Categoria: Ralis

  • Viseu Dão Lafões na ribalta através do Rallye Constálica

    Viseu Dão Lafões na ribalta através do Rallye Constálica

    Na estrada de 5 a 7 de setembro de 2025, o Rallye Constálica Viseu Dão Lafões já vai na 12.ª edição e, este ano, surge 100% novo, mas sem descurar Vouzela onde tudo começou e vai continuar com a sua exuberância, alargando a jurisdição a outros territórios do Interior Centro do país.

    O Rallye Constálica Viseu Dão Lafões não beneficia apenas um cenário. É o refúgio perfeito para três dias inesquecíveis, pelo que, mais do que uma competição, é a promoção de uma região, construída singularmente, como é o distinto território de Viseu Dão Lafões. Nasceu no Município de Vouzela e por lá vai continuar, mas com outra designação, que tem como desígnio alargar a outros territórios vizinhos o universo dos ralis, fazendo regressar os míticos troços do Rali Sport Dão Lafões, Rali de Portugal Vinho do Porto.

    Viseu, capital de distrito que se situa a sul do rio Douro entre as serras do Caramulo, Buçaco, Estrela, Leomil e Montemuro, não poderia ficar desassociada à prova do Gondomar Automóvel Sport, promovida pela Promolafões, até pela sua fortíssima ligação nos últimos três anos, até por se tratar de uma cidade servida por uma complexa e moderna rede viária, fazendo a ligação a todos os concelhos da sua jurisdição.

    Perante este cenário, cerca de duas décadas depois foi possível reativar lendárias especiais de classificação, tais como Moledo (11,25 km), Farminhão/Torredeita (8,15 km), Ladário (6,65 m), aos quase se juntam os míticos troços de Penoita (8,65 km), Senhora do Castelo (7,05 km) e super-especial de Vouzela (2,85 km), desenhados para serem abordados de forma inversa, que privilegia as equipas participantes e público em geral.

    O regresso do Rallye Constálica Viseu Dão Lafões, de 5 a 7 de setembro, vinca uma região de reconhecido valor paisagístico e gastronómico, além de outros consideráveis patrimónios que muito orgulham o território, que conta com os parceiros incondicionais da Constálica – Elementos Construção Metálicos, bem como dos Municípios de Vouzela, Viseu, Castro Daire e Oliveira de Frades. Trata-se de apoios projetam um território alargado e que premeiam a comunidade local e os visitantes em geral, a dando a conhecer Viseu Dão Lafões através da vertente desportiva.

  • Pérez Alonso impôs a sua lei no Rally Rota da Cereja de Resende

    Pérez Alonso impôs a sua lei no Rally Rota da Cereja de Resende

    Ao volante do Porsche 991 GT3 Cup, Jorge Pérez Alonso e Héctor Ródriguez dominaram por completo a edição 2025 do Rally Rota da Cereja de Resende, prova que este ano integrou o Campeonato Norte de Ralis. A dupla local Pedro Melo/Nicolau Rabaça voltou a brilhar, conquistando o 2.º lugar da geral e assegurando a vitória nas contas do campeonato.

    O domínio dos espanhóis ficou bem patente nas estatísticas: venceram todas as especiais de classificação, à exceção da primeira, disputada ao final da tarde de sábado, onde apenas foram batidos por Tiago Silva e Ricardo Faria, em Ford Fiesta R5.

    Sempre rapidíssimos nos troços caseiros, Pedro Melo e Nicolau Rabaça garantiram o 2.º lugar da geral, a 50,7 segundos da equipa vencedora. Somaram ainda uma dupla vitória, triunfando tanto entre os inscritos no Campeonato Norte de Ralis como no campeonato reservado às Duas Rodas Motrizes.

    Já vencedores em Resende por duas vezes, Melo e Rabaça impuseram um ritmo diabólico ao seu BMW M3, difícil de igualar para a concorrência.

    Tiago Silva fechou o pódio, terminando o rali no 3.º posto da geral, a apenas 7,4 segundos da segunda posição. O piloto famalicense rubricou uma exibição sólida e consistente, recompensada com o último degrau do pódio.

    Num rali muito bem organizado pelo Team Baia e pelo Automóvel Clube Clássicos de Caldas de Aregos, em parceria com o Município de Resende, várias equipas apontadas à luta pelos lugares cimeiros acabaram por desistir.

    Logo à partida, José Carlos Pouca Sorte, piloto resendense e líder da Megamotors, viu a embraiagem do seu Porsche 991 GT3 Cup ceder antes mesmo do arranque da 1.ª etapa. Regressou no domingo ao abrigo do regulamento de ‘Super Rally’ e andou sempre entre os mais rápidos, mas a sua classificação já estava irremediavelmente comprometida. Foi pena, pois o veloz piloto, navegado por Vera Sequeira, era claramente um dos candidatos à vitória.

