Autor: VMotores

  • José Correia (Osella) domina primeiro dia na Arràbida

    O Campeonato de Portugal de Montanha JC Group 2021 arrancou em grande. Mais de quatro dezenas de pilotos responderam à chamada na que foi a 30ª edição da carismática Rampa PÊQUÊPÊ Arrábida. O “MVP” da jornada foi José Correia que “limpou” a tabela de tempos, impondo-se nas quatro subidas realizadas, liderando a geral após a única subida de prova do programa.

    A performance do piloto e patrão do JC Group Racing Team ganha especial relevo porque enfrentou uma concorrência forte, que o forçou a aumentar paulatinamente o ritmo, ao longo de toda a jornada. Começando por rodar no “warm-up” em 1:47,310, melhorou para 1:46.295 e 1:44,695, na 1ª e na segunda subida oficial de treinos, “voando baixinho” na derradeira vez que enfrentou hoje os 3,1 kms do traçado, cravando no cronómetro o fantástico tempo de 1:42,262, à média horária de 123,21 km/h. Uma progressão de 5,1 segundos em 3100 metros, dando conta de que o campeão nacional em título arranca muito forte, estando preparado para lutar pela revalidação do cetro absoluto.

    Mas deu para perceber que não será com facilidades. O regressado Hélder Silva foi que mais oposição tentou criar, revelando uma boa adaptação ao BRC BR53 que estreou no ano transato, mas que pouco rodou, na única prova que fez em 2020. Está rápido e consistente e terminou o primeiro dia a 1,8 segundos do líder, prometendo luta na jornada decisiva de domingo.

    O pódio ficou completo com o BRC CM 05 Evo de António Rodrigues. Ciente das limitações do seu protótipo face ao duo da frente, o piloto da NJ Racing entregou-se à luta de forma firme e, aqui e ali, rodou mesmo para lá dos limites, tendo feito um pião numa das sessões. Na subida de prova, foi seguro e almejou garantir o terceiro tempo, a 7,4 segundos de José Correia.

    Luís Nunes (Ford Fiesta ST R5) sai de sábado no 4º lugar absoluto e voltou a mostrar todo o seu talento, colocando-se numa liderança segura na Categoria Turismos, onde possuiu dois segundos de vantagem sobre Joaquim Teixeira (Cupra TCR), autor de um dia onde foi evoluindo até estar na luta pela liderança da categoria. O pódio dos Turismos incluiu o “rookie” António Cruz Monteiro que, na sua estreia no CPM JC Group, almejou estar entre os melhores, revelando rapidez aos comandos do Peugeot 208 T16 R5.

    Pedro Marques surpreendeu a concorrência entre os GT. O piloto de Braga assinou o melhor tempo da sua categoria na subida de prova, colocando o seu Porsche 991 GT3 Cup no comando da categoria, possuindo cerca de 7 décimos de segundo sobre Vítor Pascoal (Porsche 991 GT3 Cup), estando Pedro Silva (Porsche 997 GT3 Cup) no terceiro posto, 4 décimos atrás de Pascoal. Vai ser renhida a luta pelo domínio nesta categoria, com os três pilotos separados por um segundo!

    Um nome encantou todos quanto se estiveram na Arrábida e as dezenas de milhar que seguiram o “live streaming” oficial da prova nas redes sociais: Nelson Andrade.

    O piloto madeirense colocou o seu AG1000 no 7º lugar absoluto da tabela de tempos da subida oficial de prova, no dia em que se estreou a Taça de Portugal de Kartcross de Montanha, competição que contou com a presença de mais dois pilotos. O piloto da Pérola do Atlântico revelou um andamento à parte entre os “aranhiços”, estando na liderança com quase dez segundos de vantagem sobre Nelson Rocha (Semog), com este a deter um pecúlio de 7 segundos sobre o outro Semog, tripulado por Sérgio Mateus), terceiro colocado.

