Categoria: + Motores

  • João Ferreira passa para a frente da Baja Portalegre 500 entre os automóveis

    João Ferreira passa para a frente da Baja Portalegre 500 entre os automóveis

    Os duríssimos 184,3 km do Setor Seletivo 3 colocaram João Ferreira e Filipe Palmeiro no comando da Baja Portalegre 500 entre os automóveis. As condições atmosféricas deixaram os pisos com muita água e lama, um terreno onde a dupla do Mini JCW Plus T1+ foi a mais eficaz, tendo agora uma vantagem de 1m04,7s na geral sobre Nasser Al-Attiyah e Mathieu Baumel (Prodrive Hunter T1+). O Setor Seletivo de hoje à tarde vai decidir os vencedores da 37.ª edição da prova do Automóvel Club de Portugal.

    Vencedor da Baja Portalegre 500 no ano passado, João Ferreira colocou-se em boa posição para lutar por novo triunfo este ano, sendo o mais rápido no duro SS3, hoje de manhã. “Tivemos algumas dificuldades com a lama e rodámos atrás do Nasser, que tinha problemas. Perdemos aí bastante tempo. Mas isto é Portalegre e ainda faltam muitos quilómetros”. As fortes chuvas das últimas semanas deixaram os pisos do Alto Alentejo bastante enlameados e as ribeiras do percurso com um caudal ainda mais desafiantes para máquinas e pilotos, condições onde João Ferreira e o navegador Filipe Palmeiro foram os mais fortes. 

    O regressado Nasser Al-Attiyah, que já confirmou em Portugal o título da Taça do Mundo FIA de Bajas, ficou sem limpa para-brisas no Prodrive Hunter T1+, navegado por Mathieu Baumel. “Muito duro desde o início, uma vez que o limpa para-brisas deixou de funcionar. Ainda parámos e, com isso, perdemos bastante tempo. Vamos ver como corre durante a tarde”. Ainda assim, Al-Attiyah bateu o saudita Yazeed Al-Rajhi, acompanhado por Timo Gottschalk, que ocupam o terceiro lugar da geral, a 2m43,4s de João Ferreira, depois de também ter tido problemas de embaciamento no para-brisas da Toyota Hilux T1+.

    Os SSV da categoria T3, que ficaram a escassos 21s de ganhar a edição de 2022 à geral, por intermédio de João Dias e João Miranda, têm precisamente a dupla do Can-Am como melhor representante, no quarto lugar, a 3m32,6s de João Ferreira. Luís Portela de Morais chegou a rodar no segundo lugar da geral ao km 119, mas o piloto do GRally atrasou-se. Miguel Barbosa e Paulo Fiúza (Toyota Hilux T1+) fecham atualmente o top 5, logo na frente de Armindo Araújo e Luís Ramalho (Can-Am Maverick X3), que estão na luta pelo título nacional da categoria T3. Na categoria T1, Alexandre Franco e Rui Franco são, para já, os líderes, apesar de problemas no turbo do Mercedes 350D.

    Os concorrentes vão agora enfrentar o decisivo Setor Seletivo 4, à tarde, para encontrar os vencedores da 37.ª Baja Portalegre 500.

    Classificações online:https://clasif.anube.es/gen/?rallyId=117

  • André Pinto: “vivi na Costilha um fim-de-semana de sonho!”

    André Pinto: “vivi na Costilha um fim-de-semana de sonho!”

    A Taça de Portugal de Ralicross foi palco para a estreia absoluta do jovem penafidelense. André Pinto mostrou na Costilha o seu “DNA”, rubricando uma exibição muito sólida.

    Não é fácil escolher com o palco para uma estreia absoluta como piloto de Ralicross a “catedral” da Costilha, uma Taça de Portugal, a super competitiva Divisão 1 da Nacional 2Rm e correr debaixo do manto do pai Adão Pinto, “só” o tricampeão nacional em título. Mas foi o que fez André Pinto e o jovem penafidelense começou por dar nas vistas logo nos treinos cronometrados, ao colocar o seu Citroen Saxo a fazer o 6º melhor registo da geral e 4º da sua divisão, entre 22 pilotos presentes.

