Toda a gama Hyundai financiada através do produto Open Drive possui, desde 1 de março, a oferta do contrato de manutenção. O Hyundai Open Drive é a solução mais flexível para ter um Hyundai.
A Hyundai Portugal reforçou, ainda mais, os já de si fortes
argumentos do Hyundai Open Drive ao oferecer, desde de 1 de março, o contrato
de manutenção programada durante o período de vigência do contrato (máximo 48
meses e 80.000 kms).
Toda a gama Hyundai beneficiará desta oferta sempre que
financiada através do produto Hyundai Open Drive, continuando, assim, a dar
passos firmes na estratégia de fidelização e no desenvolvimento de ferramentas
que consolidem a relação e vínculo com os clientes.
O Hyundai Open Drive, é uma solução de financiamento que
oferece total liberdade de decisão ao cliente, sem riscos e sem compromissos ao
cliente.
É simples, flexível e sem complicações. Num contexto de
incerteza e de transição, o Hyundai Open Drive é o produto ideal para que o
cliente não fique comprometido com a aquisição de uma viatura nem vinculado a
apenas um modelo específico, podendo optar no final de cada período de contrato
se pretende continuar, comprar, trocar ou mesmo entregar a viatura. Esta
solução permite adequar às necessidades de mobilidade de cada pessoa e em cada
etapa da sua vida, sejam pessoais ou profissionais.
Todas as viaturas Hyundai matriculadas a partir de 1 de
setembro de 2019, beneficiam, ainda, da garantia líder de mercado de 7 anos sem
limite de quilómetros.
Uma abordagem mais musculada na primeira curva da final colocou o piloto fora da discussão da vitória, depois de um fim-de-semana em que o seu andamento pressionou os demais favoritos.
Sever
do Vouga representava para Pedro Rosário “o arranque de uma época em que
queremos lutar prova a prova pelo título perdido em 2018 e 2019”. O
piloto chegava à prova inaugural do Campeonato de Portugal de Kartcross 2020,
como um dos grandes favoritos à vitória, integrado num grupo restrito de
pilotos com reais pretensões a tal.
E logo nos treinos deu o mote, ao garantir o segundo melhor tempo, entre as duas dezenas de participantes. As três corridas de qualificação para a final mostraram um Pedro Rosário ao mais alto nível, lutando sempre pelo domínio e, chegando ao fim dessa fase da prova, num sólido 2º lugar, que lhe dava uma posição na primeira fila da grelha de partida para a hora “de todas as verdades”. Esta exibição deixava o piloto “muito satisfeito. Afinal parece que não estou assim tão velho e que consigo ombrear com todos os jovens valores que começam a despontar na modalidade!”.
A final acabaria por ser dramática para as aspirações do piloto. Ordem de partida e Pedro Rosário até arranca “muito bem, estando a discutir a liderança quando sofri um toque de corrida danificando o meu Kartcross. Fiquei com uma manga de eixo partida e a direção completamente desalinhada, caindo para último com o pião que fiz e com o tempo que perdi até voltar a arrancar”.
Mesmo
com o kartcross afetado, Pedro Rosário foi “em busca do prejuízo e ainda
consegui recuperar quatro posições, isto num pelotão extremamente competitivo,
mas, apesar de todo o meu esforço, já não deu para chegar aos lugares da
frente, que, em circunstâncias normais, estavam ao nosso alcance”. A
11ª posição final é assim “um amargo de boca, mas, ao contrário do ano
passado, acreditamos que podemos lutar pelas vitórias”.
Como
nota positiva, Pedro Rosário assume estar “muito contente com o desempenho
do carro e com o ritmo de corrida que impomos ao longo de todo o
fim-de-semana”. No entanto, sente que “temos muito a trabalhar para melhorar
alguns pontos do carro e melhorar o meu ritmo de corrida. Acreditamos que este
tempo de paragem, irá permitir fazer pequenas melhorias, no entanto estamos com
muitas limitações impostas para nos proteger da pandemia que nos aflige”.
