Categoria: + Motores

  • MNE SPORT em 3 frentes diferentes no fim-de-semana que se avizinha

    A equipa nortenha tem à sua frente uma tarefa hercúlea nos próximos dois dias, tendo que se desdobrar em 3 frentes: Montanha e Ralis a norte e Velocidade no Estoril.

    A primeira “baixa” resultante da azáfama previsível é “o meu fato e capacete. Infelizmente, perante este fluxo de trabalho que muito nos orgulha, não poderei alinhar na Penha, para poder me focar na coordenação das três equipas técnicas que faremos deslocar às 3 provas em que daremos assistência a um total de 8 equipas!”, anuncia José Carlos Magalhães, “Team Manager” da estrutura.

    O responsável considera que essa opção “é a mais sensata. Esta coincidência tripla de datas, que infelizmente se irá repetir algumas vezes ao longo da época, obriga a uma logística enorme e devo à minha equipa o meu empenho em que tudo corra bem com eles e com os pilotos e equipas que em nos confiam”.

    Será na Penha que José Carlos Magalhães montará o seu “quartel-general”.

    Aí, na segunda jornada do Campeonato de Portugal de Montanha JC Grou, a zona de assistência da MNE Sport acolherá os Porsche 991 e 997 GT3 CUP de Vítor Pascoal e Pedro Silva, o Citroen Saxo do regressado Francisco Milheiro e as “montadas” das duas pilotos da estrutura, Eva Laranjeira e Rita Matos, que tripularão, respetivamente o Peugeot 205 Rallye e o Fiat Uno 45S no CPM1300.

    O Estoril recebe o Racing Kickoff e lá estarão envolvidos nas lutas dos Legends Arlindo Beça (Toyota Carina E Troféu) e António Barros (BMW M3). Já em Vieira do Minho decorre a primeira prova do Campeonato Promo de Ralis e a MNE Sport estará a cuidar do Peugeot 306 S16 da dupla formada por Franquelim Gonçalves e Raul Gonçalves.

    Fim-de-semana “de loucos” mas que também representa “o crescimento que a nossa estrutura está a viver, que muito nos orgulha e responsabiliza”, diz José Carlos Magalhães que faz votos de “terminarmos o fim-de-semana com a satisfação de termos estado à altura do desafio e, se possível os bons resultados de todos os pilotos apoiados tecnicamente pela MNE Sport”.

  • Tiago Ferreira traça acesso à final como primeiro objetivo em Montalegre

    Depois de uma época muito positiva em 2021, marcando a sua estreia na Divisão D1600 com excelentes exibições aos comandos do seu Peugeot 208 S1600, o lousadense quer estar ainda mais competitivo nesta nova temporada do Campeonato de Portugal de Rallycross by Transwhite.

    Tiago Ferreira tem construído uma carreira muito sólida dentro do plantel do PTRX.

    O lousadense alia a rapidez à consistência e sente-se “preparado para uma época que será de certeza tão disputada quanto espetacular. A Divisão S1600 esta cada vez mais competitiva e isso é para mim um fator extra de motivação, pois sei que vou lutar contra os melhores e quero ser um deles!”.

    Para este arranque de temporada em Montalegre, já no fim-de-semana que se avizinha, Tiago Ferreira revela que “estamos muito confiantes. Preparamos bem a época e queremos chegar à Final, sendo esse o nosso objetivo principal. Se o alcançarmos, então isso significa que estaremos com tudo em aberto para um resultado tremendo e que poderá ser muito importante para encararmos o resto da temporada com ainda mais ambição!”.

    A pista raiana é “exigente, pois o traçado é o mais rápido de entre todos os que iremos visitar este ano. Não existe margem para erro, todas as décimas numa pista como esta contam para um bom resultado final”.

    O seu Peugeot 208 S1660, que ostenta as cores dos patrocinadores GALARDI NORTE, EJOR, Transportes Tiago e Carla e Nascente Corretores de Seguros, tem vindo a ser alvo de um profundo trabalho: “já no final da época passa realizamos algumas evoluções. Para este ano iremos manter a confiança no nosso carro, trabalhar para que esteja sempre a evoluir e tentar tirar o maior proveito as capacidades do Peugeot”.

