Categoria: + Motores

  • Nuno Madeira lança “577”, um podcast sem filtros sobre corridas, bastidores e cultura automóvel

    Nuno Madeira lança “577”, um podcast sem filtros sobre corridas, bastidores e cultura automóvel

    Conhecida é a irreverência de Nuno Madeira, um dos pilotos mais consagrados e icónicos do Todo-o-Terreno português, e essa atitude prepara-se agora para ganhar nova vida fora das pistas. O piloto vai lançar o 577, um podcast assumidamente fora do formato tradicional, que promete conversas diretas, intensas e sem qualquer tipo de filtro.

    “Isto não é um podcast normal”, começa por sublinhar Nuno Madeira. “O 577 é um podcast ultra irreverente, alternativo e sem guiões, criado por quem vive o mundo das corridas, da velocidade e da cultura automóvel por dentro — e que diz o que muitos pensam, mas poucos têm coragem de dizer.”

    As corridas são o ponto de partida do projeto, mas rapidamente dão lugar a conversas que extravasam o desporto. “As corridas são apenas o início. O resto pode ser conversa séria… ou nem por isso”, explica o piloto, deixando claro que o tom do podcast foge deliberadamente ao registo institucional.

    O 577 vai reunir pilotos, preparadores, mecânicos, apaixonados por motores e convidados improváveis, num ambiente descontraído e frontal. “Aqui falamos dos bastidores do desporto motorizado, das histórias que nunca passam nas câmaras, de opiniões polémicas, de experiências reais e da vida fora da pista”, afirma Nuno Madeira. “Falamos também de cultura automóvel, lifestyle e de tudo o que anda à margem do ‘certinho’.”

    O conceito assenta numa recusa clara de formalismos. “Não há guiões, não há personagens”, garante. “O que existe são conversas reais, intensas e muitas vezes incómodas. É isso que faz falta.”

    Para o piloto, o 577 é mais do que um podcast: “É atitude. É velocidade. É conversa sem travões.” E deixa o convite claro ao público: “Se gostas de motores, polémica, histórias verdadeiras e não tens medo de opiniões fortes, este canal é para ti. Aperta o cinto, porque aqui ninguém levanta o pé.”

    Com uma identidade provocadora e uma linguagem sem concessões, o 577 promete afirmar-se como um novo espaço de liberdade no universo do desporto motorizado e da cultura automóvel em Portugal.

  • Motor Sponsor lança Test Driver, o primeiro salão automóvel em circuito realizado em Portugal

    Motor Sponsor lança Test Driver, o primeiro salão automóvel em circuito realizado em Portugal

    A Motor Sponsor, empresa especializada na organização de eventos automóveis com atuação nacional e internacional, vai lançar o Test Driver, o primeiro salão automóvel em circuito realizado em Portugal, que terá lugar de 22 a 24 de maio, no Circuito do Estoril.

    O evento contará com a presença de 30 marcas automóveis e mais de 60 modelos disponíveis para test drive em cada dia, proporcionando ao público uma experiência inédita no mercado nacional. Os test drives realizam-se na própria pista, transformada em estrada fechada, garantindo um ambiente seguro, controlado e sem trânsito, onde é possível explorar as viaturas em condições únicas.

    A pista do Estoril estará organizada em cinco zonas distintas de atividades, todas coordenadas por instrutores profissionais, sendo que cada participante será sempre acompanhado por um responsável da marca durante o test drive. Este formato permite uma experiência orientada e segura, tanto para os condutores como para os construtores.

    As atividades em pista foram concebidas para possibilitar um test drive integral das viaturas, abrangendo componentes de segurança, tecnologia e performance. Entre as diferentes atividades, a circulação na pista está limitada a uma velocidade máxima de 35 km/h, assegurando fluidez e segurança para todos os participantes.

    Um dos elementos diferenciadores do Test Driver passa pelo facto de todos os modelos realizarem exatamente as mesmas atividades, em iguais condições de utilização, permitindo que cada viatura evidencie as suas características e que o público possa realizar comparações diretas entre diferentes modelos, algo praticamente impossível em test drives convencionais em estrada aberta.

