Categoria: + Motores

  • Pedro Tiago traído pela mecânica no arranque da época em Sever

    Foi um fim de semana complicado em Sever do Vouga. A mecânica do Citroen Saxo foi madrasta para as aspirações do bicampeão nacional, neste arranque do campeonato onde busca o tri.

    O arranque do Campeonato de Portugal de Ralicross 2020 revelou-se atribulado para Pedro Tiago. Apresentando-se em Sever do Vouga com o estatuto natural de grande favorito na Divisão Nacional A 1.6, pela dupla coroa de campeão nacional que ostenta, fruto das vitórias nos campeonatos de 2018 e 2019, Pedro Tiago estava “confiante em tudo o que fizemos para preparar esta época, mas, no desporto motorizado, as surpresas e os revezes estão ao virar de cada curva!”.

    As “hostilidades” competitivas abriam com os treinos. Aí, o bicampeão impôs a sua lei, sendo o único a baixar do segundo 40, colocando toda a concorrência em sentido.

    Mas, logo na manga inicial, o motor do Citroen Saxo falhou e forçou Pedro Tiago “a rodar num ritmo muito lento, tudo fazendo para tentar chegar ao fim da manga, pensando nos pontos necessários para estar na final. Logo ali suspeitei que o problema seria sério e, mal cheguei à assistência, percebemos que não seria possível alinhar na segunda manga e que estávamos perante um trabalho que iria exigir muitas horas”.

    A “noitada” foi dura para a equipa de mecânicos, mas, na manhã de domingo, o Citroen Saxo já rugia e estava pronto para os desafios da jornada final. Pedro Tiago destaca “o magnífico trabalho da minha equipa. Estiveram praticamente todo o fim do dia de sábado e toda a madrugada a trabalhar para solucionarem o problema. Foram enormes!”.

    A 3ª e a 4ª corrida viram um Pedro Tiago a dar tudo, mesmo sentindo que “o carro não estava perfeito e estive sempre com receio de que o problema de motor voltasse. Mas sabia que tinha de dar o máximo para conseguir um lugar na final e, dentro do possível, com um bom lugar na grelha de partida”. Um 3º e um 4º lugar colocaram o bicampeão nacional na primeira fila da grelha de partida, com as aspirações intactas para a decisão final.

    Mas no “momento da verdade”, voltou o problema no motor do Saxo, forçando Pedro Tiago a “dosear o andamento, num compromisso entre fazer tudo para terminar e conseguir o melhor lugar possível”. Só o seu talento tremendo lhe permitiu segurar o 3º lugar e, dessa forma, começar a época com um pódio que “é satisfatório, atendendo a tudo o que sofremos. Não era este o início de Campeonato que gostaríamos de ter, mas as corridas são mesmo assim. Iremos resolver os problemas e continuar focados na renovação do título. O campeonato é longo e ainda temos bastantes provas pela frente”.

  • Jorge Machado com início de época atribulado

    Sever do Vouga foi palco do regresso do lousadense Jorge Machado ao CPRX. À rapidez que o piloto evidenciou, a corrida respondeu com uma série de incidentes que impediram um resultado ao nível da exibição.

    No momento em que tirou o capacete e as luvas, dando por concluída a sua participação no Ralicross de Sever do Vouga, Jorge Machado deve ter vivido um momento onde a frustração media forças com a satisfação, num misto de sentimentos que traduziu de forma perfeita a saga vivida pelo lousadense na primeira prova da temporada 2020 do Campeonato de Portugal de Ralicross.

    Jorge Machado encarava este primeiro embate com “prudência pois, além de ter estado parado alguns anos, escolhi reentrar no CPRX na Divisão S1600, que é a mais competitiva do campeonato. A presença em Sever tinha como principais objetivos ganhar ritmo e adaptar-me à condução do Citroen C2 S1600 sem, de forma alguma, enjeitar lutar pela melhor classificação possível”.