    Obviamente, era expectável que quando chegasse a altura das corridas “ombro a ombro”, a falta de experiência de André Pinto o limitasse.

    “Quando arranquei na 1ª manga de qualificação, entrei num terreno desconhecido, porque nunca na minha vida tinha estado numa relha de partida, com outros carros ao lado. Mas, mesmo assim, fiz um excelente arranque e cheguei à primeira curva na gente, mas a minha falta de experiência e o meu medo de errar, fizeram com que eu travasse mais cedo, e cai para. 4º posto. Não desanimei, continuei desfrutando de cada momento e, se só consegui o 16º lugar na Q1, também é verdade que fiz a 3ª melhor volta entre todos!”.

    Mal terminou a manga, André Pinto foi “falar com o meu pai e o engenheiro da equipa e eles explicaram-me os meus. No dia seguinte, tentei entrar com menos medo e aplicar os conselhos dos professores!…”

    A Q2 ficou na memória de André Pinto: “foi emocionante estra na grelha ao lado do meu pai. Voltei a arrancar bem, coloquei-me no 2º lugar apos a primeira curva, mas, no meu retrovisor, vejo meu pai passar por mim como uma bala!… Tentei seguir então as trajetórias dele e isso levou me a fazer 6º manga. Inesquecível!”.

    Na Q3 veio o momento menos feliz do fim-de-semana. Voltando a partir bem, André Pinto preparava-se para discutir a liderança na curva inicial, quando cedeu a caixa de velocidades e foi forçado a desistir. Assim, saiu da fase de qualificação num condicionante 16º lugar da geral, colocando-o bem atrás na grelha para a sua semifinal.

    Mostrando ser especialista em arranques, André Pinto voltou a ser fulgurante, mas, logo de seguida, na sequência de um toque, bateu nos rails, com este incidente a provocar a interrupção da corrida. Eram visíveis os danos no Citroen Saxo, mas o penafidelense de Abragão tem a garra própria do clã Pinto e apresentou-se na grelha para nova partida.

    Mesmo com o radiador furado, volta a ser muito lesto e coloca-se na segunda posição atrás de… Adão Pinto, seu pai!

    Mas novo acidente leva a nova bandeira vermelha e aí “já não consegui alinhar. O meu carro começou a aquecer e eu não queria estragar nada. Terminou aí a minha participação, mas sem qualquer mágoa ou tristeza. Estou muito feliz com a estreia e a minha exibição. Consegui sentir o orgulho nos seus olhos do meu pai e nos da minha mãe. Foi um sentimento incrível!”.

    André Pinto afirma que “vivi na Costilha um fim-de-semana de sonho. Desde pequenino que sigo o meu pai no Ralicross e estrear-me com o meu pai foi perfeito. Ele é o melhor professor do mundo!”.  O abragonense agradece ainda “queria agradecer aos meu tios, meu padrinhos e primos, patrocinadores e amigos, que vieram me apoiar e dar aquela força e sobretudo ao meus pais, que tudo fizeram para que eu pudesse estar presente”.

  • Joaquim Machado: “o acidente aconteceu por um toque desnecessário e evitável”

    Joaquim Machado: “o acidente aconteceu por um toque desnecessário e evitável”

    A excelente exibição do piloto da Kispo na Taça de Portugal de Ralicross acabou de forma, inglória, ao ser um dos protagonistas de u aparatoso acidente, logo na curva inicial da primeira partida para a Final da Divisão S1600.

    O fim-de-semana no Eurocircuito da Costilha, em Lousada, tinha começado com algumas dificuldades para Joaquim Machado, pois “as condições de pista e um setup menos adequado no Audi condicionaram o nosso andamento nas duas primeiras mangas de qualificação. Na terceira manga comecei a nossa recuperação, vencendo a nossa serie e sendo 3º na geral, terminando a fase de qualificação no 6º posto, o que não sendo o ideal, era um resultado positivo, depois de yudo. que tivemos de ultrapassar”.

    Saído da linha na frente para a semifinal B, Joaquim Machado deu um recital de condução aos comandos do Audi S12600 preparado pela Kaxa & Motor, vencendo com autoridade e garantindo um lugar na primeira filha da grelha de partida da Final.

