Autor: VMotores

  • Vitória para Ramos e Chaves em Spa-Francorchamps

    Perfeita a estratégia da dupla Portuguesa do McLaren, que ajudou a desenhar em Spa-Francorchamps a sua segunda vitória da temporada deste ano do International GT Open. Vão para o último evento deste ano no comando do Campeonato de Pilotos.

    A estratégia que se começou a desenhar na Race 1 de sábado, foi semelhante à da anterior visita a Monza. Na ultima volta perderam o 3º lugar e desse modo limparam handicap para a corrida desta tarde, mas felizmente o resultado hoje foi diferente, pois conseguiram a vitória. Na corrida desta tarde um bom arranque de Chaves permitiu subir de 3º para 2º e começar desde logo a atacar o Ferrari de April que tinha feito a Pole, enquanto por outro lado se foi afastando do Aston Martin de Eastwood. No entanto as diferenças entre os três carros andava sempre entre 1seg e 0,5seg, ou seja tudo se manteve inalterado até à troca de pilotos, que ocorreu ao mesmo tempo para os três primeiros.

    Na segunda metade da corrida, Ramos entrou na frente, sendo de inicio pressionado pelo Aston Martin conduzido na altura por Yoluc que nas primeiras voltas ainda chegou a pressionar bastante, mas a meio do turno o piloto Português conseguiu uma ligeira vantagem, que permitiu começar a gerir a corrida da melhor forma. Na ultima volta o Aston ainda foi ultrapassado pelo Bentley de Crestani que fez uma recuperação extraordinária durante esta segunda metade da corrida.

    No global foi uma fantástica vitória para os Portugueses, tal como comentou Miguel Ramos, “A nossa estratégia resultou em pleno. No sábado limpamos handicap para hoje podermos estar mais competitivos. São assim as regras, tendo que nos habituar e jogar com elas. Ainda por cima estávamos com mais 20kg de lastro e tínhamos de fazer uma corrida muito inteligente. O Henrique estava com bom ritmo e manteve o April sempre sobre pressão e isso foi muito importante para estarmos próximos na altura do Pit-Stop. Quando entrei para o meu stint, apanhei pista livre à frente e estávamos no primeiro lugar, ainda que o Yoluc no Aston me tivesse tentado pressionar, ao que consegui responder e restabelecer a diferença. No final da corrida o Fabrizio no Bentley ainda conseguiu passar o Yoluc, mas todos sabíamos que ele estava com uma penalização de 15seg e por isso iria cair bastante na classificação. Contudo, nem se chegou a aproximar de nós e com isso ganhamos na pista que é sempre o mais bonito de acontecer. Por fim, deixo uma palavra em especial a um amigo, dedicando esta vitória ao pai do Fabrizio Crestani que está no Hospital e daqui lhe envio um forte abraço desejando uma rápida recuperação”.

    Já Henrique Chaves afirmou que “hoje queríamos mesmo vencer! Por um lado, porque considerávamos que tínhamos ritmo para isso e, por outro, era importante para o campeonato. Arranquei bem e ganhei uma posição e, depois, sabia que se mantivesse o primeiro classificado por perto, o Miguel ficaria no comando e foi o que aconteceu. O Miguel esteve muito bem no seu turno, levando o carro até ao triunfo. Foi uma prova em que todos nós maximizámos o nosso potencial e isso foi determinante para o triunfo”

    A próxima e ultima prova do GT Open 2010 terá lugar em Barcelona (Espanha) entre 30 de Outubro e 1 de Novembro e a dupla Portuguesa Miguel Ramos e Henrique Chaves mantêm a liderança com os mesmos 8 pontos de vantagem para a dupla do Ferrari, Louis Prette – Vincent April que tinham na chegada à Bélgica.

  • Miguel Nunes chega ao tetra na Madeira

    texto: Joaquim Amândio Santos * Foto de destaque: João Tiago

    Ao triunfar no Rali Cidade de Santana, o piloto da The Racing Factory selou o título regional madeirense, a uma prova do fecho do campeonato, mercê das quatro vitórias alcançadas em outras tantas provas já disputadas na Pérola do Atlântico.