    0 7º tempo nos treinos deixava o piloto “satisfeito. Adaptei-me bem ao carro e deu para perceber que somos competitivos”. O seu forte andamento seria uma constante ao longo de todo o fim-de-semana, mas a sorte nada quis com ele.

    Praticamente em todas as mangas, Jorge Machado sofreu “toques que me prejudicaram sempre e condicionaram os resultados. No entanto, em todas as corridas deu para perceber que tenho andamento para estar na frente, a discutir a primazia. Mesmo com todos esses problemas, fiz a volta mais rápida na terceira manga e terminei em 3º a quarta, embora aqui já de nada me valeu, pois, os incidentes anteriores colocaram-me fora da qualificação para a final”. O 10º lugar final permitiu, mesmo assim, recolher pontos que podem vir a ser importantes no futuro.

    Mas Jorge Machado não dá o fim-de-semana de Sever como mal empregue. O piloto de Lousada destaca “a satisfação de perceber que, depois dos anos de paragem, estou com ritmo para andar na frente e aproveitamos esta corrida para fazer alguns ajustes e melhorar o carro para o nosso estilo de condução. Demos um passo em frente, fica a amargura de não chegar a final como tanto desejávamos, mas as corridas são mesmo assim e o campeonato é longo. Tenho a certeza de que estaremos na luta!”.

  • Portimão cancela F1 de Motonáutica e destina 350 mil euros que ia gastar à compra de ventiladores

    O município de Portimão cancelou o Grande Prémio de Fórmula 1 de Motonáutica, doando os 350 mil euros que iria gastar nessa prova à aquisição de ventiladores hospitalares, segundo noticiou o jornal Observador.

    O GP de F1H2o, tradicional etapa do circuito mundial da modalidade, iria ser disputado na zona ribeirinha de Portimão, entre os dias 8 e 10 de Maio, sob a égide da UIM e tendo como promotor a H2O.

    “Esta medida de saúde pública reforça a estratégia adotada pelas autoridades municipais no sentido de combater eficazmente a pandemia, cancelando todo o tipo de eventos sociais, culturais e desportivos, ao mesmo tempo que vai contribuir para o reforço do equipamento aplicado ao tratamento dos pacientes da unidade hospitalar local”, explicou a presidente da Município de Portimão Isilda Gomes, citada pelo Observador.

    Este cancelamento, por iniciativa da autarquia, insere-se no conjunto de medidas que o município liderado por Isilda Gomes tem tomado.

  • Problema elétrico trava Sérgio Dias em Sever

    O lousadense apresentou sempre um andamento forte e dentro dos melhores, mas, nos momentos decisivos, um problema elétrico no Renault Twingo S1600 condicionou o resultado final.

    Quando ao longo de um fim-de-semana de competição, um piloto apresenta-se sempre ao mais alto nível, demonstrando uma rapidez que o coloca como um dos favoritos, só um “golpe do destino” pode impedir que o mesmo transforme em resultados a sua competitividade.

    E foi isso mesmo que aconteceu a Sérgio Dias, na pista de Sever do Vouga, palco da prova de abertura do Campeonato de Portugal de Ralicross 2020. Mal o semáforo abriu, dando espaço para os treinos, aos carros da competitiva Divisão S1600, Sérgio Dias colocou o belo carro francês nos lugares cimeiros da tabela de tempos, mas, logo aí, a sua progressão foi interrompida com um problema elétrico que o fez rumar à assistência que, com uma intervenção rápida, debelou a falha.

    Mesmo apreensivo, Sérgio Dias foi à luta e, nas duas mangas iniciais, o seu talento colocou o Twingo 1600 com as cores da NICE ASTRO e da SÉRGIO DIAS TRANSPORTES INTERNACIONAIS na 4ª posição, cumprida que estava metade das corridas de qualificação para a final. O piloto sentia que “tínhamos andamento para lutar pelo pódio e que o carro está competitivo, dando-me confiança para atacar em todas as corridas”.

