Os astros alinharam-se e o título volta a ser decidido no Rallye Vidreiro Centro de Portugal. Depois de sete ralis realizados, lutas intensas e percalços, Armindo Araújo, Dani Sordo e Kris Meeke chegam à prova organizada pelo Clube Automóvel da Marinha Grande em condições de garantir o tão ambicionado título.
São três pilotos de renome, de três nacionalidades diferentes, em carros de construtores diferentes. Ingredientes de luxo para uma derradeira batalha pelos pontos.
Para o Presidente do Clube Automóvel da Marinha Grande, Ferdinando Barros, esta era a ‘cereja’ que faltava para a edição 2025 do Rali. “Este ano estamos a inovar. Em breve vão conhecer o novo figurino da prova que, este ano, terá como sede logística a cidade de Pombal. Ser o último rali tem a desvantagem de, até ao dia de hoje, haver dúvidas sobre onde se discutia o título. Ter essa oportunidade mais uma vez é um orgulho e uma responsabilidade que, como sempre, vamos encarar com profissionalismo”, afirmou.
As novidades sobre o Rallye Vidreiro Centro de Portugal serão anunciadas em breve, mas não vão faltar motivos de interesse para visitar Alcobaça, Marinha Grande e Pombal nos próximos dias 17 e 18 de Outubro.
Armindo Araújo e Luís Ramalho são os novos líderes do Campeonato de Portugal de Ralis, depois de terem terminado o Rali da Água Transibérico Eurocidade Chaves Verin, na segunda posição da geral. Com mais um excelente resultado, a dupla do Fabia Rally 2 RS vai para a última prova discutir o primeiro lugar do campeonato.
Com seis especiais para disputar no dia de hoje, o piloto de Santo Tirso começou a manhã com uma toada idêntica à da etapa de ontem, mas admite que “na última secção preferimos focarmo-nos em segurar a nossa posição em vez de correr demasiados riscos para tentar chegar à frente. Este excelente resultado que nos permite subir à liderança do CPR e voltarmos a ir para a última prova discutir o campeonato. Somos a única equipa que conseguiu pontuar em todos os ralis do ano e este resultado é a compensação do trabalho que fizemos até aqui. As contas só se irão fazer no final do Rali Vidreiro e vamos trabalhar para chegarmos lá na máxima força.”, afirmou no final.
O Campeonato de Portugal de Ralis termina com a realização do Rali Vidreiro Centro de Portugal, prova que irá para a estrada entre 17 e 18 de outubro.
Rafael Rego e Ana Gonçalves venceram categoricamente o Rali da Água Transibérico – Eurocidade Chaves-Verín, a quarta e penúltima prova da PEUGEOT RALLY CUP PORTUGAL 2025.
Impondo-se à geral e sendo também os mais rápidos na Power Stage, somaram a pontuação máxima e aproximaram-se de Ricardo Sousa / Luís Marques, dupla que chegou aqui como líder da contenda, num rali que fizeram a controlar e que terminaram na 4.ª posição da geral.
À sua frente, nos dois outros lugares do pódio, ficaram Guilherme Meireles / Pedro Alves e Iago Gabeiras / Ian Quintana, duas equipas que, fruto dos resultados agora alcançados, também se assumem como reais candidatos ao título nacional de 2025. A decisão será conhecida na derradeira jornada desta segunda época da PEUGEOT RALLY CUP PORTUGAL.
Serão, assim, essas quatro duplas que daqui a pouco mais de um mês se irão defrontar no Rally de Lisboa, uma prova que fará a sua estreia no âmbito dos troféus monomarca da PEUGEOT, nomeadamente na iniciativa lusa organizada pela PEUGEOT Portugal.
Quem sucede a Hugo Lopes / Valter Cardoso e conquista o Grande Prémio final da PEUGEOT RALLY CUP PORTUGAL 2025? A resposta será conhecida no próximo dia 1 de novembro, no final do último troço do ano, desenhado num palco icónico dos ralis nacionais: a Serra de Sintra.
A dupla Dani Sordo/Candido Carrera, com o Hyundai i20 N Rally2 do Team Hyundai Portugal, sagrou-se vencedora, este sábado, do Rali da Água Transibérico Eurocidades Chaves-Verin, sétima e penúltima prova do Campeonato de Portugal de Ralis (CPR). Sordo conquistou em Chaves a sua segunda vitória da época, por uma diferença de 25.9s face a Armindo Araújo (Skoda Fabia RS Rally2), num rali em que o líder do CPR, Kris Meeke (Toyota GR Yaris Rally2), não teve a sorte pelo seu lado e acabou por desistir na sequência de um despiste. A decisão do título fica adiada para a última prova, no próximo mês.
