Categoria: Montanha

  • José Correia impôs-se na Rampa do Caramulo

    José Correia impôs-se na Rampa do Caramulo

    A luta pelo triunfo absoluto na bem organizada 32ª Rampa do Caramulo assumiu a pele de um duelo intenso a dois entre José Correia e António Rodrigues. Rodrigues foi melhor no sábado, mas o patrão e piloto do JC Group Racing Team foi mais forte na batalha decisiva de domingo.

    Foi um duelo de titãs que poderia ter pendido para qualquer dos oponentes. O ritmo ostentado por ambos foi similar ao longo de toda a prova, valendo o “forcing” de José Correia no domingo, onde foi capaz de colocar a sua “barchetta” Norma FC20 no lugar mais alto da tabela de tempos das quatro subidas realizadas, com destaque, obviamente, para as duas de prova, o que lhe daria a vitoria face a António Rodrigues.

    Mas, o “Bala do Douro” tem tudo para ter saúdo satisfeito do Caramulo, pois, não só alcançou mais um pódio, como viu o novo motor do Silver Car EF10 da NJ Racing/Lusimed funcionar com eficácia.

    Além do triunfo, seu primeiro da época, José Correia registou também o melhor tempo de toda a prova, ao rodar em 1:17,277 na 2ª Subida de Prova.

    Logo atrás do duo da frente, Nuno Guimarães não teve qualquer dificuldades em se impor na Divisão Protótipos B, aqui na frente de Victor Bessa (PRM RC), com o “Capitão da Montanha” a almejar levar o Silver Car S2 ao 3º lugar absoluto, juntando-se ao seu colega de equipa António Rodrigues, em mais um excelente resultado de conjunto da estrutura duriense.

    Nos GT, Gabriela Correia venceu e Vítor Pascoal renovou o título

    A melhor forma de descrever o que tem acontecido em 2023 na Categoria GT é que a expectativa de que os principais protagonistas darão um espetáculo emocionante nunca é contrariada. Só que, no Caramulo, Gabriela Correia, Bernardo Garcia de Castro e Vítor Pascoal decidiram elevar a fasquia e proporcionar aos aficionados um duelo a três impróprio para cardíacos, fazendo com que a segunda vitória da temporada da “Princesa da Montanha” fosse arrancada a ferros.

    Atente-se nos números: no agregado das duas melhores subidas, os três pilotos ficaram dentro de um diferencial de apenas 578 milésimos de segundo, o que valoriza ainda mais o triunfo da jovem piloto do Mercedes AMG GT4 do JC Group Racing Team.

    Bernardo Garcia de Castro tudo tentou para desalojar Gabriela Correia do pedestal, mas o galego do Porsche 997 GT3 Cup ficou a 312 milésimas do objetivo, assegurando, mesmo assim, um excelente 2º lugar.

    O 3º posto final de Vítor Pascoal poderá parecer uma recompensa míngua, mas para o baionense do Porsche 991 GT3 Cup, o resultado teve sabor a título, sendo suficiente para que Pascoal assegurasse o terceiro cetro nacional de Montanha nesta categoria.

    Paulo Silva vence pela primeira vez entre os Turismos

    A Categoria Turismos transformou-se no Caramulo numa jornada histórica para a carreira desportiva de Paulo Silva. O piloto bracarense da PDAuto alcançou a sua primeira vitória, impondo o seu belo Audi RS3 LMS de forma convicta na categoria e na Divisão 2.

    O feito, integralmente merecido na pista, é ainda um prémio para toda a dedicação à modalidade que  Paulo Silva e a sua equipa têm ostentado.

    Logo atrás de si, o 2º posto foi reclamado por Parcídio Summavielle. (Renault Clio RS R3) O “Bisturi de Fafe” chegou ao Caramulo já com a questão da vitória final na Divisão Turismos 3 resolvida e focado em garantir o 2º posto final na categoria.  Sempre muito rápido, o piloto da MNE Sport alcançou tudo o que queria, numa prova em que também voltou a dominar a sua divisão, aqui na frente de José Borges (Citroen C2 R2) e Celso Fonseca (Citroen Saxo).

    A MNE Sport veria ainda o seu “team manager” juntar-se a Summavielle no pódio final da categoria. Mesmo com problemas no seu Mitsubishi Lancer EVO X, José Carlos Magalhães rodou rápido, foi terceiro na categoria e venceu com autoridade a Divisão 1, suplantando a oposição de Carlos Gonçalves (Mitsubishi Lancer EVO X).

    Luís Nunes soma e segue nos Super Challenge

    Nos Super Challenge, Luís Nunes força quem escreve para contar os acontecimentos a enfrentar o receio de ser repetitivo.

    O “Foguete de Valpaços” não dá veleidades à concorrência e voltou a rodar com o seu Skoda Fabia R5 noutra galáxia, terminado com uma vantagem de 10 segundos sobre o mais direto adversário na categoria, ousando ainda ser 4º da geral e vencendo, como é óbvio no Grupo SC-A.

