Autor: VMotores

  • Xiaomi apresentou novo SU7 Ultra

    Xiaomi apresentou novo SU7 Ultra

    A Xiaomi realizou um dos seus eventos de lançamento mais importantes do ano, apresentando oficialmente o Xiaomi SU7 Ultra na China Continental.

    Enquanto veículo elétrico de alto desempenho, o Xiaomi SU7 Ultra é concebido para proporcionar a melhor experiência de condução, combinando desempenho de topo, tecnologia e manobrabilidade, tornando-se especialmente adequado tanto para a estrada como para o circuito. Este modelo conta com o mesmo sistema de três motores e uma bateria de alta potência da edição de pista do protótipo Xiaomi SU7 Ultra, alcançando uma potência máxima de 1548 PS.

    Acelera de 0 a 100 km/h em apenas 1,98 segundos (sem rollout de um pé) e atinge uma velocidade máxima de 350 km/h, tornando-se o carro de produção de quatro portas mais rápido do mundo. Além disso, o avançado sistema de travagem consegue travar o carro a 100 km/h numa distância de 30,8 metros. O Xiaomi SU7 Ultra também possui um sistema de chassi afinado para pista, que proporciona um controlo superior e um limite de manobrabilidade mais elevado. Assim, vindo diretamente da fábrica, é um carro de quatro portas preparado para ser utilizado em estrada e em pista.

  • Santag Racing repete títulos da FIA European Baja Cup

    Santag Racing repete títulos da FIA European Baja Cup

    A conquista da Taça Europeia de Bajas foi assegurada com o cancelamento da Baja da Turquia, próxima prova do calendário, e que permite à Santag Racing e a João Dias a celebração do título. 

    “Estamos muito orgulhosos desta conquista e queremos agradecer à equipa técnica e logística da Santag Racing, às equipas de pilotos e navegadores, e este troféu tem em si muitas horas de trabalho e dedicação de muita gente!”, dizDavid Vieira, manager da Santag Racing.

    “Se 2023 foi por si um ano de êxitos, repetir estes títulos em 2024 nestas duas categorias têm para nós um significado muito especial, porque reflete a ambição, a qualidade do trabalho e uma capacidade de estar à altura dos grandes desafios que temos enfrentado. Muito orgulhoso e feliz por estes títulos, porque neles está cada um daqueles que são a nossa estrutura todos os dias.” acrescentou David Vieira.

    Aos títulos europeus a Santag Racing junta a confirmação do título por equipas no Campeonato de Portugal de Todo-o-Terreno e o da Categoria T3 de João Dias, também já assegurado, fechadas as contas da última prova realizada em Portalegre há pouco mais de uma semana. “Quando no final de 2023 celebramos estas conquistas foi para nós motivo de grande orgulho. Repetir o êxito confirma toda a dedicação que temos colocado nos projetos em que estamos envolvidos”, rematou o responsável da Santag Racing.

  • Douro Motorshow: Top 3 à geral e triunfo na categoria para Vítor Pascoal!   

    Douro Motorshow: Top 3 à geral e triunfo na categoria para Vítor Pascoal!   

    Integrado no forte pelotão da Super Especial Douro, Vítor Pascoal levou o Porsche 991.2 GT3 Cup do Baião Rallye Team até à edição inaugural do Douro Motorshow, coroando a sua participação com um brilhante 3º lugar á geral, triunfando na Categoria 6.

    A presença no evento organizado pelo Clube Automóvel deu-se, segundo Vítor Pascoal, no âmbito “da aposta que fizemos esta época em festivais dedicados ao desporto automóvel e onde podemos ter uma grande interação com os aficionados. Foi assim no Leiria Sobre Rodas, no Motorshow Porto e, agora, neste festival muito bem organizado pelo Clube Automóvel da Régua. É praticamente à porta de casa e, ainda para mais, numa região fabulosa como o Douro Vinhateiro, sendo também numa altura do ano em que, soltos de compromissos com campeonatos, podemos desfrutar do evento e dar espetáculo, promovendo os nossos patrocinadores”.

