Categoria: Ralis

  • Henrique Rodrigues e Daniel Rodrigues estão de volta em Castelo Branco!

    Henrique Rodrigues e Daniel Rodrigues estão de volta em Castelo Branco!

    A dupla duriense, natural de Tarouca e Lamego, regressa aos ralis no próximo Rali de Castelo Branco e Vila Velha de Ródão, nos dias 13 e 14 de junho, estreando uma nova viatura: o competitivo Škoda Fabia N5.

    Após uma ausência prolongada, motivada por problemas físicos do piloto, o regresso marca não só a recuperação de Henrique Rodrigues, como também o início de uma nova fase desportiva, agora com ambições renovadas. O objetivo principal deste regresso é claro: avaliar a condição física do piloto e testar a adaptação à nova máquina, numa eventual preparação de um projeto mais ambicioso para 2026.

    “Vai ser um regresso há muito esperado, que vai servir essencialmente para eu perceber como me sinto fisicamente, tendo em conta alguns problemas que surgiram no ano passado. Como este é um desporto muito exigente, voltamos nesta altura para avaliar se temos condições reais para montar um projeto coeso, dinâmico e estruturado em 2026”, explica Henrique Rodrigues.

    A grande novidade é o Škoda Fabia N5, viatura que se sagrou campeã Promo de Ralis em 2024 pelas mãos de Adruzilo Lopes, um dos nomes maiores do rali em Portugal. A preparação do carro está novamente a cargo da Matos Competições, de Carlos Matos, parceiro habitual da equipa e nome de referência no panorama nacional.

    “Este é um carro de outra geração, com potencial para elevar as nossas capacidades e levar este desafio a um novo patamar. Tivemos já a oportunidade de fazer os primeiros quilómetros ao volante, com o acompanhamento direto do Adruzilo Lopes, que muito nos ajudou a conhecer o carro e a entender as suas reações. Esta partilha de conhecimento com um piloto de topo deixa-nos honrados e ainda mais motivados”, refere ainda o piloto duriense.

    Nesta fase, os resultados em termos de classificação não são o objetivo principal. A prioridade é readquirir ritmo competitivo e adaptar-se ao novo carro. A decoração da viatura será apresentada nos próximos dias.

  • Rui Madeira de olhos postos no pódio no RallySpirit 2025

    Rui Madeira de olhos postos no pódio no RallySpirit 2025

    Rui Madeira e Paula Madeira estão de regresso ao RallySpirit, uma das provas mais emblemáticas do calendário nacional de ralis históricos, com a ambição clara de lutar por um lugar no pódio da competitiva Categoria Spirit.

    A dupla volta a confiar no fiável e competitivo Mitsubishi Lancer EVO III para enfrentar os 136,24 km cronometrados desta edição de 2025, repartidos por 13 provas especiais ao longo de três dias.

    Para Rui Madeira, campeão do mundo de ralis na categoria de Produção, o RallySpirit “é um dos momentos altos da nossa época. É um rali que participamos há vários anos e que tem um ambiente fantástico, especiais muito interessantes e para todos os gostos – um verdadeiro rali à antiga!”. O piloto português destaca ainda “a qualidade das máquinas, das equipas presentes e, sobretudo, o espírito que estas gerações de pilotos viveram nas décadas de 70, 80 e 90. Tudo isso faz desta prova um marco importante no panorama internacional dos Ralis Legends, de que Portugal se deve orgulhar.”

    Com um percurso renovado, a edição deste ano estreia duas novas especiais – Terras do Bouro Norte e Terras do Bouro Sul – além da classificativa Barcelos Oeste, agora disputada em sentido inverso. “É importante diversificar ano após ano, e isso mostra bem o cuidado da organização em tornar esta prova sempre atrativa”, sublinha Rui Madeira.

    Ao seu lado estará Paula Madeira, que regressa à competição após uma pausa desde novembro. A navegadora mostra-se entusiasmada com o regresso à baquet do lado direito: “Estou ansiosa e feliz por voltar. É uma alegria partilhar esta paixão ao lado do Rui. Estou confiante de que vamos fazer um bom rali e alcançar um lugar no pódio. Mais uma vez, agradeço aos nossos patrocinadores por tornarem este sonho possível.”

    A cerimónia de partida realiza-se hoje, quinta-feira, às 19h30, no icónico Jardim das Sobreiras, no Porto, com Barcelos a assumir o papel de centro nevrálgico da competição. O RallySpirit 2025 promete, uma vez mais, ser um verdadeiro festival de velocidade, emoção e nostalgia para os amantes dos ralis.

  • Rali Vinho da Madeira Renasce como Rali da Madeira em 2025

    Rali Vinho da Madeira Renasce como Rali da Madeira em 2025

    O emblemático Rali Vinho da Madeira passará a ser conhecido como Rali da Madeira a partir da edição de 2025, marcando uma nova fase para a prova de ralis mais antiga de Portugal, sempre organizada pelo mesmo clube. A alteração de nome, bem como outras novidades, visam impulsionar o evento a novos patamares, reforçando o seu prestígio internacional e o seu impacto na economia regional e na promoção turística da Madeira.

