Categoria: + Motores

  • A sorte nada quis com Sérgio Castro em Mação

    Ao longo de todo o fim-de-semana do 57º Mação Verde Horizonte, Sérgio castro viu-se sempre impedido de assumir um previsível lugar entre os pilotos da frente no Campeonato de Portugal de Kartcross by Transwhite. Entre incidentes e problemas técnicos, tudo aconteceu ao piloto de Figueiró.

    As duas primeiras provas da época de Sérgio Castro transformaram-se numa “série negra” que afetou as justas pretensões do piloto do ASK 18 em se imiscuir na luta pelas vitórias.

    O fim-de-semana foi tão atribulado que só nos treinos cronometrados Sérgio Castro conseguiu rodar sem problemas, situando-se aí logo entre os mais rápidos. Mas, depois foi um corrupio de situações infelizes que arruinou a prova do piloto.

    A bateria do seu kartcross deixou de funcionar, impedindo-o de sequer alinhar na primeira manga de qualificação e, quando entrou ao ataque nas seguintes para recuperar o máximo que lhe fosse possível sofreu um toque que danificou a caixa de velocidades e, no computo geral desta fase, viu-se ingloriamente relegado para o 16º lugar.

    E a machadada letal seria na semifinal. Arrancando com o firme propósito de recuperar para conseguir um lugar aceitável na grelha de partida para a corrida decisiva, Sérgio Castro voltou a ser vítima de um toque que, desta feita, foi fatal e a jornada terminou logo aí.

    “Foi um fim de semana completamente para esquecer. Tudo nos aconteceu, mas não deitamos a toalha ao chão. O campeonato ainda é longo e vamos motivados para virar esta mare de azar já próxima jornada. A partir de agora, o nosso foco é lutar corrida a corrida pelas vitórias e pelos pódios!”, assumiu o piloto.

    O Ralicross de Baltar será a terceira jornada do ano do Campeonato de Portugal de Kartcross by Transwhite e disputa-se nos dias 4 e 5 de junho.

  • Mesmo com uma final atribulada Jorge Machado pontuou forte em Mação

    Aos comandos do seu Citroen C2 S1600, o lousadense esteve sempre entre os melhores ao longo do fim-de-semana do 57º Mação Verde Horizonte, segunda prova da temporada do Campeonato de Portugal de Ralicross by Transwhite.

    Uma coisa voltou a provar segunda prova da temporada da competição maior do ralicross nacional: a concorrência vai ter que contar com Jorge Machado entre os pilotos capazes de vencer provas e de discutir o título.

    E tal foi evidente, mesmo se o resultado final tenha ficado aquém daquilo que o lousadense demonstrou ser capaz de alcançar.

    Forte nos treinos, continuou igual nas mangas de qualificação, mas logo aí a malapata faria a sua aparição, tendo partido a alavanca das velocidades logo na volta inicial da primeira manga, tendo depois vencido a segunda e, quando se preparava para dar tudo para repetir “a dose”, sofreu um toque na terceira que o prejudicou imenso.

    Terceiro no somatório das mangas, venceu a sua semifinal e colocou o Citroen C2 S1600 na fila da frente da grelha de partida para a Final.

    Mas, a sorte continuaria em parte incerta no momento decisivo. Foi forte na partida e, quando estava na discussão da vitória, o C2 decidiu “calar-se”. Jorge Machado conseguiu colocar o motor a funcionar de novo, mas já com algumas posições perdidas. Fez então uma corrida ao ataque, recuperando até ao 3º posto. Só que, e já depois da bandeirada de xadrez, seria penalizado e relegado para o 4º posto final.

    “Foi um fim de semana agridoce. Estivemos sempre rápidos e poderíamos ter lutado pelo pódio, mas os azares não permitiram mais. Poderíamos ter saído de Mação com outro resultado que não este. Estamos contentes pois estamos na segunda posição do campeonato, o que nos coloca na luta pelo título”, resumiu o lousadense que quis “agradecer a minha equipa, a HR Racing Team, pelo todo trabalho na recuperação do carro após o toque e à minha família que esteve em pista para me apoiar”.

    O Ralicross de Baltar será a terceira jornada do ano e disputa-se nos dias 4 e 5 de junho.

  • Joaquim Machado assina exibição de gala e vence em Mação!