    A manhã de domingo amanheceu chuvosa, transformando a competição numa “lotaria” de lutas acesas e toques constantes. Sérgio Dias foi muito sólido e capaz de ultrapassar as adversidades na terceira manga, terminando em 6º e, continuando assim em excelente posição para garantir um bom posicionamento na grelha para a final. Mas, na última corrida de qualificação, o Renault Twingo S1600 voltou a “amuar”, com o reaparecimento da falha elétrica, forçando Sérgio Dias a “parar a meio da corrida, quando tinha todas as hipóteses de lutar por um bom resultado”. Mesmo assim, garantiu o 5º posto na linha de partida para o momento da decisão.

    Nova luta contra o tempo para reparar o problema e, uma vez mais, a equipa de assistência conseguiu colocar o Renault pronto para a “batalha”.

    E Sérgio Dias colocou o Twingo S1600 na sua posição na grelha, de olhos postos na frente, focado em “dar tudo para discutir o pódio e, porque não, a vitória”. Mas, pela terceira vez, o problema elétrico fez a sua aparição, levando o lousadense a “falhar o arranque, tendo depois tentado tudo para recuperar. O problema voltou a aparecer e esteve na origem de um pião, que me arruinou a corrida. Cerrei novamente os dentes e fui à luta até ao fim, conseguindo ser 6º e garantindo pontos que podem vir a ser importantes”.

    No final, Sérgio Dias afirmou que saía “de Sever confiante. Mostramos um bom ritmo, que nos dá confiança para as próximas provas. Com esta paragem motivada pela necessidade de combatermos a pandemia do Covid-19 e sem que coloquemos em causa as restrições que todos temos de cumprir, vamos tentar trabalhar no caro para o melhorar e, assim que o campeonato for retomado, estarmos na linha da frente na luta pelo topo!”.

  • Rui Nunes com jornada atribulada em Sever

    Depois da excelente época de 2019, o vice-campeão nacional partia para a jornada inaugural do CPRX 2020 com aspirações a lutar pela vitória. Problemas mecânicos e incidentes de corrida impediram-lhe um bom resultado.

    Os problemas começaram muito cedo na participação do rápido piloto que se apresentava em Sever do Vouga 2 “com a ambição de lutar pelos lugares cimeiros, mas também para me divertir e ver como estava face à concorrência. Os meus adversários apostaram bastante forte e nós optamos por manter para já as mesmas especificações de 2019”.

    Logo nos treinos e “apesar de ter conseguido perceber, logo desde as primeiras curvas, que tínhamos um bom ritmo, a embraiagem cedeu logo na segunda volta, exigindo-me um esforço enorme para realizar tempos e, por isso, a 7ª posição acabou por ser um mal menor”.

    Na primeira manga, Rui Nunes viveu um momento verdadeiramente insólito. Ao longo da corrida, o piloto entrou “numa pequena guerra com o corta corrente do meu kartcross, que se desligou e perdi bastante tempo a voltar a rodar”.

    Já na segunda manga, o aparecimento da chuva trouxe ao cimo todo o talento do piloto. Arrancando do último lugar da grelha, fez uma corrida fenomenal e alcançou uma vitória fantástica.

    A terceira viu em pista um Rui Nunes muito aguerrido, acutilante nas ultrapassagens e a conseguir um resultado que lhe garantiu um lugar na final, com a sexta posição da grelha.

    Enquanto esperava pelo semáforo, Rui Nunes só tinha um foco: lutar pelo pódio. Mas a malapata estava à sua espera logo na primeira curva pois “uma carambola e um toque à saída da primeira curva hipotecou por completo a minha prova. Ainda tenteis recuperar, mas, não só o meu kartcross estava desalinhado devido ao toque, como a muita lama na pista retirava por completo a visão e acabei por levantar o pé e, simplesmente, garantir alguns pontos para o campeonato”.

