Categoria: Ralicross

  • Kenneth Hansen confiante no rumo do Rallycross e defende redução de custos

    Kenneth Hansen confiante no rumo do Rallycross e defende redução de custos

    Kenneth Hansen, o piloto mais titulado da história do Campeonato da Europa de Rallycross, mostrou-se confiante quanto ao futuro da modalidade, considerando que o rallycross está a seguir o caminho certo rumo a uma nova fase de crescimento.

    Com 14 títulos europeus conquistados entre 1989 e 2008, o sueco de 65 anos continua profundamente ligado à disciplina através da Hansen Motorsport, estrutura familiar que já conquistou três títulos mundiais de equipas desde 2015. Numa fase de transição importante para o World RX, que fará uma pausa de dois anos antes de regressar em 2028 com novos regulamentos técnicos, Hansen acredita que o trabalho em curso é determinante para garantir sustentabilidade.

    Em declarações ao site especializado Pure Rallycross, o antigo campeão sublinhou a importância de gerir cuidadosamente a mudança de geração de carros. “A questão-chave é a transição entre os carros antigos e os novos, que tem de ser gerida com muito cuidado. É essencial considerar os carros que já existem, mas ao mesmo tempo avançar claramente na direção futura e garantir que todos tenham uma oportunidade de ser competitivos”, afirmou.

    A FIA colocou o controlo de custos como uma das prioridades para o novo ciclo do Campeonato do Mundo, procurando tornar a modalidade mais acessível. Hansen defende essa abordagem e considera positiva uma maior aproximação aos regulamentos do rali. “Se as equipas estão a investir no desporto, é vital que possam utilizar esses carros em vários campeonatos, incluindo séries nacionais. Aproximar-nos dos regulamentos do rali é uma boa escolha, especialmente se isso permitir cortar custos – é imperativo que esta evolução resulte em orçamentos mais reduzidos”, explicou.

    O sueco recorda ainda que, no passado, a base técnica proveniente do rali facilitava o acesso ao rallycross. “É muito mais simples para pilotos e equipas entrarem no rallycross com base num carro de rali já existente do que comprar um carro específico de rallycross. Nos tempos do Grupo A ou Grupo N era mais fácil encontrar carros – começava-se com um carro de rali e adaptava-se progressivamente para o tornar mais adequado ao rallycross. Isso criava muito mais possibilidades.”

    Reconhecendo a complexidade do momento atual, Hansen mantém-se otimista quanto às decisões que estão a ser tomadas. “Acredito sinceramente que a FIA está a refletir profundamente sobre cada decisão. É uma situação complexa de resolver, mas é certamente possível de resolver.”

    Com a experiência de quem viveu diferentes ciclos da modalidade, Kenneth Hansen mostra-se convicto de que os passos agora dados poderão preparar o terreno para um renascimento equilibrado e sustentável do Rallycross mundial.

  • Joaquim Machado apresenta Renault Clio Supercar

    Joaquim Machado apresenta Renault Clio Supercar

    A Divisão Super Cars do Campeonato de Portugal de Ralicross continua a ganhar força para 2026 e um dos grandes protagonistas desta nova fase é um nome bem conhecido do público: Joaquim Machado.

    O consagrado piloto de Lousada revelou oficialmente as cores do seu novo Renault Clio Supercar, naquela que marca o regresso à divisão rainha nove anos depois. Apoiado pela Kispo e com assistência técnica assegurada pela Kaxa & Motor, Machado assume sem rodeios o salto competitivo que muitos aguardavam. Depois de duas Taças de Portugal conquistadas na divisão S1600 e de ter sido por duas vezes vice-campeão nacional (2019 e 2020), o piloto lousadense sente que chegou o momento certo para subir ao patamar máximo do ralicross nacional.

    A nova arma é um Renault Clio Supercar ex-Olymeca, construído de raiz em França e com historial no competitivo Campeonato de França de Rallycross. A viatura passou depois por Portugal, onde foi utilizada por Rui Sirgado no ralicross e por Daniel Pacheco nas provas de montanha. Trata-se de um Supercar com ADN competitivo comprovado, preparado para enfrentar as exigências técnicas da tração integral e das potências elevadas que caracterizam a categoria.

