Categoria: + Motores

  • TT Nacional arranca na Baja TT Montes Alentejanos

    Já começou a contagem decrescente para a Baja TT Montes Alentejanos 2022, prova organizada pelo CPKA – Clube de Promoção de Karting e Automobilismo, que arranca já no próximo dia 18 de fevereiro em Beja. 

    A Baja TT Montes Alentejanos será a primeira jornada desta temporada de 2022 do Todo-o-Terreno Nacional e terá novamente o Parque de Feiras e Exposições de Beja como o quartel-general da prova. A competição terá início na sexta-feira, dia 18, com as verificações documentais e técnicas e ainda nessa noite será realizada a cerimónia de partida que contará com um desfile de apresentação dos participantes. 

    De realçar que o parque de assistência este ano estreia um novo e maior espaço, junto do Complexo Desportivo Fernando Mamede, onde os concorrentes vão beneficiar de melhores condições.

    Desportivamente a prova arranca no sábado de manhã com a disputa de um prólogo com 5,56 km cronometrados. Ainda no sábado será realizado um Setor Seletivo com 154,83 kms e no domingo os pilotos irão realizar o mesmo percurso. No total serão percorridos 315,45 km ao cronometro.

    Este ano, à semelhança das edições anteriores, o painel de pilotos inscritos é muito diversificado e com uma qualidade e quantidade de máquinas nunca vista confirmando que é em Portugal que se realiza o melhor campeonato nacional de todo-o-terreno a nível mundial. Com o número de participantes a aproximar-se dos 170 inscritos fica assegurada uma excelente competição em todas categorias. 

    Neste momento, está confirmada a participação dos principais pilotos e equipas que habitualmente disputam o Campeonato de Portugal de Todo-o-Terreno (FPAK) e o Campeonato Nacional de Todo-o-Terreno (FMP) com destaque para os campeões nacionais da pretérita temporada.

    Na competição auto, o campeão Tiago Reis terá como principais adversários não só os nomes habituais – João Ramos, Alejandro Martins, André Amaral, Nuno Madeira, Alexandre Franco, Pedro Grancha, como ainda algumas novidades de peso, onde se destaca o jovem João Ferreira, que estreia um Mini Jonh Cooper Works Rally, os pilotos brasileiros Cristian e Marcus Baumgart, com duas Toyotas Hilux Overdrive, bem como dos espanhóis Luís Recuenco em Mini JCW Rally e Javier Rivera com um GPR 22, sendo que neste fantástico lote de pilotos há que contar ainda com David Spranger, João Dias, Francisco Guedes e Alexandre Pinto em Can-Am e também Rui Madeira que aos comandos de um Can-Am da JB Racing,  faz a sua estreia em provas do Campeonato de Portugal de Todo-o-Terreno.

    Nos SSV, o campeão Roberto Borrego terá como principais adversários João Monteiro, Gonçalo Guerreiro, Nelson Caxias, Luís Cidade, Sebastian Guyette, Filipe Cameirinha, Nuno Fontes, Pedro Santinho Mendes e Hélder Rodrigues entre muitos outros que disputam os melhores lugares da geral ao segundo!

    Nas motos Gustavo Gaudêncio, Daniel Jordão e Martim Ventura apresentam-se como os mais fortes adversários do campeão António Maio. A disciplina de Quad, a única onde o campeão não irá defender o título, o maior destaque é para o avultado número de participantes que quase duplicou face ao ano anterior.

  • Nuno Loureiro mais quatro anos na presidência do CAMI Motorsport

    Contas de 2021 e Plano de Atividades de 2022 do clube nortenho aprovados por unanimidade.

    Reunidos em Assembleia Geral, os associados do CAMI, que está a comemorar o seu 15º aniversário, aprovaram por unanimidade as Contas do Exercício 2021 e o Plano de Atividades de 2022, elegendo ainda os Órgãos Sociais para o quadriénio 2022/2026, com Nuno Loureiro a ver renovado o seu mandato na liderança do clube.

    O elenco diretivo passa a ter a seguinte constituição:

    ASSEMBLEIA GERAL: Álvaro Castello-Branco, presidente; Jorge Magalhães, vice-presidente; Manuel Luís Soares, secretário.

