Categoria: Montanha

  • “A Operação Rampa da Arrábida 2026 já arrancou… e promete o maior ano de sempre”

    “A Operação Rampa da Arrábida 2026 já arrancou… e promete o maior ano de sempre”

    A Rampa da Arrábida prepara-se para entrar numa nova dimensão em 2026. Depois da distinção como “Evento do Ano 2025”, o Clube de Motorismo de Setúbal lançou oficialmente a “Operação Rampa da Arrábida 2026”, um ambicioso projeto que pretende transformar a icónica prova do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group num verdadeiro festival de desporto, entretenimento e promoção turística.

    Mais do que apenas uma competição automóvel, a edição de 2026 promete assumir-se como um grande evento multidisciplinar, envolvendo marcas, cidade, turismo, animação e público, tendo como palco privilegiado a Serra da Arrábida.

    “A Operação Rampa da Arrábida 2026 já arrancou… isto é apenas o começo”, revelou a organização no lançamento oficial do projeto. Entre as grandes novidades já confirmadas para a próxima edição destacam-se o Sponsors Day, a festa de verão “Arrábida Eletrónica”, a apresentação oficial e conferência de imprensa, um certame e Fun Zone dedicados ao público e naturalmente a realização da prova integrada no Campeonato de Portugal de Montanha JC Group.

    A organização pretende assim prolongar a experiência da Rampa da Arrábida muito para além do fim de semana de competição, criando um conceito de evento mais abrangente e com forte impacto mediático e turístico.

    Depois do regresso da prova ao campeonato nacional pelas mãos do Clube de Motorismo de Setúbal, a Rampa da Arrábida tem vindo a consolidar-se como uma das jornadas mais emblemáticas da montanha portuguesa, muito graças ao cenário único da serra, à forte adesão do público e ao crescimento sustentado da organização.

    A distinção conquistada em 2025 acabou por reforçar ainda mais a ambição do projeto, com a edição de 2026 a apontar agora para uma dimensão nunca antes vista. Com meses de preparação pela frente, a estrutura organizativa já se encontra no terreno para desenvolver aquela que promete ser uma das maiores operações de sempre associadas a uma prova do automobilismo nacional.

  • Joseba Iraola surpreende favoritos e conquista histórica vitória na Rampa da Falperra

    Joseba Iraola surpreende favoritos e conquista histórica vitória na Rampa da Falperra

    O espanhol Joseba Iraola Lanzagorta foi a grande figura da 45.ª edição da Rampa da Falperra 2026 ao conquistar este domingo uma surpreendente vitória na terceira ronda do Campeonato da Europa de Montanha, disputada na mítica subida bracarense organizada pelo Clube Automóvel do Minho.

    Ao volante do Nova Proto NP01, o piloto basco contrariou o favoritismo do italiano Christian Merli, vencedor das últimas seis edições da prova, impedindo o campeão europeu de alcançar um recorde histórico de triunfos na Falperra.

    A luta pela vitória ficou decidida apenas na derradeira subida oficial, depois de Merli ter terminado a primeira subida com apenas 0,366 segundos de vantagem sobre Lanzagorta. Tudo parecia encaminhado para mais um triunfo do italiano, mas a segunda subida acabou por mudar completamente o rumo da prova. O checo Petr Trnka realizou uma ascensão impressionante ao volante do Nova Proto NP01-2C e saltou para a liderança provisória, deixando Lanzagorta a 0,577 segundos e Merli a mais de 1,2 segundos.

    No somatório final, Joseba Iraola Lanzagorta confirmou a vitória naquela que acaba por ser uma das maiores surpresas dos últimos anos na prova minhota. O francês Kevin Petit nunca conseguiu entrar verdadeiramente na discussão do pódio, terminando na quarta posição, enquanto o alemão Alexander Hin fechou o top cinco.

    Reto Meisel (Mercedes-Benz SLK) venceu a Categoria 1, com Patrick Cunha (Porsche 992 GT3 Cup) a ser o melhor português.

  • Meio segundo decidiu a Taça de Portugal de Montanha na Falperra

    Meio segundo decidiu a Taça de Portugal de Montanha na Falperra

    Foram muitos os milhares de espectadores que vibraram com a discussão da Taça de Portugal de Montanha JC Group 2026, integrada no programa oficial da Rampa Internacional da Falperra, prova organizada pelo Clube Automóvel do Minho e inserida, uma vez mais, no prestigiado Campeonato da Europa de Montanha FIA.

    Num fim de semana marcado por enorme intensidade competitiva, emoção constante e até algum drama nos bastidores, a discussão da Taça de Portugal acabou por proporcionar uma luta absolutamente eletrizante pela vitória absoluta, decidida por escassos 594 milésimos de segundo entre dois pilotos bracarenses: José Rodrigues e Patrick Cunha.