    Aí, deu-se o acidente que marcou o fim-de-semana.

    ” A equipa tinha feito um excelente trabalho e estávamos com andamento forte para atacar a final. Final essa onde não passamos da primeira curva, ficando de pernas pro ar no final da reta da meta. No meio disto apenas foi chapa, estou bem e sem lesões após o acidente, que aconteceu na sequência de um toque completamente desnecessário e totalmente evitável e que arruinou a nossa corrida. Tínhamos andamento para discutir a vitória na Taça!”

    Joaquim Machado deposita ainda “um agradecimento sentido ao meu irmão Jorge Machado e também ao Edu Queirós pela prontidão no meu socorro”.

  • André Sousa: ” a Taça foi a minha última corrida em Portugal!”

    André Sousa: ” a Taça foi a minha última corrida em Portugal!”

    André Sousa levou o Audi A1 S600 ao pódio da Taça de Portugal de Ralicross, disputada no Eurocircuito da Costilha. O piloto anunciou que foi a sua ultima prova em terras lusitanas.

    Foi muito positivo o fim-de-semana de fecho da temporada de André Sousa. O paredense da TSL demonstrou desde o arranque das hostilidades competitivas quee stava na luta pelos lugares cimeiros da Divisão S1600, começando por ser o mais rápido nos treinos cronometrados.

    A sequência de três mangas de qualificação já não foi tão auspicia para as suas aspirações.

    “Fui 5º na 1ª manga, mas depois, na 2ª, não consegui ser eficaz e quedei-me pelo 10º posto. O pior ainda estava para vir. Na 3ª manga, arranquei bem, estava na luta pelo triunfo quando, no final da 4ª volta, o carro começou a ter problemas elétricos. Perdi a luz obrigatória de presença, fiquei sem comunicações e ligaram as escovas, tudo ao mesmo tempo!… Na sequência disto, perdi a noção das voltas e não fiz a Joker Lap que é obrigatória para todos …  com isto tudo levo 30 segundos de penalização sobre a Joker Lap , mais 5 segundos porque a luz deixou de funcionar. Isto atirou-nos para um lugar da geral pouco condizente com o andamento que estávamos a demonstrar”. 

    Chegado à semifinal, André Sousa voltou a “abrir o livro”, recuperando posições até alcançar o 3º posto na corrida e 5º na geral desta fase da competição, garantindo assim uma presença na 2ª fila da grelha de partida para a corrida decisiva.

    A final teve duas partidas, ao ver a primeira ser abortada na sequência de um acidente na primeira curva. Em ambas, André Sousa arrancou sempre bem e, já na segunda, conseguiu assumir a 2ª posição, que já não largaria até ao fecho da corrida.

    “Estou satisfeito com a minha exibição, com o meu resultado e também com o facto do meu grande amigo João Ribeiro ter conquistado a Taça de Portugal. Quero agradecer a toda a armada Azul que muitas bancadas encheu ao longo do campeonato, à minha equipa, à minha família e aos amigos e patrocinadores que sempre estiveram do nosso lado”.

    O piloto da TSL confessou ainda “alguma tristeza por, uma vez mais, tudo parecer acontecer para que eu não esteja numa prova a cem por cento. Na quarta-feira anterior, recebo a informação de que a FPAK me instaurou um processo disciplinar. Isto numa véspera de uma corrida… Por tudo quanto tem acontecido, esta terá sido a minha ultima corrida em Portugal!”.

  • Helder Oliveira de Can-Am na Baja Portugal 500

    Helder Oliveira de Can-Am na Baja Portugal 500

    Helder Oliveira, navegado por Carlos Jorge Mendes e aos comandos de um Can-Am South Racing T3,  está de regresso às competições, disputando no próximo fim-de-semana a Baja Portugal 500, sexta etapa da Taça do Mundo da FIA de Bajas Cross-Country.

