Depois de vencer e convencer em Murça o campeão nacional quer levar a Osella PA2000 EVO2-PA.30 da Power House a novo triunfo na 43ª Rampa da Penha Paisagem Protegida, repetindo a vitória alcançada na prova do Demoporto em 2021.
E por falar na época transata, o consagrado piloto da Póvoa de Varzim relembra que “foi uma vitória muito suada, após um duelo espetacular com o António Rodrigues. Considero que foi mesmo o momento da viragem rumo ao título, pois saímos da Penha com a motivação muito em alta!”.
Hélder Silva sente que “este ano voltará a ser muito difícil. Temos um campeonato com vários candidatos aos triunfos absolutos e espero fazer uma boa prova e principalmente não cometer erros. A Penha tem um traçado curto e perigoso, onde qualquer pequeno erro é fatal para o tempo averbado!”.
Por outro lado, relembra que “nesta rampa costumamos enfrentar sempre condições meteorológicas variadas e que se se repetirem vão ser um fator muito importante para o resultado final. Será apenas a minha segunda prova com a Osella e isso condiciona sempre um bocado, por falta de referências de condução à chuva. Mas será igual para todos e estou muito animado e quero vencer para reforçar a liderança do campeonato”.
Quanto à “barchetta”, esta foi apenas alvo “de uma revisão metódica. Não deu qualquer problema em Murça e não sentimos necessidade de fazer qualquer alteração no carro. Apenas preparamos o Setup para as características desta rampa”.
Helder Silva remata a antevisão da Penha com uma palavra especial para “a nossa equipa Power House e para os nossos patrocinadores, Município da Póvoa de Varzim, Plastifa, Dr. Bayard, The Car, Serralharia Leites, Pigmento, Pneus Park, Velospeed, Cerqueira’s Automoveis, Oliveira Imobiliaria, Encanto Feliz, JmLima, ArtSuperSport e o Grupo Krups/Rowenta/Moulinex”.
Em termos de programa competitivo, a edição de 2022 da Rampa da Penha Paisagem Protegida arrancará pelas 13:30 de sábado, com a 1ª subida de treinos oficiais. Segue-se a 2ª subida de treinos oficiais, prevista para as 15:00, com o primeiro dia de competição a terminar com a 1ª subida oficial de prova, momento em que o cronómetro já será “a sério”. Esta começará pelas 16,30.
Às dez da manhã de domingo terá início o segundo e decisivo dia de competição com o treino Livre (warm up). Às 11.00 arrancará a 3ª Subida de treinos oficiais. As duas subidas oficiais de prova (2ª e 3ª do fim-de-semana) que encerrarão a competição e serão decisivas para as classificações finais, têm horários previstos para as 11.30 e as 13.00 horas respetivamente.
O fim-de-semana que se avizinha leva a “Família da Montanha” até ao “berço da Nação”. Guimarães será o epicentro do segundo embate competitivo da 2022, com a realização da 43ª edição da Rampa da Penha Paisagem Protegida, organizada pelo Demoporto, em parceria com a Irmandade da Penha.
É um traçado muito particular e desafiante aquele que espera as cerca de cinco dezenas de participantes. 2780 metros, com uma inclinação média de 6,7% e um desnível de 179 metros, para devorar sob a eterna ameaça das “4 estações”, pois é tradição na Penha que, ao longo do fim-de-semana, sol e chuva disputem protagonismo com o nevoeiro, tudo isto num cenário verdadeiramente idílico e que atrai todos os anos milhares de espetadores.
À espera destes estará um CPM JC Group que respira saúde em qualidade e quantidade. A lista de inscritos é recheada.
Seis são os protótipos inscritos para esta segunda prova do ano. Na linha da frente do favoritismo parte obviamente Hélder Silva. O campeão nacional absoluto venceu aqui em 2021 e dominou a prova de arranque do campeonato de 2022, em Murça. O seu domínio da Osella PA2000 EVO2 PA.30 da Power House é notório e será claramente o “alvo a abater” pelos seus concorrentes.
