Categoria: Ralis

  • Carregal do Sal vai acolher com alma e abnegação o Rali Espumante do Dão

    Carregal do Sal vai acolher com alma e abnegação o Rali Espumante do Dão

    Câmara Municipal de Carregal do Sal, Clube Automóvel de Viseu e Promolafões retalharam o Rali Espumante do Dão, pontuável para o Campeonato Centro de Ralis, Campeonato Centro de Ralis 2RM e Promolafões Rali Cup by Castrol, a disputar no concelho de Carregal do Sal, nos dias 24 e 25 de maio.

    O Rally Espumante do Dão está a chegar e Carregal do Sal passa a figurar na montra das provas do automobilismo, com a vila, que combina a natureza e o património histórico, a transformar-se no epicentro das emoções fortes. Na cerimónia de apresentação, que teve lugar na Quinta de Santa Maria – Ribeiro Santo, em Cabanas de Viriato, foram outorgados dois dias de enorme fervor em torno de pilotos e máquinas de ralis.

    De forma inédita, Carregal do Sal acolhe o Rali Espumante do Dão, competição a desenvolver em pisos de asfalto, organizada pelo Clube Automóvel de Viseu e promovida pela Promolafões. Trata-se de uma prova carregada de simbolismo e que eleva ainda mais o Campeonato Centro de Ralis, Campeonato Centro de Ralis 2RM e Promolafões Rali Cup by Castrol.

    O centro de operações do Rali Espumante do Dão será em Carregal do Sal e as especiais decorrerão dentro de um perímetro definido pelo concelho, privilegiando a própria vila, Oliveira do Conde e Cabanas de Viriato, surgindo apreciadas classificativas ou até a super-especial urbana noturna no primeiro dia de prova.

    Uma história de paixão que começou a fervilhar há cerca quatro anos, naturalmente associada ao Espumante do Dão, com vínculo à vinha, sobressaindo o respeito pela tradição do que é feito naquela região. O primeiro momento de competição do Rali Espumante do Dão é a super-especial Touriga Nacional – Carregal do Sal, de 2,10 quilómetros (20h55 e 21h24), em pleno perímetro urbano, a desenvolver na noite do dia 24 de maio.

    Segue-se depois um dia repleto de emoções fortes ao longo de sete espaciais em pisos de asfalto com dupla passagem por Malvasia Fina, de 5,35 quilómetros (10h28 e 11h28), tripla passagem por Cerceal Branco – Oliveira do Conde, de 11,23 quilómetros (10h56, 11h57 e 14h48) e dupla passagem por Encruzado – Cabanas de Viriato, de 6,03 quilómetros (13h45 e 15h31.

    José Correia, responsável pela Promolafões, evidenciou «o nascimento do Rali Espumante do Dão em Carregal do Sal precisamente no primeiro ano do Termas Motorfest em S. Pedro do Sul e, hoje, é uma realidade, graças ao presidente da autarquia, Paulo Catalino, e de Carlos Lucas, da Quinta de Santa Maria – Ribeiro Santo, que entenderam, através dos ralis, potenciar o espumante do Dão».

    «A Promolafões não organiza provas desportivas mas sim eventos e há um compromisso com o território, em que os automóveis são o veículo de excelência para trazer as pessoas ao território e potenciá-lo para o que de melhor tem», acrescentou José Correia.

    Por seu turno, Paulo Loureiro, presidente do Clube Automóvel de Viseu, está «consciente do espírito interativo existente para que o Rali Espumante do Dão atinja o sucesso na componente desportiva, num território que, em boa hora, aceitou de bom grado avançar este ano com a prova».

    Por outro lado, Marta Neves sublinhou que aceitou «o enorme desafio para desempenhar o papel na direção de prova do Rali Espumante do Dão», destacando, de igual forma, «a cooperação do Município de Carregal do Sal, dos militares da GNR e Bombeiros Voluntários para levar a bom porto esta organização».

    «Pese embora seja a primeira prova e Carregal do Sal, estamos convictos que estaremos à altura do desafio que nos foi colocado, que terá o seu início com uma super-especial no sábado à noite, com dupla passagem encadeada. No domingo teremos mais sete especiais que irão catapultar os aficionados para junto das estradas por onde passa a prova», acrescentou Marta Neves.

