Autor: VMotores

  • Estreia de Pompeu Simões no Campeonato de Portugal de Velocidade saldou-se com dois pódios na categoria GTX

    Estreia de Pompeu Simões no Campeonato de Portugal de Velocidade saldou-se com dois pódios na categoria GTX

    Pompeu Simões cumpriu a estreia no Campeonato de Portugal de Velocidade na jornada da competição disputada este fim de semana no Autódromo Internacional do Algarve. Ao volante de um Porsche 718 Cayman GT4 preparado pela Speedy Motorsport, o piloto vencedor da Carbon Neutral Cup 2023 esteve ao melhor nível.

    Acompanhado por Duarte Camelo, um jovem que tem no seu currículo dois títulos de Iniciados no Campeonato de Portugal de Rallycross e que chegou à velocidade pela mão da FPAK Junior Team, Pompeu Simões aproveitou da melhor forma as três sessões de treinos livres. Trabalhando com a equipa, o piloto foi evoluindo estando, sempre, entre os três mais rápidos da categoria GTX onde o Porsche 718 Cayman CS GT4 foi inscrito.

    Nas sessões de qualificação, a dupla do Porsche da Speedy Motorsport esteve irrepreensível e conquistou dois segundos lugares na categoria. Um excelente resultado para dois estreantes na competição e ao volante deste competitivo 718 Cayman CS GT4.

    A primeira corrida começou com Pompeu Simões ao volante e o piloto da Speedy Motorsport não se mostrou acanhado ao realizar uma excelente partida. E a verdade é que a estreia oficial de Pompeu Simões assumiu patamares de brilhantismo ao liderar a categoria GTX com grande naturalidade. Foi nessa posição, de líderes da categoria, que entregou o carro a Duarte Camelo.

    Uma pequena distração acabou por se transformar numa penalização de travessia da via das boxes (drive through) devido a excesso de velocidade nas boxes durante a paragem para troca de piloto. Um pequeno obstáculo que não impediu Duarte Camelo de pegar no excelente trabalho de Pompeu Simões e levar o Porsche 718 Cayman CS GT4 novamente até ao segundo lugar da categoria GTX. Uma corrida que acabou por ser pedagógica para ambos os pilotos e uma experiência fundamental para o futuro. Ao mesmo tempo mostrou as qualidades do Campeão da Carbon Neutral Cup 2023 e do jovem piloto vindo do Rallycross.

    A segunda corrida ficou marcada por um “Safety Car” (SC) logo no final da primeira volta e uma ida às boxes por parte do Porsche 718 Cayman CS GT4 com um problema mecânico depois de passar pelos destroços do acidente que provocou o SC. Esta situação levou o jovem Duarte Camelo a cair para o último lugar, deixando para Pompeu Simões a recuperação para os primeiros lugares da categoria GTX.

    Com poucos minutos para o final da corrida, o piloto da Speedy Motorsport esteve a um nível muito elevado e faltaram voltas para atacar o primeiro lugar da categoria. Assim, sem cometer o mais pequeno erro, Pompeu Simões trepou na classificação e terminou a corrida uma vez mais na segunda posição da categoria GTX.

    O saldo desta primeira participação de Pompeu Simões no Campeonato de Portugal de Velocidade é altamente positivo, tendo excedido as expetativas do piloto. Adaptou-se, tal como Duarte Camelo, ao Porsche 718 Cayman GT4 preparado e assistido pela Speedy Motorsport, imprimiu um andamento forte e ficou a certeza de que o projeto de Pompeu Simões está bem organizado e dará frutos no futuro.

    Pompeu Simões – “Tenho a alma cheia! Que estreia! Estava algo apreensivo pelas qualidades e performance do Porsche 718 Cayman GT4 primorosamente preparado pela Speedy Motorsport. A verdade é que o carro é dócil, um verdadeiro carro de competição ao qual me adaptei facilmente. O ritmo foi sempre subindo de patamares e fiquei muito satisfeito com a minha performance este fim de semana. O Duarte Camelo foi um excelente companheiro de equipa e formamos uma dupla interessante. Agora será tempo de pensar na última jornada do CPV a disputar no Estoril e onde vamos marcar presença. Depois vamos refletir e gizar o projeto para 2025.”

  • Douro Motorshow: Márcio Araújo venceu Super Especial

    Douro Motorshow: Márcio Araújo venceu Super Especial

    Foram dois dias de intensa competição e animação a condizer que levaram milhares de espetadores até à cidade de Peso da Régua para saborear a edição inaugural do Douro Motorshow, organizada pelo Clube Automóvel da Régua. Márcio Araújo venceu a Super Especial Douro, após um duelo sem tréguas com Nuno Guimarães.

    Nem a chuva que caiu a espaços, nem o frio típico de outono que se fez sentir sobretudo durante a jornada da noite inaugural do certame, impediram que a Super Especial Douro aquecesse o entusiasmo do muito público que acorreu à Avenida do Douro, artéria icónica da cidade de Peso da Régua, para viver o intenso espetáculo competitivo dado pelas cinco dezenas de pilotos que participaram na Super Especial Douro. Num traçado muito técnico  com cerca de dois quilómetros de extensão, foi dura a luta pela vitória, com vários protagonistas a discutirem taco-a-taco a supremacia.