    Agora é tempo de fazer rugir o “leão” em Montalegre e Tiago Ferreira apresenta-se com a motivação em alta!

  • Joaquim Machado quer começar a época a lutar pelo pódio entre os S1600

    O líder da equipa Kaxa e Motor assume a ambição natural de quem tem sido um dos grandes protagonistas da divisão mais forte do PTRX. Por isso, o lousadense quer estar entre os protagonistas da Divisão S1600 no Campeonato de Portugal de Rallycross by Transwhite 2022

    Espetacularidade e eficácia são termos aplicáveis ao estilo e capacidade de Joaquim Machado. O lousadense “trata por tu” o seu Peugeot 208 S1600 e faz dele uma “arma” eficaz na busca da glória e do triunfo entre os maiores do PTRX.

    Terminado que está o defeso, Joaquim Machado foca por completo no Ralicross de Montalegre que, no fim-de-semana que se avizinha, marcará o arranque do Campeonato de Portugal de Rallycross by Transwhite 2022.

    E com que espírito e missão chega Joaquim Machado a Montalegre?

    “as expectativas para esta prova de arranque são claras: queremos, pelo menos, o pódio. Estou bastante motivado. O traçado é interessante e um dos meus favoritos e sei que vamos conseguir ser competitivos. Será uma luta muito interessante!”, remata o consagrado lousadense.

    4º classificado em 2021, Joaquim Machado quer mais: “o pódio final é claramente o nosso objetivo principal da época!”.

    O Peugeot 208 S1600 foi trabalhado durante a paragem entre campeonatos, com a Kaxa e Motor a trabalhar “essencialmente na fiabilidade que foi um problema no ano passado. Julgamos que as alterações introduzidas serão eficazes e sabemos que ainda temos margem para melhorar o carro ao longo da época”.

  • Leonel Sampaio focado em ser mais forte em 2022

    Depois de uma época de adaptação à dura Divisão S1600, o piloto de Lousada inicia em Montalegre uma temporada onde quer ser muito mais competitivo no Campeonato de Portugal de Ralicross by Transwhite.

    Está no seu “ADN” lutar sempre pelos lugares de topo e a eles quer voltar em 2022.

    Falamos de Leonel Sampaio que se preparou de forma profunda para o arranque da temporada de ralicross, chegando a Montalegre com “expectativas boas e muita ambição. Em 2021, enfrentamos com muita garra e sacrifício a passagem para os S1600 e julgo que rubricamos boas exibições ao longo do ano”.

    Assume mesmo que o 11º lugar final “ficou aquém do que mereceríamos. Mas foi sobretudo um bom ano para aprender quer no que respeita à forma bem diferente com que tenho de encarar as corridas nesta divisão, quer sobretudo na adaptação ao Skoda Fabia S1600”.

    O carro checo foi alvo de “um profundo trabalho de evolução. Trabalho tudo, desde a embraiagem, que no ano transato foi sempre um problema, ao motor e às suspensões”, revelando Leonel Sampaio que “fiquei muito satisfeito no teste que fizemos na Costilha. O carro está uma pistola!”.

    Quanto à prova de arranque, o piloto de Lousada chega ao Gerês “com consciência de que o nosso conhecimento da pista de Montalegre fica aquém da maioria dos nossos adversários. Ainda tenho algumas dúvidas em 3 curvas, que só poderei dissipar durante o fim-de-semana”.

  • Jorge Machado inicia em Montalegre o seu ataque ao título nos S1600

    Vice-campeão nacional em 2021, o consagrado lousadense quer levar o seu Citroen C2 à consagração máxima em 2022 entre os S1600. Montalegre será o primeiro desafio que Jorge Machado enfrentará na longa e desafiante época 2022 o Campeonato de Portugal de Ralicross Transwhite.

    A carreira fala por si. Jorge Machado é hoje, por pleno direito, um dos nomes fortes do PTRX, estando plenamente preparado para voltar a justificar o seu estatuto durante a época de 2022.

    O piloto assistido pela HR Racing Team vai para Montalegre com o objetivo de “começar o campeonato a pontuar forte, pois só desta forma é possível fazer um campeonato com a ambição de sonhar com o lugar mais alto do pódio”.