    Carlos Lucas, da Quinta de Santa Maria – Ribeiro Santo, em Cabanas de Viriato, fez questão de destacar «a história do espumante do Dão, eu nasceu na década de 90, numa região conhecida pelos vinhos tintos, nunca pelos brancos nem pelo espumante».

    Relativamente à prova, Carlos Lucas destacou a realização do Rali Espumante do Dão «associado à qualidade do produto que tem muita qualidade e procura em determinados momentos, em que as pessoas podem abrir um pouco o cordão à bolsa e que o rali possa catapultar tudo isso e que possamos subir o preço».

    José Batista, vereador do Município de Carregal do Sal, sublinhou que «a autarquia vai procurar não hipotecar as expetativas em torno do Rali Espumante do Dão, porque quando desperdiçamos a única oportunidade de causar uma boa primeira impressão, teremos andar sempre atrás do prejuízo».

    «O desporto motorizado traz espumante logo à cabeça no momento de festejar e comemorar, pelo que não haverá casamento melhor. O Rali Espumante do Dão é mais uma oferta complementar e deixar riqueza no território, o que muito nos orgulha», referiu José Batista, deixando uma palavra de apreço a vários elementos da autarquia «que têm efetuado um trabalho notável para que nada falte e que o sucesso seja uma realidade».

  • Filipe Nogueira: “foi importante superar as dificuldades no rali da casa”

    Filipe Nogueira: “foi importante superar as dificuldades no rali da casa”

    Apesar de ter sido apenas a segunda prova aos comandos do Peugeot 208 Rally4, a dupla formada por Filipe Nogueira e Pedro Figueira ultrapassou a dureza do Rali Terras D’Aboboreira, conquistando um triplo Top 10.

    Correr ‘em casa’ nem sempre é fácil, sobretudo quando o desafio é tão intenso como aquele que, edição após edição, é imposto pela prova organizada pelo Clube Automóvel de Amarante nos concelhos de Baião, Amarante e Marco de Canaveses.

    Filipe Nogueira não esconde que “este rali tem para mim um sabor diferente, não só por estar a correr em casa, mas também porque foi aqui que tudo começou, em 2011, ao volante de um Seat Marbella do Jorge Pinto!”. Como tal, o piloto de Baião assume que “foi importante ter superado as dificuldades do rali”. Quero sempre terminar todas as provas, mas conseguir esse objetivo e juntar a ele um bom resultado no Terras D’Aboboreira é algo muito importante para mim”.

    Quanto ao rescaldo da prestação que rubricou, Filipe Nogueira realça que “O tempo teima em não querer colaborar nas últimas edições do Rali que mais aguardo com expectativa e ansiedade todos os anos, para o poder desfrutar com o máximo prazer de condução. O tempo chuvoso trouxe às classificativas dificuldades acrescidas e inesperadas o que fez com que tivéssemos que ter muitas cautelas para não sair de estrada. Gostava de ter sido mais competitivo, mas estava a disputar apenas o segundo rali com o Peugeot 208 e em condições completamente diferentes das do Rali do Algarve”.

    Para além das difíceis condições do terreno, o baionense reconhece que “andamos a lutar com o carro até sábado à hora do almoço, a tentar acertar no melhor setup. Finalmente, conseguimos e, nas últimas quatro especiais, já ia confortável com o carro e foi muito importante para a nossa aprendizagem e evolução. Aliás, na primeira passagem por Aboboreira 1, diverti-me mesmo muito, pois o piso estava muito bom e deu para aproveitar bastante. No cômputo geral, o rali foi muito positivo para nós e deixa-nos muito motivados para tentar melhorar os resultados nas próximas provas”.

    No fecho, Filipe Nogueira e Pedro Figueira colocaram o Peugeot na 9ª posição do Campeonato de Portugal 2RM de Ralis, almejando ainda conquistar um duplo 10º posto nas contas da Peugeot Rallye Cup Ibérica e da Peugeot Rallye Cup Portugal.

    O piloto de Baião enfatiza “o profundo agradecimento que quero prestar a todos os parceiros que viabilizaram este ambicioso projeto e ao público que nos apoiou, acarinhou e marcou presença em massa mesmo com condições pouco favoráveis. Uma palavra para o Pedro Figueira que passou a ser o meu navegador para esta época e tem feito um excelente trabalho”.