    A vitória de Márcio Araújo (AG) foi o justo prémio para a exibição do piloto que começou por liderar a tabela de tempos na 1ª de três tentativas que os pilotos tinham para registar o melhor tempo. Já na 2ª tentativa, realizada ao princípio da noite, Araújo viu outro dos homens do kartcross saltar para o comando, com Artur Cortinhas (AG Sport) a estabelecer novo melhor tempo absoluto, caindo Márcio Araújo para a 2ª posição.

    Entretanto, Nuno Guimarães, no Silver Car S2 da NJ Racing, revelava-se desde o primeiro momento como o piloto que mais perto rodava dos dois kartcross que dominavam as lides, registando sempre o 3º melhor tempo nas duas passagens.

    A 3ª Passagem seria decisiva. Artur Cortinhas teve um erro de percurso e, fortemente penalizado, caiu para fora do pódio absoluto, enquanto Márcio Araújo e Nuno Guimarães ‘voaram baixinho’, pulverizavam a melhor marca e a ficavam separados por apenas 196 milésimos de segundo (!), com primazia para Márcio Araújo, que se sagrou assim vencedor desta 1ª edição da Super Especial Douro, com o tempo de 2:25.634. Araújo ainda foi o lógico vencedor na Categoria 8, enquanto Nuno Guimarães fazia o mesmo na Categoria 7.

    Entretanto, quem também puxou dos galões na última tentativa foi Vítor Pascoal. O tetracampeão nacional de Montanha na Categoria GT, levou o seu Porsche 991.2 GT3 CUP do Baião Rally Team a rodar em 2:27.777, garantindo de forma notável o 3º lugar da geral, vencendo também de forma clara na Categoria 6.

    Nas restantes categorias presentes, a dupla Nuno Ribeiro/Hugo Alves (Subaru Impreza) triunfou na Categoria 5, Jorge Pinho (Toyota Starlet) impôs a sua lei na Categoria 4, o mesmo fazendo Ricardo Pimenta (Toyota Starlet) na 3.

    Vera Sequeira levou o Seat Leon TD1 da Megamotors à vitória na Categoria 13, sendo ainda a melhor piloto feminina. Rodrigo Lopes (Peugeot 205 GTI) e Hugo Mestre (Citroen AX Sport) foram os mais fortes, respetivamente, as categorias 2e 1.

  • AIA IS: Guillermo Aso e Filip Vava vencem, mas César Machado e Jan Durán vencem título espanhol 

    AIA IS: Guillermo Aso e Filip Vava vencem, mas César Machado e Jan Durán vencem título espanhol 

    Guillermo Aso e Filip Vava venceram a segunda corrida da etapa do Autódromo Internacional do Algarve do Iberian Supercars, Supercars Jarama RACE e Campeonato de Portugal de Velocidade, mas o terceiro lugar de César Machado e Jan Durán garantiu-lhes o título GT4 do certame espanhol.

    O duo espanhol tinha de vencer e esperar que os seus rivais da Speedy Motorsport terminassem fora do pódio para conquistar o ceptro do Supercars Jarama RACE e o facto de arrancar da pole-position ajudava a sua causa. O arranque correu da melhor forma ao piloto da NM Racing Team, mantendo o comando, mas atrás de si, houve alguma confusão, acabando Carlos Vieira (Toyota GR Supra GT4 da Toyota Gazoo Racing Caetano Portugal) e Andy Cantu (Mercedes AMG GT4 da NM Racing Team) por levar a pior com um toque que deixou os dois fora de prova e provocou uma longa situação de Safety-Car.
     
    Quando a corrida recomeçou, assistiu-se a uma dura luta entre Filip Vava e Francisco Mora (Porsche 718 Cayman GT4 da Veloso Motorsport), tendo o português lançado um feroz ataque na travagem para o Gancho da Torre, assumindo a liderança. No entanto, o piloto da Veloso Motorsport nunca conseguiu destacar-se, levando o seu rival no seu encalço até às paragens nas boxes obrigatória. Com um handicap de cinco segundos, devido ao segundo posto na prova da manhã, o Mercedes AMG GT4, agora pilotado por Guillermo Aso, voltou à pista no comando, posição que manteve até à bandeira de xadrez, tendo o espanhol gerido bem a sua vantagem ao cruzar a linha de meta com uma vantagem de cinco segundos para Gonçalo Fernandes, que pilotava agora o Porsche do Veloso Motorsport.

    No terceiro lugar ficou a dupla César Machado / Jan Durán que, depois de conquistar o ceptro do Iberian Supercars, assegurou também o ceptro do Supercars Jarama RACE na GT4 Pro e na categoria geral de GT4. No entanto, a dupla do Toyota GR Supra GT4 não teve uma tarefa fácil, tendo ultrapassagem que lhe faltava – tinha de terminar no degrau mais baixo do pódio, no mínimo, se Guillermo Aso e Filip Vava vencessem – na penúltima volta da corrida.