    Mas, o “Sniper de Baião” é incapaz de estar numa competição apenas para “cumprir calendário” e, desde o arranque da Super Especial Douro, prato forte competitivo do festival, que se percebeu que Vítor Pascoal iria estar entre os mais fortes.

    Num traçado muito técnico, desenhado na Avenida do Douro, em pleno coração de Peso da Régua, foram cinco as dezenas de pilotos que se lançaram ao ataque, tendo pela frente três tentativas para buscarem o melhor tempo. A chuva a espaços e o frio que se impôs sobretudo na sessão da noite, foram handicaps que em nada afetaram a capacidade de Vítor Pascoal de, paulatinamente, ir subindo na classificação geral, tendo, ao longo de toda a prova, dominado a categoria 6.

    Na 1ª passagem, Pascoal foi o sexto mais rápido da geral, subindo ao quarto posto na 2ª passagem. À noite e perante muito público, o tetracampeão nacional de Montanha puxou dos galões e, levou o Porsche 991.2 GT3 CUP do Baião Rally Team a rodar em 2:27.777, garantindo de forma notável o 3º lugar da geral.“Não viemos ao Douro Motorshow com o chip fechado na competição, mas nunca enjeito uma oportunidade para discutir os lugares da frente. Comecei a perceber que conseguia ser competitivo, apesar do caracter técnico do traçado, que beneficiava os kartcross e os protótipos e, na última tentativa, imprimi um andamento mais forte que, felizmente, resultou e conseguimos um pódio à geral que muito nos deixou felizes. Foi uma boa maneira de terminar a temporada!”, resumiu Vítor Pascoal que, após um merecido tempo de descanso, vai começar a preparar a época de 2025, onde procurará chegar ao pentacampeonato na Categoria GT do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group.

  • João Vinha: “o Douro Motorshow foi um excelente teste para Murça”

    João Vinha: “o Douro Motorshow foi um excelente teste para Murça”

    Aos comandos do seu habitual Mitsubishi Lancer EVO VI e navegado por Sandra Meira, o piloto penafidelense da Quatro Quartos Motorsport venceu a edição inaugural do Rally Cross Douro, integrado no 1º Douro Motorshow.

    João Vinha foi o mais rápido nas três tentativas que estavam ao dispor dos pilotos em prova, almejando mesmo ter sido o único a baixar dos 3 minutos para percorrer as três voltas cronometradas ao circuito com cerca de 1000 metros, estabelecendo como melhor registo 2:59.011. Mas, mais do que o foco na vitória, a presença no evento organizado pelo Clube Automóvel da Régua teve um outro objetivo. A Quatro Quartos Motorsport utilizou o desafiante traçado misto construído pelo Clube Automóvel da Régua no Cais da Junqueira para preparar a participação no Rali de Murça, que fechará a temporada do Campeonato Start Norte de Ralis.

    “Foi um excelente teste e ainda para mais em registo de competição e perante muito público. Aliás, quero aqui depositar uma palavra de aplauso à organização que montou um evento muito bom e com futuro”, realça João Vinha, revelando que “o carácter técnico do traçado permitiu fazer várias experiências de afinação do Mitsubishi e permitiu-me ainda fazer quilómetros em terra, algo muito importante, pois já passou algum tempo desde a última vez em que competi neste tipo de piso”.

    João Vinha está muito “expectante quanto ao Rali de Murça, cujos troços são muito elogiados. Vai ser a nossa última prova da temporada e queremos ser competitivos. A equipa merece que terminemos 2024 com um bom resultado”.

    O piloto de Penafiel deixou ainda uma palavra de aplauso para “a Sandra que me navegou com muito foco neste evento. Esteve muito bem e sei que adorou a experiência. Tem sido incrível no apoio que me dá, sendo também para nós uma honra ter a Meirauto, empresa que ela lidera, como nosso patrocinador. Vamos repetir a experiência no futuro!”.