    Também Marco Oliveira e Ricardo Sousa não chegaram ao final. Um problema no alternador do VW Polo N5 forçou o abandono a apenas uma classificativa do término, quando ocupavam a 4.ª posição. Já Gaspar Pinto e Bernardo Gusmão, em Mitsubishi Lancer EVO VIII, foram obrigados a desistir na 5.ª PEC, quando fechavam o Top 5.

  • Pedro Lago Vieira vence o AMF Mobilidade Rally Series de Ponte de Lima por 3 décimas de segundo

    Pedro Lago Vieira vence o AMF Mobilidade Rally Series de Ponte de Lima por 3 décimas de segundo

    O piloto local viveu o sonho e levou a melhor numa luta ao décimo de segundo sobre o jovem Diogo Marújo.

    A terceira ronda do Portugal Rally Series 2025 viveu dois dias de intensa emoção em Ponte de Lima, com milhares de espetadores a assistirem de perto a uma das provas mais competitivas da temporada. a dupla da casa Pedro Lago Vieira & Jet Carvalho na sua estreia no Toyota GR Yaris Rally2 conquistou a vitória absoluta no AMF Mobilidade Rally Series Ponte de Lima, batendo Diogo Marújo & Jorge Henriques no Skoda Fabia Rally2 evo. Miguel Carvalho e António Reis fecharam o pódio geral e subiram ao topo da classificação do Portugal Rally Series.

    “É um sonho, a estreia de sonho, carro de sonho, na minha cidade natal e num final disputadíssimo com o Diogo Marújo que está de parabéns. Foi muito bom, estivemos sempre a puxar um pelo outro. O final foi muito emocionante porque sabia que ia perder algum tempo na Arena porque não me sentia muito à vontade no traçado mas correu-nos bem.” foi a forma como Pedro Lago Vieira descreveu a vitória na Ronda #3.

    Entre os carros de duas rodas motrizes (2RM), Pedro Silva & Valter Cardoso foram os grandes dominadores com um pleno de vitórias em especiais, (triunfando também entre os Rally4), à frente de Miguel Matos (Peugeot 106 Maxi) e Nuno Coelho (Peugeot 208 Rally4).

    Nos 4WD, Miguel Carvalho também levou a melhor após uma prova consistente, seguido de Francisco Costa e Nélson Trindade. A vitória na N5 Cup by RMC Motorsport também sorriu à dupla de Barcelos, que levou o maior prémio monetário do troféu.

    Pedro Silva, que reforçou a liderança na classificação após a Ronda #3 considerou a prova “um excelente espetáculo e fico feliz de ver muita gente. Quanto à nossa prestação, começamos com um ritmo muito bom e mantivemos esta toada muito forte. O Valter ajudou-me bastante e a equipa trabalhou muito bem o carro. Estamos todos de parabéns e agradecemos a Ponte de Lima por um rali espetacular.”

    Nas restantes categorias, destaque para a estreia vitoriosa de José Machado e Pedro Santana nos Rally5, recompensa pelo salto competitivo do Seat Ibiza das rondas anteriores, enquanto Miguel Matos brilhou nos 2WD, vencendo Hugo Martins e Joaquim Pacheco. Julio Maia & Pedro Fernandes levaram a melhor na FIA Historic ao volante de um Citroën Saxo Cup, num pódio completado por José Freitas e Nélson Silva. Entre os Sideways (veículos tração traseira), a vitória ficou nas mãos de José Freitas no Opel 1204 SL.

    Com a Arena instalada no Expolima a encher-se de fãs e uma envolvência que culminou num ambiente único do Pódio Final, a ronda de Ponte de Lima reforçou o posicionamento do Rally Series como um campeonato moderno, competitivo e próximo do público.

    À margem das celebrações, André Lavadinho, diretor geral do Rally Series Promoter assumiu-se “incrédulo em ver tantos fãs, muitos que nunca viram um rali. Foi uma aposta ganha para o território, patrocinadores e todos os parceiros. A Câmara Municipal, a AMF Mobilidade e os nossos parceiros aqui em Ponte de Lima nunca nos deram um ‘não’. Sempre acreditaram no projeto mesmo antes de ter sido apresentado e a nossa equipa deu o nosso melhor por trazer os ralis de volta a esta vila histórica. Acho que este evento mostrou que é possível dar um grande retorno aos municípios através deste desporto tão bonito.”

    O Portugal Rally Series regressa com a Ronda #4 em Sever de Vouga nos dias 13 e 14 de setembro com mais novidades a serem reveladas nos próximos dias.

  • CSR: Encivil Rally de Beja com 43 inscritos

    CSR: Encivil Rally de Beja com 43 inscritos

    A terceira prova do Campeonato Regional Sul de Ralis (CRSR), o Encivil Rally de Beja (21/22 junho), arranca com a melhor lista de inscritos da época e promete ser palco de um animado despique pela vitória, face à qualidade dos participantes, entre os quais se destacam Ricardo Teodósio (Toyota GR Yaris Rally2), Carlos Martins (Ford Fiesta R5) e José Paula (Citroen C3 Rally2).

