Categoria: Ralis

  • Óscar Palomo e ‘Xavi’ Moreno vencem 1ª prova da Peugeot Rally Cup Ibérica

    Registando os melhores tempos em quatro das cinco Especiais que hoje se correram nas serras do Minho (das oito que estavam inicialmente previstas), a dupla espanhola Óscar Palomo / ‘Xavi’ Moreno chamou a si a vitória na jornada inaugural da Temporada 5 daPeugeot Rally Cup Ibérica , a 1a Etapa do Rally Serras de Fafe – Felgueiras – Cabreira e Boticas, numa quilometragem reduzida em face da intempérie que se abateu sobre a região, com consequência para o estado dos troços.

    Aproveitando o facto de contar com uma ordem de entrada nos troços um pouco mais favorável do que a dos seus adversários, o piloto madrileno começou por infligir um duro golpe nas pretensões dos demais, conquistando logo na primeira classificativa do dia um avanço considerável, para depois continuar a cimentar a sua liderança do longo do rali. No final reuniu um pecúlio de pontos que o colocam, bem como ao seu navegador, na liderança provisória dos rankings da copa.

    Atrás de si terminaram Ernesto Cunha / Rui Raimundo e Ricardo Sousa / Luis Marques, duplas que se entregaram à luta possível pelos restantes lugares do pódio, eles que beneficiaram do abandono de Pedro Antunes / Paulo Lopes, numa altura em que tentavam chegar ao 1o lugar.

    Destaque-se o plantel de 14 Peugeot 208 Rally4 que, ao longo deste muito chuvoso dia de sábado, tentou evoluir o máximo que pôde nas cada vez mais destruídas classificativas em terra da região, sendo que, apesar das dificuldades visíveis, voltou a ficar patente a elevada robustez mecânica e fiabilidade das máquinas francesas, devendo-se os abandonos a outros fatores.

    Findo este rali, a Peugeot Rally Cup Ibérica 2022 irá rumar à envolvente de Mortágua, para o segundo encontro do ano, de um total de seis, que se espera venha a ser também muito disputado. Será no fim-de-semana de 29 e 30 de abril, no Rali de Mortágua.

  • Luís Morais conquista pódio na estreia no CPR 2RM e top 5 na Peugeot Rallye Cup Ibérica!

    Luís Morais e Helena Maia rubricaram uma fantástica exibição no Rali Serras de Fafe-Felgueiras-Cabreia e Boticas, prova onde se estrearam no Campeonato de Portugal de Ralis 2RM. Ultrapassando a dureza extrema da prova, levaram o Peugeot 208 Rally4 ao 3º lugar no CPR 2RM, e ao 5º posto na Peugeot Rallye Cup Ibérica.

    A prova do CPR contemplava a Fafe Street Stage de sexta à noite e todo o traçado da jornada de sábado. Cerca de 110 quilómetros que se tornaram numa aventura, mercê das terríveis condições atmosféricas que se abateram sobre a zona onde o rali se desenrolou.

    E o rali foi tudo menos fácil. Lembra o piloto lousadense que “logo no shakedown sofremos um furo, o que limitou o contacto com o carro e o tempo disponível para o afinar. Mesmo assim e fruto do excelente trabalho da PT Racing, o Peugeot ficou ótimo e seria um excelente aliado ao longo do rali”.

    Luís Morais brilhou logo na especial noturna, no centro urbano de Fafe. Perante milhares de espetadores, levou o Peugeot ao 2º tempo nas contas do CPR 2RM, provando, uma vez mais, toda a sua rapidez.

    Só que, na manhã de sábado, Luís Morais e Helena Maia tiveram tudo menos facilidades. Mal começaram os quilómetros da 2ª PEC, a dupla começou a sofrer “com o embaciamento total dos vidros, por falha no sistema e fomos sempre sofrendo desse problema até ao fecho das classificativas da manhã”. Mesmo assim, regressavam ao parque de assistência no 3º lugar das contas do CPR Duas Rodas Motrizes e no 6º posto da competição reservada aos 208 Rally4, após rubricarem o 3º melhor tempo por duas vezes, sendo 4ºs classificados na outra especial percorrida em condições normais, tendo uma PEC sido anulada, a exemplo do que sucederia na secção da tarde.

    Resolvido o problema, Luís Morais conseguiu “intensificar o ritmo, mas sempre com cautelas. Os pisos estavam muito degradados e não queríamos, de forma alguma, cometer qualquer erro”.