Entre estes, José Correia (Norma FC20) e António Rodrigues (Silvercar EF10) serão os que mais responsabilidades têm de tentar contrariar o detentor do cetro nacional. José Correia provou em Murça que será um dos candidatos ao título e António Rodrigues, apesar do arranque em falso, com a desistência na prova transmontana, tem argumentos para estar na luta, até porque esteve a um passo de vencer em 2021 na Penha, então tripulando um BRC da Divisão B.
Sérgio Nogueira (Osella PA30 EVO2) aproveitará certamente a prova do Demoporto para continuar a sempre difícil adaptação a um protótipo, sendo de esperar que a sua garra e regularidade possam compensar, sobretudo na luta pelo pódio na Divisão A.
Quem chega a Guimarães em grande é Nuno Guimarães. Com um Silvercar S2 mais “musculado”, o “Capitão da Montanha” logrou subir ao pódio absoluto em Murça, vencendo a Divisão B e estará de certeza com “ganas” para repetir o feito.
Nesta Divisão B estará ainda presente Victor Bessa (Radical Clubsport). Neste ano de estreia, o piloto duriense aponta sobretudo a conseguir evoluir nos tempos alcançados subida após subida, desiderato que atingiu em Murça.
2022 está a começar com animação extra na Categoria GT. Serão 5 os carros presentes na Penha, entre eles uma estreia absoluta. Falamos do Nissan Nismo 370Z do bracarense Daniel Vilaça que medirá forças quatro pilotos já habituados a estas lides.
Entre estes, é expectável mais um duelo aceso entre os Porsche 991 GT3 CUP de Vítor Pascoal e Pedro Marques. Pascoal dominou claramente em Murça e Marques quererá de certeza responder à medida, com Gabriela Correia (Mercedes AMG GT4) a mostrar-se capaz de se intrometer nesta luta, tal como fez na prova anterior. De regresso está Pedro Silva (Porsche 997 GT3 CUP) e, a atestar pelo que fez na temporada passada, vem a jogo com ambição.
Como sempre, a maior fatia de participantes dentro do CPM JC Group está repartida pelas 3 divisões da Categoria Turismos.
Na Divisão 1, Luís Nunes (Skoda Fabia R5) estará mais focado em tentar chegar à vitória na categoria, sendo certo que tem cada vez mais perto do seu ritmo José Pedro Gomes (Opel Astra OPC) e Manuel Pereira (Mitsubishi Lancer EVO VI), com Daniela Marques (Subaru Impreza) a fazer da regularidade célere a sua arma de eleição para alcançar sempre grandes resultados, estando também inscrito o Mini Cooper S de José Salgado. Na Penha, estreia-se ainda na temporada o Mitsubishi Lancer EVO VII de Francisco Morgado.
Já na Divisão 2 mora o atual líder da tabela pontual da categoria, após o brilhante triunfo em Murça. Falamos de Joaquim Teixeira que, esta época, parece ainda mais competitivo aos comandos do seu Cupra TCR.
Na divisão, a discussão dos lugares do pódio terá de certeza a participação de Manuel Rocha e Sousa (Cupra TCR) e Paulo Silva (Audi RS3 LMS), com José Almeida “Pouca Sorte” a esperar que o seu novo VW Golf GTI esteja mais fiável do que em Murça. José Carlos Magalhães salta dos clássicos para esta divisão 2. O piloto da MNE Sport alinhará com um Fiat Punto R3D.
Na divisão 3, reservada aos carros “pequenos endiabrados” com motores até 2000cc e duas rodas motrizes, um trio apresenta-se, a ajuizar pelo que aconteceu em Murça, como capaz de lutar pelos lugares do pódio.