    Na GT4 Bronze, sem problemas no seu Audi R8 LMS GT4 da Veloso Motorsport, Jorge Rodrigues e Patrick Cunha conseguiram realizar uma corrida de recuperação desde o décimo quarto posto da grelha de partida, subindo a nono, vencendo ainda a GT4 Bronze, o que lhes garantiu o título da divisão no Iberian Supercars. Alberto de Martín e Nil Montserrat, que terminaram na segunda posição na GT4 Bronze, não conseguiram o título ibérica, mas sagraram-se campeões da divisão no Supercars Jarama RACE.
     
    Keith Gatehouse e Igor Sorokin conseguiram mais uma vitória na GT4 Am e, com isso, conseguiram garantir o título da GT4 Am tanto no Iberian Supercars como no Supercars Jarama RACE, um resultado notável se levarmos em consideração que foi a estreia do Mercedes AMG GT4 da NM Racing Team.
     
    Daniel Teixeira voltou a assinar uma prestação de elevado nível, conseguindo cruzar a linha de meta no décimo sexto posto da classificação geral, vencendo a categoria geral dos Turismos e da divisão TCR, o que lhe permitiu revalidar o ceptro de TCR do Iberian Supercars em 2023.
     
    Ruben Silva e Rodrigo Ferreira foram os mais fortes na TC e entre os pilotos da FPAK Junior Team, batendo João Oliveira e Gabriel Caçoilo, ao passo que Henrique Ventura Oliveira e Henrique Moura Oliveira, ficaram no degrau mais baixo do pódio. Com os resultados deste fim-de-semana, João Oliveira conquistou o ceptro da TC do Iberian Supercars.
     
    A GTX foi vencida por Mikkel Kristensen e Manuel Cañizares, em Ligier JS2R da Chefo Sport, completando um corrida quase perfeita com dois triunfos durante o fim-de-semana, mas também Tomás Pinto Abreu e Simon Moore, em Ginetta G50 da Tockwith Motorsports, tiveram motivos para celebrar com a conquista do ceptro da divisão no Iberian Supercars e Supercars Jarama RACE. Rui Miritta assegurou todos os títulos que disputou este ano, com o triunfo desta tarde. O piloto do Porsche 911 da Monteiros Competições celebrou as conquistas na da GTC e da Cup no Iberian Supercars e Supercars Jarama RACE, tendo sido acompanhado na subida ao pódio por Dave Benett e Marcus Fothergill, Tockwith Motorsports. Frederico Formiga e Frederico Castro, da Art of Speed, não alinharam devido a problemas de embraiagem.
     
    O Campeonato de Portugal de Velocidade terá a ronda final da temporada deste ano no Autódromo do Estoril entre os dia 30 de Novembro e 1 de Dezembro.

  • Época muito positiva para Ivan Domingues na Formula Regional Europeia by Alpine 2024 

    Época muito positiva para Ivan Domingues na Formula Regional Europeia by Alpine 2024 

    Foi uma época de estreia muito positiva para Ivan Domingues na Fórmula Regional Europeia by Alpine 2024 (FRECA).

    Ao volante de um monolugar da Van Amersfoort Racing o piloto de Leiria, de 18 anos, garantiu um lugar no Top-10, assegurando também o quarto lugar entre os Rookies na competição que antecede a Fórmula 3 na pirâmide que termina na tão ambicionada Formula 1. Numa temporada onde terminou 12 das 20 corridas nos pontos e onde alcançou dois pódios (Hockenheim e Mugello), Domingues mostra-se satisfeito com a sua temporada numa grelha que contou com 39 pilotos das mais diversas nacionalidades.

    “Foi uma temporada positiva, onde consegui a espaços demonstrar o meu ritmo. Numa grelha recheada de talentos, terminar no Top-10 no ano de estreia é um feito assinalável e um sinal positivo que esperamos seja suficiente para captar a atenção das equipas de Formula 3. Gostávamos muito de dar o salto, mas sabemos que é um local muito reservado, onde poucos portugueses conseguiram chegar e onde nenhum marca presença há mais de 10 anos. Trabalhamos muito ao longo da temporada e os resultados falam por si, agora resta-nos aguardar pelo trabalho da nossa equipa que está afincadamente a preparar este objetivo que é de todos. Queremos muito continuar a representar Portugal nas corridas mais importantes do Mundo”, garantiu o jovem piloto português que marcou presença com a Van Amersfoort Racing nos testes de inverno da Fórmula 3, realizados em Jerez e Barcelona.

    A Fórmula Regional Europeia by Alpine 2024, que contou com 39 pilotos de mais de 20 nacionalidades, dos quatro cantos do planeta. Num total de 10 fins-de-semana de corridas, a competição que resultou em 20 corridas disputadas em Hockenheim, Spa Francoshamps, Zandvoort, Hungaroring, Mugello, Paul Ricard, Imola, Red Bull Ring, Catalunha e Monza.  