    DIREÇÃO: Nuno Loureiro, presidente; Jorge Castanheira, vice-presidente; Rui Alves da Silva, secretário

    CONSELHO FISCAL: Adelaide João Amorim, presidente; Marco Ferreira, vice-presidente; Melanie Royer, secretária.

  • 2022 será a última época da carreira de Rui Madeira

    Esta a última época desportiva do consagrado piloto de Almada e ficará marcada pela sua primeira participação em provas do Campeonato de Portugal de Todo-o-Terreno, aos comandos de um Can-Am X3, na Baja TT Montes Alentejanos. O Rai das Camélias é outra das certezas no seu calendário que ainda está em aberto.

    Foi no longínquo ano de 1989 que começou a saga daquele que é um dos mais bem-sucedidos pilotos portugueses. Então aos comandos do icónico Seat Marbella, Rui Madeira começava a escrever o primeiro capítulo de uma farta carreira. Para ele “parece que foi ontem que entrei no Marbella com um nervoso miudinho, mas cheio de adrenalina por saber que ia fazer o primeiro rali da minha vida. Agora percebo quando dizem como o tempo voa!”, mas assume orgulhoso que “33 anos depois ainda continuo a sentir a mesma alegria assim que coloco as mãos no volante!”. 

    A decisão de colocar no baú capacete, luvas, botas e fato de competição foi tomada “sem mágoas. A vida é feita de decisões e 2022 ficará marcado com a minha despedida das competições de modo ativo. Mas acabo feliz e com a sensação de que a missão foi cumprida. Ri, chorei, brinquei, batalhei, mas acima de tudo aproveitei!”.

    Rui Madeira sente-se “honrado e orgulho por todo este percurso. Foi incrível. Sinto-me grato por aquilo que vivi na competição. Quero começar por fazer um agradecimento especial à minha família, pela disponibilidade e apoio em todas as provas; a todos os navegadores que partilharam estas aventuras e momentos caricatos, aos amigos e logicamente aos patrocinadores, pois sem eles seria impensável ter chegado até aqui!”.

    E o craque “mundialista” quer que seja um fecho em grande. Como tal nada como iniciar as “hostilidades” com uma estreia. Rui Madeira vai competir pela primeira vez numa prova do Campeonato de Portugal de Todo-o-Terreno. Será na Baja TT Montes Alentejanos, que se disputa de 18 a 20 de fevereiro, aos comandos de um Can-Am X3 X3 inscrito na classe T3 dos automóveis. A seu lado, terá o experiente navegador José Sá Pires.

    O desafio apareceu mercê “do convite que recebi da equipa JB Racing para alinhar na primeira prova do campeonato. Tudo farei para merecer esta confiança”. Nestas lides do TT, Rui Madeira apenas participou anteriormente “nas de 24h de Fronteira e como Carro 0 em Reguengos, mas promete que “darei tudo para conseguir um resultado honroso. Obviamente e com a falta de experiência, não vamos para a baja com qualquer preocupação no que respeita a resultados. Vamos nos divertir, andar rápido e logo se vê!”.

    Entretanto, Rui Madeira já testou o Can-Am X3. Foi na zona de Torres Vedras e contou com “a preciosa ajuda do Gonçalo Guerreiro, um instrutor de topo. Deu-me dicas importantes, pois existem diferenças entre os SSV e este Can-am T3. O teste correu bem e foi fundamental para que possamos estar na baja com confiança”.

    Quanto ao resto da época, o piloto confessa que “ainda não temos o calendário fechado. Estarei presente no Rali das Camélias 2022, com a pessoa que foi o meu braço direito durante muitos anos nas corridas, o Nuno Rodrigues da Silva. Quanto ao resto, em breve darei mais notícias, sendo certo que tudo farei para que seja uma época forte!”.

  • Dakar: Luís Portela Morais supera enorme desafio

    Ex-campeão nacional de Rugby conquista resultado fantástico no Dakar 2002.

    Luís Portela Morais e David Megre já estão em Portugal depois de terem concluído o Rali Dakar 2022, que terminou em Jeddah no passado dia 14 de janeiro, onde conquistaram um notável sétimo lugar da classificação geral dos SSV, categoria onde fizeram este ano a sua estreia no Rali Dakar. Destaque ainda para o facto de terem sido a melhor equipa portuguesa neste 44º Rali Dakar.