    O Rali de Murça vai para a estrada nos dias 15 e 16 de novembro, numa organização do CAMI. É a última prova do Campeonato Start Norte de Ralis.

  • Manuel Gião: “somos vice-campeões. Num pelotão com um nível tão elevado, é um feito”

    Manuel Gião: “somos vice-campeões. Num pelotão com um nível tão elevado, é um feito”

    Manuel Gião teve um fim-de-semana de azares no Autódromo Internacional do Algarve, mas ainda assim, garantiu o Vice-Título do Iberian Supercars. O Campeão de 2022 e o seu colega de equipa, Mathieu Martins, evidenciaram competitividade aos comandos do Aston Martin Vantage AMR GT4 da RACAR Motorsport – AMR Partner Team desde o primeiro momento em que entraram em pista.

    No entanto, quando a qualificação teve o seu início, o fim-de-semana do piloto da Beira Baixa começou a entrar numa fase menos positiva, uma vez que um problema de caixa de velocidades impediu-o, assim como ao seu colega de equipa, de sair das boxes, o que significou arrancar da última posição da grelha de partida entre quarenta e um carros. Esta era uma contrariedade de que Manuel Gião não precisava, uma vez que tinha ainda possibilidades de lutar pelo título do Iberian Supercars, tendo, para isso, que estar na luta pelas vitórias e a sua performance nos treinos-livres parecia garantir que isso seria uma realidade.

    Sem nada a fazer, Manuel Gião lançou-se ao ataque na primeira corrida de domingo, ultrapassando mais de vinte carros, e com uma boa performance do seu colega de equipa, foi possível ao Aston Martin Vantage AMR GT4 terminar num bom sexto lugar, o que, no entanto, deixou duo fora do título.

    Na segunda corrida do fim-de-semana, foi a vez de Mathieu Martins realizar o primeiro turno de condução e de tentar recuperar o máximo possível. Uma vez mais, o piloto da Beira Baixa esteve num nível impressionante, recuperando até sétimo, posição em que cruzou a linha de meta. Apesar de todas as contrariedades, Manuel Gião, e o seu colega de equipa, ainda conseguiu assegurar o Vice-Título do Iberian Supercars na categoria geral GT4 e na divisão GT4 Pro, um feito num pelotão tão numeroso, são trinta e cinco os pilotos classificados, e com um nível tão elevado.

    “Não tivemos a sorte do nosso lado, com um problema de caixa de velocidades a impedir-nos de participar na qualificação, o que nos obrigou a arrancar de último em ambas as corridas. Não baixámos os braços, a RACAR Motorsport – AMR Partner Team fez tudo ao seu alcance para resolver o problema e tivemos um carro muito competitivo para ambas as corridas. Realizámos duas provas ao ataque e ganhámos muitos lugares, o que demonstra que tínhamos um Aston Martin muito competitivo. Todos nós na equipa demos o máximo”, afirmou o piloto da Beira Baixa.

    Apesar de todas as contrariedades, Manuel Gião e Mathieu Martins conquistaram o Vice-Título do Iberian Supercars na categoria geral de GT4 e na divisão GT4 Pro, o que, um plantel tão competitivo, é um feito. “Claro que queríamos o título, mas desta feita não foi possível e temos de dar os parabéns ao César Machado, ao Jan Durán e à Speedy Motorsport pelo fantástico trabalho que têm realizado ao longo da temporada. Ficámos com o Vice-Título, o que num pelotão com um nível tão elevado, é um feito, um motivo para celebrar e também para nos dar motivação para continuar a trabalhar para no futuro conseguirmos conquistarmos o ceptro”, concluiu o piloto da RACAR Motorsport – AMR Partner Team.

  • Hyundai N revela audacioso RN24 no N Day 2024

    Hyundai N revela audacioso RN24 no N Day 2024

    No evento ‘N Day 2024’, realizado no passado dia 25 de outubro, a divisão N de alto desempenho da Hyundai Motor Company apresentou o RN24, um ‘Rolling Lab’ de próxima geração que demonstra as possibilidades futuras dos veículos elétricos (EV) de alto desempenho.