    Para André Marques, CEO e fundador da Motor Sponsor, “o Test Driver é o primeiro salão automóvel em circuito em Portugal, onde as marcas podem apresentar as suas viaturas e promover test drives com o público, parceiros e clientes num ambiente seguro, controlado e em total segurança, beneficiando das condições proporcionadas por uma pista como a do Estoril”.

    O responsável sublinha ainda que “as atividades criadas permitem explorar as características de cada viatura de forma segura, algo que em estrada não é possível”, acrescentando que, “limitado a 30 marcas, o evento disponibiliza mais de 60 viaturas por dia para test drive e um total de 5.760 test drives ao longo dos três dias abertos ao público”.

    Segundo André Marques, o conceito foi “muito bem recebido desde a primeira hora pelas marcas”, estando a lista completa de participantes prevista para ser anunciada em breve.

  • Motor Sponsor anuncia calendário Driving Days e Driving Days Club 2026 no Estoril

    Motor Sponsor anuncia calendário Driving Days e Driving Days Club 2026 no Estoril

    A Motor Sponsor, empresa de referência na organização de eventos automóveis em Portugal e no estrangeiro, anunciou as datas oficiais dos Driving Days e Driving Days Club para a temporada de 2026, todos a realizar no Circuito do Estoril.

    Os Driving Days, destinados exclusivamente a viaturas de estrada, regressam nos dias 5 de abril e 13 de setembro, mantendo o formato open pit lane, com possibilidade de participação em sessões de 4 horas de manhã ou à tarde. O número de viaturas em pista está limitado a 35 carros, com um limite máximo de ruído de 100 dB.

    Estes eventos distinguem-se pela forte componente de envolvimento com o público, com o circuito aberto e um vasto conjunto de atividades paralelas. Estão previstos sorteios de co-drives em pista, experiências no paddock, drift, stunt drive, simuladores e várias animações para os mais novos, tornando cada Driving Days numa verdadeira festa do desporto automóvel.

    Já os Driving Days Club, de cariz mais exclusivo, realizam-se a 21 de maio e 15 de outubro, com duas modalidades de participação. O Grupo 1, dedicado a viaturas de estrada, oferece 3 horas de pista divididas em seis sessões de 30 minutos, estando limitado a 20 carros e ao limite de ruído de 100 dB. O Grupo 2, destinado a viaturas de competição, disponibiliza 5 horas de pista em sessões de 60 minutos, com um máximo de 25 viaturas e sem limitação de ruído.

    Os Driving Days Club destacam-se pelo ambiente mais reservado e intimista, com circuito fechado ao público, lounge exclusivo, apoio técnico permanente e um forte foco no networking entre participantes.

    Todos os eventos incluem um conjunto completo de serviços, como comissários e race control, ambulância e equipa médica, meios de resgate, boxes partilhadas, cobertura fotográfica em alta definição, seguros obrigatórios e uma equipa especializada de apoio.

    As inscrições podem ser efetuadas através do site oficial da Motor Sponsor, com a novidade de permitir a inscrição antecipada e o pagamento dos seguros apenas no dia do evento.

    André Duarte, responsável pela relação com os participantes, sublinha que “os Driving Days e Driving Days Club são hoje uma marca de referência no panorama nacional dos track days”, destacando a aposta contínua na qualidade do tempo de pista, na segurança e na experiência global oferecida a participantes e público.

  • Chuva condiciona derradeiro dia de testes do Mundial Superbike em Portimão

    Chuva condiciona derradeiro dia de testes do Mundial Superbike em Portimão

    Sob chuva quase constante no Autódromo Internacional do Algarve, pilotos e equipas do Campeonato do Mundo de Superbike cumpriram esta quinta-feira o último dia de testes antes do arranque da temporada, com o asfalto permanentemente molhado a limitar o trabalho em pista, mas sem travar por completo a preparação para a ronda inaugural.

    Sem a intensidade típica de um dia em condições secas, a principal nota da jornada foi a entrada em pista dos dois pilotos oficiais da Ducati, Nicolo Bulega e Iker Lecuona, que acabariam por dominar a tabela de tempos. Em contraste, os pilotos da Yamaha optaram por permanecer nas boxes, repetindo a decisão do dia anterior, tal como a Bimota, que voltou a confiar o trabalho em pista exclusivamente ao seu piloto de testes, Javi Forés. De fora ficaram ainda Sam Lowes e Garrett Gerloff, este último o mais rápido no primeiro dia de testes.

