Após um longo interregno, consequência das fortes contingências da Pandemia COVID-19, aí está o regresso dos Ralis em Portugal e logo com o Rali de Castelo Branco, prova organizada pela ECB, em que a dupla do RRT, Pedro Silva e Nuno Rodrigues da Silva irá estar presente, integrados na disputa do Campeonato de Centro de Ralis (CCR)
O jovem piloto de Vila Velha de Rodão destaca que “a vontade de voltar aos Ralis é enorme, vontade essa ainda maior, pelo facto de ser o Rali de Castelo Branco, prova em que, praticamente, estamos a correr em casa.Representa para mim o cumprir de um grande sonho porque, desde muito novo, sempre desejei correr no troço das Vilas Ruivas, integrado num rali oficial. Completar os 16 km das Vilas Ruivas com sucesso e disfrutar do troço onde sei que certamente vão estar os nossos amigos, seguidores, familiares e patrocinadores, será para nós motivo de um enorme orgulho e satisfação!”.
A dupla, que conta com o Peugeot 206 Gti assistido pelo Team Mateus, esteve em grande destaque na prova inaugural da época, o rali da Bairrada, quer estar na luta pelos lugares cimeiros das duas rodas motrizes e do Desafio Kumho Portugal. Pedro Silva assume que “o nosso objetivo é sempre o mesmo. Dar o máximo, lutar pelo triunfo na geral de duas rodas motrizes, do grupo P1 e do Desafio Kumho, apesar do respeito que nos merece toda a concorrência que iremos ter, com pilotos muito talentosos e com carros até teoricamente superiores ao nosso”. O Rali de Castelo Branco disputa-se de 3 a 5 de julho.
Nova variante Focus Connected chega às diferentes gamas, incluindo o desportivo Focus ST-Line, o Focus Titanium, o Focus Active de inspiração SUV e o Focus Vignale.
A mais recente e evoluída geração do Ford Focus equipada com um motor electrificado EcoBoost Hybrid, mais económico e eficiente, já está disponível para encomenda em toda a Europa. A sofisticada tecnologia mild-hybrid de 48 volts permite que o novo Focus 1.0 litros EcoBoost Hybrid disponibilize uma potência de 155 CV e 93 g/km de emissões de CO2 (NEDC), representando uma melhoria nos consumos de 17%, em comparação com o bloco a gasolina EcoBoost de 1,5 litros e 150 CV associado à transmissão manual de seis velocidades (NEDC) , combinação equivalente em comercialização até à data.
Para além da nova opção
mecânica electrificada, o renovado Focus também proporciona uma experiência
de condução mais premium, pela adopção de um novo cluster de
instrumentação LCD de 12,3 polegadas do tipo true colour (cores reais) e a
melhor experiência de conectividade e posse, inerente ao modem FordPass
Connect de série, incluindo um sistema de Informação Localizada de Acidente,
a disponibilizar até final do presente ano .
Uma nova variante Focus Connected
integra especificações de série em benefício dos clientes profissionais e
particulares, incluindo um tapete de carregamento sem fios (wireless) e
navegação, associado ao sistema de conectividade com activação por voz SYNC
3, com 3 touchscreen de 8 polegadas .
Dependendo da variante, o modelo
Focus continuará a estar disponível em versões compostas pelo elegante Focus
Titanium, pelo Focus Active de inspiração SUV, o desportivo Focus ST- Line, e
o luxuoso Focus Vignale, nas carroçarias de 5 portas e station wagon, a que se
junta uma versão de 4 portas, esta em mercados seleccionados. Os novos motores
EcoBoost Hybrid estão disponíveis em toda a gama.
“As nossas
mecânicas electrificadas são projectados, não apenas para gerar poupanças
em termos de combustível, mas também para aumentar o carácter de prazer de
condução dos nossos veículos”, referiu
Roelant de Waard, Vice-Presidente de Marketing, Vendas & Serviço da Ford
Europa. “O Focus
EcoBoost Hybrid integra, na perfeição, a potência eléctrica e a gasolina,
gerando maiores níveis de eficiência e performance, até não há muito tempo
tidos como impossíveis de alcançar”.