A primeira parte da última etapa, de manhã, ficou marcada, de forma prematura, pelas desistências de Ricardo Teodósio (Toyota GR Yaris Rally2), então 3º classificado, devido a problemas de motor, e ainda de Hugo Lopes (Hyundai i20 N Rally2), este “traído” pela caixa de velocidades, quando procurava recuperar de alguma falta de confiança sentia no dia anterior. Lá na frente, Sordo esteve sempre sob forte pressão de Armindo Araújo e um furo do espanhol antes da pausa de almoço fez reduzir a diferença entre ambos de 16.2 para 7.3 segundos. Nessa altura já Meeke estava fora de estrada e com danos consideráveis no seu carro, ainda que tivesse começado o dia a andar rápido, mas sem evitar um “toque” que esteve na origem de um furo no pneu traseiro direito. Aliás, terá sido um resíduo de borracha a danificar um tubo de travões, contribuindo para a saída de estrada no terceiro troço cronometrado da manhã. Outra desistência matinal foi a de João Barros (Skoda Fabia RS Rally2), que terminara o primeiro dia na luta pelo “top 5”, mas problemas de rendimento do motor e depois a cedência da caixa de velocidades não lhe permitiram continuar este sábado.
Lá na frente, Sordo não se deixou surpreender pelo português melhor classificado, Armindo Araújo, enquanto Rúben Rodrigues (Toyota GR Yaris Rally2), em excelente nível, garantiu o último lugar do pódio, explicando que a subida de rendimento se deveu não só a uma maior adaptação ao carro, mas também ao facto de adorar o tipo de classificativas (“estreitas e sinuosas”,disse) desta prova. Em face disso, José Pedro Fontes (Citroen C3 Rally2) viu escapar-lhe o último lugar do pódio, embora terminasse destacado de um Pedro Meireles (Skoda Fabia RS Rally2) “à procura de ritmo no asfalto”. Diogo Marujo (Skoda Fabia R5 Evo) realizou, sem dúvida, a sua melhor prova da época, coroada com o sétimo lugar absoluto, e Rafael Rego (Peugeot 208 Rally4) foi outro jovem em foco, ao dominar, em termos absolutos, nas 2RM (duas rodas motrizes) em toda a linha e fechar com a conquista de um sétimo lugar geral absoluto!
No CPR 2RM, um feudo dos pilotos dos Peugeot 208 Rally4, depois de um começo complicado Guilherme Meireles somou um precioso triunfo. O piloto de Guimarães deu um “toque” na primeira etapa, ficando com alguns problemas na direção, mas depois passou a estar entre os mais rápidos, juntamente com Anton Korzun, Danny Carreira, Pedro Silva e Henrique Moniz. Carreira despistou-se na manhã deste sábado, abrindo caminho à subida de Gil Antunes ao “top 5”, com o líder do campeonato, Ricardo Sousa, em sexto, muito por culpa das cautelas em torno do motor do Peugeot, sobretudo na primeira etapa. E se Meireles não abriu mão do primeiro lugar, na última classificativa um forte ataque de Silva premiou-o com o segundo lugar final, por troca com Korzun, por uma diferença de 2 segundos. Henrique Moniz manteve a quarta posição, mas ao capotar na power stage, Gil Antunes (era 5º) permitiu subida de Sousa ao quinto lugar.
No CPR Júnior, o já referido Rafael Rego dominou, na frente de Guilherme Meireles e de Francisco Custódio. Pedro Câmara Jr somou a segunda vitória consecutiva no FPAK Júnior Team, acabando com uma vantagem significativa em relação a Luís Mendes, depois da desistência, a um troço do final, de António Santinho Mendes, levando José Coelho Lima ao pódio.
