Autor: VMotores

  • DS 7 Crossback para António Félix da Costa, piloto da DS Techeetah no Campeonato FIA de Fórmula E

    António Félix da Costa, piloto oficial da equipa DS TECHEETAH no Campeonato FIA de Fórmula E 2019/2020, recebeu as chaves de um DS 7 CROSSBACK, o SUV topo de gama da marca premium do Groupe PSA. Além do monolugar DS E-Tense FE20, a DS Automobiles coloca, assim, o seu mais recente Embaixador ao volante do modelo topo de gama da marca francesa, eleito SUV Compacto do Ano 2019 em Portugal.

    Marca premium do Groupe PSA, a DS Automobiles tem vindo a reforçar a sua presença no mais alto escalão das competições eletrificadas do planeta, em linha com a sua estratégia de Marca. Exemplo é a participação como único construtor automóvel francês na luta pelas vitórias e os títulos mundiais conquistados no Campeonato FIA de Fórmula E, modalidade de monolugares 100% elétricos que se corre nos mais reputados circuitos citadinos do planeta.

    Um dos protagonistas desses ambiciosos objetivos – que a DS Automobiles já conquistou, por uma vez no ranking de Equipas e por duas vezes na vertente de Pilotos – é António Félix da Costa, piloto português que conta com uma vasta experiência na Fórmula E e que este ano está aos comandos de um monolugar DS E-TENSE FE20, idêntico ao do seu companheiro de equipa, o francês Jean-Eric Vergne, o atual detentor dos títulos das duas anteriores temporadas (2017/18 e 2018/19).

    No espaço entre as jornadas dedicadas à Fórmula E – num total de 16 e-Prix, corridos em 14 países de quase todos os continentes – e sempre que se deslocar em solo nacional ou em território europeu, Félix da Costa contará, como sua viatura de serviço, com um DS 7 CROSSBACK, o expoente máximo do segmento SUV, exemplar do requinte e do savoir-faire francês, com assinatura DS Automobiles. Assente no nível de equipamento Grand Chic e com interior de Inspiração Opera, o seu DS 7 CROSSBACK conta com uma conjugação mecânica composta pelo motor diesel 2.0 BlueHDi de 180 cv e a avançada caixa de 8 velocidades automática EAT8.

    As chaves deste DS 7 CROSSBACK foram formalmente entregues a António Félix da Costa por Miguel Graça, Diretor da DS Portugal, numa cerimónia realizada na DS Store de Lisboa.

    ANTÓNIO FÉLIX DA COSTA NO DS E-TENSE FE20 Nº 13 DO TEAM DS TECHEETAH

    Foi em setembro último que a DS TECHEETAH, formação Campeã de Fórmula E por Equipas na temporada 2018/19 e bi-campeã na categoria de Pilotos, nas épocas de 2017/18 e 2018/19, assinou contrato com António Félix da Costa, para a sua participação na época de 2019/20 deste Campeonato do Mundo, disputado com monolugares 100% elétricos.

    O seu DS E-TENSE FE20 ostenta o nº 13, numeração que há algum tempo o acompanha, num monolugar que lhe permitirá não só lutar pelo cetro de Pilotos, objetivo que partilha com o seu companheiro de equipa Jean-Eric Vergne, como contribuir para um sólido resultado de conjunto, que permita à formação alcançar um segundo troféu de Equipas consecutivo.

    A Temporada 6 do Campeonato FIA de Fórmula E iniciou-se a 22 de novembro último, com uma dupla jornada em Ad Diriyah (Arábia Saudita), sendo também a sexta época consecutiva de Félix da Costa nesta hiperdisputada modalidade 100% elétrica. Incluindo esses dois e-Prix, o jovem português soma 56 corridas, num conjunto de palcos onde já alcançou 2 vitórias absolutas (Buenos Aires 2015 e Ad Diriyah 2018), 5 subidas ao pódio e 1 pole-position, entre outros resultados de relevo.

  • SUV C3 Aircross estreia edição especial “C-Series”

    Após o sucesso da edição de colecionador “Origins”, lançada em 2019, para comemorar o Centenário da Marca, a Citroën prepara uma nova edição especial, a lançar em 2020. Denominada “C-Series”, a nova edição especial destaca a assinatura Comfort e o Caráter do design da marca Citroën. Protagonista do segmento B-SUV, com mais de 250.000 unidades vendidas desde o seu lançamento no final de 2017, o SUV C3 Aircross inaugura esta edição especial “C-Series”. Seguir-se-ão, no primeiro semestre de 2020, o C3, o C4 Cactus, o SUV C5 Aircross e o C4 SpaceTourer.