    Com uma melhor volta em 1m59,144s, registada na 15.ª das 18 voltas que completou, Nicolo Bulega terminou como o mais veloz do dia, batendo o seu novo colega de equipa Iker Lecuona por apenas 39 milésimos de segundo, num duelo equilibrado entre os dois pilotos da marca italiana. Lecuona realizou um total de 35 voltas ao traçado algarvio.

    No final do dia, Bulega não escondeu alguma frustração com as condições encontradas: “Infelizmente este inverno não fomos muito felizes com o clima. Foram quatro dias de testes e em todos tivemos muita água e a pista muito suja. É complicado porque temos uma moto nova e era importante testar várias soluções antes de irmos para a Austrália. Agora resta esperar por melhores condições naquela que é uma das minhas pistas favoritas”, afirmou o vice-campeão do mundo.

    Entre os mais ativos esteve Jake Dixon, que rodou com ambas as suas motos e terminou a menos de um segundo do melhor tempo do dia. O britânico fechou a sessão à frente de Alberto Surra e Lorenzo Baldassarri, entre os pilotos inscritos no Mundial Superbike.

    Com os testes europeus concluídos, o pelotão do WorldSBK prepara agora a viagem para a Austrália, onde o campeonato terá início no circuito de Phillip Island, dando oficialmente o pontapé de saída para a temporada de 2026.

  • Marco Silva estreou-se na Montanha e na Velocidade em 2025 e deixou boas indicações para o futuro

    Marco Silva estreou-se na Montanha e na Velocidade em 2025 e deixou boas indicações para o futuro

    A época de 2025 ficará para sempre marcada na carreira de Marco Silva, jovem piloto natural de Vila Real e filho do conhecido piloto António Silva, que concretizou este ano a sua estreia oficial quer na Montanha, quer na Velocidade, dando os primeiros passos numa trajetória competitiva que promete dar frutos no futuro.

    Para Marco Silva, esta entrada no desporto automóvel teve um significado muito especial. “Foram momentos muito importantes na minha vida, porque graças ao meu pai consegui concretizar um sonho que tinha desde menino”, começou por afirmar o jovem piloto.

    Na Montanha, a estreia aconteceu na exigente Rampa da Serra da Estrela, onde Marco alcançou um resultado encorajador, demonstrando uma adaptação positiva às exigências da disciplina. Já na Velocidade, realizou outro dos seus grandes sonhos ao competir no Circuito Internacional de Vila Real, na sua cidade natal. Contudo, a sorte não esteve do seu lado: um despiste acabou por provocar danos no carro que o impediram de concluir a corrida.

    “Foi uma grande pena não ter conseguido terminar em Vila Real, mas faz parte das corridas e da aprendizagem”, reconhece o piloto. A temporada prosseguiu no Autódromo do Estoril, experiência que Marco descreve como “fabulosa” e bastante positiva, servindo de base para a participação em duas Super Especiais, onde alcançou bons resultados finais.

    No final da época, Marco Silva fez questão de deixar uma palavra de agradecimento a todos os que tornaram possível esta estreia competitiva: “Quero agradecer, antes de mais, ao meu pai, por me ter dado a oportunidade de correr, aos nossos patrocinadores, à minha família e aos amigos que me apoiaram e me deram força em todos os momentos. A todos, muito obrigado”.

    Quanto ao futuro, o jovem piloto mantém uma postura prudente, mas otimista. “Ainda não sei o que vai acontecer em 2026. O meu pai está a falar com os patrocinadores para perceber que apoios conseguimos reunir, mas penso que no início de março já deverei ter novidades”, concluiu Marco Silva.

  • Parallel Velocity Club faz balanço positivo de 2025 e aponta a 2026 com ambição renovada

    Parallel Velocity Club faz balanço positivo de 2025 e aponta a 2026 com ambição renovada

    O Parallel Velocity Club, sediado no concelho da Maia, encerrou a temporada de 2025 com um balanço claramente positivo, apesar de um ano exigente em termos organizativos e logísticos. A avaliação foi feita pelo presidente do clube, Jorge Galhardo, que sublinhou o crescimento sustentado da actividade desenvolvida ao longo do ano.

