José Grosso é reconhecidamente um dos mais consagrados colecionadores e ‘gentleman driver” de Portugal.
O piloto e empresário de Leiria é presença assídua em eventos Legend e em Motorshows, sendo, como é óbvio o Leiria Sobre Rodas um dos momentos altos das suas aparições desportivas.
Armindo Araújo e Luís Ramalho são, oficialmente, os novos Campeões Nacionais de Todo o Terreno na Categoria T3 após uma temporada onde somaram cinco pódios (três vitórias e dois segundos lugares) nas seis provas em que participaram, e que lhes permitiu também terminar o campeonato absoluto na terceira (Armindo Araújo) e segunda (Luís Ramalho) posição da geral respetivamente.
Num ano em que acumularam a presença no Campeonato de Portugal de Ralis com a estreia, a tempo inteiro, no Todo o Terreno, a dupla do Can Am T3 da Santag Racing foi uma das grandes protagonistas do campeonato e o título alcançado superou todos os objetivos traçados no arranque da temporada. “Estamos obviamente muito felizes com a conquista do campeonato de T3 e, sem dúvida, que orgulhosos de tudo o que conseguimos fazer num ano tão difícil como foi o de 2023. No início da temporada o nosso grande objetivo era, neste ano de estreia, assimilar o máximo de conhecimento quer das provas como do carro e adaptarmo-nos o mais rápido possível a um campeonato bem distinto dos ralis. Começamos o ano com uma vitória em Beja, mas depois do nosso acidente no Rali de Fafe, que nos impediu de participar na Baja da Extremadura, tivemos que reiniciar todo esse processo e fazer uma rápida recuperação física que nos permitisse ser competitivos. Felizmente, sentimos desde o regresso que podíamos alcançar bons resultados e assim aconteceu. Vencemos por duas vezes, em Loulé e na Baja do Oeste, e terminamos em segundos na prova de Reguengos e Portalegre o que nos fez somar o maior número de pontos e conquistar um saboroso título nos T3. É uma enorme alegria podermos festejar esta conquista”,começa por dizer Armindo Araújo.
Ao título na Categoria T3, Armindo Araújo juntou o derradeiro degrau do pódio final no campeonato absoluto e ajudou a Santag Racing a vencer o campeonato de equipas. “2023 foi um ano de emoções e sensações fortes, e onde estivemos em dois extremos quer física quer psicologicamente. Neste ponto tenho que agradecer o apoio incansável que os nossos parceiros nos deram durante todo o ano e expressar o maior agradecimento à Santag Racing por tudo o que nos proporcionou. É uma estrutura e equipa fantástica e foi um prazer enorme fazer parte deste projeto. Espero que possamos continuar a vencer juntos no futuro”, afirmou ainda o piloto de Santo Tirso.
William Buller, acompanhado por Jonny McKnight, na classe Stock, e Joaquim Salero, navegado por Gonçalo Correia, na classe Open, foram os grandes vencedores da SuperFinale da YXZ1000R European Cup que se disputou este fim-de-semana na Baja Portalegre 500.
A quarta edição da SuperFinale da Taça Europeia YXZ1000R foi mais uma vez um enorme sucesso encerrando com chave de ouro uma temporada de 2023 fantástica. Estiveram reunidas, na mais importante prova do todo-o-terreno da Europa, 27 equipas YXZ1000R de Portugal, Espanha, França, Alemanha, Itália e Reino Unido que lutaram entre si pelo título de campeã da Europa.
Na sexta-feira, a cidade de Portalegre amanheceu chuvosa e as condições climatéricas não deram tréguas durante todo o fim-de-semana. As chuvas intensas e ventos fortes que afetaram a região colocaram à prova os pilotos dos Yamaha YXZ 1000R que, no entanto, não esmoreceram e concluíram na sexta-feira o prólogo com 3,71 km e um troço de 59,61km e no sábado realizaram o setor seletivo final de 320 km.
Na competição destinada à classe stock o inglês William Buller venceu e Vasco Melo foi o melhor português tendo terminado em quinto lugar, seguido de Pedro Gonçalves, navegado por Pedro Araújo. Fernando Rodrigues, acompanhado de José Dias, ficou no oitavo posto. Paulo Fernandes, o Campeão Stock de 2023 da Taça Yamaha YXZ1000R, não logrou terminar a corrida.