    Logo em Cabeceiras de Basto 2, venceram a especial, foram terceiros na especial seguinte e, depois, entraram em “velocidade cruzeiro”, para chegarem ao pódio em Fafe, garantindo um preciso 3º lugar no CPR 2RM, conseguindo ainda subir ao 5º lugar na Peugeot Rallye Cup Ibérica.

    À chegada a Fafe, o piloto de Lousada sentia-se “muito feliz. Foi uma estreia muito positiva, para lá dos objetivos que tínhamos traçado. Um pódio logo a abrir no CPR 2RM e o 5º lugar final na Peugeot Cup são dois prémios incríveis, mas que, julgo, são justos por tudo quanto eu e a Helena fizemos na prova. Quero aproveitar para agradecer à Helena Maia pelo fantástico trabalho de navegação, à PT Racing e ao Paulo Antunes pelo trabalho incrível que realizaram comigo e com o carro, à minha família e aos meus patrocinadores”.

  • Rally Serras de Fafe-Felgueiras-Cabreira e Boticas: Armindo Araújo triunfa no CPR

    Empenhado em terminar o dia na frente do CPR, Armindo Araújo esteve insuperável e manteve o terceiro lugar absoluto, entrando com o pé direito no campeonato, terminando destacaso de Miguel Correia (Skoda Fabia Rally Evo), Bruno Magalhães (Hyundai i20 N Rally2) e José Pedro Fontes (Citroen C3 Rally2).

    Armindo Araújo, acompanhado por Luís Ramalho, venceu de forma inequívoca a primeira prova do Campeonato de Portugal de Ralis. O piloto do Skoda Fabia Rally 2 dominou por completo o segundo dia do Rali Serras Fafe (nas contas do CPR) e não deu quaisquer hipóteses aos seus adversários na prova de abertura da temporada 2022. 

    Armindo Araújo, acompanhado por Luís Ramalho, venceu de forma inequívoca a primeira prova do Campeonato de Portugal de Ralis. O piloto do Skoda Fabia Rally 2 dominou por completo o segundo dia do Rali Serras Fafe (nas contas do CPR) e não deu quaisquer hipóteses aos seus adversários na prova de abertura da temporada 2022. 

    Numa etapa marcada pelas difíceis condições dos pisos, Armindo Araújo esteve irrepreensível ao ser o mais rápido ao longo de todas as classificativas disputadas no dia de hoje, onde obteve a pontuação máxima na prova organizada pela Demoporto. “Fizemos uma etapa quase perfeita e conseguimos o nosso principal objetivo para este rali, que era vencer para o CPR. Foi um dia muito duro, os pisos estavam em condições muito difíceis, mas conseguimos superar as adversidades e vencer todas as especiais. Somamos os vinte e oito pontos possíveis e não podíamos estar mais satisfeitos. A equipa fez um trabalho fantástico e estamos todos de parabéns”, disse o piloto de Santo Tirso. 

    O espanhol Nil Solans (VW Golf GTi R5) vai partiu, este domingo, para o último dia do Rally Serras de Fafe-Felgueiras-Cabreira e Boticas com uma margem de 1m44.4s face ao estónio Georg Linnamae (VW Golf GTi R5), reforçando o seu favoritismo para vencer esta ronda de abertura do Campeonato da Europa, depois de uma jornada de sábado vitoriosa para a dupla Armindo Araújo/Miguel Ramalho (Skoda Fabia Rally 2 Evo), que triunfou, de forma destacada, na prova pontuável no Campeonato de Portugal de Ralis (CPR).

    Ao longo de um dia em que os pilotos se debateram com condições bastante difíceis, na sequência de uma chuva persistente que deixou os pisos de terra das classificativas com muita lama e inúmeros lençóis de água – a segunda passagem pelo troço de Boticas foi cancelada por razões de segurança –, Solans nem por isso deixou de se destacar. E na parte final até conseguiu adaptar-se melhor ao estado das “especiais” para colocar a diferença para o estónio superior a um minuto.

  • Checo Erik Cais é o primeiro líder após a Fafe Street Stage

    A dupla checa Erik Cais/Petr Tesinsky (Ford Fiesta R5 MK II) é a primeira líder do Rali Serras de Fafe-Felgueiras-Cabreira e Boticas, depois de ter sido a mais rápida, na noite desta sexta-feira, na Fafe Street Stage, super-especial de abertura da primeira prova do Campeonato da Europa e do Campeonato de Portugal.