    A principal razão para a mudança de nome prende-se com a necessidade de adaptar-se às restrições e proibições de publicidade a bebidas alcoólicas no desporto automóvel, uma tendência global que visa promover um ambiente mais seguro e responsável. Ao desassociar-se da referência ao “Vinho”, o Rali da Madeira alinha-se com as práticas atuais do desporto internacional, protegendo a sua imagem e assegurando a sua continuidade a longo prazo.

    A prova, que em 2025 celebrará a sua 66.ª edição, é um motivo de orgulho para a Madeira e para o centenário Club Sports da Madeira, detentor do alvará de organizador. A sua longevidade é um testemunho do carinho e apoio incondicional da população madeirense ao longo de gerações, tornando o Rali da Madeira uma verdadeira festa do automobilismo, que convoca a participação de todos e dinamiza a economia regional.

    A edição deste ano do Rali da Madeira, conta com um aumento no valor dos apoios públicos. Com a nova estrutura do Governo Regional, a Secretaria Regional de Economia assumiu a tutela orçamental do Rali da Madeira, reconhecendo o papel da prova como um importante motor de dinamização económica e de promoção turística para a ilha. Este alinhamento estratégico visa maximizar o retorno do investimento público. O aumento da subvenção justifica-se pela falta de atualização nos últimos oito anos, período em que os custos de organização, logística, segurança e controlo da prova subiram significativamente, sendo essenciais para manter os elevados padrões de qualidade e segurança do evento.

    Com a nova designação e o reforço financeiro, o Club Sports da Madeira tem objetivos ambiciosos, sendo a prioridade manter a imagem e o prestígio internacional da marca “Rali da Madeira” e  manter a imagem emblemática que tem, como um dos melhores ralis de asfalto da Europa, para tal, é fundamental garantir a presença de pilotos e equipas estrangeiras de topo.
    A edição de 2025 trará algumas alterações importantes. Filipe Sousa assumirá as funções de diretor de prova, substituindo Pedro Melvill de Araújo. No que diz respeito ao percurso, o número de provas de classificação será reduzido de 15 para 13, com a saída da PEC de Câmara de Lobos.

    O Rali da Madeira 2025 confirmou a sua participação no projeto desportivo da Peugeot Rally Cup Ibérica, um troféu desenhado para atrair jovens pilotos de Portugal e Espanha, com provas em território ibérico e viaturas Peugeot 208 Rally 4, competitivas e acessíveis. Além disso, a organização do Club Sports da Madeira está em contacto com os promotores do Troféu Renault Clio Portugal, com o objetivo de incluir este troféu monomarca no calendário oficial de 2025.

    Com todas estas novidades, o Rali da Madeira promete uma edição de 2025 memorável, consolidando a sua posição como um dos eventos desportivos mais importantes da ilha e um ícone do automobilismo nacional e internacional.

  • Pedro Almeida: “muito feliz por esta vitória, desde o início do ano temos feito um bom trabalho”

    Pedro Almeida: “muito feliz por esta vitória, desde o início do ano temos feito um bom trabalho”

    Foi já depois da última tomada de tempos e à chegada ao parque fechado que Pedro Almeida e António Costa celebraram a vitória no Rally de Portugal, na prova pontuável para o Campeonato de Portugal de Ralis.

    O famalicense beneficiou da desistência de Kris Meek na ligação até ao final e celebrou a conquista que há tanto tempo procurava.

    “Muito feliz por esta vitória, especialmente porque desde o início do ano temos feito um bom trabalho, com bom andamento, mas por esta ou aquela razão não temos conseguido os resultados que ambicionamos. Fizemo-lo aqui, no “Melhor Rali do Mundo” e estou muito feliz por isso” começou por dizer o piloto, abraçado a António Costa, o navegador quem o acompanhou nesta conquista.

    “Para nós foi um rali muito regular, andamos sempre num ritmo muito bom, a lutar com os nossos adversários por um lugar no pódio, e no final, acabar no lugar mais alto foi um prémio pela persistência que temos tido, e acreditem, está aqui muito trabalho e de muita gente, a quem quero agradecer esta conquista” acrescentou o piloto.

    Nas 11 classificativas do Rally de Portugal pontuáveis para o CPR, Pedro Almeida e António Costa, com o Škoda RS Rally2 que está a ser preparado pela ARCspor, estiveram sempre irrepreensíveis. “O carro esta muito bom, divertimo-nos muito nos troços e sentimos a adrenalina do público, o que torna esta vitória ainda mais saborosa”.

    Esta foi a primeira vitória absoluta de Pedro Almeida no CPR. “É certo que hoje tocou-nos a sorte, que também nos faltou noutras ocasiões, mas isto são os ralis” rematou o piloto de Vila Nova de Famalicão.

  • Armindo Araújo: “A equipa fez um grande trabalho e estamos todos de parabéns”

    Armindo Araújo: “A equipa fez um grande trabalho e estamos todos de parabéns”

    Armindo Araújo, acompanhado por Luís Ramalho, voltou a subir ao pódio final de mais uma edição do Rali de Portugal para receber, pela décima quarta vez, a sétima consecutiva, o troféu de melhor piloto português, na prova organizada pelo Automóvel Club de Portugal. 

