Na hora do fecho do Campeonato de Portugal de Kartcross by Diatosta, o piloto de Coimbra é claro nos propósitos: estar na luta pelo pódio da prova albicastrense e terminar o campeonato entre os três primeiros.
Já quase em jeito de rescaldo da época 2021, a “lenda” de Coimbra não esconde “a satisfação que sinto por, após tantos anos de carreira, cá estar a disputar taco-a-taco com estes fantásticos jovens pilotos os lugares cimeiros, corrida após corrida. É algo que me deixa muito orgulhoso e que me motiva a continuar. Mesmo após todos estes anos de dedicação e tantos títulos e vitórias conquistadas, continuo a sentir dentro de mim a vontade de competir e de dar sempre o máximo!”.
O multicampeão chega à derradeira corrida da época com reais possibilidades de garantir mais um pódio num campeonato. Isso torna a jornada de Castelo Branco “ainda mais motivadora para mim e para a minha equipa. Estamos novamente na disputa de um pódio final e, como tal, vamos encarar este fim-de-semana com muito foco. Só a vitória ou, pelo menos, um lugar entre os três primeiros servirá os nossos objetivos e isso implica rodar sempre no máximo desde os treinos à qualificação e semifinais, para garantir um bom lugar na grelha de partida para a final e, aí chegados, lutar até ao fim pelo triunfo. Têm de contar connosco na discussão!”.
A jornada final do Campeonato de Portugal de Ralicross by Diatosta disputa-se na pista de Castelo Branco, palco onde Gonçalo e João Novo querem estar na discussão dos lugares cimeiros das suas divisões.
Vai cair o pano sobre o campeonato principal lusitana. E é na Beira Baixa, no exigente traçado de Castelo Branco, que se vão “disparar” os últimos cartuchos. E neste duelo derradeiro, a Motofil Motorsport volta a alinhar com a sua dupla de jovens pilotos, preparados para darem o máximo em prol dos objetivos da consagrada equupa aveirense.
Na Divisão Iniciação, Gonçalo Novo e o seu Toyota Starlet partem para a derradeira corrida com um alvo muito claro: “vou para esta última jornada com o pensamento em segurar o pódio do campeonato, resultado que será muito importante para premiar o esforço incrível de toda a nossa equipa. Isso não significa que vou andar condicionado e tudo farei para poder estar também na luta pela vitória, ciente que essa é a melhor forma de defender as nossas ambições”.
Já João Novo encarará esta última tirada sem qualquer pressão quando às cotas do campeonato. Como sempre aos comandos do Citroen C2 S1600, o jovem craque quer “aproveitar mais esta prova para continuar a evoluir o meu andamento dentro desta competitiva Divisão S1600. Gosto muito da pista de Castelo Branco e tenho como objetivo rodar sempre com um ritmo intenso e fazer tudo para conseguir ir à final. Ai, andar o mais na frente que me seja possível será o eu propósito, pois quero terminar o campeonato com um bom resultado, que premeie todo o esforço que a Motofil colocou no campeonato”.
Já João Novo encarará esta última tirada sem qualquer pressão quando às cotas do campeonato. Como sempre aos comandos do Citroen C2 S1600, o jovem craque quer “aproveitar mais esta prova para continuar a evoluir o meu andamento dentro desta competitiva Divisão S1600. Gosto muito da pista de Castelo Branco e tenho como objetivo rodar sempre com um ritmo intenso e fazer tudo para conseguir ir à final. Ai, andar o mais na frente que me seja possível será o eu propósito, pois quero terminar o campeonato com um bom resultado, que premeie todo o esforço que a Motofil colocou no campeonato”.
O piloto alentejano vai até à Beira Baixa com o firme propósito de garantir um lugar entre os três primeiros do campeonato. Como tal, o pódio na corrida derradeira é o alvo principal.
A última prova da temporada do Campeonato de Portugal de Kartcross by Diatosta acontece já no próximo fim-de-semana, sob a batuta da Escuderia de Castelo Branco e a passagem pelo circuito albicastrense mostra-se decisiva para a ambição e Rui Nunes.
O piloto de Montemor-o-Novo tem vivido uma época de “altos e baixos. 2021 vai ficar marcado por um conjunto de situações que limitaram muito as nossas aspirações. Num campeonato tão competitivo e onde existem muitos pilotos com capacidade para estarem na luta pelos triunfos e posições de topo, qualquer erro ou incidente se torna muito prejudicial, pois qualquer ponto perdido poder ser decisivo para nos afastar da corrida. E foi o que nos aconteceu em algumas provas. No entanto, tenho de destacar que provamos ao longo da temporada que temos andamento para estar sempre entre os melhores”.
