Autor: VMotores

  • Duplo pódio em Sever para os pilotos MOTOFIL

    A primeira prova do CPRX 2020 revelou toda a garra e talento dos primos João e Gonçalo Novo. A dupla de “lobinhos” da MOTOFIL SPORT esteve à altura das batalhas que travaram, conquistando dois fantásticos pódios nesta abertura de época.

    Dois pilotos, três carros e outros tantos desafios, eis a demanda para suplantar pelos primos Novo em Sever do Vouga, num fim-de-semana onde as condições atmosféricas inconstantes, tornaram os duelos mais intensos e endureceram as lutas travadas.

    João Novo Jr. viveu um fim-de-semana de enorme intensidade e desgaste, ao participar em duas divisões diferentes. Foi hora de estreia na árdua Divisão S1600 em termos de Campeonato, optando por também competir na Divisão 2RM, seu “lar” competitivo em 2019.  Começando pela sua participação na 2RM, esta saldou-se por um misto de sucesso e atribulações. Venceu a manga inicial, mas, depois, o jovem craque viu as suas ambições travadas “por vários toques que fui sofrendo. Um, ainda no sábado, na 2ª manga e o outro, mais grave, já no domingo e fui forçado a desistir”.

    Mas o seu foco estava “na minha estreia nos S1600 no Campeonato 2020. Sabia muito bem o que me esperava. Corridas mais duras, pilotos de grande nível e uma maior exigência de mim e da minha equipa”.

    Bem, após a sua prestação em Sever do Vouga, já todos sabem que João Novo vem para brilhar, como sempre fez na sua carreira. Se no sábado, durante as corridas de qualificação, se viu envolvido em toques que o foram condicionando e o forçaram a arrancar para a corrida decisiva do último lugar da grelha, aqui foi autor de uma exibição colossal, que o levaria a um espantoso 2º lugar final, conquistando assim um brilhante pódio logo na sua estreia. Notável.

    O jovem piloto da MOTOFIL SPORT estava muito feliz, dedicando o feito “à minha equipa de assistência e à minha família, pois sem eles nada disto era possível. Os nossos mecânicos estiveram a noite toda a recuperar os nossos 3 carros. E sem eles, nem eu nem o Gonçalo teríamos conseguido estes resultados fantásticos!”.

    Gonçalo Novo conquista pódio nos Iniciados

    O 3º posto final foi o prémio para a prestação firme de Gonçalo Novo.

    Tripulando o seu habitual Toyota Starlet, o “benjamim” da MOTOFIL mostrou sempre muita rapidez durante todo o fim-de-semana. Esteve sempre na luta pela vitória, mesmo com alguns problemas mecânicos, conquistando a “pole” para a grande final, onde, já limitado pelas mazelas no Starlet, alcançou o 3º lugar, subindo assim ao pódio e recolhendo preciosos pontos na luta pelo título.

    A segunda prova da temporada está marcada para o Eurocircuito da Costilha, em Lousada, nos dias 28 e 29 de março.

  • João Pinheiro com estreia auspiciosa

    João Pinheiro passou com distinção na sua primeira “prova de fogo”, no Campeonato de Portugal de Iniciados de Kartcross, que decorreu este fim de semana na Pista do Alto do Roçario, sob a responsabilidade do Vouga Sport Clube.

    O jovem piloto albicastrense de 16 anos, que defende as cores da JCP Racing, apesar de estar no seu ano zero  e reconhecer que: “há muito trabalho pela frente, muito para andar e aprender, porque uma coisa é treinar sozinho e outra é andar no meio de uma multidão, toda ela com muitos e muitos quilómetros de pista”, concluiu esta primeira jornada da temporada 2020 com um saldo muito positivo.

    Nos treinos de qualificação, João Pinheiro mostrou-se perfeitamente adaptado ao LBS RX01, o ex-kartcross do seu pai, José Carlos Pinheiro, um nome bem conhecido da modalidade. Rubricou a sua melhor volta em 00:38.3s, a apenas 00:02.8s do melhor crono, realizado pelo campeão em título.