    Logo atrás, destaque para José Lameiro. O aveirense começa a mostrar-se muito mais adaptado às particularidades da Montanha e o seu Skoda Fabia Super Car mais perto do que a DM Motorsport quer para este “monstro” saído do Ralicross.

    No Caramulo, o piloto da Diatosta foi 2º da categoria e do grupo SC-A, alcançando o seu melhor resultado da época até ao momento, ficando a sensação de que poderá fazer ainda melhor, o mesmo se aplicando a José Carlos Pouca Sorte, terceiro no grupo e que começa a domar os problemas que tem sentido no Mitsubishi Lancer EVO VI da Megamotors.

    Luís Silva soma e segue a encantar o muito público amante da Montanha com o seu imponente BMW M3 da Famaconcret. O “Canhão de Famalicão” voltou a ser letal na abordagem ao Caramulo, garantindo o 3º lugar da geral dos Super Challenge, deixando longe toda a concorrência no Grupo SC-D. Aqui, Rui Pinheiro (BMW M3) voltou a conquistar o 2º lugar, enquanto Bruno Gonçalves (VW Golf R35) premiava a sua boa exibição com o 3º posto do grupo.

    Gonçalo Janeira (Citroen AX GTi) voltou a vencer no Grupo SC-B e Bruno Carvalho (Citroen Saxo) não teve qualquer dificuldade em fazer o mesmo no Grupo SC-C, secundado aqui por Pedro Cardoso (VW Golf) e Abílio Aparício (Peugeot 205).

    Uma referência para a presença de João Saraiva na Taça de Portugal de Monolugares de Montanha. Único inscrito nessas lides, o jovem da Covilhã rubricou bons tempos aos comandos do seu Funspeed FS-2019, com o monolugar “Made in Portugal” a revelar muita eficácia e fiabilidade.

  • António Rodrigues dominou dia 1 na Rampa do Caramulo

    António Rodrigues dominou dia 1 na Rampa do Caramulo

    Aos comandos do seu Silver Car EF10, o piloto duriense foi o mais forte na jornada inaugural da 32ª Rampa do Caramulo, sétima prova da temporada do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group, começando assim a defender da melhor maneira o seu triunfo de 2022.

    A tarde deste sábado foi palco de uma jornada emotiva, ritmada e com alto índice organizativo por parte do Targa Clube. Perante muito público, o clube portuense foi capaz de respeitar religiosamente os horários e de decidir com celeridade perante os incidentes que se foram sucedendo. Nota alta.

    Quanto à refrega competitiva da jornada inaugural, António Rodrigues (Silver Car EF10) foi para o descanso com a motivação em alta. O piloto de Santa Marta de Penaguião, foi o mais lesto numa das duas subidas de treinos e, na única subida de prova do programa, estabeleceu a marca de 1:18.995, esquecendo os problemas técnicos que o limitaram na Serra da Estrela e o fizeram estar ausente em Santa Marta, colocando-se no comando da prova e deixando José Correia (Norma MC20 FC) a 2 segundos de distância, isto num traçado muito rápido com quase três quilómetros de extensão.

    O pódio provisório ficou completo com a presença do “Capitão da Montanha”, Nuno Guimarães. O colega de equipa do “Bala do Douro” voltou a rodar muito rápido com o Silver Car S2 e está em excelentes condições para terminar no Top 3 absoluto, sendo, como sempre, total o seu domínio na Divisão Protótipos B.

    Logo atrás, no quatro posto absoluto, encontrámos Luís Nunes. O “Foguete de Valpaços” começou a comemoração do título nacional da Categoria Super Challenge da melhor maneira, dominando por completo a categoria.

    Gabriela Correia brilhou intensamente na acesa batalha dos GT. A “Princesa da Montanha” foi a mais forte neste “round inicial”, impondo a lei do seu Mercedes AMG GT4 por 1,2 segundos sobre Vítor Pascoal (Porsche 991 GT3 CUP).

    Nos Turismos, louvor para Paulo Silva, com o piloto da PDAuto a colocar o seu Audi RS3 LMS na liderança da categoria, sendo favorito a conquistar a que será o seu primeiro triunfo de sempre.

    Uma referência para a presença de João Saraiva na Taça de Portugal de Monolugares de Montanha. Único inscrito nessas lides, o jovem da Covilhã rubricou bons tempos aos comandos do seu Funspedd FS-2019.

    Nos Clássicos a “batalha” pelo triunfo é protagonizada por Flávio Saínhas e pela dupla de ponta do Caramulo Racing Team. O líder do campeonato está a sentir muita pressão por parte dos adversários que correm “em casa” e Saínhas almejou ser o mais rápido na subida de prova, mas colocando o seu Ford Escort MKI a rodar apenas 0,8 segundos mais rápido do que o Ford Escort MKII de Fernando Salgueiro, com Ricardo Loureiro a ter, finalmente, um dia sem problemas no Ford Escort MKII, concluindo com o terceiro tempo, a 4,1 segundos do líder.

    Pedro Alves começou da melhor forma a “Operação Título”, com o jovem transmontano a colocar o seu Citroen Saxo VTS a dominar de fio a pavio a tabela de tempos nos Legends de Montanha. Concluiu esta jornada de sábado com um avanço de 3,2 segundos sobre José Coimbra (Opel Astra), com Miguel Gonçalves (BMW E36 Coupé) a assegurar o terceiro melhor tempo.