    O evento anual ‘N Day’ destaca a inovação incansável da Hyundai N e o compromisso de se destacar em tecnologias de alto desempenho, comprovadas no desporto motorizado e visão de futuro. O evento destaca os três pilares da Hyundai N: Corner Rascal, Racetrack Capability, e Everyday Sportscar. Estes pilares refletem o compromisso da marca em criar experiências de condução divertidas e envolventes que são exclusivamente possíveis com a tecnologia EV.

    “A Hyundai N não é apenas uma marca, mas uma representação do nosso compromisso com a inovação e o alto desempenho”, disse Manfred Harrer, Vice-Presidente Executivo e Chefe da Unidade de Tecnologia de Desenvolvimento de Genesis e Desempenho. “O RN24 é um testemunho de nossas ambições ousadas para o futuro.”

    Como Rolling Lab de próxima geração da Hyundai N, o RN24 é a mais recente evolução de uma série inovadora de veículos de teste que preenchem a lacuna entre a tecnologia de automobilismo e os modelos de produção N. Originados com a série RM (Racing Midship) em 2012 e incluindo EV como RN22e e N Vision 74, os Rolling Labs servem como bancos de testes para tecnologias de alto desempenho.

    A estreia global do RN24 mostra a visão de N para o futuro próximo. Inspirado pelo desejo de encaixar o conjunto propulsor EV mais potente no menor pacote possível, o Hyundai N aplicou o sistema de eletrónica de potência (PE) de duplo motor de 650 cv com capacidade desportiva do IONIQ 5 N. Este foi instalado num chassis EV compacto inspirado no Campeonato do Mundo de Ralis, resultando num EV compacto, leve e ágil concebido para entusiastas N.

    Este Rolling Lab não é apenas um veículo de teste, é uma plataforma de ponto de partida para a próxima geração de EV de alto desempenho. Reflete o espírito ousado da Hyundai N de continuar a explorar novas formas de melhorar a experiência de condução elétrica — não apenas aumentando a potência e a velocidade, mas através de um foco meticuloso na condução e precisão.

    RN24 é alimentado pelo sistema PE do IONIQ 5 N. Um conjunto de baterias redesenhado mantém a capacidade de 84 kWh do modelo de produção, mas permite uma distância entre eixos 340 mm mais curta, reduzindo-a para o tamanho do segmento B, comparável com o concorrente i20 N Rally1 Hybrid World Rally Championship (WRC) da Hyundai Motor.

  • Hugo Lopes: “estivemos sempre na luta por um lugar no pódio”

    Hugo Lopes: “estivemos sempre na luta por um lugar no pódio”

    No passado fim de semana Hugo Lopes esteve em Valência nos Jogos Olímpicos do Desporto Motorizado, os FIA Motorsport Games, para representar Portugal na Categoria Rally4 Gravel.

    A competição arrancou na quinta-feira com os treinos livres e a qualificação no Circuito Ricardo Tormo nos quais o Viseense começou com o pé direito, fazendo primeiro e segundo lugar, respetivamente.

    O segundo dia era composto por sete especiais em terra mas não começou da melhor maneira com o piloto a ter problemas na caixa logo pela manhã, problema que a equipa resolveu na assistência antes dos últimos três troços em terra.

    Problema resolvido e já com mais de um minuto atrás do último lugar no pódio, a missão da tarde seria lutar pela ascensão ao terceiro lugar o que não foi possível devido a um novo problema mecânico: um parafuso do triângulo da suspensão cedeu devido à dureza e ao elevado desgaste dos pisos.

    A prova terminaria assim para Hugo Lopes: “Voltamos tristes para Portugal por não termos conseguido lutar até ao fim. Estivemos sempre na luta por um lugar no pódio até aos problemas de caixa e depois quando conseguimos recuperar algum tempo um parafuso cedeu.”