    “Da nossa parte foi uma época trabalhosa, mas muito positiva”, começou por referir Jorge Galhardo, destacando desde logo o aumento significativo do número de testes realizados no percurso em redor do Aeródromo da Maia. Ao longo de 2025, o traçado acolheu diversas equipas de ralis — incluindo algumas estruturas oficiais — bem como pilotos das disciplinas de Montanha e Velocidade, que aproveitaram estas sessões para desenvolver e testar as suas viaturas.

    Outro dos pontos fortes realçados pelo presidente do Parallel Velocity Club foi o reforço contínuo das condições de segurança ao longo de todo o troço utilizado para os testes. “O factor segurança voltou a ser incrementado em todo o percurso, o que deu frutos evidentes. Os pilotos puderam testar com maior confiança e liberdade, sempre dentro de um enquadramento seguro”, explicou.

    Com os resultados alcançados em 2025, o clube olha agora para o futuro com optimismo. O objectivo para 2026 passa por, pelo menos, igualar os números da época anterior, existindo também a ambição de os superar. A este desafio acresce ainda a responsabilidade da organização de provas desportivas, reforçando o papel activo do Parallel Velocity Club no panorama do desporto motorizado nacional.

    “Esperamos que em 2026 consigamos repetir, ou mesmo melhorar, os números de 2025, a par da organização de eventos que estarão igualmente a nosso cargo”, concluiu Jorge Galhardo.

  • Julien Roussaly arranca 2026 com vitória absoluta no Enduro de Góis

    Julien Roussaly arranca 2026 com vitória absoluta no Enduro de Góis

    O francês Julien Roussaly, da Sherco, iniciou da melhor forma a defesa do título no Campeonato Nacional de Enduro – CFL 2026, ao vencer, à geral e na classe Elite 2, a prova de abertura da temporada, disputada no passado domingo em Góis, sob organização do Góis Moto Clube.

    Num enduro particularmente exigente, marcado por terrenos muito pesados devido à lama acumulada pelas chuvas da semana anterior — apesar da melhoria das condições meteorológicas no dia da prova — Roussaly impôs um ritmo sólido e consistente, terminando com 2m43s de vantagem sobre Luís Oliveira (Yamaha). O piloto português venceu a classe Elite 1, enquanto o britânico Jack Edmondson (KTM) completou o pódio absoluto na terceira posição.

    Como é habitual na ronda inaugural da temporada, vários pilotos apresentaram-se com novas cores ou em classes diferentes. Ruben Ferreira, Campeão Nacional Elite 1 em título, deixou a Beta após três temporadas de sucesso e estreou-se na Elite 2 com uma KTM 350 EXC-F, terminando em 4.º da geral e 2.º da classe. Já Renato Silva, Campeão Elite 2 em 2025, também mudou de marca, passando para uma TM EN300 4T, fechando o top 5 absoluto e o pódio da Elite 2.

    O 6.º lugar absoluto foi ocupado por Luís Pinto, Campeão Open em título, agora aos comandos de uma Sherco, depois de deixar a KTM, sendo ainda 3.º classificado em Elite 1.

    Na classe Open, Rui Sousa (Fantic) destacou-se ao vencer na geral e na Open 1, depois de subir da classe Verdes, onde tinha sido segundo absoluto em 2025. Gonçalo Jesus (Beta) terminou em segundo, enquanto Francisco Salgado (KTM), Campeão Open 2 em título, foi o melhor da sua classe.

    Entre os Verdes, cuja classificação absoluta passa este ano a ter estatuto de Campeonato Nacional, vitória para Lucas Espinha (Beta), também primeiro em Verdes 1, seguido de Gil Carmo (Honda) e Salvador Sampaio (Beta). Rui Silva (Sherco) venceu em Verdes 2, enquanto Adrián de la Fuente (KTM) foi o melhor em Verdes 3.

    Na classe de Senhoras, Rita Vieira (Yamaha) iniciou a temporada com uma vitória clara, superando Joana Gonçalves (Husqvarna) por 27 segundos, após esta última ter sofrido uma penalização de um minuto. Francisca Henriques (Honda) completou o pódio.