    Aliás, o drama começou logo com um inesperado volte-face no final do primeiro dia. Após a subida oficial de prova de sábado, várias viaturas das categorias GT e Super Challenge foram submetidas à pesagem técnica oficial, vindo a verificar-se que alguns concorrentes estavam abaixo do peso mínimo regulamentar exigido. As consequentes desclassificações alteraram substancialmente a classificação provisória estabelecida em pista e deixaram vários dos candidatos aos lugares cimeiros afastados da luta pela vitória absoluta e pelos triunfos nas respetivas categorias, numa Taça onde o somatório dos tempos das duas únicas subidas oficiais de prova não deixava margem para recuperação significativa.

    No final, foi José Rodrigues, aos comandos do seu Porsche 992 GT3 Cup preparado pela RACAR Motorsport, quem acabou por erguer a Taça de Portugal de Montanha JC Group, depois de uma exibição de enorme consistência e eficácia ao longo das duas subidas oficiais de prova. O atual campeão nacional da categoria GT rubricou uma participação irrepreensível perante o seu público e terminou a prova com o tempo total de 4:21.014, batendo por menos de seis décimos de segundo o rapidíssimo Patrick Cunha, também em Porsche 992 GT3 Cup.

    O piloto da preparado Veloz Motorsport, mais ligado atualmente à velocidade internacional, realizou uma participação pontual absolutamente notável na Montanha, terminando igualmente como o melhor piloto nacional entre os concorrentes do Campeonato da Europa de Montanha presentes na Falperra. Cunha realizou ainda o melhor tempo do fim-de-semana entre os GT.

    O pódio absoluto ficou completo com outro nome grande da Montanha nacional: Vítor Pascoal. Na estreia nos Super Challenge, o tetracampeão nacional dos GT levou o seu competitivo Porsche 991.2 GT3 Cup ao triunfo na categoria e a um excelente terceiro lugar absoluto, demonstrando que a adaptação ao regulamento dos Super Challenge foi plenamente conseguida. Pascoal terminou a apenas 17,6 segundos de José Rodrigues e deixou excelentes indicações para o restante da temporada.

    Logo atrás terminou Sérgio Nogueira, quarto classificado absoluto e vencedor da categoria Protótipos. O piloto do Silver Car S3 beneficiou dos problemas e incidentes que afetaram alguns dos favoritos da categoria, nomeadamente Afonso Santos, que depois de dominar a subida de prova de sábado acabou impedido de concluir a derradeira subida devido a problemas técnicos na sua Osella PA2000 EVO II da Powerhouse. Também José Correia, em Osella PA30, acabou afastado das posições cimeiras após desclassificação relacionada com um incidente envolvendo bandeira vermelha.

    Assim, Sérgio Nogueira acabaria por conquistar a Taça nos Protótipos, terminando diante de Carlos Gonçalves (Osella PA21/S) e do jovem Martim Magalhães, que levou o seu PRM Fun Boost GT ao primeiro pódio da carreira na categoria, numa exibição extremamente meritória tendo em conta a menor competitividade do Protótipo B que tripulou.

    Nos GT, José Rodrigues acumulou naturalmente o triunfo absoluto com a vitória na categoria, sempre na frente de Patrick Cunha. O terceiro lugar ficou entregue ao bracarense Daniel Vilaça, que voltou a confirmar a sua evolução na modalidade ao colocar o seu Porsche 997 GT3 Cup no último degrau do pódio.

    Na categoria Turismo, domínio sólido de Daniel Pacheco. O piloto de Paredes impôs o seu Mitsubishi Lancer Evo X e terminou a prova com 3,5 segundos de vantagem sobre o espanhol Francisco Javier Casqueiro, em Volkswagen Golf TCR, que venceu entre os Turismo 2. O jovem Guilherme Silva, aos comandos do Audi RS3 LMS do Grupo PD Auto, conquistou um saboroso terceiro lugar absoluto na categoria, terminando a 7,3 segundos de Daniel Pacheco. Já entre os Turismo 3, o melhor foi o bracarense Carlos Silva (Renault Clio).

    Nos Super Challenge, para além da vitória absoluta de Vítor Pascoal na categoria, destaque também para a segunda posição de Manuel Pereira, muito eficaz no seu Mitsubishi Lancer Evo VI, enquanto José Lameiro, aos comandos do Skoda Fabia MK3 da Diatosta, encerrou o pódio da categoria depois de um fim de semana marcado ainda por alguma cautela natural após o aparatoso acidente sofrido em Murça.

