Categoria: Montanha

  • NJ Racing viveu fim-de-semana agridoce em Boticas

    NJ Racing viveu fim-de-semana agridoce em Boticas

    O quarteto da equipa duriense teve sortes diferentes na Rampa de Boticas, oitava e última prova da temporada 2023.

    A NJ Racing que, uma vez mais, viveu uma época ao mais alto nível, continuando a dar cartas no Campeonato de Portugal de Montanha JC Group, chegou à prova final, em pleno coração de Trás-os-Montes, com o título nos Protótipos B já renovado por Nuno Guimarães, divisão em que também já se sabia que o regressado Nuno Pinto iria dar mais um pódio à equipa, pois, o 3º lugar estava assegurado.

    A equipa sabia ainda que o 3º lugar da geral absoluta poderia ir parar novamente ao seu palmarés, pois o mesmo iria ser decidido entre Nuno Guimarães, António Rodrigues e Luís Nunes, sendo ainda de realçar que Rute Brás estaria focada na defesa de um lugar no Top 5 final das contas da Divisão Turismos 3.

    Mas os favores da fortuna nada quereriam com a NJ Racing quanto ao pódio absoluto sonhado.

    Após fazer um excelente tempo na 1ª Subida de Prova, realizada no fim da tarde de sábado, António Rodrigues viu acender uma luz de alarme no seu Silver Car EF10 e regressado à sua boxe, viu ser-lhe dado o pior veredicto: motor partido e fim de linha para a prova e para a época. Fica, como consolo, ter assegurado, mesmo assim o Top 3 final nas contas dos Protótipos A.

    “No primeiro dia de competição em Boticas conseguimos ser competitivos, mesmo sem forçar o andamento. A desilusão veio nas centenas de metros finais da Subida de Prova de Sábado, quando acendeu uma luz de alarme e nos obrigou a levantar o pé. Apesar disso, conseguimos o 3º tempo à geral. Chegados à assistência, o veredito foi cruel: um motor com três dezenas de quilómetros de utilização tinha cedido e nada havia a fazer. Estamos obviamente muito desiludidos, mas só baixamos a cabeça por um simples momento de tristeza, pois sabemos que iremos preparar o futuro com anda mais força, mais garra, mais ambição e mais querer!”, resumiu António Rodrigues no final.

    Por outro lado, Nuno Guimarães começou a sentir alguma vibração no Silver Car S2, limitando-lhe o andamento, o que não lhe permitiu melhor do que terminar a Rampa de Boticas no 7º lugar da geral e no 2º posto dos Protótipos B.

    Nas contas finais da geral do campeonato, o “Capitão da Montanha” e o “Bala do Douro” asseguraram o 4º e o 5º lugar.

    “Foi um fim-de-semana com sentimentos mistos. Tivemos a infelicidade do que aconteceu ao Toni. Eu próprio enfrentei alguns problemas com os apoios do motor do meu Silver Car e, mesmo o Nuno Pinto e a Rute tiveram algumas dificuldades. Nem sempre corre de forma perfeita. As corridas são assim. Mas a época foi incrível e a equipa voltou a estar muito bem, com excelentes resultados, o que nos dá motivação para preparar ainda melhor 2024”, afirmou.

    Quanto a Nuno Pinto, a prova organizada pelo Demoporto foi o espelho de todo o sacrifício e empenho que piloto e estrutura colocaram para desenvolver a ADR Sport II, ‘barchetta’ que se tem revelado um “osso duro de roer” quanto à fiabilidade. Em Boticas, foram vários os problemas, mas, mesmo assim, Nuno Pinto voltou a provar toda a sua capacidade e logrou terminar a prova, sendo 4º dos Protótipos B.

    “O resultado foi positivo, como também foi positivo mais esta oportunidade para continuar a evoluir a ADR e para eu recuperar a minha competitividade. Voltamos a ter alguns problemas, mas acabou por correr bem e estou muito feliz pelo pódio final no campeonato”, referiu.

    Feliz com a exibição e o resultado estava Rute Brás.

    A “Amazona do Douro” tem uma garra tremenda e foi capaz de ultrapassar todos os obstáculos e alguns pequenos problemas que afetaram o seu Peugeot 206 RC, concluindo a rampa no 7º lugar dos Turismos 3, recolhendo pontos que foram preciosos para a piloto de Peso da Régua terminar o campeonato dos T3 no Top 5, que se transforma no melhor resultado da sua curta carreira.