Classificação geral final absoluta (Oficiosa)
1º, Dani Sordo/Candido Carrera (Hyundai i20 N Rally2), 59m50.0s
2º, Armindo Araújo/Luís Ramalho (Skoda Fabia RS Rally2), a 25.9s
3º, Rúben Rodrigues/Rui Raimundo (Toyota GR Yaris Rally2), a 1m11.8s
4º, José Pedro Fontes/Inês Ponte (Citroen C3 Rally2), a 1.14.1
5º, Pedro Meireles/Mário Castro (Skoda Fabia RS Rally2), a 1.55.2
6º, Diogo Marujo/Jorge Carvalho (Skoda Fabia R5 Evo), a 3.05.9
7º, Rafael Rego/Ana Gonçalves (Peugeot 208 Rally4), a 4.39.7
8º, Adruzilo Lopes/Vítor Hugo (Mitsubishi Lancer Evo X), a 5.25.5
9º, Paulo Neto/Carlos Magalhães (Skoda Fabia Rally2 Evo), a 5.26.9
10º, Guilherme Meireles/Pedro Alves (Peugeot 208 Rally4), a 5.35.0
Meia centena de pilotos estão inscritos na edição 2025 do Rali da Água Transibérico Eurocidade Chaves-Verín, a realizar nos dias 19 e 20 de setembro. Prova a contar para o Campeonato Portugal de Ralis – CPR e única que é disputada dos dois lados da fronteira.
Os principais pilotos do Campeonato Portugal de Ralis – CPR – como Kris Meeke, Dani Sordo, Armindo Araújo, Ricardo Teodósio e José Pedro Fontes (os cinco primeiros do atual campeonato) vão juntar-se aos do Campeonato Portugal de Ralis 2RM, Taça Portugal Clássicos de Ralis, Taça Portugal Clássicos de Ralis 2RM, Taça Portugal GT Ralis, Campeonato Portugal Junior de Ralis, FPAK Júnior Team de Ralis, Campeonato Promo de Ralis, Campeonato Portugal de Masters de Ralis, Challenge R5 – S2000, Clio Trophy Portugal e Peugeot Rally Cup Portugal.
O CAMI Motorsport garantiu a CNN Portugal como Media Partner do Rali da Água, permitindo, desta forma, dar maior visibilidade às equipas, pilotos e seus patrocinadores, numa ação inédita no Campeonato Portugal de Ralis. Do programa destaque para a sessão de autógrafos, com a presença de pilotos e máquinas, na quinta-feira (dia 18), a partir das 21 horas, seguida de partida simbólica (pelas 22 horas), tudo no Parque Jardim das Caldas. Na sexta-feira (dia 19), na zona do Forte de São Neutel, haverá uma City Stage (Super Especial), a partir das 21 horas.
Durante os três dias de prova haverá também no Parque Jardim das Caldas uma Fun Zone, com música. Também o Parque de Assistência, a funcionar este ano no Centro de Camionagem, vai ter acesso livre para ver, mais de perto e em total segurança, pilotos e carros.
O Rali da Água Transibérico Eurocidade Chaves-Verín é organizado pelo CAMI Motorsport e conta com o importante apoio dos municípios de Chaves e Verín (Galiza, Espanha), bem como da Escuderia de Ourense e da Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting (FPAK) e, como Media Partner, da CNN Portugal.
Pedro Silva viveu um fim de semana inesquecível ao sagrar-se campeão das 2 Rodas Motrizes no Portugal Rally Series, após a vitória no Rali de Sever do Vouga, e já tem novo desafio pela frente: o Rali da Água – Chaves/Verín, do Campeonato Português de Ralis, que se disputa no próximo fim de semana.
O piloto da Castrol/Lubrialbi Rally Team confirmou em Sever do Vouga a superioridade evidenciada ao longo da temporada, coroando um ano de trabalho, consistência e velocidade com a conquista do título.
“É uma sensação incrível ser campeão! Foi uma época de muito esforço e dedicação, por isso este título é o reconhecimento de toda a equipa e de quem nos apoia. Agora é tempo de focar no próximo objetivo, o Rali da Água – Chaves/Verín, onde queremos manter a boa forma e representar as nossas cores ao mais alto nível”, afirmou Pedro Silva.
O embaixador da Beira Baixa, Pedro Silva prepara-se assim para enfrentar o exigente traçado transfronteiriço de Chaves e Verín, uma das provas emblemáticas do Campeonato Português de Ralis, que promete espetáculo e fortes emoções já no próximo fim de semana: “Temos que fazer um bom resultado em Chaves visto que já tivemos duas desistências no CPR e agora a nossa margem de erro é zero ! “
A dupla Miguel Carvalho e António Reis conquistou uma vitória crucial no Campeonato Promo do Rallye Constálica Viseu Dão Lafões, cumprindo os seus objetivos e garantindo pontos vitais na luta pelo campeonato.