  • Armindo Araújo: “a equipa fez um trabalho incrível e este desfecho é um merecido prémio para todos”

    Armindo Araújo: “a equipa fez um trabalho incrível e este desfecho é um merecido prémio para todos”

    Armindo Araújo e Luís Ramalho terminaram o Rali Terras D’Aboboreira no terceiro lugar da classificação geral, garantindo, com este resultado, a subida ao pódio final na primeira prova do European Rally Trophy e na terceira pontuável para o Campeonato de Portugal de Ralis. 

    Numa etapa onde o primeiro objetivo passava por garantir o pódio final nas contas do CPR e ser a melhor dupla portuguesa na abertura do ERT, Armindo Araújo e Luís Ramalho nunca perderam de vista a possibilidade de chegarem ao terceiro lugar da classificação geral e, após uma ponta final ao ataque, conseguiram assegurar esse pretendo. 

    “Fizemos um rali muito bom desde a primeira especial do rali e hoje tínhamos o nosso foco direcionado em manter a posição que tínhamos conseguido na etapa da ontem. Estivemos sempre numa animada luta com o grupo de equipas que lutavam pelo pódio da geral e decidimos arriscar tudo na derradeira classificativa. Fizemos um excelente troço e conseguimos ganhar o troço à geral, vencer a Power Stage para o CPR e assegurar a subida ao pódio no ERT. A equipa fez um trabalho incrível e este desfecho é um merecido prémio para todos”, disse no final o piloto tirsense. 

    O Campeonato de Portugal de Ralis regresso dentro de quinze dias com a realização do Rali de Portugal, a quarta e última prova da temporada em pisos de terra.

  • Diogo Marujo: “o meu estilo de pilotagem adapta-se a este tipo de carros”

    Diogo Marujo: “o meu estilo de pilotagem adapta-se a este tipo de carros”


    O mais jovem piloto do Campeonato de Portugal de Ralis teve uma estreia promissora ao volante do Skoda Fabia Rally2 evo, superando as difíceis condições do Rali Terras D’Aboboreira e acumulando quilómetros em competição, rumo ao 9.º lugar do CPR.

    Um desafio enorme para um jovem piloto vindo do karting e dos Rally4, mas que demonstrou a maturidade competitiva e o potencial de Diogo Marujo, navegado pelo experiente Jorge Carvalho e apoiado pela equipa Racing 4 You. Poucas horas após concluir a sua estreia com um Rally2, o piloto de Mafra falou de um momento inesquecível.

    Questão: Para alguém com 19 anos e que vinha de um Rally4, suponho que o Rali Terras D’Aboboreira teve condições muito difíceis para uma estreia com o Rally2…

    Diogo Marujo: Sim, foi um rali mesmo muito duro, logo desde os reconhecimentos, com muita chuva e lama, e depois condições de aderência completamente variáveis durante o rali, inclusive dentro do mesmo troço! De facto, era fácil errar nestas condições, sobretudo num carro onde tínhamos poucos quilómetros de testes e onde tudo se passa muito mais depressa!

    Q: Ainda assim, não cometeste erros ao longo dos 114 quilómetros de especiais, foste evoluindo os teus tempos e cumpriste o grande objetivo que era terminar. Como foi esta experiência, ao nível da pilotagem de um Rally2 e ao nível da gestão das emoções, visto que és tão jovem?

    DM: Em termos de pilotagem senti-me mesmo muito bem. Quando terminei a minha carreira no karting, as primeiras experiências que tive na terra foram com um 4×4 no todo-o-terreno. Isso deu-me algumas bases que agora foram muito úteis. O Rally4 é um carro completamente diferente em termos de pilotagem e adaptação não foi tão natural. Claro que essa experiência com o Peugeot foi muito importante para aprender o que é um carro de ralis, mas senti-me logo à vontade com o Rally2, muito mais do que com o Rally4. Chegar ao limite do carro já é algo diferente, isso só vem com os quilómetros e a experiência, mas o primeiro passo foi muito positivo.

    Em termos de gestão das emoções, nunca é fácil controlar aquele nervoso miudinho antes de guiarmos um carro destes num troço de ralis. É uma adrenalina enorme e é isso que me apaixona neste desporto. Mas quer antes, quer durante o rali tive sempre o apoio do ‘Jet’ Carvalho, que é uma pessoa muito experiente e que sabe quando puxar por mim, para aumentar o ritmo, ou então dizer-me para acalmar. Isso foi fundamental para terminarmos este rali tão duro e imprevisível. A equipa Racing 4 You também tem sido espetacular e voltou a fazer um grande trabalho a resolver alguns problemas de travões que tivemos no carro na sexta-feira. O meu obrigado a todos eles e, sobretudo, ao meu pai, que me deu esta oportunidade.