    No centro da cidade de Fafe, perante uma excelente moldura humana e num traçado de 1.430 metros, Cais superiorizou-se a Miguel Correia (Skoda Fabia Rally2 Evo), que passou a ser o piloto português melhor classificado (2º), e a Miklos Csomos (Skoda Fabia Rally2 Evo) por uma margem de 0.6s, sendo que os três primeiros ficaram separados, como seria previsível, por menos de um segundo.

    Quem não começou da melhor forma foi o campeão em título, Ricardo Teodósio, que na estreia do Hyunday i20 N Rallye2 perdeu 4 segundos para os mais rápidos efoi apenas 18º. Armindo Araújo (Skoda Fabia Rally2 Evo) foi sexto e Bruno Magalhães (Hyundai i20 N Rally2) o décimo primeiro.

    CLASSIFICAÇÃO APÓS PEC 1 – Fafe (1,43 km)

    1º, Erik Cais /Petr Tesinsky (Ford Fiesta R5 MK II), 1m26,5s

    2º, Miklos Csomos/Attila Nagy (Skoda Fabia Rally2 Evo), a 0.6

    3º, Miguel Correia/Jorge Carvalho (Skoda Fabia Rally2 Evo), a 0.6

    4º, Nil Solans/Marc Marti (VW Polo GTi R5), a 0.7

    5º, Ken Torn/Kauri Pannas (Ford Fiesta R5 MK II), a 1.2

    6º, Armindo Araújo/Miguel Ramalho (Skoda Fabia Rally 2 Evo), a 1.3

    7º, Simone Tempestini/Itu Sergiu (Skoda Fabia Rally2 Evo), a 1.4

    8º, Georg Linnamae/James Morgan (VW Polo GTI R5), a 1.8

    9º, Norbert Herczig/Igor Bacigal (Skoda Fabia Rally2 Evo), a 1.8

    10º, Ruben Rodrigues/Estevão Rodrigues (Citroen C3 Rally2), a 2.2

    11º, Bruno Magalhães/Carlos Magalhães (Hyundai i20N Rally2), a 2.3

    12º, Manuel Castro/Ricardo Cunha (Skoda Fabia Rally2 Evo), a 2.4

    13º, José Pedro Fontes/Inês Ponte (Citroen C3 Rally2), a 3.0

    14º, Lukasz Kotarba/Tomasz Kotarba (Citroen C3 Rally2), a 3.4

    15º, Alberto Battistolli/Simone Scattolin (Skoda Fabia Rally2 Evo), a 3.5

    Este sábado, a partir das 7h20, os pilotos têm pela frente um logo dia, sob previsão de chuva e de pisos enlameados, com uma passagem dupla pelas classificativas de Boticas (15,05 km), Cabeceiras de Basto (10,84 km), Vieira do Minho (16,93 km) e Luílhas (11,86 km), estando o final previsto para as 19h25, em Fafe.

  • Pedro Almeida e Mário Castro com novas metas

    Mário Castro é o novo navegador de Pedro Almeida e a dupla vai juntar-se aos comandos do Skoda Fabia Rally2 da The Racing Factory.

    Trata-se de um novo projeto do piloto de Famalicão, depois de dois anos ao volante de um carro de duas rodas motrizes. «Os passos que demos antes foram com objetivo de evoluir para o regresso ao volante de um Rally2 e conseguimos reunir um conjunto de apoios que nos faz pensar numa temporada de 2022 com optimismo» diz Pedro Almeida.

    A escolha de Mário Castro foi feita a pensar no regresso ao Campeonato de Portugal de Ralis(CPR), que o navegador tão bem conhece. «O Mário Castro é um navegador experiente, capaz de me ajudar nesta fase de regresso ao CPR e aos comandos deste novo carro» acrescentou o piloto.

    Pedro Almeida continua a ser dos mais jovens pilotos do campeonato em Portugal e realça que nesta fase pretende acima de tudo melhorar os registos no CPR. «Nos dois últimos anos optamos por fazer uma reaprendizagem nos Rally4 e com muitas experiências diferentes, nomeadamente os ralis fora de Portugal, que acrescentaram conhecimento, capacidade e um desafio que nos deixa, creio, melhor preparados para este regresso ao campeonato».

    O Skoda Fabia Rally2, preparado pela The Racing Factory é ligeiramente diferente daquele que o piloto conduziu em 2019 mas Pedro Almeida confia numa rápida adaptação. «Já conheço a estrutura, um pouco do carro, e da análise que fizemos, esta é o que julgamos ser a melhor combinação para enfrentar este novo desafio».