    O evento organizado pelo Aero Clube de Beja com a colaboração do CPKA – Clube de Promoção de Karting e Automobilismo contará com nada menos que 43 equipas, um recorde em 2025 neste campeonato, incluindo os principais candidatos à conquista do título, como Carlos Martins, que é quem lidera o campeonato, depois de ter terminado em segundo o Rali Casinos do Algarve e ganho o Rali Cidade de Portimão. Ausente, depois de ter vencido a prova de abertura (Casinos do Algarve), estará Miguel Carvalho (Hyundai i20N Rally2), empenhado no Campeonato Promo, tal como José Viana Martins (Renault Clio III RS), sendo que ambos figuram no “top 10” da tabela classificativa do Regional Sul de Ralis.

    Embaixador deste Encivil Rally de Beja, Ricardo Teodósio, que estará acompanhado do seu navegador José Teixeira, aos comandos do Toyota GR Yaris, é o favorito número um à conquista do primeiro lugar, depois de ter concluído, no último sábado, o Rali de Castelo Branco e Vila Velha de Rodão, quinta prova do Campeonato de Portugal de Ralis, na quinta posição. Teodósio não será um “estranho” no rali bejense, pois foi o vencedor das edições de 2010, 2011 e 2013, com um Mitsubishi Lancer.

    O açoriano José Paula surge como candidato ao pódio, tal como o local Carlos Martins. Luís Nunes (Mitsubishi Lancer Evo VI), Fernando Teotónio (Mitsubishi Lancer Evo IX) e Nuno Venâncio (Mitsubishi Lancer Evo VII) são outros nomes a ter em conta para a discussão dos primeiros lugares, tal como Fernando Peres (Mitsubishi Lancer Evo IX), o antigo campeão de ralis absoluto, que após a presença no Legends vai disputar em Beja o seu primeiro rali da temporada. Carlos Fernandes, navegado por Valder Cardoso, no Mitsubishi Lancer Evo VI, vencedor das últimas edições do Rali das Camélias e que no recente Rali dos Templários, com um Porsche 997 GT3 Cup, ficou a 5 segundos do primeiro lugar, é outro nome a ter em conta na discussão dos primeiros lugares

    A terceira prova do CRSR, em pisos de terra, é constituída por 7 classificativas (56,80 km), as primeiras três no sábado – dupla passagem em Cabeça Gorda e a super-especial noturna em Beja – e as restantes duas, Corte Condessa (11,74 km) e Salvada (11, 41 km), também com dupla passagem, no domingo.

  • Penalização a Meeke dá vitória a Sordo em Castelo Branco

    Penalização a Meeke dá vitória a Sordo em Castelo Branco

    O Rali de Castelo Branco e Vila Velha de Ródão, quinta prova do Campeonato de Portugal de Ralis, terminou com a vitória de Dani Sordo, em Hyundai i20 N Rally2.

    O desfecho foi influenciado por penalizações aplicadas no final da prova. Kris Meeke, que tinha sido o mais rápido em estrada ao volante de um Toyota GR Yaris Rally2, foi penalizado em 15 segundos por ter saído do percurso oficial antes da última classificativa.

    Com essa penalização, Meeke perdeu a vitória e desceu para o segundo lugar, a meio segundo de Sordo.
    Situação idêntica aconteceu com Armindo Araújo e José Pedro Fontes, também penalizados pelos mesmos motivos. Araújo caiu de terceiro para quarto e Fontes de quarto para sexto.

    Pedro Almeida, em Skoda Fabia RS Rally2, beneficiou dessas alterações e terminou no terceiro lugar, sendo o melhor português classificado nesta prova. De referir que o famalicense foi autor de uma excelente recuperação, tendo voltado a estar muito forte neste rali.

    Nas duas rodas motrizes, o destaque foi a luta entre Ricardo Sousa e Henrique Moniz, ambos em Peugeot 208 Rally4.
    Partiram para o último dia separados por 7,6 segundos e trocaram de liderança por quatro vezes. No final, Ricardo Sousa venceu, com uma vantagem de 12,1 segundos.

    Pedro Silva, também em Peugeot 208 Rally4, alcançou o terceiro lugar, depois de ultrapassar Danny Carreira na parte final da prova. Rafael Cardeira subiu ao quinto lugar no último troço.
    Danny Carreira foi ainda o vencedor do CPR Júnior. Guilherme Meireles, que tinha sofrido um despiste no dia anterior, recuperou posições e foi segundo na categoria.

    Na estreia da FPAK Júnior Team, Pedro Câmara Jr. destacou-se com uma vitória clara. O jovem piloto açoriano dominou desde o início, apesar de ser o seu primeiro rali em asfalto. António Santinho Mendes foi segundo, a mais de um minuto. Afonso Santos terminou no terceiro lugar. No Campeonato Promo de Ralis, Adruzilo Lopes e Vítor Hugo, em Mitsubishi Lancer EVO X, venceram de forma destacada.