    Post-production : Astuce Productions

    A Citroën lançou uma edição especial abrangente – “C-Series” -, que sublinha o caráter e as vantagens de conforto dos seus modelos, colocando a tónica nas cores, acabamentos e nos equipamentos que facilitam a vida a bordo.

    Assente no nível de equipamento Feel, que já por si espelha elevados níveis de estilo, conforto e tecnologia, a versão C-Series acrescenta, de série, os seguintes elementos:

    Equipamentos que aumentam o conforto a bordo do SUV C3 Aircross e simplificam a vida no quotidiano: ar condicionado automático, limpa para-brisas dianteiros automáticos, retrovisor interior electrocromático, assistência ao estacionamento traseiro, retrovisores exteriores elétricos e rebatíveis, vidros dianteiros e traseiros elétricos com função um toque e as seguintes tecnologias de conectividade: Citroën Connect Nav, Citroën Connect Box e Mirror Screen, compatível com Android Auto e Apple CarPlay.

    Jantes de liga leve MATRIX diamantadas de 16 polegadas e tejadilho Preto Perla Nera com as carroçarias Cinzento Artense, Cinzento Platinum e Branco Natural.

    De uma forma transversal, em termos de estilo, esta edição é caracterizada, no exterior, por um badge distintivo em relevo “C-Series” e por detalhes na cor Deep Red Anodizado. O interior mantém a ênfase no tom vermelho, com detalhes nos bancos e nos tapetes.

    Post-production : Astuce Productions

    Através do lançamento desta coleção “C-Series”, o SUV C3 Aircross renova as possibilidades de personalização, numa nova oferta de detalhes na cor Deep Red Anodizado – em estreia na gama – em redor dos faróis e nas coberturas dos retrovisores exteriores, rematando o conjunto com um badge distintivo em relevo “C-Series” colocado nas portas da frente, abaixo dos retrovisores.

    As cores exteriores elegantes variam do branco (Branco Natural) aos cinzentos (Cinzento Platinum e Cinzento Artense), criando 3 novas combinações harmoniosas, originais e diferenciadas.

    Post-production : Astuce Productions

    No interior, o ambiente caloroso e luminoso do SUV C3 Aircross é reforçado por uma inserção em TEP Mistral no painel de bordo, que se combina com os rebordos em Cromado Acetinado das saídas de ventilação. Os bancos, confortáveis, amplos e acolhedores, apresentam nos seus encostos uma faixa identitária horizontal vermelha. O badge “C-Series” nos bancos remete os passageiros para a natureza exclusiva desta edição especial. Os tapetes dianteiros e traseiros pretos específicos, com costuras em vermelho, e uma guarnição original dos forros das portas constituem os toques finais.

    Em termos mecânicos, o SUV C3 Aircross C-Series conta com os blocos eficientes e de elevado desempenho PureTech (gasolina) e BlueHDi (diesel) já disponíveis no nível de equipamento Feel: PureTech 110 S&S CVM6, BlueHDi 100 S&S CVM6 e o BlueHDi 120 S&S EAT6 que estará disponível posteriormente.

    Post-production : Astuce Productions
  • Família Andrade volta a vencer em Fronteira

    Equipa luso-francesa iguala Farrajota e Bianchi Prata com 2ª vitória consecutiva em Fronteira.

    A família Andrade, com o filho Alexandre ao comando de uma formação constituída por Cédric Duplé, Yann Morize e Alexandre Deaujon, voltou a fazer história nas BP Ultimate 24 Horas Vila de Fronteira. A equipa do A.C. Nissan Proto venceu a 22ª da grande festa do todo-o-terreno nacional e repetiu o triunfo de 2018. Foi, apenas, a segunda vez que alguém triunfou duas vezes seguidas na vila alentejana, depois de Miguel Farrajota e Pedro Bianchi Prata o terem conseguido logo nos primeiros dois anos da prova organizada pelo ACP Motorsport.

    O protótipo com o número 22 foi o mais forte ao longo de 24 horas de competição. Durante a prova, completou 101 voltas, mais duas do que os segundos classificados, Gilles Billaut, Antoine Galland, Laurent Fouquet e Hugues Moilet, em Fouquet BV4 Nissan. A fechar o pódio ficou a formação de Michele Cinotto, Michele De Nora, Carlo Cinotto e Pietro Cinotto, em Mini All4-Racing, também a duas voltas dos vencedores.

    A 22ª edição das BP Ultimate 24 Horas de Fronteira ficou marcada pela muita chuva que, a espaços, caiu sobre a vila alentejana. A água tornou as condições do Terródromo ainda mais exigentes para as cerca de oito dezenas de equipas concorrentes. Com uma pista bastante enlameada, a equipa do Fouquet BV4 Nissan com o número 3 foi a primeira líder da competição. Um excelente arranque catapultou o protótipo construído em França. Contudo, a pressão da concorrência fez com que este quarteto gaulês perdesse o comando da prova. Aliás, nas três primeiras horas, houve três líderes diferentes.

