Autor: VMotores

  • Álvaro Parente faz balanço positivo do Roar

    Álvaro Parente concluiu ontem o Roar Before the 24, tendo reunido boas informações ao longo dos três dias de testes na Daytona International Speedway, que serão bastante úteis para a corrida de 24 horas do final do mês.

    O piloto do Porto regressa este ano à clássica norte-americana – as 24 Horas de Daytona – aos comandos de um Acura NSX GT3 Evo da Heinricher Racing with Meyer Shank Racing que divide com Misha Goikhberg, Trent Hindman e A.J. Allmendinger.

    O português chegou à pista da Florida sem conhecer a nova evolução do carro japonês, mas isso não o impediu de dar o seu contributo para o desenvolvimento das melhores afinações para o NSX número cinquenta e sete.

    Álvaro Parente acabaria os três dias de testes como o mais rápido na sétima e última sessão, que se realizou no domingo ao final da tarde. Contudo, o piloto do Porto não embandeira em arco, estando consciente de que terá uma oposição muito forte. “O nosso carro estava bem equilibrado e rápido, o que nos deixou muito satisfeitos e esperançados para o fim-de-semana das 24 Horas de Daytona. Porém, sabemos que os nossos oponentes não mostraram o seu verdadeiro potencial e vamos ter de estar ao nosso melhor nível no final do mês”, apontou o português.

    Trent Hindman foi o responsável pela qualificação do Roar Before 24, que definem as boxes para as 24 Horas de Daytona, dado ser obrigatoriamente o piloto menos graduado a realizá-lo, tendo assegurado o quarto lugar.

    Álvaro Parente mostrou-se satisfeito com o trabalho realizado ao longo do fim-de-semana e com o regresso à estrutura da Meyer Shank Racing. “Penso que a readaptação à equipa foi muito rápida e de imediato começámos a trabalhar nas melhores afinação para o Acura. Não sabemos como estão de facto os nossos adversários, mas julgo que estamos competitivos, temos bons pilotos, um bom carro e uma boa equipa. Vamos ver como decorre o evento dentro de três semanas”, sublinhou o português.

    As 24 Horas de Daytona tem o seu início às 18h35 de 25 de Janeiro e terminará no dia seguinte à mesma hora.

  • Elétricos nos ralis? FPAK e Efacec na busca de soluções.

    Ni Amorim, em entrevista à VMotores, assume ser irreversível o caminho para os elétricos nas provas de estrada. Soluções estão a ser já estudadas pela FPAK, em parceria com a Efacec.

    A relação entre o desporto automóvel e a propulsão elétrica ou de outras energias renováveis está na ordem do dia.

    Nos aficionados, este caminho seguido por quem regula e por quem está na indústria automóvel, provoca angústia e, mesmo rejeição, com o receio de que a intensa emoção sentida com o “roncar” dos motores de combustão venha a ser substituída por uma rejeição irritada dos “zumbidos” atuais das novas unidades de propulsão, nascidas das novas tecnologias baseadas nas energias alternativas.

    Na entrevista de Ni Amorim, presidente da FPAK, à VMotores, este tema polémico não podia deixar de ser abordado. O líder da Federação lembra que são claras “as orientações da FIA para que as entidades federativas nacionais se posicionem na defesa do ambiente e na promoção das energias limpas e Portugal não poderia, nem tal queremos, ser uma exceção”.

    2020 marca já um ponto de grande intensidade na introdução dos elétricos nas competições internacionais, lembrando Ni Amorim que “nos TCR, já existirá uma categoria para carros elétricos, o mesmo sucedendo no Mundial de Ralicross o que são passos importantes e, portanto, naturalmente estaremos muito atentos”, referindo que “vamos alargar as competições para os automóveis elétricos em Portugal”.

    Em 2019, Oeiras foi palco da primeira prova internacional de estrada, realizada em solo lusitano, dedicada às novas energias. Inserida no no FIA Electric and New Energy Championship, a 2ª edição do Oeiras Eco Rally Portugal decorreu nos dias 7, 8 e 9 de junho. Foi uma prova inteiramente dedicada a veículos de estrada, com um sistema de transmissão elétrico ou outras alternativas de energia, nomeadamente veículos BEV (veículo com propulsão Elétrica a Baterias) e veículos FCEV (veículos com propulsão a Pilha de Combustível). Para a posteridade ficou a vitória da dupla portuguesa Nuno Serrano e Alexandre Berardo, aos comandos de um Renault Zoe.