Agora é esperar que “o campeonato seja retomado. Seria um bom sinal, porque significaria que esta pandemia tinha sido debelada, para bem da saúde de todos. Julgo que, e quando voltarmos a competir, o campeonato será muito disputado e que estaremos na luta pelos lugares da frente”.
A autonomia do Hyundai Kauai Electric foi aumentada em 35 km, cerca de 8%, devido a uma nova especificação dos pneus. A autonomia foi aumentada para 484 km na versão com a bateria de 64 kWh e para 305 km na versão com a bateria de 39 kWh.
A Hyundai Motor anunciou melhorias ao seu modelo premiado Kauai Electric. A
autonomia do seu popular SUV compacto 100% elétrico aumentou 8% ou 35 km,
devido à aplicação de uma nova especificação nos pneus. Para a versão com
a bateria de 39kWh, a autonomia aumentou de 289km para 305km*, enquanto que a versão
com a bateria de 64kWh vê a sua autonomia melhorada de 449km para 484 km*.
Os novos pneus Michelin Primacy 4 têm a vantagem de diminuírem o atrito
dos pneus em andamento, contribuindo para uma redução do consumo de energia
sem comprometer a manobrabilidade.
Como desenvolvimento adicional, os clientes que encomendarem o Kauai
Electric podem agora equipar o seu veículo com acessórios para transportar
uma carga de tejadilho até um peso máximo de 100kg. Isto permite aos
condutores com um estilo de vida ativo a possibilidade de transportar
bicicletas ou bicicletas elétricas, sem comprometer a mobilidade com 0% de
emissões.
Com a procura crescente de veículos com 0% de emissões, a Hyundai está a triplicar, este ano, a disponibilidade do Kauai Electric para clientes na Europa. A marca anunciou o início de produção do modelo na sua fábrica na República Checa a partir de março de 2020, para além de estar a aumentar a oferta existente da fábrica de Ulsan na Coreia do Sul. Isto reduzirá drasticamente os prazos de entrega para clientes na Europa. No total, a empresa fornecerá 80.000 unidades de veículos com 0% de emissões para clientes europeus em 2020, incluindo o Kauai Electric, o IONIQ Electric e o NEXO. “Estamos continuamente a procurar formas de otimizar os nossos veículos e aumentar a sua eficiência”, afirmou Andreas-Christoph Hofmann, Vice-Presidente de Marketing e Produto da Hyundai Motor Europe. “Com estas últimas melhorias, os clientes que optam pelo Kauai Electric podem conduzir durante distâncias maiores com apenas uma única carga, beneficiando de uma das maiores autonomias do segmento. Ao triplicar a disponibilidade do Kauai Electric, estamos a liderar o caminho dos veículos de 0% de emissões e estamos preparados para responder à procura pelos nossos veículos elétricos”.
Foi um excelente início de época para o piloto de Lousada. Andamento forte, regularidade ao longo de toda a prova e um bom resultado final, dão ânimo para o campeonato.
Tiago Freitas e a sua equipa chegaram a Sever do Vouga com enormes expectativas. O arranque do campeonato significava para o piloto “estrear um novo chassis, um novo motor e novas suspensões, sendo por isso enorme a ânsia de ver como nos situaríamos perante a concorrência pois não tivemos tempo de proceder a testes de pré-época”.
Quaisquer dúvidas ficaram logo dissipadas nos treinos. Tiago Freitas demonstrou, desde logo, um forte andamento, premiado com o 5º melhor tempo da sessão, entre os 20 pilotos em pista. O lousadense destaca essa rapidez, lembrando que “fui sempre dos mais rápidos ao longo do todo o fim-de-semana”, lamentando que “as classificações nas 3 corridas de qualificação fossem feitas pela posição em que se acabava a manga e não pelo tempo, prejudicando assim os mais rápidos, onde eu estava incluído. Rodei sempre ao mesmo ritmo dos da frente e fui ganhando cada vez mais confiança”.
Mesmo
assim, almejou ser 5º nas 3 corridas e conquistar um lugar na 2ª fila da grelha
de partida para a final.