    Armando Freitas (Toyota Starlet) sai do primeiro dia na frente dos 1300. O fafense sentiu alguma pressão nos treinos por parte de João Diogo Santos (Fiat Punto 85 Sport), mas, na subida de prova, intensificou o andamento e alcançou uma margem de 2,9 segundos sobre o jovem amarantino.

    Carlos Ferreira (Fiat Punto 85 Sport) rodou longe do duo da frente, mas não teve dificuldades em estabelecer o terceiro tempo. Carlos Delgado (Ford Escort Mexico) lidera nos Clássicos 1300.

    Às 11 da manhã de domingo arrancará o dia final, que inclui uma subida de treinos livres, outra de treinos cronometrados e as restantes duas subidas oficiais de prova.

  • NJ Racing quer repetir “dose” de 2022 no Caramulo

    NJ Racing quer repetir “dose” de 2022 no Caramulo

    A equipa de Peso da Régua chega à Rampa do Caramulo na máxima força e com ambição a condizer. A NJ Racing quer repetir os resultados da edição de 2022 da rampa organizada pelo Targa Clube, dando ainda continuidade a uma temporada de grande nível.

    António Rodrigues, Nuno Guimarães, Nuno Pinto e Rute Brás estão prontos para enfrentar a sétima tirada da época, fechando assim um clico frenético de competição no Campeonato de Portugal de Montanha JC Group.

    A Rampa do Caramulo e o seu traçado de 2850 metros de extensão, é uma das mais rápidos do campeonato, recebendo, usualmente, os favores de muito público presente, previsão que se acentua para esta edição dada a excelente previsão meteorológica para todo o fim-de-semana.

    E o evento tem sido palco de grandes feitos da NJ Racing.

    Em 2022, António Rodrigues levou o seu Silver Car EF10 à primeira vitoria absoluta da sua carreira e da história da equipa, com o “Bala do Douro” a querer repetir a façanha na edição deste ano, mesmo estando algo cauteloso porque “vamos alinhar depois de uma profunda intervenção mecânica para debelar o problema que me impediu de correr em Santa Marta e, sem testes prévios, teremos de abordar a prova com alguns cuidados”.

    Por seu lado, Nuno Guimarães é direto nos objetivos que traça para mais esta contenda:

    “O Caramulo é uma rampa simpática, um pouco curta, mas muito emotiva e com um excelente ambiente na partida. Quanto a mim, a estratégia vai ser atacar desde o início e tentar um pódio à geral. O Silver Car S2 tem estado perfeito e tenho todas as condições dar o meu máximo”.

    O “Capitão da Montanha” e líder da NJ Racing sente-se muito satisfeito por “estarmos com a equipa no seu máximo. O Nuno Pinto e a Rute têm tudo para alcançar excelentes resultados nas suas divisões e vamos tentar com o Toni (António Rodrigues, ndr.) mais uma vitória à geral!”.

    Quanto a Nuno Pinto, o seu regresso à Montanha tem sido pautado por uma enorme evolução na adaptação à sua nova “barchetta” ADR Sport II e o piloto quer “dar continuidade a esse trabalho de evolução. Penso que os problemas na ADR já estão resolvidos e espero continuar a afirmar-me no campeonato”.

    A “Amazona do Douro” não esconde  que está “entusiasmada para mais uma prova e vamos lá dar o melhor!”.

    Quanto ás características da rampa, Rute Brás afirma que tem “um traçado curto, mas muito interessante, onde é necessário alguma técnica e rapidez. A ambição nesta rampa é, como sempre, dar o meu melhor, ouvir alguns conselhos da equipa e corrigir alguns erros, tentando fazer os melhores tempos possíveis, continuando a somar pontos no campeonato”.

    A jornada inaugural de amanhã, sábado, da Rampa do Caramulo arrancará às 14 horas e contará com duas sessões de treinos cronometrados e uma subida de prova, a fechar o programa. Às 11 da manhã de domingo arrancará o dia final, que inclui uma subida de treinos livres, outra de treinos cronometrados e as restantes duas subidas oficiais de prova.

  • Vítor Pascoal: “queremos festejar o título no Caramulo”

    Vítor Pascoal: “queremos festejar o título no Caramulo”

    Líder destacado da Categoria GT, o piloto do Baião Rallye Team pode selar este fim-de-semana na Rampa do Caramulo as contas do segundo título consecutivo e terceiro da sua carreira no Campeonato de Portugal de Montanha JC Group.

    A prova organizada pelo Targa Clube é a primeira “final” e Vítor Pascoal quer impor, uma vez mais, a sua lei, fechando a questão do título de campeão nacional já no Caramulo.

    “Tem sido um campeonato fantástico, onde, apesar de termos muita oposição por parte dos nossos principais concorrentes, temos conseguido ser mais fortes, embora sempre depois de nos aplicarmos a fundo, tal o equilíbrio de forças que temos vivido na Categoria GT, o que é muito bom para o campeonato”, destaca Vítor Pascoal.