Parcídio Summavielle (Renault Clio RS R3) venceu na prova de arranque e quererá continuar a ganhar, mas sofrerá certamente forte oposição de Bruno Carvalho (Citroen Saxo) e de Alberto Pereira (Honda Civic Type R), aparecendo ainda o regressado Martine Pereira (Renault Clio Cup) como um possível “outsider” neste jogo. Ausente em Murça, o jovem fafense Cláudio Batista apresenta-se agora com um Peugeot 208 R2 VTI e quererá de certeza se imiscuir na luta, a exemplo do que acontecerá com José Borges (Citroen C2 R2) e Rute Brás (Peugeot 206 RC).
No Campeonato de Portugal de Clássicos JC Group, a discussão do triunfo será entre os Ford Escort MKII de Fernando Salgueiro e Ricardo Loureiro.
Quanto às lides do Campeonato de Portugal Legends de Montanha JC Group, o famalicense Luís Silva (BMW M3) lidera uma lista de 9 inscritos.
É o favorito claro, mas nomes como os de Carlos Oliveira (Ford Sierra Cosworth), João Macedo (BMW 328is), Gonçalo Antunes “Janeira” (Citroen Saxo GTi) e Sónia Pereira (Seat Ibiza) quererão contrariar esse estatuto, sendo de esperar ainda provas de bom nível por parte de Celso Fonseca (Citroen Saxo) Abílio Aparício (Peugeot 205), Miguel Gonçalves (BMW E36) e Francisco Milheiro (Citroen Saxo).
Finalmente, destaque para a presença de 11 presenças no novel Campeonato de Portugal de Montanha 1300 JC Group, atestando a pertinência da sua criação. Armando Freitas (Toyota Starlet) dominou por inteiro em Murça e quererá fazer o mesmo na Penha.
Não será fácil. No naipe de adversários, estarão os Citroen AX Sport de Tiago Santos e Rui Amorim, o Suzuki Swift GTI de Paulo Pereira e o Peugeot 205 Rallye de Eva Laranjeira, para além do regressado Fiat Punto 85 Sport de João Diogo Santos. Realce ainda para as presenças de Daniela Ferreira (Citroen C1) e de Rita Matos (Fiat Uno 45S), Martim Pereira (Fiat Cinquecento) e dos dois “senadores” dos clássicos, José Pedro Figueiredo (Datsun 1200) e Domingos Fernandes (Autobianchi A112 Abarth).
Em termos de programa competitivo, a edição de 2022 da Rampa da Penha Paisagem Protegida arrancará pelas 13:30 de sábado, com a 1ª subida de treinos oficiais. Segue-se a 2ª subida de treinos oficiais, prevista para as 15:00, com o primeiro dia de competição a terminar com a 1ª subida oficial de prova, momento em que o cronómetro já será “a sério”. Esta começará pelas 16,30. Às dez da manhã de domingo terá início o segundo e decisivo dia de competição com o treino Livre (warm up). Às 11.00 arrancará a 3ª Subida de treinos oficiais. As duas subidas oficiais de prova (2ª e 3ª do fim-de-semana) que encerrarão a competição e serão decisivas para as classificações finais, têm horários previstos para as 11.30 e as 13.00 horas respetivamente.
Integrada no Campeonato de Portugal Legends de Montanha JC Group, Alexandra Rino rubricou uma exibição de grande nível aos comandos do VW Golf MKIII da Articimentos nesta sua estreia absoluta nas lides nacionais.
Esta primeira presença da aguerrida jovem piloto de Porto de Mós no seio da “Família da Montanha” provocou-lhe “um misto de emoções muito grande. Alguma ansiedade, algum nervosismo, mas sempre muita felicidade por estar a competir no CPLM!”.
Questionada quanto às diferenças, quando comparando com as suas participações anteriores em Porto de Mós, na rampa regularidade sport que lá é disputada, Alexandra Rino assume que “apesar de estarmos num ambiente de rampa, é tudo muito diferente. O naipe de pilotos é incrível, a extensão o ambiente criado, para já não falar da preparação muito mais profunda que é preciso fazer”.