  • AIA: João Macedo Silva e Luís Alegria repetem vitórias entre os Clássicos e nos 1300 na segunda corrida

    AIA: João Macedo Silva e Luís Alegria repetem vitórias entre os Clássicos e nos 1300 na segunda corrida

    Verdadeiramente espetacular a derradeira corrida do Campeonato de Portugal de Velocidade Clássicos e Clássicos 1300, edição 2024, disputada hoje no Autódromo Internacional do Algarve. Com alguns títulos ainda por resolver, foi a luta pelo título absoluto e pela Categoria H75 que prendeu todos às cadeiras e fizeram muitas unhas serem roídas até à bandeira de xadrez.

    João Macedo Silva esteve imperturbável e com o Porsche 911 RSR a carburar em pleno, o piloto do carro de Weissach repetiu o domínio exercido na primeira corrida, liderando da luz à bandeira uma manga que lhe poderia dar o título absoluto e da Categoria H75. Para isso, Rui Costa (Ford Escort RS 1800) teria de ficar fora do pódio da corrida e da categoria. Isolado na frente o Porsche 911 RSR, emergiu outro Porsche 911 RS, pintado com o verde da esperança de Cláudio Vieira chegar á vitória no Algarve.

    O piloto adotou um ritmo demolidor impossível de igualar, primeiro, por Rui Alves, depois por Rui Costa e António Soares e, finalmente, João Novo. Porém, este ritmo acabou por passar fatura aos pneus e Vieira teve de esquecer a vitória para se defender de um ameaçador João Novo. Mas o foco de maior interesse estava mais atrás. António Soares esteve intratável e Rui Costa bem tentou várias abordagens. Mas fosse pelos pilotos atrasados, fosse por pequenos erros ou até pelo não aproveitamento de algumas escorregadelas do Escort de Soares, Rui Costa não conseguiu suplantar António Soares e ao ser o quarto classificado à geral e na categoria H75 viu o título fugir para João Macedo Silva.

    Contas feitas às contas das diversas categorias, João Macedo Silva e o seu Porsche 911 RSR venceram a categoria H75 e venceram o Campeonato de Portugal de Clássicos absoluto e na categoria, seguido na corrida por Cláudio Vieira, António Soares (Ford Escort RS 1800), Rui Costa (Ford Escort RS 1800), Rui Alves e Tiago Reis, ambos em Ford Escort RS 1600. Manuel Moura Teixeira voltou a ter problemas no seu Porsche 911 RS e tal como João Simões (BMW 2002) foi forçado a abandonar a corrida.

    Na categoria H71, numa luta entre dois belos Lotus Elan, José Filipe Nogueira levou a melhor sobre Vítor Costa que, por sua vez, se sagrou campeão da categoria. Nos H81, Ricardo Pereira tinha de terminar a corrida para ser campeão e o piloto da RP Motorsport levou o seu Ford Escort RS 2000 à vitória, reclamando, assim, o título face a Pedro Poças que viu os esforços de Eduardo Santos tentar roubar a vitória a Ricardo Pereira se revelarem infrutíferos. Pedro Bethencourt foi o terceiro da categoria com o seu Porsche 934. Finalmente, o Grupo 1 foi ganho por Rui Ribeiro ao volante de um Ford Escort RS 2000, ao passo que no Grupo 5, João Novo ganhou a categoria e embolsou o título, sendo seguido na corrida pelo Mazda RX2 de Simplício Pinto.

    A corrida dos Clássicos 1300 teve menos histórias para contar e o dominador comum foi Luís Alegria que, com mais esta vitória, teve um regresso 100% vitorioso ao Campeonato de Portugal de Velocidade Clássicos 1300. Porém, mais uma vitória no fim de semana do Algarve Classic Festival acabou por ser uma vitória de Pirro, pois o título escapou para as mãos de Luís Mendes que, apesar de sair do Algarve com zero pontos averbados, tinha vantagem suficiente para se sagrar Campeão de Portugal de Velocidade Clássicos 1300.

    Para Pedro Barbosa, ficar à frente de João Braga era primordial para poder levar para casa o título da categoria H75. Durante a corrida, o piloto do Datsun 1200 verde e preto controlou os esforços de João Braga para encontrar forma de passar por ele. Pedro Barbosa deixou ir embora Luís Alegria e concentrando-se na luta pelo título, o piloto conseguiu o seu objetivo sagrando-se campeão em igualdade de pontos com João Braga, mas com vantagem em termos de vitórias face ao seu adversário. Um final emocionante para a categoria H71.

