Categoria: Montanha

  • Ricardo Loureiro: “o resultado em Boticas não foi bom, mas foi o possível”

    Ricardo Loureiro: “o resultado em Boticas não foi bom, mas foi o possível”

    O 8º lugar obtido por Ricardo Loureiro na Rampa de Boticas espelha o atual nível competitivo do Ford Escort MKII perante a forte concorrência que anima o Campeonato de Portugal de Clássicos de Montanha JC Group.

    Ricardo Loureiro tudo fez para extrair o atual potencial do Escort e, verdade seja dita, o carro americano funcionou que nem um pêndulo, de fio a pavio da rampa organizada pelo Demoporto.

    Só que, se a solidez está no coração do Ford, a potência está aquém do que pode e terá no futuro e o piloto do Caramulo Racing Team teve de ser realista e focar-se em concluir a prova, continuando a evolução do carro e recolhendo preciosos pontos para o campeonato.

    “Boticas foi um fim-de-semana difícil. o resultado em Boticas não foi bom, mas foi o possível e as coisas são como são… No momento atual, não tenho o carro num nível competitivo que me permitisse ombrear com a qualidade e quantidade de excelentes carros, muito bem guiados, que estiveram presentes nesta rampa, algo que realço e aplaudo, porque vem dar uma maior dimensão aos Clássicos de Montanha. Para mim é difícil, porque fico não só longe dos adversários, mas até longe dos meus recordes nas rampas. Mas é um processo”, refere Ricardo Loureiro.

    O piloto-edil de Guardão lembra que “com os problemas que sentimos em 2023, reformulamos toda a estratégia e trabalhamos no carro para, numa primeira fase, privilegiar a fiabilidade, algo que conseguimos. O carro esteve impecável ao longo de todo o fim-de-semana. Mas, esse caminho, fez-nos recuar quanto à potência disponível no motor do Ford e só com muita paciência e trabalho poderemos, num futuro próximo, ousar querer andar ao ritmo a que se andou nos lugares da frente em Boticas”.

    No entanto, apesar desses condicionalismos, Ricardo Loureiro tem reais possibilidades de terminar no pódio do campeonato e o piloto do Caramulo Racing Team assume que “iremos à Serra da Estrela dar o nosso melhor e, se a sorte estiver do nosso lado, poderemos conquistar os pontos necessários para concluir o campeonato entre os três primeiros”.

    Assim fica tudo em aberto para a Rampa Serra da Estrela Covilhã, última prova do campeonato. A prova, que será organizada pelo CAMI Motorsport, acontecerá nos dias 12 e 13 de outubro.

  • Nuno Pinto: “não gastaremos mais tempo, nem recursos, a tentar debelar os problemas neste carro!”

    Nuno Pinto: “não gastaremos mais tempo, nem recursos, a tentar debelar os problemas neste carro!”

    A fava voltou a sair a Nuno Pinto. A sua barchetta ADR Sport II voltou a ceder em Boticas, não permitindo ao rápido piloto duriense completar uma subida que fosse!

    “Acabou!… não gastaremos mais tempo, nem recursos, a tentar debelar os problemas neste carro!”, assumiu Nuno Pinto, no fecho da sua curta presença na prova, lamentando “este calvário que vivemos. Quis muito estar presente na rampa, pelo carinho imenso que tenho por Boticas e pelos botiquenses. Lamento que não lhe tenha proporcionado o espetáculo que queria dar. Agora é olhar em frente, ir em busca de uma solução competitiva e, em 2025, voltar com toda a força!”.

    Piloto e equipa vão agora ao mercado em busca da melhor solução para 2025.

  • Rute Brás: “O resultado foi bom e dá-nos esperança de terminar a época com uma boa classificação”

    Rute Brás: “O resultado foi bom e dá-nos esperança de terminar a época com uma boa classificação”

    O Top 5 de Rute Brás na Divisão Turismo 3 assume-se como mais um excelente resultado na Rampa de Boticas para a aguerrida piloto de Peso da Régua.

    Em mais um fim-de-semana em que o seu Peugeot 206 RC funcionou que nem um relógio suíço e a ‘Amazona do Douro’ demonstrou uma segurança à prova de bala e uma capacidade de evolução que se traduz na melhoria de quase 20 segundos (!) entre a 1ª e a 3ª subidas de prova.