O Focus junta-se assim à oferta mild-hybrid da Ford, tecnologia já presente nos modelos Puma, Kuga e Fiesta de passageiros, bem como nos veículos comerciais Ford Transit e Transit Custom contribuindo para o registo de consumos melhorados. A Ford está empenhada em propor versões electrificadas em todos os modelos de passageiros que lançar na Europa, tendo como objectivo elevar a 18 o número de propostas electrificadas à venda neste mercado até ao final de 2021, abrangendo soluções mild-hybrid, full-hybrid, plug-in hybrid e eléctricas a bateria.
Três meses
passados após o Rali Serras de Fafe, e numa altura em que já há luz verde para
o reinício do Campeonato de Portugal de Ralis, Armindo Araújo, Luís Ramalho e
toda a estrutura da The Racing Factory, realizaram dois dias de testes com
vista à preparação do Rali de Castelo Branco.
Naquela que
foi a primeira experiência com o Skoda Fabia R5 Evo em pisos de asfalto, o
piloto de Santo Tirso terminou, os quase duzentos quilómetros, muito satisfeito
com o trabalho realizado. “Foi a primeira vez que conduzi o Skoda Fabia
em asfalto e as sensações que tive, desde o início, foram as mesmas de quando o
guiei nos primeiros testes em terra. O carro é muito equilibrado e a adaptação
é muito rápida. A minha equipa preparou-me uma excelente afinação de base e a
partir daí foi só adaptar alguns pontos ao meu estilo de condução. Na quinta
feira estivemos em Vieira do Minho, na sexta no Viso e consegui, em dois troços
bem distintos, sentir-me com um bom ritmo”, começou por dizer Armindo
Araújo.
Com o reinício das hostilidades marcado para dentro de quinze dias em Castelo Branco, as espectativas e ansiedade pelo regresso são evidentemente grandes. “Penso que queremos todos que chegue o mais rápido possível o dia para voltarmos a competir. Certamente que os meus adversários estarão tão motivados como nós, mas vamos para esta prova com o claro objetivo de sermos mais rápidos que eles. Vencemos este rali em 2019 e esperamos repetir o resultado este ano”, afirmou ainda. Com uma paragem longa e as alterações forçadas no calendário de 2020, o Team Armindo Araújo/The Racing Factory está já a reestruturar todo o planeamento delineado no início da temporada e uma das grandes novidades é a presença, no mês de julho, na prova de abertura do Campeonato Regional de Ralis da Madeira. “As mudanças originadas pelo difícil e preocupante momento que atravessamos, obrigou-nos a repensar o projeto deste ano e encontrarmos as melhores soluções para nos apresentarmos na máxima força em todas as provas que vamos disputar. Assim, aproveitamos a oportunidade de podermos estar presentes no Rali da Calheta com o objetivo de prepararmos o Rali Vinho Madeira”, concluiu o líder do CPR 2020.
Em 2025, as “refinarias do futuro” vão produzir uma nova geração de combustíveis limpos, com menos 90% de emissões. Os carros serão os mesmos mas, para poluir menos, os preços na bomba vão subir.
Não há volta a dar. A transição energética para uma economia
europeia menos descarbonizada já está em marcha e ninguém quer ficar para trás.
Nem mesmo as petrolíferas. Depois de as empresas do setor
elétrico e do gás natural já terem defendido o seu papel na estratégia para
tornar a Europa no primeiro continente neutro em carbono em 2050, são agora as
empresas de combustíveis que vêm anunciar investimentos multimilionários
para não serem excluídas de um futuro que se quer com emissões poluentes
muito mais baixas.
A FuelsEurope, associação que representa a indústria de renação
da União Europeia e com a qual a portuguesa Apetro – Associação Portuguesa
de Empresas Petrolíferas colabora ativamente, apresentou o seu novo plano de
ação “Combustíveis limpos para todos” com investimentos entre 400 e 650 mil
milhões de euros nos próximos 30 anos para alcançar a neutralidade
climática, de acordo com a pesquisa do braço cientíco Concawe –
Environmental Sciente for European Rening.