    O restante pelotão, diluído entre os modelos dos Clássicos, foi se espalhando pela pista com algumas lutas interessantes como as de Miguel Miguel com Nelson Resende, tendo mesmo terminado a corrida no Top 5 à geral com o título dos H81 no bolso. Igualmente intenso foi o duelo no Desafio ANPAC. António Costa tinha como missão terminar a prova, esquecendo que, matematicamente, poderia lutar pelo título absoluto. Para Daniel Gouveia as contas eram ainda mais simples: tinha de ganhar a corrida e esperar que algo acontecesse ao Fiat Punto 85 S de António Costa. Gouveia imprimiu um ritmo demasiado duro para os seus adversários, mas a vitória foi insuficiente para impedir o título de Costa.

    Olhando às diversas classes, na H71 a vitória foi para Rui Marques (Datsun 1200) com a Taça 1000 a sorrir na corrida e no campeonato à dupla Miguel Barata e Veloso Amaral (Datsun 1000). Luís Alcino venceu os C1 com o seu Citroen C1, enquanto nos H81, Miguel Miguel venceu a oposição do Ford Escort de Ângelo Ribeiro para vencer e reclamar o título. Nos H75 Luís Alegria foi o melhor, seguido de Pedro Barbosa, João Braga, Nuno Soares e Nelson Resende, todos em Datsun 1200. A ausência de Luís Mendes abriu a porta á vitória de Gonçalo Matias (Peugeot 106) nos Legends, que se superiorizou ao Suzuki Swift GTi de Nuno Afoito. Frederico Formiga levou à vitória o Honda Jazz na Stock Cup, seguido de Trevor Stretch. No Desafio ANPAC vitória para Daniel Gouveia, seguido de Paulo Azevedo, José Calazans, Rui Silva e Nuno Pinheiro.

    Contas feitas aos campeões, Luís Mendes vence o Campeonato de Portugal de Velocidade 1300 absoluto, Miguel Barata e Veloso Amaral ganharam nos H71 e na Taça 1000, enquanto Pedro Barbosa é campeão nos H75. Nos Legends, a vitória foi para Luís Mendes, sendo Miguel Miguel campeão da categoria H81. No Desafio ANPAC vitória para António Costa e na Stock Cup o melhor acabou por ser Trevor Stretch.

  • Medalha de ouro para Xavier Lázaro nos FIA Motorsport Games em Valência

    Medalha de ouro para Xavier Lázaro nos FIA Motorsport Games em Valência

    Com apenas 11 anos, Xavier Lázaro arrecadou a medalha de ouro nos FIA Motorsport Games na modalidade Karting Sprint Mini. A primeira medalha de ouro conseguida por Portugal nos ‘Jogos Olímpicos’ dos desportos motorizados.

    Antes mesmo de partir para Valência onde decorreu a terceira edição dos FIA Motorsport Games, e na apresentação da comitiva portuguesa que decorreu no Comité Olímpico de Portugal, Xavier Lázaro já tinha referido que ia trazer para Portugal a medalha de ouro e que não temia os cerca de 40 adversários oriundos de todo o mundo: “podem vir quem eles quiserem”, foi a frase proferida.

    Já em Espanha, essa confiança começou a traduzir-se desde cedo, com ‘Xavi’ a liderar as tabelas classificativas desde o arranque dos jogos. Nada o intimidou, nem mesmo quando na segunda corrida de qualificação foi abalroado pelo principal adversário. Não perdeu o foco e hoje na grande final, largou da terceira posição da grelha e tomou todas as decisões certas no decorrer da prova para chegar ao comando e cruzar a meta num brilhante primeiro lugar.

    Um resultado merecido por tudo o que fez ao longo do fim-de-semana e que demonstra as qualidades do jovem piloto e do futuro risonho que tem pela frente: “Estou muito feliz. Sempre disse que ia trazer o ouro para Portugal e vou mesmo! Esta vitória é minha, dos meus pais, mas também da federação que me escolheu para representar Portugal”, começou por dizer.

    Agora é tempo de festejos junto dos pais e da restante comitiva portuguesa que vibrou com este resultado: “Vamos todos celebrar e de seguida vou para Portugal porque amanhã tenho escola. Acho que vou levar a medalha para todos verem. Estou muito contente!”, concluiu o destemido e focado Xavier.

    Para Ni Amorim, Presidente da FPAK este resultado: “Espelha as qualidades inequívocas do Xavier, que está de parabéns por desde cedo ter definido o seu objectivo e ter lutado por o concretizar. Foi um fim-de-semana duro para ele, com corridas difíceis, mas esteve sempre à altura. O Xavier espelha também o que há de bom no karting em Portugal e aquilo que os nossos pilotos podem fazer além-fronteiras. Estamos todos muito orgulhoso na FPAK por esta conquista, conseguida logo pelo nosso piloto mais jovem”.

    O FIA Motorsport Games é um evento de âmbito mundial, multidisciplinar que contou coma maior comitiva portuguesa desde a primeira edição em 2019. Portugal esteve a competir em 12 das 27 modalidades que este ano integraram o programa do evento num total de 85 países participantes.