E trazia a lição bem estudada de casa. Mesmo tendo tido problemas logo no início pois “infelizmente, na primeira subida de treinos, fiquei com o cabo do acelerador preso, mas no meio do azar ainda tive sorte de conseguir parar o carro em segurança”, Alexandra Rino foi melhorando muito e a tabela de tempos foi refletindo a progressão da piloto de Porto de Mós.
A sua melhor marca, 3:00.901, foi estabelecida na segunda subida de prova e coroou uma exibição que a deixou “muito feliz. Fiquei bastante orgulhosa ao ver que ia melhorando sempre mais de 4 segundos a cada subida. Poderia ainda ter melhorado mais. A minha melhor marca, mas, na última subida oficial arrisquei em demasia e piorei 1 segundo”.
O 6º lugar final entre os Legends deixou a mais nova do clã Rino um pouco desiludida: “Confesso que não fiquei muito contente com a minha classificação. Sei que foi a minha primeira prova e que ainda tenho muito a aprender e a melhorar, mas gostaria de ter ficado, pelo menos, a meio da tabela”.
Mas na sua memória ficará sobretudo “a felicidade extrema que senti nos dois dias por conseguir realizar um dos meus sonhos!”. Alexandra Rino voltará à competição maior da modalidade nos finais de abril, na Rampa PÊQUÊPÊ Arrábida 2022.
O piloto de Famalicão não podia pedir melhor começo de época no Campeonato de Portugal Legends de Montanha JC Group, já que na Rampa Porca de Murça acabou por se impor com naturalidade, apesar de um problema no seu BMW M3 no primeiro dia de prova.
Não se pode dizer que tenha sido um fim-de-semana perfeito aquele que Luís Silva viveu no evento transmontano, já que o problema mecânico no BMW M3 da Famaconcret, que o afetou na primeira subida de prova o obrigou a dar (quase) tudo nas restantes. O que fez com inteligência, uma vez que qualquer percalço o arredaria em definitivo da luta pela vitória.
“Na subida de sábado tive uma transmissão partida, que me condiciono logo o resto do fim-de-semana. E no domingo sabia que não tinha margem para falhar, por isso qualquer erro, qualquer deslize podia-me comprometer a classificação. Por isso fui na minha calma, não arriscando muito, garantindo tempos e o primeiro lugar, que era aquilo que me interessava”, resumiu o “Canhão de Famalicão”.
Estabeleceu como sua melhor marca do fim-de-semana 2:26.810, na derradeira subida de prova, terminando com um avanço significativo sobre os seus adversários.
O êxito de Luís Silva deixou-o na ‘pole-position’ para o título da categoria, que é a sua grande meta para 2022. “Sim, esse é o meu grande objetivo. Não escondo isso e vou fazer tudo por isso”, assume o piloto do BMW M3. No entanto, Luís Silva está ciente de que “enfrentarei muita luta nas provas que se avizinham. Tal como eu, outros tiveram problemas e estou ciente de que o campeonato vai ser animado”.
Relativamente a outras frentes no automobilismo em 2022 que não a Montanha não ‘fecha a porta’: “Previsto não está, mas nos outros anos nunca está previsto e eu apareço. Por isso é provável que compareça num ou noutro circuito. Até pode acontecer de correr bem no campeonato e no final testar um carro numa competição diferente. Vamos ver o que vai acontecer”. Irá agora disputar a Rampa da Penha Paisagem Protegida, organizada pelo Demoporto, nos dias 2 e 3 de abril.
Num fim-de-semana difícil, a “Dama de Aço” almejou ir progredindo no nível exibicional e rematou a presença da Rampa Porca de Murça com um Top 5 nas contas do Campeonato de Portugal de Clássicos de Montanha 1300 JC Group.
A presença de Eva Laranjeira em Murça ficou marcada por “um autêntico carrossel de emoções”, explicando a piloto da MNE Sport que “cheguei mesmo a considerar não participar. Nas últimas semanas, o meu ritmo de trabalho tem sido muito intenso e sento-me muito cansada. Mas o José Carlos e a equipa motivaram-me a estar presente e não os quis desiludir”.