Estas “refinarias do futuro” poderão começar a operar “o
mais tardar já em 2025′′, garante a FuelsEurope (da qual faz parte a petrolífera
portuguesa Galp, mas também a Eni, BP, Shell, Total, Cepsa, Repsol,
ExxonMobil, entre outras), com base no “conhecimento tecnológico atual e
na estimativa de custos”. Em vez de transformarem crude, como fazem há
mais de 100 anos, as renarias utilizarão novas matérias-primas de base para
os combustíveis do futuro, como biomassa, energias renováveis, resíduos e
CO2 capturado, transformadas depois em hidrocarbonetos na sua forma líquida,
através de novas tecnologias.
Já daqui a cinco ou 10 anos, as refinarias serão então mais
pequenas e estarão espalhadas por toda a Europa, junto a florestas, parques
eólicos ou centrais solares: no leste e norte da Europa será privilegiada a
biomassa; o vento dominará nos países costeiros; o sol nos países europeus
do sul, como Portugal; e as unidades de reciclagem de resíduos próximas
de áreas urbanas.
“A tecnologia necessária inclui biocombustíveis sustentáveis
de 1a geração, hidrogenação de óleos vegetais/desperdícios e resíduos,
biomassa, biocombustíveis avançados e e-combustíveis, além de captura e
armazenamento de carbono e ainda hidrogénio limpo aplicado em renarias”, explica a Apetro.
Neste momento, os combustíveis do futuro existem apenas em
pequena escala industrial em algumas fábricas piloto, como por exemplo: Re-Oil
da OMV, em Schwechat (Áustria); e-combustíveis da Sunre, em Dresden
(Alemanha); biorrefinarias da ENI, em Veneza (Itália).
O que são combustíveis líquidos de baixo carbono?
Explicam
as petrolíferas que são “combustíveis sustentáveis, de origem não petrolífera,
com emissões de CO2 muito limitadas durante a sua produção e utilização.
Misturados inicialmente com os combustíveis convencionais, estes combustíveis
de baixo carbono substituirão progressivamente os de origem fóssil”. Além
disso, não exigirão infraestruturas adicionais (de armazenamento, transporte e
distribuição) e poderão ser usados em todos os veículos que já hoje circulam
nas estradas, incluindo os que ainda são movidos a gasóleo e que já tiveram a
sua morte anunciada a curto prazo pelo Governo português.
“Estes combustíveis são compatíveis com a atual tecnologia de
motores”,
diz a FuelsEurope, garantindo que em 2050 o parque automóvel europeu será
composto por um misto de veículos com motores de combustão interna
extremamente ecientes e veículos elétricos. Nas bombas, os consumidores
também não notarão grandes diferenças a olho nu (estas estarão sobretudo
na composição do combustível que servirá para atestar o depósito) mas
podem ver os preços subir numa primeira fase. Ou seja, vão pagar mais para
emitir menos gases poluentes quando se deslocam. “O preço dependerá de
vários fatores, como procura do mercado, níveis de impostos alternativos e
esquemas de apoio do governo”, dizem as petrolíferas.
Além de não quererem continuar a ser vistas como as “más da fita” no que diz respeito às emissões poluentes, as petrolíferas procuram ocupar o seu lugar na transição energética ao lado das tecnologias de eletricação e de hidrogénio verde. A FuelsEurope e a Apetro citam uma uma sondagem aos consumidores realizada em vários países europeus, em 2019, que mostra que os cidadãos da UE desejam mais opções na transição para a mobilidade neutra em carbono, bem como o desenvolvimento de várias tecnologias de veículos limpos.
A Art Of Speed e União de Freguesias de Souselas e Botão proporcionaram uma manhã intensa de testes a cinco equipas que vão alinhar no Rali de Castelo Branco. No asfalto da estrada da Mata de S. Pedro, a norte de Coimbra, os pilotos aferiram o físico e as afinações.
Cumprir objectivos no asfalto,
trabalhar muito dentro e fora da viatura de competição foram dois ingredientes
que integraram o plano de treinos de cinco equipas tendo em vista os próximos
compromissos desportivos. Joaquim Rodriges/Luís Oliveira (Ford Fiesta R2T),
Isaac Portela/Miguel Susano (Citroën C2 R2 Maxi), Hélder Cordeiro/Bruno Pereira
(Ford Escort MK2), Pedro Lopes Antunes (BMW E30) e Pedro Rocha Lopes (Ford
Anglia) estiveram envolvidos numa sessão de testes.