A bordo do seu Hyundai i20 N5, a equipa superou um início difícil e deu a volta por cima. O primeiro dia foi desafiador, com a dupla a enfrentar problemas de pressão do turbo que os impediram de impor o ritmo desejado. Contudo, a perseverança e o trabalho da equipa trouxeram os frutos no segundo dia.
Com os problemas mecânicos resolvidos e uma escolha de pneus acertada, Carvalho e Reis recuperaram rapidamente, subindo na classificação até ao topo do campeonato Promo. A performance da dupla foi notável, destacando-se a vitória à geral no troço da Senhora do Castelo. A tarde do segundo dia foi dedicada a manter o ritmo para consolidar a vitória.
Com os objetivos cumpridos, a equipa já se prepara para o próximo desafio: o Rally Series Sever do Vouga, que se realiza ainda esta semana. A dupla agradece o apoio de toda a equipa, família, amigos e a todos os que apoiam.
A dupla viseense do Hyundai i20 N Rally2 foi bastante acarinhada na sua terra natal e territórios circundantes, conquistando uma vitória sem mácula. Nos campeonatos Promo e Centro de Ralis, da prova organizada pelo Gondomar Automóvel Sport, promovida pela Promolações, o triunfo foi conquistado por Miguel Carvalho e António Reis
Um triunfo sem contestação foi protagonizado pela dupla do Hyundai i20 N Rally2. Hugo Lopes e Magda Oliveira suplantaram tudo e todos no primeiro de dois dias de prova, não dando a mínima hipótese de qualquer aproximação dos adversários, os quais lutaram entre si pelos lugares seguintes.
Na luta pela segunda posição, a dupla Lucas Simões e Gonçalo Cunha, em Skoda Fabia Rally2, “sacudiu” a pressão exercida por Diogo Marujo e Jorge “Jet” Carvalho, ao volante de um Skoda Fabia R5 Evo, para estacionar o carro da marca Chéquia no parque fechado a 53,9s dos líderes. O jovem piloto mafrense nunca baixou os braços e terminou o dia inaugural da prova do Gondomar Automóvel Sport na terceira posição, a 1m06,6s dos líderes e a 12,7s de Lucas Simões.
Quem acabou por alcançar um resultado de relevo foi Carlos Matos. O piloto de S. Pedro do Sul, que fez equipa com Ricardo Faria no Skoda Fabia R5, “saltou da sexta posição para o quarto posto, ficando agora a 1m30,5s, por troca com Adruzilo Lopes, que efetuou o caminho em sentido inverso, ao não evitar um furo na citadina super-especial noturna de Vouzela.
Na quinta posição terminou André Cabeças que estreou nesta prova um Citroën C3 Rally2. O piloto de Lisboa navegado por Miguel Castro, nunca se intimidou com a feroz concorrência e, de forma paulatina, foi ganhando ritmo e superou as adversidades, ficando a escassos 1,3 segundos de Carlos Matos.
O segundo dia amanheceu cinzento e com chuva fraca mas persistente, que “baralhou” as escolhas de pneumáticos de Hugo Lopes e Magda. Embora os dias de chuva também tenham a sua própria beleza, o piloto viseense não encontrou a solução e a inspiração para responder cabalmente às gotas de água e ao asfalto molhado que marcou o período matinal, optando por pneus secos.
Perante este cenário Hugo Lopes acabou por sair penalizado e deixou para Lucas Simões, Diogo Marujo e Miguel Carvalho as vitórias nas especiais de classificação. Com as melhorias das condições atmosféricas para depois do almoço, Hugo Lopes voltou a digerir a seu bel prazer as segundas passagens por Ladário, Penoita e Senhora do Castelo.
Reposta a normalidade dos factos, a dupla de Viseu conduziu com arte e engenho o Hyundai I20 Rally2 a um triunfo imperial, acabando por contribuir para o mote de uma competição que apresentou a candidatura ao Campeonato Portugal de Ralis.
Depois de uma luta interessante travada pelo segundo lugar, o jovem mafrense Diogo Marujo e Jet Carvalho, que deixou no ar um aroma de excelência nas estradas de Viseu Dão Lafões, fruto de uma excelente condução, não teve a sorte pelo seu lado. Começou o dia a vencer a especial de Ladário, acabando, contudo, por abandonar na terceira especial.
Na segunda posição seguia confortavelmente Lucas Simões e Gonçalo Cunha, que logrou o triunfo na segunda especial, cimentando o degrau intermédio do pódio. A partir daí, o principal foco ficou reservado à discussão pelo lugar mais baixo do pódio, entre Carlos Matos e Miguel Carvalho, sobretudo quando o primeiro desperdiçou segundos importantes na primeira passagem por Senhora do Castelo.