    “Estou muito feliz. Dei o máximo, o carro colaborou, embora com uns pequenos problemas e consegui evoluir os mus tempos, acabando por fazer uma boa prova. O Top 5 as contas finais dos T3 é a cereja no topo do bolo para uma época excelente!”.

    Caiu o pano sobre a temporada 2023. A NJ Racing voltou a provar porque é uma das mais fortes e bem sucedidas estruturas técnicas da Montanha, saindo de 2023 com um título e 3 pódios, continuando a fazer crescer o seu já vasto palmarés.

  • CPM1300 JC Group: João Silva foi o mais forte em Boticas

    CPM1300 JC Group: João Silva foi o mais forte em Boticas

    O piloto do Peugeot 106 Rallye suplantou a forte oposição de Tiago Santos (Citroen AX Sport) para conquistar a primeira vitória da sua carreira no campeonato.

    Com ausência de Armando Freitas e João Diogo Santos era certo que o Campeonato de Portugal de Montanha 1300 JC Group iria conhecer um novo vencedor em Boticas.

    Desde a sessão inaugural de treinos, realizada no começa d atarde de sábado que se percebeu que a luta pelo triunfo seria protagonizada por um duo de dois jovens pilotos. João Silva e Tiago Santos.

    Se nos treinos foram alternando a primazia, já nas subidas oficiais de prova, João Silva foi mais forte, resolvendo a contenda logo nas duas primeiras, mas não sem forte oposição de Tiago Santos que sairia de Boticas com mais um pódio conquistado na época , garantindo o 2º lugar final.

    Luís Rodrigues (Fiat Punto) foi muito regular ao longo dos dois dias, sendo recompensado com o 3º posto, subindo assim ao terceiro degrau do pódio pela primeira vez na sua carreira.

    Uma palavra para Catarina Silva. A jovem “rookie” da Famaconcret esteve sempre competitiva com o seu Citroen C1, vencendo a batalha que travou com Simplício Taveira (Citroen C1) nas lides dos 1000cc, almejando ainda ser quinta da geral. Com este resultado catarina Silva concluiu a sua época de estreia num excelente Top 5 do campeonato

    Na Divisão Clássicos 1300, Carlos Delgado (Ford Escort México) foi sempre o mais forte, rematando a conquista do titulo da divisão com o quinto triunfo da época.

  • Clássicos: sexta vitória da época para Flávio Sainhas

    Clássicos: sexta vitória da época para Flávio Sainhas

    O já campeão nacional não teve problemas para triunfar, sobretudo depois do abandono precoce de José Pedro Gomes, no fecho do primeiro dia. Sainhas conquistou em Boticas o sexto triunfo da temporada.

    O “Diabo da Covilhã” não deu veleidades nas três subidas de prova, onde foi sempre o mais rápido. A sua rapidez aos comandos do Ford Escort MKI é já proverbial e, uma vez mais, impôs a sua lei de forma clara, sobretudo no segundo dia de competição, então já sem a oposição do Ford Escort RS1800 de José Pedro Gomes.

    Cumprindo a já tradicional aparição pontual do seu icónico Datsun 240Z, Parcídio Summavielle conquistou com tranquilidade o 2º lugar, juntando assim mais um pódio ao vasto pecúlio de resultados de topo que vem amealhando desde o início da época.

    A Rampa de Boticas 2023 ficará para sempre na memória de Fernando Francisco.

    O piloto do Ford Escort MKI do Caramulo Racing Team conquistou o seu primeiro o pódio de sempre, fazendo da regularidade a arma certa para reclamar o 3º lugar final nas contas dos Clássicos.

  • Legends de Montanha: José Coimbra foi mais forte em Boticas e vence pela primeira vez

    Legends de Montanha: José Coimbra foi mais forte em Boticas e vence pela primeira vez

    Com o campeão nacional Pedro Alves a optar por não alinhar nos Legends, cobre ao já vice-campeão José Coimbra assumir o papel de protagonista principal na batalha dos Legends de Montanha. O piloto do Opel Astra construiu a vitória de forma sólida e muito competente, terminando da melhor forma a temporada de regresso à competição.