Para garantir as condições perfeitas para esta acção, A Art of Speed, empresa instalada em Souselas, na zona norte de Coimbra delineou um traçado que, juntamente com a União de Freguesia de Souselas e Botão, permitiu desencadear um programa rigoroso e profícuo. Num trabalho minucioso dos militares da GNR e equipas Art of Speed, e com a cooperação exemplar da comunidade da Mata de S. Pedro – a espaços, a estrutura organizativa parava a sessão para que os residentes pudessem circular de um lado para o outro na máxima segurança – pilotos e navegadores foram doseando esforços e identificar alguns detalhes para tirar o melhor partido na condução.
Satisfação germinou ao nível colectivo
Neste impressionante plano de
treinos, que implicou definir o de controlo das viaturas em pisos de asfalto,
os pilotos saíram daquela região a norte da cidade de Coimbra bastante
satisfeitos.
«Esta acção foi
exemplarmente organizada que permitiu, não apenas sentir o pulsar da viatura,
mas também melhorar a performance ao volante do Ford Fiesta R2T, muito fiável,
um dos seus pontos fortes, assim como criar um ambiente produtivo no habitáculo
com o navegador Luís Oliveira», frisou Joaquim Rodrigues, da Mealhada, que
fará a sua estreia absoluta no Campeonato de Portugal de Ralis, em Castelo
Branco.
Por seu turno, Isaac Portela,
que faz equipa com Miguel Susano e já com vários anos de experiência nesta
disciplina automóvel, referiu que a sessão «foi simplesmente espectacular
a todos os níveis, bem organizado, num percurso fantástico, reunindo todos os
ingredientes para retirar as ilações para melhorar substancialmente o Citroën
C2 R2, viatura com evolução Maxi». «Tratando-se de uma viatura
praticamente nova, era importante testá-la nestes moldes», acrescentou
o piloto leiriense de Maceira, da REP Portela e DMS Competição.
Naquela que foi a primeira
experiência deste género em modo de testes, Hélder Cordeiro, da HAC Motorsport,
de Leiria, saiu da Mata de S. Pedro, da União de Souselas e Botão, bastante
satisfeito: «Esta acção com a nova motorização do Ford Escort MK2
possibilitou tirar algumas conclusões e, ao mesmo tempo, evoluir. Foi
extremamente importante voltar à estrada com a viatura de ralis, até porque o
nosso próximo compromisso é em Castelo Branco. Sem margem para duvida que foi
um excelente ensaio».
Habituado a conduzir viaturas
da marca Porsche, o também leiriense Pedro Lopes Antunes evoluiu desta vez aos
comandos de um BMW E30, com o qual vai estrear na prova da Escuderia Castelo
Branco, admitindo que a sessão de testes «foi muito bom, até porque
estávamos ansiosos de voltar a sentir a adrenalina e, para quem gosta de ralis,
naturalmente que não iria desperdiçar esta oportunidade. Vamos estrear esta
viatura em Castelo Branco, pelo que é preciso entendê-lo, embora Porsche é
Porsche», definiu o piloto.
Já Pedro Rocha Lopes começou
por agradecer à Art of Speed «por ter proporcionado um troço giro e
guiável, com rectas e curvas encadeadas que nos permitiu testar para melhorar o
comportamento do Ford Anglia. Agradeço também à HAC Motorsport por permitir
esta acção», confidenciou o piloto mais jovem proveniente de Leiria.
José Regêncio recordado em dia de aniversário
Pilotos, navegadores e
elementos da Art of Speed fizeram uma homenagem comovida ao recordar o José
Regêncio. Falecido o ano passado quando exercia as funções de vice-presidente
do Clube Automóvel do Centro, o malogrado dirigente faria mais um aniversário,
no pretérito sábado, dia em que teve lugar a sessão de testes.
A segunda prova pontuável para o Campeonato de Portugal de Ralis realiza-se entre os dias 3 e 5 de julho. Organização apostada em cumprir à risca as novas regras sanitárias.
O Rali de Castelo Branco marca a retoma da modalidade em Portugal depois do surgimento da pandemia, no início de maio. A prova, que passa a ser a segunda pontuável para o campeonato português, realiza-se entre os dias 3 e 5 de julho e vai para a estrada com um formato renovado para cumprir as novas directrizes.