No desafio YXZ1000R Open Challenge, aberto a todos os pilotos inscritos com um Yamaha YXZ1000R que não fosse stock, a dupla portuguesa formada por Joaquim Salero e Gonçalo Correia conquistou a vitória após uma renhida disputa com os irmãos italianos Alessandro e Emiliano Tinaburri. O piloto luso Jorge Lopes completou o pódio. Como vencedores da classe Open, a equipa formada por Joaquim Salero e Gonçalo Correia recebeu como prémio uma entrada gratuita no Carta Rally 2024. Os portugueses Vitor Domingos e Luís Caseiro, que foi navegado por João Azeiteiro, também participaram na competição, mas não terminaram a corrida.
A Taça Yamaha YXZ1000R, competição organizada pela Yamaha Motor Portugal, regressa em 2024 com mais desafios emocionantes.
António Maio completou a Baja Portalegre 500, a sétima e última jornada do CNTT 2023, que se cumpriu este fim-de-semana nas pistas alentejanas dos concelhos de Portalegre. O major da GNR entrou de forma positiva na corrida ao vencer o troço de 61,81 km disputado no primeiro dia de prova, mas um problema com um tubo de gasolina fez com que perdesse mais de 40 minutos no derradeiro setor seletivo, cumprido no domingo, retirando-lhe as hipóteses de alcançar mais uma vitória no CNTT 2023.
Apesar do contratempo, António Maio fez um balanço positivo desta que foi a 37ª edição da mítica prova de todo-o-terreno organizada pelo Automóvel Clube de Portugal:
“Não foi o resultado que eu desejaria ter nesta Baja Portalegre, mas ainda assim estou muito feliz por ter chegado ao fim. Foi uma prova fantástica, gira e o terreno estava fantástico. Consegui impor um bom ritmo do início ao fim e foi possível fazer um excelente treino para o Dakar. Foram 300 km intensos e estou contente porque fechámos o campeonato sem qualquer problema e isso era fundamental para estarmos bem para o Dakar. Quero agradecer a todos os meus patrocinadores, amigos e família que foram mais uma vez fantásticos. Agradeço ainda à minha equipa por todo o trabalho que fez durante toda esta época desportiva e o esforço e dedicação a este projeto. Muito obrigada ao Carlos, ao Rui e toda a minha assistência que esteve impecável em mais uma competição. Tenho pena de não colocar a cereja no topo do bolo com mais uma vitória em Portalegre, mas estou muito satisfeito com todo o trabalho desenvolvido” revelou o piloto que terminou a Baja Portalegre no 19º lugar.
António Maio foca agora todos os seus esforços na sua quinta participação no Rali Dakar que terá início em janeiro de 2024.
Com muito esforço e uma enorme vontade de levar até ao fim o desafio a que se tinha proposto, Helder Oliveira conseguiu completar a totalidade da Baja Portugal 500, sexta etapa da Taça do Mundo da FIA de Bajas Cross-Country este ano disputada sob condições manifestamente adversas.
O piloto de Barcelos competiu aos comandos de um Can-Am South Racing T3 onde foi navegado pelo experiente Carlos Jorge Mendes.
“Não foi nada fácil ter terminado esta Baja Portalegre 500 com tanta chuva. É sempre esse o primeiro objetivo tendo em conta a tradicional dureza e dificuldade da prova. É certo que tinha algumas ambições desportivas pese o facto de a Categoria T3 onde estive a competir ter apresentado uma lista de participantes notável, mas a prova de Portalegre é uma competição muito do meu agrado e onde tenho conseguido fazer bons resultados. Infelizmente tivemos um pequeno acidente logo ao km 95 no setor inicial deste derradeiro dia de prova e poderíamos ter ficado logo aí”, realça Hélder Oliveira
O piloto do Grupoótico acrescenta: “mas o nosso empenho e a destreza do Cajó permitiu-nos, contudo, levar o Can-Am até ao final do setor a um ritmo muito lento, mas que permitiu à nossa assistência recuperar a máquina e partirmos para o derradeiro setor onde, tal como esperávamos, partindo muito detrás, fomos obrigados a múltiplas ultrapassagens em condições que não era nada fácil, o que nos impediu de conseguirmos rolar a um bom nível. Mas divertimo-nos e terminámos mais uma corrida da Taça do Mundo de Bajas onde apesar do mau tempo a quantidade de espetadores era impressionante” referiu após concluir a sua 17ª participação na Baja Portalegre 500.
