, do Campeonato Portugal de Montanha JC Group, ao subir ao pódio do Campeonato Portugal Clássicos de Montanha, onde alcançou a 2ª posição depois duma jornada com muita luta.

    Assim Ricardo Loureiro, na 1ª subida da warm up ainda a fazer os acertos ao Ford Escort, acabaria por fazer  toda a rampa da Arrábida em 2.18.227 à média de 91,51 km/h, sendo o 2º classificado na categoria do Campeonato Portugal de Montanha. Já na primeira subida de treinos, Ricardo Loureiro consegue melhorar de forma substancial com 2.12.847, à média de 94,84 km/h, sendo o 3º classificado na categoria, que na altura tinha como líder o Porsche 911 de Mário Silva, que  participou de forma esporádica nesta prova, não estando sequer inscrito no Campeonato.

    Para a 2ª subida  de treinos, Ricardo Loureiro acaba por fazer 2.12.552 , à média de 95,05 km/h, para de seguida dar lugar à 1ª subida oficial de prova, na qual faria toda a extensão da Rampa  da Arrábida em 2.09.432 à média de 97,34 km/h, sendo o 3º no Campeonato Portugal Clássicos de Montanha.

    Após uma noite de descanso, logo no domingo de manha, Ricardo Loureiro não faria a subida da warm-up 2, mas na derradeira subida de treinos sempre na busca dos melhores acertos para o Ford Escort MK 2, obteria 2.12.641 à média de 94,85 km/h, sendo o segundo entre os participantes no Campeonato Portugal Clássicos de Montanha.

    Faltava apenas duas subidas oficiais de prova, na qual, na primeira de domingo fazendo um crono de 2.10.505 à média de 96,54 km/h, seria o 3º melhor na sua categoria, para depois na derradeira subida oficial de prova ficar pelos 2.11.397, à média de 95,89 km/h.

    Já com os prémios nas mãos, Ricardo Loureiro começou por nos dizer “ foi uma rampa muito bem disputada com o meu amigo e colega, Fernando Salgueiro, fiquei em  terceiro em termos de classificação do Campeonato Portugal de Montanha, pois o Mário Silva  ao volante do Porsche 911 não vai fazer o campeonato, apenas esta prova.  Assim e perante todo este cenário  ,vai ser mais uma época bem disputada, e irei continuar como é lógico na luta pela victória, mas estou aqui para dar o meu melhor, e divertir-me o mais possível”, conclui Ricardo Loureiro.

  • Ricardo Loureiro conquista pódio nos Clássicos

    Ricardo Loureiro ao volante dos eu Ford Escort começou da melhor a edição 2021, do Campeonato Portugal de Montanha JC Group, ao subir ao pódio do Campeonato Portugal Clássicos de Montanha, onde alcançou a 2ª posição depois duma jornada com muita luta.

    Assim Ricardo Loureiro, na 1ª subida da warm up ainda a fazer os acertos ao Ford Escort, acabaria por fazer  toda a rampa da Arrábida em 2.18.227 à média de 91,51 km/h, sendo o 2º classificado na categoria do Campeonato Portugal de Montanha. Já na primeira subida de treinos, Ricardo Loureiro consegue melhorar de forma substancial com 2.12.847, à média de 94,84 km/h, sendo o 3º classificado na categoria, que na altura tinha como líder o Porsche 911 de Mário Silva, que  participou de forma esporádica nesta prova, não estando sequer inscrito no Campeonato.

    Para a 2ª subida  de treinos, Ricardo Loureiro acaba por fazer 2.12.552 , à média de 95,05 km/h, para de seguida dar lugar à 1ª subida oficial de prova, na qual faria toda a extensão da Rampa  da Arrábida em 2.09.432 à média de 97,34 km/h, sendo o 3º no Campeonato Portugal Clássicos de Montanha.