    Uma época quase perfeita em que lutou pela conquista de vários campeonatos termina assim com dois fins de semana menos positivos para o piloto de Viseu mas “há que aprender com os desafios que enfrentámos e olhar para o futuro. Os ralis são um desporto que tem tanto de espetacular como por vezes de ingrato e por pormenores se ganha e por pormenores se perde, não havendo segun,das oportunidades para voltar a tentar.”

    Hugo Lopes refere ainda que “estas provas menos boas não apagam as nossas prestações e trabalho deste ano, o nosso objetivo é competir à geral do Campeonato Portugal de Ralis. A nossa luta já tem de estar nesse patamar.”

  • Rui Madeira: “saímos do Luso frustrados… ficou adiada a vitória que tanto perseguimos!”

    Rui Madeira: “saímos do Luso frustrados… ficou adiada a vitória que tanto perseguimos!”

    Um problema no diferencial traseiro que afetou o Mitsubishi Lancer EVO logo no arranque do 8º Rally Legends Luso Bussaco, arruinou as ambições de Rui Madeira e Paula Madeira quanto a estarem na luta pela vitória. Mas, a dupla não atirou a toalha ao chão e deu um recital de condução ao longo da prova, triunfando em várias classificativas e provando que poderiam ter vencido o rali.

    Ainda não tinha começado a 1ª especial do 8º Rally Legends Luso Bussaco e já Rui Madeira e Paula Madeira estavam fora da refrega. O diferencial traseiro do Mitsubishi Lancer EVO II cedeu ainda na ligação para a passagem noturna pelos 2,65 km de Mortágua, forçando a dupla a abandonar.

    Felizmente, a equipa técnica resolveu o problema durante a noite e Rui e Paula Madeira apresentaram-se à partida da jornada de sábado, entrando logo ao ataque e vencendo as duas primeiras especiais. Só que, o carro nipónico voltou a ver o mesmo componente mecânico ceder na  classificativa seguinte, forçando Rui Madeira a levantar o pé, logrando concluir a especial, mas para voltar a abandonar, seguindo imediatamente para a assistência, sem poder fazer a última classificativa de dia.

    Num esforço hercúleo, a equipa voltou a “meter mãos à obra”, conseguindo resolver o problema e permitindo que a dupla alinhasse na derradeira etapa dominical. Rui e Paula Madeira andaram muito bem, registando tempos entre os três primeiros, deixando assim uma imagem forte da sua competitividade e proporcionando um grande espetáculo ao muito público presente.

    “Infelizmente, não conseguimos atingir o objetivo de vencer este rali. É uma prova fantástica, que alia o convívio entre equipas público e as lendárias máquinas e queríamos muito ganhar. Não começou da melhor forma, com o problema no diferencial traseiro que nos obrigou a mudar o mesmo. Voltámos no Sábado com o objetivo de andar depressa e vencer classificativas e era o estava a suceder, mas, no arranque para a 4ª PEC, voltou o problema no diferencial e tivemos de rumar de imediato à assistência. Regressamos no último dia, na máxima força e, com o Lancer a 100% e andamos entre os mais rápidos à geral, vencendo as especiais na nossa categoria”.

    Rui Madeira reconhece que “saímos do Luso um pouco frustrados, porque ficou adiada a vitória que tanto perseguimos. Quero agradecer à minha mulher e navegadora. A Paula foi, como sempre, de uma dedicação extrema. Agradeço ainda à equipa e aos patrocinadores que acreditam sempre nas nossas capacidades!”.

    Para Paula Madeira, a prova transformou-se “num desafio difícil, com muitas adversidades. O dia de sábado foi quase todo feito sem intercomunicadores, o que nos obrigou, mais que nunca, a focar e a trabalhar em equipa. As notas foram ditas num tom mais elevado e com gestos, acabando por funcionar muito bem!”, lembrando que “mesmo tendo eu e o Rui percebido precocemente que a vitória no rali tinha deixado de estar ao nosso alcance, continuámos a dar o máximo, fazendo bem o que mais gostamos. Agradeço mais uma vez, à equipa, aos amigos e à nossa família por todo o apoio que nos deram. E, para o ano, a taça é nossa!”.