    O A.C. Nissan Proto da família Andrade andou sempre entre os mais fortes mas, na fase inicial, nunca conseguiu estar na frente. Até meio da prova houve cinco equipas que lideraram, com destaque para o Mini da X-Raid, comandante à passagem pela quarta hora e, depois, entre a sexta e a 12ª. Mas um toque provocou danos no eixo traseiro do carro desenvolvido na Alemanha. A ida às boxes da equipa italiana fez com que Alexandre Andrade, Cédric Duplé, Yann Morize e Alexandre Deaujon passassem para o comando após 13 horas de corrida e, a partir daí, nunca mais ninguém voltou a liderar. 

    A estrutura luso-francesa controlou a seu bel-prazer a segunda metade das BP Ultimate 24 Horas Vila de Fronteira e alcançou o segundo triunfo consecutivo, algo que não acontecia desde as primeiras edições desta grande maratona de TT. Com quatro voltas de vantagem, Andrade e companhia mantiveram um ritmo muito constante até à derradeira hora de competição. Aí, pararam nas boxes para verificar tudo e geriram a diferença para a concorrência que recuperou terreno. Este não foi, porém, suficiente e o A.C. Nissan Proto voltou a subir ao lugar mais alto do pódio.

    Destaque, também, para o Can-Am da equipa de Thierry Charbonnier. O SSV da estrutura francesa alcançou o quarto posto absoluto, à frente de outro SSV, o Can-Am de Jeremy Halter. Em sexto lugar ficou a primeira formação portuguesa. Amândio Alves, Rogério Reis, João Silva e Márcio Reis fecharam esta participação com o MMP Rally Raid a dez voltas dos mais fortes.

    Por categorias, o A.C. Nissan Proto venceu em Endurance e o Mini All4-Racing do quarteto italiano foi o melhor T1. O Can-Am de Charbonnier foi o melhor T3 e Marco Martins, Marco Marques, José Martins e Vítor Silva foram os melhores da Promoção C com o Nissan Patrol. A vitória na Promoção A foi para Ana Pereira, Cristela Marto, Carla Gameiro e Sílvia Reis, em Suzuki Jimny, e o Citroën AX de Manuel Barreto, Rodrigo Daniel, Hugo Batista e Samuel Tiago impôs-se na Promoção B.

    Este ano, e a título excepcional, o ACP Motorsport, enquanto entidade organizadora das BP Ultimate 24 Horas Vila de Fronteira, decidiu entregar, a título excepcional, o Troféu Honra e Mérito Domingos Piedade aos vencedores da prova. A melhor equipa lusa recebeu o Troféu Manuel Mota.

    BP Ultimate 24H TT Vila de Fronteira, 28th November to 1st December 2019 – Photo: Paulo Maria / ACP
  • Reis regressa às vitórias na Baja TT Idanha-a-Nova

    Piloto da Team Transfradelos geriu da melhor forma o segundo dia de competição. Dias da Silva e Ré travaram animada luta pelos restantes lugares do pódio

    A Baja TT Idanha-a-Nova ficou marcada pelo regresso da dupla Tiago Reis/Valter Cardoso às vitórias no Campeonato de Portugal de Todo-Terreno. A dupla nortenha aproveitou bem a desistência de João Ramos no primeiro dia de prova para assumir a liderança, que não mais largou até final da prova da Escuderia de Castelo Branco. Pedro Dias da Silva e Alexandre Ré completaram os lugares do pódio e adiaram a decisão do título para a derradeira prova do Campeonato, a Baja de Portalegre.
     
    Tiago Reis, em Mitsubishi Lancer Evolution, foi sem dúvida o piloto mais capaz nas difíceis pisas da Beira Baixa que, muito traiçoeiras, foram deixando pelo caminho alguns dos pilotos inscritos na categoria Auto. Com uma liderança confortável que trazia do primeiro dia, o piloto famalicense atacou no segundo dia para dilatar a vantagem e aproveitou ainda a luta pelos restantes lugares do pódio travada pelos seus mais diretos adversários para concluir a prova com mais de 2 minutos de vantagem. “Foi uma prova muito difícil onde conseguimos ultrapassar todos os obstáculos. Um fim-de-semana tão difícil que efetuei com dois dedos dos pés partidos que me ficará para sempre na memória. Estamos muito satisfeitos com o resultado e agora, dentro de um mês, em Portalegre, terá de ser sempre a fundo sem gestão”, explicou o piloto que representa as cores da Team Transfradelos.
     