    Entre os Clássicos, ninguém parece ter argumentos para parar o potente Porsche Carrera RS de Mário Silva.

    O consagrado piloto enfrentou problemas mecânicos nas sessões de treino, mas, na hora da verdade, o carro alemão comportou-se em pleno e Mário Silva rodou quase cinco segundos mais rápido do que o seu mais direto adversário, Fernando Salgueiro, num dos Ford Escort MKII do Caramulo. Esta equipa reservaria anda o restante lugar do pódio provisório deste campeonato, ao colocar lá Ricardo Loureiro, em carro idêntico, 1,3 segundos mais lento do que o seu colega de equipa.

    Nos Legends, Pedro Lança começou por dominar as duas subidas, mas o Citroen Saxo teve um problema mecânico na terceira subida e o piloto já não participou na subida d eprova que fechou a jornada.

    Quem aproveitou foi Bernardo Sá Nogueira (Alfa Romeo 156) que foi o mais rápido no momento mais importante, superiorizando-se por 1,2 segundos ao Ford Sierra Cosworth RS de Carlos Oliveira. O pódio provisório dos Legends ficou completo com José Carlos Magalhães. O resultado foi melhor do que o sucedido na subida mais importante, poiso piloto do BMW M3 Compact teve um toque que o fez perder muito tempo. Amanhã tem tudo para estar na luta.

    Quanto às lides das taças até 1300cc, Francisco Milheiro (Peugeot 106) lidera na TPM, enquanto Daniel Rolo domina a seu belo prazer a competição dos clássicos, em condições normais, sendo impossível de alcançar, tal a competitividade que extrai do Datsun 200 Coupé.

    A competição recomeçará as 9.45 de domingo, com mais uma sessão de warm-up. O segundo dia contém ainda a 3ª sessão de Trenos Oficiais (11.15) que, como habitualmente, antecederá a chamada “hora do tudo ou nada”. Pela frente e para concluir em grande o evento, duas subidas oficiais de prova que, como habitualmente, se revelarão decisivas para o arrumar das contas deste arranque de temporada. Estão previstas, respetivamente, para terem início às 14.00 e 15.45 horas.

  • Bernardo Sá Nogueira regressa à Rampa Pêquêpê – Arrábida

    Bernardo Sá Nogueira regressa à competição no próximo fim-de-semana com a participação na ronda de abertura do Campeonato de Portugal de Montanha 2021, a Rampa Pêquêpê – Arrábida. 

    O escalabitano esteve o ano passado presente na prova organizada pelo Clube de Motorismo de Setúbal e, aos comandos de um Alfa Romeo 156 TS inscrito na categoria CPLM, assinou um excelente resultado, ao assegurar a subida ao pódio da categoria com um bom terceiro lugar obtido em condições climatéricas difíceis. 

    Em 2021 Bernardo Sá Nogueira volta a marcar presença na rampa desenhada na Serra da Arrábida, contando, uma vez mais, com o seu Alfa Romeo 156 TS com as cores da Magos. “É um prazer voltar a esta prova, que tem uma longa história no automobilismo português. O ano passado conseguimos um excelente resultado em condições complicadas, que poderão repetir-se este ano, dado que a chuva deverá estar presente ao longo de todo o evento. Sabemos que a competição é forte, mas vamos dar o nosso melhor e trabalhar para terminar o fim-de-semana com um bom resultado e dessa forma agradecer a confiança que os patrocinadores depositaram em mim, assim como a todas as pessoas que me ajudaram neste projecto”, afirmou o piloto de Santarém que contará com o apoio técnico da Veiga Motorsport. 

    A Rampa Pêquêpê – Arrábida será seguramente uma prova difícil, dado que para além do seu selectivo traçado, tal como no ano passado, a chuva deverá ser uma presença assídua, o que poderá ter um forte impacto na classificação final. “Tal como em 2021, as condições climatéricas serão um factor decisivo no desfecho desta rampa. Vamos tentar colocar estas contrariedades do nosso lado e, dessa forma, conquistar um bom resultado. Não será fácil, a concorrência é muito forte, mas vamos trabalhar para ter um carro competitivo e daremos o máximo em cada subida”, concluiu o piloto da Magos. 