    A justiça do primeiro triunfo de José Coimbra nas contas do Campeonato de Portugal Legends de Montanha JC Group fica bem patente nos 7,9 segundos de vantagem que amealhou no final sobre o consagrado Aníbal Rolo, que fez mais uma aparição pontual no campeonato com o seu Nissan Sunny GTI-R, carro icónico que nos faz recordar a presença da marca nipónica no Mundial de Ralis, na década de 90 do século passado.

    Por seu lado, Aníbal Rolo não teve qualquer problema em conquistar mais este excelente 2º lugar, terminando a jornada transmontana com 12,5 segundos de avanço sobre o terceiro colocado, juntando assim mais um pódio ao vasto palmarés que amealhou ao longo da sua vasta carreira de piloto.

    Bem acesa foi a luta pela última vaga no pódio. Apresentando-se em Boticas aos comandos de um bem preparado Citroen Saxo, Gonçalo Macedo acabaria por reservar tal feito, mercê da sua capacidade em melhorar subida após subida as suas marcas e de o fazer sempre com uma pequena vantagem em relação a Armindo Correia (Peugeot 306).

    Mas, Correia vendeu cara a cedência do pódio, concluindo num bom quarto posto, a apenas 2,3 segundos de Macedo e isto no somatório das duas melhores marcas.

    Os dois proporcionaram um dos duelos mais emotivos do fim-de-semana.

  • TPMM: Miguel Matos venceu nos monolugares e foi protagonista principal em Boticas

    TPMM: Miguel Matos venceu nos monolugares e foi protagonista principal em Boticas

    Mais do que a vitória esperada nas contas da Taça de Portugal de Monolugares de Montanha JC Group, a passagem do “tufão” Miguel Matos pela Rampa de Boticas 2023 transformou-se na demonstração de toda a sua incrível rapidez.

    O seu domínio na TMMM fica demonstrado pelo facto de ter registado sempre o melhor tempo dos monolugares ao longo dos dois dias de competição.

    Mas o piloto do GRIIIP G1-17 da RG Competições foi muito mais além do que essa esperada supremacia.

    Ao longo das subidas de treinos de prova, foi sempre rodando na faixa entre o Top 3 e o Top cinco da tabela de tempos absoluta, disputando marcas taco-a-taco com os melhores protótipos. O seu melhor registo ocorreu na 2ª Subida de Prova, onde cravou no cronómetro 2:19.159, sendo um dos três pilotos que almejaram rodar abaixo de 2:20. Simplesmente notável.

    Quanto a João Saraiva, o jovem covilhanense estava limitado pelo menor índice competitivo do seu Funspeed FS 2019. O monolugar concebido e desenvolvido na Covilhã é muito interessante e permitiu a João Saraiva ir evoluindo os tempos de forma firme, acabando por sair satisfeito de Boticas.

  • Rampa de Boticas: José Correia suplanta obstáculos e vence última prova da época

    Rampa de Boticas: José Correia suplanta obstáculos e vence última prova da época

    Numa prova que se revelou madrasta para os seus dois principais adversários, o ‘patrão’ e piloto do JC Group Racing Team levou a sua Norma FC20 ao triunfo na 8ª Rampa de Boticas, conquistando assim a sua segunda vitória consecutiva no Campeonato de Portugal de Montanha JC Group. O pódio absoluto final foi eclético, com Luís Nunes (Skoda Fabia) a ser 2º e Gabriela Correia (Mercedes AMG GT4) a ser 3ª.

    O mérito de José Correia é inegável. O bracarense rubricou uma exibição sólida ao longo dos dois dias de competição, não cometeu erros e foi sempre capaz de melhorar as suas marcas e demonstrou que estava em Boticas para lutar pela vitoria.

    Depois, assistiu à derrocada das ambições dos seus dois habituais adversários na contenda pelos triunfos e pelos lugares do pódio.

    Ao início da noite de domingo, soube-se que António Rodrigues não competiria no domingo. 3º na única subida de prova de sábado, o “Bala do Douro” parecia capaz de pressionar a frente de corrida, mas a sua equipa técnica descobriu um problema insanável no motor do Silver Car e o abandono foi inevitável.