    Com o grande objetivo de ser o primeiro piloto nacional, nesta sua décima nona participação, na prova, o piloto de Santo Tirso geriu muito bem o seu andamento durante as vinte e quatro classificativas e chegou ao pódio de Matosinhos, visivelmente satisfeito com mais um histórico resultado para o seu palmarés.  

    “É um enorme orgulho voltar a subir ao pódio, no final de mais um Rali de Portugal, com o título de melhor português. Assumimos que o nosso grande objetivo era conseguir este resultado e não podíamos estar mais satisfeitos depois de quatro dias muito desafiantes e exigentes. A equipa fez um grande trabalho e estamos todos de parabéns. Este continua a ser o melhor rali do mundo e a maior festa do automobilismo no nosso pais, organizado de forma exemplar pelo ACP”, disse no final Armindo Araújo. 

    Com a fase de  terra do Campeonato de Portugal de Ralis, Armindo Araújo começará em breve  a preparar a segunda metade da temporada que terá o seu início com a disputa do Rali de Castelo Branco, na estrada entre os dias 13 e 14 de junho.

  • Sébastien Ogier (Toyota) conquista a sétima vitória no Vodafone Rally de Portugal

    Sébastien Ogier (Toyota) conquista a sétima vitória no Vodafone Rally de Portugal

    Vitória de Sébastien Ogier no Vodafone Rally de Portugal 2025 – a sétima do piloto francês na prova e a 63.ª da sua carreira no Campeonato do Mundo de Ralis (WRC). Depois de liderar cerca de dois terços da prova, o azarado Ott Tänak (Hyundai) terminou no segundo lugar, ainda assim com o mérito de ter sido o piloto com mais vitórias em especiais. O pódio ficou completo com Kalle Rovanperä (Toyota), em terceiro.

    Os oito títulos e as 63 vitórias no WRC conferem-lhe o estatuto de lenda do desporto mundial, mas nem os sucessos e muito menos a idade afetam a motivação ou mesmo a rapidez de Sébastien Ogier. Quinze anos depois de ter conquistado a primeira vitória no WRC, precisamente em Portugal, o francês de 41 anos (nasceu a 17 de dezembro de 1983) somou o 63.º triunfo da carreira e o sétimo na prova organizada pelo ACP. Ou seja, em década e meia, ganhou quase metade das edições em que participou e, este ano, de novo com uma das menores margens da história: 8,7 segundos. “Acho que é algo de que me posso orgulhar: continuar competitivo depois de todos estes anos. O carro esteve ótimo durante todo o fim de semana. Mostrámos mais uma vez que a gestão de corrida é uma arte que dominamos. Feliz… ganhar sete vezes em Portugal não é nada mau. O público empurrou-me desde os reconhecimentos. Foi uma luta difícil com o Ott e não foi justo com o problema que ele teve”, admitiu Ogier.

    Na segunda posição, a escassos 8,7 segundos, terminou o piloto que venceu maior número de classificativas – 12 – mas também o grande azarado da edição deste ano do Vodafone Rally de Portugal: Ott Tänak. O estoniano liderou a prova da segunda à 16ª classificativa, até a direção assistida do Hyundai o trair e o obrigar a perder umas boas dezenas de segundos. Uma infelicidade que o impediu de lutar por uma vitória no WRC, que lhe escapa desde 2022, mas também à Hyundai quebrar a invencibilidade da Toyota. “Hoje (sábado), foi sempre no limite. Depois da deceção de ontem, ou regressava a casa com o segundo lugar ou com o volante na mão! Pelo menos o desempenho deixa boas perspetivas para o futuro”, afirmou.

    Com apenas dois melhores tempos em classificativas, o campeão do mundo em título, o jovem Kalle Rovanperä, foi o terceiro classificado, com o piloto da Toyota Gazoo Racing a confessar que o resultado “não é uma surpresa. Foi um fim de semana longo e difícil para nós. Não conseguimos encontrar ritmo. Faltou-nos muita velocidade. Simplesmente não tivemos aderência, nem andamento. Temos de trabalhar nisso”.

    O campeão do mundo em título, Thierry Neuville (Hyundai), foi o quarto classificado, nunca tendo estado em posição de lutar pela vitória: “Não foi divertido, pois estive sempre em luta com o carro. Estou feliz por terminar, mas desiludido pela equipa. Merecíamos mais. Vamos continuar a lutar”.

    O japonês Takamoto Katsuta (Toyota) fechou o quinteto da frente, seguido do colega de equipa e atual líder do WRC, Elfyn Evans. “Não foi um fim de semana fácil. A sexta-feira foi dura e tornámos as coisas ainda mais difíceis para nós depois disso. Estamos desiludidos com o resultado e temos de melhorar na Sardenha”, afirmou o galês.

    O jovem Sami Pajari (Toyota) foi o sétimo classificado, precedendo a dupla da M-Sport Ford, Josh McErlean e Grégoire Munster.