    Mesmo assim Rui Nunes sai satisfeita do fim de semana, pois provou que “continuo rápido e competitivo e que o meu kartcross é fiável e robusto. Temos rapidez e amos claramente estar na luta pelos pódios, pelas vitórias e pelo campeonato!”.

  • António Sousa arranca com pódio em Sever!

    O lousadense iniciou a época 2020 do CPRX a todo o gás, estando sempre na luta pela primazia entre os S1600, vendo o seu esforço coroado com uma presença no pódio final.

    Tinha prometido e cumpriu. António Sousa foi a Sever do Vouga para ser protagonista na jornada inaugural do Campeonato de Portugal de Ralicross.

    Ao longo de todo o fim-de-semana, o lousadense colocou o Peugeot 206 S1600 da SRT Motorsport na linha da frente da batalha pela vitória na mais competitiva divisão do CPRX. A vitória numa das séries e os resultados equilibrados em todas as corridas de qualificação, com António Sousa a demonstrar todo o seu talento em condições bem diversas, que foram da chuva ao tempo em piso seco, ditaram uma presença na primeira fila da grelha de partida, facto que fez o piloto sentir que “estamos cá para ganhar. O nosso andamento foi sempre forte, em todas as circunstâncias e independentemente dos adversários, dando-nos confiança para encarar cada corrida sempre no limite”.

    Mal o semáforo ditou a partida, Sousa saltou para a segunda posição e, nas primeiras voltas, esteve sempre na luta acesa pela liderança até que, após a terceira passagem pela meta, começou a ter problemas “com o forte embaciamento do vidro da frente, que me forçou a dosear o andamento, sob pena de bater”, fazendo-o perder o 2º posto e transformando as voltas que faltavam “num enorme esforço para segurar o 3º lugar, mas felizmente consegui”.

    Após a comemoração no pódio, foi tempo de rescaldo. António Sousa sente que este foi “um bom resultado, que premeia o meu esforço e a dedicação da minha equipa. Quero dedicar este pódio a todos os patrocinadores da SRT Motorsport e prometo que agora vamos no encalço das vitórias!”.

    O campeonato sofre agora um defeso forçado, devido às medidas de mitigação da propagação do Covid-19.

  • Suspensão da Atividade Desportiva da FPAK

    Na sequência do parecer da Comissão Médica da FPAK relativamente à situação clínica de pandemia provocada pelo coronavírus Covid 19, assim como das recomendações da Organização Mundial de Saúde e da Direção Geral de Saúde, entendeu a Direção da FPAK suspender toda a atividade desportiva da Federação pelo período de três semanas a contar da data de hoje.

    Após este período será reavaliada toda a situação e as medidas ajustadas em conformidade com as autoridades de saúde.

    Mais informamos que o atendimento ao público nas delegações da FPAK em Lisboa, Porto e Funchal ficará encerrado por igual período.

    Trata-se de uma decisão que vai ao encontro da necessidade de tomar medidas efetivas de combate à situação de emergência de saúde pública que vivemos, que merecerá decerto a compreensão de todos.

  • Classic Cars Tour regressa à Beira Interior

    O Classic Cars Tour, organizado pelo Clube Escape Livre, está de regresso à Beira Interior no fim de semana de 15 a 17 de maio. Este ano, dois novos municípios aderem ao evento que estreou em 2019 e juntou quase 50 equipas. O Classic Cars Tour percorre assim os concelhos do Fundão, Penamacor, Sabugal, Belmonte, Covilhã, Manteigas e Guarda, numa descoberta multifacetada.

    A apresentação oficial do Classic Cars Tour decorreu ontem, no espaço verde do Edifício Renascença, onde funciona a RFM, parceira do Clube Escape Livre na divulgação. Na conferência marcaram presença a comunicação social, pilotos, patrocinadores e responsáveis de alguns importantes clubes ligados aos automóveis clássicos.