    “O resultado foi bom e dá-nos esperança de terminar a época com uma boa classificação”,  afirma Rute Brás que, no entanto, lamenta que “a rampa não tenha corrido tão bem quanto eu gostava. No Caramulo partimos a caixa de velocidades e, por atraso na vinda desse componente já refeito, tive de alinhar aqui, em Boticas, com a caixa de origem e o rapport muito longo prejudicou muito a condução do carro”.

    Agora, foco total na última prova da temporada. A Rampa Serra da Estrela Covilhã ocorre nos dias 12 e 13 de outubro e a NJ Racing quer fazer da prova o palco do melhor lugar de sempre de Rute Brás na classificação final da sua divisão.

  • Nuno Guimarães: “O 2º lugar em Boticas é um mal menor, continuo líder do campeonato”

    Nuno Guimarães: “O 2º lugar em Boticas é um mal menor, continuo líder do campeonato”

    A braços com problemas técnicos nada habituais no seu Silver Car S2, Nuno Guimarães quedou-se pelo 2º posto nos Protótipos B na Rampa de Boticas.

    Nuno Guimarães viu-se impedido de defender a sua invencibilidade em 2024, quanto o seu protótipo Silver Car S2 começou a dar sinal de fraqueza, levando o ‘Capitão da Montanha’ a levantar o pé na 2ª subida de prova, atrasando-se face ao jovem Afonso Santos e, nem um forcing na derradeira subida, chegou para evitar a vitoria do seu adversário.

    No entanto, o 2º lugar permitiu manter uma boa margem na liderança do campeonato, tendo agora Nuno Guimarães 20 pontos de avanço.

    O balanço feito pelo líder da NJ Racing foi, forçosamente, agridoce: “o Silver Car resolveu amuar e prejudicou-me, principalmente na 2ª subida. Conseguimos descobrir o problema e já foi possível ser rápido na derradeira subida de prova, mas já era tarde para conseguir recuperar por completo. O 2º posto é um mal menor, continuo líder do campeonato e vamos à Serra da Estrela para assegurar mais um título!”.

    Nuno Guimarães não quis deixar de “parabenizar o Afonso. Já era altura de ele saborear o degrau mais alto do pódio. Temos muito orgulho nele. É o futuro desta divisão!”.

  • José Pedro Gomes demonstrou bom andamento em Boticas

    José Pedro Gomes demonstrou bom andamento em Boticas

    O 6º lugar final nas contas dos Clássicos não releva a capacidade competitiva demonstrada por José Pedro Gomes em Boticas, sendo mais fruto da ‘lotaria meteorológica’ e da intensa luta pelo 3º lugar do pódio entre vários pilotos e que poderia ter caído para qualquer um.

    Com um dia inaugural de sábado condicionado pela chuva e pelos inúmeros incidentes que forçaram a organização a reduzir para apenas duas subidas o programa da Rampa de Boticas, o dia final de domingo revelou-se decisivo, pois os tempos na única subida de prova de sábado foram necessariamente altos.

    E esse facto viria a prejudicar a classificação final de José Pedro Gomes. Tendo sido eficaz nessa subida inaugural, registou um tempo na 2ª subida de prova que o colocava taco-a-taco a discutir o 3º lugar, desiderato que não alcançaria porque não pode alinhar na terceira e derradeira subida de prova, ocasião em que todos os seus adversário melhoraram as suas marcas, relegando o piloto da XMP para o 6º lugar.

    Por outro lado, José Pedro Gomes viu-se forçado a alguma cautela, optando por nunca andar nos limites, pois estreou em Murça um motor novo no Ford Escort RS1800. A ausência de um teste antes da prova do Demoporto, transformou a rampa no primeiro momento de rodagem do propulsor, tendo ficado claro que é um ‘upgrade’ em relação ao anterior e que irá permitir ao piloto ser ainda mais competitivo.

    O Campeonato de Portugal de Clássicos de Montanha JC Group está agora a caminho do fecho da temporada. Este ano, cabe ao CAMI Motorsport as honras de fecho que terão palco na Rampa Serra da Estrela Covilhã, aprazada para os dias 12 e 13 de outubro, não estando ainda confirmada a presença de José Pedro Gomes.