    Após uma noite de descanso, logo no domingo de manha, Ricardo Loureiro não faria a subida da warm-up 2, mas na derradeira subida de treinos sempre na busca dos melhores acertos para o Ford Escort MK 2, obteria 2.12.641 à média de 94,85 km/h, sendo o segundo entre os participantes no Campeonato Portugal Clássicos de Montanha.

    Faltava apenas duas subidas oficiais de prova, na qual, na primeira de domingo fazendo um crono de 2.10.505 à média de 96,54 km/h, seria o 3º melhor na sua categoria, para depois na derradeira subida oficial de prova ficar pelos 2.11.397, à média de 95,89 km/h.

    Já com os prémios nas mãos, Ricardo Loureiro começou por nos dizer “ foi uma rampa muito bem disputada com o meu amigo e colega, Fernando Salgueiro, fiquei em  terceiro em termos de classificação do Campeonato Portugal de Montanha, pois o Mário Silva  ao volante do Porsche 911 não vai fazer o campeonato, apenas esta prova.  Assim e perante todo este cenário  ,vai ser mais uma época bem disputada, e irei continuar como é lógico na luta pela vitória, mas estou aqui para dar o meu melhor, e divertir-me o mais possível”, conclui Ricardo Loureiro.

  • António Rodrigues vence Protótipos B na Arrábida e reclama mais um pódio absoluto

    Excelente arranque de época para o vice-campeão nacional. Assinando uma exibição a roçar a perfeição, António Rodrigues reclamou na Arrábida a vitória entre os Protótipos B e um lugar no pódio absoluto da prova.

    O tiro de partida para o Campeonato de Portugal de Montanha JC Group deu-se a sul, com a 30ª edição da Rampa PÊQUÊPÊ Arrábida a ser um palco de eleição para terminar o “jejum” de quase seis meses sem competição. Mas, este longo defeso em nada afetou as capacidades de António Rodrigues. O piloto do BRC CM 05 EVO da equipa NJ Racing e patrocinado pela Lusimed, deu continuidade ao nível exibicional que ostentou ao longo de 2020 e voltou a estar em destaque.

    Muito rápido, ficou visível praticamente desde a primeira subida que não daria veleidades aos concorrentes diretos na luta pelo domínio da Divisão Protótipos B, construindo uma vitória incontestável. Foi o único desta divisão a rodar sistematicamente abaixo de 1:50, extraindo todo o sumo do protótipo preparado pela FR Power. Quanto à luta pela geral, cedo se percebeu que não lhe escaparia o 3º posto, conquistando assim mais um pódio prestigiante na sua curta, mas rica carreira e assumindo-se como um dos pilotos mais competitivos da modalidade.

    No rescaldo, o piloto da NJ Racing apoiado pela Lusimed considerou ter alcançado “um excelente resultado. Com o carro que temos não há hipótese de lutarmos com os dois protótipos da Divisão A e fizemos o que era possível”.

    Quanto ao resumo do fim-de-semana, António Rodrigues salientou que “comecei bem. Depois, senti alguma dificuldade na adaptação às novas patilhas no volante para as trocas de caixa de velocidades. O sistema não estava a funcionar bem e apanhei dois sustos. Nas subidas oficiais de prova, decidi recorrer à alavanca tradicional, usando de quando em vez as patilhas e acabamos por ultrapassar o problema. Fiz muito bons tempos e consegui este 3º lugar absoluto e a vitória na minha Divisão”, resultado que o piloto de Santa Marta de Penaguião considera “muito positivo e dentro das expectativas, colocando-nos em boa posição para discutirmos os títulos. Estou na luta e ganhei ainda mais alento para dar o máximo já na próxima corrida!”.

    O Campeonato de Portugal de Montanha JC Group ruma agora a norte, para assentar arraiais no coração de Trás-os-Montes. Será na Rampa Internacional de Boticas que se disputará a 2ª prova da temporada da Montanha.

  • Fim-de-semana atribulado mostrou a garra de José Lameiro!