Vindo de mais uma excelente exibição em Lousada, na prova anterior, Rui Nunes chega a Castelo Branco com hipóteses de terminar o ano no pódio do Campeonato de Portugal de Kartcross by Diatosta, objetivo que “sendo difícil, queremos alcançar. Vai ser seguramente uma jornada muito disputada, desde os treinos à final. Vamos dar tudo e tentar rodar sempre rápido, sem deixar de estarmos atentos a todos os incidentes que, seguramente, vão acontecer, para estarmos a escapar deles e poder ficar na luta pelos lugares de topo até ao fim. tenho perfeita noção que para terminar o campeonato no pódio, terei de assegurar em Castelo Branco um lugar entre os primeiros e esperar para ver o que fazem os adversários”.
O piloto alentejano refere ainda que “a equipa está muito motivada. Preparamos bem a prova e agora tenho de retribuir em pista o esforço de todos”.
Depois de ter estado ausente em Lousada, Tiago Ferreira está de volta às desafiantes lides dos S1600. O piloto do Peugeot 208 encara a última prova do ano do Campeonato de Portugal de Ralicross by Diatosta como mais um passo na sua evolução, neste ano de estreia na divisão mais competitiva da modalidade.
Mesmo sem o pano ter saído sobre a temporada, o lousadense Tiago Ferreira já pode claramente dar como bem-sucedida a ousada aposta que fez no início da época. Ao ter assumido o risco de transitar para a Divisão S1600 e logo no ano em que a “escalada de armas” transformou esta divisão numa das mais competitivas do mundo, no que concerne aos campeonatos nacionais, Tiago Ferreira tinha noção que “tinha pela frente um desafio enorme e que teria de ser encarado com muita seriedade, sabendo que a evolução iria demorar e que o trabalho a realizar seria profundo”.
E o andamento e os resultados têm demonstrado que se a ambição foi grande, a capacidade não ficou atrás e Tiago Ferreira tem rubricado excelentes exibições, que auguram um grande futuro para o lousadense.
Em Castelo Branco, Tiago Ferreira vai aparecer com “algumas evoluções no Peugeot 206 e esperamos que o tornem mais competitivo. Sendo a ultima prova do campeonato, tenho noção de que a luta vai ser tremenda, principalmente, entre os que ainda lutam pelos lugares cimeiros. Mas isso só torna a competição ainda mais interessante e estou muito feliz por fazer parte deste extraordinário plantel”.
O lousadense quer “aproveitar todo o fim-de-semana para continuar a evoluir a minha condução e a adaptação ao Peugeot e à exigência e intensidade das corridas dos S1600. Quanto a resultados, queremos chegar à final, o que seria um prémio para a equipa e a melhor maneira de terminar o campeonato”.
Numa época marcada por muitos incidentes e falta de sorte, o piloto de Lousada aposta num final em grande. Ciente da sua qualidade como piloto e do potencial do Renault Twingo S1600 construído pela Set Promotion, Sérgio Dias ambiciona o pódio em Castelo Branco.
Quando for tempo de rescaldo do ano de 2021, o mesmo vai refletir aquilo que foi quase uma “tempestade perfeita”, vivida por Sérgio Dias, praticamente ao longo de todo o calendário.
Reconhecidamente, um dos mais rápidos e competitivos pilotos da “musculada” Divisão S1600, o lousadense acumulou um conjunto de incidentes e problemas que o afastaram muitas vezes da presença nos lugares cimeiros das provas, sem que tal manche as contínuas exibições de grande nível que foi assinando.
Aliás, o infortúnio foi palavra de ordem na prova anterior do campeonato e também da curta participação de Sérgio Dias na prova da categoria RX3 do campeonato Europeu, que decorreu em Montalegre, onde, vítima de um toque, ficou fora da competição demasiado cedo.
Mas, a garra do piloto é grande e Sérgio Dias vai a Castelo Branco com “total foco em conseguir voltar aos bons resultados. Não vou pensar no que nos aconteceu anteriormente. Somos rápidos, competitivos, capazes e vamos a esta última corrida do campeonato totalmente de cabeça limpa e firmes no propósito de sair de Castelo Branco com um resultado positivo, querendo mesmo estar na luta pelo pódio”.
O lousadense lembra que “o nosso andamento tem sido sempre forte, sempre competitivo e resta agora esperar que a sorte esteja, desta feita, do nosso lado. Quero dar uma alegria à equipa e aos patrocinadores e vou dar tudo em pista para conseguir estar entre os melhores!”.