    Não sendo obrigatório vencer para assegurar o título, nem por isso o piloto baionense muda o foco para esta sétima prova da temporada, onde se apresenta, como habitualmente, com o seu bem preparado Porsche 991 GT3 CUP.

    “Obviamente, queremos tentar tudo para vencer. Teremos sempre de pensar nas contas do campeonato, mas não enjeitarmos a oportunidade para conseguir mais um triunfo, o que seria a melhor forma de comemorar a conquista do título nacional. Vai ser uma luta muito interessante. A rampa é curta, muito rápida e estou convicto que as diferenças entre mim, a Gabriela e o Bernardo, serão mesmo muito pequenas. Que seja um grande espetáculo!”.

    O traçado conta com 2850 metros de extensão, sendo claramente um dos mais rápidos do campeonato, recebendo, usualmente, os favores de muito público presente, previsão que se acentua para esta edição dada a excelente previsão meteorológica para todo o fim-de-semana.

    A jornada de amanhã, sábado, da Rampa do Caramulo arrancará às 14 horas e contará com duas sessões de treinos cronometrados e uma subida de prova, a fechar o programa. Às 11 da manhã de domingo arrancará o dia final, que inclui uma subida de treinos livres, outra de treinos cronometrados e as restantes duas subidas oficiais de prova.

  • Rampa do Caramulo será palco de mais uma jornada de decisões na Montanha

    Rampa do Caramulo será palco de mais uma jornada de decisões na Montanha

    A prova organizada pelo Targa Clube conta com cinco dezenas de inscritos e fecha um ciclo frenético de sete provas em três meses e meio, tudo indicando que poderá ser palco da atribuição de mais alguns títulos do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group 2023.

    Quando a “Família da Montanha” ruma à idílica serra do Caramulo, é sempre um dos momentos marcantes da época, tendo, nos últimos anos, acontecido na fase decisiva do campeonato, estatuto que volta a deter nesta temporada.

    O traçado conta com 2850 metros de extensão, sendo claramente um dos mais rápidos do campeonato, recebendo, usualmente, os favores de muito público presente, previsão que se acentua para esta edição dada a excelente previsão meteorológica para todo o fim-de-semana.

    A jornada de sábado arrancará às 14 horas e contará com duas sessões de treinos cronometrados e uma subida de prova, a fechar o programa. Às 11 da manhã de domingo arrancará o dia final, que inclui uma subida de treinos livres, outra de treinos cronometrados e as restantes duas subidas oficiais de prova.

    E pela primeira vez na época vamos conhecer um vencedor à geral diferente. A exemplo do que aconteceu em 2022, Hélder Silva e a sua Osella da Power House estarão ausentes. Conquistado que está o título nacional, o piloto e a estrutura poveira optaram por entrar de férias mais cedo.

    Assim, voltamos a ter na linha da frente do favoritismo, o vencedor na época transata António Rodrigues (Silver Car EF10) e José Correia (Norma MC20), que foi 2º, não sendo despiciendo considerar que Nuno Guimarães (Silver Car S2) quererá aproveitar qualquer falha do duo da frente, para chegar mais alto do que o duplo objetivo claro de conquistar o terceiro degrau do pódio provisório, para além de querer manter a invencibilidade nos Protótipos B.

    Nesta divisão e em condições normais, Nuno Pinto (ADR Sport II) e Victor Pinto (PRM RC) protagonizarão o duelo pelo 2º lugar.

    Nos GT, Vítor Pascoal (Porsche 991 GT3 CUP) pode já no Caramulo, rematar de vez as contas do seu terceiro título de Montanha na carreira, curiosamente a prova onde se estreou na modalidade. Para obstar a que isso aconteça, estarão na prova do Targa Clube Gabriela Correia (Mercedes AMG GT4) e Bernardo Garcia de Castro (Porsche 997 GT3 CUP), bem como Daniel Vilaça, no Nissan Nismo 370Z do Grupo GTC.

    Quanto aos Turismos, Luís Delgado (Cupra TCR) quererá comemorar o título com a sétima vitoria no ano na categoria e na Divisão 2, sendo total o seu favoritismo. Paulo Silva (Audi RS3 LMS) apresenta-se como um dos pretendentes aos pódios da categoria e da mesma divisão.

    Nos Turismos 1, assistiremos a mais um episódio do habitual e interessante duelo entre os Mitsubishi Lancer EVO X de Carlos Gonçalves e José Carlos Magalhães, que poderá ser arbitrado pelo Subaru Impreza de Daniela Marques, caso a piloto de Braga não volte a ser transferida para os Super Challenge.

    Na Divisão Turismos 3, reside mais uma das possibilidades de título comemorado. A Parcídio Summavielle (Renault Clio RS R3) bastará praticamente alinhar para vencer, mas o fafense não enjeitará alcançar mais uma vitoria. Como opositores, apresentam-se no Caramulo José Borges (Citroen C2), Celso Fonseca (Citroen Saxo), Eva Laranjeira (kia Picanto) e Rute Brás (Peugeot 206 RC).