    O piloto da Diatosta não teve a sorte pelo seu lado no arranque do PTRX by Diatosta 2021. Toques e problemas mecânicos obrigaram José Lameiro a um esforço sobre-humano, mas nunca virou a cara à luta!

    A prova de abertura do Campeonato de Portugal de Ralicross by Diatosta decorreu no Eurocircuito da Costilha, em Lousada. José Lameiro, “patrão” e piloto da Diatosta chegou ao consagrado traçado com “ganas de competir, pois pouco rodei no defeso e estava com saudades de tripular o Skoda Fabia SuperCar!”. A jornada era encarada como “um momento importante para aquilatar do estado de competitividade do nosso carro e para ganhar mais ritmo e evoluir na condução”.

    Os treinos decorreram de acordo com o “plano traçado em conjunto com a DM Motorsport e a IGv Racing, tendo nos dado boas sensações quanto ao que poderíamos fazer no resto da jornada”. Mas o pesadelo estava prestes a acontecer. Ainda durante o dia de sábado, primeira jornada da prova e na manga inicial, José Lameiro foi vítima de um choque em cadeia, logo após o arranque, no final da reta e quando o pelotão abordava a primeira curva. O Skoda Fabia ficou “muito maltratado e, mesmo com um excecional trabalho da minha equipa de assistência, percebemos que a direção assistida não podia ser reparada. Perante tal cenário, tomei a decisão de enfrentar o restante do programa de corridas sem esse auxiliar precioso para a condução”.

    As mangas seguintes e a final foram literalmente assumidas “no braço”, com José Lameiro a assinar uma portentosa exibição, erguida num esforço físico tremendo, mas que, segundo o piloto, “valeu a pena pois, mesmo com essa circunstância e perante adversários de grande nível e com grandes carros, conseguimos terminar em 2º, o que é verdadeiramente fantástico!”. No final e completamente exausto, o campeão em título não escondia, mesmo assim, um sorriso e destacava “o trabalho da minha equipa de assistência. Foram todos incansáveis para ter sempre o carro pronto para irmos a luta, manga a manga. Uma palavra para a minha família por todo apoio durante o fim de semana. Tivemos saudades da Mancha Negra, mas mesmo longe, estiveram sempre em nós!”.

    O Campeonato de Portugal de Ralicross by DIATOSTA prossegue já dentro de três semanas, com a segunda prova a ter lugar no Circuito Internacional de Montalegre.

  • Joaquim Rino estreia BRC BR49 EVO com Top 4 absoluto na Arrábida

    O piloto da Articimentos voltou a demonstrar toda a sua rapidez e experiência, conseguindo estar na luta até ao fim por um lugar entre os melhores. Novo BRC BR49 Evo mostrou potencial para ser “arma” de sucesso.

    A estreia de Joaquim Rino no Campeonato de Portugal de Montanha JC Group 2021 teve como palco a Rampa PÊQUÊPÊ Arrábida e representou o momento em que o piloto apresentou oficialmente à família da Montanha o seu novo BRC BR49 EVO, aposta forte para a nova época. O protótipo voltará a ser assistido tecnicamente pela FR Power, renovando assim “uma parceria que tem dado frutos. Estou muito satisfeito com o trabalho do Rui Ferreira e da sua equipa técnica e muito esperançoso no que vamos fazer juntos para desenvolver o novo carro”.

    Ao longo do fim-de-semana na Arrábida, o piloto foi paulatinamente melhorando os seus tempos, retirando mais de 9 segundos ao primeiro tempo, registando   a sua melhor marca (1:51.834) precisamente na última subida oficial de prova, facto que muito lhe agradou, pois, “ter conseguido ser sucessivamente mais rápido, rodando sempre dentro dos limites e à descoberta do carro, ser competitivo e estar sempre entre os melhores da geral, deixa-me feliz e confiante para o futuro, onde tenho a certeza de que seremos mais fortes e poderemos estar na luta pelo pódio absoluto e pela vitória na nossa divisão, os dois objetivos que gostaríamos de alcançar nesta época” que Joaquim Rino antevê como “muito competitiva. Temos muitos e bons pilotos e carros, com a nossa categoria a apresentar um alto nível. Mas é assim que gosto de correr, com concorrência forte!”.