    Sem tempo para descanso, Rui Madeira volta já a sua atenção para um desafio totalmente diferente. Nos dias 1 e 2 de novembro, o ‘mundialista’ estará novamente presente no Eco Rally De Lisboa, prova integrante do campeonato de Portugal Novas Energias PRIO.“Hora de mudar por completo o chip!… Volto a merecer a confiança da Ford para representar a marca neste campeonato emergente e logo num rali que me diz muito.  Vou estrear o novo Ford Explorer elétrico e tudo farei para estar na luta pelos lugares cimeiros!”.

  • A Lancia está de volta aos Ralis

    A Lancia está de volta aos Ralis

    A Lancia regressa ao mundo dos ralis com o Ypsilon Rally 4 HF, uma concentração de potência e agilidade nascida de uma colaboração entre a Lancia e a Stellantis Motorsport, que irá facilitar a evolução de jovens pilotos na categoria “Rally4”, fruto dos 212 CV de potência do modelo e do equipamento de competição concebido em conjunto com parceiros premium.

    Foi no Centro de Provas da Stellantis em Balocco (VC) que na passada sexta-feira se realizou um Media Drive para celebrar o regresso da Marca Lancia ao mundo dos ralis. Sendo uma das pistas mais famosas para a inovação no desporto automóvel e para a afinação de modelos de alta performance, o Centro de Provas de Balocco foi palco de outro evento de alta octanagem, há algumas semanas, no qual Carlos Tavares, CEO da Stellantis e piloto experiente, testou o Ypsilon Rally 4 HF.

    Luca Napolitano, CEO da Lancia, afirma: “2025 marcará o regresso da Lancia aos desportos motorizados, uma vez que pretendemos restabelecer a nossa presença nas competições desportivas contemporâneas. Com uma mistura de tradição e inovação, a Lancia olha para o futuro com paixão e ambição. Com 2026 marcado para ser o ano do Gamma, que será produzido na fábrica da Stellantis de Melfi, 2025 é dedicado ao regresso do nome HF, que aparecerá primeiro no Ypsilon e mais tarde no Gamma e no novo Delta com o ‘badge’ “HF Integrale”. Sempre que o HF é mencionado, não podemos deixar de recordar os lendários Stratos, 037 e Delta, que dominaram os ralis durante duas décadas, conquistando um total de 15 Campeonatos do Mundo em competições de Pilotos e Construtores, recorde que ainda não foi batido. Sempre fomos líderes nos desportos motorizados e nos ralis, mas agora, com a elegância e simplicidade que nos distingue, estamos a regressar nos ‘Rally4’, a categoria de desenvolvimento para os pilotos profissionais do futuro, enquanto procuramos melhorar o nosso passado com paixão e orgulho.”

    A Lancia prepara-se para escrever um novo capítulo na sua história com a introdução do Ypsilon Rally 4 HF e do novo Ypsilon HF, ambos apresentados em maio último. O primeiro foi concebido para competição, contando com um motor 1.2 Turbo, de três cilindros, com 212 CV e uma transmissão mecânica de cinco velocidades com um diferencial mecânico de deslizamento limitado. A configuração de tração dianteira garante agilidade e elevado desempenho, tornando-o ideal para os jovens condutores que pretendem afirmar-se. Criada para que se aperfeiçoem os fundamentos do desporto, a categoria “Rally4” representa a paixão pura e o primeiro passo para os campeões de amanhã. Além disso, estreando-se com o Ypsilon Rally 4 HF, o “Trofeo Lancia Rally” dividir-se-á por 6 provas do Campeonato Italiano de Ralis de 2025, com os prémios individuais e de fim de época a totalizarem cerca de 300.000 euros. O Campeão do troféu terá, então, a oportunidade de conduzir o Ypsilon Rally 4 HF oficial da equipa Lancia Corse HF no Campeonato Europeu de Ralis de 2026.