    Entretanto, Hélder Silva, já tricampeão nacional, colocava a Osella PA2000 EVO2 PA.30 da Power House na frente da tabela de tempos, após ser o mais rápido na 1ª Subida de Prova, realizada no fim da tarde de sábado. No domingo, o poveiro continuou a ser o mais rápido, mas na 2ª Subida de Prova e pouco antes da meta, sofreu um violente despiste, felizmente sem consequências físicas de maior, mas que colocou a sua “barchetta” em muito mau estado, ficando por aí a sua participação em Boticas.

    José Correia passou incólume por todos estes incidentes, foi capaz de rodar sempre muito rápido e pode festejar com todo mérito esta segunda vitória em 2023, acabando a época muito forte.

    Com os referidos abandonos de Hélder e Rodrigues, abriu “a caça” ao segundo e terceiro lugar do pódio absoluto. A Batalha foi “rasgadinha” e incluiu Luís Nunes, Gabriela Correia e Luís Delgado, no Cupra Leon Competicion TCR da Nunes Sport.

    Luís Nunes seria o mais forte, mas, apenas com 499 milésimas de segundo de vantagem sobre Gabriela Correia. Luís Delgado ficaria fora do pódio, no 4º posto, mas a escassas 866 milésimas do seu colega de equipa Luís Nunes. Simplesmente brutal!

    Delgado foi ainda o lógico e descansado vencedor da Categoria Turismos e da Divisão T2, deixando toda a concorrência a larga distância.

    Na geral dessa categoria, foi secundado por Gonçalo Inácio (Peugeot 208 VTI R2) e Raul Delgado (Honda Civic Type R), com estes a protagonizarem um duelo intenso pela primazia na Divisão Turismos 1, com Inácio a vencer na frente de Delgado, separados por 656 milésimas de segundo. O pódio da T3 incluiu, no 3º lugar, José Borges, num Citroen C2. De referir que na T2, quem mais perto rodou de Delgado foi Paulo Silva (Audi LMS RS3), enquanto Joel Coelho colocava o seu Seat Ibiza no 3º posto da divisão.

    A história da Categoria Turismos fica resumida, com a referência ao triunfo tranquilo de Carlos Gonçalves (Mitsubishi Lancer EVO X) na Divisão Turismos 1.

    Por seu lado Luís Nunes, também exerceu um domínio imperial na Categoria Super Challenge e no Grupo SC A, competições onde a sua invencibilidade ao longo das oito provas da época nunca foi seriamente posta em causa, chegando a Boticas com os títulos no seu bornal.

    Em Boticas, o “Foguete de Valpaços” deixou “a milhas” a concorrência direta. Luís Silva (BMW M3) foi o 2º da categoria e Top 10 da geral, sendo de realçar que esta posição rematou a outorga da 2ª posição final no campeonato, tornando assim o “Canhão de Famalicão” vice-campeão nacional da categoria, a que adicionada o título no Grupo SC D, que dominou em Boticas, sendo aqui secundado por Pedro Alves (KIA Ceed GT) e Bruno Gonçalves (VW Golf R35). A terceira posição na categoria foi a recompensa justa para a boa exibição do bracarense Pedro F. Marques. O piloto do Subaru foi ainda 2º no Grupo SC A, competição que viu o pódio ser fechado por Manuel Rocha e Sousa (Ford Focus Super Car).

    Ainda nos Super Challenge, outra novidade quanto a vencedores aconteceu no Grupo SC C. Problemas técnicos no Citroen Saxo de Bruno Carvalho, crónico vencedor, abriram a porta aos adversários e quem melhor aproveitou foi Francisco Vieira Vieira (Toyota Corolla T-Sport 2.0), na frente de Leonel Brás (Citroen C2) e de Pedro Cardoso (VW Golf GTi).

    E na Categoria GT encontrámos mais um pouco de todo os condimentos picantes que tornaram Boticas um evento entusiasmante. Gabriela Correia foi forçada não só a dar o máximo para conquistar o pódio absoluto, mas ainda para chegar ao seu terceiro triunfo da temporada na Categoria GT. A “Princesa da Montanha” conseguiu com todo o mérito os dois objetivos, mas, a agora vice-campeã nacional da categoria viu sempre o campeão Vítor Pascoal (Porsche 991 GT3 CUP) e o galego Bernardo Garcia de Castro a rodarem perto, como atestam os seus 8º e 9º lugares da geral, respetivamente.

    Voltando ao Top 10 absoluto, encontrámos no 5º lugar, o galego que colocou fim à longa invencibilidade de Nuno Guimarães nos Protótipos B.