    Nos Legends, pouca história houve quanto à luta pela vitória. Filipe Macedo dominou completamente as operações ao volante do seu competitivo Citroën Saxo Cup, terminando com expressivos 21,6 segundos de vantagem sobre Miguel Ângelo (Peugeot 106). O terceiro lugar ficou para Pedro Brito, também em Citroën Saxo Cup, a 35,5 segundos do vencedor.

    Já nos 1300, o domínio pertenceu a Francisco Macedo. O piloto do Peugeot 106 XSI foi o mais rápido ao longo de todo o fim de semana e conquistou a Taça de Portugal com 10 segundos de vantagem sobre Hugo Magalhães (Suzuki Swift GTI). O pódio ficou completo com Miguel Ribeiro, em Fiat Punto 85 Sport, a 21,8 segundos do vencedor.

    Agora, as atenções regressam ao Campeonato de Portugal de Montanha JC Group, cuja terceira prova da temporada será disputada no primeiro fim de semana de junho, com a realização da tradicional Rampa Serra da Estrela, organizada pelo CAMI Motorsport.

  • Taça de Portugal de Montanha: Afonso Santos e José Rodrigues em destaque num primeiro dia intenso na Falperra

    Taça de Portugal de Montanha: Afonso Santos e José Rodrigues em destaque num primeiro dia intenso na Falperra

    Terminou o primeiro dia de competição da Rampa Internacional da Falperra e, no que concerne às lides da Taça de Portugal de Montanha JC Group 2026, o espetáculo esteve ao mais alto nível ao longo dos cinco quilómetros do rapidíssimo traçado bracarense.

    Integrada no programa da prova internacional organizada pelo Clube Automóvel do Minho, a Taça de Portugal arrancou sob enorme intensidade competitiva, perante muito público espalhado pela icónica Serra da Falperra. A pressão sentida pelos pilotos foi evidente desde a primeira subida, já que, ao contrário do Campeonato de Portugal de Montanha, onde contam os dois melhores tempos de três subidas oficiais de prova, aqui apenas existem duas subidas de prova, uma realizada este sábado e outra amanhã, domingo, contando apenas o melhor tempo obtido. Uma fórmula que reduz a margem de erro e aumenta a tensão competitiva em torno da conquista de um dos troféus mais prestigiados da Montanha.

    E ao longo deste primeiro dia dois pilotos destacaram-se de forma particular: Afonso Santos e José Rodrigues.

    O jovem piloto poveiro, que até aqui tinha desenvolvido a sua carreira sobretudo aos comandos de Protótipos B, estreou-se da melhor forma num carro da divisão principal. Aos comandos da Osella PA2000 EVO II da Powerhouse, Afonso Santos rubricou uma exibição impressionante no traçado rápido e vertiginoso da Falperra. Depois de uma primeira subida de treinos mais cautelosa, o jovem piloto assumiu por completo o comando das operações e estabeleceu na subida oficial de prova a marca de 2:08.084, colocando-se na liderança absoluta da Taça de Portugal de Montanha.

    Uma estreia simplesmente notável do “Pocket Rocket” poveiro, que pode estar a caminho do primeiro grande troféu absoluto da sua ainda curta carreira.

    Outro dos grandes destaques do dia foi José Rodrigues. O campeão nacional em título da categoria GT esteve imperial perante o seu público e colocou o seu Porsche 992 GT3 Cup numa posição de enorme destaque. Depois de ter sido o mais rápido da Taça na primeira subida oficial de treinos, Rodrigues terminaria a subida oficial de prova na terceira posição absoluta, consolidando igualmente a liderança da categoria GT.

    Mas o bracarense foi ainda mais longe. Integrado também no competitivo pelotão do Campeonato da Europa de Montanha, José Rodrigues rubricou uma exibição extraordinária frente à elite continental, discutindo tempos com alguns dos melhores pilotos europeus da Categoria 1 e terminando o dia muito próximo dos lugares cimeiros. Uma demonstração inequívoca do piloto, cada vez mais afirmado como um dos grandes nomes da Montanha nacional.

    Entre Afonso Santos e José Rodrigues surgiu José Correia. O piloto e patrão da JC Group Racing Team, aos comandos da sua Osella PA.30, foi evoluindo consistentemente ao longo do dia e, na subida que realmente contava, conseguiu ascender à segunda posição da geral. Correia terminou a apenas 2,3 segundos de Afonso Santos e com escassos 0,4 segundos de vantagem sobre José Rodrigues, deixando totalmente em aberto a luta pelo pódio absoluto para o decisivo domingo.

    Na categoria Protótipos, Afonso Santos logicamente lidera diante de José Correia, enquanto o espanhol Pablo Rey Pérez, em Norma M20F Turbo, ocupa provisoriamente a terceira posição.