    Nos Super Challenge, Luís Nunes, a exemplo do seu colega Luís Delgado na Nunes Sport, tem tudo para continuar invicto. O ritmo que o agora já campeão nacional imprime ao Skoda Fabia R5 tem sido demasiado forte para uma concorrência que, no entanto, tem subido de produção. No seu Grupo SC-A conta como opositores com Manuel Rocha e Sousa (Ford Focus Super Car), José Lameiro), Skoda Fabia MKIII) e José Carlos Pouca Sorte (Mitsubishi Lancer EVO VI), trio que dará certamente muito espetáculo com os seus verdadeiros “monstros do asfalto”.

    Ambicionando um lugar no pódio absoluto estarão Luís Silva (BMW M3) e Bruno Carvalho (Citroen Saxo). O primeiro é também claramente favorito nas contas do grupo SC-D, palco onde enfrenta Rui Pinheiro (BMW M3), João Macedo (BMW 328is), Aníbal Pinto (BMW 330ci), José Salgado (Mini Cooper S) e Bruno Gonçalves (VG Golf R35 GTI). Carvalho, por seu lado, também é favorito entre os SC-C, grupo que conta com as presenças de Pedro Cardoso (VW Golf) e Abílio Aparício (Peugeot 205), sendo de salientar que o grupo SC-B verá alinhar na prova Gonçalo Janeira (Citroen AX GTI) e Diana Martins (Fiat Uno 45s).

    Depois de ter alinhado na Serra da Estrela João Pinheiro volta a estar presente numa prova da Taça de Portugal de Monolugares de Montanha J Group, com o seu Funspeed FS-2019.

    Caramulo pode definir campeões nos Legends e nos Clássicos

    Os ares saudáveis da serra caramulense poderão inspirar a comemoração de mais dois títulos nacionais.

    Flávio Sainhas pode garantir o cetro reservado ao Campeonato de Portugal Clássicos de Montanha em casa dos seus principais adversários. O covilhanense e o seu Ford Escort MKI medirão forças com os três pilotos do Caramulo Racing Team, capitaneados por Fernando Salgueiro (Ford Escort MKII) e incluindo Ricardo Loureiro (Ford Escort MKII) e Fernando Francisco (Ford Escort MKI).

    Entre os Legends de Montanha, Pedro Alves (Citroen Saxo VTS) está a poucos pontos de garantir esse feito pela primeira vez na carreira do jovem de Vila Real. Mas, mais do que preocupado com o título que, de forma natural, vai pender para o seu lado, Pedro Alves irá em busca da sexta vitória do ano. Enfrenta, como habitualmente, a oposição de José Coimbra (Opel Astra) e de Miguel Gonçalves (BMW E36 Coupe), com Horst Baptista (Renault Clio GT Turbo) e Ivânia Loureiro (Peugeot 205) a querem espreitar uma oportunidade de reservar um lugar no pódio.

    Já nos 1300, Armando Freitas assume, como sempre o favoritismo para a vitoria, com João Diogo Santos e Carlos Ferreira, ambos tripulando Fiat Punto 85 Sport a serem quem se apresenta como mais capazes de medir forças com o fafense do Toyota Starlet. A lista incluiu ainda Catarina Silva (Citroen C1) e Carlos Delgado (Ford Escort MKI).

  • Nuno Caetano conquista Top 2 na Porsche Pikes Peak Trophy by Yokohama

    Nuno Caetano conquista Top 2 na Porsche Pikes Peak Trophy by Yokohama

    Enfrentando adversários rápidos e com um maior conhecimento dos de , Nuno Caetano fez história na sua estreia na Pikes Peak International Hill Climb, que é considerada a mais mítica prova de Montanha da América do Norte, conquistando o 2º lugar no Porsche Pikes Peak Trophy by Yokohama, categoria reservada aos Porsche Cayman GT4.

    Pela primeira vez, na história da também conhecida como a “Corrida das Nuvens”, um piloto português ousou querer enfrentar os 19,99 km e as 156 curvas que estão no caminho dos pilotos até atingirem a altitude de 1438.6 metros, no cume de Pikes Peak, no Colorado, EUA, onde termina a prova fundada em 1916.

    Quem melhor do que Nuno Caetano, o “gentleman driver” lusitano radicado em Londres, que arribou a este desafio depois de já ter enfrentado o frenético e muitas vezes fatal Tourist Trophy da Ilha do Man, com o seu palmarés a ter ainda um longo rol de provas de duas e quatro rodas e, neste particular, presenças regulares em provas de ralis, montanha, velocidade e todo-o-terreno.

    Protagonizar esta estreia, representou para ele “um elemento adicional de orgulho. Faria mesmo se não fosse o primeiro português, mas gosto de meter uma estrelinha dessas no meu nome!”.

    Top 2 a coroar uma exibição de grande nível

    Nos treinos de adaptação foi sempre procurando conhecer os segredos da exigente e cruel montanha, logrando estabelecer o 2º melhor tempo na qualificação entre os Porsche Cayman GT4, sendo que esta fase da corrida utilizou apenas o segmento inicial do traçado.