    Em Outubro, foi a vez do Minho receber a 1ª edição da Taça de Portugal de Novas Energias – Electric Rally. Nesta prova também pioneira, organizada pelo Classic Club de Portugal, participaram 19 equipas e um convidado especial: Armindo Araújo, campeão nacional de ralis, que se associou à prova na última etapa, disputada em Santo Tirso. A vitória foi para Pedro Morais e Sílvia Coutinho, em BMW I3.

    Agora pode ser a Velocidade a dar o novo mote a esta tendência. Ni Amorim confirma que “a FPAK estuda a possibilidade fazer um troféu específico, aproveitando as boas infraestruturas do Autódromo do Estoril e do Autódromo de Portimão já que as boxes estão preparadas para carregamentos de carros 100% elétricos”. As provas terão uma duração de 20 a 25 minutos.

    Esta ideia saiu ainda reforçada, há poucos meses atrás, quando Ni Amorim promoveu “uma reunião com representantes de seis marcas de automóveis estabelecidas em Portugal, para podermos perceber o que esperamos uns dos outros e nenhuma delas rejeitou encarar essa possibilidade e apoiar o troféu”.

     Ralis e Ralicross na calha para a era eléctrica

    Mas o desenvolvimento dos chamados “electric rally cars” é já assunto sério ao mais alto nível.

    O promotor do Mundial de Ralicross incluiu no programa de 2020 uma competição chamada Projeckt E Racing Series e espera terá adesão de 15 a 20 equipas privadas.

    Entretanto, em parceria com a equipa austríaca STARD – Stohl Advanced Research And Development, esta a desenvolver o carro que vai ser utilizado e este apresenta-se como um verdadeiro “monstro”

    Baseado num Ford Fiesta ST, tem 3 motores eléctricos, capazes de desenvolver uma potência equivalente a 600 cavalos, com um binário de 1100 Nm. Os números fiam ainda mais impressionantes quando se adiciona os 1,8 segundos que gasta para ir dos 0 aos 100 Km/h!

    A própria M-Sport anunciou, já em 2018, que está a trabalhar num carro de ralis elétrico. Baseado no chassis do Fiesta R5, o projeto aponta, pelo menos nesta primeira fase, para a possibilidade de vir a participar em ralis com apenas um dia de duração, numa fase em que o principal objetivo é perceber a competitividade e a capacidade em termos de duração, recorrendo apenas a potência elétrica para enfrentar as especiais.

    E Portugal?

    Ni Amorim refere que as provas de estrada, como os ralis ou a montanha, acarretam “desafios maiores e iguais dificuldades técnicas para a inclusão dos elétricos, mas estamos a trabalhar arduamente numa solução”.

    Dando uma novidade em primeira mão, Ni Amorim divulgou que “temos tido reuniões com o Engº Ângelo Ramalho, CEO da Efacec, empresa que está na Fórmula E, patrocinando a DS Techeetah, onde milita o nosso António Félix da Costa. No âmbito dessa parceria, a Efacec portuguesa desenvolveu sistemas que permitem uma carga de energia ultrarrápida”. Refira-se, o gigante lusitano da energia é pioneiro na mobilidade elétrica e líder na produção de carregadores rápidos e ultrarrápidos para veículos elétricos

    No seguimento das conversas tidas, Ni Amorim convidou “o CEO para fazer parte de uma comissão técnica da FPAK e ele aceitou. A sua presença e da Efacec nesta comissão prende-se precisamente com a possibilidade de nos ajudarem a desenvolver sistemas que, num futuro próximo, permitam carregamentos nos parques de assistência das provas de estrada e de montanha e mesmo em neutralizações entre troços de ralis, tornando assim mais fácil a inevitável presença de carros 100% elétricos neste tipo de competição num futuro próximo”.

    Ni Amorim chama a atenção para a importância ”da Efacec já ter desenvolvido sistemas amovíveis que estão na Fórmula E, o que mostra ser possível utilizar sistemas similares na estrada”, rematando que “mais ano, menos ano, os elétricos estarão em força em todas as modalidades do desporto automóvel, em Portugal como no resto do mundo”.