    Sétima vitória no WRC2 de Oliver Solberg

    O sueco Oliver Solberg estreou-se a vencer na categoria WRC2, no Vodafone Rally de Portugal. O piloto do Toyota GR Yaris Rally2 dominou a prova desde o início e terminou com 51,8 segundos de avanço sobre Yohan Rossel. O sueco imprimiu um andamento fortíssimo na primeira etapa e ganhou uma vantagem que lhe permitiu gerir o andamento até final e vencer a categoria pela segunda vez este ano, repetindo o triunfo da Suécia. “Na sexta-feira, dei o máximo. Foi um fim de semana longo, o feeling foi bom e a equipa entregou-me um carro impecável. Os fãs aqui são incríveis, nunca vi tantas pessoas nas especiais em toda a minha vida”, referiu Solberg.

    A terceira etapa viveu da luta pelo segundo lugar entre Gus Greensmith (Skoda Fabia RS Rally2) e Yohan Rossel (Citroën C3 Rally2). O francês ascendeu ao segundo lugar no troço de Felgueiras, venceu as duas classificativas seguintes e garantiu a posição com 16,4 segundos de avanço para Gus. “Era impossível bater o Solberg. Aproveitamos para perceber como se comportavam os pneus Hankook no Citroën C3 e foi importante para preparar o Rali da Sardenha”, afirmou Rossel, que mantém o primeiro lugar no campeonato.

    O australiano Taylor Gill sentiu a pressão do sueco Mille Johansson na derradeira etapa, mas conseguiu segurar a liderança e conquistar a segunda vitória na categoria FIA Junior WRC. O turco Kerem Kazaz terminou em terceiro. Gill venceu também na categoria WRC3.

    Armindo Araújo o melhor português pela 14.ª vez

    Apenas quatro pilotos nacionais concluíram o Rally de Portugal. Armindo Araújo (Skoda) foi o melhor português ao terminar na 26ª posição. “É um orgulho enorme conseguir, pela décima quarta vez, terminar o Rali de Portugal como o melhor piloto nacional e voltar a subir ao pódio do que considero ser o melhor rali do mundo. Foram quatro dias muito exigentes, mas conseguimos sempre impor um ritmo seguro que nos permitiu gerir a prova sem qualquer problema mecânico. Apenas um furo na sexta-feira impediu que pudéssemos juntar a vitória no CPR a este excelente resultado, mas estamos muito satisfeitos com o desfecho deste rali”, sublinhou o piloto de Santo Tirso.

    Pedro Meireles concluiu a prova no 28.º lugar e venceu a FIA Masters Cup, competição destinada a pilotos com mais de 50 anos, enquanto Diogo Salvi (Ford) foi 29º e o terceiro melhor português. “Que festa — adorei! Fui muito lento, mas foi fantástico. Obrigado ao Axel (navegador), que para além de ter feito um trabalho magnífico, teve uma paciência incrível para me aturar. Também obrigado a toda a equipa da M-Sport, que fez um trabalho tremendo! Por fim, mas não menos importante, a minha família: sempre a reclamar, por estar à minha espera e, sobretudo, ao amor da minha vida por cuidar das crianças. Ela odeia ralis, mas esta noite vai ter um jantar tête-à-tête com champanhe” afirmou este empresário da área das tecnologias da informação, que decidiu realizar o sonho de conduzir um carro da categoria Rally1 no Vodafone Rally de Portugal. Diogo Marújo (Skoda) foi o quarto melhor português, terminando o rali na 33ª posição.

    Classificação final

    1º Sébastien Ogier/Vincent Landais (Toyota GR Yaris Rally1), com 3h:48.35,9

    2º Ott Tänak/Martin Järveoja (Hyundai I20N Rally1), a 8,7s

    3º Kalle Rovanperä/Jonne Halttunen (Toyota GR Yaris Rally1), a 12,2s

    4º Thierry Neuville/Martijn Wydaeghe (Hyundai I20N Rally1), a 38,5s

    5º Takamoto Katsuta/Aaron Johnston (Toyota GR Yaris Rally1), a 1m.41,9,8

    6º Elfyn Evans/Scott Martin (Toyota GR Yaris Rally1), 2m.31,0

    7º Sami Pajari/Marko Salminen (Toyota GR Yaris Rally1), a 2m.38,3

    8º Joshua McErlean/Eoin Treacy (Ford Puma Rally1), a 5m.12,3

    9º Grégoire Munster/Louis Louka (Ford Puma Rally1), a 5m.57,5

    10º Oliver Solberg/Elliott Edmondson (Toyota GR Yaris Rally2), a 9m.15.1 (1º Rally2)

    26º Armindo Araújo/Luís Ramalho (Skoda Fabia RS Rally2), a 22m42,2s (1º português)

  • Sébastien Ogier (Toyota) a caminho da sétima vitória no Vodafone Rally de Portugal

    Sébastien Ogier (Toyota) a caminho da sétima vitória no Vodafone Rally de Portugal

    Golpe de teatro no Vodafone Rally de Portugal. Líder desde a segunda classificativa, Ott Tänak foi traído pela direção assistida do seu Hyundai na segunda passagem por Amarante (17.ª especial da prova) e caiu para o terceiro lugar. Com apenas 72,1 quilómetros cronometrados por disputar, só um imprevisto poderá impedir Sébastien Ogier de alcançar a sua sétima vitória em Portugal, mantendo a invencibilidade da Toyota na presente época do Campeonato do Mundo de Ralis (WRC).

