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  • Bridgestone desenvolveu pneus Turanza Eco sob medida para o SUV elétrico Skoda Enyaq iV

    Como parte da parceria com a Skoda, a Bridgestone desenvolveu pneus com a sua inovadora Tecnologia ENLITEN para o 100% elétrico Skoda Enyaq iV.

    Para satisfazer as exigentes normas de manobrabilidade, desgaste, eficiência e longevidade, a Bridgestone desenvolveu os pneus Turanza Eco com Tecnologia ENLITEN que reduz a resistência ao rolamento dos pneus até 30% e o peso até 20%, ajudando o Skoda Enyaq iV a oferecer até 529 km de autonomia elétrica. Os pneus com Tecnologia ENLITEN são também mais leves, exigindo até menos 2 kg de matérias-primas por pneu.

    O Enyaq iV é o mais recente numa linha de modelos elétricos do Grupo VW a apresentar pneus com Tecnologia ENLITEN, seguindo o Audi Q4 e-tron, Volkswagen ID.3/ID.4/ID.5 e Cupra Born.  Para o Enyaq iV, os pneus Turanza Eco com Tecnologia ENLITEN estão disponíveis nas medidas de 18’’, 19’’, 20’’ e 21’’.

    A Bridgestone também desenvolveu os pneus para o Skoda Enyaq iV utilizando a sua tecnologia proprietária de Desenvolvimento Virtual de Pneus, que reduz o número de protótipos de pneus, bem como a quantidade de testes físicos necessários. O Desenvolvimento Virtual de Pneus pode reduzir o consumo de matérias-primas e as emissões de CO2 durante a fase de desenvolvimento em até 60%, ao mesmo tempo que acelera o tempo de colocação no mercado em até 50% – tornando o desenvolvimento de pneus mais sustentável, eficiente, preciso e flexível.

    A Bridgestone vê a mobilidade elétrica como uma enorme oportunidade para reduzir as emissões de CO2, para ajudar a moldar um futuro de mobilidade mais sustentável para todos e orgulha-se de estar a colaborar com a Skoda para ajudar a acelerar este futuro elétrico. Os pneus VE representam cerca de 11% do total da linha de equipamento de origem da Bridgestone EMIA para automóveis de passageiros – aumentando de forma consistente dos 4% registados em 2019. Espera-se que este número atinja mais de 20% já em 2024.

  • Soc. Com. C. Santos entrega único Mercedes-Maybach GLS Edition 100 em Portugal

    Um automóvel único para assinalar o centésimo aniversário de uma marca única. A Sociedade Comercial C. Santos entregou a única unidade “portuguesa” do Mercedes-Maybach GLS 600 4MATIC Edition 100, edição especial do luxuoso SUV do qual apenas serão produzidas 100 unidades. Apenas um exemplar veio para o nosso país.

    Para assinalar os 100 anos sobre a apresentação do W3 – o primeiro modelo de produção em série da Maybach Motorenbau GmbH –, que foi revelado em setembro de 1921, a Mercedes-Maybach anunciou a criação de versões exclusivas comemorativas do centenário da marca para os modelos Classe S e GLS, ambas limitadas a apenas 100 exemplares.

    A única unidade comercializada em Portugal do Mercedes-Maybach GLS 600 4MATIC foi vendido pela Sociedade Comercial C. Santos a um empresário de Vale de Cambra. “Todos os nossos clientes e todos os nossos automóveis são especiais. No entanto, integrar o processo de encomenda e de entrega de um modelo tão exclusivo como este a um cliente que significa muito para a Sociedade Comercial C. Santos é um orgulho para a nossa empresa e, naturalmente, para mim enquanto profissional”, explica Carlos Henriques, membro da equipa comercial que liderou o processo na Sociedade Comercial C. Santos.

    Embora tenha mais de 5,2 metros de comprimento e quase 1,9 metros de altura, o Mercedes-Maybach GLS 600 4MATIC tem performances de um verdadeiro automóvel desportivo. Com motor V8 biturbo 4.0 a gasolina de 557 cv (mais 22 cv do sistema elétrico EQ Boost de 48 V), o modelo acelera dos zero aos 100 km/h em apenas 4,9 segundos e atinge uma velocidade máxima (limitada eletronicamente) de 250 km/h. O consumo combinado de combustível é de 13,1 l/100 km e as emissões combinadas de CO2 de 297 g/km (em ambos os casos no ciclo WLTP).