    No entanto, alerta para o facto de ter de contar com “vários os fatores que podem ou não permitir essa façanha, desde a fortíssima concorrência, aos incidentes próprios das corridas da Divisão S1600”. O piloto de Lousada está pronto e realça que “vamos estar em Montalegre como sempre estivemos em pista, focados e fiéis aos nossos princípios, dando tudo para conseguir triunfar”.

    Para Jorge Machado a pista inaugural do PTRX 2022 “dispensa apresentações, é um dos mais rápidos no nosso campeonato e dos poucos que permite ultrapassar os adversários em vários pontos do circuito, tenho sido muitas vezes feliz neste traçado e assim espero continuar”, destacando ainda que o traçado internacional junto do Gerês reúne “excelentes condições no paddock para que as equipas tenham alguma comodidade no trabalho durante o fim-de-semana, e bastante espaço sendo também conjuntamente com Lousada os únicos completamente alcatroados o que permite em dias de chuva um conforto enorme para todos”.

    Quanto ao Citroen C2 S1600, o defeso entre épocas permitiu trabalhar na sua evolução: “sim, tentamos extrair ano após ano o melhor do carro e neste início não foi diferente, julgo que melhorámos e estou bastante confiante com o teste que fizemos, tenho uma equipa incansável e que está constantemente à procura do melhor para mim, e tenho orgulho em dizer que tenho um carro desenvolvido 100% em Portugal!”.

  • Pedro Tiago junta-se em Montalegre aos “duros” dos S1600!

    Está de volta o rápido lousadense. E desta feita, depois de muito sucesso em outras divisões, pedro Tiago junta-se à forte “armada” da Divisão S1600. Num ano destinado a aprendizagem e evolução, estará no PTRX aos comandos de um Skoda Fabia.

    É reconhecidamente um dos mais aguerridos e rápidos pilotos da modalidade E agora, depois de um pequeno interregno, decidiu fazer um “upgrade” no desafio competitivo e vai enfrentar a época 2022 do Campeonato de Portugal de Ralicross Transwhite aos comandos de um competitivo Skoda Fabia S1600.

    Pedro Tiago está ciente de que “2022 será uma época muito exigente para mim e para a equipa. Será tudo novo e iremos competir num patamar supercompetitivo. Como tal, temos de ser frios na análise e assumir que queremos sobretudo aprender e conseguir evoluir ao longo do campeonato”.

    E dá corpo efetivo a essa evolução: “queremos perceber se a nossa rapidez vai aumentando com a habituação ao carro e, claro, ser também fundamental para nós verificarmos quanto conseguimos evoluir em termos de resultados”, assumindo que “a presença regular nas meias-finais e conseguir estar em finais, pontuando de forma sistemática, seriam provas de um sucesso até acima das expectativas iniciais”.

    Pedro Tiago vai este fim-de-semana que se avizinha para Montalegre “com esse claro intuito de aprender e nos adaptarmos à Divisão, num traçado que não é dos nossos favoritos, mas é interessante e muito exigente. O resultado não será o mais importante, mas não enjeitaremos qualquer oportunidade para chegar mais à frente. Iremos dar o nosso melhor!”.

  • Luís Morais pronto para o arranque do PTRX em Montalegre

    Depois de ter brilhado em Fafe, na sua estreia absoluta no Campeonato de Portugal de Ralis, o piloto lousadense muda o “chip” e regressa às origens: vai ao traçado internacional de Montalegre enfrentar o feroz pelotão da Divisão S1600 do Campeonato de Portugal de Ralicross.

    Será sempre uma espécie de “regresso à casa de partida”, dada a enorme ligação que Luís Morais tem ao PTRX. É uma modalidade que diz muito ao piloto lousadense: “o ralicross será sempre para mim uma grande paixão. Sou de Lousada e cresci a ver grandes provas na Costilha. Também sempre gostei da emoção de estar a lutar em pista taco a taco, lado a lado e, sempre que puder, irei correr nesta fantástica modalidade, contribuindo também para um campeonato que cresceu muito em 2021”.