    A primeira fase do Campeonato de Portugal de Ralicross by Transwhite 2022 abriu alas ao melhor Joaquim Machado de sempre. O lousadense está imperial a tripular o Peugeot 208 S1600 e saiu da pista ribatejana com o primeiro triunfo do ano e a liderança do campeonato!

    A história do sucesso nesta segunda prova da temporada de Joaquim Machado nas lides da Divisão S1600 não fica contada, mas fica marcada por uma palavra: domínio.

    O piloto de Lousada chegou ao 57º Mação Verde Horizonte com a motivação em alta, mercê do bom resultado e andamento a condizer que tinha conseguido em Montalegre. Debaixo de intensa canícula, a dura e técnica pista de Mação cedo viu Joaquim Machado imiscuir-se entre os mais rápidos, tendo vencido uma das mangas de qualificação e reclamando ainda dois terceiros lugares nas restantes.

    Senhor da melhor posição na grelha de partida para a sua semifinal, o lousadense impôs o Peugeot 208 S1600 e para além de a vencer, ainda conseguiu ser o mais rápido desta fase, garantindo assim a “pole-position” para a corrida decisiva.

    Aí, nem os incidentes que obrigaram a duas partidas lhe retiraram protagonismo e supremacia. Arranca na frente na largada inicial e repete a “dose” na segunda partida, fazendo valer a “pole”. A partir daí, Joaquim Machado foi simplesmente inalcançável pelos demais e a bandeirada de xadrez coroou a sua exibição com uma vitoria plena de justiça.

    O triunfo colocou o piloto da Kaxa e Motor na liderança do campeonato e, mais do que isso, deu um “aviso à navegação” de que Joaquim Machado é um dos candidatos mais fortes ao título.

    “Esta vitória é dedicada a minha equipa de assistência, que foi incansável para me entregar um 208 fiável e rápido e também à minha família que me esteve a apoiar ao máximo. Estamos com um excelente ritmo e na liderança do campeonato, mas o campeonato é bastante longo e a concorrência está bastante forte. Vamos lutar até ao fim pelos nossos objetivos e estes passam por alcançar o título!”, realçou Joaquim Machado.

    O Ralicross de Baltar será a terceira jornada do ano e disputa-se nos dias 4 e 5 de junho.

  • João Ramos lidera Baja Oeste após SS1

    Piloto da Toyota é primeiro e quer repetir triunfo de 2021. Líder do campeonato, João Ferreira, é quarto e João Dias, em Can-Am, ocupa lugar no pódio

    João Ramos e Filipe Palmeiro estão em destaque pela positiva no primeiro de dia de competição da Baja Oeste 2022 para os automóveis. Se o prólogo foi ganho por Alejandro Martins, o primeiro sector selectivo foi dominado pela dupla da Toyota Hilux que ascendeu, assim, à liderança com 30,3 segundos de vantagem sobre João Dias, em CanAm. O campeão nacional em título, Tiago Reis, ocupa o terceiro lugar.

    A prova começou com Alejandro Martins e José Marques a imporem-se no primeiro confronto. Ao volante do Mini JCW, a equipa bateu Cristian Baumgart e João Ramos, ambos em Toyota, pela mesma diferença, 0,6 segundos. Contudo, o piloto, entretanto líder, não consegui manter a toada e caiu para o sétimo posto, com quase seis minutos perdidos nos mais de 160 quilómetros do primeiro sector selectivo. Já João Ramos esteve muito competitivo. O portuense venceu o sector e assumiu o primeiro lugar com os principais adversários, Dias e Reis, a menos de um minuto de diferença.

    João Ferreira não conseguiu, ao contrário das primeiras provas do ano, discutir o primeiro lugar. No arranque foi sexto e no sector da tarde fechou na quarta posição à frente de Alexandre Franco. Nuno Tordo é oitavo da geral e lidera a categoria T8.

    “Para este sector, arrancámos na segunda posição após o prólogo. Assim ficou o sorteio. Durante o percurso, percebi que havia zonas muito sinuosas. Também havia algumas zonas rápidas e mau piso. Consegui, facilmente, encontrar o meu ritmo perante as dificuldades que o percurso tinha, que eram muitas. Consegui ser constante e resultou em estarmos no primeiro lugar para amanhã. É muito cedo para aliviar pé porque estamos todos em cima uns dos outros”, afirmou João Ramos.