  • Lucas Simões estreia-se no Campeonato de Portugal de Ralis e aposta em época de evolução

    Aos 23 anos, Lucas Simões é apontado como uma das grandes esperanças dos ralis nacionais e vai estrear-se entre a elite do Campeonato de Portugal de Ralis;

    Campeão Norte de Ralis em 2020, já depois de se ter sagrado vice-campeão em 2019, na sua primeira época ao volante de um carro de quatro rodas motrizes, Lucas Simões é apontado como um dos jovens talentos em ascensão no mundo dos ralis em Portugal.

    Em 2021, o piloto bracarense apostou no ‘salto’ para o Hyundai i20 R5, com um programa nos ralis de asfalto do campeonato galego, na vizinha Espanha. A experiência permitiu-lhe evoluir em ralis completamente desconhecidos e a nova época, que se inicia este fim de semana, trará um desafio renovado: estrear-se no principal escalão dos ralis nacionais, o Campeonato de Portugal de Ralis.

    Acompanhado por Nuno Almeida, Lucas Simões começa o seu programa no CPR no tradicional Rali Serras de Fafe-Felgueiras-Cabreira e Boticas, a sua primeira prova em pisos de terra com o i20 R5.

    “Encarámos a época de 2022 como um ano de evolução, já que vamos conhecer o carro em pisos de terra e disputar ralis do CPR, naturalmente mais extensos e competitivos do que os ralis do campeonato Norte”, afirmou Lucas Simões. “Tanto eu como o Nuno (Almeida) e toda a equipa sabemos que é preciso evoluir de forma consistente, acumular quilómetros em competição sem estabelecer, para já, qualquer meta em termos de resultados. Sou um piloto jovem, tenho feito um percurso ascendente e quero continuar nessa linha de evolução”, referiu o jovem piloto minhoto, que destacou também “o apoio dos nossos parceiros e patrocinadores, que confiaram em mim e no nosso projeto para 2022. Estamos prontos para o início da época, num rali que normalmente tem milhares de espectadores nos troços e do qual guardo boas recordações, pois venci em Fafe e Felgueiras na época em que conquistei o título Norte, em 2020”, recordou.

    Pontuável também para o Campeonato da Europa FIA (ERC), o Rali Serras de Fafe-Felgueiras-Cabreira e Boticas começa esta sexta-feira (dia 11), com a Super Especial na cidade de Fafe. No sábado, os concorrentes do Campeonato de Portugal de Ralis disputam oito classificativas de terra: as duplas passagens por Boticas (15,05 km), Cabeceiras de Basto (10,84 km), Vieira do Minho (16,93 km) e Luílhas (11,86 km).

  • José Pedro Fontes e Inês Ponte apontam ao título absoluto

    O Citroën Vodafone Team pretende lutar pelas vitórias em todas as oito jornadas do Campeonato de Portugal de Ralis 2022 e, com isso, apontar ao título absoluto que José Pedro Fontes já saboreou por duas vezes, o último dos quais com a sua navegadora Inês Ponte.

    Será na “Catedral” minhota dos ralis, nas classificativas da região e serras de Fafe, que terá início o projeto do Citroën Vodafone Team para o Campeonato de Portugal de Ralis de 2022, uma edição que a formação oficial da marca francesa pretende tornar memorável, uma vez alcançado o objetivo a que se propõe: a conquista dos títulos de 2022, de Pilotos e Navegadores, resultado que o seu piloto José Pedro Fontes já alcançou por duas vezes, em 2015 e 2016, o último dos quais contando ao seu lado com a sua fiel e conceituada navegadora Inês Ponte.

    O Rally Serras de Fafe-Felgueiras-Cabreira e Boticas servirá, assim, de comprovativo para todo o trabalho aplicado no C3 Rally2 que a equipa baseada na região de Baltar tem vindo a fazer desde o final da época passada, com base nos mais recentes desenvolvimentos que a divisão de Competição Cliente da Citroën Racing (integrada na estrutura da Stellantis Motorsport) tem disponibilizado para a sua máquina maior para o mundo dos ralis na sua categoria.