    No fecho da prova, o 4º lugar absoluto e a 2ª posição entre os Protótipos da Divisão B, foram o pecúlio muito positivo que premiou o talento do piloto e o trabalho da equipa, sendo de realçar o alto nível de fiabilidade que o BRC BR49 Evo apresentou ao longo de todo o fim-de-semana. O resultado e a exibição deixaram Joaquim Rino “muito satisfeito até porque encarei esta prova como um passo inicial na minha adaptação ao novo BRC BR49 EVO. É um protótipo muito diferente daquele que tripulei durante muitas épocas, mais competitivo e que exigirá de mim muito trabalho para poder extrair dele toda a potencialidade”.

    O Campeonato de Portugal de Montanha JC Group ruma agora a norte, para assentar arraiais no coração de Trás-os-Montes. Será na Rampa Internacional de Boticas que se disputará a 2ª prova da temporada do CPM JC Group.

  • Fernando Salgueiro começa com o pé direito na Arrábida

    Fernando Salgueiro ao volante do seu Ford Escort MK 2, começou da melhor maneira ao ser o brilhante vencedor no Campeonato Portugal de Clássicos de Montanha, mas não se  pense que foi uma vitória fácil, pois de fácil nada teve, pois o seu amigo e colega de equipa do Caramulo Racing Team ,  Ricardo Loureiro não lhe deu qualquer tipo de trégua e assim todas as subidas foram muito disputadas.

    Assim logo na 1ª subida da warm-up, Fernando Salgueiro, ainda a fazer os acertos no seu Ford Escort MK 2, que surge agora com as côres do Caramulo Racing Team , acabaria por percorrer toda a extensão da Rampa da Arrábida em 2,26.214, ficando na 2ª posição em termos desta categoria, tudo isto feito a  uma média de 86,17 km/h  .Já na primeira subida de treinos oficial, Fernando Salgueiro passa ao “ataque”, e acaba por fazer o melhor tempo entre os participantes no Campeonato Portugal Clássicos de Montanha, fazendo toda a rampa em, 2.11,625 à média de 95,72 km/h, a uma excelente média de 95,72 km/h, bem superior à subida anterior. Mas a verdade é que a luta pela liderança  na categoria fica ao rubo, na qual na segunda subida de treinos, Fernando Salgueiro acaba por ser o segundo mais rápido fazendo um tempo de 2.14.515, à média de 93,66 km/h. Já com quase todos os acertos feitos, faltava apenas a ultima subida do dia de sábado, a 1ª subida oficial de prova, onde seria o autor do segundo melhor tempo na categoria, não conseguindo desta feita bater o “outsider” Mário Silva, que não participa no Campeonato de Montanha, apenas participa nesta rampa, que acabaria por suplantar o piloto do Caramulo Racing Team , fazendo um, crono de  2.08.674 à média de 98,38 km/h.

    Após uma noite de descanso, logo no domingo pela manha, Fernando Salgueiro optou por não subir na warm-up 2, no entanto na 3ª subida de treinos, estava na linha de partida da Rampa da Arrábida, para fazer um bom crono com 2.12.881, à média de 94,82 km /h, sendo o 4ª classificado no Campeonato Portugal Clássicos de Montanha.

    Faltando  apenas as duas subidas oficiais, logo na 2ª subida oficial de prova, Fernando Salgueiro pura e simplesmente “ cilindrou “ todos os tempos feitos anteriormente, com um tempo canhão de 2.09.974 à média de 96,94 km/h, consolidando assim a sua liderança em termos de Campeonato Portugal de Clássicos de Montanha, ficando assim mais perto da tão almejada vitória. Para a derradeira subida, Fernando Salgueiro não quis arriscar em demasia, e acabaria por concluir a 3ª subida oficial de prova em 2.17.450, à média de 91,66 km/h.