  • Fernando Salgueiro: ”não foi um fim-de-semana positivo”

    Fernando Salgueiro: ”não foi um fim-de-semana positivo”

    Um problema técnico no Ford Escort MKII condicionou fortemente a prestação de Fernando Salgueiro na Rampa de Boticas, penúltima prova da temporada do Campeonato de Portugal Clássicos de Montanha JC Group.

    O piloto do Caramulo Racing Team viveu um fim-de-semana atribulado na prova organizada pelo Demoporto. O dia inaugural de sábado ficou completamente arruinado, com Fernando Salgueiro a parar a meio das duas subidas realizadas, com problemas no Ford Escort MKII.

    A equipa trabalhou de forma intensa e foi possível a Fernando Salgueiro ter um dia final de domingo mais positivo. Rodando condicionado e em modo ‘gestão de danos’, o piloto caramulense logrou concluir sem problemas as duas subidas de prova e terminar no 5º lugar, resultado que mantém vivas as suas esperanças em concluir a época dentro do Top 3 dos Clássicos.

    “Não foi um fim-de-semana positivo. Tivemos uma avaria no carro que só conseguimos resolver após as subidas de sábado e, mesmo assim, o carro ficou a 70% do seu potencial. Assim, encaramos as subidas de domingo com cautela e, felizmente, conseguimos pontuar, o que nos deixa com possibilidades de lutar na Serra da Estrela por um lugar no pódio final do campeonato”, resumiu Fernando Salgueiro.

    O bicampeão nacionalpromete “tudo fazer para garantir esse objetivo. Vamos trabalhar com a MNE Sport no sentido de comparecer na última prova do campeonato com o carro em condições”.

    O Campeonato de Portugal de Montanha JC Group está agora a caminho do fecho da temporada. Este ano, cabe ao CAMI Motorsport as honras de fecho que terão palco na Rampa Serra da Estrela Covilhã, aprazada para os dias 12 e 13 de outubro.

  • José Lameiro: “não foi um fim-de-semana fácil em Boticas”

    José Lameiro: “não foi um fim-de-semana fácil em Boticas”

    José Lameiro enfrentou alguns problemas no seu Skoda Fabia MKIII Super Car, ao longo dos dois dias da Rampa de Boticas, penúltima prova do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group. Mesmo assim, esteve na luta pelo pódio da Categoria Super Challenge, só dele ficando arredado quando os problemas o impediram de fazer a última subida de prova.

    Até aí, os tempos que o piloto da Diatosta conseguiu colocar no cronómetro, concretamente na 1ª subida de prova, realizada ao fim da tarde de sábado e na 2ª subida a contar, ocorrida já no início da tarde de domingo, permitiam pensar que José Lameiro voltaria a ficar entre os três melhores, isto numa rampa em que a aumentou a qualidade e a quantidade de pretendentes ao pódio dos Super Challenge.

    José Lameiro foi 2º na subida de sábado e 3º na de domingo, embora o piloto se fosse queixando de alguns problemas que foram condicionando o andamento. Aliás, nessa 2ª subida de prova, José Lameiro sentiu “uma degradação progressiva da direção assistida, tornando quase impossível conduzir o carro. Ainda cheguei ao final da rampa, mas, logo de seguida, deu para perceber que o problema era grave e o carro já veio em cima de um reboque até à assistência, onde o veredicto foi claro: a nossa prova ficava por aí”.

    A ausência forçada na 3ª subida, atiraria José lameiro para o 4º lugar da geral dos Super Challenge, ficando assim arredado de um pódio que parecia mais do que certo.

    “Não foi um fim de semana nada fácil para nós, antes pelo contrário!… Os problemas começaram por limitar o andamento, até que se agravaram de tal forma que mais não restou do que parar. São corridas e agora há que entender, superar e pensar em fazer melhor na próxima!”, rematou José Lameiro.

    O Campeonato de Portugal de Montanha JC Group está agora a caminho do fecho da temporada. Este ano, cabe ao CAMI Motorsport as honras de fecho que terão palco na Rampa Serra da Estrela Covilhã, aprazada para os dias 12 e 13 de outubro.