    Martin Vilar Bangueses (BRC 05 EVO) esteve sempre muito rápido, beneficiou ainda de um pequeno problema no Silver Car S2 do “Capitão da Montanha”  e conquistou a vitória nos B, por apenas 1,8 segundos.

    Nuno Guimarães não só foi segunda na divisão, mas logrou ser ainda 7º da geral. Entre os dois primeiros dos B, ficou em 6º Nuno Caetano, que está cada vez mais seguro a dominar a Osella PA21S Evo da Power House.

    Uma palavra para a excelente organização do Demoporto. Mesmo com acidentes, incidentes, pequenos toques e avarias á mistura, a estrutura portuense foi, uma vez mais, capaz de manter um bom ritmo no programa d aprova, tomando sempre decisões céleres e acertadas, sendo por isso um prémio justo a excelente moldura humana que encheu a rampa nos dois dias e a prova animada e competitiva que os pilotos proporcionaram.

    Se adicionarmos a isso os 71 participantes (recorde em Boticas), isto numa última prova da época e com os títulos já todos decidido, percebemos a saúde de ferro que ostenta a Família da Montanha.

  • Rampa de Boticas: Hélder Silva lidera após dominar dia inaugural

    Rampa de Boticas: Hélder Silva lidera após dominar dia inaugural

    A derradeira tirada da época 2023 do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group teve um auspicioso dia de arranque. Bom tempo, muito público, mais de sete dezenas de pilotos, competição intensa e  uma organização célere e eficaz que levou a bom porto a exigente tarefa de realizar três subidas durante a tarde. Hélder Silva dominou de fio a pavio, assumindo-se como favorito ao triunfo.

    O domínio do agora tricampeão nacional foi total, estabelecendo sempre as melhores marcas, com margem segura sobre José Correia (Norma FC20 M20FC) e António Rodrigues (Silver Car EF10).

    Na Subida de Prova, o piloto da Power House colocou a sua Osella PA2000 EVO 2 PA.30 a rodar 2,7 segundas mais rápida do que a Norma de José Correia, com este a amealhar uma vantagem de apenas 1,6 segundos sobre o Silver Car de António Rodrigues.

    Em grande estaque neste Dia 1 esteve Miguel Matos. Não só dominou as lides da Taça de Portugal de Monolugares de Montanha JC Group., mas ousou ainda colocar o seu GRIIIP G1-17 no quarto lugar da geral da tabela de tempos da Subida de Prova, só batido pelo ‘trio do costume’ do pódio absoluto. Notável.

    Nuno Guimarães (Silver Car S2) dominou de forma musculada as lides dos Protótipos B, o mesmo fazendo Gabriela Correia (Mercedes AMG GT4) nos GT, Luís Delgado (Cupra Competicion TCR), nos Turismos e Luís Nunes (Skoda Fabia R5) nos Super Challenge.

    No Campeonato de Portugal de Clássicos de Montanha JC Group, Flávio Saínhas (Ford Escort MKI) impôs a sua lei na subida de prova, na frete de José Pedro Gomes (Ford Escort MKII), que não conseguu nessa última subida do dia replicar o andamento das duas de treinos anteriores, onde tinha sido o mais forte. Londe do duo da gente, Parcídio Summavielle colocou o seu icónico Datsun 240Z no terceiro posto provisório.

    Na ‘guerra aberta’ por ver quem será o primeiro piloto da época a conseguir vencer uma prova do Campeonato de Portugal Legends de Montanha JC Group, para lá do ausente Pedro Alves, José Coimbra (Opel Astra) foi claramente o mais forte neste dia inicial. Na subida de prova foi mais de 8 segundos mais rápido do que Aníbal Rolo (Nissan Sunny), com este a relegar Gonçalo Macedo (Citroen Saxo) para a terceira posição, por 2,5 segundos.

    Também no Campeonato de Portugal de Montanha 1300 JC Group se assistiu a uma ‘dança de cadeiras’. Tiago Santos (Citroen AX) foi o mais lesto nas duas subidas de treinos. Chegado à subida a contar, João Silva (Peugeot 106) conseguiu suplantar o piloto de Murça, por 154 milésimas, sendo de esperar que amanhã continuem este duelo emocionante. Luís Rodrigues (Fiat Punto) foi o terceiro mais rápido, Carlos Delgado (Ford Escort MKI) dominou nos Clássicos 1300.