    Uma palavra de elogio para a Escuderia Castelo Branco. O clube organizador montou e coordenou com qualidadeum rali competitivo, que contou com a presença de um público numeroso ao longo dos troços. Nota alta para a Escuderia!

  • Asfalto de Castelo Branco para desfazer dúvidas

    Asfalto de Castelo Branco para desfazer dúvidas

    Com o Rali de Castelo Branco e Vila Velha de Ródão (13/14 junho), o Campeonato de Portugal de Ralis (CPR) entra na sua fase de asfalto e a grande dúvida é saber se Kris Meeke (Toyota GR Yaris Rally2) continuará a “reinar” como até aqui, sobretudo face a Dani Sordo (Hyundai i20 N Rally2), e qual a “performance” dos pilotos portugueses, com destaque para Armindo Araújo (Skoda Fabia RS Rally2). 

    Em 2024, muito embora Meeke mantivesse a superioridade nos ralis de asfalto, excetuando o da Madeira, a verdade é que a distância para a concorrência diminuiu, como ele próprio reconheceu, algo que elevou as expetativas na reta final da temporada. E esta quinta prova do ano, com 13 classificativas e 108,88 quilómetros ao cronómetro, terá o condão de permitir avaliar as “performances” do trio já referido, mas também de Pedro Almeida (Skoda Fabia RS Rally2) e de José Pedro Fontes (Citroen C3 Rally2), que entra a partir de agora na sua zona de conforto no CPR, entre outros. Quem estará de volta é a jovem dupla Hugo Lopes/Magda Oliveira, do Hyundai Júnior Team FPAK, com o Hyundai i20 N Rally2, depois da sua estreia em Fafe, no início da época.

    Ricardo Sousa (Peugeot 208 Rally4) chega a Castelo Branco na liderança do CPR 2RM (duas rodas motrizes) com um ponto de vantagem face a Guilherme Meireles (Peugeot 208 Rally4), Sérgio Dias (Peugeot 208 Rally4) e Henrique Moniz (Peugeot 208 Rally4), mas o leque de candidatos à discussão da vitória é bem mais alargado, deixando antever incerteza da primeira à última classificativa.

    O Rali de Castelo Branco e Vila Velha de Ródão marca, ainda, o arranque da edição 2025 do FPAK Júnior Team, cuja principal novidade será a estreia dos Peugeot 208 Racing, o veículo escolhido para ser entregue aos cinco jovens pilotos selecionados, entre mais de seis centenas de candidaturas, pela entidade federativa. Pedro Câmara Jr, António Santinho Mendes, Afonso Santos, Luís Mendes e José Coelho Lima formam o quinteto que disputará os cinco ralis de asfalto daquela competição.

    CAMPEONATOS

    Absoluto: 1º, Kris Meeke, 81 pontos; 2º, Armindo Araújo, 76; 3º, Dani Sordo, 66; 4º, Ricardo Teodósio, 50; 5º, Pedro Almeida, 37; 5º, Pedro Meireles, 36; 7º, Gonçalo Henriques, 31; 8º, José Pedro Fontes, 29; 9º, Rúben Rodrigues, 18; 10º, Ernesto Cunha, 17; 11º, Diogo Marujo, 114; 12º, Anton Korzun, 10; 13ºs, Guilherme Meireles e Paulo Neto, 7; 15º, Hélder Miranda, 5.

    2RM: 1º, Ricardo Sousa, 50 pontos; 2ºs, Guilherme Meireles Sérgio Dias e Henrique Moniz, 49; 5º, Anton Korzun, 35; 6º, Hélder Miranda, 27; 7º, Gil Antunes, 21; 8º, Pedro Silva, 20; 9º, Rafael Cardeira, 18; 10º, Pedro Gastão, 12. 

    Júnior: 1º, Pedro Gastão, 56 pontos; 2º, Guilherme Meireles, 55; 3º, Danny Carreira, 28; 4º, Rafael Rego, 23; 5º, Eduardo Santos, 17.

    PROGRAMA HORÁRIO

    SEXTA-FEIRA (13 junho)

    Partida (Parque Fechado)                                                15h00

    Assistência (Parque Desportos Motorizados)                  15h20/15h35

    PEC 1 – Freixial do Campo/Caféde 1 (7,78 km)              16h28

    PEC 2 – Barragem (7,80 km)                                            17h46

    PEC 3 – Freixial do Campo/Caféde 2                               18h19

    Assistência (Parque Desportos Motorizados)                  20h00/20h30

    PEC 4 – Super-especial Reconquista A (2,50 km)                       20h58

    PEC 4 – Super-especial Reconquista B (2,50 km)                        21h16

    Assistência (Parque Desportos Motorizados)                  21h41/22h26

    Final (Parque Fechado)                                                    22h46

    SÁBADO (14 junho)