    Seis anos após a sua única vitória em solo português, Tänak parecia bem encaminhado para repetir o feito e conquistar o primeiro triunfo do ano para a Hyundai. Ao longo do dia, e depois de ver Ogier reduzir a diferença para apenas dois segundos, o estónio voltou a acelerar, reforçando gradualmente a liderança. Tudo indicava que terminaria a etapa com uma vantagem de pelo menos 15 segundos, mas um problema na direção assistida do seu Hyundai traiu-lhe as expectativas. “Super fácil! Lindo!”, ironizou Tänak no final da especial, acrescentando mais tarde, já mais a frio: “Faz parte do jogo, acho eu. É muito azar, mas demos tudo da nossa parte. O que mais posso dizer?”

    Ogier está assim bem posicionado para conquistar o seu sétimo triunfo em Portugal, mas fez questão de reconhecer: “Não é a forma como se quer vencer uma luta. Estávamos os dois a forçar bastante, mesmo que ele (Ott) estivesse um pouco mais rápido. Precisávamos de manter a pressão”. O francês parte para o último dia com 27,6 segundos de vantagem sobre o colega de equipa Kalle Rovanperä, mas sublinha: “O rali ainda não acabou. Amanhã vai ser um dia longo.”

    Rovanperä, que herdou a segunda posição, resumiu assim: “Foi um dia longo e estamos aqui, por isso é bom.” O finlandês parte para domingo com 8,5 segundos de vantagem sobre Tänak, num duelo que promete.

    Takamoto Katsuta mostrou um ritmo impressionante em alguns momentos, mas foi perdendo tempo para Rovanperä e acabou por ceder à pressão do campeão do mundo em título, Thierry Neuville. Apenas 1,9 segundos separavam os dois após a SS16, mas o belga passou para a frente na segunda passagem por Amarante e terminou o dia em quarto lugar.

    O atual líder do WRC, Elfyn Evans, beneficiou de uma posição mais favorável na estrada este sábado, mas teve dificuldades em ganhar terreno ao seu colega de equipa Sami Pajari, terminando o dia no sétimo lugar, atrás do jovem finlandês, que tem impressionado.

    Josh McErlean foi o melhor dos quatro pilotos da M-Sport Ford Puma. Conseguiu superar o colega de equipa Grégoire Munster ao longo do dia, assegurando o oitavo lugar. Munster teve dificuldades em encontrar a afinação ideal durante a manhã e acabou por estabilizar na nona posição.

    Oliver Solberg mantém liderança no WRC2

    No décimo lugar da geral, Oliver Solberg passou grande parte do dia a gerir pneus, poupando os de composto macio para atacar no domingo e utilizando compostos duros no seu Toyota GR Yaris. A estratégia resultou e o sueco terminou o dia com 50,1 segundos de vantagem sobre Gus Greensmith (Škoda Fabia RS) e 55,6 segundos sobre Yohan Rossel (Citroën C3 Rally2). “Houve troços com muitas pedras e trilhos. Tentei conduzir de forma limpa”, explicou Solberg.

    Nikolay Gryazin (Škoda Fabia RS Rally2) foi forçado a abandonar após sair de estrada em Cabeceiras de Basto 2, quando era quarto classificado. O lugar foi ocupado por Roope Korhonen (Toyota GR Yaris Rally2), que chegou a vencer um troço durante o dia.

    No final da etapa, Armindo Araújo (Škoda Fabia RS Rally2) era o melhor português em prova: “Temos a nossa posição consolidada e queremos mantê-la até ao fim. Não podemos correr riscos desnecessários. O carro tem estado muito bem, sem qualquer problema”, afirmou. Diogo Salvi (Ford Puma Rally1) segue como o segundo melhor português, seguido por Pedro Meireles e Diogo Marújo, ambos em Škoda Fabia RS Rally2.

    O dia de amanhã

    A terceira e última etapa disputa-se este domingo e inclui seis classificativas, num total de 72,1 km cronometrados. O percurso integra duas passagens por Paredes, Felgueiras e Fafe — esta última será a Power Stage da prova. Os troços são rápidos e com bom piso, e o ponto alto será, como habitualmente, o salto da Pedra Sentada, em Fafe, onde os carros voam dezenas de metros e que já se tornou imagem de marca do Vodafone Rally de Portugal.