    Nas três corridas realizadas, João Pinheiro não se deixou intimidar pela concorrência, um pelotão composto por vinte pilotos, nem pelo piso que a cada vez se mostrava mais traiçoeiro, devido à chuva que começou a cair no traçado do Alto do Roçario. Conseguiu rodar sempre dentro do “top tem” e numa das corridas alcançou mesmo o quinto posto da sua série, na frente de nomes consagrados do Kartross nacional.

    Um excelente resultado que permite ao piloto, que venceu a categoria de Iniciados, encarar o próximo desafio, marcado para o fim de semana de 28 e 29 de março, na pista da Costilha, em Lousada, com “muita expectativa, muito otimismo e pronto para dar tudo em pista e ser merecedor da confiança que o meu pai, a minha equipa e os patrocinadores depositaram em mim”, conclui o piloto de Castelo Branco. 

  • 43ª Rali à Lampreia foi um grande sucesso

    Teve lugar no passado fim de semana a 43ª edição do Rali à Lampreia, que foi coroada de sucesso, isso motivado pelo recorde de inscritos, e as lutas pelas vitórias entre os participantes, só foi pena as difíceis condições atmosféricas que nada vieram a ajudar provocando ainda mais dificuldades para os participantes, mas ao mesmo tempo para alguns  até acabou por ser um handicap para actuações espectáculo, sem preocupações no crono efectuado.

    Quanto a vencedores, no Grupo 1 a vitória foi para o Fiat 126 de Dário Oliveiras que fez o seu melhor tempo em 2.17.870, tendo atrás de si o Opel Corsa de Manuel Sousa com 2.24.408, tendo o terceiro lugar sido pertença do Opel 2500 de Ricardo Cerqueira. Em relação ao Grupo 2, a primeira posição foi para o Volkswagen Polo $R de Jorge Almeida com 2.11.301, tendo na sua peugada o Lotus Seven de António Magalhãescom 2.14.959.No Grupo 3, os louros foram para os João Paulo Soares, seguido de Márcio Araújo, que volta   a fazer o terceiro com outro kartcross  que fizeram os tempos de 2.21.697; 2.22.312 e 2.23.102 respectivamente.

    A categoria de senhoras, a vitória coube ao Fiat 127 de Sofia Mouta, enquanto nos Diesel a vitória coube ao  do Audi A 4 de Isidro Alves.Quanto ao melhor piloto de Monção que participou na 43ª edição do Rali à Lampreia, a vitória foi para Tiago Gonçalves, ao volante dum Toyota Corolla.

    Em relação às diferentes classes presentes, na classe 1 seria Sofia Mouta a vencer ao volante do Fiat 127,  na Classe 2 seria o Citroen Visa de Ruben Moreira a ter direito ao degrau mais alto do pódio. Na Classe 3, seria o Toyota Corolla de Tiago Gonçalves a vencer, enquanto na Classe 4, o Opel Kadett de Cláudio  Prado não deu chances aos seus adversários, e finalmente  na Classe 5 seria o Fiat 126 de Dario Oliveira a dominar tudo e todos.

    Depois da distribuição de prémios, Jorge Galhardo, presidente do Paralelll Velocity Club, fez-nos um balanço desta edição começando por nos dizer “  correu tudo bem, este ano foi mais um sucesso a todos os níveis, batemos o recorde de participantes, e a luta pela vitória foi bem renhida até final. De enaltecer o Município  de Monção na pessoa do seu Presidente,  António Barbosa, em mais um esforço em prol da segurança, onde tivemos mais sessenta metros de jerseys de cimento, não esquecendo todo o pessoal do Município, que esteve envolvido nesta organização do Rali à Lampreia, à GNR de Monção, e aos Bombeiros Voluntários de Monção. Foi pena as condições atmosféricas no domingo de tarde, em que a chuva em nada veio a ajudar, no entanto fiquei admirado com o público que com toda esta chuva não arredou pé, até terminar a 43ª edição do Rali à Lampreia, e agora temos de começar a pensar na edição de 2021.”