    Na luta pelo segundo lugar, e entrando para o segundo dia de prova com um atraso de 1m12,7s para Pedro Dias da Silva, Alexandre Ré deu espetáculo e a meio do segundo setor seletivo já estava a cerca de 5 segundos do segundo posto.

    Pedro Dias da Silva não deitou a toalha ao chão e, ciente da importância de todos os pontos na luta pelo título nacional, defendeu até aos últimos metros a sua posição na Geral desta Baja TT Idanha-a-Nova. “A prova correu-nos bem. Passámos pela liderança no primeiro dia, onde aproveitámos bem o facto de o nosso carro ser um Diesel e o binário do motor. Hoje com o tempo mais seco, o Tiago e o Ré possuem carros mais potentes e superiores ao nosso e não conseguimos andar no ritmo deles, mas controlámos sempre o Ré e quando ele se aproximou de nós forçámos para garantir o segundo lugar”, explicou Dias da Silva.

    Já Alexandre Ré, que depois do furo no Prólogo fez uma prova em recuperação mostrava-se resignado: “Não tivemos grande comunicação sobre os tempos que estávamos a fazer em pista e acabámos por deixar escapar o segundo lugar já perto do final. Ainda assim, ser segundo ou terceiro não ia fazer grande diferença. Fica tudo adiado para Portalegre”.
     
    Na categoria T2, Nuno Corvo Nissan Pathfinder levou a melhor sobre João Ferreira, enquanto que entre os T8 João Rato foi o mais competente. Tiago Canêdo Santos venceu entre os inscritos na Taça.

    Classificação Final Provisória (AUTO):
    1.º Tiago Reis (Mitsubishi Lancer Evolution) – 4h45m44.0s
    2.º Pedro Dias da Silva (Ford MO EXR 05 Proto) – a 2m59.0s
    3.º Alexandre Ré (Volkswagen Amarok) – a 3m15.0s

  • Quintas de Melgaço junta Alvarinho e Chardonnay em edição especial

    No ano em que comemora o 25º aniversário, a Quintas de Melgaço brinda o mercado com uma edição especial do seu primeiro vinho à base de Alvarinho & Chardonnay. Foram lançados apenas 1298 exemplares.

    2 de dezembro de 2019 – Este é um ano especial para a Quintas de Melgaço, projeto único na região dos Vinhos Verdes que junta mais de 500 pequenos e médios produtores do concelho homónimo. A celebrar as “Bodas de Prata”, a grande família de produtores do concelho de Melgaço anuncia mais uma novidade: o lançamento do seu primeiro vinho topo de gama. Quintas de Melgaço Alvarinho Chardonnay 2017 é o primeiro exemplar daquele que será um vinho raro para o produtor, já que apenas será produzido em anos de qualidade excecional e sempre em reduzidas quantidades.

    Apesar de ser apresentado oficialmente ao mercado este ano, este vinho é uma ambição antiga, resultado de um achado inesperado na adega. Durante a preparação de um lote de Alvarinho, a base dos vinhos do produtor, foi realizada uma prova cega para testar a qualidade e evolução dos vinhos em estágio. Um dos lotes despertou o interesse da equipa de enologia, que se surpreendeu pela elevada qualidade de uma pequena quantidade de Chardonnay, proveniente de uma antiga parcela de um dos sócios do projeto, localizada numa zona de meia encosta, com exposição a poente.

    Seguiu-se uma ousada experiência – um blend entre Alvarinho e Chardonnay, uma casta que se caracteriza pela expressiva capacidade aromática e versatilidade – na tentativa de perceber de que forma o terroir da sub-região de Melgaço poderia criar um Alvarinho “com sotaque” de perfil diferenciador e enorme qualidade. A resposta, recorda Pedro Soares, administrador delegado da Quintas de Melgaço, “foi imediata. Somos um dos maiores embaixadores da casta Alvarinho no mundo e não medimos esforços quando o tema é o seu potencial. Vimos uma oportunidade neste lote de Chardonnay e a composição final ficou soberba, superando qualquer boa expectativa”.

    O Quintas de Melgaço Alvarinho Chardonnay 2017 estagiou em barricas de carvalho francês durante 18 meses, com movimento regular das borras durante todo o tempo. O resultado é um vinho de cor dourada, com um intenso e elegante perfume e toque aveludado. Complexo e fresco, é ideal como aperitivo ou a acompanhar peixes, marisco, carnes brancas, aves, queijos ou uma boa charcutaria regional. Pode ser consumido já ou guardado, uma vez que o perfil deste vinho sugere uma boa evolução em garrafa durante os próximos 6 a 10 anos.