    Após ter recebido os seus prémios, Fernando Salgueiro descreveu-nos como foi esta jornada inaugural do Campeonato Portugal de Montanha JC Group 2021, dizendo “ correu bem, balanço francamente positivo, em termos técnicos hoje um pequeno problema que a equipa de mecânicos rapidamente resolveu e solucionou.  A partir daí foi tentar fazer um “tempo canhão ”, o que consegui e com isso a liderança em termos de categoria ficou mais ao meu alcance. Por outro lado com esta victória , que de fácil nada teve, pois embora o Porsche de Mário  Silva estivesse presente, ele apenas faz esta rampa, e nem sequer está inscrito no Campeonato, fiquei atrás dele, mas agora já estou na liderança, o que é um bom começo de época, e vou ter muito que lutar pois os meus adversários não me vão dar qualquer tipo de facilidades, esta vitória já é minha, vamos agora preparar  tudo para a rampa seguinte, Boticas a duas semanas”, conclui Fernando Salgueiro.

  • FR Power com arranque fortíssimo: duas vitórias, um pódio absoluto e 3 Top 5 na Arrábida!

    Nelson Andrade, António Rodrigues e Joaquim Rino rubricaram exibições de alto nível, recompensadas com resultados a condizer. Os 3 pilotos assistidos tecnicamente pela FR Power tiveram um arranque de campeonato ao mais alto nível.

    A FR Power assentou arraiais no parque de assistência da 30ª Rampa PÊQUÊPÊ Arrábida 2021 com 3 apostas dentro da sua zona: aos protótipos de António Rodrigues e Joaquim Rino, juntou-se o kartcross do madeirense Nelson Andrade, que confiou na FR Power neste seu “ataque” à novel Taça de Portugal de Kartcross de Montanha (TPKM).

    E foi um fim-de-semana em cheio. O “furacão da Madeira” brilhou ao mais alto nível e tornou-se o primeiro vencedor da história da TPKM, dominando por inteiro e dando um “show” incrível aos comandos do seu AG1000, que o guindou ao 5º posto da tabela de tempos absoluto da prova.

    Quanto aos dois “guerreiros” dos protótipos, António Rodrigues colocou o seu BRC CM05 EVO da NJ Racing, num brilhante 3ª lugar absoluto, vencendo a Divisão protótipos B, com Joaquim Rino a estrear o belo BRC BR49 EVO com um excelente 4º lugar absoluto e secundando António Rodrigues na Divisão.

    Para Rui Ferreira, diretor técnico da FR Power, este foi um “um fim-de-semana muito positivo. Os arranques de temporada são sempre tensos e momentos onde vemos o resultado de todo o esforço que colocamos na preparação da época. Foi muito gratificante para toda a equipa técnica da FR Power ver os nossos 3 pilotos a lutarem pela primazia e a alcançarem resultados de grande nível. Ficamos felizes por eles, pelas suas equipas e, claro, também por nós, ao ver o nosso trabalho técnico resultar de fora plena em competição”.

    Durante a jornada na Arrábida, o trabalho da FR Power focou-se na “evolução dos carros, para estarem no melhor nível possível, recebendo o feedback dos pilotos, subida após subida. Foi muito importante não ter chovido pois assim trabalhamos de forma sólida e saímos de Setúbal com muita confiança para o futuro”. O responsável da FR Power ficou muito feliz “com os resultados fantásticos dos 3 pilotos que assistimos, dando a perceber que a época poderá ser de grande nível e bem-sucedida. Ficamos felizes pelo trabalho realizado nos carros pois permitiu colocar todos dentro do Top 5 absoluto, validando a aposta que em nós fizeram!”.

    O Campeonato de Portugal de Montanha JC Group ruma agora a norte, para assentar arraiais no coração de Trás-os-Montes. Será na Rampa Internacional de Boticas que se disputará a 2ª prova da temporada do CPM JC Group.