    Q: Segue-se outro desafio enorme, sobretudo pela extensão e dureza da prova, que é o Vodafone Rally de Portugal. Já fizeste o rali o ano passado de Rally4. Quais são as expectativas?

    DM: Quero, acima de tudo, terminar o rali e evoluir. Nesta fase da minha carreira é muito importante acumular quilómetros em competição, aprender, descobrir o máximo sobre o carro e cada prova. O Rali de Portugal é especial por vários motivos, desde logo pela quantidade de gente que temos nos troços, pelo apoio fantástico que sentimos desde a cerimónia de partida até ao pódio final, em Matosinhos. A experiência que tive o ano passado é algo que nunca vou esquecer. Mas estou focado em evoluir troço a troço, rali a rali. Este ano é esse o plano para o restante calendário do CPR.

    Q: Sentes que o público apoia ainda com mais entusiasmo jovens pilotos como tu, ou seja, que os adeptos em Portugal procuram as próximas estrelas deste desporto?

    DM: Tenho sentido bastante apoio em todos os ralis, nas sessões de autógrafos, nos parques de assistência, nas classificativas… Os ralis são um desporto fantástico a esse nível, é a modalidade mais popular do automobilismo. Para um jovem de 19 anos, como eu, é um privilégio estar aqui e agradeço a cada uma das pessoas que encontrei nas provas e vieram falar comigo. Isso é muito importante para nos dar motivação, porque este não é um meio fácil. É tudo muito competitivo, intenso e exigente, mas com o apoio do público torna-se mais fácil.

  • Kris Meeke voa para a vitória no Terras D’Aboboreira

    Kris Meeke voa para a vitória no Terras D’Aboboreira

    Kris Meeke (Toyota GR Yaris Rally2) venceu, este sábado e pelo terceiro ano consecutivo, o Rali Terras D’Aboboreira, dominando do princípio ao fim a terceira prova do Campeonato de Portugal de Ralis (CPR), para concluir as 10 classificativas (114,39 km) com uma diferença de 27.6s para Dani Sordo (Hyundai i20 N Rally2). Armindo Araújo (Skoda Fabia RS Rally2) foi o piloto português melhor classificado, confirmando a superioridade que vem evidenciando desde a época anterior, quando então discutiu o título com o britânico.

    A história deste terceiro rali da época, em termos absolutos, resumiu-se ao despique entre Meeke e Sordo, que deixaram a concorrência para trás desde o início, à semelhança do sucedido tanto em Fafe como no Algarve. Contudo, mais uma vez o piloto da Toyota não deu hipóteses ao da Hyundai e somou o terceiro triunfo consecutivo em 2025. Importa, contudo, referir que o furo sofrido por Sordo na derradeira classificativa (power stage), quando estava a ser o mais rápido, fez aumentar a diferença final de 9.2 para 27.6s, numa “especial” em que Meeke também fez um… “pião”.

    Se o despique pela posição de melhor português prometia um novo “tira-teimas” entre Armindo Araújo e Gonçalo Henriques (Hyundai i20 N Rally2), o certo é que o mesmo durou apenas três classificativas, quando ambos partiam separados por 0.9 segundos para o segundo dia de prova. O jovem do Hyundai Júnior Team FPAK perdeu, primeiro, mais de dez segundos com um “pião” em Marco 2 e depois em Baião não conseguiu evitar um “toque” com a traseira esquerda do Hyundai que lhe danificou a roda e ditou a desistência. A partir de então, Araújo ficava mais folgado no terceiro lugar, controlando o bom desempenho de Rúben Rodrigues, que se sentia pela primeira vez confortável ao volante do Toyota GR Yaris Rally2.

    O campeão açoriano já era quarto do CPR e tinha ganho essa posição a Pedro Meireles (Skoda Fabia RS Rally2) quando este, na sequência de um despiste já a baixa velocidade, foi forçado a abandonar a quatro classificativas do final. A partir daí, tanto Ricardo Teodósio (Toyota GR Yaris Rally2) como José Pedro Fontes (Citroen C3 Rally2), separados por cerca de 30 segundos, pouco mais poderiam fazer que manter as suas posições, dada a margem confortável em relação a Ernesto Cunha (Skoda Fabia Evo Rally2). Paulo Neto (Skoda Fabia Evo Rally2), o estreante nos Rally2 Diogo Marujo (Skoda Fabia Evo Rally2) e Paulo Caldeira (Skoda Fabia Evo Rally2) fecharam o “top 10”.