Arrumada que ficou em Lousada a renovação do título nacional entre os Super Cars, José Lameiro quer festejar esse título na prova da Escuderia Castelo Branco com mais uma vitória.
A derradeira tirada de 2021 do Campeonato de Portugal de Ralicross by Diatosta é, para José Lameiro, um “momento de muita felicidade. Primeiro, porque com o título já alcançado, vamos lá para festejar e comemorar com a equipa, a família e a Mancha Negra, que bem merecem por todo o apoio que me deram, nas boas e nas más horas. Depois, estou muito feliz por ser uma prova com público, o que é muito importante para nós pilotos e para o espetáculo”.
Por outro lado, o piloto de Aveiro salienta que “pela lista de inscritos, iremos ter mais concorrência na Divisão Super Cars e isso deixa-me muito satisfeito. O que mais quero é que a nossa divisão fique com as grelhas cheias, porque isso torna as corridas muito mais animadas e interessantes”.
O já bicampeão nacional assume que “entraremos em pista com um só foco: vencer. Terminar o campeonato com mais uma vitória é o nosso objetivo”, referindo que “o Skoda Fabia está excelente e tenho todas as condições para dar o meu máximo!”.
O Campeonato de Portugal de Ralicross by Diatosta vive no próximo fim-de-semana a jornada final da época 2021. Em Castelo Branco, será a hora do tudo ou nada e Jorge Machado quer garantir o vice-campeonato entre os S1600.
Jorge Machado tem granjeado a admiração e o aplauso de todos quantos seguem o Campeonato de Portugal de Ralicross by Diatosta, mercê das exibições de grande nível e resultados a condizer que tem registado ao longo de toda a temporada. Os mesmos, levam-no a estar num merecido 2º lugar da tabela pontual na Divisão S1600 e, se o título nacional já está entregue, o piloto quer garantir a posição em que se encontra, para rematar da melhor forma o campeonato.
E, depois do 5º lugar na prova anterior, resultado aquém do que o piloto do Citroen C2 S1600 almejava alcançar e que não fez jus ao andamento de topo que o piloto ostentou, agora o lousadense só tem olhos para o exigente traçado de Castelo Branco, onde, no próximo fim-de-semana, vai viver a chamada “hora de todas as decisões”.
E como a melhor defesa será sempre o ataque, o craque de Lousada assume que “vamos a Castelo Branco tentar vencer. Consideramos que a melhor maneira de garantirmos o objetivo é estar na frente e, por outro lado, já este ano provamos que somos capazes de chegar á vitória nas corridas. Não tem acontecido, por este ou aquele fator, muitas das vezes alheios à nossa vontade ou à nossa corrida, mas sabemos que temos andamento para tal e gostaria muito que fosse a fechar o campeonato que a vitória surgisse”.
A 35ª edição da Baja Portalegre 500, a mais antiga e importante prova de todo terreno em Portugal, marca o final dos campeonatos nacionais de carros e vai ser o palco de todas as decisões na Taça do Mundo FIA de Bajas Cross-Country e na Taça da Europa FIA de Bajas Cross-Country. Quase 500 quilómetros de percurso nas duras e seletivas pistas de todo terreno do Alentejo, é o desafio que os 404 pilotos inscritos (cerca de 20 por cento de estrangeiros, de 27 nacionalidades) têm pela frente, já na próxima sexta-feira e sábado, e com as previsões meteorológicas a apontarem para a ocorrência de chuva.
Em 2021, a carismática prova realizada no Alto Alentejo retoma uma configuração mais tradicional, depois de alguns condicionalismos provocados pela pandemia e pela meteorologia, em 2020. Nesse sentido, destaque para o regresso da cerimónia de partida em pleno centro da cidade de Portalegre, na noite de quinta-feira, dia 28 de outubro. Aí, todos os pilotos vão receber os aplausos daquele que costuma ser o primeiro banho de multidão do evento.
217 Edgar Condenso (PRT), Nuno Silva (PRT),Ford Exr05 Proto action during the 2020 Baja Portalegre 500, from November 5 to 7, 2020 around Portalegre, Portugal – Photo Paulo Maria / DPPI
No dia seguinte, sexta-feira, os 399 concorrentes enfrentam, pela primeira vez, as pistas de TT do distrito de Portalegre. A competição começa com a SSS1 para motos, quads e SSV, logo às 7h50 da manhã, e a especial de qualificação para os carros, pouco antes das 10 horas.