  • IS: César Machado e Jan Durán vencem e sagram-se campeões 

    IS: César Machado e Jan Durán vencem e sagram-se campeões 

    César Machado e Jan Durán venceram a primeira corrida do programa do Autódromo Internacional do Algarve e, com isso, conquistaram o ceptro do campeonato GT4 do Iberian Supercars. De igual forma, Daniel Teixeira selou o título do campeonato de Turismos.

    ao corrida da manhã, a dupla do Toyota GR Supra GT4 da Speedy Motorsport arrancou da pole-position, mantendo a liderança, mas teve nas primeiras voltas a forte pressão de José Carlos Pires, que comandava a classificação da GT4 Bronze no Aston Martin Vantage AMR GT4 da Racar Motorsport. César Machado acabou por aproveitar as dobragens para conseguir abrir uma vantagem para o seu perseguidor, o que foi determinante para que Jan Durán entrasse no carro sem perder a liderança da corrida. O piloto espanhol geriu o andamento, garantido a quarta vitória da temporada para a dupla do Toyota e, com isso, o ceptro da categoria geral da GT4 e da divisão GT4 Pro do Iberian Supercars.

    Depois de um bom primeiro ‘stint’ de Gonçalo Fernandes, Francisco Mora, que realizou a melhor volta da corrida, realizou uma segunda metade de prova ao ataque, chegando-se ao José Carlos Pires para o ultrapassar já com a meta à vista, o que lhe garantiu o segundo posto, ao passo que o piloto do Aston Martin viu a bandeira de xadrez no terceiro posto da geral, vencendo a GT4 Bronze na sua primeira participação na divisão este ano. Na luta pelo título da desta divisão, Jorge Rodrigues e Patrick Cunha viveram momentos dramáticos, uma vez que o Audi R8 LMS GT4 da Veloso Motorsport teve alguns problemas, com o motor a falhar.

    Jorge Rodrigues, chegou a cair para último na primeira volta, mas conseguiu recuperar, terminando Patrick Cunha no terceiro posto da GT4 Bronze, ao passo que os seus rivais, Nil Montserrat e Alberto de Martín, com uma prova sólida, levaram o Mercedes AMG GT4 da NM Racing Team ao segundo lugar, adiando a decisão do título da divisão para a segunda corrida do dia. Miguel e André Nabais estiveram imperiais na GT4 Am, dominando completamente para colocar o Porsche 718 Cayman GT4 da Speedy Motorsport no topo da classificação da divisão, sendo seguidos por Keith Gatehouse e Igor Sorokin. Com estes resultados, a dupla da Mercedes AMG GT4 da NM Racing Team precisa apenas de terminar a corrida da tarde para se sagrar campeã.

    Daniel Teixeira, como é seu apanágio, realizou uma corrida com um ritmo forte e sem erros, levando o seu Hyundai Elantra N TCR até ao triunfo entre os TCR, superiorizando-se ao Cupra TCR de Beatriz Correia e José Correia. Com este resultado, o piloto da JT59 Racing Team assegurou o ceptro de Turismos do Iberian Supercars. João Oliveira e Gabriel Caçoilo foram os mais fortes na TC e na luta particular entre os Ginetta G40 da FPAK Junior Team, superando Henrique Ventura Oliveira e Henrique Moura Oliveira por apenas dois décimos de segundo depois de uma prova emocionante. Mikkel Kristensen e Manuel Cañizares impuseram o Ligier JS2R da Chefo Sport na GTX e na GTC, batendo o Porsche Cayman GT4 CS da Speedy Motorsport pilotado por Pompeu Simões e Duarte Camelo, que se estreiam na divisão este fim-de-semana.
     
    Andrius Zemaitis ficou no terceiro posto, em Porsche Cayman GT4 MR, recuperando pontos a Tomás Pinto Abreu e Simon Moore, em Ginetta G50 da Tockwith Motorsport, quinto, reforçando a sua candidatura ao título da divisão. Na Cup, Rui Miritta, que chegou à pista de Portimão já com o título de campeão da GTC, manteve o seu registo a raiar a perfeição, vencendo a corrida e o título que lhe faltava no Iberian Supercars.

  • AIA Corrida 1: João Macedo Silva vence os Clássicos, Luís Alegria domina entre os 1300

    AIA Corrida 1: João Macedo Silva vence os Clássicos, Luís Alegria domina entre os 1300

    A penúltima corrida do Campeonato de Portugal de Velocidade Clássicos e Clássicos 1300 decorreu hoje no Autódromo Internacional do Algarve com a pista molhada depois de um aguaceiro se ter abatido sobre a pista minutos antes da corrida começar. Apesar disso, foram mais de quarenta os automóveis que se lançaram para esta penúltima manga de 2024 de ambos os campeonatos.

    Na sessão de qualificação, os Clássicos foram dominados pelo Porsche 911 RSR preparado pela Garagem Aurora de João Macedo Silva. António Soares (Ford Escort RS MKI) foi o segundo mais rápido, ficando as três primeiras filas da grelha de partida dos Clássicos preenchida com uma verdadeira armada Ford: João Novo (Escort MKI), Rui Costa (Escort RS1800) e João Cruz (Escort RS MKI).