    A incerteza em torno da vitória no CPR 2RM (duas rodas motrizes) durou até à última classificativa do rali – Aboboreira (21,13 km) –, para a qual Ricardo Sousa (Peugeot 208 Rally4) e Henrique Miranda (Peugeot 208 Rally4) entraram separados por… um segundo. O ucraniano Anton Korzun (Peugeot 208 Rally4), então terceiro classificado, somava mais 25.9s, mas tinha Henrique Moniz (Peugeot 208 Rally4) a 7.1s. Portanto, emoções ao rubro na Power Stage, numa altura em que dois outros protagonistas como Rafael Rego (Peugeot 208 Rally4), devido a despiste, e Guilherme Meireles (Peugeot 208 Rally4), por avaria mecânica, já haviam sido forçados a renunciar. Aliás, Rego liderou, de forma autoritária, desde a primeira classificativa e Meireles, depois de também ter sido líder, estava em condições de discutir um dos três primeiros lugares.

    No momento do tudo ou nada, Sousa garantiu a vitória, perante o desespero de Miranda, que se despistou e não concluiu o rali. Moniz, graças a um “tempo canhão”, pulou de quarto para segundo, com Korzun no último lugar do pódio, enquanto Sérgio Dias (Peugeot 208 Rally4) e Gil Antunes (Peugeot 208 Rally4), separados por menos de um segundo, completaram os cinco primeiros lugares.

    Classificação final (oficiosa)

    1º, Kris Meeke/Stuart Loudon (Toyota GR Yaris Rally2), 1h21m02.6s

    2º, Dani Sordo/Patricia Sáiz Ruiloba (Hyundai i20 N Rally2), a 27.6

    3º, Armindo Araújo/Luís Ramalho (Skoda Fabia RS Rally2), a 1m59.8s

    4º, Rúben Rodrigues/Rui Raimundo (Toyota GR Yaris Rally2), a 3.20.2

    5º, Ricardo Teodósio/José Teixeira (Toyota GR Yaris Rally2), a 3.26.1

    6º, José Pedro Fontes/Inês Ponte (Citroen C3 Rally2), a 3.37.6

    7º, Ernesto Cunha/Valter Cardoso (Skoda Fabia Evo Rally2), a 5.20.5

    8º, Paulo Neto/Nuno Mota Ribeiro (Skoda Fabia Evo Rally2), a 7.48.9

    9º, Diogo Marujo/Jorge Carvalho (Skoda Fabia Evo Rally2), a 8.21.5

    10º, Paulo Caldeira/Carlos Magalhães (Skoda Fabia Evo Rally2), a 9.55.8

    2RM

    1º, Ricardo Sousa/Luís Marques (Peugeot 208 Rally4), 1h33m07.0s

    2º, Henrique Moniz/Jorge Dinis (Peugeot 208 Rally4), a 3.3s

    3º, Anton Korzun/Pavlo Kononov (Peugeot 208 Rally4), a 25.7

    4º, Sérgio Dias/Bruno Abreu (Peugeot 208 Rally4), a 34.2

    5º, Gil Antunes/Alexandre Ramos (Peugeot 208 Rally4), a 35.0

    º, Joni Gonçalves/Paulo Silva (Peugeot 208 Rally4),

    º, Pedro Silva/Ricardo Moura (Peugeot 208 Rally4),

    CAMPEONATOS (Classificações oficiosas):

    Absoluto: 1º, Kris Meeke, 81 pontos; 2º, Dani Sordo, 66; 3º, Armindo Araújo, 53; 4º,

    Ricardo Teodósio, 38; 5º, José Pedro Fontes, 29; 6ºs, Pedro Meireles e Rúben

    Rodrigues, 18; 8ºs, Gonçalo Henriques e Ernesto Cunha, 17; 10º, Pedro Almeida, 11.

    2RM: 1º, Ricardo Sousa, 50 pontos; 2ºs, Guilherme Meireles, Sérgio Dias e Henrique

    Moniz, 49; 5º, Anton Korzun, 33.

    Júnior: 1º, Guilherme Meireles, 55 pontos; 2º, Pedro Gastão, 54; 3º, Danny Carreira,   

    45; 4º, Rafael Rego, 23; 5º, Eduardo Santos, 17.