    Nos GT, José Rodrigues comanda, mas com margem curta sobre Patrick Cunha (Porsche 992 GT3 Cup), que está a apenas 0,9 segundos do líder. O estreante Daniel Correia (Porsche 991 GT3 Cup) encerra o pódio provisório, já a 10,4 segundos de Rodrigues. Na categoria Turismo, Daniel Pacheco (Mitsubishi Lancer Evo X) levou a melhor no duelo travado com o espanhol Francisco Javier Casqueiro (Volkswagen Golf TCR). O piloto português terminou o dia com 1,3 segundos de vantagem, enquanto Paulo Silva (Ford Fiesta R5) ocupa a terceira posição provisória, a 3,7 segundos do líder.

    Nos Super Challenge, outro dos grandes destaques deste primeiro dia foi José Silvino Pires (Nissan GT-R R35). O piloto bracarense esteve fortíssimo ao volante do imponente GT japonês e colocou-se na liderança da categoria, assumindo-se claramente como um dos grandes candidatos à conquista da Taça. Na segunda posição segue Vítor Pascoal (Porsche 991.2 GT3 Cup). O tetracampeão nacional dos GT estreou-se entre os Super Challenge e terminou o dia a apenas 1,7 segundos de José Pires. Já Rui Dinis (Porsche 992 GT3 Cup) fecha o pódio provisório, a exatos 2 segundos do líder e apenas 0,3 segundos atrás de Pascoal.

    Nos Legends, assistiu-se a um domínio claro de Filipe Macedo (Citroën Saxo Cup). O piloto bracarense foi o mais forte na subida oficial de prova e construiu uma vantagem de 10,6 segundos sobre Miguel Ângelo (Peugeot 106), enquanto Pedro Brito (Citroën Saxo Cup) ocupa a terceira posição, já a 16,7 segundos da liderança. Já nos 1300, o destaque vai para Francisco Macedo (Peugeot 106 XSI). O piloto dominou completamente as operações ao longo das três subidas realizadas este sábado e terminou o dia com 4,6 segundos de vantagem sobre Hugo Magalhães (Suzuki Swift GTI). O terceiro lugar provisório pertence a Miguel Ribeiro (Fiat Punto 85 Sport), que segue a 10,5 segundos.

    Com a meteorologia a prometer continuar favorável, espera-se nova enchente humana este domingo na Serra da Falperra, para acompanhar o derradeiro “tira-teimas” da Taça de Portugal de Montanha 2026. Antes da subida decisiva de prova, os pilotos terão ainda direito à última subida oficial de treinos, ficando depois reservado para a tarde o momento onde tudo se decidirá na mais prestigiada prova isolada da Montanha nacional.

  • Vítor Pascoal regressa à Montanha na Falperra

    Vítor Pascoal regressa à Montanha na Falperra

    Depois das ausências nas rampas de Murça e da Penha, Vítor Pascoal regressa este fim de semana à Montanha, marcando presença na emblemática Rampa Internacional da Falperra, prova organizada pelo Clube Automóvel do Minho.

    O piloto de Baião volta a colocar em pista o habitual Porsche 991.2 GT3 Cup do Baião Rallye Team, naquela que será uma participação especial numa prova que continua a ocupar um lugar de destaque no panorama do automobilismo nacional e internacional.

    A presença de Pascoal na Falperra fica igualmente marcada por uma importante novidade desportiva. Depois de vários anos ligado à Categoria GT – onde conquistou quatro títulos nacionais e uma Taça de Portugal – o piloto transita agora para a categoria Super Challenge.

    “Esta mudança decorre das alterações regulamentares introduzidas e que lamentamos. Nunca foi nossa intenção sair dos GT’s, categoria onde construímos grande parte do nosso percurso na Montanha e onde alcançámos grandes conquistas”, afirma Vítor Pascoal.

    Sem assumir objetivos concretos em termos de resultados no que concerte à luta peça Taça de Portugal de Montanha na categoria, o piloto encara o regresso à Montanha sobretudo com espírito de desfrutar de uma das provas mais especiais da temporada. “A Falperra é sempre um evento único. Vamos desfrutar de um fim de semana fantástico, numa pista fabulosa e com as dezenas de milhares de espectadores que tornam esta rampa tão especial. Vamos tentar andar bem, potenciar a promoção dos nossos patrocinadores e parceiros e depois logo se vê”, refere.

    O regresso de Vítor Pascoal à Montanha acontece numa fase particularmente positiva da temporada, depois do forte arranque protagonizado no Portugal Rally Series, campeonato onde o piloto centrou grande parte da sua aposta competitiva em 2026. Ainda assim, a ligação à Montanha mantém-se bem viva, agora num novo enquadramento competitivo e novamente num dos palcos mais emblemáticos da especialidade em Portugal.