  • Team PETRONAS De Rooy IVECO a postos para o Dakar 2020, o rali-raid mais duro do mundo

    O Team Petronas De Rooy IVECO vai alinhar na 42a edição do Rally Dakar com três camiões IVECO Powerstar, conduzidos por Janus van Kasteren Jr, Vick Versteijnen e Albert Llovera, e um IVECO Trakker com Michiel Beckx aos comandos. Gerard de Rooy não participará este ano na competição devido a recorrentes problemas nas costas, mas estará na Arábia Saudita para apoiar a equipa.

    Tudo está preparado para o arranque do Dakar 2020, o rali-raid mais exigente do mundo, e que, pela primeira vez na sua história, se realiza na Arábia Saudita.

    O Team PETRONAS De Rooy IVECO vai enfrentar os demolidores terrenos de competição recorrendo a três IVECO Powerstar e a um IVECO Trakker. Pelo 9o ano consecutivo, a IVECO tem o estatuto de fornecedor oficial da equipa, providenciando veículos, motores e peças. Todos os camiões IVECO contam com motores IVECO Cursor 13, com potências até 1000 cv, especificamente desenvolvidos pela FPT Industrial, a marca de propulsores do grupo CNH Industrial.

    Nesta 42a edição da prova, o Rali Dakar deixa o continente sul-americano e instala-se no Médio Oriente, disputando-se perante as grandiosas e variadas paisagens da Arábia Saudita. O percurso cobre 7.500 km, dos quais 5.000 são cumpridos em Especiais cronometradas. O deserto é o terreno dominante este ano, representando 75% do percurso e colocando à prova todas as capacidades e mestria de condução e navegação dos pilotos, que terão de lidar com o todo o tipo de situações em pisos extremamente arenosos.

  • Christophe Prévost nomeado Diretor Geral de Comércio da Região Ibérica no Groupe PSA

    Com efeito desde 1 de janeiro de 2020, Christophe Prévost assume o cargo de Diretor Geral de Comércio da Região Ibérica, no Groupe PSA, reportando a Maxime Picat, Vice-Presidente Executivo do Groupe PSA para a Europa.

    De nacionalidade francesa, Christophe Prévost tem 52 anos, é casado, com três filhos, e é licenciado em Gestão Empresarial e Finanças Internacionais, pela Escola de Gestão de Grenoble (GEM), tendo ingressado no Groupe PSA em 1992. Desde 2015 ocupava o cargo de Diretor Geral do Groupe PSA no Japão, tendo assumido anteriormente diferentes responsabilidades na área comercial da Peugeot França, como a Direção Regional de Lyon ou a Direção da Rede Própria da Marca.

    Christophe Prévost sucede no cargo a Christophe Mandon, que foi nomeado Vice-Presidente Sénior de Marketing e Vendas do Groupe PSA para África e Médio Oriente e reportará a Samir Cherfan, Vice-Presidente Executivo do Groupe PSA para essa zona geográfica.

  • Álvaro Parente começa Ano Novo em Daytona

    Álvaro Parente inicia já no próximo fim-de-semana a preparação da sua temporada de 2020 do IMSA SportsCar Championship com uma sessão de testes em Daytona tendo em vista as míticas 24 Horas de Daytona.

    Com a entrada do novo ano, o piloto do Porto regressa às pistas internacionais para participar no tradicional Roar Before the Rolex 24, aproveitando para tomar contacto pela primeira vez com o Acura NSX GT3 Evo da Meyer Shank Racing (MSR), conhecer o seu novo colega de equipa, Misha Goikhberg e reencontrar Trent Hindman e AJ Almendinger, pilotos que reforçarão o carro número cinquenta e sete na clássica da Flórida.

    Ao longo de três dias – sexta, sábado e domingo – a formação de Álvaro Parente e os seus adversários estarão em pista a preparar a corrida de vinte e quatro horas que terá o seu início no dia 25 de Janeiro às 18h35.

    O piloto do Porto está focado no trabalho que tem pela frente, procurando encontrar a forma de chegar à corrida do final do mês bem-preparado. “Desta vez já conheço o circuito, a MSR e o carro, apesar de ser uma evolução da versão com que competi em 2018, portanto, posso concentrar-me em trabalhar com a equipa para termos um Acura NSX GT3 Evo competitivo para as 24 Horas de Daytona. É também uma forma de conhecer o meu colega de equipa para a temporada, o Misha, o que ajuda a acelerar processos”, afirmou Álvaro Parente.