  • João Guimarães triunfa no Grupo E-1C em Murça

    O piloto da NJ Racing iniciou a época com mais uma exibição sólida. Mesmo perante adversários com carros muito mais potentes e competitivos, voltou a rubricar bons tempos e a construir uma prova isenta de erros, sendo premiado com a vitória no Grupo E-1C, tendo rondado o Top 10 absoluto nos Turismos.

    Poucos dias após a Rampa Porca de Murça, João Guimarães continua a dedicar o seu pensamento “às famílias das vítimas que resultaram da tragédia que a todos nos chocou, a quem presto as minhas condolências, aos feridos, a quem desejo uma recuperação total e ao meu grande amigo e companheiro Luís Silva, a quem desejo muita força para ultrapassar este momento de grande dor. Estaremos aqui sempre para o ajudar”.

    Quanto à sua participação, João Guimarães sente-se “muito satisfeito por termos conseguido cumprir o principal objetivo, que passava pela vitória no nosso grupo, dando nos assim alento para lutar por renovar esse título esta época. Vamos tentar repetir a façanha já na Arrábida, prova cujo traçado é muito do meu agrado”.

    O piloto da NJ Racing não esquece a ausência do seu colega de equipa e adversário no grupo, Nuno Pinto. João Guimarães sentiu falta “do nosso tradicional duelo. Infelizmente, não foi possível, porque o Nuno está ainda a recuperar da lesão que sofreu. Esperemos que já esteja bem para a Arrábida”.

    Este foi um regresso ao traçado transmontano pois João Guimarães já não competia em Murça “há 4 anos e a última vez foi à chuva. Tive de voltar a reconhecer o traçado, as trajetórias, os pontos de travagem e saio d aprova satisfeito com a exibição e com a progressão dos tempos. Sei que poderia ter melhorado na última subida de prova, mas a sua anulação foi a única coisa certa a fazer, perante a tragédia que nos assolou”.

    No fecho da prova, João Guimarães e o Peugeot 206 RC registaram como melhor tempo a marca de 2.36,673, na segunda e derradeira subida oficial de prova.

    A Rampa PêQuêPê Arrábida 2020 está marcada para os próximos dias 21 e 22 de Março e será organizada pelo Clube de Motorismo de Setúbal.

  • 4º lugar para Nuno Araújo no arranque do CPRX 2020

    Assumindo uma exibição imaculada, alicerçada num forte sentido estratégico e na coragem por estar nas duras lutas travadas, o piloto do ENI/EQS Racing Team saiu de Sever do Vouga com um excelente resultado e a certeza de que vai ter uma palavra a dizer no campeonato.

    A prova inaugural da Divisão S1600 do CPRX 2020 foi “só para duros”. O excelente plantel desta que é, claramente, a divisão rainha da modalidade, disputou curva a curva, corrida a corrida, cada posição, levando o público ao rubro.

    A pista do centro do país foi o palco para aquilatar da competitividade de Nuno Araújo e do Skoda Fabia MKIII, após o longo defeso e o muito trabalho feito para evoluir o carro. O penafidelense apresentou-se em Sever do Vouga “com muita expectativa e algo ansioso pois, além de não ter competido de forma regular em 2019, todos quantos trabalhamos para levar as cores do ENI/EQS Racing Team e dos nossos patrocinadores às corridas, queríamos muito provar a valia do novo projeto da equipa”.

    Logo nos treinos livres, o 4º tempo registado dissipou quaisquer dúvidas ou receios. Tínhamos carro, sabendo a equipa bem que tinha piloto!

    A 1ª manga seria o momento de maior tensão. Ainda na volta inaugural e na sequência de um toque dado por outro piloto, o Skoda Fabia MKIII ficou maltratado, perdendo o para-choques dianteiro e foi preciso muita “cabeça fria para acalmar e levar o carro até ao final, garantindo alguns pontos”, disse-nos Nuno Araújo, com o piloto penafidelense a reforçar que “sabia muito bem que são muitas mangas e pontuar em todas elas é fundamental para atingir a final”.

    A equipa de assistência da ENI/EQS Racing Team trabalhou rápido e bem, permitindo a Nuno Araújo alinhar na segunda corrida. Aqui, a sua entrega foi recompensada com o 6º lugar final, a que juntou um 8º na Corrida 3. A 4ª corrida mostrava-se decisiva para garantir um bom lugar na grelha de partida da final.