    O Campeonato de Portugal de Ralis prossegue a 15 e 16 deste mês, no Vodafone Rally de Portugal, sendo que para efeitos de pontuação é válida apenas o resultado no final da primeira etapa.

  • Miguel Freitas vive o sonho no Century 21 Rally Series Castelo Branco

    Miguel Freitas vive o sonho no Century 21 Rally Series Castelo Branco

    Miguel Freitas & Ricardo Teixeira venceram o Century 21 Rally Series Castelo Branco — uma estreia perfeita para o engenheiro de competição.

    De engenheiro a piloto vencedor. Miguel Freitas, navegado pelo amigo de longa data Ricardo Teixeira, estreou-se da melhor forma, conquistando a vitória no Century 21 Rally Series Castelo Branco.

    “É um sentimento muito bom. Desde o início que dissemos que o objetivo era divertir-nos, e isso foi garantido — a vitória foi a cereja no topo do bolo”, afirmou o engenheiro transformado em piloto. Questionado sobre futuras participações ao volante, Miguel Freitas mostrou-se cauteloso: “Combinar o calendário profissional com o do Rally Series, em princípio, não será possível. Mas Castelo Branco também não era… e aqui estamos. Se surgir nova oportunidade, cá estarei.”

    Apesar de terminar a manhã fora da liderança, Freitas beneficiou de contratempos sofridos por Miguel Carvalho & António Reis. Ainda assim, considerava a dupla do Hyundai i20 N5 como favorita à vitória. No entanto, os problemas de direção do i20 agravaram-se durante a tarde, abrindo caminho à vitória do estreante ao volante do Skoda Fabia R5 da Racing 4 You. Com este resultado, Nelson Trindade & Raquel Graça assumem a liderança do Campeonato Portugal Rally Series.

    “Foi um rali difícil, com lama, chuva e um troço exterior exigente, cheio de topos e ressaltos — um verdadeiro desafio, mas muito positivo e cheio de adrenalina. Chegar ao fim com este resultado é excelente, e liderar a classificação ainda mais,” destacou Trindade, que se mostrou satisfeito com um formato “muito interessante e bem organizado.”

    Nas 2 Rodas Motrizes, Gil Antunes brilhou

    Gil Antunes & Alexandre Ramos voltaram a ser os mais rápidos na categoria de 2 Rodas Motrizes. A bordo do Peugeot 208 Rally4, bateram Pedro Silva e o jovem Guilherme Nunes: “Cumprimos os nossos objetivos e terminar com a vitória é excelente. Vamos analisar a possibilidade de estar à partida da Ronda #3 em Ponte de Lima.”

    Já Telmo Garcia, líder à entrada desta ronda, foi forçado a abandonar por problemas mecânicos. Com isso, Pedro Silva, piloto da casa, herdou a liderança da classificação: “Um pódio muito importante aqui em casa. Queríamos vencer as duas rondas, mas não foi possível. Parabéns ao Gil Antunes. Agora somos líderes da nossa classe e vamos fazer os possíveis para alinhar nas restantes rondas. O Rally Series merece — é um grande formato, e estamos orgulhosos de liderar.”

    Vitória para Teotónio nas 4WD e redenção nos FIA Historic

    Na categoria 4WD (não homologados FIA), Fernando Teotónio & Luís Morgadinho impuseram-se com o Mitsubishi Lancer Evo IX, batendo Pedro Lago Vieira & Jet Carvalho (Toyota GR Yaris), com Nelson Trindade & Raquel Graça a fechar o pódio. A dupla do Skoda Fabia N5 destacou-se ainda na N5 Cup by RMC Motorsport, vencendo frente a João Araújo e ao vencedor da ronda inaugural, Miguel Carvalho. Entre os clássicos da FIA Historic, Ricardo Rodrigues & Sónia Pires redimiram-se da frustração em Baltar — onde perderam a vitória quase certa com um despiste na última classificativa. Agora, no Seat Ibiza (ex-Troféu), venceram a categoria, à frente de Ricardo Simões no Volkswagen Golf II GTi.

    A estreia da categoria Sideways foi um sucesso junto do público, com espetáculo garantido nos troços de terra. Entre os vários concorrentes de tração traseira, Bruno Neto & Carlos Morgado (BMW E36 Compact) foram os mais rápidos, seguidos do irmão Telmo Neto, em BMW E30.