    Este domingo, os automóveis cumprem novo sector selectivo com 144 quilómetros de extensão. João Ramos será o primeiro em pista. O piloto da Toyota arranca às 11h25.

  • Pedro Rosário: “queremos estar na luta pelo pódio em Mação!”

    Depois de ter tido um arranque de época atribulado em Montalegre, o consagrado conimbricense está de olhos postos no regresso já no próximo fim-de-semana aos resultados de topo, na corrida de Mação, segunda prova do Campeonato de Portugal de Kartcross by Transwhite 2022.

    A mudança de kartcross para 2022 fazia Pedro Rosário e a sua equipa preverem que poderiam acontecer algumas “dores de crescimento” e, como tal, não foi surpresa que “o início do campeonato foi complicado. Um kartcross muito diferente e sem tempo para testar resultou em falta de fiabilidade em alguns componentes, mas trabalhamos a fundo para chegar agora a Mação em condições bem diferentes”.

    Como tal, a expectativa de Rosário para o 57º Mação Verde Horizonte “é muito diferente. Fizemos alterações ao nível da transmissão, suspensões e travagem. Com estas mudanças pensamos que vamos ser muito competitivos e fiáveis, podendo assim estar na luta pelos lugares da frente”.

    Mação tem um traçado que agrada ao piloto: “a pista é muito divertida e já lá ganhei algumas vezes. Não tenho qualquer dúvida de que iremos assistir a uma corrida onde acredito que as diferenças de andamento entre os mais rápidos vão ser mínimas”, assumindo que “o objetivo é, pelo menos, estar no pódio final!”.

  • Maio, Vale e Guerreiro arrancam na frente

    A Baja Oeste 2022 já começou. No dia de hoje, 6 de maio, motos, quads e SSV entraram em competição nesta que é a segunda edição da prova organizada pela Escuderia Castelo Branco. Os pilotos começaram a explorar as pistas da região Oeste num prólogo ganho por António Maio, nas motos, por João Vale, nos quads, e por Gonçalo Guerreiro, nos SSV.

    Entre as duas rodas, o campeão nacional em título impôs-se aos comandos da Yamaha WR 450. O piloto alentejano foi o mais lesto ao longo dos 6,5 km do percurso de abertura e deixou Gustavo Gaudêncio (Honda), o segundo mais rápido, a 4,5 segundos de distância. Também em Yamaha, Martim Ventura fechou o dia na terceira posição.

    João Vale, com o Yamaha YFZ 450R, conseguiu superiorizar-se, mas apenas ganhou 3,9 segundos ao segundo classificado, Luís Fernandes (Yamaha). Nos quads, o construtor nipónico está a revelar uma superioridade muito grande. Fernando Cardoso fechou em terceiro com uma máquina semelhante às dos dois primeiros. Curiosamente, os 11 mais rápidos apresentam-se todos em Yamaha.

    Mais apertado foi o confronto dos SSV. Gustavo Guerreiro marcou presente e mostrou que está de olhos na vitória. O jovem piloto do Can Am XRS foi o único SSV a baixar da marca dos cinco minutos. Deixou Hélder Rodrigues, em Can Am Maverick XRS RR, a 3,3 segundos. Sébastien Guyenne, em Can Am XRS, por pouco não terminada no lugar de Rodrigues. Mas foi forçado a ceder esse lugar e a ficar com o terceiro posto. A diferença entre os dois foi de apenas 0,1 segundos.

    “O prólogo correu muito bem. Estava muito giro. Um traçado técnico. Inicialmente, pensei que tinha mais tração do que tinha realmente. Percebi que estava bastante escorregadio logo após as primeiras curvas. Fiz um prólogo limpo. Queria ganhar para amanhã sair à frente e evitar o pó. Vai, certamente, estar muito pó. Esta prova é totalmente nova para mim. Aliás, andei muito poucas vezes aqui no Oeste. Estou ansioso para saber o que me espera amanhã”, afirmou o líder, António Maio.

    “É a minha primeira vez em Torres Vedras. Correu bem. Eu gosto destes percurso enrolados. Vamos ter muitos quilómetros. É a corrida mais longa que já fiz. Vamos ter de gerir o andamento para tentar ganhar”, esclareceu João Vale.