O novo normal obrigou a Escuderia Castelo Branco a avançar com algumas alterações para colocar na estrada a edição de 2020 do Rali de Castelo Branco. A prova, que pontua para o Campeonato de Portugal de Ralis, para o de Clássicos, para o de Iniciados, para o de RGT, para o de R4-KIT, para o Campeonato Centro de Ralis, para o Desafio Kumho e para o Challenge R2&You, vai para a estrada na tarde de sábado, dia 4 de julho, e no domingo, dia 5 de julho. No total, realizam-se sete provas especiais de classificação que perfazem 99,69 quilómetros contra o cronómetro e um total de 256,17 quilómetros.
O parque de assistência volta a instalar-se em Castelo Branco mas não será acessível ao público. Aliás, a prova irá para a estrada mas sem contemplar zonas onde os espectadores poderão assistir à passagem dos carros. No primeiro dia de competição, os concorrentes vão competir a sudoeste da principal cidade da Beira Baixa, com a passagem, por duas vezes, no troço de Vilas Ruivas, e uma passagem em Foz do Cobrão. No domingo, os participantes rumam a noroeste de Castelo Branco. Aí, disputam Dáspera – Sesmo – Salgueiral e Sto. André das Tojeiras. Ambas as especiais são percorridas por duas vezes.
Ao contrário do que é habitual, e de acordo com as atuais medidas de contingência, não haverá lugar à tradicional e sempre espectacular super-especial em Castelo Branco.
Para o director de prova, Luís Dias, o desafio de concretizar a realização do Rali de Castelo Branco nestas condições é muito grande. “Tivemos de mudar uma série de procedimentos e criar condições mais restritivas para poder realizar a edição deste ano do Rali de Castelo Branco. Procurámos, juntamente com todas as entidades envolvidas, cumprir, de forma escrupulosa, os requisitos e acreditamos que, com o contributo de todos, vamos ter, certamente, um excelente e emocionante rali”, explicou.
Rali de Castelo Branco amigo do ambiente
A Escuderia Castelo Branco mantém a sua aposta na componente ambiental sempre que organiza competições desportivas. O Rali de Castelo Branco não é excepção. A prová-lo está o facto de o elemento da Escuderia, Nelson Correia, ter sido o primeiro a receber a licença de Delegado Ambiental FPAK. A reciclagem, a sensibilização de participantes e elementos das diversas estruturas para a responsabilidade ecológica são algumas das iniciativas que a organização desenvolverá ao longo dos dias de competição.
Finalmente vamos colocar um ponto final neste defeso forçado. É já no primeiro fim-de-semana de julho que o 3º Desafio Kumho Portugal voltará às estradas. O rali de Castelo Branco será palco da reentrada e logo numa prova que contará para três desafios KUMHO: Asfalto, Centro e Sul.
Serão praticamente 4 meses de paragem
forçada, que cumpriremos à chegada ao Rali de Castelo Branco.
A prova albicastrense apresenta-se assim como um sopro de vida que vem no momento certo para tentar recolocar nos carris um ano desportivo que está já profundamente afetado pelos efeitos causados pelo surto pandémico que atravessamos. O rali da Escuderia Castelo Branco, que conta para os campeonatos de Portugal e Centro de Ralis, contará para os Desafios KUMHO Asfalto, KUMHO Centro e KUMHO Sul, sendo a integração da prova no calendário da competição sulista a grande novidade.
Esta decisão tomada pela organização
do 3º Desafio KUMHO Portugal prende-se com a necessidade de assegurar um número
satisfatório de provas a todos os concorrentes que querem disputar o Desafio KUMHO
Sul, numa altura em que ainda são muitas as incertezas quanto ao calendário
final do Campeonato Sul de Ralis, a exemplo, aliás, do que também acontece com
os campeonatos Norte e Centro.
Os concorrentes integrados no 3º
Desafio KUMHO Portugal vão beneficiar de um preço especial de inscrição no rali,
que será de apenas 280,00€, mercê do protocolo que estabelecemos com a
Escuderia.
A “armada” KUMHO vai enfrentar em Castelo Branco 68,71 kms contra o cronómetro. A luta arranca, no sábado, dia 4, com a passagem única pela especial de Vilas Ruivas (16,31Km), ficando reservado o “prato principal” para domingo, 5 de julho, distribuído por duas especiais, ambas com dupla passagem: Dáspera-Salgueiral (12,24Km) e Sto. André das Tojeiras (13,96Km).