    Classificação no final da 2.ª etapa

    1º Sébastien Ogier/Vincent Landais (Toyota GR Yaris Rally1), com 3h:01.04,7

    2º Kalle Rovanperä/Jonne Halttunen (Toyota GR Yaris Rally1), a 27,6s

    3º Ott Tänak/Martin Järveoja (Hyundai I20N Rally1), a 36,1s

    4º Thierry Neuville/Martijn Wydaeghe (Hyundai I20N Rally1), a 44,6s

    5º Takamoto Katsuta/Aaron Johnston (Toyota GR Yaris Rally1), a 46,8s

    6º Sami Pajari/Marko Salminen (Toyota GR Yaris Rally1), a 1m.58,4

    7º Elfyn Evans/Scott Martin (Toyota GR Yaris Rally1), 2m.15,9

    8º Joshua McErlean/Eoin Treacy (Ford Puma Rally1), a 4m.13,2

    9º Grégoire Munster/Louis Louka (Ford Puma Rally1), a 4m.41,7

    10º Oliver Solberg/Elliott Edmondson (Toyota GR Yaris Rally2), a 7m.07.5 (1º Rally2)

    26º Armindo Araújo/Luís Ramalho (Skoda Fabia RS Rally2), a 17m20,07s (1º português)

    Programa

    Domingo, 18 de maio

    SS19 – Paredes 1 (16,09 km) – 06h43

    SS20 – Felgueiras 1 (8,81 km) – 07h48

    SS21 – Fafe 1 (11,18 km) – 08h35

    SS22 – Paredes 2 (16,09 km) – 09h58

    SS23 – Felgueiras 2 (8,81 km) – 11h03

    SS24 – Fafe 2 – Power Stage (11,18 km) – 13h15

  • Ott Tänak (Hyundai) resiste na liderança do Vodafone Rally de Portugal

    Ott Tänak (Hyundai) resiste na liderança do Vodafone Rally de Portugal

    Uma batalha ao segundo marcou o início da segunda etapa do Vodafone Rally de Portugal. Ott Tänak e a Hyundai mantêm o primeiro lugar, mas Sébastien Ogier e a Toyota estão na luta pela vitória.

    Manhã muito desafiante para os pilotos que encontraram troços bastante exigentes na primeira passagem por Vieira do Minho, Cabeceira de Basto e Amarante. À partida para a segunda etapa quase todos optaram pelos pneus macios, o que deixava antever uma estratégia de ataque para este segundo dia. A exceção foi Kalle Rovanperä, que fez uma escolha singular, ao optar por três macios e um duro, mas sem grandes resultados em termos de cronómetro.

    A luta pelo primeiro lugar, entre Ott Tänak e Sébastien Ogier, dominou a primeira seção de segunda etapa. Os dois pilotos andaram no limite e vencerem as três classificativas disputadas antes do reagrupamento na Exponor, em Matosinhos.

    O oito vezes campeão do mundo, Sébastien Ogier, entrou ao ataque e venceu em Vieira do Minho 1 e Cabeceira de Basto 1, reduzindo a diferença para Ott Tänak para dois segundos. Amarante, uma das classificativas mais duras do rali, fechou a primeira seção e assistiu-se à confirmação do piloto da Hyundai, que venceu o troço e aumentou a vantagem sobre Ogier de dois para 11,8 segundos. “Fiz uma boa especial. Adaptei-me bem e tive uma boa sensação com carro”, referiu o líder da prova. A dinâmica ganhadora de Sébastien Ogier terminou nesta especial, com o francês a ser apenas o quinto mais rápido. “Fui muito lento. Talvez fosse do pneu duro”, explicou o piloto do Toyota GR Yaris Rally1.

    A luta pelo terceiro lugar, entre Katamoto Katsuta e Kalle Rovanperä, foi outro dos pontos altos da manhã deste sábado, com os pilotos da Toyota a trocarem várias vezes de posição na geral. O finlandês começou a etapa na frente, mas o japonês forçou o andamento nos dois primeiros troços e subiu ao terceiro posto. Rovanperä atacou em Amarante 1 e recuperou a posição com uma vantagem de 0,4 s para Katamoto Katsuta. “Estava com um pneu duro e fizemos o que podiamos”, disse o finlandês.

    O campeão do mundo, Thierry Neuville, não esteve brilhante durante a manhã e terminou a seção na quinta posição “o comportamento do carro foi-se alterando e tive dificuldade para manter a traseira na estrada”, explicou o piloto do Hyundai i20 N Rally1, que é quinto classificado a 46,6s do líder.

    Oliver Solberg continua a liderar a categoria WRC2, apesar de não ter ganho qualquer troço esta manhã, devido à menor eficácia dos pneus duros. O piloto do Toyota GR Yaris Rally2 tem 46,6s de vantagem sobre Yohan Rossel (Citroën C3 Rally2) e 50,3s para Nikolay Gryazin (Skoda Fabia RS Rally2).

    Classificação no final da 5º seção

    1º Ott Tänak/Martin Järveoja (Hyundai I20N Rally1), com 2h:20,01.8

    2º Sébastien Ogier/Vincent Landais (Toyota GR Yaris Rally1), a 11,8s

    3º Kalle Rovanperä/Jonne Halttunen (Toyota GR Yaris Rally1), a 35,8s

    4º Takamoto Katsuta/Aaron Johnston (Toyota GR Yaris Rally1), a 36,2s

    5º Thierry Neuville/Martijn Wydaeghe (Hyundai I20N Rally1), a 46,6s

    10º Oliver Solberg/Elliott Edmondson (Toyota GR Yaris Rally2), a 5m.29.o (1º Rally2)