    ““Vamos estar à partida da Baja Portalegre 500 aos comandos de um Can-Am T3 da South Racing, numa competição da Taça do Mundo de Bajas onde estarão os melhores pilotos nacionais e internacionais desta disciplina que é cada vez mais competitiva e atraente””, refere Helder Oliveira que acrescenta: “

    “Infelizmente não foi possível concretizar o nosso grande objetivo de disputar o Rally de Marrocos, mas seguramente que o nível de competitividade que iremos encontrar nesta Baja Portalegre 500 não será inferior. Já este ano disputámos a Baja do Norte onde tivemos o pódio ao nosso alcance. Gostei muito de me ter sentido rápido nessa prova e de o ter conseguido pouco depois da corrida começar, o que tendo em conta que vinha de uma longa paragem foi excelente. Espero conseguir o mesmo nesta prova fantástica que é Portalegre, com uma moldura humana inigualável e com tantos e tão competentes adversários””.

    A 37ª Baja Portalegre 500 percorrerá os concelhos de Alter do Chão, Abrantes, Crato, Extremoz, Fronteira, Gavião, Monforte, Nisa, Ponte de Sor e Portalegre onde está instalado o centro nevrálgico da prova. Terá um total de 654,27 km, 423,32 dos quais cronometrados, distribuídos por quatro setores seletivos a disputar ao longo de dois dias. A prova alentejana arranca na sexta-feira com um prólogo com 3,71 km e um troço de 59,61km. No sábado disputam-se os 360 km dos dois derradeiros setores seletivos.

  • Rui Farinha: “o nosso título nos T4 é justo, porque fomos sempre consistentes”

    Rui Farinha: “o nosso título nos T4 é justo, porque fomos sempre consistentes”

    Rui Farinha e Rui Pita sagraram-se campeões nacionais de Todo-o-Terreno, categoria T4, depois de somarem vitória na Baja Oeste de Portugal.

    O triunfo na corrida do Oeste foi o corolário de uma época «agradavelmente surpreendente» para a dupla da Santag Racing, que ao comando de um Can Am Maverick X3 (Categoria T4) venceu no Oeste a terceira Baja da temporada. «A vitória que conquistamos na Baja Montes Alentejanos (ndr. primeira prova da temporada) foi o tónico que precisávamos, e que culminou aqui com o título nacional» apontou Rui Farinha quando questionado sobre o segredo para esta conquista.

    O piloto realçou a justiça da conquista «porque fomos sempre muito consistentes, o Can Am preparado pela Santag Racing esteve sempre impecável e a regularidade dos resultados colocou-nos em posição privilegiada para este sucesso», acrescentando ser um título «inteiramente merecido, por tudo o que fomos fazendo em cada uma das provas do calendário nacional» (ndr. 3 vitórias e 3 segundos lugares).

    Na hora de distribuir os louros da vitória, Rui Farinha e Rui Pita enalteceram a estrutura da Santag Racing «na verdade nunca tivemos situações difíceis ao longo do ano e deram-nos todas as condições para apenas nos preocupar-nos em chegar, pegar no carro, dar o nosso melhor e vencer».

    O piloto deixou ainda o agradecimento aos patrocinadores «que apostaram em nós» e deixou a promessa de voltar «num campeonato que estamos em crer será ainda mais competitivo no futuro». Da Baja do Oeste de Portugal a dupla levou a satisfação da vitória, «como que a fechar com chave de ouro está época, para nós, fantástica».

    De referir ainda que todo o pódio desta categoria T4 foi preenchida com carros da Santag Racing, com Francisco Santos e Ricardo da Silva, no segundo e terceiro lugares, respetivamente.

  • Tiago Reis: “dar o máximo para tentar vencer. Não vamos mudar, só porque já conquistamos o título”

    Tiago Reis: “dar o máximo para tentar vencer. Não vamos mudar, só porque já conquistamos o título”

    A 37ª edição da Baja Portalegre 500 é a última prova do Campeonato de Portugal de Todo o Terreno (CPTT) mas também pontuável para a Taça do Mundo FIA de TT, com alguns dos principais pilotos a disputar a competição a rumarem a Portalegre, onde por esta altura do ano, desde 1987, se disputa uma das mais carismáticas provas de Todo-o-Terreno do mundo.

    Com o título de campeão nacional de Todo-o-Terreno conquistado, Tiago Reis diz que tudo fará para juntar a Baja Portalegre 500 ao curriculum. «Portalegre é sempre uma prova especial, por ser mítica prova do calendário nacional e internacional, pelo traçado difícil e desafiante, mas especialmente pelo muito público que se junta por estes dias na região para assistir à corrida, e isso não nos deixa indiferentes», disse o piloto.