    “Pelos vistos, foi um prólogo bom. Não estava à espera de ganhar porque o terreno estava bastante escorregadio e acho que perdi bastante tempo nas curvas mais apertadas. Creio que também perdi por um erro meu pois fui com pressão mais baixa nos pneus. Foi um ponto importante para quem quer lutar pelo campeonato”, disse Gonçalo Guerreiro

    A Baja do Oeste continua amanhã. As motos, os quads e os SSV têm dois sectores selectivos pela frente, enquanto os automóveis começam a competição com o prólogo durante a manhã e continuam com um sector selectivo à tarde. No total, motos, quads e SSV vão percorrer 225 quilómetros contra o relógio, enquanto os carros competem em 166,5 quilómetros.

  • Pedro Tiago: “Mação será o nosso primeiro verdadeiro teste em 2022!”

    O lousadense encara o 57º Mação Verde Horizonte como um desafio que quer suplantar com distinção. Aos comandos do seu Skoda Fabia S1600, Pedro Tiago enfrenta o feroz pelotão da sua Divisão e quer estar na corrida decisiva do fim-de-semana desta segunda tirada do Campeonato de Portugal de Ralicross by Transwhite.

    Na abertura da época, Montalegre transformou-se num pequeno pesadelo o craque lousadense que, em 2018 e 2019, chegou ao bicampeonato na Divisão Nacional 1.6.

    “No somatório final, nem dez voltas dei à pista de Montalegre e por isso não conseguimos ter uma noção clara de como nos situamos no pelotão”, lembra Pedro Tiago que entre problemas e toques, teve uma jornada inaugural do campeonato infeliz.

    Mas já lá vai. Agora o foco está em Mação que será para o lousadense “o nosso primeiro verdadeiro teste em competição esta época. A pista de Mação tem um traçado que gosto muito, sendo mesmo uma das minhas pistas favoritas, a par com Lousada e Sever do Vouga”, realçando que o circuito ribatejano é “fisicamente muito exigente. Pista muito técnica, que exige sangue-frio e um grande trabalho de preparação, pois o Setup do carro é totalmente diferente das demais”.

    Pedro Tiago considera que “a nossa equipa fez um bom trabalho para preparar o carro e vou confiante de que poderemos ser competitivos. Ir à final é o nosso primeiro objetivo e, estando lá, logo se vê do que seremos capazes face aos adversários”.

  • Luís Morais: “vamos desfrutar de mais um ralicross antes de nos focarmos no Rali de Portugal!”

    Depois de ter brilhado em Fafe, na sua estreia absoluta no Campeonato de Portugal de Ralis, o piloto lousadense muda o “chip” e regressa às origens: vai ao traçado internacional de Montalegre enfrentar o feroz pelotão da Divisão S1600 do Campeonato de Portugal de Ralicross. Depois será tempo de preparar o Rali de Portugal.

    Já diz a sabedoria popular que “para a frente é que é caminho”. Doutas palavras e que Luís Morais segue na íntegra.

    O rápido piloto de Lousada já assimilou o resultado menos positivo de Mortágua: “foi um rali onde fui muito infeliz. Estávamos a andar muito cautelosos, pois era um rali muito duro e o andamento estava a ser mesmo muito bom. Depois rebentou o tubo de óleo da direção assistida do Peugeot 208 Rally4, forçando a desistência”.

    Para Luís Morais, este abandono e o resultado menos bom do Terras D’Aboboreira “em nada abala a nossa confiança e a nossa motivação. Em ambos os ralis, provamos que, tal como em Fafe, temos andamento para andar entre os melhores, mesmo sendo esta a minha primeira época no Campeonato de Portugal de Ralis Duas Rodas Motrizes. Por vezes, o entusiasmo de quem nos rodeia faz com que naturalmente estejam sempre à espera de grandes resultados, mas não embandeiramos em arco quando somos bem-sucedidos, como não desanimamos quando as coisas são menos boas”.

    Por isso, o lousadense já só tem olhos para “preparar muito bem a nossa presença no Vodafone Rali de Portugal. É uma honra ir competir no melhor rali do mundo e estou feliz por ir ser navegado pelo meu amigo Paulo Silva, que me acompanhará até ao fim da época. Estou certo de que vamos nos entrosar rapidamente e que seremos bem-sucedidos”.