    Na derradeira jornada deste domingo, o ‘warm up’ matinal começará às dez da manhã, seguido de mais uma sessão de treinos oficiais. Ao início da tarde, arrancará a habitual dupla dose de subidas de prova, normalmente decisivas para o escalonamento classificativo. Logo após o términus da parte competitiva, é espectável que junto à zona de arranque, seja organizada a tradicional festa popular de encerramento da época, momento vivido de forma intensa pela Família da Montanha.

  • José Pedro Gomes quer alcançar em Boticas terceira vitória a época

    José Pedro Gomes quer alcançar em Boticas terceira vitória a época

    A última prova da temporada do Campeonato de Portugal de Clássicos de Montanha JC Group disputa-se este fim-de-semana que se avizinha. A Rampa de Boticas será a quinta-feira rampa do ano para José Pedro Gomes e o conhecido causídico montalegrense quer chegar ao terceiro triunfo depois das vitórias na Penha e na Falperra.

    Candidato a tal feito é com toda a certeza. Não tendo estado em três das provas do calendário, nem por isso José Pedro Gomes deixou de provar que tem um nível competitivo que lhe permite estar sempre na luta pelas vitórias.

    Em Boticas, um triunfo, ou mesmo um segundo lugar, ser-lhe-á suficiente para atingir a 2ª posição final no campeonato e sagrar-se assim vice-campeão nacional.

    Mas, acima de tudo, o foco de José Pedro Gomes é levar o Ford Escort RS 1800 preparado pela XMP Racing ao lugar mais alto do pódio da rampa transmontana, concluindo assim a época da melhor maneira.

    O belo e icónico traçado internacional que parte de Boticas e arriba ao Miradouro de Seirrãos tem 5,11 Km, com uma inclinação média de 9,2% e um desnível acumulado de 727 metros. A jornada de sábado arranca às 13.30 e incluirá duas subidas oficiais de treino e a primeira Subida de Prova. No domingo, o ‘warm up’ matinal começará às dez da manhã, seguido de mais uma sessão de treinos oficiais. Ao início da tarde, arrancará a habitual dupla dose de subidas de prova, normalmente decisivas para o escalonamento classificativo. Logo após o términus da parte competitiva, acontecerá a tradicional festa popular de encerramento da época, momento vivido de forma intensa pela Família da Montanha.

  • ‘Quarteto Mágico’ da NJ Racing preparado para a ”festa” de Boticas

    ‘Quarteto Mágico’ da NJ Racing preparado para a ”festa” de Boticas

    A equipa de Peso da Régua chega à última prova da temporada já certa de que a época colocará na sua vitrine de troféus mais um título e três pódios. É a segunda temporada de sonho consecutiva  para a estrutura duriense.

    Como tal, não de estranhar que Nuno Guimarães, líder da NJ Racing realce que o ‘Quarteto Mágico’ constituído por ele e por António Rodrigues, Nuno Pinto e Rute Brás estará na Rampa de Boticas “com a sensação de dever cumprido. Tivemos mais uma época magnífica”.

    Particularmente, no que concerne à sua própria temporada, o ‘Capitão da Montanha’ considera que 2023 foi “mais uma época de sonho, quer a nível de resultados, quer a nível de fiabilidade e performance do Silver Car S2, que me permitiu o tricampeonato nos Protótipos B. Para alem disso vou lutar pelo 3 lugar da geral do Campeonato com o meu companheiro de equipa Toni, embora à partida a vantagem esteja do lado do EF10 do Toni, o que me deixa muito satisfeito, pois demonstra a competitividade da nossa equipa”.

    A prova transmontana verá uma NJ Racing “na máxima força com o Toni a lutar pela vitória, o Nuno Pinto com o ADR pronto para atacar o pódio dos Protótipos B e a Rute a apresentar um nível de evolução espetacular. Juntando a tudo isto, temos a “FESTA” de encerramento do Campeonato, onde pilotos, equipas, patrocinadores, família e o próprio clube organizador (Demoporto) se juntam para dar voz e cor a um campeonato que felizmente está de saúde, muita competitividade, companheirismo e profissionalismo de todos os envolvidos”.