    Eugenio Franzetti foi colocado ao leme da Lancia Corse HF graças à sua vasta experiência no mundo do desporto automóvel. Eis o que ele tem a dizer sobre este veículo que nasceu de uma colaboração entre a Lancia e a Stellantis Motorsport: “O Ypsilon Rally 4 HF é uma homenagem à história da Lancia nos ralis. Compacto, rápido e incrivelmente agradável de conduzir, foi concebido para proporcionar emoção e entusiasmo, tal como o lendário Fulvia Coupé HF dos anos 60. Afinal de contas, ele foi criado para aqueles que querem sentir o nosso legado de coragem, inovação e vitória quando se sentam ao volante. Estamos na fase final de afinação, com a homologação prevista para 1 de janeiro de 2025 e planeamos entregar os primeiros modelos no final desse mês.”

    O Ypsilon Rally 4 pode já ser encomendado através da Stellantis Motorsport Racing Shop e está disponível por 74.500 euros. Para a afinação do modelo, a marca recorreu a Miki Biasion, verdadeira lenda do desporto automóvel que, entre os anos 80 e 90, ficou indissociavelmente ligado à Lancia, tornando-se no piloto italiano mais bem-sucedido da história. Além disso, as pistas são um importante campo de testes para melhorar a tecnologia e a segurança de todos os veículos da série. No caso do novo Ypsilon, o campeão veneziano elogiou particularmente esta “transferência” que permitiu ao modelo Lancia distinguir-se em termos de reatividade, conforto e tranquilidade, tanto em traçados de montanha com vento, como em estradas urbanas. Atrás do icónico Delta da equipa Martini Racing, Biasion conquistou os Campeonatos do Mundo de Ralis de 1988 e 1989, ajudando a Lancia a tornar-se a marca mais bem-sucedida de sempre, com 10 Campeonatos do Mundo de Construtores, 3 Campeonatos do Mundo de Construtores e de Resistência, uma 1000 Miglia, duas Targa Florio e uma Carrera Panamericana.

    Biasion afirma: “Se em criança sonhava com as pistas, sonhava com o vermelho de um Ferrari. No entanto, se sonhava em tornar-me piloto de ralis, então sonhava com o Lancia. Sinto-me honrado por ter trabalhado em conjunto com as equipas Lancia e Stellantis Motorsport na afinação do Ypsilon HF e do Ypsilon Rally 4. Espero inspirar todos os jovens pilotos que se fazem à estrada com o nosso Lancia Ypsilon Rally 4 HF a tornarem-se profissionais e futuros campeões. O legado de vitórias e corridas da Lancia está de volta e estou feliz por fazer parte dele.”

  • Douro Motorshow: João Vinha dominou o Rally Cross

    Douro Motorshow: João Vinha dominou o Rally Cross

    Aos comandos do seu habitual Mitsubishi Lancer EVO VI e navegado por Sandra Meira, o piloto penafidelense da Quatro Quartos Motorsport utilizou o desafiante traçado misto construído pelo Clube Automóvel da Régua no Cais da Junqueira para preparar a sua participação no Rali de Murça, que fechará a temporada do Campeonato Start Norte de Ralis.

    João Vinha foi o mais rápido nas três tentativas que estavam ao dispor dos pilotos em prova, almejando mesmo ter sido o único a baixar dos 3 minutos para percorrer as três voltas cronometradas ao circuito com cerca de 1000 metros, estabelecendo como melhor registo 2:59.011.

    José Silva (JRS Demo R) aproveitou a maneabilidade no seu kartcross para conquistar com tranquilidade o 2º lugar, na frente de Domingos Violante, que também não sofreu oposição para colocar o seu Citroen no último degrau do pódio.

    A edição inaugural do Douro Motorshow contou ainda com uma exposição de carros desportivos e de competição, patente no espaço exterior da Biblioteca Municipal de Peso da Régua e que mereceu a atenção de muitos visitantes que não quiseram deixar de saborear um excelente naipe de automóveis expostos no recinto.