    O novo membro da família da Quintas de Melgaço ostenta já a nova imagem que percorre toda a gama, fruto de uma parceria com o Atelier Rita Rovitti – Wine Branding & Design anunciada no início deste ano. Os raros 1298 exemplares disponibilizados poderão ser encontrados em garrafeiras selecionadas pelo país.

  • Última prova do ano do Troféu Mighty Mini decidiu o vencedor

    Foi necessário esperar até à última prova do ano, que se realizou este fim-de-semana no Autódromo do Estoril, para descobrir o vencedor do Troféu Mighty Mini. Foi debaixo de chuva intensa que os bravos do Troféu se lançaram para a derradeira prova do ano, os 250 km do Estoril, a corrida que habitualmente encerra a época desta competição e que tem a duração de duas horas, obrigando a paragens nas boxes para troca de pilotos e reabastecimento. É também a prova que obriga a que os pilotos dividam o carro entre os dois a quatro pilotos, o que acabou por trazer a esta prova 17 pilotos. Com as táticas do jogo de boxes a ter uma importante fatia no resultado desta corrida, a rapidez e a consistência são sempre argumentos de peso.

    O Mini de Miguel Sales/Rui Salvada/João Cavaleiro e Silva saiu na frente, com a dupla Guilherme Affonso/Lourenço Beirão da Veiga na segunda posição e Nelson Rego/Alexandre Leal no terceiro posto, enquanto o líder do Troféu Mini, Guilherme Dal Maso, que fazia parelha com José Carvalhosa, saía da quarta posição. Nas primeiras voltas assiste-se a uma luta a quatro, com todos os quatro Minis a passarem pela liderança. No decorrer deste primeiro turno louco, o Mini dono da pole position de Sales/Salvada/Cavaleiro e Silva atrasa-se numa dessas discussões e na tentativa de recuperar o tempo perdido faz um pião acabando por perder o contacto direto com os outros três. Na frente, os Mini com Rego/Leal, Affonso/Beirão da Veiga e Dal Maso/Carvalhosa promovem uma espetacular luta a três, alternando consecutivamente a liderança, praticamente em cada volta.

    Nem as paragens nas boxes, para trocas de pilotos e reabastecimento faziam descolar este trio, o que deu sempre animação e emoção à corrida do Troféu Mini. No segundo turno vimos o Mini de Affonso/Beirão da Veiga conseguir ganhar uma pequena vantagem para os restantes enquanto o Mini de Borreguero/Ferrão/Marques com as cores da Gulf, era agora 4º e recuperava tempo para o “pelotão da frente”, enquanto Sales/Salvada/Cavaleiro e Silva se debatiam mais atrás com Neves/Santos pela quinta posição. As paragens nas boxes para o terceiro turno voltavam a lançar a luta a três lá na frente com um espetáculo de condução sensacional e que fazia vibrar o público e quem assistia a prova pelo live streaming da competição.

    No final, o jovem Guilherme Dal Maso, que acabou por terminar no terceiro lugar, foi quem mais sorriu ao sagrar-se vencedor do Troféu, mesmo sem vencer esta dura prova de duas horas com José Carvalhosa como companheiro de equipa.  A vitória nestes 250 km do Estoril foi justamente entregue ao brasileiro Guilherme Affonso, que se estreou este ano no Troféu e que fez equipa com o reconhecido piloto Lourenço Beirão da Veiga, o que só vem enaltecer a competitividade do Troféu, mas também o andamento equitativo entre todos. No segundo lugar dos 250 km do Estoril do Troféu Mini ficaram Nelson Rego e Alexandre Leal, que foram também terceiro e quarto no troféu, respetivamente. João Cavaleiro e Silva manteve o segundo lugar do Troféu ao terminar esta prova em sexto, repartindo o carro com Miguel Sales e Rui Salvada, que foram quarto e sexto, respetivamente. João Neves e Paulo Santos foram os quartos nesta prova que foi apenas a segunda prova de automóveis do primeiro e a primeira prova do segundo. Já Francisco Borreguero, Manuel Ferrão e Tiago Marques foram os sextos classificados devido a um furo, mas orgulhosos de terem conseguido a volta mais rápida entre todos os Mini.

    O Troféu Mighty Mini encerra a época em crescimento de adeptos e Diogo Ferrão afirma que “foi um prazer conduzir este Troféu Mini durante 2019 e continuar a cativar pilotos para este troféu de diversão e aprendizagem. De destacar que todos os carros terminaram os 250Km, o que mostra a resistência das mecânicas de origem dos carros. Com cinco novos pilotos a comprarem carros na segunda parte do ano, queremos incrementar a grelha e tornar este fantástico grupo de pilotos ainda maior, fazendo crescer esta família Mini que é apaixonada por corridas”.