Domingos Cunha, piloto Off Road Camp Yamaha sagrou-se este fim-de-semana Campeão Nacional Juvenil ao triunfar na Baja Portalegre 500 a quarta e derradeira etapa do Campeonato Mini Baja que se realiza a par do Campeonato Nacional de Todo-o-Terreno sob a égide da FMP (Federação de Motociclismo de Portugal).
https://youtu.be/zP3b4goRJwc?si=9oYnFslxtdW9I6f2
no prólogo. Uma penalização relegou-o, todavia, para a terceira posição na partida para o troço de 85km cumprido entre Ponte de Sor e Quinta das Coutadas em Portalegre onde acabaria por ser o primeiro a chegar depois de ter ultrapassado no terreno os seus mais diretos adversários.
Estou muito feliz por este triunfo. O percurso da Baja estava muito giro apesar de ter umas zonas mais degradas devido à passagem dos carros, mas diverti-me muito e consegui o objetivo de me sagrar campeão nacional, referiu no final da corrida o jovem Domingos Cunha que não deixou de agradecer a todos os que me apoiam e contribuíram para este sucesso.
A vitória de Domingos Cunha em Portalegre junta-se assim às que anteriormente tinha conquistado no X-Trophy de Ferreira do Zêzere, no Raid TT da Ferraria na Baja Oeste de Portugal e aos 15 anos de idade sagra-se pela primeira vez Campeão Nacional. No ano passado o piloto Off Road Camp Yamaha conquistara a Classe TT2 no Troféu Mini Baja. Este ano lidera o campeonato de Mini Enduro, tendo recentemente vencido a corrida destinada às Yamaha YZ125LC na etapa de Évora do Troféu Yamaha.
A grande aposta do Team Can-Am Off Road Portugal ao desafiar o campeão nacional João Vale a competir com um Can-Am Renegade XXC no Campeonato Nacional De Todo-o-Terreno teve um epilogo brilhante na Baja Portalegre 500 com o piloto de Santo Tirso a impor-se de forma categórica na mais emblemática e mítica das competições nacionais e europeias da modalidade.
Esta que foi a sétima e derradeira jornada do CNTT em 2023, viu João Vale triunfar de forma categórica tendo saído vitorioso em todas as etapas disputadas ao longo de dois dias marcados pelo mau tempo que se fez sentir na região de Portalegre. No entanto, nem mesmo as intempéries foram suficientes para travar o piloto que terminou a corrida com uma vantagem de três minutos para o segundo classificado repetindo, assim, o triunfo recentemente alcançado em Reguengos de Monsaraz.
“Foi sem dúvida uma grande vitória. Tive um azar ao km 40 pois fiquei sem travões à frente, mas acreditei sempre que era possível vencer e continuei até ao fim. A minha equipa fez um excelente trabalho e conseguimos vencer. Estou muito satisfeito com mais uma vitória porque de facto tenho trabalhado muito para chegar a estes resultados. Quero dar os parabéns à Milfa Norte e quero agradecer ao meu amigo Emanuel que me tem ajudado”, referiu João Vale ao terminar a prova.
O Team Can-Am Off Road Portugal contou ainda nesta 37ª edição da competição organizada pelo Automóvel Clube de Portugal com a participação de três SSV onde se distinguiu a dupla formada por Herlander Araújo e Manuel Xavier, que alcançaram um excelente sétimo da classificação geral a escassos 17s do 5º lugar. Luís Cidade, navegado por Pedro Mendonça, terminou o primeiro dia de prova num 4º lugar que o colocava na luta pela vitória, mas não logrou terminar a corrida. Pedro Grancha, navegado pela ex-campeão de ralis, Inês Grancha também não logrou terminou a corrida depois de ter terminado a etapa inicial em 2º lugar entre a extremamente competitiva classe Veteranos.