    E esta vitória acabou por ser muito tranquila. Miguel Nunes, acompanhado pelo navegador João Paulo, impôs o Skoda Fabia R5 EVO em 6 das 7 provas especiais de classificação, não dando veleidades aos adversários presentes. No fecho das contas deste Rali Cidade de Santana, o segundo lugar foi assegurado por Rui Fernandes/Ricardo ventura (Ford Focus WRC9, enquanto Filipe Pires/Vasco mendonça colocavam o seu Mitsubishi Lancer EVO X no último degrau do pódio.

    O piloto sagra-se assim campeão ‘em casa’, pois é natural do Faial, dominando o rali onde venceu Depois dos títulos alcançados em 2010, 2012 e 2014, Miguel Nunes volta assim a sentir o ‘sabor’ do título regional de ralis, festejando na sua terra natal o quarto título regional da carreira, num momento que rotula de “muito emocionante. Seis anos depois é fantástico conseguirmos voltar a ser campeão!”.

    Quando ao desenrolar da prova, Miguel Nunes refere que o rali “foi encarada de uma forma diferente. Os principais adversários decidiram não participar e isso levou-nos a abordar o rali com a cautela necessária para terminarmos a prova e fechar as contas do título. Mesmo assim, na aprte final da prova, testamos soluções no carro e imprimimos um andamento mais forte, mas sempre entro dos limites de segurança. Vencemos e conseguimos o título, tornando a prova perfeita!” .

    No que respeita ao futuro, o piloto está focado no que falta desta época e só tem previsto “fazer a ultima prova para cumprir o campeonato na íntegra, respeitando o acordo com os patrocinadores. Vamos para o ultimo rali para ganhar!”. Quanto a 2021, o piloto quer “continuar este trabalho com a The Racing Factory, que resultou na perfeição e vamos falar com os patrocinadores para tentar no próximo ano chegar ao quinto título madeirense”.

    Neste Rali Cidade de Santana também ficaram fechadas as contas de outros títulos. Filipe Pires garantiu a vitória no Grupo RC2N, o mesmo fazendo Filipe Freitas (Porsche 911 GT3 Cup) entre os R-GT, terminando o rali no 4º lugar da geral. Rui Fernandes (Renault Clio IV RS) sagrou-se vencedor da Taça para os RC3.

  • Buemi e Rowland de regresso à Fórmula E na equipa Nissan e.dams

    Os pilotos da Nissan e.dams, Sebastien Buemi e Oliver Rowland, vão regressar ao Campeonato Mundial de Fórmula E ABB da FIA 2020-21, após duas fortes temporadas na equipa.

    A Nissan e.dams terminou o campeonato de equipas 2019-20 em segundo lugar, tendo conquistado uma vitória, cinco lugares no pódio e uma pole position. Buemi impressionou com a sua velocidade nas qualificações, assegurando seis presenças consecutivas nas qualificações da Super Pole, enquanto Rowland conseguiu a sua primeira vitória na penúltima corrida da temporada.

    «Seb e Oli fizeram um excelente trabalho», afirmou Tommaso Volpe, Diretor da Nissan Global Motorsports. «Agrada-nos a estabilidade e a consistência que trazem à equipa. Estamos ansiosos por dar continuidade aos nossos sucessos anteriores. No entanto, vencer não é o nosso único objetivo na Fórmula E. Em cada prova, aprendemos mais sobre cada aspeto dos nossos automóveis elétricos de competição, o que contribui para o desenvolvimento dos nossos automóveis de estrada. Graças às competições, estamos a ampliar continuamente a nossa experiência em automóveis elétricos».

    Os chefes de equipa da Nissan e.dams, Olivier e Gregory Driot, afirmaram numa declaração conjunta: «É excelente que Seb e Oli continuem a competir pela Nissan e.dams. São ambos incrivelmente talentosos e demonstraram continuamente a sua grande determinação e empenho. Estamos entusiasmados por podermos contar com o seu trabalho árduo e dedicação para conseguirmos resultados ainda mais sólidos».