  • Hyundai lançou MoceanLab

    O Hyundai Motor Group criou o MoceanLab, um projeto de mobilidade inovador, como parte da iniciativa global do Grupo para criar um futuro sustentável e conectado. O MoceanLab vai disponibilizar serviços de mobilidade em Los Angeles (LA), e expandir os seus serviços a carshare em viaturas autónomas, transferes, transportes multimodais e mobilidade individual.

    Depois de uma análise extensiva, o Hyundai Motor Group identificou LA como a cidade ideal para o lançamento do MoceanLab. As oportunidades colocadas por esta cidade, nomeadamente pela sua grande e diversificada população, desafios de congestionamento no trânsito e o seu compromisso para com a inovação e sustentabilidade dos transportes, incluindo as iniciativas e liderança do Presidente da Câmara de LA, Eric Garcetti, tornaram a cidade o local ideal para o lançamento do MoceanLab. A Hyundai pretende explorar e integrar inovações de mobilidade – como micromobilidade e deslocação multimodal – e garantir a eficácia e crescimento dos serviços de mobilidade em toda a cidade.

    “A Hyundai vai apresentar plataformas inovadoras de mobilidade e demonstrar diversos serviços de mobilidade em Los Angeles”, afirmou Kyounglim Yun, Vice-Presidente Executivo da Hyundai. “Cada vez mais os clientes, incluindo os cidadãos de LA e turistas, vão beneficiar do MoceanLab, à medida que gradualmente os seus serviços se diversificam e abrangem uma área mais ampla da cidade. Com estes esforços, o Hyundai Motor Group pretende liderar o desenvolvimento da tecnologia para uma mobilidade ainda mais limpa.”

    O Mocean Carshare é o programa piloto da MoceanLab, que integrará o programa piloto de carsharing de LA oferecido pelo Departamento de Transportes de LA (LADOT) e pela Autoridade de Transportes Metropolitanos de LA (LA METRO). O Grupo vai disponibilizar até 20 viaturas Hyundai IONIQ nas versões Plug-in, Hybrid e Electric, para este programa com início previsto já para o final de 2019. O objetivo é que toda a frota transite para viaturas totalmente elétricas, expandindo-se gradualmente até atingir 300 viaturas disponibilizadas pelo Grupo.

  • Taylor’s lança Edição Histórica Limitada

    A Taylor’s, uma das mais antigas e prestigiadas casas de vinho do Porto, produz lote exclusivo e lança edição limitada que recria garrafa histórica da primeira metade do século XVIII.

    Segundo Adrian Bridge, director-geral da Taylor’s, “Com este lançamento pretendemos prestar tributo à longa e riquíssima história do vinho do Porto e, em simultâneo, introduzir inovação tal como fizemos muitas vezes ao longo da nossa história. Para esse efeito, decidimos criar um vinho único e lançar uma embalagem personalizada, coleccionável e em quantidades limitadas, que fosse apelativa para actuais e novos consumidores de vinho do Porto.”

    O vinho é resultado de uma cuidada selecção de vinhos tawny, de diferentes idades, provenientes das extensas reserva de Vinho do Porto que envelhecem nas caves da Taylor’s. Produzido com a mestria acumulada ao longo de gerações, este Porto Tawny Reserva é equilibrado e harmonioso, com toda a elegância e intensidade conferida pelo envelhecimento em cascos de carvalho.

    Nas palavras de David Guimaraens, director de Enologia da Taylor’s, “Este lote foi cuidadosamente preparado para esta edição limitada. Apresenta um carácter único e a riqueza característica da Taylor’s, culminando num final de incrível e distintiva persistência.”

    O desenvolvimento da embalagem foi inspirado numa histórica garrafa inglesa, cujo pico de utilização ocorreu entre os anos 1715 a 1740. Estas garrafas tinham uma forma oval e estreita, sendo frequentemente descritas como “castanhas achatadas”. Geralmente, estes formatos tinham capacidades variáveis entre 1 litro e 1,5 litros, que era superior à geração de garrafas que a precederam e que tinham a forma de “cebola”.

    Esta edição histórica vêm acondicionada numa caixa de madeira que destaca as elegantes linhas da garrafa gravada com o símbolo distintivo “4XX” utilizado pela Taylor’s e que é a sua marca. Este símbolo consta da primeira garrafa com selo comercial de que há registo e remonta ao início da actividade da produtora, em 1692. Respeitando as garrafas originais, estas terão capacidade de 1 litro e vão estar disponíveis nas melhores garrafeiras durante o mês de Outubro, com o preço de venda ao público recomendado de 50€.