A Baja Portalegre 500 vai ter várias corridas a acontecer em simultâneo, pois se o primeiro desafio é igual para todos os concorrentes, a partir daí, os programas competitivos divergem. No total, os carros percorrem 410 quilómetros contra o cronómetro, enquanto motos, quads e SSV fazem 415 quilómetros de pistas. No total, os concorrentes dos automóveis têm pela frente um total de quase 662,99 quilómetros (593,68 km), enquanto as motos, os quads e os SSV vão fazer 596,94 quilómetros nas duas etapas desta edição da clássica alentejana.
O itinerário que o Automóvel Club de Portugal desenhou para os automóveis divide-se em quatro setores seletivos, dois na primeira etapa e mais dois na segunda etapa. O mesmo acontece nas motos, nos quads e nos SSV. O primeiro concorrente das motos a cumprir a totalidade da distância deverá chegar ao fim no sábado, dia 30, por volta das 14 horas, enquanto o vencedor dos automóveis só deverá ser conhecido depois das 15h30 horas.
Destaque, ainda, para os pilotos da Mini Baja, com idades compreendidas entre os 10 e os 16 anos, que têm a oportunidade de disputar o circuito de SSS1 e, posteriormente, vão discutir as melhores posições num setor com cerca de 70 quilómetros, no sábado, dia 30.
Ao longo destes dois dias de competição na Baja Portalegre 500, praticamente todo o Alto Alentejo será palco de ação constante, pois enquanto os automóveis estão a cumprir um setor seletivo na região mais a norte do distrito, as motos, os quads e os SSV completam o percurso sul e vice-versa.
Títulos da Taça do Mundo e Taça da Europa em disputa nos carros
Entre os automóveis, são muitos os motivos de interesse, até por estarem vários títulos em disputa, tanto na Taça do Mundo FIA de Bajas Cross-Country, como na Taça da Europa FIA de Bajas Cross-Country.
Na Taça do Mundo, Yazeed Al Rajhi/Michael Orr (Toyota Hilux Overdrive) e Yasir Seaidan/Alexey Kuzmich (MINI John Cooper Works Rally) são os candidatos ao título, sendo que Yazeed Al Rajhi tem as mesmas pretensões na Taça da Europa, mas nesta competição, com a dupla Krzysztof Hołowczyc/Łukasz Kurzej (Mini John Cooper Works Rally) como adversária. Dois duelos que prometem marcar a prova, mas não os únicos…
Na realidade, recentemente coroados como vencedores da Taça da Europa FIA de Bajas Cross Country na Categoria T4, os portugueses e irmãos, Alexandre Ré/Pedro Ré chegam a Portalegre com hipóteses de também chegarem ao título da Taça do Mundo, tendo como adversários o piloto da Arábia Saudita Abdullah Saleh Alsaif e o kuwaitiano Mshari Al-Thefiri, todos aos comandos de Can Am Maverick.
Ainda em relação à Taça da Europa FIA de Bajas Cross Country, os espanhóis Santi Navarro e Jesus Fuster vão discutir o título da Categoria T3.
E se os candidatos aos títulos da Taça do Mundo FIA de Bajas Cross-Country e da Taça da Europa FIA de Bajas Cross-Country são potenciais candidatos à vitória absoluta da Baja Portalegre 500, as mesmas aspirações têm os irmãos brasileiros Cristian e Marcus Baumgart (ambos em Toyota Hilux); os campeões nacionais em título, Tiago Reis/Valter Cardoso (Toyota Hilux); bem como João Ramos/Filipe Palmeiro (Toyota Hilux); os regressados Miguel Barbosa (Toyota Hilux Overdrive), Ricardo Porém (Mini Paceman Proto) e Hélder Oliveira (Volkswagem Amarok); ou mesmo Pedro Dias da Silva (VW Amarok), Alejandro Martins (Mini Cooper John Works Rally), André Amaral (Ford Ranger), entre outros.
Uma referência, ainda, para as participações do treinador de futebol André Villas Boas (Toyota Hilux) e da paraguaia Andrea Lafarja, também conhecida pelas participações no Dakar, que alinha aos comandos de um Borgward BX7 DKR.
Nas motos e nos quads, prossegue a luta pelo título nacional
Nas motos, como penúltima prova do Campeonato Nacional Todo Terreno OPEN 2021, a Baja Portalegre 500 vai ser o palco de mais um duelo pelo título entre António Maio (Yamaha WR450F) e Gustavo Gaudêncio (Honda 250R). Os dois são candidatos à vitória, assim como o alemão Sebastian Bühler (Hero 450 Rally) vencedor das três últimas edições da Baja Portalegre 500, Luís Oliveira (Yamaha WR450) também ele vencedor da prova, Mário Patrão (KTM EXC 450) que, a exemplo de António Maio, soma seis subidas ao lugar mais alto do pódio, entre muitos outros pilotos.