    Mitsunori Takaboshi continuará a ser o piloto de testes e reserva da equipa. O anterior vencedor da Nissan GT Academy, Jann Mardenborough, continuará a ser o piloto oficial de simuladores da equipa.

  • Sérgio Dias não corre mais esta época. Regresso será só em 2021.

    É uma baixa importante no pelotão dos S1600. As últimas provas desta época do Campeonato de Portugal de Ralicross não contarão com Sérgio Dias e o Renault Twingo. O piloto reaparecerá em 2021 e com novidades.

    O Ralicross de Montalegre que decorre já este fim-de-semana, vai ter uma baixa de peso. Sérgio Dias não estará entre os bravos da Divisão S1600. Aliás, o piloto lousadense não competirá “mais esta época. Na semana passada realizamos um pequeno teste na pista de Montalegre e a equipa de assistência detetou um problema no Twingo. Já na oficina, o veredito foi fatal: o motor tinha cedido”.

    A grave avaria tornou-se assim a razão “para não podermos alinhar na jornada deste fim-de-semana e a reparação demorada que o motor terá de sofrer invalida mesmo qualquer outra presença na presente época, pois ficamos sem qualquer hipótese de reagir e de poder garantir a competitividade técnica que devemos ter para poder competir de igual para igual com os adversários”.

    Sérgio Dias virá já o foco para o futuro, afirmando que “vamos ter de repensar bem o projeto. Em 2021, queremos voltar com mais força e com um incremento do nosso potencial técnico, que nos permita ser ainda mais competitivos”.

    O piloto de Lousada quis deixar uma palavra de “apreço à Rapid Competições, por todo o empenho e trabalho desenvolvido nesta época. Estiveram n um bom nível e foi um prazer trabalhar com eles. Agora, decidimos finalizar este ciclo e esta colaboração. Desejo-lhes muito sucesso”, com Sérgio Dias a destacar ainda “a minha família, os meus amigos e os meus patrocinadores. Estão sempre comigo e sei que vou contar com eles no futuro, sendo a razão pela qual continuo com entusiasmo em competir”.

    Quando a 2021, o piloto não abre o jogo, mas refere que “vamos repensar realmente tudo, como já afirmei. Quando a época começar, queremos que o novo projeto nos leve a voos ainda mais altos. A nossa história no PTRX terá, de certeza, novos e belos capítulos!”.

  • Leonel Sampaio aposta num Skoda Fabia S1600 para 2021!

    O atual líder da Divisão Nacional A 1.6 pode estar focado no combate pelo título mas prepara já a época seguinte. E não fez por menos: adquiriu um Skoda Fabia S1600 e anuncia o salto para a divisão mais “brava” da modalidade!

    O Eurocircuito da Costilha foi palco do primeiro encontro entre Leonel Sampaio e aquela que será a sua máquina para atacar a competitiva Divisão S1600 na próxima época.

    O branco imaculado do Skoda Fabia S1600 não consegue disfarçar toda a raça e capacidade desta infernal proposta da marca checa e a vinda do carro representa uma mais-valia para o já rico “armamento” que milita na mais competitiva divisão do PTRX. Este carro ostenta um “pedigree” de respeito pois foi concebido e preparado para ser utilizado pelo piloto checo Pavel Vimmer, que disputou o Europeu de Rallycross durante 15 épocas consecutivas.

    É por isso com muito entusiasmo que o piloto lousadense acolhe a sua nova “montada”, afirmando que “estou a cumprir um sonho e, acima de tudo, a preparar de forma muito séria o próximo salto na minha carreira. Embora isto não signifique, de forma alguma, que perca o foco na batalha pelo título deste ano, que quero conquistar, tínhamos previsto preparar novo salto na carreira, cumprindo a ambição de estar sempre a ombrear com os melhores e em desafios cada vez mais intensos”.