Com tudo isto, Eva Laranjeira assume que “a concentração nem sempre esteve no ponto. Mas o ambiente e a equipa foram sempre cuidando de mim, o carro esteve sempre impecável e, subida após subida, fui começando a ganhar ânimo, mas sempre com alguma alternância entre subidas limpas e outras com pequenos erros”, refletindo-se esse crescendo de vontade numa melhoria substancial do nível exibicional “no domingo. Nesse segundo dia, senti-me mais fresca e pude desfrutar mais do Peugeot 205 Rallye e acabei por fazer alguns tempos interessantes”.
O 5º lugar final nas contas do novo CPM1300 que, em termos de pontos para o campeonato, representou o terceiro melhor pecúlio recolhido, apresenta-se para Eva Laranjeira “como o melhor resultado possível, Com as mudanças regulamentares introduzidas, o nosso carro passou de ser um clássico para integrar o naipe de carros modernos deste novo campeonato, o que significa que enfrento excelentes pilotos que utilizam carros muito mais recentes do que o meu, alguns cerca de trinta anos e com níveis de preparação muito mais profundos. O nosso Peugeot está totalmente conforme a ficha de homologação e assim vai continuar a ser”.
Como tal, a “Dama de Aço” setubalense considera que “sair de Murça no 3º lugar do campeonato é excelente e vamos tentar ficar neste pódio até ao fecho da época”.
Eva Laranjeira não quis ainda deixar de elogiar “a presença de oito pilotos femininas na prova. O poder feminino está a crescer na Montanha e isso é muito importante para a modalidade”. Irá agora disputar a Rampa da Penha Paisagem Protegida, organizada pelo Demoporto, nos dias 2 e 3 de abril.
Piloto fez o seu ‘batismo’ de pista na prova do CAMI, onde competiu aos comandos de um Toyota Carina E Troféu da MNE Sport no Campeonato de Portugal de Montanha Legends JC Group, num evento que encarou mais como uma “aprendizagem”.
Arlindo Beça foi uma “cara nova” na primeira prova da temporada 2022 do Campeonato de Portugal de Montanha Legends JC Group, depois de, em 2021, ter competido na Divisão Turismos 3 do CPM, então aos comandos de um Citroen Saxo, sendo que nunca tinha competido antes na Rampa Porca de Murça.
Por isso o evento do CAMI foi para si uma ‘descoberta’ em todos os sentidos, até porque, para este ano, o piloto luso radicado no Canadá ter optado por outra “montada” entre as que estão no portfólio da MNE Sport.
“Foi tudo novo”, admite o piloto do Carina E Troféu, que sublinha: “Nunca tinha feito a Rampa Porca de Murça. Foi a primeira vez que experimentámos o carro em corrida, por isso foi mais uma aprendizagem. Os tempos não foram sensacionais, porque andamos a experimentar coisas diferentes, desde as afinações às jantes”, reconhecendo que “sendo o Carina E Troféu um carro mais exigente, também foi natural que eu cometesse alguns erros. Faz parte”.
Arlindo Beça sente que “agora na Penha talvez seja melhor, pois irei muito ais confiante”.
O tempo e a experiência serão fatores que vão jogar em favor de Arlindo Bessa para que os resultados comecem a ser cada vez mais relevantes, já quando tiver mais ‘mão’ no Toyota Carina E Troféu. “É isso que pretendo. Eu é que me tenho de adaptar ao carro e não o contrário”, admite.
Irá agora disputar a Rampa da Penha Paisagem Protegida, organizada pelo Demoporto, nos dias 2 e 3 de abril.
A piloto da Covilhã continua a sua evolução na Tala de Portugal de Montanha 1300, e aos comandos do Citroën C1 da FR Power conheceu mais um traçado que não lhe era familiar na Rampa Porca de Murça, iniciando de forma positiva a temporada de 2022, onde compete no recém-criado Campeonato de Portugal de Montanha JC Group 1300.