  • Domínio de Ott Tänak (Hyundai) na primeira etapa do Vodafone Rally de Portugal

    Domínio de Ott Tänak (Hyundai) na primeira etapa do Vodafone Rally de Portugal

    A edição 2025 do Vodafone Rally de Portugal está ao rubro! Após 11 classificativas e cerca de 150 quilómetros disputados ao cronómetro, os dois primeiros classificados terminaram a primeira etapa separados por escassos 7 segundos e o top 5 por apenas 32,7 segundos. Ott Tänak (Hyundai) foi o herói do dia, contrariando o domínio que a Toyota tem exercido desde o início do ano. Pela primeira vez na sua carreira,

    Com sete vitórias em 11 troços, a Hyundai entrou em grande forma na primeira etapa do Vodafone Rally de Portugal. Ott Tänak assumiu a liderança logo na primeira especial do dia e, até à chegada a Matosinhos, conseguiu suster os ataques da armada da Toyota. Curiosamente, o tempo mais rápido do estónio, registado na última classificativa, assinalou o 400.º da sua carreira no WRC. “Foi uma etapa exigente, especialmente nas segundas passagens. Nem sempre consegui encontrar o ritmo ideal, mas as duas últimas especiais correram bem”, afirmou.

    Com duas vitórias em troços, Sébastien Ogier parte para o dia de amanhã a apenas sete segundos do rival da Hyundai Shell Mobis World Rally Team. “Hoje foi uma etapa difícil. Guardei os pneus macios para amanhã e espero que tenha sido uma boa decisão”, referiu o piloto da Toyota Gazoo Racing WRT.

    Nas posições imediatas terminaram os colegas de equipa Takamoto Katsuta e o bicampeão do mundo Kalle Rovanperä, que conseguiu manter Thierry Neuville (Hyundai) à distância nos quilómetros finais. O belga perdeu preciosos segundos com um pião na secção matinal. “Foi difícil fazer bons tempos. Os pisos estavam muito escorregadios. Estou feliz por termos recuperado a velocidade e estar mais à vontade com o carro na parte final.”

    Já Elfyn Evans, atual líder do WRC, “pagou” pelo estatuto de líder do campeonato, ao ter de abrir a estrada – tarefa ingrata que lhe custou tempo precioso face aos rivais diretos na luta pelo título. “Foi um dia difícil e algo frustrante. Esperávamos estar mais bem classificados, mas terminámos. Esperemos que amanhã corra melhor.”

    Sami Pajari, da Toyota, conseguiu manter-se à frente dos Ford Puma de Grégoire Munster e Josh McErlean, segurando a sétima posição.

    Mārtiņš Sesks, da M-Sport Ford, teve de parar 3,8 km após o início da primeira especial para trocar a roda dianteira esquerda, depois de embater numa pedra e furar. O incidente custou ao letão três minutos e meio, comprometendo qualquer hipótese de um bom resultado no dia.

    Entre as incidências da primeira etapa, destaque para a desistência de Adrien Fourmaux. O piloto da Hyundai foi o mais rápido nas quarta e quinta especiais, aproximando-se a apenas duas décimas de segundo da liderança da geral, antes de não conseguir evitar um pião na segunda passagem por Arganil. O impacto danificou a suspensão do seu Hyundai i20, forçando o francês a abandonar para o resto do dia.

    Na categoria WRC2, Oliver Solberg dominou ao volante do Toyota GR Yaris Rally2, encerrando a etapa entre os dez primeiros da geral. O piloto sueco terminou a primeira etapa com uma vantagem de 53,5 segundos sobre Gus Greensmith (Skoda), depois de Yohan Rossel (Citroën) ter sofrido um furo na última classificativa, caindo para o terceiro posto.

    Classificação no final da 1.ª etapa 


    1.º Ott Tänak / Martin Järveoja (Hyundai i20N Rally1), 1h41m26,2s 
    2.º Sébastien Ogier / Vincent Landais (Toyota GR Yaris Rally1), +7,0s 
    3.º Takamoto Katsuta / Aaron Johnston (Toyota GR Yaris Rally1), +27,1s 
    4.º Kalle Rovanperä / Jonne Halttunen (Toyota GR Yaris Rally1), +28,3s 
    5.º Thierry Neuville / Martijn Wydaeghe (Hyundai i20N Rally1), +32,7s 
    6.º Sami Pajari / Marko Salminen (Toyota GR Yaris Rally1), +1m01,4s 
    7.º Elfyn Evans / Scott Martin (Toyota GR Yaris Rally1), +1m09,0s 
    8.º Grégoire Munster / Louis Louka (Ford Puma Rally1), +1m50,2s 
    9.º Joshua McErlean / Eoin Treacy (Ford Puma Rally1), +1m54,3s 
    10.º Oliver Solberg / Elliott Edmondson (Toyota GR Yaris Rally2), +3m38,2s (1.º Rally2) 
    27.º Kris Meeke / Stuart Loudon (Toyota GR Yaris Rally2), +9m01,7s (1.º CPR) 
    29.º Pedro Almeida / António Costa (Skoda Fabia RS Rally2), +9m11,2s (1.º português) 

  • CPR: Pedro Almeida estreia-se a vencer

    CPR: Pedro Almeida estreia-se a vencer

    Pedro Almeida (Skoda Fabia RS Rally2) foi o surpreendente vencedor da quarta jornada do Campeonato de Portugal de Ralis (CPR), decorrida na primeira etapa do Vodafone Rally de Portugal, depois de um verdadeiro “golpe de teatro” na última classificativa [Sever/Albergaria], quando o líder destacado, Kris Meeke, se debateu com graves problemas na suspensão traseira do Toyota GR Yaris Rally2 e já nem conseguiu chegar ao controlo horário final, em Matosinhos (Exponor).