  • GT: José Rodrigues impôs a sua lei em Boticas num duelo sem tréguas

    GT: José Rodrigues impôs a sua lei em Boticas num duelo sem tréguas

    A discussão do triunfo nos GT foi um dos ‘highlights’ do fim-de-semana em Boticas. Tal como se esperava e tem acontecido em provas anteriores, o equilíbrio foi uma constante, com vários pretendentes à vitória.

    Começou por ser Gabriela Correia (Mercedes AMG GT4) a melhor à chuva na subida de treinos inaugural, mas Bernardo Garcia de Castro (Porsche 997 GT3 CUP) levou de vencida a concorrência na 1ª subida de prova, aí secundado por José Rodrigues (Porsche 997.2 GT3 CUP), a 1,5 segundos do galego, com a “Princesa da Montanha” a cair para terceiro, a 3,3 segundos, no fecho da jornada de sábado.

    No domingo, Garcia de Castro não feliz na 2ª subida de prova, caindo mesmo para o 4º posto, mercê de um tempo muito alto, vendo José Rodrigues ganhar uma vantagem significativa e que não mais viria a perder. O piloto da Monteiros Competições voltou a ser o mais rápido na 3ª subida, aí já por curta margem em relação em relação a Gabriela Correia, que assegurou para as cores da JC Group Racing Team um excelente 2º lugar, revelando muita competitividade neste seu regresso à Montanha. No final os dois ficaram separados, no agregado das duas melhores subidas, por apenas 3,3 segundos. Já Bernardo Garcia de Castro voltou a andar forte e conseguiu minimizar os danos, terminando no 3º lugar, a 7,3 segundos do vencedor.

  • Rampa de Boticas: Luís Nunes chegou ao “Hexa”

    Rampa de Boticas: Luís Nunes chegou ao “Hexa”

    Luís Nunes chegou na prova do Demoporto ao seu 6º cetro de campeão, segundo consecutivo na Categoria Super Challenge.

    Nova ‘casa cheia’ na Categoria Super Challenge, atestando o êxito desta novidade regulamentar introduzida no campeonato de 2023. Novidade já não é (há muito tempo…) o domínio avassalador de Luís Nunes. Em Boticas, o piloto de Carrazeda de Ansiães, rodou ‘noutro planeta’, focando-se mais na luta pelo pódio absoluto, até porque resolveu as contas do seu sexto título nacional da carreira ainda antes do fecho da prova.

    O ‘Foguetão de Valpaços’ saiu do traçado internacional transmontano invicto na época, levando o Skoda Fabia R5 da Nunes Sport à 7ª vitória consecutiva na Categoria Super Challenge, deixando os opositores a mais de 10 segundos.

    A luta pelos outros 2 degraus do pódio foi assumida por três protagonistas: o ‘piloto residente’ José Lameiro (Skoda Fabia MKIII Super Car), o regressado José Silvino Pires (Ford Focus Super Car) e o espanhol José António Lopez-Fombona (Ford Fiesta N5), que veio dar um toque ‘europeu à prova botiquense.

    Foi uma batalha intensa, com a supremacia a mudar várias vezes de mãos, mas, no final, Silvino Pires levou a melhor, conquistando o 2º lugar na Categoria, com Lopez-Fombona a coloca ro carro construído pela RMC Motorsport no terceiro posto. José Lameiro quedou-se pelo 4ª lugar, depois de ter estado sempre na luta pelo pódio. O piloto da Diatosta sofreu com alguns problemas técnicos no seu carro, não tendo mesmo participado na última subida de prova, sendo por isso ultrapassado por Fombona.

    Na 5ª Posição da geral, encontrámos Luís Silva, autor de mais uma prova fantástica. O ‘Canhão de Famalicão’ ultrapassou alguns problemas no BMW M3 da Famaconcret e não apenas alcançou esse Top 5, como registou mais um triunfo claro nas contas do Grupo SC-D, sendo já virtual vencedor desta competição. Pedro Alves (KIA CEED) foi 2º nas contas do grupo, cujo pódio ficou fechado com a presença do  botiquense Bruno Gonçalves. A jogar em casa, o piloto do VW Golf R35 GTi deu uma alegria enorme aos seus conterrâneos.