E
foi o momento da largada para a corrida que se revelaria amargo para Tiago Freitas.
Numa pista onde a lama imperava, a primeira curva assistiu a uma autêntica “molhada”,
com os já habituais fartos toques entre os pilotos dos “aranhiços”, na luta
pela melhor posição.
Tiago Freitas perdeu algumas posições e acabou por receber a bandeira de xadrez na 9ª posição da classificação conjunta, que corresponderá ao 4º lugar nas contas do seu campeonato. Este é um resultado que o piloto considera ser “positivo, sobretudo pelo andamento que tivemos. Quero agradecer a minha assistência e ao Paulo dos Amortecedores pois foram incansáveis no seu trabalho e fundamentais para conseguirmos estar bem nesta corrida. Saio de Sever convicto de que podemos lutar pelo título”.
Foi um fim de semana complicado em Sever do Vouga. A mecânica do Citroen Saxo foi madrasta para as aspirações do bicampeão nacional, neste arranque do campeonato onde busca o tri.
O arranque do Campeonato de Portugal de Ralicross 2020 revelou-se atribulado para Pedro Tiago. Apresentando-se em Sever do Vouga com o estatuto natural de grande favorito na Divisão Nacional A 1.6, pela dupla coroa de campeão nacional que ostenta, fruto das vitórias nos campeonatos de 2018 e 2019, Pedro Tiago estava “confiante em tudo o que fizemos para preparar esta época, mas, no desporto motorizado, as surpresas e os revezes estão ao virar de cada curva!”.
As
“hostilidades” competitivas abriam com os treinos. Aí, o bicampeão impôs a sua
lei, sendo o único a baixar do segundo 40, colocando toda a concorrência em
sentido.
Mas,
logo na manga inicial, o motor do Citroen Saxo falhou e forçou Pedro Tiago “a
rodar num ritmo muito lento, tudo fazendo para tentar chegar ao fim da manga,
pensando nos pontos necessários para estar na final. Logo ali suspeitei que o
problema seria sério e, mal cheguei à assistência, percebemos que não seria possível
alinhar na segunda manga e que estávamos perante um trabalho que iria exigir muitas
horas”.
A “noitada” foi dura para a equipa de mecânicos, mas, na manhã de domingo, o Citroen Saxo já rugia e estava pronto para os desafios da jornada final. Pedro Tiago destaca “o magnífico trabalho da minha equipa. Estiveram praticamente todo o fim do dia de sábado e toda a madrugada a trabalhar para solucionarem o problema. Foram enormes!”.
A
3ª e a 4ª corrida viram um Pedro Tiago a dar tudo, mesmo sentindo que “o
carro não estava perfeito e estive sempre com receio de que o problema de motor
voltasse. Mas sabia que tinha de dar o máximo para conseguir um lugar na final
e, dentro do possível, com um bom lugar na grelha de partida”. Um 3º e um
4º lugar colocaram o bicampeão nacional na primeira fila da grelha de partida,
com as aspirações intactas para a decisão final.
Mas no “momento da verdade”, voltou o problema no motor do Saxo, forçando Pedro Tiago a “dosear o andamento, num compromisso entre fazer tudo para terminar e conseguir o melhor lugar possível”. Só o seu talento tremendo lhe permitiu segurar o 3º lugar e, dessa forma, começar a época com um pódio que “é satisfatório, atendendo a tudo o que sofremos. Não era este o início de Campeonato que gostaríamos de ter, mas as corridas são mesmo assim. Iremos resolver os problemas e continuar focados na renovação do título. O campeonato é longo e ainda temos bastantes provas pela frente”.
Sever do Vouga foi palco do regresso do lousadense Jorge Machado ao CPRX. À rapidez que o piloto evidenciou, a corrida respondeu com uma série de incidentes que impediram um resultado ao nível da exibição.
No
momento em que tirou o capacete e as luvas, dando por concluída a sua
participação no Ralicross de Sever do Vouga, Jorge Machado deve ter vivido um
momento onde a frustração media forças com a satisfação, num misto de
sentimentos que traduziu de forma perfeita a saga vivida pelo lousadense na primeira
prova da temporada 2020 do Campeonato de Portugal de Ralicross.