    Depois, aproveitou muito bem os restantes dois dias de treino, para conhecer melhores o segmento intermédio e o segmento final e para tentar perceber todas as armadilhas do percurso, até, finalmente, se preparar para o momento da verdade: a única subida de prova, onde qualquer falha, deitaria tudo a perder.

    2 da manhã de domingo. Nuno Caetano chega a Pikes Peak.

    “Que dia!… tive de conduzir de noite, bem cedo, para escapar ao trânsito. Depois, ainda dormitei no carro até às 5:30, comi qualquer coisa e fui para o breafing dos pilotos às 6.30 da manhã. Meti-me no carro uma hora depois. Às oito da manhã, parti para enfrentar Pikes Peak pela derradeira e decisiva vez!”.

    E fê-lo de forma notável. Nuno Caetano imprimiu sempre um ritmo forte e o cronómetro recompensou a seu talento, parando nos 10:50.741, conquistando o segundo lugar no Porsche Pikes Peak Trophy by Yokohama, sendo de realçar que cedeu apenas 2,4 segundos para o vencedor, o seu colega de equipa Hayden Bradley, um jovem promissor piloto americano, suplantando outro piloto americano de referência, com experiência de IMSA, Hutton McKenna, terceiro classificado, a 5 segundos do piloto português.

    Estava consumada a presença no pódio, logo na sua estreia, um resultado que Nuno caetano considera “completamente inesperado… não consegui preparar a prova como gosto, por causa dos vários compromissos de calendário, em abril, maio e junho. Foram ralis, que precisam de preparação e foco, o mesmo sucedendo com as provas de Montanha, com todos estes desafios a consumirem muita energia física e mental. Felizmente, consegui estar 3 semanas nos Estados Unidos, indo todos os dias a Pikes Peak. Mas, mesmo assim, enfrentei pilotos que, não passaram, treinaram mais de um mês, têm muitos mais meios financeiros e técnicos e mais experiência na prova, com o meu resultado a deixar a minha equipa surpreendida. Fiquei mesmo muito perto do Hayden, algo que nunca imaginaram. Queria realçar que adorei conduzir o Porsche. É um carro muito honesto e fiável… e encaixei bem. Depois, gostei muito do percurso em todas as vertentes. Tem partes que parecem circuito, outras partes são de uma rampa pura e, outras ainda, típicas de um rali. Fabuloso!”.

    Quanto à experiência e à “american way” de viver as corridas, Nuno Caetano realça que todos se sintonizam “numa muito boa onda… acho que toda a gente adora correr em Pikes Peak e o espírito de competição é sobretudo focado na luta era contra a montanha e não uns com os outros. Senti-me em casa, muito como quando estou no CPM JC Group, integrando a Família da Montanha portuguesa!”.

    “Próximo desafio?! O mais lógico seria o Dakar…”

    Mas, o irreverente piloto lusitano nunca dá por concluída a sua sede de novas aventuras.

    Já no próximo fim-de-semana, está de regresso aos comandos do Ford Fiesta Rally3 para, em conjunto com a copiloto Sofia Mouta, alinhar no Rali de Castelo Branco. Até ao fecho da época, tem ainda previstas as participações em provas dos campeonatos principais de todo-o-terreno, montanha e ralis, numa alternância constante que dá bem testemunho dos seus gostos ecléticos e capacidade camaleónica de competir nos mais diversos cenários.

    Mas, o que pensa o piloto quanto a novo alvo “fora da caixa”? A sua resposta é imediata, assumindo que “a escolha mais óbvia seria começar a preparar uma participação no Dakar e, por ser algo que realmente é uma possibilidade, tenho estado a participar em provas de todo-o-terreno. A única coisa que poderá ser um handicap é o facto do Dakar ser uma prova muito longa, com muitos dias de competição e disperso rápido…. Aceitam-se sugestões e desafiava os leitores a colocarem ideias nas minhas redes sociais!”.

  • MNE Sport comemorou primeiro título da época em Santa Marta

    MNE Sport comemorou primeiro título da época em Santa Marta

    A 6ª prova do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group não só foi o palco onde Parcídio Summavielle garantiu o título na Divisão Turismos 3, como foi ainda o cenário de mais duas vitórias e dois pódio para a equipa, que fez alinhar na prova duriense 5 pilotos.

    Fim-de-semana após fim-de-semana, independentemente de o desafio ser uma prova de ralis ou uma de Montanha, a MNE Sport apresenta-se sempre com um coletivo capaz de se afirmar como protagonista das lutas pelo sucesso, nas mais diversas.

    Na 8ª Rampa de Santa Marta, fez alinhar José Carlos Magalhães, Parcídio Summavielle, Miguel Gonçalves e Eva Laranjeira na Categoria Turismos, apoiando ainda Fernando Salgueiro, na sua saga dentro dos Clássicos.

    Summavielle voltou a brilhar. Aos comandos do Renault Clio RS R3 da MNE Sport, o “Bisturi de Fafe” rodou sempre longe dos seus adversários da Divisão Turismos 3, tendo sido com naturalidade que chegou à quinta vitória da época, arrumando a questão do título, conquistando ainda um excelente 3º lugar na Categoria Turismos.