    O programa oficial do evento deste fim-de-semana tem o seu início no sábado, com a subidas de treinos e a primeira subida oficial, às 16h00, realizando-se no domingo as duas restantes, às 14h00 e às 15h45.

  • Eva Laranjeira estreia “em casa” o seu novo Peugeot 205 Rallye

    A piloto de Azeitão que defende as cores da MNE Sport parte para a sua segunda época a “tempo inteiro” na Montanha e com desafio novo: lutar pela glória na Taça de Portugal de Clássicos de Montanha 1300.

    Depois de ter brilhado na sua época de estreia na Taça de Portugal de Montanha 1300 JC Group, em 2020, Eva Laranjeira prepara-se para a segunda época no pelotão da modalidade e logo com objetivos ainda mais ambiciosos. O arranque será em Setúbal, com a Rampa PÊQUÊPÊ Arrábida 2021 a ser muito especial para ela. A piloto não esconde “a profunda emoção que sinto por voltar a correr na Arrábida, Sou de Azeitão e por isso orgulhosamente uma setubalense de coração. Só por esse facto, correr esta rampa é sempre algo muito especial para mim”.

    Por outro lado, Eva Laranjeira tem neste arranque de temporada, o primeiro passo competitivo num “novo desafio que abraço com muita garra. Viro a página, deixando para trás o Fiat Uno 45 com que competi em 2020 e emigro para os Clássicos 1300, tendo a honrosa tarefa de pilotar um fabuloso Peugeot 205 Rallye que a MNE Sport adquiriu e preparou ao pormenor!”. E este é um 205 Rallye “puro sangue”. A piloto explica que o “José Carlos Magalhães já falava deste carro há muito tempo e que seria interessante para mim e para a minha evolução como piloto. A equipa procurou um caro original e, felizmente, conseguimos encontrar. Toda a sua documentação atesta a sua originalidade e isso deixa-nos muito felizes”.

    O carro foi “todo desmontado e revisto ao pormenor. O motor está com zero quilómetros e não vejo hora de galgar asfalto rampa acima. O desafio é muito maior do que o que o Fiat representava, mas sinto-me preparada!”.

    Quanto a objetivos na época, Eva Laranjeira assume que “darei tudo em pista. Sei que lutar pelo título será tarefa difícil. Enfrento bons pilotos e bons carros e ainda tenho de me adaptar ao Peugeot, mas quero estar na luta e garantir, pelo menos, um lugar no pódio do campeonato”. Os motores começarão a “rugir” às 14.00 horas de amanhã, sábado, com a sessão inaugural de “warm-up”, que será sucedida das habituais duas sessões de treinos cronometrados, fechando o primeiro dia de competição com a 1ª subida oficial de prova. No domingo, o programa é reatado às 10.30 horas, com nova sessão de “warm-up”. A terceira e última subida de treinos cronometrados do fim-de-semana antecederá as duas subidas finais “a doer”.

  • José Carlos Magalhães quer discutir o título nos Legends

    Será aos comandos do habitual BMW M3 Compact da MEN Sport que o piloto nortenho quererá “vingar” a época atribulada de 2020. A Arrábida é o primeiro desafio ao objetivo de lutar pelo título.

    José Carlos Magalhães não esconde o jogo e afirma claramente que “colocamos a nós próprios a fasquia alta. A forma de ser da MNE Sport quando entra em competição é lutar pelos pódios e, se possível, pelas vitórias, seja em que campeonato estiver”. Os objetivos do piloto para 2021 foram, no entanto, alvo de uma alteração. José Carlos Magalhães e a equipa preparavam-se para estrear na Arrábida um novo Toyota Starlet Gr. 5 que se assumir como a grande aposta para o ataque ao título nacional de Clássicos e que se juntaria ao BMW M3, colocando o piloto perante a ousada tarefa de fazer cada rampa a dobrar!