    Entre os Veteranos, Pedro Oliveira (KTM) voltou a vencer, dando continuidade ao domínio demonstrado em 2025, acompanhado no pódio por Fábio Magalhães (Husqvarna) e Luís Cardoso (Beta). Nos Super Veteranos, o regressado Cláudio Belchior (KTM), Campeão da classe em 2024, venceu na sua estreia em 2026, batendo Albano Mouta (GasGas) e João Moreira (KTM).

    Na classe Promoção, triunfo de João Duarte (KTM), à frente de Duarte Areosa (Honda) e Francisco Alvoeiro (Fantic). Já nas Elétricas, categoria que se estreia este ano no CNE após o Enduro Sprint, a vitória pertenceu a Mário Patrão, aos comandos de uma Stark Varg.

    Para Nuno Bandeira, presidente do Góis Moto Clube, o balanço foi extremamente positivo: “A prova foi um sucesso e a temporada não podia ter começado melhor. O mau tempo deu tréguas, os pilotos gostaram das especiais e os pisos resistiram à passagem dos 135 participantes. Góis reafirmou-se como uma região de excelência para a prática do Enduro.”

    O Campeonato Nacional de Enduro – CFL 2026 prossegue com a segunda ronda da época, marcada para 22 de fevereiro, em Tábua.

  • Mazda celebra 35 anos da histórica vitória em Le Mans no Rétromobile 2026

    Mazda celebra 35 anos da histórica vitória em Le Mans no Rétromobile 2026

    A Mazda vai assinalar os 35 anos da histórica vitória nas 24 Horas de Le Mans com uma presença de destaque no Salon Rétromobile 2026, que decorre entre 28 de janeiro e 1 de fevereiro, em Paris. A marca japonesa irá expor o lendário Mazda 787B, vencedor absoluto da edição de 1991, num tributo a um dos momentos mais marcantes da sua história no desporto automóvel.

    Primeiro construtor japonês a vencer a mítica prova francesa, a Mazda escolheu o salão parisiense — que celebra a sua 50.ª edição — para recordar um feito que permanece único: a vitória de um protótipo equipado com motor rotativo numa das mais exigentes corridas de resistência do mundo.

    O centro das atenções será o Mazda 787B, chassis n.º 002, idêntico ao carro que cruzou a linha de meta em primeiro lugar em Le Mans, em junho de 1991. Equipado com um motor quadri-rotor atmosférico, o protótipo simboliza o auge do desenvolvimento da tecnologia rotativa aplicada à competição.

    Um tributo à história do motor rotativo

    Para além do 787B, o stand da Mazda contará ainda com três modelos icónicos de produção, todos eles equipados com motor rotativo, ilustrando a evolução desta tecnologia ao longo de várias décadas: o Mazda Cosmo Sport 110S (1969). o primeiro modelo de duplo rotor produzido em série, o Mazda Luce R130 (1969), uma das raras berlinas com motor rotativo e tração dianteira e o Mazda RX-7 (1979), o desportivo que popularizou mundialmente esta mecânica.

    Esta seleção permite revisitar a herança técnica da Mazda desde os anos 60 até à consagração em Le Mans, sublinhando a ousadia e persistência da marca no desenvolvimento de soluções técnicas únicas.

    Um feito eterno no desporto automóvel

    A 23 de junho de 1991, o britânico Johnny Herbert, acompanhado por Volker Weidler e Bertrand Gachot, conduziu o Mazda 787B à vitória nas 24 Horas de Le Mans, num resultado que permanece inédito para um automóvel com motor rotativo. O triunfo foi alcançado sob a responsabilidade da Mazdaspeed, então divisão de competição da marca.

    Trinta e cinco anos depois, a Mazda convida os entusiastas a reviverem esse momento histórico no Rétromobile, celebrando valores como a paixão pelos automóveis, o espírito de desafio, a resistência e a inovação tecnológica, que continuam a definir a identidade da marca.

  • Troféu TH Clothes X-Trophy 2026 arranca em Ferreira do Zêzere com forte adesão de pilotos

    Troféu TH Clothes X-Trophy 2026 arranca em Ferreira do Zêzere com forte adesão de pilotos

    Está lançada a contagem decrescente para a primeira prova do Troféu TH Clothes X-Trophy 2026, agendada para o próximo domingo, 1 de fevereiro, em Ferreira do Zêzere. A competição marca igualmente o arranque do Campeonato Nacional de Mini-Baja 2026, sob a égide da Federação de Motociclismo de Portugal.