    O sucesso do Classic Cars Tour ditou a repetição deste evento em moldes semelhantes aos do ano de estreia, mas com algumas melhorias. Por um lado, apresenta uma prova de Regularidade que faz o gosto aos participantes mais competitivos e integra a nova Taça ACP Clássicos.

    Por outro lado, o passeio turístico permite desfrutar da região com maior descontração e, pelas estradas dos sete concelhos envolvidos, os participantes podem esperar grandes paisagens, património, passagem em aldeias típicas, visitas, boa mesa e muito convívio entre os amantes dos carros clássicos. Um Portugal autêntico a descobrir por asfalto.

    O Hotel Alambique de Ouro, no Fundão, é o centro de operações do evento que no sábado parte para o território do Sabugal, Penamacor, Sortelha e Covilhã, regressando ao Fundão. No domingo, o percurso liga o Fundão, Manteigas, Belmonte e Guarda.

    Na organização do Classic Cars Tour estão novamente Pedro Barbosa da Gama e António Mocho, responsáveis técnicos do percurso, que na ocasião salientaram a escolha de “estradas divertidas que dão prazer de condução ao volante dos carros clássicos” e a “preocupação de garantir o que é possível em termos de segurança para que tudo corra bem”.

    Eduardo Albino destacou “a organização da Taça ACP Clássicos que distingue os melhores sócios do ACP no Classic Cars Tour”, enquanto José Almeida, em representação do Hotel Alambique de Ouro, agradeceu ao Clube Escape Livre “o trabalho de muitos anos a trazer pessoas à região nas mais diversas modalidades”. Já João Reis, em representação da FPAK, preferiu enaltecer “o papel do Clube Escape Livre na divulgação da região e do desporto automóvel que todos gostamos”.

    A RFM, através de João Lobo, sublinhou “o gosto em receber aqui esta apresentação com um parceiro de longa data, com quem partilhamos ações e desafios”.

    As inscrições têm um preço mais reduzido até 24 de abril, e custam 390 euros no passeio turístico e 440 euros na Regularidade, no caso do programa completo com alojamento. Existem outras opções de participação. Informações e inscrições podem ser efetuadas em www.escapelivre.com, ou através dos contactos 271 205 285 | 967 899 449 | escapelivre@escapelivre.com.

  • FPAK avalia possíveis mudanças nos calendários

    A FPAK emitiu um comunicado em que refere que “na sequência da recente propagação do Coronavírus na Europa e estando declarada e confirmada a possibilidade de uma Pandemia do Coronavírus (COVID-19) em Portugal, a FPAK, através da sua Comissão Médica, está a acompanhar muito de perto a evolução da situação, em estreita ligação também com os seus Associados e com as autoridades relevantes, incluindo o Governo, através da Secretaria de Estado da Juventude e Desporto e a Direção Geral de Saúde.”

    Como tal, a FPAK “encontra-se a avaliar o calendário das suas próximas provas e, conjuntamente com as Autarquias, os Promotores, os Clubes Organizadores e demais entidades, tomará as medidas necessárias para ajudar a proteger a comunidade do desporto automóvel, bem como o público em geral, procedendo de imediato à divulgação de eventuais alterações ou cancelamentos.”

  • Jorge Gonzaga com arranque positivo

    A pista do Alto do Rosário recebeu a primeira jornada do campeonato e o Vouga Sport Clube organizou uma prova que, de acordo com o piloto, “foi positiva sobretudo considerando as condições atmosféricas, mas onde os tempos mortos exagerados continuam a ser um ponto negativo.”

    Em termos competitivos foi uma excelente estreia do novo chassis RX01, sobretudo porque Jorge Gonzaga admite que “que não nos preparamos conforme pretendido para este campeonato por manifesta falta de tempo. Conhecíamos o potencial do chassis, mas gostávamos de ter tido mais horas em pista”.

    Esta classificação garante à equipa a liderança do campeonato de Portugal, que se desloca a Lousada nos dias 28/29 de Março.