    Apesar de o esperar muito trabalho ao longo dos três dias, o português mostra-se entusiasmado com o seu regresso a uma das pistas mais carismáticas do mundo. “É um prazer poder voltar a estar em Daytona – é uma pista única e o ‘banking’ é impressionante. Vamos ter muito que fazer, mas iniciar o ano com o Roar é fantástico. Vamos ter ainda a qualificação para definir a localização das boxes, o que será uma excitação extra”, concluiu Álvaro Parente.

  • Esapekka Lappi na M-Sport em 2020

    Não se pode falar verdadeiramente de uma novidade, mas agora é oficial. O finlandês Esapekka Lappi é o grande reforço de Malcom Wilson e da M-Sport para o WRC 2020.

    Apeado após a saída intempestiva da Citroen do Campeonato Mundial de Ralis, Esapekka Lappi vai ter ao lado Teemu Suninen e Gus Greensmith, que completam o tridente com que a M-Sport atacará o campeonato.

    Lappi e Sunninen terão um programa total, competindo nas 13 provas do calendário, enquanto o jovem Greensmith vai poder mostrar o que vale em 9 ralis. C.

    A primeira aparição pública da equipa vai acontecer na próxima semana, durante o Autosport International, com o estado maior e os pilotos a revelarem à imprensa os planos da equipa, num ano em que, uma vez mais, parte como a estrutura com menos meios para poder vencer. No entanto, Malcom Wilson já provou, várias vezes, ser capaz de “tirar coelhos da artola” e lutar pelas vitórias e pelos títulos.

    Esapekka Lappi venceu o seu primeiro título em 2012, ao triunfar no Campeonato Finlandês de Rally, então aos comandos de um Fiesta S2000 construído pela equipe M-Sport. Liderou o programa R5 da Skoda, culminando na conquista do título do WRC 2 em 2016, antes de ser contratado por Tommi Makinen para a Toyota. Na equipa nipónica o seu momento mais alto aconteceu “em casa”, com a vitória no Rali da Finlândia, em 2017.

    Em 2019, juntou-se a Sebastien Ogier na Citroen, tendo conquistado 3 pódios e terminado o campeonato na 10ª posição.

  • Portugal pode receber próxima edição dos FIA Motorsport Games

    Em entrevista à VMotores, Ni Amorim, presidente da FPAK assumiu estar já a trabalhar nesta candidatura e aponta o Autódromo do Algarve como o palco ideal.

    No início de Dezembro, decorreu a habitual assembleia geral FIA, no Mónaco, onde saíram as decisões finais sobre calendários e regulamentações para 2020 e para as próximas épocas. Ni Amorim, presidente da FPAK, representou Portugal e, no rescaldo da sua presença, a VMotores entrevistou o líder federativo, em exclusivo.

    Uma das grandes novidades saídas da conversa, passou pelo anúncio de que a FPAK está já a trabalhar numa candidatura portuguesa a receber a próxima edição dos FIA Motorsport Games.

    A 1ª edição dos FIA Motorsport Games realizou-se no circuito ACI Vallelunga, Campagnano di Roma, de 1 de novembro a 3 de novembro do ano que agora termina e incluiu competição nas modalidades de GT, TCR Touring Car, Fórmula 4, Drift, Karting e eSports. Participaram 166 pilotos de 49 nações, distribuídos pelas 6 disciplinas.

     Apenas pilotos com estatuto Prata ou Bronze foram autorizados a competir. Os promotores do evento foram a FIA e a Organização Stéphane Ratel (SRO). Roma foi a cidade que sediou a cerimônia de abertura. Portugal foi representado por seis pilotos em quatro categorias: Diogo Correia no Drifting Cup, Matilde e Martim Fidalgo no Slalom Karting Cup, Mariano Pires na F4 Cup e Miguel Ramos e Henrique Chaves na GT Cup.

    Destaque para Matilde e Martim Fidalgo que deram a Portugal o melhor resultado com um 4º lugar, enquanto Diogo Correia também brilhava, ao ser 5º.