Jorge
Machado encarava este primeiro embate com “prudência pois, além de ter
estado parado alguns anos, escolhi reentrar no CPRX na Divisão S1600, que é a
mais competitiva do campeonato. A presença em Sever tinha como principais
objetivos ganhar ritmo e adaptar-me à condução do Citroen C2 S1600 sem, de forma
alguma, enjeitar lutar pela melhor classificação possível”.
0
7º tempo nos treinos deixava o piloto “satisfeito. Adaptei-me bem ao
carro e deu para perceber que somos competitivos”. O seu forte
andamento seria uma constante ao longo de todo o fim-de-semana, mas a sorte
nada quis com ele.
Praticamente
em todas as mangas, Jorge Machado sofreu “toques que me prejudicaram
sempre e condicionaram os resultados. No entanto, em todas as corridas deu para
perceber que tenho andamento para estar na frente, a discutir a primazia. Mesmo
com todos esses problemas, fiz a volta mais rápida na terceira manga e terminei
em 3º a quarta, embora aqui já de nada me valeu, pois, os incidentes anteriores
colocaram-me fora da qualificação para a final”. O 10º lugar final
permitiu, mesmo assim, recolher pontos que podem vir a ser importantes no
futuro.
Mas Jorge Machado não dá o fim-de-semana de Sever como mal empregue. O piloto de Lousada destaca “a satisfação de perceber que, depois dos anos de paragem, estou com ritmo para andar na frente e aproveitamos esta corrida para fazer alguns ajustes e melhorar o carro para o nosso estilo de condução. Demos um passo em frente, fica a amargura de não chegar a final como tanto desejávamos, mas as corridas são mesmo assim e o campeonato é longo. Tenho a certeza de que estaremos na luta!”.
O município de Portimão cancelou o Grande Prémio de Fórmula 1 de Motonáutica, doando os 350 mil euros que iria gastar nessa prova à aquisição de ventiladores hospitalares, segundo noticiou o jornal Observador.
O GP de F1H2o, tradicional etapa do circuito mundial da modalidade, iria ser disputado na zona ribeirinha de Portimão, entre os dias 8 e 10 de Maio, sob a égide da UIM e tendo como promotor a H2O.
“Esta medida de saúde pública reforça a
estratégia adotada pelas autoridades municipais no sentido de combater
eficazmente a pandemia, cancelando todo o tipo de eventos sociais, culturais e
desportivos, ao mesmo tempo que vai contribuir para o reforço do equipamento
aplicado ao tratamento dos pacientes da unidade hospitalar local”,
explicou a presidente da Município de Portimão Isilda Gomes, citada pelo
Observador.
Este cancelamento, por iniciativa da autarquia, insere-se no conjunto de medidas que o município liderado por Isilda Gomes tem tomado.
Competição internacional dedicada a automóveis de GT4 com 4 Eventos, repartidos entre Espanha e Portugal. Covid-19 força a arranque tardio da competição dentro de 3 Meses
A Race Ready, após longa ponderação, vai continuar a organizar o GT4 South European em 2020, num novo modelo e formato, que irá mais ao encontro dos desejos dos pilotos e equipas, ao mesmo tempo que garante grelhas de partida mais volumosas para 2020. Para tal, a GT4 South European irá partilhar as grelhas com outras competições em cada etapa, o que assegura grelhas de partida mais preenchidas e uma competição mais animada quer para o publico, quer para as equipas.
Duas das provas serão em conjunto com o Open de Portugal,
com as restantes duas a serem em conjunto com o TCR Ibérico e Campeonato
Madrileno de Turismos, tendo a última prova, no Estoril, também a companhia dos
carros alemães da GT Winter Series.
De realçar que o campeonato só irá começar em junho, daqui a
mais de 3 meses, de forma a que as equipas tenham mais tempo para finalizar as
negociações com os pilotos.