    Ambição de estar na luta pelos lugares cimeiros

    Com a experiência acumulada nos S1600 e uma carreira pautada por consistência e resultados, Joaquim Machado parte naturalmente como um dos favoritos à luta pelos lugares de pódio em cada corrida6. O regresso à divisão maior coincide com o crescimento da própria categoria, que volta a assumir o estatuto de “categoria rainha” graças à migração de vários protagonistas da S1600. O cenário está montado para uma temporada intensa e altamente competitiva.

    Para além do ataque ao campeonato nacional, o programa inclui ainda a participação na ronda portuguesa do Euro RX1, que será disputada “em casa”, no Circuito Internacional da Costilha.

    Correr perante o público de Lousada, numa prova europeia, acrescenta uma dimensão especial ao projeto. Para Joaquim Machado, 2026 não é apenas um regresso aos Super Cars, é a afirmação definitiva numa divisão onde quer escrever um novo capítulo da sua carreira.

  • ASR Tyres leva Rallycross Experience ao Circuito Internacional da Costilha

    ASR Tyres leva Rallycross Experience ao Circuito Internacional da Costilha

    A ASR Tyres, empresa galega liderada por Alfonso Salgueiro e representante oficial da Kumho Motorsport na Península Ibérica, vai promover no próximo dia 7 de março uma ação exclusiva de condução no Circuito Internacional da Costilha, em Lousada.

    Denominada Rallycross Experience, esta iniciativa permitirá aos participantes viver uma experiência real de competição num traçado misto de asfalto e terra, ao volante de três Dacia Sandero Rallycross preparados para a disciplina. A ação será realizada com três viaturas em pista simultaneamente, sempre acompanhadas por monitores especializados.

    A experiência está disponível em dois formatos. A versão base, Rallycross Experience (590€), inclui três séries de condução com seis voltas cada, totalizando 18 voltas em circuito. Já a versão Rallycross Experience + Curso de Condução (790€) contempla seis séries de seis voltas, num total de 36 voltas, integrando formação técnica adicional.

    O programa decorre ao longo de todo o dia de sábado, com receção e briefing inicial, sessões divididas por séries de seis voltas e uma pausa técnica a meio da jornada. A organização limita a participação a 18 inscritos, garantindo exclusividade, tempo efetivo em pista e acompanhamento personalizado.

    Os valores incluem IVA, seguro de responsabilidade civil, capacete, sistema HANS e centralina, assegurando todas as condições de segurança necessárias para uma experiência próxima da realidade competitiva.

    Para a ASR Tyres, esta iniciativa representa mais um passo na dinamização do rallycross e na promoção do universo Kumho Motorsport na Península Ibérica, aproximando entusiastas e pilotos amadores do ambiente real de corrida num dos circuitos mais emblemáticos da modalidade em Portugal.

    As inscrições estão abertas até 27 de fevereiro.

  • Sérgio Dias sobe aos Supercar com Ford Fiesta RX43 ex-Ken Block no Ralicross 2026

    Sérgio Dias sobe aos Supercar com Ford Fiesta RX43 ex-Ken Block no Ralicross 2026

    O Campeonato de Portugal de Ralicross vai contar, em 2026, com uma das mais sonantes novidades dos últimos anos: Sérgio Dias vai estrear-se na categoria Supercar ao volante de um Ford Fiesta RX43, uma máquina de pedigree mundial saída diretamente da M-Sport.

    A novidade foi anunciada pelo próprio piloto através das suas redes sociais, onde revelou o acordo que lhe permitirá alinhar com um verdadeiro “puro-sangue” do ralicross internacional, um carro ex-oficial M-Sport, utilizado por Ken Block tanto no World Rallycross Championship (WRX) como em várias Gymkhana e no Global Rallycross nos Estados Unidos.

    A operação contou com o apoio decisivo da SET Promotion, que continuará associada ao projeto ao longo de 2026, assumindo também um papel ativo no desenvolvimento e adaptação do carro às especificidades do campeonato português.

    Regresso ao ralicross com ambição máxima

    Depois de uma época de 2025 dedicada aos ralis — onde competiu na Peugeot Rally Cup Portugal ao lado de Bruno Abreu, ao volante de um Peugeot 208 Rally4, Sérgio Dias regressa agora ao terreno onde construiu a sua reputação.

    Apesar de ter iniciado a carreira de forma relativamente tardia, o piloto lousadense rapidamente se afirmou no ralicross nacional, destacando-se com viaturas como o Citroën Saxo e o Renault Twingo S1600. O ponto mais alto da sua trajetória chegou em 2017, quando conquistou o título de Campeão Nacional e a Taça de Portugal da Divisão A, somando ainda várias vitórias noutras edições da Taça, incluindo na Super 1600.