Obviamente, os concorrentes KUMHO
que integram o Campeonato de Portugal de Clássicos de Ralis farão a extensão
completa prevista, mas, para efeitos de classificação KUMHO, só contarão os
tempos que efetuem nas classificativas comuns aos membros da “armada” KUMHO que
disputam o CCR.
E se o rali marcará a estreia do Desafio Kumho Sul, já quanto às contas do Kumho Asfalto e do Kumho Centro, esta será a segunda tirada, após o arranque, nos idos de Março, no Rali da Bairrada. A dupla Armando Carvalho/Ana Santos chega a Castelo Branco na liderança da Divisão 1 dos dois desafios, tendo a equipa levado ainda o seu Mitsubishi EVO V ao triunfo absoluto na Bairrada, oferecendo assim a primeira vitória à geral de 2020 aos pneus KUMHO. A Divisão 2 tem o Citroen Saxo de Fábio Santos e Ricardo Sismeiro no comando após a única prova disputada.
Por fechar ficam os calendários das
cinco competições.
A organização do Desafio Kumho
Portugal está continuamente em contacto com os organizadores e aguarda, com
serenidade, que a FPAK anuncie os calendários finais a Norte, Centro e Sul
para, logo após, anunciar de forma célere quais as provas que contarão para cada
um dos desafios que estão a ser disputados.
É previsível que, dada a
dificuldade de serem montados calendários extensos, várias provas possam vir a
ser nomeadas para, pelo menos, dois Desafios Kumho zonais diferentes, a exemplo
do que, como já referimos, vai acontecer no Rali de Castelo Branco como os
Desafios KUMHO Centro e Sul.
Será sempre tida em conta a preocupação em colocar essas provas em locais que se revelem geograficamente mais aceitáveis no que concerne às distâncias a percorrer pelas equipas no acesso aos ralis, tentando ao máximo não prejudicar a logística e os seus orçamentos.
Garagem Aurora e Pedro Bastos Rezende fazem regressar modelo aos circuitos nacionais um dos mais carismáticos modelos dos anos 70. Numa altura que são noticiadas as saídas de carros míticos de Portugal, nota positiva para a chegada de um De Tomaso Pantera de competição a Portugal, estreado no passado fim-de-semana, no evento do Estoril Test Day.
Anteriormente a correr nas famosas competições da Peter Auto, que este ano visitam o Autódromo do Estoril em outubro, para o grande evento que é o Estoril Classics, este fantástico De Tomaso Pantera vem agora para Portugal para competir no Iberian Historic Endurance pelas mãos da Garagem Aurora e de Pedro Bastos Rezende.
O De Tomaso Pantera é um dos modelos com maior mística dos anos 70 em Portugal, quando o piloto Tino Pereira competia com um carro idêntico. Com a vinda deste carismático e competitivo De Tomaso Pantera para o Historic Endurance, é assinalado o regresso ao solo português e em permanência, de um destes modelos. Este promete ser mais um ponto de interesse nas já cativantes provas do Iberian Historic Endurance, que junta alguns dos melhores automóveis clássicos de competição do sul da Europa e que, além dos circuitos nacionais, visita também alguns dos mais emblemáticos circuitos europeus.
Sobre o De Tomaso, com homologação em 1972, foram produzidas pouco mais de 7.200 unidades e para combinar com a sua estética elegante e futurista, utilizava um musculado motor 5.8 V8 de origem Ford. Uma combinação perfeita de design italiano com um coração americano.
Independentemente da potência com que este De Tomaso Pantera se apresentar na grelha da competição Iberian Historic Endurance, será mais um regalo para os apaixonados por automóveis clássicos poder ver um modelo tão raro e com uma história tão rica como este na grelha da competição.
Após a pausa forçada, imposta à 6ª temporada do Campeonato FIA de Fórmula E, a DS Automobiles e sua parceira TECHEETAH preparam o regresso à competição, agendada para o dia 5 de agosto de 2020, em Berlim, que será palco de 6 eventos à porta fechada (nos dias 5/6, 8/9 e 12/13 de agosto), para culminar um campeonato que tem sido muito competitivo.