    Leonel Sampaio revela que “felizmente chegamos a bom porto nas negociações para adquirir este Skoda que, pelo historial de que o concebeu e preparou, nos dá garantias de que pode vir a ser muito competitivo na nossa estreia na mais desafiante divisão deste campeonato”. Agora, piloto e equipa preparam-se para “um trabalho exaustivo de preparação e habituação ao carro, sendo certo que iremos realizar bastantes sessões de testes sobretudo no defeso entre as duas épocas”.

    Neste primeiro contacto, Leonel Sampaio deu algumas voltas ao circuito da Costilha e as primeiras sensações são “fantásticas! O carro é tremendo. Mesmo com estas poucas, voltas, dá para perceber o seu potencial que, a partir de agora, vamos ter de aprender a explorar”.

    O lousadense não vê hora de “estar aos comandos desta máquina fantástica e no meio daquele pelotão bravo. Temos perfeita noção de que 2021 será uma época de aprendizagem e adaptação, mas queremos estar sempre na luta por um lugar nas finais”.  

  • MÉGANE eVISION, o futuro elétrico

    Primeiro construtor francês no mundo, há mais de 120 anos que a Renault não cessa de inovar. Questões tecnológicas, de âmbito social ou ambientais: desafios não faltam ao setor automóvel.

    Já há alguns anos que o automóvel deixou de ser visto como um simples meio de locomoção individual. Adquiriu uma outra dimensão. Agora é um espaço de mobilidade, de partilha e um objeto cada vez mais conectado. Desde muito cedo que a Renault tomou consciência desta mudança e, no início do ano, a marca desenhou o esboço de um sonho chamado MORPHOZ. Um concept-car elétrico polivalente, modular, autónomo e conectado, que reforça as novas utilizações da mobilidade.

    Hoje, a Renault escreve um novo capítulo da sua história, com um show-car simultaneamente precursor e ambicioso: Mégane eVision que antecipa uma nova geração de automóveis elétricos concebidos sobre a nova plataforma modular: CMF-EV.

    O Mégane eVision explora, plenamente, todas as possibilidades que esta nova plataforma da Aliança oferece e incorpora, por exemplo, uma das baterias mais finas do mercado e um novo grupo motopropulsor ultra compacto, aumentando assim a habitabilidade, e que rompe com os códigos estabelecidos em matéria de utilização, proporções, de design e até mesmo em termos de eficácia energética.

    Segundo Luca De Meo, CEO do grupo Renault, é «graças à nova plataforma CMF-EV desenvolvida pela Aliança, que rompemos com os códigos do design, da forma, da eficiência energética e dos modos de utilização para imaginar o show-car Mégane eVision. Com a bateria mais fina do mercado, uma carroçaria compacta de 4,21 metros que oferece a habitabilidade de um veículo do segmento C, o Mégane eVision é um soberbo truque de magia! Posicionámos no futuro um dos nossos modelos mais icónicos. O Mégane eVision reinventa o Mégane e a Renault reinventa a Renault. E é apenas o início. Está a chegar uma nova geração de inovadores veículos elétricos.»

    Este automóvel de amanhã tornar-se-á rapidamente em realidade. O modelo de produção inspirado neste show-car será apresentado em 2021.

  • Rali de Vila do Bispo marca arranque do Campeonato Sul de Ralis

    Irá finalmente para a estrada nos próximos dias 17 e 18 de Outubro o Rali de Vila do Bispo, prova pontuável para o Campeonato Regional de Ralis Sul e para os Desafios Kumho Portugal Terra, Sul e Centro.

    Quase 30 equipas vão estar presentes naquele concelho do litoral atlântico algarvio para enfrentar as características estradas de terra arenosa do rali organizado pelo Clube Automóvel do Sul. A prova arranca no Sábado, com as habituais verificações técnicas e administrativas estando a parte competitiva marcada para o dia de Domingo, com passagens matinais pelos troços Eólicas e Pedralva.