    Agora, com um dos carros mais icónicos do ralicross moderno, Sérgio Dias regressa ao seu habitat natural com ambições reforçadas, pronto para enfrentar os melhores pilotos dos Supercar e agitar a época 2026 do Campeonato de Portugal de Ralicross. A equipa irá revelar em breve a decoração oficial com que Sérgio Dias irá alinhar na próxima temporada.

  • Uma vitória à prova de tudo: Team Kartódromo Baltar vence as 6 Horas de Ralicross Paulo Sérgio

    Uma vitória à prova de tudo: Team Kartódromo Baltar vence as 6 Horas de Ralicross Paulo Sérgio

    O Team Kartódromo Baltar, liderado pelo campeão europeu João Ribeiro, que fez equipa com Nuno Araújo e Hélder Ribeiro, venceu a 28.ª edição das 6 Horas Ralicross Paulo Sérgio, prova que encerrou a temporada do automobilismo nacional no Circuito Internacional de Lousada, após uma corrida intensa e marcada por condições extremas. A formação vencedora completou 280 voltas ao traçado, ao volante de um Peugeot 208, conquistando igualmente o triunfo na Divisão 1.

    Depois de um interregno de dois anos, esta emblemática prova de resistência regressou ao calendário reunindo 34 equipas e 133 pilotos, entre campeões europeus e nacionais de ralicross. Todos os concorrentes alinharam em viaturas de tração dianteira e motores atmosféricos até 2050 cc, respeitando o regulamento específico da competição, que mantém vivo o espírito clássico destas corridas de longa duração.

    Para além do elevado nível competitivo, o evento voltou a cumprir a sua missão de homenagear Paulo Sérgio, figura incontornável do ralicross lousadense, num fim de semana em que a meteorologia foi protagonista. Chuva intensa, lama e baixas temperaturas criaram um cenário exigente, multiplicando incidentes, penalizações e constantes mudanças de liderança.

    Nos treinos cronometrados, a surpresa veio da DM Motorsport, que garantiu a pole position com um Citroën Saxo da Divisão 2, superando viaturas de maior cilindrada da Divisão 1. Na largada, a equipa foi rapidamente ultrapassada pelo Team Kartódromo Baltar, mas ambas perderam tempo ainda na primeira volta, permitindo à Fersport assumir o comando da corrida.

    Ao fim da primeira hora, a Fersport liderava com 3,7 segundos de vantagem sobre a Kaxa & Motor, mas problemas mecânicos acabariam por atirar essa equipa para o fundo da classificação. A meio da prova, a Kaxa & Motor construiu uma margem confortável na frente, enquanto o Team Kartódromo Baltar recuperava até ao segundo lugar.

    A consistência e o ritmo forte da equipa formada por João Ribeiro, Hélder Ribeiro e Nuno Araújo revelaram-se decisivos. A cerca de duas horas do final, e após contratempos técnicos que afetaram a Kaxa & Motor depois de quatro horas na liderança, o Team Kartódromo Baltar assumiu definitivamente a dianteira. Com os principais adversários já a várias voltas de distância, a fase final foi gerida com controlo absoluto até à bandeira de xadrez.

    Penalizações alteram o pódio

    A luta pelos lugares secundários manteve-se acesa até ao final, com a RJ Racing Team a cruzar a meta em segundo, seguida da AJM Motorsport. Contudo, já após o término da corrida, RJ Racing Team e Filauto Racing foram penalizadas em cinco voltas por incumprimento do regulamento nas trocas de piloto.

    Com esta decisão, a AJM Motorsport, em Peugeot 106, ascendeu ao segundo lugar absoluto e garantiu a vitória na Divisão 2, enquanto o Team SJMB, em Toyota Corolla, subiu ao terceiro lugar do pódio. A GS Racing Team, em Fiat Punto, terminou como a melhor equipa da Divisão 3, fechando a prova na sétima posição final.