    André Lavadinho, promotor do Rally Series, destacou o sucesso da Ronda #2: “Tivemos sorte com as tréguas dadas pela chuva, o que nos permitiu ter casa cheia com um lindo dia de sábado. Demos um excelente retorno à região e a todos os envolvidos. A Escuderia Castelo Branco foi um parceiro exemplar, e o Parque de Desportos Motorizados revelou-se o palco ideal para o nosso formato. Não me surpreende ver tanta gente — o interior e Castelo Branco adoram o automobilismo. Precisam e merecem eventos assim.”

    O Portugal Rally Series regressa nos dias 12 e 13 de julho, em Ponte de Lima, com mais um programa repleto de emoção, espetáculo e competição.

  • RALLY SERIES CHEGA A CASTELO BRANCO EM ALTA ROTAÇÃO

    RALLY SERIES CHEGA A CASTELO BRANCO EM ALTA ROTAÇÃO

    O Portugal Rally Series realiza a sua Ronda #2 em Castelo Branco, nos dias 18 e 19 de abril. A competição, que estreou com sucesso em Baltar, apresenta um formato inovador e acessível, com classificativas em terra e uma forte aposta no entretenimento para o público.

    Em pisos de terra – uma superfície menos comum nas provas da região albicastrense – distribuídos por seis classificativas: duas especiais em traçado tradicional de rali, a que se somam quatro passagens pela classificativa Arena, o centro dos eventos Rally Series, a Ronda #2 traz uma lista de inscritos diversificada e um desafio competitivo ímpar. Em destaque, a Century21 Arena que terá os derradeiros 500 metros em frente à fanzone, num final pensado para um público entusiasta e com todos os olhos postos na ação.

    Liderando o pelotão que lutará pelo sucesso na Ronda #2, Miguel Carvalho & António Reis procuram a segunda vitória na competição, enquanto Pedro Silva, piloto local, Pedro Lago Vieira ou Telmo Garcia, prometem dar muita luta pelo mesmo objetivo. Entre os carros de ponta, Miguel Freitas, engenheiro da preparadora Racing4You, estreia-se ao volante em competição com um Skoda Fabia R5.

    Em Castelo Branco, tal como em todas as rondas do Portugal Rally Series, a Century21 Arena e a sua fanzone serão o centro da emoção, juntando os melhores locais para assistir à ação, parque de assistência, área lúdica para os mais novos, zona de restauração e todas as comodidades para receber adeptos, parceiros e público em geral.

    Na sexta-feira, o programa arranca com o shakedown oficial da prova às 15h00, seguido do Rally Series Karting Trophy, no kartódromo adjacente à fanzone, às 16h45. A sessão de autógrafos e os codrives irão garantir o entretenimento no final do dia. O sábado está reservado à prova de rali, com a primeira classificativa a arrancar às 10h00 e a derradeira especial a começar às 16h51, decidindo o vencedor que celebrará no pódio final às 17h00.

  • João Andrade: “Participar em Vieira do Minho foi muito importante para estarmos fortes na Aboboreira”

    João Andrade: “Participar em Vieira do Minho foi muito importante para estarmos fortes na Aboboreira”

    Com o objetivo bem definido de rodar e ganhar ritmo competitivo, João Andrade marcou presença no Rali Vieira do Minho, numa participação pensada como preparação para o próximo grande desafio: o Rali Terras d’Aboboreira.

    Acompanhado por Pedro Santana e tripulando um Peugeot 208 Rally4, João Andrade utilizou a prova organizada pelo Motor Clube de Guimarães para dar início à sua temporada.

    Para o piloto, o resultado “foi positivo. Concluímos a prova com um 5.º lugar da geral e um 3.º lugar entre as duas rodas motrizes (2RM), levando connosco boas sensações, dados valiosos e notas importantes para continuar a afinar o nosso desempenho. Foi um fim de semana produtivo, onde conseguimos testar, evoluir e manter o foco no trabalho de equipa, com os olhos já postos nos troços exigentes que se aproximam.

    O Rali Terras D’Aboboreira, que se realiza no início de Maio, será o primeiro embate do piloto a contar para o Campeonato de Portugal de Ralis 2RM.