    Alberto Pereira (Honda Civic Type R) dominou no Grupo SC-C, vendo Bruno Carvalho, com quem partilhava o favoritismo, ficar pelo caminho, com problemas no seu Citroen Saxo. A vitória do piloto mesãofriense foi incontestável, pois concluiu a rampa com 8,5 segundos sobre Leandro Macedo (Citroen Saxo). O jovem Pedro Cardoso (VW Golf) garantiu o 3º posto.

    Na refrega dos ‘pequenos’ carros do Grupo SC-B, existiu luta até ao fim e a vitoria de Horácio Morais, aos comandos do Fiat Uno 45S da MNE Sport, foi conquistada ‘no braço’. O jovem piloto foi apenas terceiro na 1ª Subida de Prova, atrás de Luís Silva Jr. e Catarina Silva, os dois irmãos dos Citroen C1 da Famaconcret. Na 2ª, imiscui-se entre os dois famalicenses, assinando o segundo melhor tempo e foi o mais rápido na derradeira subida, beneficiando aí do toque violento que Luís Silva Jr. deu mesmo junto à meta…

    Somando os dois melhores tempos, Horácio Morais venceu, com 1,7 segundos de avanço sobre o adversário. Catarina Silva foi terceira, depois de um fim-de-semana muito regular. Já quando ao Grupo SC-A, o pódio é gémeo da geral da Categoria Super Challenge, tal o domínio em Boticas exercido pelos ‘monstros de quatro rodas motrizes’.

    O Campeonato de Portugal de Montanha JC Group está agora a caminho do fecho da temporada. Este ano, cabe ao CAMI Motorsport as honras de fecho que terão palco na Rampa Serra da Estrela Covilhã, aprazada para os dias 12 e 13 de outubro.

  • Rampa de Boticas: Parcídio Summavielle sagra-se campeão nacional

    Rampa de Boticas: Parcídio Summavielle sagra-se campeão nacional

    Parcídio Summavielle rematou na Rampa de Boticas as contas na Categoria Turismo do Campenato de Portugal de Montanha JC Group, sendo campeão nacional com autoridade.

    A prova reservada à Categoria Turismo na Rampa de Boticas  teve um desfecho dramático, depois de, na pista, ter sido palco de uma luta sem tréguas entre os dois principais candidatos ao título. Na batalha dos tempos, Daniel Pacheco (Mitsubishi Lancer EVO X) tinha sido o mais lesto, por escassos 341 milésimos de segundo, face a Parcídio Summavielle (Cupra TCR), mas, nas verificações técnicas foi detetado que o carro nipónico não estava em conformidade com a ficha de homologação e a desclassificação foi inevitável.

    Assim, Parcídio Summavielle juntou de forma clara e inequívoca mais uma vitória na categoria Turismo ao seu bornal, com esta a ter foros de carácter especial, pois significou a conquista de mais um título nacional para o consagrado edil fafense que selou ainda as contas da vitória final na Divisão Turismo 2, coroando uma época de sonho do piloto da Befast Motorsport.

    O 2º lugar final na categoria foi assim parar às mãos do flaviense Luís Delgado, que compareceu em Boticas com o belo BMW 320SI WTCC ex-fábrica e que pertence à VLB, cabendo a Gonçalo Inácio o mérito de ter colocado um dos Peugeot 208 Rally4 da Befast Motorsport no último degrau do pódio, nesta que foi a sua estreia com o carro francês.

    Inácio foi ainda 2º classificado nos Turismo 2, divisão onde Paulo Silva (Audi RS3 LMS) garantiu o 3º posto, apesar de um toque forte no dia de sábado. Delgado levou de vencida a Divisão Turismo 3, com Filipe Ferreira (Honda Civic Type R) a ser aqui 2º e Aníbal Pinto (Renault Clio RS R3) a terminar no 3º lugar.

    A bracarense Daniela Marques venceu a Divisão Turismo 1. A piloto internacional da PDAuto chegou à vitória, depois da dupla desclassificação do já referido Daniel Pacheco e ainda de Carlos Gonçalves, cujo turbo do Mitsubishi Lancer EVO X não se encontrava em conformidade com a ficha de homologação.