    Notas de Prova

    Núcleo laranja intenso que se desvanece num rebordo avermelhado. No nariz apresenta-se maduro e complexo, carregado de nuances subtis. Aromas a ameixa, figo e sultanas que combinam com as notas adocicadas a maçapão e biscoito. Sugestões de madeira de cedro e couro acrescentam uma dimensão exótica no nariz. O vinho, redondo e sedutor, com taninos discretos mas bem integrados, apresenta uma atractiva acidez. Sabores ricos a bolo inglês e ameixa fresca sobressaem num longo final. Maravilhosamente equilibrado e harmonioso, com toda a elegância e intensidade conferida pelo envelhecimento em cascos de carvalho.

    As garrafas no século XVIII

    No início do século XVIII as garrafas eram sopradas à mão e tinham uma forma arredondada, de pouca altura e com uma base larga para aumentar a sua estabilidade. Pelo seu formato, as garrafas não podiam ser mantidas deitadas, não servindo por isso para envelhecer o vinho.

    Nesta época, as garrafas eram usadas principalmente para transportar o vinho do casco até à mesa, fosse a de uma estalagem, taberna ou das casas das classes mais ricas e abastadas. Por serem caras, as garrafas eram reutilizadas, apresentando muitas vezes o brasão ou as iniciais do seu proprietário.

    Sobre a Taylor’s:

    A Taylor’s é uma das primeiras e históricas casas de vinho do Porto, tendo sido estabelecida em 1692. Empresa familiar desde a sua fundação, dedica-se exclusivamente à produção de vinhos do Porto de grande qualidade, desde o plantio da vinha e cultivo das uvas à elaboração, envelhecimento e engarrafamento dos lotes de vinhos. O compromisso da família com o futuro do vinho do Porto é também demonstrado na sua determinação em preservar o ambiente único da região do Douro, através da promoção de uma viticultura sustentável e responsável,

    A empresa é sobretudo conhecida pelos seus elegantes e longevos vinhos do Porto Vintages, que estão entre os mais reconhecidos, procurados e coleccionáveis, provenientes da emblemática Quita de Vargellas e das Quintas da Terra Feita e Junco.

    A casa foi a criadora do LBV (Late Bottled Vintage), um estilo no qual a empresa foi pioneira e do qual continua a ser o principal produtor, tendo ainda sido pioneira no lançamento do Chip Dry, o primeiro Porto Branco Extra Seco e no lançamento do primeiro Vintage Single Quinta.

    A Taylor’s é também reconhecida como o mais importante produtor de Tawnies de Idade e possui uma das mais extensas reservas de vinhos do Porto envelhecidos em casco.

    Mais informações em www.taylor.pt

  • Hyundai lança projecto de arte “Human (un)limited”

    Exposição celebra ligação entre a Humanidade e a tecnologia, através da arte. Com a co-curadoria da instituição Austríaca de arte, Ars Electronica, a exposição irá exibir aproximadamente 20 obras de 18 artistas internacionais.

    A Hyundai anunciou o lançamento do projeto de arte ‘Human (un)limited’, que será exibido nos Hyundai Motorstudios em Pequim, Seul e Moscovo de 19 de novembro a 29 de fevereiro de 2020. A exposição tem a co-curadoria de Martin Honzik, Diretor do Ars Electronica Festival e Fei Jun, Professor da Academia de Belas Artes da China (CAFA) e Diretor do Media Lab da CAFA. A exposição exibirá cerca de 20 obras de arte, entre escultura, instalações interativas e media de 18 artistas internacionais.

    Como uma segunda exibição colaborativa da Hyundai com a Ars Electronica e a CAFA, a Hyundai Motorstudios será utilizada para uma apresentação de ‘Human (un)limited’, que comemora a essência da Humanidade e a natureza de superar as limitações Humanas através da tecnologia, visualizando um futuro em que os Humanos e as novas tecnologias coexistam.

    Em todos os trabalhos da exposição, os artistas utilizam a tecnologia da “Quarta Revolução Industrial”, nomeadamente a Inteligência Artificial, impressão em 3D, a robótica e biotecnologia. A “Quarta Revolução Industrial” é conhecida por fundir os mundos físico, digital e biológico para a criação de um novo potencial, capturado ao longo da exposição.

    “Como está implícito na nossa visão, ‘Progress for Humanity’, a Hyundai celebra a Humanidade através da arte e acredita que essa visão se reflete fortemente nos nossos produtos”, afirmou Wonhong Cho, Diretor de Marketing e Vice-Presidente Executivo da Hyundai. “O futuro da Hyundai procura ser uma resposta ao estilo de vida dos seus clientes e não apenas mais uma marca automóvel, oferecendo-lhes assim experiências culturais enriquecedoras, tornando o seu tempo bem mais valioso.”