    “O objectivo é decididamente esse, a cada início do CPR, e este ano não é diferente”, começa por explicar José Pedro Fontes. “O facto de representarmos uma estrutura oficial de uma marca, no caso a Citroën, com um conjunto de fiéis patrocinadores, em que se destaca o investimento de há muito da Vodafone Portugal, tendo à nossa volta toda uma equipa que nos acompanha e connosco festeja os bons momentos e sofre nos menos bons, obriga a que tenhamos que colocar a fasquia o mais alto possível, em termos de onde pretendemos chegar. Claro que as coisas nos ralis evoluem segundo condicionamentos e situações de vária ordem, mas também estamos conscientes das nossas valências e da qualidade do C3 Rally2, uma das viaturas mais avançadas do mundo dos ralis na categoria Rally2, com que disputamos os títulos do CPR”.

    “Assim sendo, sabendo que temos capacidade para lá chegar, ‘apenas’ temos de ser melhores do que os nossos adversários e, com isso, conquistar a vitória em cada um dos oito ralis do CPR ou, na pior das hipóteses, terminar sempre num dos lugares do pódio, e com isso acumular uma pontuação que nos permita, no final do ano, festejar os títulos”, acrescentou.

    “A época de 2022 será uma temporada muito exigente, nomeadamente nesta fase inicial em que, para além do excelente plantel que vamos ter de pilotos nacionais, com um conjunto de máquinas de última geração, contaremos com adversários internacionais – que é certo, não nos roubam pontos – por o CPR começar com três jornadas internacionais, dois ralis do Europeu e mais o Vodafone Rally de Portugal, pontuável para o WRC, todas elas em pisos de terra e pedra solta, um terreno onde nos dois últimos anos me senti menos à vontade mas que, fruto das mais recentes evoluções da Citroën Racing permitirá que, este ano, tenhamos outra palavra a dizer. Após os quatro ralis em terra da primeira metade do ano, o CPR prossegue com quatro provas em asfalto, um tipo de piso onde, ao longo dos últimos anos, temos comprovado as excelentes valências do nosso carro e onde, nesta época, voltaremos a estar na discussão dos lugares da frente e, com isso, dos títulos nacionais de ralis. Assim é com natural confiança que encaramos não só este primeiro rali do ano, mas toda a época de 2022”.

  • Hyundai ao ataque em Fafe com Teodósio e Magalhães!

    O Team Hyundai Portugal está de regresso ao Campeonato de Portugal de Ralis, com o Rally Serras de Fafe, Felgueiras, Cabreira e Boticas.

    Para a época de 2022, a Hyundai Portugal volta a apostar no formato de duas duplas de pilotos, com palmarés de luxo, a defender as cores do Team Hyundai Portugal. Ao lado do experiente piloto Bruno Magalhães, navegado por Carlos Magalhães, para esta época a equipa terá a dupla de campeões nacionais em título Ricardo Teodósio e José Teixeira.

    Já depois de testarem os Hyundai i20 N Rally2 os pilotos estão com ambição em alta e ansiosos para o arranque da época 2022 em pisos de terra, desta vez a Norte de Portugal. “Estamos muito satisfeitos com o desempenho do nosso Hyundai i20 N Rally2 e acreditamos que vamos ser bastante competitivos. Tivemos oportunidade de testar o nosso Hyundai e estamos neste momento a ultimar toda a preparação do mítico Rally Serras de Fafe.”, refere Ricardo Teodósio.

    Bruno Magalhães afirma que “Estávamos com saudades do Hyundai i20 N Rally2, que tivemos a oportunidade de testar recentemente. As sensações com a nossa máquina foram bastante positivas e a nossa ambição está bem alta para este primeiro Rali do Campeonato de Portugal de Ralis. Estamos totalmente concentrados na luta pelo primeiro lugar.”

    O Rally Serras de Fafe, Felgueiras, Cabreira e B contará ainda com a estreia do Team Hyundai N M.&Costas Q8, com a dupla de pilotos Pedro Meireles e Pedro Alves ao volante do Hyundai i20 N Rally2.

  • Luís Morais preparado para a estreia no CPR

    O piloto lousadense inicia a sua caminhada no Campeonato de Portugal de Ralis 2022 já amanhã, no desafiante Rali Serras de Fafe-Felgueiras-Cabreira e Boticas. Navegado por Helena Maia, vai fazer os primeiros quilómetros competitivos aos comandos do Peugeot 208 Rally4 preparado pela PT Racing.

    Faltam menos 24 horas para Luís Morais e Helena Maia colocarem os capacetes e começarem a saborear o desafio de fazerem parte do rico plantel do Campeonato de Portugal de Ralis de Duas Rodas Motrizes.