  • José Pedro Gomes quer lutar pela Taça de Portugal na mítica Rampa da Falperra

    José Pedro Gomes quer lutar pela Taça de Portugal na mítica Rampa da Falperra

    Depois de um arranque de temporada extremamente positivo no Campeonato de Portugal de Montanha JC Group 2026, José Pedro Gomes prepara-se agora para enfrentar um dos momentos mais emblemáticos e exigentes da época: a Rampa Internacional da Falperra.

    A prova organizada pelo Clube Automóvel do Minho volta a afirmar-se como um dos maiores acontecimentos do automobilismo nacional e europeu, reunindo dezenas de milhares de espectadores nas encostas de Braga e integrando igualmente o Campeonato da Europa de Montanha.

    Para José Pedro Gomes, a Falperra representa muito mais do que uma simples prova do calendário. O piloto assume uma motivação especial para aquela que considera “uma das rampas mais apaixonantes do ano”, não escondendo a ambição de lutar pela conquista da Taça de Portugal de Montanha entre os Super Challenge.

    “É impossível ficar indiferente ao ambiente da Falperra. Estamos a falar de uma prova única, com dezenas de milhares de pessoas junto à pista, uma atmosfera incrível e um traçado extremamente rápido e desafiante. Qualquer piloto sonha estar na discussão dos primeiros lugares aqui”, sublinha José Pedro Gomes.

    O experiente piloto, natural de Montalegre e residente em Riba d’Ave, chega a Braga fortemente motivado pelas excelentes exibições rubricadas nas duas primeiras jornadas da temporada. Depois do pódio alcançado em Murça e da brilhante prestação na Penha, onde voltou a subir ao pódio da Categoria Super Challenge, a confiança no potencial do Opel Astra OPC Supercar atravessa um dos momentos mais altos desde o início do projeto.

    “O carro tem vindo a evoluir muito bem, sobretudo ao nível da fiabilidade e da competitividade, e isso deixa-nos naturalmente confiantes. Sabemos que a concorrência será fortíssima, mas sentimos que temos argumentos para lutar pelos lugares da frente e discutir a Taça de Portugal”, acrescenta o piloto.

    O programa competitivo da Rampa Internacional da Falperra contempla, no sábado, duas subidas de treinos e uma subida oficial de prova. Já no domingo, pilotos e máquinas regressam à estrada para uma última subida de treinos e para a decisiva subida oficial que irá definir as classificações finais da competição.

  • José Lameiro motivado para enfrentar a vertigem da Falperra

    José Lameiro motivado para enfrentar a vertigem da Falperra

    José Lameiro está de regresso à competição já este fim de semana para disputar a Rampa Internacional da Falperra, uma das provas mais emblemáticas, exigentes e populares da montanha nacional.

    Depois do acidente sofrido na Rampa de Porca de Murça, o piloto da Diatosta continua o seu processo de recuperação competitiva e de reencontro com a confiança plena aos comandos do Skoda Fabia MKIII Supercar. A presença na Falperra será, por isso, mais uma etapa importante neste caminho, com o objetivo de evoluir ao longo de todas as subidas e consolidar sensações positivas ao volante.

    Sem pressões excessivas, mas com a ambição intacta, José Lameiro encara esta jornada como uma oportunidade para continuar a crescer, ajustar o ritmo e procurar aproximar-se progressivamente do seu melhor nível competitivo. A Taça de Portugal de Montanha, disputada entre os concorrentes da categoria Super Challenge, será também um desafio motivador para o piloto do Lameiro RX Team.

    A Falperra representa um dos grandes palcos do automobilismo português. O traçado, rápido, técnico e vertiginoso, aliado à presença de milhares de espetadores ao longo da subida, cria um ambiente único e especial, que José Lameiro conhece bem e aprecia particularmente.

    “Que pista, que ambiente, que energia! A Rampa Internacional da Falperra é uma das minhas provas favoritas, com milhares de espetadores ao longo de um traçado absolutamente vertiginoso. Vamos encarar este fim de semana sem pressões, tentando evoluir a cada subida e recuperar cada vez mais confiança. Naturalmente, vamos dar tudo para levar o Skoda Fabia MKIII Supercar à luta pela Taça de Portugal de Montanha entre os Super Challenge”, afirma José Lameiro.

    Com determinação, prudência e vontade de continuar a progredir, José Lameiro parte para a Rampa Internacional da Falperra focado em transformar cada subida num passo em frente no seu regresso ao ritmo competitivo.

  • José Rodrigues ataca Taça de Portugal “em casa” na Falperra

    José Rodrigues ataca Taça de Portugal “em casa” na Falperra

    O Campeão nacional e líder do CPM GT enfrenta fim de semana intenso em Braga: conquistar a Taça de Portugal e lutar pelos lugares cimeiros do Europeu de Montanha.