    A pouco mais de uma semana do início da temporada, a lista de inscritos continua a crescer a bom ritmo, confirmando o elevado interesse dos pilotos numa prova que, edição após edição, se tem afirmado como uma referência no calendário nacional do todo-o-terreno.

    À semelhança de anos anteriores, toda a estrutura logística do evento estará concentrada no Aeródromo Municipal de Ferreira do Zêzere, onde ficarão instalados o secretariado, as verificações técnicas e documentais, o parque de assistências, o parque fechado e as zonas destinadas ao público.

    Traçado melhorado e logística reforçada

    Embora a pista se mantenha na mesma área geográfica, o percurso apresenta melhorias e correções significativas, resultado da experiência acumulada pela organização. Nas últimas semanas, as equipas estiveram no terreno a preparar caminhos e estradas, procurando minimizar os efeitos das chuvas já registadas — e das que ainda se prevêem — de forma a garantir as melhores condições possíveis para pilotos e espectadores.

    O paddock estará instalado diretamente na pista do aeródromo, solução que assegura excelentes condições logísticas para equipas e assistências e que, especialmente nesta época do ano, ajuda a evitar os problemas habitualmente associados à lama, tornando o evento mais fluido e confortável.

    Ferreira do Zêzere volta a afirmar-se no todo-o-terreno

    Com esta prova, Ferreira do Zêzere reforça o seu estatuto como território de referência na organização de grandes eventos de todo-o-terreno. A aposta contínua do município neste tipo de iniciativas tem vindo a consolidar a ligação entre o desporto motorizado, a promoção territorial e o desenvolvimento local, atraindo pilotos, equipas e público de todo o país.

    O programa competitivo arranca logo pela manhã, com destaque para as provas da classe Iniciados, seguindo-se as corridas das categorias MOTO e QUAD, num dia que se antevê intenso e competitivo, culminando com a cerimónia de entrega de prémios ao final da tarde.

    A organização do evento está a cargo da X-Adventure, com o Moto Clube Sacho e o Moto Clube de Ferreira do Zêzere como coorganizadores. O Troféu TH Clothes X-Trophy é promovido pela X-Adventure, sob a égide da FMP, contando com o apoio da TH Clothes, Motévora, Goldspeed, Mundimat, Mundilimpa, GuiaRural.pt e ImagensDesportivas.com.

  • Mundial Superbike realiza testes decisivos no Algarve com estreia de Miguel Oliveira na BMW

    Mundial Superbike realiza testes decisivos no Algarve com estreia de Miguel Oliveira na BMW

    O Campeonato do Mundo de Superbike entra na reta final da preparação para o arranque da temporada, com a realização, nos dias 28 e 29 de janeiro, do último teste europeu antes da caravana seguir para a Austrália, palco da ronda inaugural de 2026.

    O Autódromo Internacional do Algarve volta assim a assumir um papel central na pré-época do Mundial, recebendo todas as equipas e pilotos que alinham no campeonato, numa sessão de testes que se reveste de particular importância técnica e desportiva.

    Para o público português, o grande destaque será a estreia de Miguel Oliveira em solo algarvio aos comandos da BMW M1000RR, moto que o piloto português irá utilizar na sua primeira temporada completa no Mundial Superbike. Oliveira regressa assim à “montanha-russa” de Portimão, circuito onde venceu em 2020, no ano de estreia do MotoGP no traçado algarvio.

    Ao longo dos dois dias de testes, Miguel Oliveira terá oportunidade de continuar o processo de adaptação à nova moto e à exigente realidade do Mundial Superbike, num contexto que reúne todas as estrelas da categoria. A presença do piloto português será naturalmente um dos focos de maior atenção para os adeptos nacionais, numa antecipação do seu regresso ao Algarve já em competição, aquando da segunda ronda do campeonato, agendada para o final de março.

    O acesso ao público aos testes está disponível mediante a aquisição de bilhete com o valor de 10 euros, podendo o mesmo ser adquirido na loja do Kartódromo Internacional do Algarve.