    A longa maratona de todo-o-terreno, que se disputou pelo terceiro ano consecutivo na Arábia Saudita e contou com 8.177 quilómetros, dos quais 4.258 Km foram cronometrados, foi difícil, mas Luís Portela Morais cumpriu o seu sonho de chegar ao fim da aventura. Na sua primeira presença na prova, em 2017, numa altura em que se tinha acabado de sagrar campeão nacional de Rugby, acabou por desistir após uma queda que o obrigou inclusivamente a ser hospitalizado.  Este ano a dupla formada por Luís Portela Morais e David Megre reuniu todas as condições para regressar a esta grande aventura e tanto o piloto como o navegador estão satisfeitos por atingir a meta final.

    “Estamos muito contentes. Foi um Dakar em que conseguimos cumprir os objetivos a que nos propusemos. O resultado final foi um bónus para nós. O nosso maior foco era terminar a corrida, mas sempre pensámos que seria exequível ter um bom resultado e mostrámos que isso era possível. Quero agradecer aos nossos mecânicos pelo trabalho e dedicação. Agradeço aos nossos patrocinadores porque sem eles não seria possível estar à partida do Dakar. Acima de tudo queremos agradecer por terem acreditado no nosso projeto e que era possível fazer este resultado. Agradecemos às nossas famílias por toda a cooperação. Por último queremos agradecer o apoio de todos os portugueses que foi muito importante para ultrapassarmos as dificuldades. Fazer o Dakar é muito difícil, tanto pelo desgaste físico como psicológico, e sentir que temos pessoas que nos dão alento é muito positivo. Agora temos que ponderar o que vamos fazer em 2022. Queremos realizar um projeto ambicioso que nos dê uma motivação diferente e novos objetivos”.

    “O sonho de terminar o Dakar foi cumprido e agora queremos trabalhar num projeto futuro que talvez no curto ou medio prazo possamos comunicar”, revelou Luís Portela Morais já regressado da sua participação no 44º Rali Dakar.

  • Dakar: Luís Portela Morais segura 7º lugar

    Dupla do BP Ultimate SSV Team a dois dias de terminar a corrida no Top 10.

    Luís Portela Morais, acompanhado de David Megre aos comandos de um Can-Am, continua a demonstrar um excelente andamento no Rali Dakar tendo hoje terminado no 11º lugar a décima etapa da prova, que foi disputada entre Wadi Ad-Dawasir e Bisha e contou com um setor seletivo de 375 km cronometrados. O BP Ultimate SSV Team imprimiu um ritmo que lhe permitiu ultrapassar todas as dificuldades de mais uma jornada da mais dura competição de todo-o-terreno do mundo e com este resultado mantém a sétima posição da classificação geral da categoria SSV.

    “Mais uma etapa concluída. Foi uma especial bonita, mas muito rápida. Só no final tivemos alguma condução ao estilo de rali e estivemos muito bem nesse percurso. Para já estamos contentes com o nosso trabalho porque o principal é chegar ao fim e com o carro sem problemas. A prova está quase a terminar e há algum nervosismo porque queremos muito cumprir este sonho. Esperemos que amanhã e a última etapa nos corra bem para podermos atingir o nosso objetivo”, contou Luís Portela Morais no final de mais uma jornada do Rali Dakar.

    O 44º Rali Dakar entra na sua reta final sendo amanhã disputada a 11ª e penúltima etapa desta grande competição de todo-o-terreno. A especial de 345km cronometradas cumpridos em torno de Bisha será o maior desafio técnico da parte final do rali. Os veículos passarão cerca de metade da jornada em dunas de todos os formatos e tamanhos inclusive nas mais macias que o deserto reserva.

  • Dakar: Miguel Barbosa resiste a etapa dura e ganha 13 posições

    Piloto do BP Ultimate Vodafone Team partiu da posição 49 e realizou o 36º tempo .

    A oitava etapa do 44º Rali Dakar que hoje se disputou entre Al Dawadimi e Wadi Ad-Dawasir, a mais longa deste Dakar – já que ao setor seletivo de 395 km se juntaram mais 435 km de ligação – viu a dupla do BP Ultimate Vodafone Team, Miguel Barbosa/Pedro Velosa ter finalmente um dia sem contratempos aos comandos da Toyota Hilux T1 Overdrive. No final do dia o balanço positivo de terem ganho 13 posições já que foram a 49ª equipa a arrancar na competição auto e realizaram o 36º tempo.