Ao volante dos dois monolugares DS E-TENSE FE20 estarão Jean-Eric Vergne, Bi-Campeão da disciplina e detentor do título de 2018/2019, e o português António Félix da Costa, o atual líder da classificação de Pilotos. Para o piloto lusitano, este “é um momento muito estranho para todo o planeta, mas é bom estar de volta às competições. Retomamos o campeonato como líderes, mas não podemos esquecer que metade da temporada irá acontecer em apenas 6 dias. Preparámo-nos para isso e vamos estar em Berlim com a mentalidade certa para vencer.”
Ocupando, igualmente, o topo do ranking de Equipas, a DS TECHEETAH irá abordar as derradeiras corridas da presente temporada com a firme intenção de alcançar os novos títulos. Apesar do período conturbado, associado à pandemia do coronavírus que afeta o planeta há mais de 3 meses, os pilotos e a equipa têm-se preparado ativamente para a retoma do campeonato.
Ao longo das
últimas semanas, os engenheiros concentraram-se na otimização dos sistemas de
bordo do monolugar DS E-TENSE FE20, ao mesmo tempo que têm trabalhado na
estratégia de corrida, que será, mais uma vez, chave para a conquista dos títulos
de Piloto e Equipas desta temporada. Quanto aos pilotos, findo o período de
contenção, multiplicaram os treinos nos simuladores de corridas.
Paralelamente à total concentração da equipa nas etapas finais da presente temporada, também já se olha para o futuro, realizando-se a programação dos primeiros testes do novo motor, que será homologado para a próxima temporada.
O Drift volta a aquecer a cidade de Pinhel neste verão. A segunda prova do Campeonato de Portugal de Drift e a Taça Internacional estão agendados para 22 e 23 de agosto, com organização da Câmara Municipal de Pinhel e do Clube Escape Livre, que este ano terão cuidados especiais, ainda devido à pandemia por Covid-19.
No quinto
ano de prova na Cidade Falcão (terceiro ano integrado no calendário do
Campeonato de Portugal de Drift da FPAK), contará com o habitual figurino dos
anos anteriores: dois dias de grande dinâmica e espetáculo desportivo,
adrenalina, velocidade e grandes carros de competição.
Este ano,
face à pandemia que anulou ou obrigou a alterar diversas provas desportivas, o
Campeonato de Portugal de Drift terá apenas quatro provas, sendo a de Pinhel a
segunda. Para além disso, Pinhel entrega a Taça Internacional de Drift ao
piloto que mais se destacar na prova da noite de sábado. O título é disputado
entre alguns dos melhores pilotos portugueses, espanhóis franceses e suíços,
que vão do campeão nacional em título, Diogo Correia, ao espetacular suíço,
Michael Perrottet.
Neste ano
atípico, a organização terá que ter alguns cuidados para cumprir todas as
condicionantes e normas em vigor, tanto no paddock como nos espaços de público.
Alguns dos detalhes e normas específicas para o evento estão agora a ser
preparados.
DCIM\100GOPRO\GOPR2135.
Na
apresentação oficial do Drift de Pinhel 2020, Rui Ventura, presidente da Câmara
Municipal de Pinhel, salientou que “pese
embora as circunstâncias, entendemos por bem dar continuidade à iniciativa que
tem evoluído de uma forma exponencial e até surpreendente, mas sem dúvida
positiva para o concelho e para a região”.
Já Luís
Celínio, presidente do Clube Escape Livre, referiu: “Numa altura em que as incertezas e as condicionantes são muitas,
pesámos todos os fatores e, em conjunto com o promotor do Campeonato, o CAM e
com a FPAK, entendemos que havia condições para a realização da prova e do
Campeonato. Esperamos agora que com a compreensão e colaboração de todos, dos
pilotos ao público, consigamos cumprir todas as normas em vigor, de forma a
continuar a proporcionar este extraordinário espetáculo, tão desejado ao nível
local e regional.”
Rui Pinto, da equipa CN Racing, será, uma vez mais o embaixador da prova de Pinhel. O piloto esteve na apresentação, ao lado da sua viatura, que a partir de 23 de junho passa a estar em exposição no stand da JC Automóveis, localizado na EN 231, em Cabanões, Viseu.