    Partida (Parque Fechado)                                                08h30

    Assistência (Parque Desportos Motorizados)                  08h50/09h05

    PEC 5 – Vila Velha de Ródão 1 (5,23 km)                         10h18

    PEC 6 – Fratel (12,68 km)                                                 10h46

    Reagrupamento (Portas de Ródão)                                 11h31/12h00

    PEC 7 – Vila Velha de Ródão 2                                        12h13

    Assistência (Parque Desportos Motorizados)                  14h20/14h35

    PEC 8 – Sarzedas 1 (12,10 km)                                         15h33

    PEC 9 – Sto. André das Tojeiras 1 (13,31 km)                 16h36

    PEC 10 – Sarzedas 2                                                         17h29

    PEC 11 – Sto. André das Tojeiras 2                                 18h32

    Reagrupamento                                                               19h27/20h30

    Assistência (Parque Desportos Motorizados)                  20h50/21h20

    PEC 12 – Castelo Branco – Power Stage (6,56 km)         21h33

    Final (Parque Fechado)                                                    21h48

  • RICARDO FILIPE AUSENTE EM CASTELO BRANCO

    RICARDO FILIPE AUSENTE EM CASTELO BRANCO

    Ricardo Filipe informou em comunicado oficial que não participará no Rali de Castelo Branco e Vila Velha de Rodão 2025. Eis o enunciado na integra:

    Na sequência da recente decisão da Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting (FPAK), relativa à obrigatoriedade da utilização de uma marca única de gasolina sintética no Rali de Castelo Branco e Vila Velha de Rodão, tomei a decisão de não participar nesta prova.

    Considero esta deliberação profundamente injusta e desequilibrada. No meu caso particular, insere-se numa linha de atuação federativa que tem vindo a revelar uma preocupante tendência para o tratamento desigual dos concorrentes.

    Permitam-me um breve enquadramento.

    No início da temporada, no Rali Serras de Fafe, informámos a FPAK de que a Skoda Motorsport não disponibilizava um mapa de motor compatível com as gasolinas sintéticas então aprovadas, sendo o nosso veículo apenas compatível com combustível da marca P1, entretanto retirada do mercado.

    Solicitámos, com antecedência e de forma fundamentada, autorização excecional para utilizar outro tipo de combustível apenas nessa prova, enquanto procurávamos uma solução definitiva para as restantes. O pedido foi recusado. A FPAK sugeriu, em alternativa, que não participássemos ou que competíssemos fora da classificação do campeonato, integrados apenas no Challenge R5/S2000.

    Graças a um esforço significativo da nossa equipa e ao acaso de encontrarmos combustível P1 ainda em stock num agente francês, conseguimos participar em Fafe e nas provas seguintes, cumprindo sempre os regulamentos.

    Chegados agora a Castelo Branco, somos confrontados com uma alteração súbita das regras, a escassos dias da prova, através de um aditamento que impõe o uso de uma única marca de combustível – medida tomada para satisfazer a solicitação de uma equipa. Este critério variável e discriminatório fere o princípio da equidade e revela uma preocupante prática de “dois pesos e duas medidas”, com a qual não nos identificamos nem compactuamos.

    Não criticamos os colegas e adversários que legitimamente defendem os seus interesses. Criticamos, sim, a incoerência da FPAK ao aplicar critérios totalmente distintos consoante o interlocutor. Essa instabilidade regulatória descredibiliza o campeonato e compromete a verdade desportiva.

    Defendemos que qualquer alteração regulamentar deve ser feita de forma atempada, transparente e com a auscultação de todos os pilotos e equipas. Só assim se garante o respeito pelos intervenientes da modalidade e se promove uma competição justa e digna.

    Com esta posição, afirmamos o nosso compromisso com a verdade desportiva e com a igualdade de tratamento no seio da modalidade.

    Ricardo Filipe

    Boliqueime, 11 de Junho de 2025

  • Armindo Araújo triunfa Rally de Coja-Portas do Açor

    Armindo Araújo triunfa Rally de Coja-Portas do Açor

    Piloto de Santo Tirso “intrometeu-se” nos duelos entre o contingente dos campeonatos Centro de Ralis e Centro de Ralis Duas Rodas Motrizes (2RM), e conquistou o Rally de Coja-Portas do Açor, com Armando Carvalho, em segundo, a reclamar por direito próprio a vitória absoluta para o campeonato. António Santos venceu a categoria de 2RM

    A vila de Coja, no concelho de Arganil, viveu dois dias inesquecíveis no plano desportivo, oferecendo, de igual forma, um roteiro com pontos de interesse, o que ver e fazer, mapa, onde comer e onde ficar. Dicas e guia de viagens num território que, embora “caloiro” no que concerne às emoções dos desportos motorizados, esteve à altura dos grandes acontecimentos produzidos pelo Clube Automóvel do Centro.