    Pelo mesmo diapasão afinam as palavras de António Rodrigues. O ‘Bala do Douro’ assume que “já estava com saudades de tripular o Silver Car EF10 e de estar com a nossa Equipa e com toda a Família da Montanha. A Rampa de Boticas é uma das minhas favoritas e estamos prontos para a Festa de fim de Época”.

    Para Nuno Pinto, que já assegurou um lugar no pódio final da Divisão Protótipos B, Boticas é o momento em que “matámos saudades das provas e dos amigos. Como a paragem de férias foi longa há muitas novidades para contar e logo no fim-de-semana em que iremos comemorar o final de temporada”.

    O piloto da ‘barchetta’ ADR Sport II tem como principal objetivo “rodar o máximo e espero que o carro esteja a 100 por cento. Vai ser muito bom ter na nossa Divisão o Sérgio Nogueira, grande amigo e grande piloto. Que a prova se transforme na festa que todos queremos e que corra tudo bem a todos os pilotos”.

    Rute Brás começa por destacar que “Boticas é uma das rampas que mais gosto. A expectativa continua a ser a mesma desde sempre, sobretudo divertir-me, ainda mais depois de tanto tempo parada, pois estou com saudades!”

    A ‘Amazona do Douro’ é conservadora nos objetivos desportivos “pois, não é fácil andar na frente na minha Divisão, sendo o meu Peugeot 206 RC um dos carros menos competitivos e com os pilotos que nela se destacam , mas a ideia é claro fazer sempre melhor, se possível segurar um lugar no Top 5 final e, sendo esta a última, quero que corra tudo bem. Tenho sempre como objetivo melhorar porque estou constantemente a aprender e, como é lógico, quanto melhores forem os tempos ,mais ambição e competitividade se ganha, mas, para mim, sempre com cabeça e consciência. Que tudo corra bem a todos os pilotos para fecharmos em grande!”

    O traçado da rampa que parte de Boticas e arriba ao Miradouro de Seirrãos tem 5,11 Km, com uma inclinação média de 9,2% e um desnível acumulado de 727 metros. A jornada de sábado arranca às 13.30 e incluirá duas subidas oficiais de treino e a primeira Subida de Prova. No domingo, o ‘warm up’ matinal começará às dez da manhã, seguido de mais uma sessão de treinos oficiais. Ao início da tarde, arrancará a habitual dupla dose de subidas de prova, normalmente decisivas para o escalonamento classificativo. Logo após o términus da parte competitiva, acontecerá a tradicional festa popular de encerramento da época, momento vivido de forma intensa pela Família da Montanha.

  • Vítor Pascoal: “o título é nosso, vamos a Boticas festejar esta época excelente na Montanha!”

    Vítor Pascoal: “o título é nosso, vamos a Boticas festejar esta época excelente na Montanha!”

    O tricampeão nacional de Montanha na Categoria GT não poderia faltar à “festa” de encerramento de época, preparando-se para usufruir de uma das mais populares provas da modalidade.

    Vítor Pascoal e o Porsche 991 GT3 CUP do Baião Rallye Team estão prontos para enfrentar a oitava e derradeira tirada do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group, organizada pelo Demoporto.

    Com a questão do título resolvida desde o Caramulo, o piloto de Baião apresenta-se em Boticas sem qualquer pressão, podendo assim encarar esta participação como o corolário festivo de mais uma temporada ao mais alto nível.

    “Esta foi mais uma época fantástica de Montanha. Na nossa categoria, vivemos uma época de grande competitividade, mas felizmente fomos capazes de nos impor, vencendo quatro das sete corridas já disputadas e ficando sempre no pódio nas restantes. Em Boticas, não vamos andar nos limites, em coisa que pareça, focando-nos em dar espetáculo e desfrutar do ambiente d festa que sempre reina nesta última prova. Obviamente, não enjeitaremos discutir os lugares da frente, mas o foco será fazer parte da comemoração de mais um excelente campeonato, com um enorme impacto mediático e junto do público”.

    Vítor Pascoal salienta ainda que “teremos todo o cuidado com o Porsche, até porque, cinco dias depois da rampa, estaremos no Leiria Sobre Rodas, o maior festival de desporto automóvel organizado em Portugal, sendo este o segundo ano em que somos convidados”.

    O traçado internacional que parte de Boticas e arriba ao Miradouro de Seirrãos tem 5,11 Km, com uma inclinação média de 9,2% e um desnível acumulado de 727 metros.