    Nuno Araújo, mercê de estar “cada vez mais confiante e contente com a competitividade do Skoda”, partiu forte e atacou toda a corrida para melhorar a sua classificação. O 4º lugar final foi a recompensa para a sua exibição e, no somatório das pontuações, garantiu o sétimo lugar da grelha para a corrida decisiva.

    E para o momento da verdade, guardou o piloto de Penafiel o melhor da sua exibição do fim-de-semana. Partiu literalmente ao ataque e mercê de uma condução fantástica, almejou galgar 3 posições, terminando num excelente 4º lugar, a apenas 6 décimas de segundo do pódio. Notável.

    No final, Nuno Araújo sentia-se “muito feliz pelo resultado, pela exibição e, sobretudo, pela performance que o carro mostrou. Quero agradecer à minha equipa de mecânicos, à Integra e à IgnitionVictory, pelo magnifico trabalho na preparação do carro e durante a prova”. O piloto sente que “temos ainda muito para desenvolver no Skoda e eu quero melhorar a minha condução”, sentindo que “o objetivo de chegar aos pódios está perfeitamente ao nosso alcance!”.

  • Jante partida trava arranque positivo de Nuno Guimarães

    Nuno Guimarães estava a discutir o pódio absoluto, na estreia do seu novo Silver Car S2, quando uma jante partida e a anulação da 3ª subida, lhe tirou todas as hipóteses de um grande resultado no arranque do CpM JC Group.

    Neste rescaldo da prova de Murça, outros valores se sobrepõem à competição. Nuno Guimarães vinca bem o momento que se está a viver, referindo que “a exemplo de todos quantos fazem parte desta maravilhosa família da Montanha, é profunda a consternação que sinto perante a tragédia vivida. O meu pensamento está com as famílias enlutadas, com os feridos, com o povo de Murça e com o meu amigo e companheiro Luís Silva. Estamos aqui para o confortar e apoiar nesta hora terrível que atravessa”.

    Nuno Guimarães chegou a Murça com uma grande novidade para o plantel do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group: o seu Silver Car S2.

    E, logo desde a subida inicial de “warm-up”, no início da tarde de sábado, o piloto da NJ Racing mostrou uma rápida adaptação ao protótipo, estabelecendo sempre tempos que o colocava na luta por um lugar final do pódio. Ao fecho da tarde, na 1ª subida oficial de prova, estabeleceu o 4º tempo, rodando em 2.16,747, marca que “não foi a melhor que fiz na prova, pis rodei na 2ª sessão dos treinos no segundo 16. Na subida de prova, alguns pequenos erros custaram-me algumas decimas mas o tempo e a classificação dava para perceber que estava em condições de lutar pelo pódio”.

    As duas subidas iniciais de domingo, uma de “warm-up e outra de treino, foram feitas com a pista molhada ou húmida, servindo sobretudo “para ganhar quilómetros com o Silver Car e preparar-me para atacar nas duas subidas de prova finais.”.

    Nuno Guimarães partiu a ataque, após receber o semáforo verde, mas, ainda nas curvas iniciais, uma jante partida tornou impossível “evitar um pequeno toque que me forçou a parar e a desistir da subida”. Os danos causados até “nem foram significativos e no período de assistência que mediava para a 3ª subida de prova, a equipa da NJ Racing colocou o Silver Car em condições”.

    Mas depois, veio a anulação da 3ª subida, tornando impossível a Nuno Guimarães se classificar e pontuar, mas o piloto realça que “não havia outra decisão a tomar. A anulação da 3ª subida tinha de acontecer, pois o choque de todos e o respeito pelas vítimas assim o exigia”.

    Agora, o “capitão” e a NJ Racing vão focar na preparação do Silver Car e da próxima prova. Vão para a Arrábida seguros “da competitividade que podemos ter e, claro, lutar pelo pódio absoluto, que sabemos estar ao nosso alcance”. Salienta que “o traçado em Setúbal é muito bom Adapto-me muito bem às suas características e isso ainda me motiva mais!”.