    Tudo começará e terminará em Eólicas, um troço de 14,98km com as suas retas muito rápidas e curvas fechadas em areia, traçado no Parque Eólico da Costa Vicentina, com direito a tripla passagem, estando assegurada pelo meio a dupla passagem por Pedralva, outro habitué deste rali, feito desta vez em sentido contrário ao costume, começando na aldeia da Pedralva e terminando perto de Budens num total de 10,04km e que garante uma adrenalina enorme devido aos seus grandes estradões pelos topos dos montes em redor destas povoações e que tem como ponto alto o seu espetacular salto no início do troço.

    Vivemos tempos difíceis para todos e com eles estão associadas medidas ainda mais especiais que serão fundamentais serem cumpridas para o correto funcionamento do evento, nomeadamente a limitação no acesso aos troços por parte do público, estando esse acesso apenas garantido aos profissionais credenciados no evento com licença FPAK MEDIA válida e que cumpram todas as medidas de proteção para o COVID-19.

    Mas não serão apenas estas as limitações adjacentes ao Rali de Vila do Bispo. As credenciais para os OCS serão numeradas de maneira a que a sua identificação seja mais fácil e o acesso ao Parque de Assistência será também limitado a apenas seis elementos de OCS, por um período limitado de 30 minutos, e mediante a medição da temperatura corporal à entrada do mesmo e do uso obrigatório de equipamento de proteção individual (EPI). Após o término deste tempo terão de abandonar o espaço e caso não o façam a sua entrada futura será vedada.

    O Pódio funcionará como descrito no Plano de Contingência do Rali de Vila do Bispo, aprovado pela DGS e pelas autoridades locais, sendo que a presença de OCS no mesmos será ainda mais restrita. Para além da obrigatoriedade do uso de EPI, os elementos acreditados terão de estar a uma distância nunca inferior a três metros dos concorrentes, acrescentando ainda que a pretensão de presença no Pódio terá de ser comunicada anteriormente à Organização do Rali, estando esta no direito de aprovar ou recusar o pedido.

  • PTRX: Frederico Santos regressa e quer brilhar em Montalegre

    O piloto do Mitsubishi EVO VI esteve ausente nas últimas duas jornadas do PTRX. Agora, quer voltar a colocar em pista o andamento endiabrado de que é capaz e lutar pelo pódio nos SuperCar.

     Na memória de Frederico Santos ainda está o infortúnio que o afetou no Ralicross de Lousada.  Um incidente de corrida na 2ª manga de qualificação pôs então fim ao que estava a ser uma exibição notável, com o piloto a compensar “no braço” a menor potência do seu carro face aos “monstros” mais potentes da Divisão e a estar na luta pelos lugares de topo.

    Agora e após um enorme trabalho de recuperação e preparação do Mitsubishi EVO VI, Frederico Santos está “pronto para competir com todo o entusiasmo e empenho. Foi longa a espera até podermos estar de volta e já é a segunda vez esta época que somos forçados a parar, se contarmos o defeso forçado provocado pelo confinamento. Estamos contentes por estar de volta e vamos a Montalegre seguros de que fiemos um bom trabalho a recuperar o carro e que nos apresentaremos competitivos em pista”. O piloto agradece “todo o empenho da minha equipa, dos meus patrocinadores e dos meus amigos para que fosse possível estar presente nesta fase final do campeonato. Vou tentar tudo para lhes dedicar um bom resultado!”.

    Quanto à corrida em si, Frederico Santos conta com “muita dificuldade. A pista é exigente e na nossa Divisão, os principais candidatos possuem verdadeiros SuperCar, com muito mais potencial do que o meu EVO, mas vamos à luta e, a exemplo do que fomos capazes de fazer em Lousada, queremos estar na discussão dos lugares da frente e tudo faremos para o conseguir!”.

    O piloto regressa num momento de especial emoção para ele e vai utilizar esta prova para “fazer uma pequena homenagem a todos os meus colegas e amigos da área dos audiovisuais, nesta fase tão difícil para todos. São sem dúvida pessoas muito importantes para mim, pois é com eles que passo a maior parte do meu tempo profissional. Além disso, vivemos um momento de profunda tristeza devido ao falecimento do meu querido amigo Tony Lemos, ele que era também um de nós e esta homenagem também para ele”. O piloto produziu mesmo um vídeo alusivo a este gesto de solidariedade.