Isabel Cidade, responsável pelo Team Can-Am Off Road Portugal, mostrava-se muito satisfeita com a vitória alcançada na classe dos ATV e com o desempenho dos pilotos: “a performance dos nossos pilotos nesta Baja Portalegre 500 foi mais uma vez de excelência. O João Vale conquistou a sua segunda vitória nesta temporada, confirmando a validade da aposta feita no Renegade. Toda a equipa trabalhou com muito afinco para chegar às classificações de topo e estamos todos de parabéns por este excelente encerramento de temporada, os azares que aconteceram tanto ao Luís Cidade como ao Pedro Grancha, são imprevisíveis mas que fazem parte da competição”, adiantou.
O Team Can-Am Off Road Portugal prepara agora a sua participação nas 4 H TT Vila de Fronteira, uma competição exclusiva para os SSV integrada nas 24 H TT Vila de Fronteira, que se realiza nos próximos dias 30 de novembro a 3 de dezembro.
Campeão do Mundo Moto em 2011 e com duas subidas ao pódio no Rali Dakar no seu vasto currículo desportivo, Hélder Rodrigues mantém um notável ritmo competitivo disputando em Portugal o campeonato SSV, o mais competitivo de toda a Europa. Este fim-de-semana o piloto regressou aos triunfos vencendo a mítica Baja Portalegre 500 aos comandos de um Can-Am.
A Baja Portalegre 500 contou com um prólogo, um setor seletivo inicial de 60 km, terminando com um derradeiro setor seletivo de 302 km onde Helder Rodrigues, que disputou a prova sem navegador, se impôs numa corrida onde os sete primeiros classificados terminaram separados por menos de quatro minutos. Helder Rodrigues conquistou a vitória face ao novo campeão nacional de Portugal, João Monteiro em Can-Am com uma vantagem de 48,3s, tendo o campeão 2022 Gonçalo Guerreiro em Polaris terminado a 52,9s.
“Este triunfo significa muito num ano que foi tão duro para mim. Chegar aqui e vencer é fantástico. Ontem perdi muito tempo. Não estava forte. Tive alguma dificuldade porque já há muito tempo que não andava na lama e também não tinha feito o Portalegre no ano passado. Hoje imprimi um ritmo muito forte desde o início, depois também cauteloso a meio e vim a gerir bem a corrida. Agora a 60 km do fim começamos a apanhar muitos Moto4 e motos lentas e que foi muito perigoso. Tirando isso tudo correu bem, o carro esteve bem, a equipa igualmente e também é preciso um bocado de sorte. Não furei, tive alguns percalços, mas vim até ao fim sempre rápido. Agora é altura de parar, repousar e pensar num novo projeto no futuro“.
Chuva e ainda mais lama, muito público, mas também muita emoção na discussão dos lugares cimeiros nas diferentes categorias. No fundo, “um Portalegre à antiga”, uma verdadeira prova de superação para os mais de 400 concorrentes que enfrentaram a 37ª edição da Baja Portalegre 500.
“Uma corrida incrível, especiais fantásticas na lama e um número louco de espectadores!”. O consagrado Mattias Ekström era um estreante na Baja Portalegre 500, mas as palavras do bicampeão do DTM, campeão do Mundo de Ralicross e vencedor de etapas do Dakar dizem tudo sobre o sucesso e o caráter especial da prova do Automóvel Club de Portugal. Num fim de semana marcado pelas difíceis condições atmosféricas, que inundaram vários locais do percurso e obrigaram mesmo a encurtar o último setor seletivo, no sábado, a Baja Portalegre 500 voltou a afirmar-se como uma das mais duras e emblemáticas provas do todo-o-terreno internacional.