    A Rampa PêQuêPê Arrábida 2020 está marcada para os próximos dias 21 e 22 de Março e será organizada pelo Clube de Motorismo de Setúbal.

  • Design do SM 2020 será escolhido pelo público

    Apresentado a 10 de março de 1970 em Genebra, o SM festeja o seu 50º aniversário. As linhas deste símbolo de vanguarda são, a partir de hoje, o tema de um concurso da responsabilidade do DS DESIGN STUDIO PARIS, para se imaginar um “SM 2020”.

    Inspirado no espírito de vanguarda, o DS DESIGN STUDIO PARIS não descansa em matéria de definição dos limites da sua própria criatividade. Alguns dias após a revelação do DS 9 e do DS AERO SPORT LOUNGE, a equipa dirigida por Thierry Metroz abraça um novo desafio: conceber a silhueta do “SM 2020”.

    Símbolo da grande carroçaria francesa e lendário há 50 anos, o SM mantém-se uma jóia da indústria automóvel e do savoir-faire que caracteriza hoje o trabalho da DS Automobiles. Tal como o DS de 1955, o SM influencia as criações da DS Automobiles. 

    Impulsionado pelo desejo de partilhar essa experiência com os fãs do modelo SM e da DS Automobiles, o DS DESIGN STUDIO PARIS irá mostrar-lhes um total de 6 propostas de design, fazendo-o já a partir de hoje, dia 10 de março, precisamente 50 anos após a revelação do SM nas imediações do Hotel du Présidente Wilson, em Genebra.

    A partir de hoje, os seis projetos do DS DESIGN STUDIO PARIS ficarão abertos a votação, que se realizará em formato de duelo, a realizar nas contas Facebook, Twitter e Instagram da DS Automobiles.

  • António Rodrigues alcança em Murça primeiro pódio da carreira

    Apenas na sua terceira prova de Montanha e segunda aos comandos do BRC EVO 05, António Rodrigues estreou-se a defender as cores da NJ Racing na Rampa Porca de Murça, com um excelente 3º lugar entre os Protótipos, a que juntou uma firme presença no Top 10 absoluto.

    Passados dois dias da Rampa Porca de Murça, António Rodrigues começa por assumir que “tenho uma profunda tristeza em mim, resultado do choque que todos vivemos perante a tragédia em Murça. Apresento os meus sentimentos aos enlutados, votos de melhoras aos feridos e a minha solidariedade vincada ao nosso colega Luís Silva e a todos quantos fazem parte da família da Montanha”.

    Falando da parte desportiva da primeira rampa da temporada, o piloto da NJ Racing começa por revelar que “tivemos a prova em risco quando, após a sessão inaugural de warm-up de sábado, descobrimos um problema no BRC, que nos impediu de fazer as duas subidas de treino seguintes. Foi necessário fazer uma viagem a Vila Real para, com outros meios, consertar a peça partida. A equipa de assistência da NJ Racing fez um trabalho excepcional e pude alinhar, ao fim do dia, na 1ª subida oficial de prova”.

    E aqui, António Rodrigues não vacilou. Chegou ao alto da rampa em 2.21,238, retirando cerca de 8 segundos ao “crono” estabelecido por ele no “warm-up”. Já no domingo, na 2ª subida oficial de prova, o piloto anda conseguiu baixar mais a sua marca, concluindo a subida em 2.20,568, registo que o deixou “muito orgulhoso da evolução que estava a conseguir e satisfeito pelo 3º lugar provisório que passava a ter entre os Protótipos. Dava para perceber que o Top 10 absoluto estava assegurado e que podia ter um excelente resultado na minha categoria”.

    Depois, os tristes acontecimentos que ensombraram a prova, anularam a derradeira subida oficial e os resultados após a segunda tornaram-se oficiais.

    Estava assim consumado o primeiro pódio de categoria para a curta carreira que António Rodrigues tem na Montanha. À sua terceira participação, o piloto da NJ Racing vê assim premiada a sua evolução, sentindo-se “orgulhoso por este resultado, que dedico à minha família, aos meus patrocinadores e à minha equipa”.