    «Foi esta a nossa estratégia ao longo de todo o ano, atacar as corridas, dar o máximo para tentar sempre vencer. Não vamos mudar, só porque já conquistamos o título» acrescentou.

    A Baja Portalegre 500 tem a partida simbólica na quinta-feira. No dia seguinte, sexta-feira os pilotos têm pela frente com um prólogo com 3,71km e o primeiro Setor Seletivo com quase 60km. A corrida vai passar por todo o norte do Alentejo, percorrendo pistas dos concelhos de Alter do Chão, Abrantes, Crato, Extremoz, Fronteira, Gavião, Monforte, Nisa, Ponte de Sor e Portalegre onde está instalado o centro de operações da Baja. São no total de 536km, dos quais 383km cronometrados.

  • João Ramos: “sem a pressão dos pontos, vou andar forte em Portalegre”

    João Ramos: “sem a pressão dos pontos, vou andar forte em Portalegre”

    Na última prova da temporada, e depois de já ter garantido o vice-campeonato absoluto, João Ramos arranca para a Baja Portalegre 500 (27/28 outubro) determinado a fechar o Campeonato Nacional de Todo-o-Terreno|AM 48 com a obtenção de um bom resultado. O piloto da Toyota Gazoo Racing Caetano Portugal, aos comandos da Toyota Hilux T1+, esteve na discussão do título até ver esgotadas todas as hipóteses matemáticas de se sagrar de novo campeão.

    “Globalmente, foi uma época positiva, marcada por um nível competitivo elevadíssimo, o que é sempre de realçar, e agora, já liberto de qualquer pressão de somar o máximo de pontos possíveis nesta prova, porque o Campeonato está decidido, pretendo andar a um ritmo forte, e sem qualquer tipo de preocupações, no intuito de conquistar um bom resultado. Vou dar o meu melhor, como sempre tenho feito, na tentativa de concluir a época em beleza. A Baja Portalegre 500 é uma competição emblemática do todo-o-terreno com caraterísticas que são do meu agrado e na qual já fui bem-sucedido, esperando que não surja qualquer contratempo para podermos dar espetáculo ao numeroso público que costuma acompanhá-la”, referiu João Ramos, que tem Jorge Carvalho como navegador.

    A 35ª edição da Baja Portalegre 500, organizada pelo Automóvel Club de Portugal e que será também pontuável na Taça do Mundo FIA de Bajas Cross-Country, tem início na sexta-feira (27 outubro), naquela cidade alentejana, pelas 11 horas, com o SS1/Prólogo (3,71 km), seguindo-se, a partir das 14h30, o segundo setor seletivo (SS 2), na extensão de 59,61 quilómetros. No sábado, o terceiro setor seletivo (180 km) começa às 07h50 e o quarto e último (180 km) decorrerá a partir das 13h30, estando o final da prova previsto para as 16h40, no Parque de Feiras e Exposições de Portalegre.

  • Acelerem, pelo Speedy!

    Acelerem, pelo Speedy!

    Município de Esposende, Associação Speedy Forever e o fotojornalista Paulo Maria renovam apelo à oferta de peças metálicas para construir uma escultura de tributo a Paulo “Speedy” Gonçalves.

    O tributo vai homenagear um dos maiores vultos do desporto motorizado português, nascido na freguesia de Guemeses, em Esposende.

    O prazo para a oferta das peças está a terminar e, através das redes sociais, os responsáveis pela produção do monumento lançaram o seguinte apelo:

    “Estamos empenhados em produzir o tributo ao Paulo Gonçalves “SPEEDY”. Queremos contar com a vossa colaboração, chegou a hora de participarem ativamente. Relembro que o prazo para a recolha de material metálico/mecânico está mesmo a terminar. Necessitamos de todas as peças possíveis, não importa a sua proveniência; desde aviões, barcos, carros e motas, ferramentas e máquinas. Quem quiser entregar o seu material poderá contactar-me diretamente ou dirigir-se a um dos pontos de recolha anteriormente anunciados. Acelerem, pelo Speedy!”