    Mas, Luís Morais é claro. O PTRX não é “o nosso foco em 2022. Esse está todo nos ralis e em dar continuidade ao resultado fabuloso que alcançamos em Fafe”, onde o rápido piloto de Lousada, navegado por Helena Maia, levou o Peugeot 208 Rally4 ao pódio nas duas rodas motrizes nas contas do CPR, sendo ainda 5º na Peugeot Rallye Cup Ibérica.

    Assim, as provas de ralicross servirão sobretudo para “me divertir e ganhar ritmo. Por isso, vou a Montalegre com o sentimento de diversão e sobretudo passar um fim de semana junto à amigos e tentar rolar o mais rápido possível”. Montalegre agrada-lhe, pois, “tem um traçado que acho espetacular, mas que mete respeito nas suas exigentes curvas em terra e com corretores altos e perigosos. Mais vai ser ótimo estar mais uma vez numa corrida assim!”.

    A “montada” será um Citroen Saxo S1660 e a “batalha” será travada no seio daquela que é considerada a divisão rainha do PTRX. Como tal, Luís Morais sabe que “não teremos objetivos muito ambiciosos. O carro é bom, mas não é dos mais competitivos e o orçamento que dedicaremos ao ralicross é dos mais reduzidos entre todos os que estarão na Divisão S1600”.

    O piloto não se esquece de agradecer “a toda a equipa e amigos que me acompanham nesta aventura e sobretudo à família que me está a dar apoio máximo este ano para conseguir atingir os meus objetivos. Uma palavra muito especial ainda para os meus patrocinadores, Talho Magalhães, Quinta de Marlães, ETS e BM Auto por todo o apoio que me dão no Ralicross”.

  • Em 2022 José Lameiro não disputará o PTRX na íntegra

    Intensos compromissos empresariais estão na base da decisão do piloto e líder da equipa Diatosta: em 2022, só tripulará o seu Skoda Fabia Supercar em participações pontuais na divisão mais “musculada” do PTRX.

    Quando estamos a poucos dias do arranque da edição 2022 do Campeonato de Portugal de Ralicross, José Lameiro anunciou não só a ausência na prova inaugural que se disputará em Montalegre, mas também que não irá tentar defender o duplo título conquistado em 2020 e 2021.

    Esta decisão é tomada “por razões profissionais e pessoais. Para além da dedicação à minha família, a minha responsabilidade empresarial tem exigido e vai continuar a exigir atenção total nestes tempos conturbados que estamos a viver, muito por causa do conflito na Ucrânia, que todos lamentamos”.

    O CEO da Diatosta e da Rialto enfatiza que “temos de preservar o sucesso que a nossa marca e os nossos produtos têm vindo a ostentar. E isso exige de quem lidera total foco em estar com os nossos colaboradores, fornecedores, parceiros e clientes, ficando para segundo plano a minha atividade desportiva”.

    No entanto, e sempre que for possível, José Lameiro mantém “a intenção de fazer esporadicamente algumas provas, sempre que for possível. O campeonato diz-nos muito e também por isso temos apoiado com a nossa marca”.

  • Nata do todo-o-terreno este fim-de-semana em Góis

    O 29.º Raide Paraíso TT de Góis Arganil junta, entre esta sexta-feira a domingo, mais de uma centenas de pilotos, entre Motos, Quads e SSV, na mítica prova organizada pelo Góis Moto Clube

    Está tudo a postos para ir para a estrada o 29.º Raide Paraíso TT de Góis Arganil que terá, este ano, 301,6 quilómetros disputados ao cronómetro, num percurso selecionado nos magníficos trilhos dos concelhos de Góis e Arganil. A prova do Góis Moto Clube, segunda jornada do Campeonato Nacional de Todo-o-Terreno, inicia-se com um prólogo de 8,2 km, seguido de dois Setores Seletivos de 146,7 km a disputar sábado e domingo.

    Para hoje, sexta-feira, estão reservadas, entre as 18h00 e as 22h00, as habituais verificações documentais junto à sede do Góis Moto Clube, na Quinta do Baião, e entre as 18h30 e as 23h00, as verificações técnicas junto ao Campo de Futebol de Góis.