    Tratou-se do Rally de Coja-Portas do Açor, competição que utilizou grande parte das especiais que deram corpo recentemente ao Vodafone Rally de Portugal, com Armindo Araújo, navegado por Luís Ramalho, a não enjeitar o favoritismo que lhe era atribuído e lograr um triunfo sem mácula. Aos comandos de um Skoda Fabia RS Rally2, o tirsense cumpriu as sete especiais da prova em 41m18,9s, à frente do Mitsubishi Lancer Evo IX de Armando Carvalho e Ana Santos. Contudo, a dupla de Vila Nova de Poiares foi quem retirou os maiores dividendos no Rally de Coja-Portas do Açor, uma vez que angariou na totalidade dos pontos em disputa, dado que Armindo Araújo e Luís Ramalho não pontuam.

    Armando Carvalho e Ana Santos também estiveram ao nível habitual, com uma condução cadenciada, logrando mesmo o triunfo na super-especial noturna de Coja e primeira passagem por Casal de São João, o que traduz na perfeição a performance evidenciada, terminando a prova a 2m15,8s dos vencedores.

    Na terceira posição terminaram Paulo Barata e Gonçalo Palmeira. Ao volante de um Skoda Fabia RS, o piloto de Góis não se atemorizou com as dificuldades encontradas nas especiais, e foi construindo uma posição solidificada, beneficiando também do abandono precoce de Gonçalo Henriques e Inês Veiga, com o radiador furado provocado pela entrada na parte dianteira de um pau.

    Com o vazamento do líquido verde – refira-se que o radiador é responsável por arrefecer o motor, e um problema pode levar a um sobreaquecimento, impossibilitando a continuação da atividade – piloto e navegadora não tiveram outra alternativa que abdicar da prova. Perante este cenário, Paulo Barata pegou de estaca no lugar mais baixo do pódio, encerrando a participação a 2m58,3s do piloto tirsense.

    Por seu turno, Fernando Teotónio, que faz equipa com Luís Morgadinho, arquitetou uma prova em crescendo, sobretudo depois de não ter ido além do 10.º lugar na segunda passagem por Pai das Donas – a primeira foi anulada após João Marcelino e Paulo Marques terem capotado o Renault Clio RS R3T. No final, a dupla do Mitsubishi Lancer Evo IX ficou às portas do pódio, a 4m10,3s.

    Quem nunca deita a toalha ao chão dá-se pelo nome de António Santos. Endiabrado quanto baste, o piloto de Vila Nova de Poiares materializou mais uma prova eloquente ao encerrar o “top five”, mas teve o condão de vencer a classificação nas Duas Rodas Motrizes (2RM). Navegado por Martim Santos, o piloto poiarense demonstrou muita qualidade ao volante de um Peugeot 208 VTI, deixando uma excelente imagem no Rally de Coja-Portas do Açor, fechando a participação a 5m37,3s, dos vencedores.

    Numa prova marcada pela presença de dois campeões nacionais – Armindo Araújo, sete vezes campeão nacional (2003, 2004, 2005, 2006, 2018, 2020 e 2022) e Gonçalo Henriques, campeão nacional júnior em 2022 e campeão nacional na classe de Duas Rodas Motrizes em 2023 e 2024, sendo aposta da Hyundai Portugal para esta temporada, num Hyundai i20 Rally2 –, o Rally de Coja-Portas do Açor só foi possível graças ao “patrono” de José Pinto.

    O promotor, em representante da Silogia e Vila Montez, realçou que «a ideia de realizar este rali nasceu no dia em que a Silogia, em parceria com o Grupo Maranello Legacy concentrou nesta vila alguns Ferrari no primeiro encontro anual».

    A partir daí, o “patrono”, escudado pela empresa Sologia, conseguiu levar a Coja muito público, tendo sido necessário «unir esforços de todas as entidades locais para que a prova fosse exequível.

    Também Armindo Araújo não escondeu a satisfação de regressar a uma região que tão bem conhece, em que foi, recentemente, parte integrante do Vodafone Rally de Portugal mas especiais utilizadas em Arganil, sublinhou que a equipa «está feliz por ter vencido mas, sobretudo, por termos contribuído para esta grande festa que foi o Rally de Coja-Portas do Acor.

  • RallySpirit: muito mais do que um rali

    RallySpirit: muito mais do que um rali

    Dez anos depois da sua estreia, o RallySpirit confirmou novamente porque é muito mais do que um rali. A edição comemorativa juntou máquinas lendárias, figuras históricas como Timo Salonen, milhares de fãs apaixonados e momentos carregados de emoção. Três dias apaixonantes, vividos com máxima intensidade no Norte do país, onde o passado e o presente aceleram lado a lado.

    Quando, há 10 anos, o nome “RallySpirit” surgiu no panorama do automobilismo nacional parecia ser apenas mais um rali. Mas, logo no primeiro ano, e com uma pequena lista de 50 equipas à partida, o seu carácter distintivo saltou à vista. Não era apenas uma prova onde carros lendários do passado e do presente conviviam. Tudo o que se respirava naquele ambiente era diferente: a forma nua e autêntica como se vivia a paixão do ralis, como era despertada a memória viva deste desporto e, sobretudo, o tipo de ligação emocional que se estabelecia entre máquinas e pessoas. Ali não havia vedetismo dos pilotos ou demarcações para chegar perto dos bólides. O público podia tocar nas máquinas, sentir o seu pulsar, enquanto mergulhava na história.