    Chegou a hora de um dos momentos mais importantes da temporada para José Rodrigues. O piloto bracarense enfrenta este fim de semana a emblemática Rampa Internacional da Falperra, palco da Taça de Portugal de Montanha 2026 e terceira prova do Campeonato da Europa de Montanha.

    Num cenário carregado de simbolismo, perante o público da sua cidade e com dezenas de milhar de espectadores esperados ao longo do traçado minhoto o piloto apoiado pela Repsol terá uma dupla missão: lutar pela conquista da Taça de Portugal e discutir os lugares da frente da Categoria 1 do Campeonato da Europa de Montanha.

    Depois do domínio demonstrado na Rampa da Penha, onde venceu todas as subidas do fim de semana e estabeleceu um novo recorde da Categoria GT, José Rodrigues chega à Falperra num excelente momento competitivo, cada vez mais adaptado ao Porsche 992 GT3 Cup preparado pela RACAR Motorsport e impulsionado pelos combustíveis e lubrificantes Repsol. O bracarense realça “o prazer e a responsabilidade enormes que sinto em representar a Repsol nesta prova que assume também especial relevância, numa das maiores montras do automobilismo de montanha em Portugal e na Europa”.

    Apesar do entusiasmo natural de correr “em casa”, José Rodrigues mantém o foco total na exigência desportiva da prova: “Sabemos que teremos uma concorrência extremamente forte e que as provas de montanha são muito específicas, onde cada subida oficial pode fazer toda a diferença. Com apenas duas subidas oficiais, a margem de erro será mínima e a eficácia de cada piloto será decisiva para alcançar um bom resultado. Entramos na Falperra com enorme motivação, ambição e vontade de vencer esta primeira edição da Taça de Portugal na Falperra, sem perder de vista o objetivo de conquistar um lugar no pódio do Campeonato da Europa de Montanha”.

    “Estamos preparados para dar tudo e representar da melhor forma a nossa equipa, a Repsol, os parceiros e todos os que nos apoiam”, acrescentou o campeão nacional

    Também Gonçalo Antunes, responsável máximo da RACAR Motorsport, assume sem reservas a ambição da estrutura para um dos fins de semana mais importantes do ano: “Sentimo-nos preparados para atacar esta Taça de Portugal. É um título que queremos acrescentar ao palmarés da equipa e do José, ainda para mais numa rampa tão emblemática como a Falperra. Vamos dar tudo para ter um Porsche competitivo e tentar trazer literalmente a vitória para casa, numa prova que tem um significado ainda mais especial por o José ser natural de Braga.”

    Num dos eventos mais mediáticos e emblemáticos do calendário internacional de montanha, José Rodrigues entra determinados a lutar por mais um título e a continuar a afirmar-se como uma das referências do Motorsport em Portugal.

  • Falperra: chegou a hora de ser discutida a Taça de Portugal de Montanha 2026

    Falperra: chegou a hora de ser discutida a Taça de Portugal de Montanha 2026

    Será perante dezenas de milhares de espectadores esperados na mítica e icónica Rampa Internacional da Falperra, que os principais protagonistas da Montanha nacional irão medir forças a discutir a Taça de Portugal 2026, naquela que continua a ser uma das provas mais emblemáticas do automobilismo português.

    Organizada pelo Clube Automóvel do Minho, a edição de 2026 apresenta uma excelente lista de inscritos, reunindo muitois dos nomes mais fortes do panorama nacional, num fim de semana onde o espetáculo promete ser total ao longo dos mais de cinco quilómetros do traçado bracarense, conhecido pela velocidade elevada, pelas zonas extremamente técnicas e pelo ambiente único criado pelo público que invade autenticamente a montanha minhota.

    Depois do arranque de temporada marcado pelas provas de Murça e da Penha, a Falperra surge agora como palco de um verdadeiro tira-teimas entre muitos dos pilotos que têm marcado o início da época no Campeonato de Portugal de Montanha JC Group.

    Natural destaque para José Correia (Osella PA30), líder da representação nacional nos Protótipos e um dos nomes mais aguardados da prova. O piloto da JC Group Racing Team chega moralizado depois da excelente exibição na Penha, onde terminou muito perto da vitória absoluta frente a Hélder Silva. Também Carlos Gonçalves (Osella PA21/S) procurará discutir os lugares da frente, enquanto Afonso Santos (Norma M20FC) e Sérgio Nogueira (SilverCar S3) prometem acrescentar competitividade numa categoria sempre espetacular. Atenção ainda aos espanhóis Pablo Rey Perez (Norma M20F Turbo) e Jonathan Abadin Cid (Juno CN09), presenças que acrescentam ainda maior qualidade ao plantel.