    No sábado, primeiro dia de competição, o primeiro concorrente terá permissão de saída do Parque Fechado às 8h30 para a primeira Prova Especial Cronometrada, com 8,2 km e partida às 9h00. Às 12h30 terá lugar a segunda Prova Especial Cronometrada, na distância de 146,7 km.

    Já no que concerne a domingo, segundo e derradeiro dia de prova, os pilotos enfrentam dupla passagem pela segunda especial da véspera, ou seja, saem do Parque Fechado às 8h30 para iniciarem, pelas 09h00, a terceira Prova Especial Cronometrada, de 146,7 km, com a afixação dos resultados finais prevista para as 13h00 e cerimónia de entrega de prémios às 14h00.

    No que diz respeito à competição propriamente dita, nas motos são muitos os pilotos que vão lutar pela vitória, tais como António Maio, Mário Patrão, Martim Ventura, Daniel Jordão, Gustavo Gaudêncio, David Megre, Paulo Santos, Óscar Teixeira, Bruno Santos, Micael Simão, entre outros alinham-se como favoritos ao triunfo.

    António Maio, major da GNR, foi quem venceu o ano passado a prova do Góis Moto Clube e sagrou-se campeão nacional, surgindo de novo com o objetivo de repetir a dose e embalar na procurar o sétimo ceptro da carreira nesta disciplina.

    Nos Quad, adivinham-se duelos interessantes ao longo da prova, a começar, por exemplo, por Luís Engeitado e Luís Fernandes, aos quais juntam-se ao piloto “caseiro” Luís Pimenta, Rafael Carvalho, Nelson Silva, Marco Pedroso, Carlos Reguinga e José Galhofas, estes últimos da classe de Veteranos.

    A categoria SSV, à semelhança do que tem sucedido em todas as provas, promete lutas titânicas pelo triunfo, com João Monteiro, Roberto Borrego, João Dias, Alexandre Pinto e Gonçalo Guerreiro na peugada do lugar mais alto do pódio. O conimbricense Luís Caseiro, bem como André Rodrigues, Ricardo Porto Nunes, Alexandre Pinto, Romeu Martins e Ruben Rodrigues também possam ter uma palavra a dizer nas respetivas classes e troféus.

    O 29.º Raide Paraíso TT de Góis Arganil, que conta com o apoio de Água do Luso, Alves Bandeira, Bombeiros Voluntários de Góis, Caixa de Crédito Agrícola, Psicológico, Rui & Dinora, Federação de Motociclismo de Portugal, José Alvoeiro Ld.ª, Junta de Freguesia de Celavisa, Junta de Freguesia de Góis, Município de Góis, Município de Arganil, Sagres Sem Álcool e Wurth, vai proporcionar a pilotos e máquinas uma jornada verdadeiramente entusiasmante nos concelhos de Góis e Arganil com 301,6 quilómetros fora de estrada.

  • BP Ultimate Baja TT ACP: João Ferreira (Mini) conquista segunda vitória da carreira

    Com uma mão cheia de pilotos em luta direta pela vitória, a BP Ultimate Baja TT ACP 2022, segunda prova do calendário do Campeonato de Portugal de Todo-o-Terreno, foi pródiga em emoção. E depois de dois dias e de 275 quilómetros de percursos desenhados nas pistas de terra e de areia do litoral alentejano, vitória de João Ferreira (Mini), a segunda da carreira – e consecutiva – do jovem piloto de Leiria. João Ramos (Toyota) e Alejandro Martins (Mini) terminaram nos restantes lugares do pódio, enquanto João Monteiro triunfou nos SSV e David Megre nas Motos. 

    O mais competitivo campeonato de todo terreno da Europa está bem e recomenda-se, como confirmou a BP Ultimate Baja TT ACP, uma organização do Automóvel Club de Portugal. Se a qualidade e quantidade da lista de inscritas já deixava antever uma prova emocionante, a verdade é que as expetativas não foram defraudadas, com cinco pilotos a protagonizarem uma emocionante luta pela vitória. Um espetáculo a que assistiram milhares de espetadores.   