Desportivamente, João Ferreira chegou à segunda vitória consecutiva na prova dos automóveis, agora acompanhado pelo experiente Filipe Palmeiro e ao volante do Mini JCW Plus da categoria T1+. O ex-campeão nacional e europeu de bajas, que vinha de uma vitória no Rali de Marrocos na categoria T4, geriu com mestria a dureza do percurso e liderou a prova nos dois setores seletivos de sábado. “É um sentimento incrível. Antes da corrida sabíamos que iríamos lutar com o atual campeão do Mundo (ndr, Al-Attiyah) e o vice-campeão do Mundo (ndr, Al-Rajhi). Demos tudo em condições difíceis, com muita água e lama. Ganhar em Portalegre é sempre muito especial, principalmente nestas condições e com esta concorrência”, afirmou João Ferreira no final.
Nasser Al-Attiyah e Mathieu Baumel, que se estreavam com o Prodrive Hunter, foram penalizados em 20 minutos no setor da manhã, por terem bloqueado o Mini de João Ferreira, abrindo caminho ao segundo lugar da geral provisória de Yazeed Al-Rajhi e Timo Gottschalk (Toyota Hilux T1+). “Esta prova em Portugal nunca é fácil, por isso estou satisfeito com o resultado. Há imensos espectadores ao longo do percurso, é incrível, e a organização também faz um excelente trabalho. É muito agradável correr aqui”, referiu o piloto saudita. Por sua vez, Al-Attiyah conquistou o título da Taça do Mundo FIA de Bajas em Portalegre e apelou da penalização de 20 minutos, podendo ainda subir do 12.º lugar em que terminou.
João Dias e João Miranda (Can-Am Maverick X3) repetiram o pódio de 2022, agora no terceiro lugar, a escassos 17s da Toyota de Al-Rajhi. Armindo Araújo e Luís Ramalho foram os mais rápidos do Setor Seletivo 4, com outro Can-Am da equipa Santag, ficando muito próximo do pódio à geral, no quarto lugar.
O top 5 ficou completo com mais um Can-Am da categoria T3, o de Alexandre Pinto e Bernardo Oliveira. O brasileiro Cristiano Batista, navegado por Robledo Nicoletti, levou o seu Can-Am à vitória nos T4, com Alexandre e Rui Franco a fazerem o mesmo nos T1, apesar de problemas no turbo do Mercedes 350D. Tomás Gameiro e António Saraiva triunfaram nos T2, com o Toyota LC200, e Ricardo Sousa foi o mais rápido na prova do CNTT, com um Can-Am navegado por Jorge Brandão. Sérgio Matos e Sebastião Dominguez repetiram a vitória do ano passado no Evento Nacional, com uma pickup Mercedes-Benz.
O lousadense da Galardi assinou uma exibição de gala na Taça de Portugal de Ralicross, acabando por ser prejudicado por um toque na fase inicial da Final, que não lhe permitiu melhor do que um Top 4.
Foi um fim-de-semana ‘musculado’ aquele que Tiago Ferreira ostentou no Eurocircuito da Costilha.
Começou logo por ser o quinto mais rápido nos treinos cronometrados, a menos de meio segundo do mais rápido, o que deixou o piloto “muito satisfeito por ver que todo o trabalho de desenvolvimento que está a dar os seus frutos. Por outro lado, sinto-me cada vez mais confiante e a rapidez começa a ser consistente. Sentimos logo nos treinos que tínhamos andamento para lutar pelos lugares cimeiros”.
Na fase de qualificação, Tiago Ferreira manteve a sua competitividade, mantendo ainda a mesma 5ª posição à entrada das semifinais. Aqui, elevou ainda a fasquia, terminando no 2º lugar e garantindo um lugar na primeira fila da grelha de partida.
Abortada que foi a primeira partida, após um toque em cadeia na primeira curva, que ainda prejudicou o lousadense, também após a segunda partida e no decorrer da volta, Tiago Ferreira acaba envolvido em um toque que o fez cair para último, daí conseguindo recuperar até ao 4º lugar.
“Foi um fim-de-semana fantástico, mas merecíamos mais. Andamos rápido e de forma consistente, foi pena o desfecho da final. Gostei destas melhorias no carro e já estamos muito mais próximos dos nossos adversários. Quero agradecer à DM Motorsport, à LC Motos e à IGV Racing pelo fantástico trabalho efetuado, bem como aos patrocinadores, amigos e família. Queremos ser ainda mais competitivos em 2024”.