    Classificação final

    1.º Team Kartódromo Baltar (Peugeot 208) – 6h00m33,624s
    2.º AJM Motorsport (Peugeot 106) – a 6 voltas (1.º Divisão 2)
    3.º Team SJMB (Toyota Corolla) – a 10 voltas
    4.º RJ Racing Team (Peugeot 206) – a 11 voltas
    5.º Filauto Racing (Fiat Punto) – a 12 voltas

    Com mais uma edição memorável, as 6 Horas Ralicross Paulo Sérgio reafirmaram-se como uma das provas mais duras e carismáticas do calendário nacional, encerrando a época com espetáculo, resistência e homenagem à história do ralicross português.

  • Final mundial do RallyX regressa a Montalegre em outubro de 2026

    Final mundial do RallyX regressa a Montalegre em outubro de 2026

    O Circuito Internacional de Montalegre foi escolhido para receber a RallyX Global Final 2026, que se disputará entre 23 e 25 de outubro, reunindo algumas das principais estrelas europeias e norte-americanas do rallycross. Esta será a segunda passagem do campeonato pela pista barrosã, depois da estreia realizada em março, evento que contou com mais de 70 pilotos de 15 países e atraiu mais de 10 mil espectadores.

    A prova é promovida pela estrutura liderada pelo antigo piloto Andreas Eriksson e pretende afirmar-se como uma verdadeira “final dos campeões”, colocando frente a frente os melhores pilotos e carros das séries RallyX North, RallyX South e RallyX Americas.

    A RallyX Global Final contará com dez categorias em competição, destacando-se a estreia competitiva na Europa da classe FC1, composta por potentes viaturas 4×4 elétricas com cerca de 1.000 cv. Estes modelos já tinham sido demonstrados em Montalegre pelo norte-americano Tanner Foust, mas será agora a primeira vez que competirão oficialmente no continente europeu.

    Para além dos FC1, estarão igualmente presentes as classes FC2 Pro e Pro Am, Supercar Lites, Open 4WD Pro e Pro Am, Open 2WD Pro e FWD, Crosscar e Crosscar Junior, garantindo um alinhamento diversificado e altamente competitivo.

    No final do evento, pilotos e equipas participarão numa gala de consagração dos campeões de 2026, a realizar junto ao Castelo de Montalegre, reforçando a ligação entre o circuito e o património histórico da região.

    Calendário RallyX 2026 culmina em Portugal

    A temporada 2026 do RallyX contará com um calendário alargado, dividido por três regiões — Europa do Norte, Europa do Sul e América do Norte — culminando com a grande final mundial em Portugal.

    Na RallyX North, estão previstas provas em Tierp Arena (Suécia), Honkajoki (Finlândia), Älvsbyn (Suécia), Nysum (Dinamarca) e Buxtehude/Estering (Alemanha). A RallyX South passará por Mayenne (França, sujeita a confirmação), Valkenswaard (Países Baixos) e Estering (Alemanha). Já a RallyX Americas terá etapas em Crandon International Raceway, Eldora Speedway, nos Estados Unidos, e no Grande Prémio de Trois-Rivières, no Canadá.

    A RallyX Global Final 2026, em Montalegre, encerrará a época entre 23 e 25 de outubro, colocando Portugal no centro do rallycross mundial.

  • FPAK incentiva jovens pilotos com inscrições gratuitas no Ralicross e Kartcross em 2026

    FPAK incentiva jovens pilotos com inscrições gratuitas no Ralicross e Kartcross em 2026

    A Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting (FPAK) reforça o seu compromisso com a formação e renovação das gerações mais jovens do desporto motorizado nacional, anunciando um novo pacote de incentivos direcionado ao Ralicross e ao Kartcross. Depois do sucesso das iniciativas FPAK Júnior Team nos Ralis, Velocidade e Montanha, é agora a vez destas duas modalidades beneficiarem de medidas de apoio dedicadas.

    Para a temporada de 2026, a FPAK irá suportar os custos de inscrição de todos os pilotos que participem no Campeonato de Portugal de Iniciados de Ralicross e no Troféu Júnior de Kartcross, abrangendo todas as provas que compõem os respetivos calendários. Trata-se de uma medida que visa facilitar o acesso de novos talentos às competições nacionais, reduzindo barreiras financeiras e incentivando a entrada de jovens pilotos nestas disciplinas de crescimento contínuo.

    Este apoio representa mais um passo estratégico na política de desenvolvimento da FPAK, que procura criar condições para que cada vez mais jovens vejam no automobilismo uma opção acessível e atrativa, promovendo simultaneamente a captação de talento e a evolução desportiva desde as bases.