    Morais revela que “possivelmente só faremos a primeira etapa, pois é a que conta para o CPR 2RM e para a Peugeot Rallye Cup Ibérica, mas, se tudo correr bem, logo se vê”.

    Entretanto e sem delongas na sua atividade desportiva, Luís Morais volta já este fim-de-semana aos comandos do seu Citroen Saxo S1600 para estar presente em Mação, na segunda prova do Campeonato de Portugal de Ralicross by Transwhite. Será mais “uma prova para me divertir e para estar com os meus muitos amigos do ralicross. Mação é um circuito que me muito gozo, por ser muito técnico, exigindo muito do motor e das suspensões”. Luís Morais encara a prova “sem pressões, pois o meu foco são os ralis. Mesmo assim, vou dar o meu melhor e tentar chegar à final”.

    O piloto não se esquece de agradecer “a toda a equipa e amigos que me acompanham nesta aventura e sobretudo à família que me está a dar apoio máximo este ano para conseguir atingir os meus objetivos. Uma palavra muito especial ainda para os meus patrocinadores, Talho Magalhães, Quinta de Marlães, ETS e BM Auto por todo o apoio que me dão no ralicross”.

  • Sérgio Castro: “Montalegre já lá vai. Em Mação quero estar na luta pelo triunfo!”

    A prova número 2 do Campeonato de Portugal de Kartcross by Transwhite será em Mação e o piloto do ASK 18 quer voltar a provar que consegue ser dos mais rápidos e, como tal, um dos candidatos às vitórias.

    Com a “cabeça limpa” do infortúnio que o afastou de uma mais do que possível vitória em Montalegre, o piloto de Figueiró chega a Mação com “expectativas elevadíssimas, depois do fim de semana de Montalegre em que mostramos a nossa rapidez, rodando nos lugares cimeiros”.

    A prova raiana ao Gerês seria abruptamente interrompida falta de luz de stop, mas “isso já lá vai. Foi um balde de água fria, mas aprendemos com esses momentos”.

    No período temporal entre as duas provas, a equipa técnica de Sérgio Castro trabalhou bastante para “desenvolver o ASK18, sobretudo ao nível dos braços de suspensões e nos ‘setups’, tendo um pequeno teste, que realizamos no passado fim-de-semana, validados as alterações”, revela o piloto.

    Sérgio Freitas está entusiasmado pois “o circuito de mação é muito particular sim, alem de ser a pista com mais piso em terra, é um circuito muito técnico e não posso negar que é nesse tipo de circuito que me sinto mais a vontade”, assumindo que “vamos trabalhar para impor um ritmo forte logo desde os treinos e estar entre os mais rápidos ao longo do fim-de-semana. Chegar à final será o objetivo mínimo, mas o que queremos mesmo é lutar pelo triunfo”.

  • Leonel Sampaio: “vamos lá ver se em Mação temos um fim-de-semana positivo!”

    O piloto de Lousada sente-se motivado e capaz de suplantar o arranque de época menos positivo e voltar aos bons resultados já em Mação.

    O PTRX vê chegada a hora da sua 2ª prova, com a realização do 57º Mação Verde Horizonte já neste fim-de-semana que se avizinha.

    E Leonel Sampaio chega à pista ribatejana com o firme propósito de passar um pano por cima do infortúnio que o fez quedar-se pela meia-final em Montalegre, no arranque do Campeonato de Portugal de Ralicross by Transwhite 2022.

    O lousadense afirma mesmo que “vamos ver se é desta que faço um fim de semana saudável, sem toques, outros incidentes ou algum imprevisto com o carro”, sabendo que “se não nos acontecer algum azar, temos perfeita noção de que temos andamento para discutir o acesso à final e, chegados aí, lutar pelos lugares cimeiros”. A pista de Mação é para o lousadense “um osso duro de roer. o circuito de Mação é um traçado muito curto e perigoso se o carro for demasiado as bermas, mas não deixo de gostar de correr lá e vou dar o meu máximo”, estando muito confiante “na competitividade do Skoda Fabia. Fizemos uma revisão total e alteramos algumas coias a nível elétrico, esperando que agora em pista vejamos os resultados do nosso trabalho”.