De forma a ser possível integrar a prova com os restantes
campeonatos e de modo a conseguir reduzir o número de fins-de-semana,
aumentou-se o número de corridas de duas para três em cada evento. Assim, cada
fim-de-semana contará com duas provas de Sprint e uma prova de resistência.
Carros de sonho,
BOP e igualdade de andamentos
Para o sucesso que se tem vindo a verificar por toda a
Europa e também nos Estados Unidos da América, contribuem o exotismo dos
carros, máquinas exuberantes de marcas míticas, que acabam por ter um baixo
custo de aquisição e manutenção face às performances, qualidade de retorno e do
interesse suscitado junto de público.
A única forma de se ter tantos carros de sonho e uma
competição equilibrada é através do BOP (Balance of Performance) que é
elaborado pela SRO. Esta organização tem 10 anos de experiência em estabelecer
BOP para GT4. Como exemplo, só em 2019, esta empresa calculou mais de 40 BOP
para os sete campeonatos GT4 existentes. Assim, os seus cálculos variam em
função dos circuitos e apesar de nunca serem perfeitos, são considerados os
melhores do mundo!
Ao colocar três corridas por fim-de-semana, ocupando apenas quatro fins-de-semana, o GT4 South European é a forma mais económica de competir em Grande Turismos (GT’s) na Europa. Para ajudar a esse esforço, a organização vai colocar as inscrições a apenas 950€, o valor mais acessível da Europa, sendo que as equipas e pilotos podem aproveitar para fazer acordos com equipas internacionais, pois o calendário nunca coincide com o campeonato Europeu nem com o campeonato Francês.
Diogo Ferrão, responsável pelo GT4 South European, afirma que as modificações se devem a que “infelizmente em 2019 não começamos com o número de equipas que esperávamos, o que significou que as restantes equipas ficavam até ao último minuto à espera de ver quem mais confirmava. O caso mais claro foi em Barcelona no ano passado, onde tivemos equipas que preferiram competir na Craventic, numa prova com apenas três carros de GT4, mas com 30 carros à partida, do que competir numa prova com outros sete carros de GT4. A única maneira de colmatar este problema foi unindo-nos a outras provas em cada uma das quatro jornadas, o que levou a fortes negociações com as restantes entidades e com a SRO e também a razão pela qual só agora apresentarmos o campeonato. No final, julgo que conseguimos oferecer um campeonato com carros de sonho, um calendário forte e uma competição que garante grandes grelhas em pista e uma forte exposição para os GT4. Com o início marcado para dentro de três meses, é agora tempo de equipas e pilotos fecharem acordos, sendo que estamos disponíveis para ajudar cada um, piloto ou equipa, a encontrarem o que desejam.”
O lousadense apresentou sempre um andamento forte e dentro dos melhores, mas, nos momentos decisivos, um problema elétrico no Renault Twingo S1600 condicionou o resultado final.
Quando
ao longo de um fim-de-semana de competição, um piloto apresenta-se sempre ao
mais alto nível, demonstrando uma rapidez que o coloca como um dos favoritos, só
um “golpe do destino” pode impedir que o mesmo transforme em resultados a sua competitividade.
E foi isso mesmo que aconteceu a Sérgio Dias, na pista de Sever do Vouga, palco da prova de abertura do Campeonato de Portugal de Ralicross 2020. Mal o semáforo abriu, dando espaço para os treinos, aos carros da competitiva Divisão S1600, Sérgio Dias colocou o belo carro francês nos lugares cimeiros da tabela de tempos, mas, logo aí, a sua progressão foi interrompida com um problema elétrico que o fez rumar à assistência que, com uma intervenção rápida, debelou a falha.
Mesmo apreensivo, Sérgio Dias foi à luta e, nas duas mangas iniciais, o seu talento colocou o Twingo 1600 com as cores da NICE ASTRO e da SÉRGIO DIAS TRANSPORTES INTERNACIONAIS na 4ª posição, cumprida que estava metade das corridas de qualificação para a final. O piloto sentia que “tínhamos andamento para lutar pelo pódio e que o carro está competitivo, dando-me confiança para atacar em todas as corridas”.