    “A aposta nos mais novos é uma prioridade. E o Ralicross e o Kartcross são uma porta de entrada para novos pilotos. Queremos que o talento se imponha, e se pudermos contribuir de alguma forma, tanto melhor. Ao suportarmos os custos de inscrição, estamos a abrir as portas para que mais jovens possam fazer do automobilismo o seu desporto de eleição”, afirmou Ni Amorim, presidente da FPAK.

    Com estas novas medidas, a FPAK reforça a sua visão de futuro, promovendo sustentabilidade desportiva, crescimento das grelhas de partida e maior diversidade de participação nas categorias de iniciação.

  • Adão Pinto fecha época no Ralicross com balanço positivo e foco em 2026

    Adão Pinto fecha época no Ralicross com balanço positivo e foco em 2026

    Adão Pinto, piloto de Abragão (Penafiel) que compete ao volante de um Opel Astra na Categoria Nacional 2RM, encerrou a época desportiva com um balanço marcado pela determinação e pela capacidade de superar várias adversidades.

    Apesar dos contratempos mecânicos que afetaram algumas provas, o piloto manteve-se sempre entre os mais competitivos. Concluiu o Campeonato Nacional de Ralicross (CNRx) no 4.º lugar da geral da 2RM e garantiu ainda o 2.º lugar na Divisão 2.

    Na Taça de Portugal de Ralicross, uma avaria inesperada — a rutura de uma cavilha no seletor da caixa de velocidades — impediu-o de lutar pela vitória, terminando ainda assim num honroso 3.º posto da Divisão 3 da 2RM.

    “Mesmo com vários azares, conseguimos mostrar que estamos sempre na luta pelos lugares cimeiros. Saio desta época com sentimento de dever cumprido e com vontade de fazer ainda melhor”, afirmou o piloto.

    Adão Pinto destacou também o apoio que recebeu ao longo da temporada: “Quero agradecer de coração a toda a equipa, que esteve sempre ao meu lado, e a todos os patrocinadores. Sem eles nada disto seria possível. Agora vamos tentar reunir apoios para continuarmos fortes e, quem sabe, trazer mais um título para casa em 2026.”

    Entre os patrocinadores que tornaram possível esta época competitiva estão a BINITER – Terraplanagens e Aluguer de Máquinas, o Restaurante Casa Nova, o Minimercado e Talho Central de Abragão, Peroselo e Entroncamento, a Serrelharia Civil AFFAL – Ferro, Inox e Alumínio, os Alumínios Barros Lda, a Melhor Opção – Contabilidade e Seguros, Luís Fernandes, a ERF Toitures, o Restaurante Rocha, a BMP Construções Unipessoal Lda, a AMG Activa – Construções e Arquitetura, Álvaro Jorge Arquitetura, a Pedro Dias Design Invest Lda – Mobiliário e Cozinhas, a Pitglass, a Taberna Boa Esperança Café e o Município de Penafiel.

  • FPAK anuncia alterações regulamentares para o Ralicross e Kartcross em 2026

    FPAK anuncia alterações regulamentares para o Ralicross e Kartcross em 2026

    A Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting (FPAK) anunciou as principais alterações regulamentares para o Campeonato de Portugal de Ralicross (CPRx) e o Campeonato de Portugal de Kartcross (CPKx) da temporada de 2026, introduzindo mudanças significativas no formato das provas, pontuações e estrutura técnica de ambas as modalidades.

    No caso do Ralicross, o campeonato contará com sete provas, entre o final de março e outubro, numa cadência de uma competição por mês, e terminará com a realização da Taça de Portugal, que encerrará oficialmente a época. Em termos de classificação, cada piloto poderá eliminar o pior resultado obtido ao longo da temporada, o que permitirá maior equilíbrio competitivo.

    As provas passam a ter um programa composto por treinos livres, quatro corridas de qualificação, meias-finais e finais, sendo abolidos os treinos cronometrados. Os treinos livres mantêm o regulamento de 2025, e as grelhas de partida da primeira corrida de qualificação serão determinadas por sorteio, enquanto as seguintes dependerão da classificação obtida na corrida anterior. Não haverá warm-up no domingo, e o número de voltas passará a ser de quatro nas qualificações, cinco nas meias-finais e sete nas finais.