    Agora é Portugal que vai a jogo, com uma candidatura a receber o evento. Ni Amorim enquadra esta intenção na atenção que a FPAK dá “ao que se passa lá fora, no sentido de tentarmos atrair mais provas internacionais para Portugal. Naturalmente que a concorrência é muito grande. Portugal é um país pequeno, distante do centro e do norte da Europa e, portanto, não é fácil.

    Destaca que “os Motorsport Games são um evento internacional importantíssimo. Nesta 1ª edição, Portugal esteve representado no Karting, no Drift,nos GT, na F4 e os nossos pilotos estivearm muito bem, dando uma excelente imagem do nosso país e do nosso nível competitivo”. Realça ainda que “este evento é um dos mais importantes entre os que se vão realizar mundialmente, nos próximos quatro a cinco anos” e, como tal, é, no seu ponto de vista,enquanto “português e presidente da FPAK, um evento que Portugal pode receber. Temos condições para nos candidatarmos a recebê-lo no futuro próximo e já estou a trabalhar nesse sentido”.

    Ni Amorim já olha para a frente e para a dura batalha que se pode seguir. Reconhece que “depois desta primeira edição em Itália, existem muitos países em bicos de pés para receberem este evento nos próximos anos mas, acho que Portugal tem excelentes condições e devemos aproveitar toda a nossa capacidade para atrair mais este grande evento FIA.

    Quanto ao local, não tem dúvidas. Para o homem forte da FPAK, o “Circuito do Algarve, em Portimão, tem todos as condições para se candidatar a este evento. Aliás, a infraestrutura tem tudo para receber quase toda a tipologia de eventos FIA. O circuito de velocidade é um dos melhores do mundo, o kartódromo tem o mais alto grau internacional de homologação, está quase concluído um traçado de “cross country” nas imediações e passam classificativas do Rali do Algarve muito próximo, bem como troços em terra”.

    Sendo assim, remata que “temos todas as condições para receber os FIA Motorgames, até numa versão com mais modalidades dos que as que existiram em Itália, neste primeiro ano.Agora, sabemos que a luta vai ser dura. Vamos ter de enfrentar circuitos como os de Paul Ricard, fortíssimo e francês, com argumentos pesados, mas também temos os nossos!”

  • 2020 com novidades no Iberian Historic Endurance

    Valência será a grande novidade, num ano de regresso a Pau. O calendário realça a consolidação da presença nos melhores circuitos da Europa.

    O Iberian Historic Endurance, criado com o mote “Relaxed Historic Racing”, revelou o calendário provisório de 2020 e novidades ao nível técnico para o futuro. O alinhamento de provas está dividido em 3 distintas partes, consoante as estações do ano.

    Aproveitando o bom tempo do sul da Europa, o Historic Endurance tem marcado para 1 de Março, na reta final do período invernal, um fim-de-semana de testes e as 2 primeiras corridas da temporada no regresso a calorosa cidade de Valência e ao evento “Racing Legends” que conta com uma concentração de mais de 900 carros, motas e mesmo camiões clássicos! A sessão de inverno termina com a segunda edição do “Exclusive Testing”, dois dias de testes exclusivamente para automoveis Classicos e que na primeira edição contou inclusivamente com 4 Formula 1.

    A segunda parte da temporada, durante a primavera, começa da melhor maneira, com o regresso ao imperdível “Jarama Classic”, um dos circuitos preferidos dos Pilotos de Clássicos e que está perfeitamente colocado no centro da Península Ibérica, sendo de fácil acesso a todas as equipas. Este ano como novidade, as equipas participantes em Jarama, podem seguir para o mítico Grand Prix de Pau, conseguindo assim num transporte, fazer 2 corridas seguidas. O Grand Prix de Pau é um circuito que dispensa apresentações e que nas 4 edições em que o Iberian Historic Endurance o visitou, sempre esgotou as grelhas de partida. Continuando em grelhas de partida esgotadas, o HE termina a segunda parte do calendário nas 3 Horas de SPA. Posicionadas no final de Junho, em sintonia com os maiores dias do ano, o evento tem conseguido captar o imaginário das equipas e nas ultimas 3 edições recebemos equipas de mais de 80 equipas de 20 países diferentes numa grande festa.