    No entanto, alguns atrasos no transporte das peças, devido a todo o constrangimento que a pandemia tem causado, causou “a dolorosa decisão de não levarmos o Toyota à Arrábida e de abdicarmos da luta pelo título entre os Clássicos”.

    Isto também fez alterar o objetivo do piloto que se virou para “o nosso habitual BMW M3 Compact que volta a ser a nossa arma no ataque a um título que, obviamente, será o dos Legends”. O carro germânico foi alvo de “uma profunda revisão, mas o seu nível competitivo está igual ao que ostentava no fecho da época passada, o que me dá garantias de que tenho argumentos para discutir os lugares da frente”.

    Quanto ao Starlet, não fica fora de hipótese “aparecer com ele numa ou noutra rampa, talvez a Penha, mas será sobretudo para ser utilizado em ralis com formato Legends, esperando que em 2022 possa estar com ele a tempo inteiro na Montanha”.

    E a 24 horas do arranque da Rampa PÊQUÊPÊ Arrábida, José Carlos Magalhães sente-se “capaz e motivado. Será um fim-de-semana difícil, mas estou confiante. No ano passado, consegui ser competitivo, quer em seco, quer à chuva e as previsões apontam para mais um ano com roleta nas condições meteorológicas. Vamos nos focar na afinação do carro nas subias de treinos e tudo faremos para sair de Setúbal com um resultado de topo!”.

    Os motores começarão a “rugir” às 14.00 horas de amanhã, sábado, com a sessão inaugural de “warm-up”, que será sucedida das habituais duas sessões de treinos cronometrados, fechando o primeiro dia de competição com a 1ª subida oficial de prova. No domingo, o programa é reatado às 10.30 horas, com nova sessão de “warm-up”. A terceira e última subida de treinos cronometrados do fim-de-semana antecederá as duas subidas finais “a doer”.

  • FR Power ainda com mais “músculo” na Montanha 2021!

    A estrutura técnica liderada por Rui Ferreira volta a investir fortemente na sua presença técnica no Campeonato de Portugal de Montanha JC Group. Serão três os pilotos que confiarão, uma vez mais, na experiência e capacidade técnica da FR Power no ataque às lides da Montanha em 2021.

    A Joaquim Rino e António Rodrigues, dois dos “cavaleiros” dos Protótipos, junta-se agora o madeirense Nelson Andrade que vem à conquista do Continente, integrado na novel Taça de Portugal de Kartcross de Montanha.

    Rui Ferreira, diretor técnico da FR Power, sente-se “muito honrado com mais esta demonstração da confiança no nosso nível de preparação e assistência para competição. Para a FR Power, 2021 será mais uma época para colocarmos todo o nosso saber, experiência e dedicação ao serviço dos pilotos e das equipas que em nós confiam, algo que fazemos desde que apostamos na competição em 2007”, destacando “a continuidade que resulta de uma vez mais, quer o Joaquim Rino, quer o António Rodrigues e a NJ Racing, confiarem em nós para lhes garantir um alto nível de preparação nos carros, sendo para nós muito motivador estar a preparar e a assistir dois dos grandes candidatos aos lugares da frente do campeonato”.

    No caso de Joaquim Rino, o consagrado piloto colocou nas mãos sábias de Rui Ferreira e da sua equipa a sua nova “arma”, um BRC B49 EVO, com que pretende estar ainda mais capaz de chegar ao topo da tabela. Este é um desafio que a FR Power abraça “com muito entusiasmo. Foi feito um meticuloso trabalho para que o carro esteja perfeito, a exemplo do que fizemos com o BRC CM 05 Evo que o António rodrigues vai continuar a utilizar. Este foi alvo de uma profunda revisão e de algumas ligeiras melhorias que o vão tornar ainda mais competitivo!”. Rui Ferreira tem a expectativa de ver “quer o Rino, quer o António, a lutarem pelo título!”.