  • José Correia vence duelo sem tréguas e continua “rei” da Arrábida

    Foi impróprio para cardíacos a luta entre o piloto do Osella e Hélder Silva, num BRC BR 53. No final apenas 0,2 segundos separaram os dois pilotos, com a balança a pender para o atual campeão nacional!

    https://youtu.be/yhzTVSutMNQ

    E nem só da fantástica luta pela vitória absoluta viveu uma edição emocionantes da Rampa PÊQUÊPÊ Arrábida. Atestando o excelente nível competitivo da modalidade, a prova inaugural do Campeonato de Portugal de Monta JC Group foi emocionante de início a fim, cheia de incidentes, entre toques e avarias mecânicas, com lutas sem tréguas a marcarem a discussão da maior parte das classificações em disputa no campeonato, com as decisões a serem alcançadas por diferenças ínfimas, isto após três subidas oficiais de prova, das quais foram extraídas os dois melhores tempos para dar o agregado final a cada piloto.

    José Correia venceu e este triunfo parecia ir ser conseguido de forma relativamente tranquila até que o programa competitivo da rampa chegou á 2ª subida oficial de prova. Aqui, um renovado Hélder Silva, aos comandos de um BRC BR53, puxou dos galões e “devorou” os 3,1 kms da rampa em 1:41.603, cravando no cronómetro a melhor marca do fim-de-semana, à espantosa média de 123,9 km/h!

    Com esse feito, os dois pilotos foram para a derradeira subida separados por um mísero segundo e tudo poderia acontecer.

    E foi quase dramático. Hélder Silva partia antes e saiu a fundo, tentando repetir a dose da subida anterior. Cerca de 30 segundos depois, foi a vez de José Correia receber o semáforo verde e arrancar a fundo.

    No entanto, o piloto do JC Group Racing Team teve uma saída de pista logo após a curva inicial do traçado, dando um toque nos rails e ficando logo ali. Restou aguardar pelo veredito do cronómetro, para saber se veria o seu adversário passar para a frente, sem que nada pudesse fazer. Hélder Silva cruzou a fotoelétrica de fecho em 1:43.323 e, quando feitas as contas dos agregados de cada piloto, 253 milésimas de segundo ditaram a vitória de José Correia, que assim continua a ser o “rei” da Arrábida por mais um ano.

    3º lugar da geral para António Rodrigues que, mesmo limitado pela menor competitividade do seu BRC CM 05 EVO, face às “montadas” dos dois primeiros, voltou a rubricar uma excelente exibição, coroada com mais um pódio e a vitória na Divisão Protótipos B.

    Emocionante foi o duelo pela primazia entre os GT. Ao longo do fim-de-semana, três pilotos foram protagonistas de uma refrega que fez passar, um a um, pela liderança. Totalmente renovado na motivação e na condução, o bracarense Pedro Marques acabou por impor o seu Porsche 991 GT3 CUP ao carro idêntico do campeão em título, Vítor Pascoal, com os dois a acabarem separados por 7 décimas de segundo. Pedro Silva (Porsche 997 GT3 CUP) foi terceiro a 4 segundos, alcançando, mesmo assim, mais um bom resultado.

    54 milésimos de segundo. Sim, leram bem, 54. Um autêntico piscar de olhos separou Luis Nunes (Ford Fiesta ST R5) e Joaquim Teixeira (Cupra TCR) na luta pela vitória na Categoria Turismos.

    Voltando a renovar o duelo que estes dois grandes pilotos protagonizaram em 2020, foram capazes na Arrábida de ostentar sempre um ritmo impressionante e a balança acabou por pender para o piloto do Fiesta, mas deu para perceber que a discussão do título nacional desta categoria será acesa. Nunes venceu ainda a Divisão Turismos 1, enquanto Joaquim Teixeira se impôs naturalmente na Divisão Turismos 2.