  • António Cruz Monteiro e Ana Cruz Monteiro  repetem vitória no Rallye Terras de Auren

    António Cruz Monteiro e Ana Cruz Monteiro  repetem vitória no Rallye Terras de Auren

    Ourém voltou a acolher o Rallye Terras de Auren e António Cruz Monteiro-Ana Cruz Monteiro (Peugeot 208 T16) acabaram por repetir o triunfo na prova organizada pelo Clube Automóvel da Marinha Grande, numa prova onde, contrariamente à edição anterior, dominaram praticamente de início a fim.

    Armando Carvalho e Ana Santos, aos comandos de um Mitsubishi Lance EVO IX chegaram a liderar o evento após a Super Especial, mas acabaram por ceder a posição e terminaram na segunda posição. Daniel Ferreira, navegado por Tiago Silva (Mitsubishi Carisma GT), fecharam os lugares do pódio à geral, enquanto que Fábio Cruz-Gonçalo Cruz (BMW 316 i) venceram entre os inscritos no Campeonato Start Centro de Ralis 2RM.

    No final da prova, António Cruz Monteiro mostrava-se satisfeito com a vitória em Ourém. “Estou muito contente! O ano passado a emoção foi mais forte porque foi a primeira, mas estou muito feliz! Este foi um rali bastante disputado com o Armando, fui ganhando segundo a segundo e deu este resultado. O troço novo é um verdadeiro troço de rali e diverti-me imenso”, afirmou antes de dedicar esta vitória a alguém especial: “As vitórias são sempre para o nosso pai que era um grande apaixonado pela modalidade e nos iniciou nestas aventuras.”

    “A segunda edição do Rallye Terras de Auren voltou a ser um sucesso, em muito fruto do conhecimento prévio que tínhamos das estradas do concelho de Ourém. Gostaria de agradecer à Câmara Municipal e Juntas de Freguesia por todo o empenho e destacar o excelente comportamento do público e o excelente desempenho dos pilotos. Um evento perfeito e para repetir”, explicou o presidente do Clube Automóvel da Marinha Grande, Ferdinando Barros.

    Recorde-se que o Rallye Terras de Auren foi a terceira ronda do Campeonato Start Centro de Ralis. A competição organizada sob a égide da Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting prossegue agora com o Rali Espumante do Dão, a realizar nos dias 24 e 25 de Maio.

  • ARMANDO CARVALHO E ANA SANTOS NA MÁXIMA FORÇA NO TERRAS DE AUREN

    ARMANDO CARVALHO E ANA SANTOS NA MÁXIMA FORÇA NO TERRAS DE AUREN

    Passadas duas semanas após a conquista do pódio no Rali Cidade Termal, Armando Carvalho e Ana Santos vão marcar presença na terceira prova do Campeonato Centro de Ralis, o Rallye Terras de Auren.

    “Vamos estar presentes na prova do Clube Automóvel da Marinha Grande, o Rallye Terras de Auren, uma prova onde já participámos, mas onde o traçado é diferente daquele em que participámos, mas que, certamente serão muito desafiantes”, adiantou o piloto Armando Carvalho.

    “Fizemos um upgrade ao nosso Mitsubishi Lancer Evo IX que achávamos ser necessário após o Rali Cidade Termal. Vamos apresentar-nos na máxima força e sermos o mais competitivos possível. Queremos divertirmo-nos e andarmos rápido de modo a conseguirmos andar entre os pilotos da frente. Estes são os nossos objetivos para uma prova que antevemos ser muito interessante e desafiadora e onde as condições atmosféricas poderão também ser uma condicionante. Ainda não temos o nosso calendário totalmente definido e, como já referi anteriormente só iremos fazer algumas provas este ano. Temos agendadas 5 provas e iremos ver as que mais nos interessem e também servem os melhores interesses dos nossos patrocinadores a quem agradecemos por todo o apoio e confiança no nosso projeto pois sem eles não conseguiríamos estar presentes”, finalizou o piloto Armando Carvalho.

    Com organização a cargo do Clube Automóvel da Marinha Grande, o Rallye Terras de Auren será disputado nos dias 4 e 5 de abril. Com um total de 162,87km de distância, a prova terá 5 especiais de classificação, perfazendo 55,86km disputados ao cronómetro. No dia 4, sexta-feira, a prova terá início com a realização da Super Especial de Ourém (1,50km) pelas 21 horas. No dia 5, sábado, os pilotos terão dupla passagem pelos 13,67km de Fátima (11.30h e 15h) e pelos 13,51km de Norte (12.30h e 16h). A cerimónia do pódio terá lugar no Centro de Exposições de Ourém.