    A nível de tempo total, o britânico ganharia por uma margem de 9.5 segundos, mas teria, para certificar aquela que parecia ser a quarta vitória da época, que cumprir uma longa ligação até à “meta”…

    Meeke dominou em absoluto, apesar de um furo, e chegou à décima e derradeira classificativa com um pecúlio de 2m13.9s em relação a Pedro Almeida, que aproveitara o furo de Armindo Araújo (Skoda Fabia RS Rally2) já na parte final do dia para ascender ao segundo lugar e melhor português e mais tarde vencedor.

    Numa prova bastante dura – a primeira etapa do rali português do WRC comportava 149,48km em dez classificativas –, devido ao estado dos pisos aquando da passagem das equipas do CPR, o piloto da Toyota destacou-se sempre de Dani Sordo (Hyundai i20 N Rally2). O espanhol da Hyundai, tal como sucedera nas três provas anteriores, nunca conseguiu superiorizar-se a Meeke e quando saiu de estrada, na quinta classificativa, estava a 15.1 segundos do líder. Depois e, na sequência do despiste, um problema elétrico impediu-o de continuar.

    A segunda passagem pelo troço da Lousã foi pródiga em incidentes, já que Meeke sofreu um furo, perdendo bastante tempo, e Sordo despistou-se, permitindo ao seu rival manter a liderança, com 48.3s face a Armindo Araújo (Skoda Fabia RS Rally2). Este ascendeu ao primeiro lugar entre os pilotos portugueses logo em Mortágua, apesar da oposição de Pedro Almeida (Skoda Fabia RS Rally2) desde o início. Ricardo Teodósio (Toyota GR Yaris Rally2) ainda rondou essa luta, com José Pedro Fontes (Citroen C3 Rally2) e Pedro Meireles (Skoda Fabia RS Rally2) muito por perto. Contudo, alguns contratempos surgidos ao algarvio fizeram-no perder tempo para aqueles adversários. Para além de Sordo, também Ernesto Cunha (Skoda Fabia Evo Rally2), devido a uma saída de estrada sem consequências, desistiu na Lousã.

    O “golpe de teatro” na liderança entre os pilotos portugueses aconteceu em Mortágua 2, quando Armindo Araújo furou e Pedro Almeida assumiu o segundo lugar, com 24.7s de vantagem para o piloto do Skoda. E José Pedro Fontes, que era quarto classificado, teve pior sorte, ao desistir devido a uma avaria na bomba de óleo do Citroen C3 Rally2. Quando o primeiro lugar parecia entregue a Meeke, que tinha 2m13.9s de vantagem para Almeida, surge novo volte-face, com a quebra da suspensão traseira do Toyota. Embora tivesse concluído a “especial” e totalizasse uma vantagem de 9.5s para aquele último, já não teve possibilidade de concluir o rali. O “forcing” de Armindo Araújo nesse troço, que era a power stage do CPR, deixou-o a 2.7s de Almeida, depois de ter dominado entre os portugueses em mais de metade da prova. Quem esteve algo discreto, para o que também contribuíram dois furos, foi o jovem Gonçalo Henriques (Hyundai i20 N Rally2).

    Classificação final (Oficiosa)

    1º, Pedro Almeida/António Costa (Skoda Fabia RS Rally2), 1h50m37.4s

    2º, Armindo Araújo/Luís Ramalho (Skoda Fabia RS Rally2), 1.50.40.1

    3º, Pedro Meireles/Mário Castro (Skoda Fabia RS Rally2), 1.51.36.5

    4º, Gonçalo Henriques/Inês Veiga (Hyundai i20 N Rally2), 1.52.49.4

    5º, Ricardo Teodósio/José Teixeira (Toyota GR Yaris Rally2), 1.52.51.6

    6º, Diogo Marujo/Jorge Carvalho (Skoda Fabia Evo Rally2), 1.55.44.7

    CAMPEONATO (Classificação oficiosa)

    1º, Kris Meeke, 81 pontos; 2º, Armindo Araújo, 76; 3º, Dani Sordo, 66; 4º, Ricardo Teodósio, 50; 5º, 6º, Pedro Almeida, 37; 6º, Pedro Meireles, 36; 7º, Gonçalo Henriques, 31; 8º, José Pedro Fontes, 29; 9º, Rúben Rodrigues, 18; 10º, Ernesto Cunha, 17.

    A próxima prova (quinta) do Campeonato de Portugal de Ralis, e que marca a entrada na fase de pisos de asfalto da temporada, é o Rali de Castelo Branco e Vila Velha de Ródão (13/14 junho), organizado pela Escuderia de Castelo Branco.