    O Mercedes-Maybach GLS 600 4MATIC combina uma aparência imponente e performance desportiva ao luxo e conforto que se espera de um Mercedes-Maybach: é 33 centímetros mais alto que o Classe S e oferece um interior único e com 1,10 metros de espaço para pernas e suspensão pneumática. O interior é à prova de som e com um ambiente de luxo, em que se destacam o couro de elevada qualidade e os acabamentos em piano lacado preto de alto brilho com linhas pérola MANUFAKTUR. O acesso e a saída a partir do veículo também se processam de forma extremamente confortável, através de estribos eletronicamente extensíveis e que se iluminam automaticamente quando as portas se abrem. Nessa altura, a carroçaria também é ligeiramente rebaixada para facilitar o acesso ou a saída do veículo, aumentando o índice de conforto e segurança.

    O Mercedes-Maybach GLS 600 4MATIC Edition 100 (tal como o Classe S Edition 100) é ainda mais refinado do que os restantes modelos exclusivos da marca de luxo. É pintado à mão nas duas cores Maybach Prata e Azul Nautic e apresenta um design especial de interiores em pele nas cores Branco Cristal e Prata Pérola MANUFAKTUR. O logótipo da marca, incluindo a inscrição Edition 100, adorna o pilar D deste imponentes SUV, bem como vários compartimentos de arrumação e os painéis iluminados no interior. Também as jantes são especiais desta edição.

    Entre outros detalhes que revelam o tipo de exclusividade deste veículo, que tem um preço final superior a 338 mil euros, estão as embaladeiras das portas iluminadas com lettering Edition 100, a capa de proteção exterior Edition 100 ou, entre muitos outros elementos de luxo, a caixa em pele Branco Crystal com as chaves do veículo, o porta-chaves Edition 100 e uma caneta ballpoint desenvolvida para esta edição.

    “O melhor dos melhores” desde 1921

    “Apresentar o melhor dos melhores”: foi essa a ambição expressa por Karl Maybach e o seu pai Wilhelm quando estrearam o Maybach 22/70 HP W 3 há um século. Ao longo das décadas, conforme a realeza, líderes mundiais, estrelas de cinema e campeões desportivos viajavam em veículos Mercedes-Maybach, o emblema duplo M passou a representar o auge da inovação técnica e do luxo sofisticado. As palavras Maybach representam hoje não apenas os “melhores” produtos, mas também os “melhores” da sociedade.

    Após a morte de Karl Maybach em 1960, a Daimler-Benz AG assumiu a Maybach Motorenbau GmbH. Em 2002, a MAYBACH foi reanimada como uma marca independente: até ao início de 2013, veículos lendários como os Maybach 57 e Maybach 62, bem como os Maybach 62 Landaulet foram entregues a clientes de todo o mundo. Mais uma vez, a excelência automóvel foi a força motriz tanto para engenheiros, designers e clientes.

    A Mercedes-Maybach é uma marca Mercedes-Benz desde 2014. Cada modelo segue a tradição da marca de criar o “melhor dos melhores” e é feito em consulta com os clientes do Centro de Excelência em Sindelfingen, perto de Estugarda. A pedido, os veículos também podem ser individualizados com atenção aos detalhes pelos especialistas do programa Mercedes-Maybach Manufaktur: artesanato e perfeição ao mais alto nível.

  • Hippie Caviar Motel: um abrigo móvel para os amantes de desporto e da natureza

    A Renault inicia um novo capítulo na sua visão “evasão da rotina” com o Hippie Caviar Motel. Este concept, construído em torno do novíssimo Renault Kangoo E-Tech Elétrico, é um abrigo móvel para aventureiros e aficionados de desporto, que adoram espaços ao ar livre.