    O lançamento do ‘Human (un)limited’ arrancou com a cerimónia de abertura da exposição em Pequim, realizada a 19 de novembro. Para celebrar esta ocasião, o Hyundai Motorstudio de Pequim estreou um mural de David Huang e apresentou o terceiro prémio anual Hyundai Blue Prize, um prémio concedido a curadores de arte. Chen Jiaying e Chen Min & Zhang Yehong foram anunciados como vencedores do Prémio Hyundai Blue Prize deste ano e terão a oportunidade de trabalhar a par com mentores na comunidade artística. Chen Jiaying ganhou o Prémio de Sustentabilidade e Chen Min & Zhang Yehong venceram o Prémio de Criatividade. Eles projetarão a sua exposição, sob o tema “Inteligência Social” no Hyundai Motorstudio Pequim, no próximo ano.

    “Na era da tecnologia em constante desenvolvimento, tornou-se cada vez mais importante entender a essência da Humanidade. A arte é o meio que virá melhorar o nosso entendimento”, afirmou Martin Honzik, Diretor do Ars Eletronica Festival. “Estou ansioso pela colaboração entre a Ars Electronica e a Hyundai.”

    Com um forte compromisso em apoiar as artes e comunidades, a empresa iniciou parcerias de longo prazo com muitas instituições de arte – incluindo o Los Angeles County Museum of Art (LACMA) e o Tate Modern em Londres – e lançou os vídeos ART + TECHNOLOGY com a Bloomberg, para oferecer aos clientes uma nova forma de aceder e experimentar arte.

  • DS TECHEETAH teve mais uma jornada difícil em Diriyah. Felix da Costa 10º

    A DS TECHEETAH teve mais uma jornada difícil em Diriyah, com um pódio à vista para António Felix Da Costa, que acabou por não acontecer devido a uma penalização, e que o levou a terminar na 10º posição. O seu companheiro de equipa Jean-Éric Vergne teve de mudar de bateria na sequência de um incidente ao início da manhã, forçando-o a partir praticamente do fundo da grelha, mas acabou por terminar em 8º. A segunda corrida da sexta temporada teve uma primeira metade bastante emocionante, com António no comando do grupo de qualificação. Dando o máximo no seu DS E-TENSE FE20, o piloto português falhou por pouco a super pole e arrancou em 5º, encetando uma espetacular recuperação até à 2ª posição, antes da penalização.
    RIYADH STREET CIRCUIT, SAUDI ARABIA – NOVEMBER 23: Antonio Felix da Costa (PRT), DS Techeetah during the Diriyah E-prix II at Riyadh Street Circuit on November 23, 2019 in Riyadh Street Circuit, Saudi Arabia. (Photo by LAT Images)
    No final, António Félix da Costa, 10º afirmou que “mesmo sem obter os resultados que queríamos, há muitos aspectos positivos a retirar deste fim de semana. Ser o mais rápido nos treinos livres, obter uma boa qualificação, recuperar posições em prova, até ao segundo lugar e lutar pela vitória na corrida, são provas mais do que positivas de que temos um bom andamento e um propulsor eficiente. Demonstra também que contamos com uma boa e eficaz arma para enfrentar esta longa e competitiva temporada. Infelizmente, tive uma penalização devido a um incidente no início da corrida que, em minha opinião, foi impossível de evitar. No entanto, estou muito confiante e ansioso pela próxima corrida.”
    RIYADH STREET CIRCUIT, SAUDI ARABIA – NOVEMBER 23: Jean-Eric Vergne (FRA), DS Techeetah, DS E-Tense FE20 during the Diriyah E-prix II at Riyadh Street Circuit on November 23, 2019 in Riyadh Street Circuit, Saudi Arabia. (Photo by Sam Bloxham / LAT Images)
    Já para Mark Preston, Team Principal da Equipa DS TECHEETAH “O António esteve muitíssimo bem na corrida, e merecia repetir a sua vitória aqui no ano passado. Ambos os pilotos mostraram bem as nossas potencialidades e que temos um andamento forte; o Jean-Éric chegou mesmo a ultrapassar dois carros de uma só vez, por duas vezes durante as últimas voltas, por isso, neste aspeto, não estamos preocupados. Uma vez que sabíamos que o Jean-Éric ia arrancar lá de trás, os engenheiros desenharam uma estratégia do tipo tudo ou nada, e que deu frutos no final. Embora fosse mais confortável sair daqui com mais pontos, a verdade é que todos os pontos contam e é sempre bom ir acumulando pontuação. Temos pela frente uma longa temporada e sabemos que dispomos de muitas oportunidades para recuperar na classificação do campeonato”.