    Agora, dez edições depois, muito coisa mudou, mas não o espírito do RallySpirit! Esse tornou-se verdadeiramente imutável! E depois de Miki Biasion (2016), Ari Vatanen (2017) e François Delecour (2018), este ano foi a vez de Timo Salolen comprovar a “chama” do evento.

    Na pele de embaixador, o Campeão do Mundo de Ralis de 1985 fez um bom resumo daquele que já é um dos mais populares Rally-Legends europeus e que, por isso, tens honras de pertencer ao Slowly Sideways Europe: “há 40 anos, todos os pilotos das equipas oficiais estavam sob grande pressão porque todos queriam vencer e essa tensão parecia passar até para o público. Mas hoje, no RallySpirit o que senti foi algo totalmente diferente. Pilotos e espectadores estão muito relaxados e isso dá a este evento uma atmosfera muito especial. Aqui, o passado está em perfeita harmonia com presente e isso fez-me sentir muito bem, como penso que faz sentir qualquer pessoa que venha ver este rali”.

    E a avaliar pelas milhares de pessoas que acompanharam o evento na estrada, Timo Salonen está certo! Foram três dias repletos de emoções, transformados em momentos únicos e memórias que ficarão para sempre gravadas não só nos troços, mas no coração de quem viveu este rali como algo que vai muito além da competição.

    A enchente da Cerimónia de Partida do Porto (quinta-feira), as belíssimas especiais de Terras do Bouro que cativaram todos os pilotos (sexta-feira) ou a espetacular classificativa-espetáculo em jeito de perseguição de Boucles de Barcelos (sábado) são apenas alguns dos momentos que se tornaram inesquecíveis e que, simultaneamente, aumentaram a adrenalina do público.

    Afinal não é todos os dias que se vêm em ação as melhores máquinas de ralis de todos os tempos: Lancia Delta S4, Rally 037 ou Stratos, Audi Quattro S1 E2, MG Metro 6R4, R5 Turbo e Maxi Turbo, Subaru Impreza 555, Mitsubishi Lancer Evo ou Ford Sierra Cosworth, entre carros ex-fábrica e que foram realmente pilotados pelos pilotos da época ou réplicas exemplares hoje conduzidas por “gentleman drivers”, a magia esteve presente em cada momento do RallySpirit.

    Também não é todos os dias que se concretizam sonhos ou se terminam carreiras. Por um lado, foi o que aconteceu, por exemplo, com Jorge Ortigão (antigo piloto oficial da Toyota e sobejamente conhecido nos ralis nacionais) que guiou um Toyota Celica TA64 de Grupo B com que esteve perto de correr há 40 anos! Por outro, o que se passou com o casal Wolfgang Inhester e Rita Inhester, que, na companhia do seu vistoso Porsche 911 SCRS, escolheu o RallySpirit para colocar um emocional ponto final na respetiva carreira! São também em “estórias” e momentos como estes que se revela a alma única desta prova.

    Para Pedro Ortigão, um dos responsáveis da XRacing, a edição comemorativa dos 10 anos do evento, correu de forma positiva, tal como a caminhada de 10 anos cumprida pelo RallySpirit: “O balanço de uma década é muito satisfatório. Evoluimos paulatinamente e de forma sustentada, e este ano tivemos o maior contingente de pilotos internacionais de sempre. Isso prova que o rali está a ganhar nome além-fronteiras e é com essa força que queremos agora trazer mais e melhores carros. Depois de termos consigo pôr no mapa do RallySpirit os saudosos Grupo B, o próximo objetivo passa por fazer o mesmo com os WRC e S1600, que sabemos serem também muito apreciados”. 

    Competição para os mais puristas

    Mesmo se o principal foco do RallySpirit não é a luta contra o cronómetro, isso não significa que ela não tenha servido também de tónico para aumentar as pulsações dos pilotos que não resistiram ao desafio da competição no seu estado mais puro.

    Depois de cumpridas as 13 Provas Especiais delineadas pelo Clube Automóvel de Santo Tirso (responsável organizativo da prova), três equipas puderam abrir o champanhe da vitória.

    Na Categoria “Históricos”, Rui Ribeiro/Pedro Fernandes foram, desde cedo, os maiores protagonistas, impondo a lei do seu Ford Escort RS MK II, terminando com uma clara vantagem desobre Pedro Silva/Joaquim Duarte, em carro idêntico, enquanto António Carvalho/José Bilhoto BMW 2002 Ti) completaram o pódio.