    Desafio novo é o que se prende com o apoio técnico à vinda de Nelson Andrade e do seu kartcross AG 1000. Senhor de um farto palmarés nas rampas madeirenses, o piloto da Pérola do Atlântico vai agora competir no CPM JC Group, nesta que é a primeira época em que os kartcross disputam uma taça específica na Montanha. Para Rui Ferreira e para a FR Power, este é “um desafio novo muito aliciante. A nossa estrutura está pronta e tudo faremos para ajudar o Nelson a chegar ao título na Taça”.

    Paralelamente, a FR Power prepara já a possível renovação da sua participação na corrida internacional de 12 horas que se realizará no Autódromo Internacional do Algarve e que será reservada aos Citroen C1 do Troféu C1 Learn & Drive, com a viatura a estar “reservada, como aconteceu em 2020, a pilotos da Montanha. Estamos ainda a fechar o alinhamento, mas contamos estar à partida com um plantel forte e capaz de brilhar”.

  • Cláudio Batista aposta num Citroen DS3 R1 no regresso à Montanha e aos Ralis

    Três anos depois, o piloto fafense está de regresso à competição. Tem na Montanha o “prato forte” da época, mas o seu calendário também vai incluir alguns ralis.

    Depois de ter competido em 2018, então aos comandos de um Toyota Starlet, Cláudio Batista está de regresso à competição, desta feita aos comandos de um Citroen DS3 R1, dando assim seguimento à sua curta carreira competitiva. O piloto de Moreira de Rei, em Fafe, sente-se “muito feliz por estar de volta ao volante de um carro de competição!”, até porque “os automóveis fazem parte da minha vida profissionalmente e a competição é algo que me fascina desde tentar idade”.

    A aquisição do Citroen DS3 R1 foi pensada por ser “um carro fiável e competitivo dentro da sua classe, sendo certo que, obviamente, me forçará a um período de adaptação até conseguir retirar dele toda a sua potencialidade. Por outro lado, tem um visual muito apelativo que permitirá potenciar a divulgação dos meus patrocinadores, aproveitando para lhes agradecer o apoio, sem o qual seria impossível montar um projeto com a seriedade que estamos a colocar neste”.

    A época de Cláudio Batista arranca já neste fim-de-semana que se avizinha, com o piloto a integrar o forte pelotão do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group na Rampa PÊQUÊPÊ Arrábida 2021, prova inaugural da temporada. A sua “guerra” será na Divisão 3 da Categoria Turismos e o piloto está “muito entusiasmado, muito motivado, embora ciente de que vou enfrentar traçados que não conheço e pilotos que, para lá de serem muito mais experientes do que eu, possuem carros mais competitivos do que o meu. Será uma luta árdua, mas darei o meu melhor!”, tendo como principais objetivos “lutar pelas vitórias na minha classe e dar tudo para chegar ao pódio da minha Divisão”.

    O calendário 2021 de Cláudio Batista vai contemplar ainda “a participação em algumas provas do Campeonato norte de Ralis, onde terei como navegador o Pedro Santana. É uma modalidade de que gosto muito. Escolherei algumas provas carismáticas, que não colidam com a Montanha. A nossa participação não terá ambições relacionadas com o campeonato, mas, prova a prova, tentaremos sempre lutar por posição de destaque ma nossa classe e grupo”.

  • Rui Nunes pronto e motivado para mais uma época de Kartcross!

    O piloto alentejano não vê hora de encarar a competição acesa que espera vir a ter em cada uma das provas desta nova temporada. Preparado para a feroz concorrência, Rui Nunes quer estar entre os primeiros.

    Estamos na contagem decrescente para nova temporada do kartcross lusitano. É já no próximo fim-de-semana, na Pista da Costilha, em Lousada, que arranca o campeonato maior da modalidade e, uma vez mais Rui Nunes estará entre os muitos e bons pilotos que vão fazer parte do plantel.