Este começo de época foi mais um fim-de-semana de aprendizagem para Daniela Ferreira, que mais familiarizada com a sua máquina procurou habituar-se às características do traçado transmontano, onde competiu pela primeira vez. Uma descoberta e tanto, mas que acabou por se desenrolar com naturalidade, com a piloto beirã a superar todos os desafios que lhe eram propostos.
“Foi bom, numa rampa que eu não conhecia. Não tive qualquer tempo para treinar. Foi uma experiência agradável, porque vim a melhorar os meus tempos e acabei por alcançar um resultado positivo”, começa por referir numa alusão à sua participação na prova do CAMI, onde alcançou o 8º posto dentro do CPM1300.
Mais do que a prestação, o desafio de superar desafios continua a ser o ‘motor’ que norteia o envolvimento de Daniela Ferreira no CPM JC Group, bem apoiada pelo ‘staff’ conhecedor da FR Power, que tem sido um pilar importantíssimo na sua evolução na competição.
A piloto covilhanense está assim motivada para fazer uma época a tempo inteiro:
“Tenho motivação para conhecer todas as rampas que fazem parte do Campeonato de Portugal de Montanha 1300 JC Group e vou lutar para ficar o mais perto possível do top 5 final”.
É por isso que Daniela Ferreira não se escusa aagradecer “à Câmara Municipal da Covilhã e aos meus patrocinadores, Moto clube Covilhã Lobos da Neve, Create by JF Autopeças, Valvoline, Energy-Bullets, Tupperware e Graph&co. Estamos ainda a procura de mais patrocínios para época 2022, de modo assegurar o campeonato completo”.
Prepara já a sua estreia em Guimarães. Irá disputar a Rampa da Penha Paisagem Protegida, organizada pelo Demoporto, nos dias 2 e 3 de abril.
Segurança e capacidade de evolução marcaram a presença de Rute Brás na prova inaugural do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group 2022. O top 8 na Divisão 2 foi um prémio que a motiva para continuar a melhorar.
Fim-de-semana sem erros e demonstrando uma enorme evolução. Eis o resumo da prestação da irreverente piloto da NJ Racing em Murça, aos comandos no Peugeot 206 RC.
Nesta prova inaugural dasegunda época da sua carreira de piloto, a “Amazona do Douro” estava “inicialmente com um pouco de receio, uma vez ser uma rampa muito técnica, mas a cada subida fui ganhando mais confiança e consegui ir melhorando os tempos”.
E fê-lo de forma significativa pois, entre a sua marca mais alta e a melhor de todo o fim-de-semana, Rute Brás retirou 20 segundos (!) em menos de cinco quilómetros, provando que está a ganhar confiança no carro e nas suas qualidades de pilotagem.
Para conseguir esta performance, Rute Brás afirma que “foi essencial a muita ajuda essencialmente dos nossos mecânicos, Pedro Miranda e Fernando Nogueira, que me foram dando algumas dicas e funcionaram na perfeição pois acabei com um tempo que para mim muito bom!”, rematando que “acabei por gostar imenso desta rampa!”.
Agora prepara já o segundo desafio da temporada. O CPM JC Group terá a sua próxima prova da época nos dias 2 e 3 de abril. Será a Rampa da Penha Paisagem Protegida, organizada pelo Demoporto.
A vitória do piloto de Fafe na Divisão Turismos 3 foi o aspeto mais positivo da sua participação na Rampa Porca de Murça, que marcou o arranque do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group, que não garantiu disputar na íntegra, dado que não foi possível o planeado ‘upgrade’ a uma categoria superior.
Parcidio Summavielle chegou viu e venceu a Divisão Turismos 3, numa participação que correu bem do princípio ao fim, conseguindo atingir os objetivos a que se propôs no evento do CAMI. Isto apesar do piloto minhoto ter preferido estar à partida noutra máquina que não o Renault Clio, mesmo que isso significasse não vencer. De resto só tem palavras elogiosas para a sua nova equipa e para o apoio que todos deram para que iniciasse a época com mais um êxito.