A manhã de domingo amanheceu chuvosa, transformando a competição numa “lotaria” de lutas acesas e toques constantes. Sérgio Dias foi muito sólido e capaz de ultrapassar as adversidades na terceira manga, terminando em 6º e, continuando assim em excelente posição para garantir um bom posicionamento na grelha para a final. Mas, na última corrida de qualificação, o Renault Twingo S1600 voltou a “amuar”, com o reaparecimento da falha elétrica, forçando Sérgio Dias a “parar a meio da corrida, quando tinha todas as hipóteses de lutar por um bom resultado”. Mesmo assim, garantiu o 5º posto na linha de partida para o momento da decisão.
Nova
luta contra o tempo para reparar o problema e, uma vez mais, a equipa de assistência
conseguiu colocar o Renault pronto para a “batalha”.
E Sérgio Dias colocou o Twingo S1600 na sua posição na grelha, de olhos postos na frente, focado em “dar tudo para discutir o pódio e, porque não, a vitória”. Mas, pela terceira vez, o problema elétrico fez a sua aparição, levando o lousadense a “falhar o arranque, tendo depois tentado tudo para recuperar. O problema voltou a aparecer e esteve na origem de um pião, que me arruinou a corrida. Cerrei novamente os dentes e fui à luta até ao fim, conseguindo ser 6º e garantindo pontos que podem vir a ser importantes”.
No final, Sérgio Dias afirmou que saía “de Sever confiante. Mostramos um bom ritmo, que nos dá confiança para as próximas provas. Com esta paragem motivada pela necessidade de combatermos a pandemia do Covid-19 e sem que coloquemos em causa as restrições que todos temos de cumprir, vamos tentar trabalhar no caro para o melhorar e, assim que o campeonato for retomado, estarmos na linha da frente na luta pelo topo!”.
Depois da excelente época de 2019, o vice-campeão nacional partia para a jornada inaugural do CPRX 2020 com aspirações a lutar pela vitória. Problemas mecânicos e incidentes de corrida impediram-lhe um bom resultado.
Os problemas começaram muito cedo
na participação do rápido piloto que se apresentava em Sever do Vouga 2 “com
a ambição de lutar pelos lugares cimeiros, mas também para me divertir e ver
como estava face à concorrência. Os meus adversários apostaram bastante forte e
nós optamos por manter para já as mesmas especificações de 2019”.
Logo nos treinos e “apesar
de ter conseguido perceber, logo desde as primeiras curvas, que tínhamos um bom
ritmo, a embraiagem cedeu logo na segunda volta, exigindo-me um esforço enorme
para realizar tempos e, por isso, a 7ª posição acabou por ser um mal menor”.
Na primeira manga, Rui Nunes
viveu um momento verdadeiramente insólito. Ao longo da corrida, o piloto entrou
“numa pequena guerra com o corta corrente do meu kartcross, que se
desligou e perdi bastante tempo a voltar a rodar”.
Já na segunda manga, o
aparecimento da chuva trouxe ao cimo todo o talento do piloto. Arrancando do último
lugar da grelha, fez uma corrida fenomenal e alcançou uma vitória fantástica.
A terceira viu em pista um Rui
Nunes muito aguerrido, acutilante nas ultrapassagens e a conseguir um resultado
que lhe garantiu um lugar na final, com a sexta posição da grelha.
Enquanto esperava pelo semáforo, Rui Nunes só tinha um foco: lutar pelo pódio. Mas a malapata estava à sua espera logo na primeira curva pois “uma carambola e um toque à saída da primeira curva hipotecou por completo a minha prova. Ainda tenteis recuperar, mas, não só o meu kartcross estava desalinhado devido ao toque, como a muita lama na pista retirava por completo a visão e acabei por levantar o pé e, simplesmente, garantir alguns pontos para o campeonato”.
Mesmo assim Rui Nunes sai satisfeita do fim de semana, pois provou que “continuo rápido e competitivo e que o meu kartcross é fiável e robusto. Temos rapidez e amos claramente estar na luta pelos pódios, pelas vitórias e pelo campeonato!”.