    Quanto a José Carlos Magalhães, dominou com o seu Mitsubishi Lancer EVO X a luta nos Turismos 1, vencendo com autoridade, logrando ainda ser 4º na geral da categoria, logo atrás de Parcídio Summavielle.

    Eva Laranjeira voltou a demonstrar toda o seu talento e eficácia. Ciente de que o seu bem preparado Kia Picanto é um dos carros menos potentes da Divisão Turismos 3, abordou o fim-de-semana com o foco na obtenção de um bom pecúlio de pontos, que lhe permita manter-se na luta por um lugar no pódio final. O Top 5 cumpriu de forma plena esse objetivo e, a duas provas do fim, a “Dama de Aço” está num fabuloso 2º posto da tabela pontual, sendo reais as suas possibilidades de ficar entre os três primeiros.

    Já Miguel Gonçalves foi forçado a fazer uma enorme gestão de esforço do Fiat Punto R3D. Problemas com o turbo do carro transalpino, limitaram o andamento e as possibilidades do jovem algarvio que, inteligentemente, seguiu a estratégia da equipa e fez as subidas de prova de domingo com todas as cautelas, logrando terminar no 4º lugar da Divisão Turismos 2, permitindo-lhe ainda sonhar com uma presença no pódio final de época.

    Finalmente, Fernando Salgueiro esteve igual a si próprio. Com um Ford Escort MKII a dar mostrar de uma grande fiabilidade, o piloto do Caramulo conquistou mais um pódio, ao ser 3º, naquele que é já o seu quinto pódio consecutivo da época.

    No final, José Carlos Magalhães, líder da MNE Sport, traçava um resumo risonho da atuação da equipa:

    “A equipa fez mais uma excelente colheita. Foi pena o problema no carro do Miguel. Colocámos um turbo novo e cedeu. Não se entende. Felizmente e com muita inteligência, ele foi capaz de arrastar o carro até ao fim e assim pontuar. Quanto a mim, ao Parcídio, à Eva e ao Fernando, todos cumprimos os nossos objetivos, a equipa voltou a vencer em duas frentes, conquistou mais dois pódios e o Parcídio fechou as contas do título. Foi excelente!”.

    Quanto ao seu resultado e exibição, José Carlos Magalhães começou “por lembrar que a nossa equipa fez um esforço enorme para que o Mitsubishi ficasse pronto. E, felizmente, mesmo sem temo para testes, conseguimos um compromisso na afinação do meu carro, que deu para eu vencer a divisão de forma que foi clara. O título será difícil, mas lutarei até ao fim!”.

    A MNE Sport começa agora a preparar a Rampa do Caramulo, penúltima prova da temporada do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group, que irá decorrer nos próximos dias 1 e 2 de julho.

  • Hélder Silva: “o título nacional é totalmente justo, porque temos sido os mais fortes ao longo de toda a época”

    Hélder Silva: “o título nacional é totalmente justo, porque temos sido os mais fortes ao longo de toda a época”

    Na 8ª Rampa de Santa Marta, Hélder Silva provou, uma vez mais, que está a atravessar o melhor momento de forma da sua carreira. Foi claramente o mais forte e não só chegou à sua sexta vitoria consecutiva no Campeonato de Portugal de Montanha JC Group, como rematou de vez as contas do título nacional absoluto.

    Em Santa Marta, foi sempre o mais rápido e deu-se ao luxo de baixar o recorde deste traçado de 3200 metros em mais de dois segundos, cravando-o agora em 1:39.919, terminando a rampa com um farto avanço de 7,9 segundos sobre o concorrente mais direto, provando uma vez mais que, na presente temporada, não teve rival.

    O saboroso espumante degustado por Hélder Silva no pódio regou não só a sexta vitória da época, mas a conquista do “Tri”. 2021, 2022 e 2023, três títulos que transformam Hélder Silva no grande dominador da modalidade neste arranque de década e a Power House numa das melhores estruturas técnicas da modalidade.

    “O fim-de-semana correu de forma perfeita. A Power House entregou-me a Osella no nível habitual e, apesar da forte concorrência que enfrentei, conseguimos ser mais fortes. Mas, para que percebam o quanto foi intenso, nós rodámos mais de dois segundos abaixo do nosso anterior recorde, o que foi fruto da segurança total que senti ao longo dos dois dias de prova. Foi a melhor forma de chegarmos a mais um título nacional que, na minha opinião, é totalmente justo, porque temos sido mais fortes ao longo de toda a época!”.

    No final, a festa na Power House foi rija, pois, o seu piloto principal acabava de se sagrar campeão nacional absoluto pelo terceiro ano consecutivo. E fê-lo com estilo máximo, pois Hélder Silva manteve em Santa Marta a invencibilidade que ostenta desde o arranque da temporada, elevando para seis o número de triunfos à geral.

    Remata assim as contas do título nacional absoluto, sendo agora tricampeão, renovando ainda a vitória na Divisão Protótipos A.