“Correu tudo muito bem, apesar de uma forte concorrência, numa prova muito participada, com mais de 50 inscritos, entre eles oito mulheres. O diz bem da vitalidade atual do Campeonato de Portugal de Montanha. Esse foi o aspeto mais positivo do fim-de-semana. Isso e a prestação nos Turismo 3, onde consegui uma vitória muito saborosa”, começa por refletir o piloto de Fafe.
No entanto Parcídio Summavielle não deixa de desabafar uma certa desilusão por não ter sido possível subir de escalão: “O sabor agridoce vem do facto de não ter conseguido reunir as condições e adquirir um carro que me permitisse alinhar numa outra categoria, como tinha planeado. E isso faz com que a minha continuidade no campeonato esteja em dúvida, pois não faz sentido continuar na Divisão Turismos 3, antiga Divisão 1, pois já fui campeão e no ano passado lutei até ao fim pelo título”.
No entanto o piloto-edil garante que vai à próxima prova do CPM JC Group. “Vou à Rampa da Penha por duas razões. A primeira é que se trata da prova que é disputada ‘à porta de casa’, e a segunda é que tendo ganho em Murça se justifica tentar lutar por nova vitória. Depois se verá, porque o Renault Clio está à venda, e concretizarei negócio se tal se vier a revelar viável”, enfatiza.
Sobre a Rampa de Murça, Parcídio Summavielle destaca a importância da sua equipa, “pois apesar de não ser uma equipa nova, e ter grandes pergaminhos na montanha, foi a primeira vez que corri com eles. Agradeço também o apoio de todos aqueles que sempre me têm acompanhado. Por isso o futuro está em aberto, e não será devido a eles que não continuarei no campeonato”.
O CPM JC Group terá a sua segunda prova da época nos dias 2 e 3 de abril. Será a Rampa da Penha Paisagem Protegida, organizada pelo Demoporto.
Problemas de transmissão no Toyota Starlet Grupo 5 colocaram o piloto da MNE fora da Rampa Porca de Murça logo na jornada inaugural.
Não foi o arranque sonhado pelo “patrão” e piloto da MNE Sport.
José Carlos Magalhães poucos quilómetros conseguiu fazer na rampa organizada pelo CAMI Motorsport pois, como nos explicou piloto “logo após a partida, senti que algo não estava bem com o Toyota e pouco depois cedeu a transmissão. Foi um erro meu, que assumo por inteiro, nos cálculos efetuados para uma peça mandada executar fora e, obviamente isso teve consequências”.
Agora, José Carlos Magalhães diz que “resta-nos encarar este problema como uma lição, esquecer o mau resultado e preparar o carro ao pormenor para a Rampa da Penha, onde espero já poder competir pelos lugares cimeiros entre os Clássicos”.
Vestindo o “fato” de team manager da equipa, muda o semblante e José Carlos Magalhães dá conta “da enorme satisfação que sinto pelos resultados obtidos. Na primeira vez que tivemos o gosto de apoiar tecnicamente o Vítor Pascoal, ele chega a mais uma brilhante vitória nos GT. Estamos muito entusiasmados com esta parceria. Por outro lado, a Eva voltou a rubricar uma grande exibição, isto num fim-de-semana em que estava exausta por ter tido muitos dias seguidos de trabalho intenso”.
O responsável da MNE Sport realçou ainda “a estreia muito positiva da Rita Matos aos comandos do nosso Fiat Uno 45s, carro que temos exatamente para proporcionar a iniciação à competição de pilotos. Foi também a prova de estreia do Arlindo Beça com o Toyota Carina E Troféu e, como é óbvio, foi um fim-de-semana de adaptação, com alguns momentos difíceis, mas onde ele esteve muito bem e estamos seguros de que vai ser muito competitivo durante a época”.
O CPM JC Group terá a sua segunda prova da época nos dias 2 e 3 de abril. Será a Rampa da Penha Paisagem Protegida, organizada pelo Demoporto.