O piloto do Hyundai i20 N5, navegado por António Reis, passou mesmo para o terceiro lugar, mas Carlos Matos voltou a imprimir bons andamentos com o asfalto seco e recuperou o “fôlego” para encerrar as contas da prova, precisamente no derradeiro “tira-teimas”.
Mas nem tudo foi prejudicial para Miguel Carvalho e António Reis, que venceram a prova pontuável para o Campeonato Centro de Ralis, deixando Armando Carvalho e Ana Santos, em Mitsubishi Lancer Evo IX, na segunda posição, mas à dupla de Vila Nova de Poiares basta partir no próximo compromisso e alcançar o título. Referência, ainda, para a saída de estrada protagonizada pelos irmãos António e Ana Cruz Monteiro, na primeira passagem por Senhora do Castelo, os quais não sofreram qualquer ferimento, mas deixando muitas “mazelas” no Peugeot 208 R5. Um acidente que levou a organização a cancelar a especial.
Miguel Carvalho e António Reis também venceram o Campeonato Promo de Ralis, reforçando a condição de líder, beneficiando, de certa forma, com os problemas que afetaram a dupla Adruzilo Lopes e Vítor Hugo. Primeiro foi o furo na véspera e, depois, viram-se a abraços com o enigma ao nível da embraiagem, cedendo muito tempo, sobretudo na primeira passagem por Senhora do Castelo, especial madrasta para muitas equipas.
Nas Duas Rodas Motrizes, a vitória sorriu a João Rodrigues e Bruno Carvalho, em Renault Clio Rally4/5, relegando para a segunda e terceira posição, respetivamente, Filipe Rodrigues e António Joaquim Pereira (Ford Escort S) e Bruno Pedrosa e Sérgio Simões (Honda Civic).
Quando ao Clio Trophy Portugal, João Rodrigues e Bruno Carvalho conquistaram na prova do Gondomar Automóvel Sport a segunda vitória consecutiva na edição de 2025. A dupla mafrense revelou um ritmo vivo e um domínio quase absoluto, sendo a mais rápida em todas as classificativas, exceto uma: primeira incursão por Penoita.
Esta especial foi ganha por Tiago Pereira – piloto que festejou no mesmo dia 29 anos de idade – e Fernando Pereira, terminando na segunda posição final, com Luís Caetano e David Monteiro em terceiros.
Referência, ainda, para Francisco Fontes, jovem do Porto que escolheu o Rallye Constálica Viseu Dão Lafões para o seu batismo no mundo dos ralis. Filho de José Pedro Fontes, o jovem piloto do Porto, de 18 anos de idade, navegado por Caros Magalhães, teve ainda o condão de estrear na Península Ibérica o Lancia Ypsilon HF Racing Rally6, terminando a sua participação no 31.º lugar entre as 42 equipas que finalizaram a prova.
A 12.ª edição do Rallye Constálica Viseu Dão Lafões chegou ao fim com provas dadas de que estamos perante uma competição de elevado quilate. A candidatura ao Campeonato Portugal de Ralis foi apresentada, restando agora ao Gondomar Automóvel Sport e Promolafões esperar pelo “passaporte” atribuído pela Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting.
Dois ralis, outras tantas vitórias para a dupla João Rodrigues/Bruno Carvalho na edição 2025 do Clio Trophy Portugal. A exemplo do que aconteceu na prova de abertura do calendário, no Rallye Constálica Viseu Dão Lafões, o piloto de Mafra só não foi o mais rápido numa das classificativas. A iniciativa promovida pela Renault Portugal está de regresso dentro de duas semanas, com a disputa do Rali da Água Transiberico Eurocidade Chaves Verin.
Ironia do destino… Depois de duas incontestáveis vitórias, a dupla João Rodrigues/Bruno Carvalho só tem assegurada a participação na próxima prova do troféu. “Ainda não reunimos os apoios suficientes para fazer toda a temporada”, confessou João Rodrigues. “Até lá, resta-nos mostrar que podemos ser (muito) competitivos e foi isso que voltámos a fazer este fim de semana. Entrámos muito fortes e determinados em sermos os mais rápidos. Conseguimos uma boa vantagem e, na manhã de domingo, disputada com condições atmosféricas bastante difíceis, não fazia sentido continuarmos a andar no mesmo ritmo. Passámos a gerir e concretizámos o objetivo: conquistar mais uma vitória. Estamos muito felizes e agora vamos continuar a trabalhar para arranjar mais apoios”.