    Igualmente em destaque esteve a dupla Rui Salgado/Luís Godinho, que repetiram o triunfo de 2019, mas agora na Categoria “Spirit”. O piloto do Peugeot 306 GTI terminou com margem confortável sobre a dupla João Arantes/Bernardo Gusmão, que levaram o Ford Sierra RS Cosworth 4×4, ex-equipa oficial Diabolique, ao lugar intermédio do pódio. Após desistir no primeiro dia de prova, Rui Madeira (Campeão do Mundo de Grupo N em 1995), acompanhado por Paula Madeira, ainda logrou atingir o pódio.

    Finalmente, na Categoria “Extra”, Vítor Pascoal/Ricardo Faria (Porsche 911) levaram a melhor sobre os também experimentados Fernando Peres/Carlos Magalhães (Mitsubishi Lancer Evo IX), num emocionante duelo entre pilotos Fuchs.

    Cai o pano sobre a 10ª edição do RallySpirit, mas nem tudo são más notícias! É que a próxima edição já tem data marcada! De 4 a 6 de junho, o espírito do RallySpirit vai voltar a sentir-se e a contagem decrescente já começou… 

    Classificação Final

    Históricos

    1º Rui Ribeiro/Pedro Fernandes (Ford Escort RS MK II), 1h17m28,9s

    2º Pedro Silva/Joaquim Duarte Ford Escort RS MK II), a 3m54,3s

    3º António Carvalho/José Bilhoto (BMW 2002 Ti), a 7m39,6s

    (…)

    Spirit

    1º Rui Salgado/Luís Godinho (Peugeot 306 GTI), 1h20m,21,2s

    2º João Arantes/Bernardo Gusmão (Ford Sierra RS Cosworth 4×4), a 3m31,0s

    3º Rui Madeira/Paula Madeira (Mitsubishi Lancer Evo III) a 4m10,4s

    (…)

    Extra

    1º Vítor Pascoal/Ricardo Faria (Porsche 911), 1h17m55,0s

    2º Fernando Peres/Carlos Magalhães (Mitsubishi Lancer Evo 9), a 18,3s

  • Rui Madeira: “Recuperar de penúltimo para 3.º sabe a vitória!”

    Rui Madeira: “Recuperar de penúltimo para 3.º sabe a vitória!”

    Uma recuperação extraordinária levou Rui Madeira e Paula Madeira ao pódio da exigente edição 2025 do RallySpirit. Ao volante do seu inconfundível Mitsubishi Lancer EVO III, a dupla impressionou milhares de espetadores com uma condução agressiva e sempre em modo máximo ataque, num dos ralis “Legend” mais prestigiados do país.

    A prova começou com um revés: logo na etapa inaugural, a caixa de velocidades do Lancer cedeu, relegando a equipa para a penúltima posição da Categoria Spirit. “Foi um verdadeiro balde de água fria!…”, desabafa Rui Madeira. Apesar de a caixa ter sido alvo de uma revisão completa e testada antes da prova, a avaria acabou por hipotecar um início promissor.

    “Ainda conseguimos terminar a especial de Barcelos Sul 1, mas como não tivemos tempo para substituir a caixa, penalizámos fortemente ao falhar o controlo horário no final da etapa. Estávamos numa luta interessante pelo 2.º lugar com o Hugo Lopes, mas também ele e o Carlos Fernandes sofreram problemas. Este ano, o RallySpirit foi particularmente duro para as mecânicas, tal o número de desistências que se registou.”

    Mas a história não ficaria por aí. As etapas de sexta e sábado revelaram o melhor de Rui Madeira: um autêntico manual de condução nos limites, sem erros e com um ritmo demolidor. Com Paula Madeira a seu lado, a dupla iniciou uma recuperação notável, subindo posições até assegurar o 3.º lugar final — um lugar no pódio conquistado com esforço, talento e garra.

    “Recuperar de penúltimo para 3.º sabe a vitória!”, reconhece Rui Madeira. “Saímos deste rali com um sentimento agridoce — por um lado felizes com a recuperação, por outro frustrados com o contratempo inicial. Agradecemos de coração o apoio dos fãs e patrocinadores, que nunca deixaram de nos apoiar, mesmo quando partimos muito atrás.”

    Paula Madeira reforça: “o espírito da equipa foi notável. Trabalho, dedicação e amor à camisola permitiram que continuássemos em prova. E depois, claro, o Rui mostrou o que sabe fazer: ser rápido, muito rápido, como o campeão que é!”

    A próxima paragem será o Rali Taça Joaquim Santos, integrado no 7.º Penafiel Racing Fest, de 27 a 29 de junho — uma estreia absoluta para Rui Madeira neste evento que homenageia um dos grandes nomes dos ralis em Portugal.

    “Estou muito satisfeito por, finalmente, poder competir numa prova que celebra a memória do Quim, que foi um bom amigo e uma figura inesquecível para todos nós”, afirma o campeão do mundo de Produção. “Vamos regressar ao Lancer EVO II — gostaríamos de alinhar num Rally2, mas o orçamento não estica e ainda estamos a meio da época. Mesmo assim, estamos ansiosos por viver o ambiente único deste festival, que já se afirma como um dos mais importantes do país.”