    Para o talento da Póvoa de Varzim, a façanha “é mérito da nossa equipa. A Power House tem sido incrível no trabalho de preparação e desenvolvimento do meu protótipo e têm uma responsabilidade alargada em mais esta nossa conquista, que dedicámos às nossas famílias e aos nossos patrocinadores. Está a ser uma época incrível, muito para lá das nossas maiores expectativas. Nunca pensei que vencêssemos todas as seis provas já disputadas, pois enfrentamos pilotos e equipas de grande nível, mas temos sabido preparar bem todas as provas e, felizmente, eu tenho sido suficientemente competente para vencer!”.

  • Quarteto Megamotors com resultados positivos em Santa Marta

    Quarteto Megamotors com resultados positivos em Santa Marta

    A Megamotors apresentou-se na 8ª Rampa de Santa Marta com um forte quarteto de pilotos, capazes de darem seguimento à crescente ambição competitiva da equipa penafidelense.

    A 6ª jornada do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group terminaria com um bom conjunto de resultados que poderiam ter sido melhores, não fossem alguns incidentes.

    Pela primeira vez no ano, o Mitsubishi Lancer EVO VI de José Carlos Pouca Sorte deu tréguas ao rápido piloto e líder da equipa sendo notório o excelente trabalho da equipa técnica da Megamotors no desenvolvimento do carro nipónico.

    José Carlos Pouca Sorte esteve sempre na luta pelos pódios da Categoria Super Challenge e do grupo SC-A e, só uma última subida de prova menos conseguida o impediria de alcançar esse duplo objetivo, terminando no  Top 5 geral da categoria e no top 4 do grupo SC-A.

    Por seu lado, João Macedo viveu uma jornada com sabor agridoce. Rápido como sempre, sentiu que a competitividade do seu BMW 328is não estava num nível satisfatório, optando por realizar uma rampa focado em pontuar a pensar no campeonato. Concluiu a prova no 4º posto do grupo SC-D.

    Bernardo Pouca Sorte prosseguiu a sua evolução, nesta mini época de estreia do jovem lobo que representa a 2ª geração do clã Pouca Sorte. Revelando muita maturidade, foi extraindo o potencial do bem preparado Peugeot 205 Rallye e concluiu a sua estreia em Santa Marta com um bom 5º lugar no grupo SC-C

    Nos Turismos 3, foi, como sempre Celso Fonseca e o seu Citroen Saxo a assumir a responsabilidade de defender as cores da Megamotors. O piloto de Mesão Frio esteve igual a si próprio e foi sempre melhorando as suas marcas, almejando garantir mais um bom 4º lugar na divisão e, com os pontos amealhados, continuar na luta pelo pódio final

    A Megamotors começa já a preparar a Rampa do Caramulo, próxima prova do campeonato, organizada pelo Targa Clube nos dias 1 e 2 de julho.

  • Parcídio Summavielle: “esta vitória em Santa Marta é dedicada ao Joaquim Teixeira!”

    Parcídio Summavielle: “esta vitória em Santa Marta é dedicada ao Joaquim Teixeira!”

    O consagrado piloto fafense voltou a impor-se com toda a autoridade em Santa Marta nos Turismos 3, garantindo de vez o título nesta divisão e reforçou em Santa Marta a sua candidatura ao 2º lugar final na Categoria Turismos.

    Ao longo de todo o fim-de-semana da 6ª prova da temporada do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group, Parcídio Summavielle e o Renault Clio RS R3 da MNE Sport rodaram sempre longe dos seus adversários, tendo sido com naturalidade que chegou à quinta vitória da época entre os Turismos 3, conquistando ainda um excelente 3º lugar na Categoria Turismos.

    “Fizemos uma gestão muito inteligente, sobretudo dos pneus, que não eram os ideais. Aliás isso ficou visível nos meus tempos. Desde que arranquei aquele Top 10 à geral na 1ª subida, as minhas marcas são mais ou menos homogéneas, o que dá conta de que não dava para tentar fazer melhor. O facto do Sérgio Nogueira estar a competir na nossa divisão veio dar colorido à minha vitória e agradeço ao Sérgio por ter vindo. Foi uma rampa onde, como sempre fomos recebidos de forma caloroso e envio um abraço ao meu colega autarca, o Presidente da Câmara Municipal de Santa Marta de Penaguião, o grande dinamizador desta prova que tanto dá a Santa Marta e à Montanha”.

    Parcídio Summavielle aponta já ao que falta do campeonato: “agora que vencemos a Divisão Turismos 3, há que festejar e pensar no que falta. E o que falta é lutar pelo pódio final na Categoria Turismos e, nos ralis. Vamos ao caramulo com o Clio, para tentar resolver a questão da categoria e, depois, poupar o carro a pensar nos ralis. Como tal, em Boticas, pode haver uma surpresa quanto ao carro que vou utilizar”.

    Summavielle quis deixar ainda “uma palavra muito sentida de amizade para com o nosso Joaquim Teixeira. Esta vitória é-lhe inteiramente dedicada e com os votos de que recupere rapidamente, pois sentimos muito a sua falta na Montanha!”.

    A Rampa do Caramulo, próxima prova do campeonato e organizada pelo Targa Clube, será disputada nos dias 1 e 2 de julho.