Em dia de aniversário, com uma atuação em crescendo, a dupla Tiago Pereira/Fernando Pereira vingou o rali de abertura do calendário, com um excelente segundo lugar. “Muito melhor do que em Castelo Branco e em bom plano na chuva”, começou por resumir o jovem piloto. “Estamos satisfeitos e mais confiantes para as próximas provas, embora conscientes de que ainda falta qualquer coisa para andar ao nível do João (Rodrigues). Mas não estamos resignados e, em Chaves, tudo vamos fazer para andarmos mais perto”.
Depois do segundo lugar na prova de abertura da temporada, a dupla Luís Caetano/David Monteiro foi a terceira classificada, naquele que foi o terceiro pódio consecutivo da carreira do jovem piloto na iniciativa promovida pela Renault Portugal. “Ao contrário do dia de sábado, no domingo, entrei no rali com um bom ritmo, adaptando-me bem às difíceis condições atmosféricas. Estou satisfeito pela recuperação, mas tenho de continuar a trabalhar para reduzir a diferença para o João (Rodrigues) nas próximas provas”, sublinhou o piloto de Leiria.
Se, na primeira prova do calendário, a dupla Carlos Marreiros Jr./Ricardo Barreto não foi muito feliz, este fim de semana o jovem algarvio reconheceu, com humildade, que “o problema fui eu. O quarto lugar é um bom resultado, mas nunca tive a confiança para andar ao nível que desejava. Tenho a consciência que tenho de trabalhar de forma diferente para as próximas provas. Há muita coisa para corrigir, mas sei que posso fazer muito melhor”.
Depois do positivo quinto lugar na prova de abertura da temporada, as irmãs Filipa e Mariana Tintim foram obrigadas a desistir na oitava classificativa do Rallye Constálica Viseu Dão Lafões, na sequência de um despiste. “Foi pena, mas faz parte do processo de aprendizagem. Continuamos motivadas em fazer melhor, mas temos de arranjar tempo para preparar melhor as provas”, sublinhou Filipa.
Em tempo de regresso ao Clio Trophy Portugal, Pedro Pereira Jr. foi obrigado a desistir também na sequência de uma saída de estrada, quando estava na luta pelo derradeiro lugar do pódio.
O Clio Trophy Portugal regressa nos dias 20 e 21 de setembro, com a disputa do Rali da Água Transiberico Eurocidade Chaves Verin.
Depois de uma participação difícil em Castelo Branco, a dupla duriense Henrique Rodrigues / Daniel Rodrigues regressou à estrada no passado fim de semana para disputar o 14.º Rali de Mesão Frio, prova pontuável para o Campeonato Norte de Ralis, ao volante do Škoda Fabia N5 prparado pela Matos Competições.
O grande objetivo passava por terminar o rali, somar quilómetros e aprofundar o conhecimento do competitivo Fabia N5. Missão cumprida. “Era muito importante acabar, ganhar ritmo e perceber melhor o carro. Conseguimos fazer um bom trabalho, afinar o carro ao nosso gosto e perceber qual o caminho a seguir. As modificações que fizemos deram resultado e sentimos que ainda há muito potencial por explorar”, sublinhou Henrique Rodrigues.
Apesar de não estar em causa a luta por resultados imediatos, a dupla pôde comprovar a evolução na adaptação ao carro. “Ainda temos muito a melhorar e a aprender. Este rali mostrou-nos o quanto podemos evoluir, desde as travagens mais tardias às entradas em curva. Foi impressionante sentir a capacidade do carro, sobretudo na descida da classificativa do sopé do Marão, onde percebemos o quanto o Fabia é eficaz e rápido”, acrescentou o piloto de Tarouca.
No balanço final, Henrique Rodrigues não esqueceu o trabalho da equipa e do navegador: “O carro esteve irrepreensível graças ao excelente trabalho da Matos Competições. Um agradecimento também ao Dany, que apesar de semanas exigentes a nível profissional esteve perfeito a navegar. E claro, um obrigado muito especial à família e amigos que estiveram connosco em Mesão Frio e nos deram um apoio fantástico.”
Com a motivação reforçada e uma aprendizagem sólida em andamento, a dupla já aponta ao próximo desafio: o Castrol Rally Series, disputado dentro de duas semanas.