    Este é um “upgrade” na carreira do piloto e da navegadora e é encarado como tal. Para a dupla que defende as cores da Morais Construct e da Relax Car o objetivo para a prova inaugural do CPR é claro: “temos noção que não poderia existir prova mais desafiante para uma estreia no campeonato mais importante da modalidade. Por isso, vamos claramente ser cautelosos e andar rápido, mas sempre dentro dos limites e com margem de segurança. Neste primeiro ano no CPR, é importante acabar provas, pontuar e, sobretudo, fazer muitos quilómetros em competição para ganharmos experiência e confiança”, assume Luís Morais.

    O rápido piloto lousadense lembra ainda que “vamos enfrentar grandes adversários, muito rápidos e com muito mais experiência do que nós. Mas também temos consciência do nosso valor e temos feito um enorme esforço na nossa preparação física e na adaptação ao Peugeot 208 Rally4, carro fabuloso, mas que exige muito trabalho até poder extrair dele todo o potencial que tem, sem receio”, destacando a “preciosa ajuda que me tem sido dada pela PT Racing, principalmente pelo Paulo Antunes, cujos conselhos e sugestões têm sido muito importantes para a minha evolução como piloto”.

    Quanto à prova do Demoporto, a dupla optou por “competir apenas no programa do CPR. É o nosso foco e é onde competimos e queremos concentrar-nos nesse desafio que já representa um passo enorme na carreira. Mas, mesmo competindo sexta e sábado, temos pela frente um desafio tremendo. 110 quilómetros de classificativas muito técnicas e que não perdoam erros”.

    Luís Morais salienta ainda que “depois, se já com piso seco, seria uma rali difícil, a chuva que tem caído e que se prevê possa cair durante a prova, vai dificultar ainda mais, sobretudo a todos quantos como nós compitam no CPR e com carros de duas rodas motrizes. Passamos após todo o pelotão do Europeu e prevejo que, sobretudo nas segundas passagens, venhamos a deparar com pisos destruídos e onde qualquer toque, qualquer erro, poderá deitar tudo a perder”.

    O craque lousadense remata lembrando que o rali terá um momento muito especial: “não vemos hora de chegarmos à Street Stage inicial. Correr nas ruas de Fafe e perante o imenso público que costuma acorrer à especial, será, com toda a certeza, um momento espetacular e motivador para nós”.

  • Rali Serras de Fafe-Felgueiras-Cabreira e Boticas: condições difíceis nos testes

    Chuva, pisos com lama e nevoeiro nas zonas mais altas serão, em termos gerais, o cenário que os pilotos do Rally Serras de Fafe-Felgueiras-Cabreira e Boticas têm pela frente, a partir desta próxima sexta-feira, na prova de abertura do Europeu e do Campeonato de Portugal de Ralis (CPR).

    Se na noite de sexta-feira, na super-especial (1,43 km) no centro da cidade de Fafe que vai abrir as “hostilidades”, é provável que a chuva não se faça sentir, mas nos dois dias seguintes a situação será bem diferente, com as previsões meteorológicas a indicarem uma elevada pluviosidade.

    Sábado, por exemplo, em que haverá uma dupla passagem por Boticas (15,05 km), Cabeceiras de Basto (10,84), Vieira do Minho (11,86 km) e Luílhas (11,86 km), nos primeiros três concelhos prevê-se queda de chuva persistente durante todo o dia. A situação melhorará, em princípio, para domingo, com menos chuva quando os pilotos fizerem a “ronde” (duas passagens) pelas classificativas de Montim (8,73 km), Seixoso (9,97 km), Santa Quitéria (9,18 km) e Lameirinha (14,83 km), que encerrará, com a “power stage”, a partir das 15h08, a parte competitiva do rali organizado pelo Demoporto.

    Esta quarta-feira, várias equipas estiveram a fazer testes na região de Fafe, e não só, encontrando nos pisos de terra condições semelhantes às que, previsivelmente, se farão sentir durante a prova. Quem apanhou um valente susto, e não passou disso mesmo, foi a italiana Rachele Somaschini, que capotou o seu Citroen C3 Rally2, mas depois de substituído o para-brisas prosseguiu os ensaios no troço da Pereira.

    Esta quinta-feira e a manhã de sexta estão reservadas aos reconhecimentos, sendo que neste último dia haverá treinos livres (13h00/14h30), estando a qualificação, no troço de Lagoa (3,04 km), para hierarquizar a escolha da ordem de partida, agendada para as 15h00.