    O Ralicross de Montalegre tem o dia de sábado reservado para as sessões de treinos e para as primeiras corridas de qualificação, que continuarão durante a manhã de domingo. A tarde do segundo dia estará reservada para as finais.

  • António Sousa está de volta e quer lutar pela primazia nos S1600

    O lousadense vai até ao Ralicross de Montalegre com um objetivo claro: ser competitivo e alcançar um resultado de topo na Divisão S1600.

    O Campeonato de Portugal de Ralicross (PTRX) entra na sua fase final. A penúltima prova da temporada decorrerá no desafiante circuito mundialista de Montalegre, já no próximo fim-de-semana. E pela amostra do que sucedeu nas últimas jornadas, a competição na Divisão S1600 será intensa, sendo praticamente impossível fazer previsões quanto ao desfecho, tal o equilíbrio entre uma boa mão cheia de pilotos com possibilidades de lutar pela vitória.

    E entre eles, vai querer estar António Sousa. A sua tradicional rapidez e não menos mítica garra têm lhe granjeado grandes resultados, tendo já esta época chegado ao pódio e o lousadense da SRT MotorSport chega a Montalegre “cheio de confiança e motivação. Procedemos a uma profunda revisão do Peugeot 208 S1600 e, nos testes que efetuamos, deu para perceber que o carro está forte e eficaz, embora saibamos que uma coisa são os treinos e outra, bem diferente, vai ser colocar esse trabalho em competição e ser competitivo face à concorrência”.

    António Sousa assume que estará no Gerês “com enorme vontade de estar na discussão. Vou dar tudo em pista, aproveitando bem as sessões de treinos e as mangas de qualificação para poder estar na corrida decisiva em posição que me permita lutar pelo pódio e, quem sabe, até pela vitória”.

    O Ralicross de Montalegre tem o dia de sábado reservado para as sessões de treinos e para as primeiras corridas de qualificação, que continuarão durante a manhã de domingo. A tarde do segundo dia estará reservada para as finais.

  • Jorge Machado quer repetir dose vitoriosa em Montalegre

    Mação marcou para sempre a carreira do piloto lousadense, que chegou no Ribatejo ao seu primeiro triunfo entre os S1600. Agora, quer repetir a norte, esse triunfo e reforçar a sua candidatura à discussão dos lugares cimeiros do campeonato.

    Nada dá mais confiança e ímpeto do que o doce sabor da vitória. É e sempre assim será em todas as modalidades e competições e para todos os atletas e pilotos.

    Jorge Machado não foge à regra e reconhece que “ter vencido em Mação foi algo de mágico para mim e para a minha equipa. Foi o corolário de muito trabalho e muita evolução, bem como do sacrifício de todos nós, para corrida após corrida, levarmos o carro aos limites e melhorar a nossa performance”. O volante de Lousada realça que “sempre tivemos noção de que somos fortes, mas a vitória foi fundamental para ganharmos ainda mais segurança e ambição. Vamos à luta e queremos terminar o campeonato com força e a tentar voltar a vencer!”.

    Agora, o desafio é ainda maior. Jorge Machado tem pela frente o desafio extra de se já não competir na pista de Montalegre há vários anos e é aí que vai decorrer, já no próximo fim-de-semana, a penúltima prova da temporada 2020 do PTRX. Nada que o assuste ou lhe provoque apreensão pois, como diz o piloto, já “tem acontecido em outras pistas e nem por isso temos deixado de ser competitivos. Vamos a Montalegre para estar na luta pelo pódio e queremos continuar fortes como nas provas anteriores”. Jorge Machado lembra que “se não tivessem sucedido pequenos problemas e incidentes, estaríamos muito mais à frente na geral do campeonato, mas ainda faltam duas provas e queremos muito lutar pela preponderância entre os S1600!”.

    O Ralicross de Montalegre tem o dia de sábado reservado para as sessões de treinos e para as primeiras corridas de qualificação, que continuarão durante a manhã de domingo. A tarde do segundo dia estará reservada para as finais.