    Na categoria GT, as atenções centram-se naturalmente em José Rodrigues (Porsche 992 GT3 Cup). O campeão nacional em título atravessa um excelente momento de forma depois do domínio evidenciado na Penha e assume-se claramente como um dos mais fortes candidatos ao triunfo entre os GT.  Mas a concorrência será forte e diversificada. Patrick Cunha (Porsche 992 GT3 Cup) regressa à competição nacional num palco onde a potência e eficácia dos GT fazem sempre a diferença, enquanto Beatriz Correia (Porsche 992 GT3 Cup) continua o processo de adaptação à exigente máquina germânica. Já Daniel Vilaça (Porsche 911 GT3 Cup) chega altamente motivado após o primeiro pódio da carreira nos GT alcançado na Penha. Referência ainda para Renato Piairo (Porsche GT3 R), carro potencialmente muito competitivo no rápido traçado da Falperra.

    Nos Turismos, a Falperra apresenta um lote de pilotos extremamente competitivo e capaz de proporcionar grandes lutas nas diferentes divisões. Na Turismo 1, os carros de tração integral prometem espetáculo garantido, com Daniel Pacheco (Mitsubishi Lancer Evo X) a surgir como um dos nomes em destaque depois do excelente andamento demonstrado na Penha. Pela frente terá adversários de peso como Valter Dinis (Skoda Fabia R5) e Paulo Silva (Ford Fiesta R5), dois pilotos experientes e habituados a tirar partido da eficácia destas máquinas em traçados rápidos e exigentes como o da Falperra.

    Na Turismo 2, as atenções centram-se naturalmente em Guilherme Silva (Audi RS3 LMS), jovem piloto de Braga que tem vindo a crescer de prova para prova e que agora enfrenta um desafio importante perante o espanhol Francisco Javier Casqueiro (Volkswagen Golf TCR).

    Já na Turismo 3, a diversidade e competitividade do pelotão voltam a ser nota dominante. Carlos Silva (Renault Clio RS) chega moralizado após o triunfo conquistado na Penha, mas terá oposição muito forte por parte do experiente Aníbal Pinto (Renault Clio RS), sempre muito competitivo neste tipo de traçados. Também Roberto Meira (Renault Clio RS) procurará discutir os lugares da frente, enquanto o jovem André Brás (Ginetta G40 GT5) continua o seu processo de afirmação ao volante do competitivo carro britânico. Já Jorge Vilela (Citroën Saxo Cup) acrescenta mais competitividade a uma divisão que promete algumas das lutas mais intensas do fim de semana.

    Na categoria Super Challenge, o favoritismo aponta naturalmente para José Lameiro (Skoda Fabia MK3). O piloto da Diatosta tem vindo a crescer de forma muito consistente desde a chegada à Montanha e encontra na Falperra um palco perfeito para explorar todo o potencial do seu Supercar. Mas a oposição promete ser forte, sobretudo por parte de José Pedro Gomes (Opel Astra OPC Supercar), cada vez mais competitivo, e de Manuel Rocha e Sousa (Ford Focus Supercar), piloto sempre muito rápido em traçados de elevada velocidade média. A divisão SC-A contará ainda com Manuel Pereira (Mitsubishi Lancer Evo VI), João Simões (Mitsubishi Lancer Evolution VII), José Pires (Nissan GT-R R35) e Daniela Marques (Subaru Impreza WRX STI), compondo um lote diversificado e extremamente espetacular.

    Na SC-B, o destaque vai naturalmente para a aguardada estreia de Vítor Pascoal (Porsche 991.2 GT3 Cup). O tetracampeão nacional da categoria GT surge agora nos Super Challenge, acrescentando enorme qualidade e mediatismo à divisão, sendo naturalmente apontado como um dos candidatos aos lugares cimeiros. Pela frente terá adversários de peso como Césaro Simões (BMW F82 M4) e César Caldas (Audi TT), além de pilotos experientes e muito competitivos como Luís Correia (Renault Clio), Francisco Ferreira (Renault Mégane RS), Donato Jácome (BMW 316i), Capela Morais (Skoda Fabia RS TDI) e João Pitães (BMW E30), numa divisão onde a diversidade técnica das máquinas promete espetáculo constante.