    Nos Clássicos 1300, Luís Alegria impôs o seu Datsun 1200, com Pedro Barbosa a levar carro à primeira fila da grelha dos 1300. O líder do campeonato absoluto e dos Legends 1300, Luís Mendes, colocou o seu Citroen AX Sport no terceiro lugar, seguido de Nuno Soares (Datsun 1200), João Braga (Datsun 1200) e do surpreendente Miguel Miguel que levou o seu Austin Metro até à terceira fila da grelha de partida.

    A corrida de ambos os campeonatos tiveram dominador comum. Nos Clássicos, João Macedo Silva impôs o Porsche 911 RSR e nem um “Full Course Yellow” (provocado pelo abandono do Ford Escort RS MKI de Luís Nunes) permitiu que Rui Costa pudesse incomodar o piloto da Garagem Aurora. O piloto do belo Ford Escort RS 1800 encontrou forma de passar pelos seus adversários, ajudado por um pião de António Soares e dificuldades do Ford Escort MKI de João Novo. A classificação dos primeiros ficou, assim, estabelecida ficando o foco da corrida na recuperação de António Soares que o levou a terminar no pódio depois de uma breve luta com Rui Alves.

    Contas feitas, João Macedo Silva venceu a corrida à geral, nos Clássicos e na categoria H75. Ganhou pontos nas contas do campeonato absoluto e nos H75, mas precisa que Rui Costa, que foi segundo nos H75, fique mais atras com maior perda de pontos para se sagrar campeão. O piloto do Escort RS 1800 MKII ficou em segundo na categoria, seguido de António Soares, Rui Alves, Tiago Reis, todos em Ford Escort RS 1600 MKI. Ficaram, depois, Cláudio Vieira (Porsche 911 RS), António Carvalho (BMW 2002), tendo Manuel Moura Teixeira (Porsche 911 RS) abandonado a corrida.

    No Grupo 5, apesar dos problemas no seu Ford Escort RS 1600 MKI, João Novo conseguiu vencer o Grupo 5 na frente do exótico Mazda RX2 Capella de Marco Pinto. Luís Nunes abandonou na madrugada da corrida e não ficou classificado. Vítor Costa e o seu Lotus Elan venceram a categoria H71, enquanto que nos H81, Ricardo Pereira levou o seu Ford Escort RS 2000 a um excelente quinto posto à geral, vencendo nesta categoria à frente do Porsche 924 de Pedro Poças e do Porsche 934 Turbo de Pedro Bethencourt.

    Entre os Clássicos 1300, a grande surpresa foi a ausência na grelha de partida de Luís Mendes. Problemas no seu Citroen AX Sport deitaram por terra o excelente esforço feito na qualificação. Na classificação absoluta do campeonato tudo ficou mais apertado. Indiferente a todos os dramas, Luís Alegria levou o seu Datsun 1200 à cabeça da corrida e dominou, tal como sucedeu com João Macedo Silva nos Clássicos, da luz à bandeira. O campeão de 2023 conseguiu, ainda, imiscuir o seu Datsun entre os dez primeiros à geral.

    Pedro Barbosa tentou incomodar Luís Alegria, mas pensando nas contas do campeonato e da categoria H75, o piloto do Datsun 1200 preferiu recolher os pontos para o segundo lugar entre os 1300 e na categoria. O pódio ficou fechado com o Datsun 1200 de João Braga. Nelson Resende ficou na quarta posição dos Clássicos 1300, fechando o Top 5 o Peugeot 106 de Gonçalo Matias.

    Olhando às classes, os H75 foram ganhos por Luís Alegria na frente de Pedro Barbosa, João Braga, Nelson Resende e Nuno Soares, todos em Datsun 1200. Igualmente ao volante de um Datsun 1200, Rui Castro foi o melhor entre os H71. Destaque para a presença em pista do Datsun 1000 pilotado por Miguel Barata e Veloso Amaral que venceram a Taça 1000 dentro dos H71.

    António Costa não conseguiu vencer o Desafio ANPAC, sendo batido por Daniel Gouveia e Paulo Azevedo. Atrás dos três primeiros ficaram Nuno Pinheiro e José Calazans, que trocou o seu Renault Spider pelo Fiat Punto 85 S desta categoria. Miguel Miguel venceu entre os H81, ao passo que a ausência de Luís Mendes abriu a porta à vitória de Gonçalo Martins (Peugeot 106) nos Legends 1300, com Fernando Morgado a levar o seu Suzuki Swift GTI ao segundo lugar. Finalmente, vitória na Stock Cup para o Honda Jazz de Frederico Formiga, seguido do Rover 25 de Trevor Stretch, com o Citroen C1 de Luís Alcino a vencer a nova categoria C1.

  • Rafael Cardeira termina em quinto os FIA Motorsport Games

    Rafael Cardeira termina em quinto os FIA Motorsport Games

    Chegou ao final os FIA Motorsport Games para a dupla Rafael Cardeira e Luís Boiça que se estrearam este fim-de-semana em competições internacionais arrecadando o quinto lugar entre os pilotos da categoria Rally4 Tarmac.