    A próxima prova do Campeonato de Portugal JC Group será a Rampa PêQuêPê Arrábida 2020, marcada para os próximos dias 21 e 22 de Março. António Rodrigues quer continuar a “evoluir e a melhorar os meus tempos, na comparação com os adversários diretos, estando agora ainda mais motivado por este pódio alcançado”, feito que não enjeita repetir na prova organizada pelo Clube de Motorismo de Setúbal.

  • Armando Carvalho e Ana Santos imperiais na Bairrada

    A dupla do Evo V deu aos pneus KUMHO a primeira vitória à geral na época 2020. Fábio Santos venceu a Divisão 2 KUMHO e brilhou entre as duas rodas motrizes.

    A 1 edição do Rali da Bairrada, prova inaugural do Campeonato Centro de Ralis, também abriu as “hostilidades” no que concerne aos desafios KUMHO CENTRO e KUMHO ASFALTO desta época.

    E o selo KUMHO ficou bem vincado na história da prova, com os “craques” do pelotão que “calçavam” os pneus coreanos a dominarem o rali.

    Uma dupla se destacou por inteiro. Dando continuidade ao seu grande momento de forma de 2019, Armando Carvalho e Ana Santos realizaram um rali impressionante, com um andamento colossal, de fio a pavio, colocando o Mitsubishi EVO V no comando deste a Street Stage de abertura e não mais o largou até ao pódio final.

    O seu domínio foi tão vincado que venceram 5 das 6 especiais entre os concorrentes do CCR e 4 entre as seis no que respeita à luta KUMHO. Neste capítulo o seu triunfo nunca esteve em causa, mesmo sofrendo oposição por parte da dupla Nuno Mateus/Paulo Pimentel (Mitsubishi EVO). Estes, inscritos no Campeonato de Portugal de Clássicos de Ralis, competição que também arrancou neste rali, ostentaram sempre um andamento forte, que, apesar de problemas de tração na Street Stage inicial, lhes deu a liderança entre os Clássicos e a segunda posição na Divisão 1 KUMHO, mesmo até ao último troço. Aí uma rutura no cabo do acelerador fê-los ingloriamente cair para o 4º posto na Divisão 1 KUMHO, sendo sétimos entre os clássicos

    O 2º posto na divisão foi reclamado por Rui Santos e João Sebastião. A dupla, cujo Subaru Impreza tem agora assistência da Domingos Sport, está a fazer um fantástico arranque de época. Sempre muito eficazes e regulares, lograram juntar mais um 2º lugar absoluto e entre os KUMHO ao seu palmarés.

    O 3º lugar na Divisão 1 KUMHO foi o prémio de Paulo Correia e Tiago Amado. Mesmo tendo efetuado metade da prova com um coletor de escape partido, A dupla do Renault Twingo R2 rodou sempre forte e mereceu o prémio final.

    Daniel Ferreira e Rodrigo Pinheiro foram os azarados da prova. Uma avaria elétrica parou Mitsubishi carisma GT, logo na 2ª especial, forçando-os a desistir. A maré de pouca sorte também bateu à porta de Paulo Ferraz e António Alexandre. A “toalha ao chão”, ainda e sempre na 2ª PEC, deveu-se a um diferencial partido no Subaru Impreza.

    Fábio Santos vence duelo intenso e triunfa na Divisão 2

    Foi bem “rasgadinha” a batalha pela primazia na Divisão 2 KUMHO. Fábio Santos e Ricardo Sismeiro reclamaram a vitória, mas esta exigiu muito “suor e talento”, pois resultou de uma acesa batalha, primeiro a 3 e depois a 2, quase até ao último quilómetro.

    Pedro Santos/Beatriz Pinto (Peugeot 206 RC) venceram a Street Stage de abertura, mas um problema do acelerador forçou-os ao abandono, logo na malfadada 2ª PEC.

    Aí, saltaram para o comando Pedro Silva e Nuno Rodrigues da Silva, num Peugeot 206 Gti, com 8 décimas de avanço sobre os futuros vencedores. Estava dado o mote para o duelo intenso que travaram.

    Fábio Santos venceria 3 dos 4 troços que restavam e, dessa forma, logrou suplantar Pedro Silva, com os dois a chegarem ao pódio apenas separados por 13,4 segundos.