Também nos quads, a Baja Portalegre 500 vai ser o palco de um duelo pelo título absoluto do Campeonato Nacional, com Luís Engeitado e Luís Fernandes (ambos em Yamaha YFZ450R) com protagonistas. Entre outros, João Vale (Suzuki LTR450) é outro dos candidatos à vitória e ainda há a participação curiosa de três pilotos da Arábia Saudita.
Nos SSV, não faltam candidatos à vitória
Os espetaculares e competitivos SSV prometem animar a 35ª edição da Baja Portalegre 500. Quase uma centena vão apresentar-se à partida, com João Dias (acompanhado de João Filipe, em Bombardier Can-Am Maverick) a encabeçar a lista de favoritos, ou não tivesse sido ele o vencedor da edição 2020 da prova e o “campeão” em título da Taça do Mundo FIM de Bajas. Entre os principais adversários, estão nomes como os de João Monteiro, Pedro Carvalho, Gonçalo Guerreiro, Alexandre Pinto, Vítor Santos, Roberto Borrego, Lourenço Rosa, Pedro Grancha, os irmãos Pedro e Manuel Mello Breyner, Nuno Fontes, , Cristiano Batista, Marco Pereira, Hélder Rodrigues, entre outros. Uma referência, ainda, para o seis vezes campeão nacional de ralis, Armindo Araújo, que se estreia aos comandos de um SSV, depois de anteriores experiências em moto e automóveis.
O Campeonato de Portugal de Ralicross encerra a temporada na Beira Baixa com a realização, entre 29 e 31 de outubro, do Ralicross de Castelo Branco. A ronda organizada pela Escuderia Castelo Branco marca o fim do campeonato e o Parque de Desportos Motorizados de Castelo Branco vai ser o palco das decisões.
O circuito situado nas imediações da cidade albicastrense está praticamente pronto para receber as equipas que competem nas mais diversas categorias do Campeonato de Portugal de Ralicross. Serão várias as dezenas de inscritos, prontos a discutir as melhores posições. Nesta jornada, que fecha o calendário desta competição em 2021, muito se vai decidir.
Das sete categorias que constituem o Campeonato de Portugal de Ralicross, quase todas ainda têm a classificação indefinida e ainda não se sabe quem são os campeões. É com este contexto que os concorrentes entram em competição. Ao longo do fim-de-semana, realizam-se cerca de duas dezenas de corridas que são, por hábito, muito disputadas e emocionantes.
Pela primeira vez desde que a sociedade passou a viver numa realidade pandémica que o circuito vai receber público sem grandes constrangimentos. Como habitualmente, os sócios da Escuderia Castelo Branco têm entrada grátis, e os bilhetes terão o preço simbólico de 3 euros para sábado, 5 euros para domingo, ou o bilhete de fim de semana a custar 8 euros. Espera-se, por isso, muitos espectadores durante esta jornada.
“É com grande entusiasmo que a Escuderia Castelo Branco volta a receber uma prova dos Campeonatos de Portugal de Ralicross e Kartcross. Sabemos que, como é a derradeira jornada da competição, que quase tudo se vai decidir. Esperamos, por isso, uma ronda extremamente disputada e interessante para os concorrentes e espetacular para o público. Existe uma paixão muito grande na cidade e na região pelo desporto automóvel e temos a certeza que, com menos limitações do que no último ano e meio, o Parque de Desportos Motorizados de Castelo Branco vai ‘assistir’ a um grande evento desportivo”, afirmou o diretor de prova, Miguel Ramos.
Piloto continua na luta pelo título de campeão de Espanha da Classe T2.
Fernando Barreiros aos comandos de uma Isuzu D-Max e navegado por Sérgio Cerveira regressou às competições em Espanha tendo disputado este fim-de-semana o Rally TT Cuenca evento pontuável para o Campeonato de Espanha de Todo-o-Terreno, competição onde subiu ao pódio da Classe T2.
Foi uma corrida ingrata onde fomos no somatório do prólogo e dos três setores seletivos os mais rápidos entre os T2, mas uma infeliz penalização nos atirou para o 3º lugar. Relativamente ao derradeiro dia de prova temos ainda a lamentar um furo logo nos quilómetros iniciais que nos fez perder alguns minutos, mas não foi por isso que não conseguimos triunfar, salientou Fernando Barreiros no final do Rally TT Cuenca.
Com esta subida ao pódio Fernando Barreiros mantém-se na luta pelo título de campeão de Espanha T2 e vai disputar nos próximos dias 5 a 7 de novembro a Baja Lorca Ciudad del Sol.