    Para mais informações ou entrega de material, devem contactar o Município de Esposende ou a Associação Speedy Forever.

  • CNTT com 300 inscritos na Baja Portalegre 500

    CNTT com 300 inscritos na Baja Portalegre 500

    O norte do Alentejo vai receber a derradeira etapa do Campeonato Nacional de Todo-o-Terreno, percorrendo pistas dos concelhos de Alter do Chão, Abrantes, Crato, Extremoz, Fronteira, Gavião, Monforte, Nisa, Ponte de Sor e Portalegre onde está instalado o centro de operações da Baja Portalegre 500 que terá um total de 536,72 km, dos quais 383,32 cronometrados.

    A prova alentejana arranca na sexta-feira, dia 27 de outubro, com um prólogo com 3,71 km e um troço de 59,61km. No sábado cumpre-se o setor seletivo final de 320 km. António Maio em Yamaha na competição Moto, já campeão, Luis Fernandes também em Yamaha entre os Quad e João Monteiro aos comandos de um Can-Am, entre os SSV, lideram os respetivos campeonatos.

    Nas duas rodas, onde António Maio já renovou antecipadamente o título de Campeão Nacional, é de saudar o regresso às provas nacionais de Sebastian Bühler, piloto oficial da equipa Hero. A estes dois pilotos junta-se um excelente plantel que compreende pilotos da Honda – Gustavo Gaudêncio, Fábio Magalhães, João Duarte, Gonçalo e Salvador Amaral – da Husqvarna – Bruno Santos, Miguel Castro e Daniel Jordão e ainda Bernardo Megre (KTM),  David Megre (Kawasaki), Tomás Dias (Fantic) e André Sérgio (Beta). Com a quase totalidade dos títulos já decididos está em aberto a conquista do Campeonato TT3 que opõe Bruno Santos a Fábio Magalhães.

    Nos Quad a luta pela vitória deverá ser muito animada envolvendo Luís Fernandes, líder do campeonato com três vitórias já alcançadas, o jovem Rafael Carvalho, vencedor da prova de abertura, o jovem Rodrigo Alves, um trio que luta pelo título de campeão, e o rapidíssimo Fernando Cardoso, todos em Yamaha, que terão como grandes adversários o campeão João Vale que em Reguengos estreou o  seu Can-Am Renegade XXC nas vitórias e o jovem Tomás Paulo em Yamaha que na sua segunda corrida no CNTT venceu no Oeste. Em aberto estão ainda os títulos de veteranos (Carlos Reguinga vs Marco Pedroso) e da Classe Júnior que envolve Rodrigo Alves, Rafael Carvalho e Tiago Ferreira.

    Nos SSV a lista de candidatos à vitória é sempre extensa, mas será forçoso começar pelos nomes de João Monteiro, Pedro Santinho Mendes e Roberto Borrego, todos em Can-Am, os três ex-campeões nacionais, que repartem entre si as vitórias das jornadas já disputadas e que se apresentam como candidatos ao título. Os seus principais adversários serão Luis Cidade, Hélder Rodrigues e Nelson Caxias, também eles em Can-Am e ainda o campeão nacional Gonçalo Guerreiro bem como o irmão Tiago, ambos aos comandos de Polaris PRO R. De referir ainda o regresso de pilotos credenciados com seja o caso de Pedro Grancha e de Pedro Ferreira a que se juntam os nomes de Arnaldo Monteiro, Pedro Pinha, Sérgio Baptista e Vasco Martins, pilotos que estiveram em destaque nas provas anteriores. No campeonato Stock o título será decidido entre Nelson Saramago em Polaris, Rui Serpa em Can-Am e Paulo Fernandes em Yamaha, sendo este o representante português na SuperFinale Europeia da Taça Yamaha YXZ1000R, que pela quarta vez se realiza em Portugal.

    A Baja Portalegre 500 é também pontuável para o Troféu Mini Baja onde Domingos Cunha em Yamaha e Bernardo Caiado em Gas Gas lideram as Classes Juvenis e Iniciados, enquanto Francisco Porto Nunes em Yamaha se apresenta já como campeão entre os infantis.