    São dois “jovens lobos” com um grande futuro pela frente!

    O 3º lugar na Divisão 2 KUMHO foi ocupado por Filipe Abrantes/Marco Vilas Boas (Citroen C2 R2), que assinaram uma prova muito equilibrada e sem erros.

    O belo Ford Escort RS 2000 de Hélder Cordeiro e Bruno Pereira terminou no 4º posto final, depois de uma prova em que as condições atmosféricas e as escolhas de pneus foram uma condicionante para a dupla. Problemas mecânicos no Peugeot 206 Gti apoquentaram Frederico Monteiro  e Paulo Santos mas, mesmo assim, asseguraram o 5º lugar final.

    Mais duas duplas sofreram as agruras da desistência, nesta divisão. Paulo Santos e José Marques baquearam com uma transmissão partida no Peugeot 206. Já Victor Gomes e Joel Oliveira ficaram sem 5ª e 6ª velocidade no Peugeot 206 Gti, optando pela desistência para proteger a mecânica.

    O 3º DESAFIO KUMHOPORTUGAL ruma agora a uma jornada dupla, já no próximo fim-de-semana. A norte, é tempo do Rali Vieira do Minho 2ª prova do DESAFIO KUMHO NORTE, enquanto a sul, o Rali de Loulé abre o DESAFIO KUMHO SUL. Ambos pontuam ainda para o DESAFIO KUMHO TERRA.

  • José Correia vence em Murça

    A Rampa Porca de Murça iniciou a época 2020 do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group.

    A luta pela vitória absoluta ficou, desde o primeiro momento, reservada a dois protagonistas: José Correia (Osella PA2000 EVO2) e Helder Silva (BRC BR58). José Correia impôs o Osella PA2000 EVO 2, alcançando a primeira vitória absoluta da sua carreira.

    Joaquim Rino (BRC EVO 05) garantiu o segundo lugar final na geral e nos Protótipos. António Rodrigues, também num BRC EVO 05, assegurou o 3º posto na categoria.

    Por seu lado, Vítor Pascoal colocou o seu Porsche 911 GT3 (991) no 3º lugar absoluto, vencendo na Categoria GT. Pedro Marques (Porsche 99i GT3 CUP) e Pedro Silva (Porsche 997 GT3 terminaram, respetivamente, na segunda e na terceira posição, nos GT.

    Entre os Turismos, a vitória pertenceu ao Cupra TCR de Joaquim Teixeira, logo seguido de Pedro Salvador (Caterham 420R), com Hugo Araújo a colocar o seu Subaru Impreza no 3º lugar final.

    No Campeonato de Portugal de Clássicos de Montanha JC Group, Flávio Sainhas chegou ao triundo, sendo secundado por Fernando Salgueiro (Ford Escort MKII) e Joaquim Soares (lotus Elan).

    Luís Silva (BMW M3) foi o vencedor no Campeonato de Portugal Legends de Montanha. O famalicense sofreu um grave acidente na última subida, já depois da meta, com graves consequências, pois do mesmo resultaram duas vítimas mortais entre os espetadores e vários feridos. Na sequência, a rampa foi interrompida de forma definitiva, sendo também anulada a cerimónia do pódio, por respeito sentido para com as vítimas.

    Alberto Pereira (Honda Integra Type R) foi 2º classificado, enquanto Carlos Oliveira (Ford Sierra Cosworth) assegurava o 3º lugar.

    Na competição reservada aos 1300cc, Leonel Brás voltou à Montanha para averbar mais um triunfo sem contestação, sendo sempre o mais rápido em todas as subidas que efetuou. Quem mais perto se acercou de Brás foi Francisco Milheiro (Peugeot 106), que terminou em 2º. 3º posto final para Tiago Santos (Citroen AX Sport).

    Domingos Fernandes começou a época a amealhar pontos na Taça de Portugal de Clássicos de Montanha 1300 JC Group, vencendo nesta competição

    O Campeonato de Portugal de Montanha JC Group vai rumar agora para sul. A Rampa PêQuêPê Arrábida 2020 terá lugar nos dias 21 e 22 de Março.