    Entre as novidades mais relevantes está a abolição dos corredores de partida e das linhas de Joker Lap, sendo agora permitido cumprir a Joker Lap na primeira volta, exceto nas pistas de Sever do Vouga e Mação. O aquecimento de pneus na pré-grelha passa a ser expressamente proibido, e as partidas serão realizadas através de sequência de semáforo com quatro luzes vermelhas, desaparecendo assim a tradicional bandeira vermelha e a placa dos cinco segundos. Os treinos privados nas pistas das provas serão permitidos até 15 dias antes de cada evento.

    Em termos técnicos, o regulamento de 2026 introduz também a criação da nova Divisão 1.6 para a categoria de Iniciados, destinada a viaturas com cilindrada entre 1001 e 1600 cm³, de acordo com o regulamento técnico de 2023, mantendo-se em simultâneo a atual Divisão 1.0.

    No Campeonato de Portugal de Kartcross (CPKx), as alterações seguem uma linha semelhante. O calendário contará igualmente com sete provas, de março a outubro, e uma Taça de Portugal no fecho da temporada. Tal como no Ralicross, os pilotos poderão descartar o pior resultado obtido durante o ano. O programa das provas será idêntico, com treinos livres, quatro corridas de qualificação, meias-finais e finais, sem treinos cronometrados.

    As grelhas de partida da primeira corrida de qualificação serão definidas por sorteio, e nas seguintes aplicar-se-á a ordem inversa da classificação anterior. Cada série das corridas de qualificação será composta por cinco pilotos com partida em linha, sendo reorganizadas de acordo com a classificação obtida na corrida anterior. As meias-finais serão disputadas pelos 20 melhores classificados após as quatro qualificações, com 10 viaturas em cada uma, e os cinco melhores de cada meia-final garantirão o acesso à final, que contará assim com 10 carros.

    Tal como no Ralicross, não haverá warm-up no domingo, e o número de voltas será ajustado: cinco nas corridas de qualificação, seis nas meias-finais e sete nas finais. Mantém-se a proibição do aquecimento de pneus na pré-grelha, e as partidas também passam a ser efetuadas exclusivamente com semáforo de quatro luzes vermelhas, eliminando-se os antigos sinais manuais. Os treinos privados continuarão autorizados até 15 dias antes de cada prova.

    Do ponto de vista técnico, a regulamentação de 2026 confirma a utilização de motores 600 e MT09 de série, reforçando a aposta na competitividade e fiabilidade das viaturas.

    Com estas alterações, a FPAK pretende reforçar a dinâmica desportiva, a igualdade de oportunidades e a sustentabilidade técnica das duas competições, tornando o Ralicross e o Kartcross mais acessíveis, equilibrados e atrativos para pilotos, equipas e público.

  • Tiago Ventura estreia-se na Taça de Portugal de Ralicross em Mação

    Tiago Ventura estreia-se na Taça de Portugal de Ralicross em Mação

    O jovem piloto albicastrense Tiago Ventura, de apenas 17 anos, vai marcar presença pela primeira vez na Taça de Portugal de Ralicross, prova organizada este ano pelo Clube Automóvel de Mação.

    Depois de disputar a sua segunda época no Campeonato de Portugal de Ralicross, Ventura concluiu a temporada com um 4.º lugar na Divisão 1 e 7.º na categoria 2RM, resultados que confirmam a evolução do piloto da Beira Baixa.

    “Evoluí muito nestes dois anos, tanto a nível pessoal como como piloto. Foi fruto de muito trabalho e do apoio incondicional da minha equipa. Este ano foi um pouco atípico, mas conseguimos andar sempre nos lugares cimeiros, com bons tempos nas qualificações. A sorte nas finais é que teima em não aparecer”, referiu Tiago Ventura.

    Apesar das contrariedades, o jovem da SVRXTeam mantém a determinação intacta:

    “Na nossa equipa não existe a palavra desistir. Depois de reunir com os parceiros que têm sido fundamentais na minha evolução, decidimos estar presentes em Mação para disputar a minha primeira Taça de Portugal. Vamos com a garra que nos caracteriza e com o objetivo claro de quebrar a malapata e lutar pelo lugar mais alto do pódio, até porque na última prova já mostrámos um bom andamento.”

    Para esta participação, Tiago Ventura conta com o apoio dos seus habituais patrocinadores: Metrocar, Beira Baixa – Terras de Excelência, Crisdietética, LLP Soluções, Rolpel, Liqui Moly, GoShop, Anpal – João Outão Unipessoal, Scancar, Porque Será Automóveis, XPower, Código 912 e SV Auto.