    Se, na etapa inaugural da BP Ultimate Baja TT ACP, a dupla João Ferreira/David Monteiro se quedou pelo quarto lugar, hoje (domingo), o jovem piloto de Leiria foi o mais rápido no setor seletivo de 157,88 quilómetros, com um tempo que lhe permitiu conquistar o triunfo, o segundo da carreira e consecutivo. Ou seja, duas provas do Campeonato de Portugal de Todo-o-Terreno e outras tantas vitórias para o piloto do Mini. 

    “Estou muito contente com esta nova vitória. Hoje, fizemos o segundo setor seletivo sempre a atacar e a ganhar tempo aos nossos adversários, numa toada forte que não tínhamos conseguido impor ontem. Foi, apesar de tudo, uma prova difícil, com alternância de partes rápidas e outras com areia, o que nos obrigou a mudar de ritmo constantemente. Ainda demos um toque numa árvore, que nos fez pensar que poderíamos não chegar ao fim, mas chegámos, pelo que estamos satisfeitos com este excelente resultado”.   

    Apesar de reconhecer dificuldades em impor um ritmo mais forte na derradeira etapa, a dupla João Ramos/Filipe Palmeiro (Toyota Hilux) conquistou o segundo lugar, um resultado que serve as suas aspirações em termos de campeonato.

    “Depois das cautelas de ontem, o dia de hoje foi um pouco mais complicado. Na primeira metade do segundo setor seletivo perdi imenso tempo e não tive confiança com o excesso de informação que ia recebendo e as sucessivas neutralizações que havia no percurso, que obrigavam a quebrar o ritmo, que já não era bom. Depois, na parte final ainda apanhámos um pouco do pó do Baumgart, mas conseguimos passá-lo e, a partir daí, atacámos ao máximo na areia para irmos buscar o segundo lugar. Fomos bem-sucedidos, por isso, estamos satisfeitos”, sublinhou João Ramos. 

    Depois do quinto lugar no primeiro dia, a dupla Alejandro Martins/José Marques (Mini) protagonizou uma boa recuperação na derradeira etapa, conquistando o último lugar do pódio. “Ontem, com o acidente que houve nos últimos 10 quilómetros, perdemos imenso tempo e desconcentrámo-nos. Mas, hoje, foi tudo normal, o que nos permitiu fazer o segundo lugar na etapa. Por isso, estamos contentes. Agora, vamos tentar lutar pelo título e pelos melhores resultados, prova a prova”.   

    No regresso ao Campeonato de Portugal de Todo-o-Terreno, depois da participação no Dakar, Miguel Barbosa (Toyota Hilux) foi o quarto classificado, precedendo Luís Portela Morais (1º Grupo T4), o brasileiro Cristian Baumgart (problemas na Toyota Hilux relegaram-no da luta pela vitória na última etapa), Francisco Barreto, João Dias (1º Grupo T3), Alexandre Silva e André Amaral, que fechou o grupo dos dez primeiros. 

    Uma referência, igualmente, para os sucessos de João Franco (Grupo T2) e Nuno Tordo (Grupo T8) nos respetivos grupos. 

    Vitórias de João Monteiro nos SSV e de David Megre nas Motos  

    Mas a BP Ultimate Baja TT ACP não viveu apenas das emoções dos automóveis, já que a prova também integrou o calendário do Campeonato Nacional Rally Raid, promovido pela Federação de Motociclismo de Portugal (FMP). 

    Entre os “SSV”, a dupla João Monteiro/Nuno Morais confirmou, na segunda etapa, a supremacia revelada na véspera. Aliás, a hierarquia entre os três primeiros não sofreu qualquer alteração, com Pedro Ferreira/Carlos Mendes e Ricardo Sousa/Jorge Brandão a terminarem nos restantes lugares do pódio.  

    Na categoria “Moto”, depois do domínio que evidenciou no dia inaugural, David Megre geriu a vantagem durante a segunda etapa, com o piloto da KTM a terminar a BP Ultimate Baja TT ACP com 5m32,9s de vantagem para Mário Patrão (KTM), o segundo classificado.  O derradeiro lugar do pódio foi ocupado por Pedro Bianchi (Honda). 

    A BP Ultimate Baja TT ACP foi uma organização do Automóvel Club de Portugal, que volta às pistas de todo terreno, entre os dias 27 e 29 de outubro, com a 36ª edição da Baja Portalegre 500.