    “Começámos muito bem o dia logo com um quinto lugar. Mas ao longo da manhã fomos sendo cautelosos e fomos perdendo algum ritmo e caímos para sétimo. Durante a tarde recuperámos e chegámos ao quinto posto. Na última classificativa conseguimos o quarto tempo, mas já não deu para subir posições. Não chegámos às medalhas como queríamos, mas para quem se estreou além-fronteiras tenho de estar satisfeito com o resultado e com a experiência. Foram dias fantásticos com a toda a comitiva portuguesa”, referiu Rafael Cardeira.

    Xavier Lázaro na categoria Karting Sprint Mini tem estado em plano de evidência e hoje não foi exceção. O jovem piloto de 11 anos venceu a primeira corrida de qualificação com uma última volta de cortar a respiração. Na segunda corrida de qualificação cruzou a linha de meta no quarto lugar depois de ter liderado toda a prova. Amanhã terá pela frente mais uma manga de qualificação e a final.

    A equipa feminina no Karting Endurance deu por concluída a sua participação nos ‘Jogos Olímpicos’ do Desporto Automóvel com um 18º lugar nas quatro horas de competição. Francisca Queiroz, Matilde Magalhães e Margarida Furtado foram consistentes no andamento e de tudo fizeram para ir mais além. Sendo a única equipa totalmente feminina, este é um resultado positivo.

    Martim Meneses disputou hoje as duas corridas de qualificação do Karting Sprint Sénior tendo cruzado a linha de meta na 12ª e 7ª posições. Miguel Silva no Karting Sprint Sénior, teve pior sorte e foi 20º e 17º classificado. Francisco Macedo na Fórmula 4 foi 17º classificado na qualificação e acabaria por ser desclassificado na corrida de qualificação por alegadamente ter excedido várias vezes os limites de pista. Amanhã, enfrentará a corrida final. Álvaro Ramos nos GT Single Make foi 9º e 11º classificado na qualificação 1 e 2 respetivamente.

    No Drifting, a qualificação não correi bem a Janita Vieira que foi 23º. Mas amanhã enfrentará as batalhas e só aí tudo ficará decidido. No Crosscar Sénior João Dinis têm-se batido com pilotos mais experientes, mas nem por isso se tem dado por vencido. Foi 19º na primeira corrida de qualificação para na segunda arrecadar o 12º lugar. Amanhã terá lugar a terceira manga de qualificação, as meias-finais e as finais. Nos Esports, Ricardo Ledo mesmo depois das dificuldades iniciais de adaptação chegou à final nos GT, cruzando a meta no 13º lugar. David Sobreiro ficou pelas meias-finais, a um único lugar de chegar às finais.

  • Filipe Albuquerque com a Wayne Taylor Racing e Cadillac no Campeonato Norte Americano de Resistência

    Filipe Albuquerque com a Wayne Taylor Racing e Cadillac no Campeonato Norte Americano de Resistência

    Filipe Albuquerque vai voltar a disputar o Campeonato Norte Americano de Resistência em 2025 com a Wayne Taylor Racing mas ao volante de um Cadillac V-Series. A mudança de construtor é a grande alteração para a próxima temporada já que a equipa e o companheiro de equipa, Ricky Taylor mantêm-se inalteráveis. Will Stevens juntar-se-á ao duo luso americano em três corridas ao longo da época e Brandon Hartley será o quarto piloto nas 24 de Daytona.

    A estreia de Albuquerque ao volante do Cadillac #10 acontecerá na prova inaugural do Campeonato a 25 e 26 de janeiro em Daytona. O desafio de um novo carro para a próxima época entusiasma o piloto português: “É fantástico poder voltar aos comandos de um Cadillac, marca com a qual competi neste campeonato durante quatro anos. Regressar a ‘casa’ é sempre uma sensação muito boa. A minha primeira vitória nas 24h de Daytona à geral foi com um Cadillac. Espero que este regresso signifique regressar também às vitórias que ultimamente me têm escapado”, começou por dizer o piloto português.

    “Os Cadillac foram uma pedra no nosso sapato o último ano, as lutas eram muito acesas e nem sempre saímos por cima. Por isso é uma boa sensação saber que vamos estar todos juntos na luta pelo campeonato. Sim, porque não colocar outra hipótese que não seja discutir o título: eu, o Ricky, a WTR e a Cadillac”, continuou.

    “Estou muito entusiasmado por dar início a esta nova época. Espero sinceramente que seja um renascer e que consigamos ser mais felizes que as duas últimas épocas”, concluiu Filipe Albuquerque mais motivado que nunca para competir em solo americano.

    A época 2025 arranca com as 24h de Daytona mas antes terá lugar os treinos de preparação para a mítica prova americana, o Roar before the Rolex 24  de 17 a 19 de janeiro em Daytona.