    O “rookie” António Cruz Monteiro veio desde Leiria se estrear no COM JC Group para voltar a mostrar toda a velocidade que consegue com o Peugeot 208 T16 R5. Foi premiado com um 3º lugar na categoria e poderá vir a ser um dos grandes destques deste campeonato. A Divisão Turismos 3 viu um endiabrado Bruno Carvalho (Citroen Saxo) levar de vencida dois dos nomes mais consagrados da modalidade, Sérgio Nogeuria e Parcídio Summavielle, numa divisão que promete lutas bem aguerridas.

    Quanto as contas do Campeonato de Portugal Legends de Montanha, um nome sobressaiu na Arrábida: Pedro Lança. Mesmo condicionado pelo facto de não ter participado na subida de prova de sábado, devido a problemas com a direção do Citroen Saxo, o piloto de Sines lançou-se ao ataque nas duas subidas oficiais de domingo e simplesmente pulverizou os melhores tempos entre os Legends e terminando a prova com 7,7 segundos de vantagem sobre José Carlos Magalhães (BMW M3).

    Este sai da Arrábida satisfeito pois conseguiu evoluir o carro da MNE Sport e provar que vai lutar pelo título. O Pódio ficou completo com a presença de Carlos Oliveira no 3º lugar. O poveiro esteve sempre muito regular com o Ford Sierra Cosworth RS.

    Já na refrega reservada ao Campeonato de Portugal de Clássicos de Montanha, a prova conheceu um dominador já habitual. Mário Silva voltou a trazer à Arrábida o potente Porsche Carrera RS e voltou a provar que a idade não lhe retira faculdades.

    Foi um vencedor antecipado, deixando a Fernando Salgueiro e Ricardo Loureiro, os dois pilotos do Caramulo Racing Team, a tarefa de discutirem as restantes posições do pódio. Nesta luta particular entre os homens dos Ford Escort MKII, foi Salgueiro que levou a melhor nesta primeira prova da temporada, ficando prometidos duelos interessantes nas próximas rampas.

    A prova de estreia da Taça de Portugal de Kartcross de Montanha foi tão animada e provou que a aposta nesta novidade tem tudo para dar certo. A velocidade, o barulho e a espetacularidade que pilotos e máquinas colocam em pista, encantam quem vê ao vivo e quem seguiu a transmissão online.

    E da Madeira veio um autêntico “furacão” chamado Nelson Andrade. Senhor de uma condução de grande nível, capaz de extrair tudo da grande competitividade do seu AG1000, o piloto da Pérola do Atlântico dominou a guerra dos pequenos monolugares, triunfando sem oposição e conseguindo obter tempos que, num hipotético escalonamento global, lhe dariam um Top 5. Notável. A fazerem maravilhas aos comandos de dois Semog, com motorização de apenas 600cc, Nelson Rocha e Sérgio Mateus asseguraram os restantes lugares do pódio, com Nelson Rocha a superiorizar-se de forma clara na luta pelo segundo posto.

    Daniel Rolo esteve imparável, como é seu apanágio sempre que compete entre os Clássicos 1300. Aos comandos de um bem preparado Datsun 1200 Coupé, o piloto dominou todas as subidas e cedo resolveu a questão da vitória. Atrás de si, também não houve luta para o segundo lugar, onde sempre rodou Aníbal Rolo (Datsun 1200), enquanto a setubalense Eva Laranjeira assegurou o último degrau no pódio, na estreia do seu Peugeot 205 Rallye.

    Na TPM 1300, Francisco Milheiro venceu de forma clara o duelo entre os Peugeot 106, face a Rui Gama, conquistando mais uma vitória e iniciando assim de melhor forma o triunfo alcançado nesta tal em 2020.

    O Campeonato de Portugal de Montanha JC Group ruma agora a norte, para assentar arraiais no coração de Trás-os-Montes. Dentro de quinze dias, vai medir forças com a “nata” internacional da modalidade. Será na Rampa Internacional de Boticas que, para além de ser a 2ª prova da temporada do CPM JC Group, terá honras de abertura do Campeonato Europeu de Montanha.