    Aos comandos de um Semog, kartcross que dá ao piloto “total confiança quanto à sua competitividade”, Rui Nunes tem a expectativa de vir a protagonizar “uma época cheia de sucessos. Sinto-me muito motivado e a minha equipa está pronta para os desafios que aí vêm!”. O piloto quer “ser rápido, sem deixar de ter no prazer de competir uma das minhas prioridades. A concorrência será feroz, mas estamos aqui para a luta. Queremos claramente estar entre os melhores e lutar pelos pódios e vitórias!”.

    Rui Nunes destaca “o excelente trabalho de preparação que a equipa fez, introduzindo alguns melhoramentos no Semog e agora a pista e o cronómetro decidirão!”.

    O Campeonato de Portugal de Kartcross DIATOSTA arranca já a 23, 24 e 25 de abril, no Eurocircuito da Costilha, em Lousada, sob a égide do CAL.

  • Nuno Araújo pronto e motivado para a dura “batalha” dos S1600

    Chegou a hora. Este fim-de-semana será “a doer” e Nuno Araújo e o ENI/EQS Racing Team estão prontos para a dura “batalha” que vão enfrentar.

    O arranque é quase “em casa”. O circuito da Costilha, em Lousada, vai dar o tiro de partida da época 2021 do PTRX que, no que concerne à Divisão S1600, tem tudo para ser a melhor de sempre, tal a quantidade e a qualidade de “montadas” e pilotos que vão alinhar.

    Entre eles, estará o penafidelense Nuno Araújo que estreia este ano um Audi A1 S1600, preparado pela Volland Racing, carro que tem gerado muita expectativa nos meandros da modalidade. O piloto sente-se “entusiasmado e motivado para começar a competir com o Audi. Estamos parados já há demasiado tempo e felizmente estamos de regresso à pista para correr”. Destaca o “enorme orgulho e responsabilidade igual que sinto por o ENI/EQS Racing Team e os nossos patrocinadores terem feito um enorme esforço em adquirir este Audi e pela confiança que, mais um ano, depositam em mim para os representar no Ralicross. Tudo farei para corresponder a essa aposta, dando tudo em pista para termos sucesso!”.

    Quanto a objetivos, Nuno Araújo assume que “perante um cenário de quase duas dezenas de pilotos com armas idênticas, temos de nos focar primeiro em atingir a final, o que não será fácil para nenhum de nós e, chegados aí, então tentar tudo para poder lutar pelos pódios, continuando sempre com o foco na minha evolução como piloto e na adaptação ao carro, para sermos cada vez mais fortes. Em Lousada, vamos tentar escapar às habituais molhadas e rodar sempre forte, utilizando muito bem os treinos para afinar o Audi e levando em linha de conta que vamos enfrentar condições meteorológicas adversas e que podem transformar cada manga numa lotaria. Vamos estar na luta!”.

    O piloto alerta para a necessidade de “perceber que vai ser muito duro. Sabemos que temos um carro competitivo, mas também temos perfeita noção de que necessito de me adaptar a ele e isso só se faz com muito treino e, sobretudo, com muita competição. Por outro lado, o plantel dos S1600 está recheado de grandes pilotos e de grandes carros, cuja competitividade é idêntica à do meu. O campeonato vai ser muito interessante e eu adoro competir assim”. O Campeonato de Portugal de Ralicross DIATOSTA arranca já a 23, 24 e 25 de abril, no Eurocircuito da Costilha, em Lousada, sob a égide do CAL.

  • António Rodrigues: repetir 2020 com ambição de ir mais longe!

    Depois de ter sido um dos grandes destaques em 2020, sua época de estreia a “tempo inteiro” na Montanha, António Rodrigues está pronto e motivado para repetir a “dose”, lutando pelo pódio absoluto em 2021.