    Já na sempre muito equilibrada SC-C, o pelotão é vasto e recheado de pilotos experientes e rápidos. Alberto Pereira (Honda Civic Type R), António Matos (Peugeot 106 Maxi), Francisco Vieira Leite (Toyota Corolla T-Sport) e Sebastião Teixeira (Toyota Corolla T-Sport) surgem entre os nomes em destaque, mas terão forte oposição de Nuno Carvalho (Honda Civic), Ricardo Domingues (Renault Clio 3 Sport), Rui Antunes (Citroën AX), Filipe Martins (Honda Civic), Raul Lizano (Honda Civic), João Paulo Gomes Pinheiro (Peugeot 206 GTI), Hugo Oliveira (Honda Civic), Rodolfo Sampaio (Renault Clio), João Paulo Costa Gonçalves (Honda Civic) e Paulo Ribeiro (Ford Fiesta 1.0 ST Line). Trata-se, uma vez mais, de uma das divisões mais numerosas e imprevisíveis do panorama nacional.

    Na SC-D, a luta pela vitória será entre em João Silva (Toyota Starlet), Horácio Morais (Renault Clio) e Afonso Caldas (Citroën C1), três pilotos que prometem discutir até ao limite a supremacia numa divisão tradicionalmente marcada pelo equilíbrio.

    Nos Legends, João Pires (BMW E36 M3), dominador das duas primeiras provas do campeonato, assume-se como claro favorito. Mas o pelotão apresenta muitos outros argumentos de interesse, com Filipe Macedo (Citroën Saxo Cup) a chegar moralizado depois do pódio conquistado na Penha, enquanto José Cardoso (Citroën Saxo Cup), Miguel Ângelo (Peugeot 106) e Pedro Brito (Citroën Saxo Cup) acrescentam ainda maior competitividade a uma categoria que continua em franco crescimento e com lutas muito intensas ao longo de todo o pelotão.

    Já nos 1300, a competitividade continua em alta numa das categorias mais participadas e equilibradas da Montanha nacional. José Carlos Magalhães (Peugeot 205 Rallye) e Hugo Magalhães (Suzuki Swift GTI) surgem entre os nomes em maior evidência, mas terão forte oposição de Miguel Ângelo Oliveira (Peugeot 106), Francisco Macedo (Peugeot 106 XSI), Paulo Oliveira (Peugeot 106), Rui Monteiro (Fiat Punto 85 Sport), Miguel Ribeiro (Fiat Punto 85 Sport), Jorge Vilela (Fiat Punto 85 Sport), José Peixoto (Fiat Punto 85 S), Fontes Maia (Nissan Micra), Mário Brito (Citroën C1) e Nuno Gomes (Fiat Uno 45 S), num pelotão numeroso que promete animação constante ao longo de todo o fim de semana.

    Com mais de uma centena de inscritos entre Europeu e Taça de Portugal, um ambiente incomparável e a promessa de um fim de semana carregado de emoção, a Falperra prepara-se, uma vez mais, para assumir o estatuto de capital ibérica da Montanha.

  • Martim Magalhães estreia protótipo com top 5 na Rampa da Penha

    Martim Magalhães estreia protótipo com top 5 na Rampa da Penha

    O jovem piloto Martim Magalhães iniciou a temporada de 2026 do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group com um novo desafio, ao estrear um protótipo PRM na Rampa da Penha, onde terminou na quinta posição da classificação geral.

    Depois da época de estreia em 2025 ao volante de um Opel Corsa, o piloto da Maia – ligado à estrutura Feira dos Sofás – dá assim um importante passo na sua evolução desportiva, apostando agora num protótipo da Divisão B, numa estreia exigente numa prova organizada pela Demoporto.

    O fim de semana ficou marcado por um intenso trabalho de adaptação ao PRM, preparado por José Magalhães. Após uma primeira subida de treinos mais cautelosa, o piloto foi encontrando progressivamente o ritmo e as melhores afinações.

    Já na primeira subida oficial de prova, Martim Magalhães assinou um tempo muito competitivo, entrando imediatamente na discussão pelos lugares cimeiros. No domingo, a evolução voltou a ser evidente, com o jovem piloto a alcançar um registo de destaque na última subida de treinos, confirmando o potencial do conjunto. Contudo, algumas limitações naturais de um carro ainda em fase de desenvolvimento levaram a equipa a optar por não realizar a derradeira subida de prova.

    No final, Martim Magalhães destacou o caráter positivo desta estreia: “Fiz o que esteve ao meu alcance. O carro tem muito potencial, mas não houve tempo para tudo. Gostei muito da experiência, mas ainda temos bastante trabalho pela frente.” O piloto sublinhou ainda a importância de continuar a evoluir: “Precisamos de testar mais o carro, porque não tivemos essa oportunidade antes da Penha. Acredito que nas próximas provas vamos conseguir aproximar-nos dos nossos adversários diretos.”

    Apesar das dificuldades próprias de uma estreia, o jovem piloto deixou boas indicações para o futuro, evidenciando competitividade e uma margem de progressão significativa para as próximas jornadas do Campeonato de Portugal de Montanha.