    ““A etapa foi muito longa. Foi um dia de extrema dureza no Dakar. Os primeiros 200 km eram de dunas de nível 2 e 3, muito mais difíceis, a areia também era muito mais quente e mole. Fizemos uma etapa tranquila. A nossa preocupação foi a de não registar problemas porque sabíamos que isso nos iria complicar a vida até porque tínhamos também uma longa ligação no fim, de 260 km, mais de 50 em terra. Passámos por muitos carros acidentados, com problemas mecânicos. Conseguimos fazer uma etapa certinha, correu tudo bem e estamos satisfeitos por isso””, afirmou o consagrado piloto lusitano à chegada.

    Amanhã, disputa-se a nona etapa, com 287 km cronometrados, em forma de loop, com início e fim em Wadi Ad-Dawasir. Por esta altura, a resistência dos concorrentes e das suas máquinas serão um fator decisivo. A presença de montanhas, seguidas de trilhas que serpenteiam pelos desfiladeiros exigirá uma abordagem diferente. Apesar de haver menos areia, esta etapa será ainda difícil, até pela navegação.

  • Dakar: Miguel Barbosa mantém posição

    Cumprido que foi o dia de descanso em Riyadh, capital da Arábia Saudita, onde a Toyota Hilux T1 Overdrive foi integralmente revista, Miguel Barbosa e Pedro Velosa enfrentaram hoje uma etapa longa que acabou por ser mostrar complicada devido aos sucessivos percalços que impediram a dupla do BP Ultimate Vodafone Team de conseguir obter um resultado de acordo com o andamento que está ao seu alcance. Mantiveram, contudo, a sua posição na classificação geral.

    ““Mais um dia difícil. Partimos de novo muito lá para trás. Furámos logo ao km7. Muita pedra nessa zona e muitos pilotos a furarem. Na neutralização estivemos a ver a transmissão porque tínhamos ouvido um barulho no início da especial, mas não encontrámos nada de anormal. Infelizmente a seguir ao Km 200 acabou por partir e tivemos de a substituir. Depois voltámos a ter um furo. Foi mais um dia todo no pó dos concorrentes que partiram à nossa frente e também com muito fesh fesh. Com tudo isto terminámos o setor seletivo já de noite””, refere o piloto do BP Ultimate Vodafone Team que acrescenta:

    ““Continuamos a resistir, mas hoje poderíamos ter conseguido um pouco melhor. Entrámos com uma toada calma, defensiva para tentar melhorar a nossa posição. Mas está sempre a acontecer algo que nos atrasa”“. 

    A oitava etapa do 44º Rali Dakar realiza-se amanhã entre Al Dawadimi e Wadi Ad-Dawasir e conta com um setor seletivo de 395 km. As longas ligações e o menu cheio de areia tornam esta jornada ao sul da Arábia Saudita uma daquelas etapas que se prolongam indefinidamente. Os primeiros 200 quilómetros da especial estarão repletos de areia e dunas.

  • Dakar: Luís Portela Morais sobe ao 8º lugar nos SSV

    Depois de um importante e merecido dia de descanso, Luís Portela Morais manteve o desempenho notável que tem tido no Rali Dakar, tendo hoje averbado o 7º lugar na sétima etapa.

    Acompanhado por David Megre, o piloto do BP Ultimate SSV Team conseguiu subir mais um lugar, ascendendo à 8ª posição da classificação geral SSV, mantendo-se como o melhor português nesta edição da mais dura competição de todo-o-terreno do mundo.

    “Foi uma etapa dura, mas correu-nos bastante bem. O carro foi impecavelmente revisto no dia de descanso e conseguimos entrar muito bem nos primeiros quilómetros. Onde tem dunas e é mais lento nós conseguimos andar ao ritmo dos da frente, mas depois perdemos muito nas partes rápidas quando os camiões nos começam a passar e chegamos a ter mesmo de parar porque com o pó que eles levantam não se vê nada. O que interessa é que estamos no final de mais uma etapa, sem qualquer problema e com o carro impecável. Era importante acabar bem e numa boa classificação porque amanhã vamos ter uma etapa muito longa que vai ter muitas dunas. Quanto mais à frente pudéssemos arrancar melhor. Estamos felizmente a cumprir os nossos objetivos e por isso estamos muito satisfeitos”, explica Luís Portela Morais.