    Após o descanso de verão, o Historic Endurance regressa para a ultima parte da temporada (o Outono) e arranca logo com o “Estoril Classic”.
    Já um caso de sucesso entre equipas e público, o evento irá manter as provas do HE, assim como a corrida de Formula 1, recebendo como novidade também as provas da Peter Auto. O melhor de 2 mundos que só será possivel no Estoril.
    Novamente, de forma a aproveitar os transportes comuns, no fim-de-semana seguinte iremos logo para Jerez de la Frontera. Jerez terá muitas novidades em 2020, inclusive recebendo os Formula 1 Clássicos e tornando-se um evento de Clássicos internacional.
    Por último, a competição irá terminar como habitualmente nas divertidas 250KM do Estoril em 20/21 de Novembro. Uma prova onde a componente de resistência e estratégia ainda estão mais em evidencia.

    A organização apresentou novidades a nível técnicos. Desde o inicio do Iberian Historic Endurance, à oito anos atrás, que as especificações técnicas dos Porsche 911 3.0 e Ford Escort RS1600 foram limitadas para equilibrar prestações com os restantes carros. Agora em 2020, de forma reequilibrar as prestações e tornar os andamentos mais similares. Estes modelos serão adicionalmente penalizados com mais peso e limitação ao nível dos pneus.
    O Iberian Historic Endurance continuará a apostar no BRM Index de Performance, que apoia os carros mais antigos, com menor cilindrada. Em 2019 carros tão variados como um Austin Healey Sebring, Mini Cooper S, Ford Anglia, Ford Cortina Lotus e Porsche 356.
    Também a “Gentlemen Driver Spirit” categoria para Turismos até 2000cc até 1965 e carros até 1300 continuará a crescer com mais um Ford Cortina Lotus, um BMW 1800 TI e dois Alfa Romeo Giulia a juntarem-se ao grupo de carros participante. Em 2019, foram 9 a média de carros desta categoria que participaram e em 2020 com estes novos carros esperamos ainda subir este número.

    Para Diogo Ferrão, responsável máximo pelo Iberian Historic Endurance: “Em 2020 teremos um novo desafio. As alterações técnicas irão tornar as corridas ainda mais divertidas, com mais carros no mesmo segundo.
    O Calendário foi também mais espaçado. Se tantas equipas estrangeiras vêm ao sul da Europa e fazem 2 ou mais eventos sem levarem os carros de volta ao pais de origem, as equipas Ibéricas com carros bem preparados que nada devem às equipas do norte de Europa, também terão a oportunidade para competir em dois fim-de-semanas seguidos e só pagando um transporte.

  • Pilotos do Dakar e Africa Eco Race no Oeiras Parque

    Os pilotos Fernando Barreiros, João Rolo e António Maio vão participar nas longas maratonas de todo-o-terreno que terão início em janeiro de 2020. Mas, até lá, as viaturas que vão competir no Rali Dakar e no Africa Eco Race estarão expostas no Oeiras Parque até dia 29 de dezembro.

    Os pilotos estarão também presentes em sessões de autógrafos onde vão contar e partilhar com os visitantes as suas histórias e aventuras nestas corridas.

    Fernando Barreiros e João Rolo, que vão participar no Africa Eco Race, e António Maio, que regressa ao Dakar pelo segundo ano consecutivo, estarão no Oeiras Parque no dia 29 de dezembro entre as 17:00 e as 19:00.

  • Gala da Montanha será a 11 de Janeiro

    A Festa de Encerramento da época 2019 terá lugar em Santa Marta de Penaguião. O Fórum penaguiense será ainda palco da apresentação oficial do CPM JC Group 2020.

    Consagração e pontapé de saída. Eis a dupla atracção que nos oferece a Gala da Montanha, promovida pelo promotor do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group, constituído pelos clubes organizadores das provas que integram o campeonato e pela APPAM.

    A gala desloca-se para terras do douro vinhateiro. Acontecerá a 11 de janeiro e será realizada em Santa Marta de Penaguião, utilizando o moderno Forum local, numa parceira com o Município penaguiense.

    Momento de festa e consagração, a gala vai premiar todos quantos alinharam ao longo do ano, nas provas do campeonato 2019, galardoando ainda algumas figuras e parceiros que contribuíram de forma vincada para o sucesso alcançado pela última edição do CPM JC Group.

    Será ainda o momento para divulgar oficialmente todas as novidades regulamentares e de calendário para a época 2020.