    Quase seis meses após se ter sagrado vice-campeão nacional Absoluto e de Protótipos no traçado da Arrábida, António Rodrigues volta ao “local do crime” para dar início à temporada 2021. O craque de Santa Marta de Penaguião volta a representar as cores da NJ Racing, sentindo-se “muito motivado e ansioso por ver o semáforo verde na primeira subida da época. Continuamos integrados na NJ Racing que, mais do que uma equipa, é uma verdadeira família e voltamos a contar com a assistência técnica da FR Power pois, como se costuma dizer em equipa que ganha não se mexe!”.

    O BRC CM 05 EVO volta a ser a “arma” de serviço do piloto que destaca “a excelente relação que temos com o preparador. A FR Power é metódica na forma como prepara o carro e as corridas, dando-me e à NJ Racing total garantia de que o carro estará em ótimas condições”.

    Quanto ao desafio que o espera, António Rodrigues sabe que já não vai conseguir surpreender a concorrência que, depois das fantásticas exibições de 2020, têm o médico dentista na mira e sabem que é um contendor de grande nível e que vai estar na discussão da primazia, prova à prova e no campeonato. E o piloto assume que “quero dar continuidade aos resultados de 2020. Sei claramente que será difícil. A concorrência será maior e estará mais forte, mas eu também me sinto mais experiente e mais capaz de extrair do BRC todo o seu potencial, algo que considero não o ter feito em 2020. Também e por outro lado, será um fator positivo o facto de eu já conhecer todas as rampas. Numa competição ao milésimo, o conhecimento dos traçados é fundamental e vou encarar cada rampa com ainda mais confiança!”.

    No caso particular da Arrábida, primeiro desafio da época, António Rodrigues sente-se “muito confiante. Em 2020 lutei pelo triunfo absoluto, quer me seco, quer com piso molhado. As previsões apontam apara a possibilidade de um fim-de-semana com condições meteorológicas inconstantes e isso será um fator a ter em conta e que pode baralhar as contas da classificação. Vamos tentar afinar bem e rápido o BRC e estar ao ataque desde a primeira subida de prova”.

    Os motores começarão a “rugir” às 14.00 horas de sábado com a sessão inaugural de “warm-up”, que será sucedida das habituais duas sessões de treinos cronometrados, fechando o primeiro dia de competição com a 1ª subida oficial de prova. No domingo, o programa é reatado às 10.30 horas, com nova sessão de “warm-up”. A terceira e última subida de treinos cronometrados do fim-de-semana antecederá as duas subidas finais “a doer”.

  • Nuno Figueiredo quer renovar o título

    Duas vezes Campeão, é este o palmarés de Nuno  Figueiredo ao volante da sua “sueca endiabrada” na Velocidade.

    Este fim de semana vai  estar  à partida para a primeira jornada da sua terceira época, na qual o optimismo reina, embora o piloto de Linda a Velha esteja ciente das dificuldades, que irá ter, como logo nos afirmou “ este ano nada vai ser fácil, pois há mais carros e bem competitivos, por isso não vai ser um Campeonato fácil, por cima com duas jornadas e quatro corridas em Braga, uma pista que não é lá muito favorável à minha carrinha.  Mas a verdade é que estou optimista para este fim de semana, na sexta feira vou aproveitar para rodar o mais possível na sessão de treinos livres, para depois no sábado  na sessão de treinos cronometrados, poder “atacar “ a fundo, de forma a poder largar das linhas da frente para   assim poder fazer uma boa corrida.  Depois espero que esteja tudo bem com “a sueca endiabrada” que esteja bem disposta que é para mostrar o que vale perante a concorrência que não vai dar qualquer tipo de trégua, mas vamos para a luta e logo se vê, “ conclui Nuno Figueiredo.

    Nuno Figueiredo e a carrinha Volvo 850 vão fazer as verificações técnicas e administrativas na 6ª feira de manha, para da parte dar lugar `a sessão de treinos livres, já que no sábado serão os treinos cronometrados, e as duas corridas no dia de  domingo.