    A oitava etapa do 44º Rali Dakar realiza-se amanhã entre Al Dawadimi e Wadi Ad-Dawasir e conta com um setor seletivo de 395 km. As longas ligações e o menu cheio de areia tornam esta jornada ao sul da Arábia Saudita uma daquelas etapas que se prolongam indefinidamente. Os primeiros 200 quilómetros da especial estarão repletos de areia e dunas.

  • Dakar: Miguel Barbosa faz o balanço da primeira semana

    Piloto do BP Ultimate Vodafone Team tem tido um Dakar complicado

    Miguel Barbosa está em Riyadh, capital da Arábia Saudita, num merecido dia de descanso depois de sete dias intensos de prova. O piloto do BP Ultimate Vodafone Team que é navegado por Pedro Velosa aos comandos da Toyota Hilux T1 Overdrive faz o balanço desta primeira semana de corrida.

    ““Um balanço difícil. Não tivemos sorte no nosso primeiro dia e isso atirou-nos cá para trás. Infelizmente a política de ordens de partida tanto da direção da corrida como da FIA está a penalizar muito e a estragar o que era o espírito o Dakar. A critica é generalizada já que independentemente do que façamos somos sempre empurrados lá para trás. Tem sido uma luta diária para tentar esgravatar para a frente. A nossa categoria está muito competitiva o que torna tudo ainda mais difícil””, refere o piloto do BP Ultimate Vodafone Team que acrescenta:

    ““Estamos satisfeitos por ter chegado até aqui. O carro foi hoje todo refeito de cima a baixo e nesse aspeto estamos contentes, mas estamos cientes que vai ser muito difícil lutar contra esta situação e, portanto, prevejo mais uma semana difícil. Amanhã temos uma etapa longa cerca de 400 quilómetros onde vamos sair muito tarde – estamos a sair para lá de 100º entre Autos, SSV e Camiões – o que faz com que encontremos a pista muito destruída, a areia mais quente e, portanto, mais mole. Vamos ver o que esta segunda semana nos reserva numa prova em que a parte melhor tem sido as zonas de dunas. O resto tem sido muitos quilómetros para cima e para baixo que não nos têm dado grande prazer” “, remata o piloto português.

    A 7ª etapa do Dakar 2022, com 402 km cronometrados, entra em território desconhecido no retomar das hostilidades após o dia de descanso. Esta jornada começa com cerca de 100 km de dunas no que parece uma sucessão interminável de ergs. Após este exercício nas dunas, a condução fica mais fácil, mas o labirinto de pistas vai exigir muito da navegação.

  • Dakar: Luís Portela Morais ocupa 9º lugar em Riyadh

    Piloto do BP Ultimate SSV Team no Top 10 a meio do Dakar


    Luís Portela Morais continua a ter um desempenho notável no Rali Dakar tendo hoje averbado o 12º lugar na sexta etapa, uma jornada com 348km cronometrados cumpridos em torno de Riyadh. Acompanhado por David Megre, o piloto do BP Ultimate SSV Team completou mais um dia sem dificuldades de maior e segue agora para a segunda semana do Rali Dakar no 9º posto da classificação geral sendo o melhor resultado de um português nesta edição da mais dura competição de todo-o-terreno do mundo.

    “Metade do nosso objetivo ficou hoje concluído. Falta ainda a parte mais difícil que é a segunda semana da prova. Mas, até agora estamos satisfeitos com os resultados alcançados e tem corrido tudo muito bem. Conseguimos aprender muito nestes dias e a evolução foi notória. A etapa de hoje foi a que menos gostei até agora, apesar de ter as dunas mais engraçadas no final. A especial era muito rápida e com muito pó e tivemos algumas dificuldades por causa do fesh fesh. Apesar de tudo viemos com um ritmo bom e estamos contentes. Agora vamos descansar e preparar o carro para atacar a segunda semana com o mesmo espírito que conservámos até agora e mantendo o foco em acabar o Dakar que é o nosso grande objetivo”, explica Luís Portela Morais.

    Metade do Rali Dakar 2022 está cumprido. Amanhã é dia de descanso em Riyadh e é altura dos pilotos e equipas fazerem um balanço da sua estratégia, recuperar a forma física e realizar a manutenção necessária nos veículos para voltar à competição da melhor forma possível.