    No ano passado, a Renault apresentou o concept Hippie Caviar Hotel, baseado no Trafic, para responder ao crescente desejo de viajar e à oportunidade de contemplar a natureza em cenários idílicos, isto enquanto se desfruta do conforto e das comodidades de um hotel de 5 estrelas. Com o objetivo de satisfazer esse mesmo anseio, em julho, chegou ao mercado o novíssimo Renault Trafic SpaceNomad.

    A Renault passa agora à segunda fase da estratégia de produto para o segmento dos automóveis de lazer, com o novo concept Hippie Caviar Motel. Este comercial ligeiro transformado, construído sobre a base do novo Kangoo L2 E-Tech Elétrico, é um abrigo itinerante, versátil e divertido, perfeito para os entusiastas da aventura e de desporto, que gostam de espaços ao ar livre e de muitas emoções

    O Hippie Caviar Motel tem uma autonomia de 285 km e leva apenas 30 minutos para a prolongar por mais 170 km.

    Vários espaços de arrumação inteligentes permitem o transporte de equipamentos desportivos dentro e fora do automóvel. As barras de tejadilho permitem fixar esquis e ainda sobra espaço para um enorme tejadilho panorâmico, perfeito para apreciar as estrelas, sobretudo com o rebatimento do banco, que assim se transforma numa confortável cama para um ocupante.

    Este concept também está repleto de exemplos da estratégia da Renault para reduzir as emissões de carbono ao longo do ciclo de vida do automóvel – incluindo as prateleiras e o chão feitos de pneus e cortiça reciclados, bem como o próprio grupo motopropulsor totalmente elétrico.

    O Hippie Caviar Motel será, oficialmente, apresentado a 19 de setembro, no Salão IAA Transportation, em Hannover.

  • Maxda CX60: design minimalista, mantendo apenas as formas mais puras

    Num mundo cada vez mais complexo, muitos desejam, portanto, um regresso à simplicidade, razão por que movimentos minimalistas, como uma vida simples, representados por figuras proeminentes como Marie Kondo, são hoje uma tendência, longe de ser propriamente uma novidade. A cultura japonesa e as suas filosofias de design adoptam muitos princípios que, desde há séculos, têm vindo a implementar conceitos minimalistas. São também a base do design Kodo da Mazda, não porque o minimalismo esteja na moda, mas porque faz parte das raízes culturais do construtor.

    Durante muito tempo, as pessoas pensaram – e assim lhes foi dito – que a felicidade advém do facto de nos rodearmos do maior número possível de bens. O Século XX viveu basicamente desta premissa, mas com o passar do tempo, muitos perceberam que esta promessa de felicidade era uma mera ilusão: quanto mais bens possuímos, menos felicidade cada um desses bens nos traz, para além de que nos tornamos mais dependentes se optarmos por possuir ainda mais coisas. Talvez ainda pior, distrai-nos da felicidade proporcionada por coisas imateriais, tais como o desfrutar da natureza, do amor, da amizade ou da obtenção de mais conhecimento e maturidade pessoal. Em suma, o conceito de “mais, mais, mais” não é um sustentável no que respeita à felicidade pessoal ou em relação aos recursos globais e ao impacto no clima.

    Questionado sobre o que torna determinadas linhas num design japonês, Ikuo Maeda, outrora Director Global de Design da Mazda, actualmente Membro Sénior de Design da Mazda e pai do design Kodo, respondeu: “Menos é mais. Acima de tudo, o design japonês deve ser simples e puro.”

    O modelo para esta filosofia de design é o mundo natural com o qual a estética japonesa sempre partilhou uma profunda ligação. Seja a ênfase nos espaços abertos da arquitectura tradicional japonesa, que assenta na colocação das paredes de forma a enquadrar o cenário exterior, ou o espectáculo anual da flor de cerejeira, com as suas inúmeras manifestações na arte, o mundo natural nunca está longe quando se trata dom conceito japonês de beleza, o qual tudo absorve em seu redor, desde a arte à vida quotidiana das pessoas e suas preferências pessoais.

    Uma das filosofias que casam natureza e cultura no design japonês é a filosofia Ma, que se refere ao conceito de espaço negativo. Aquando da decoração de salas, os arquitectos japoneses, por exemplo, utilizam apenas alguns elementos cuidadosamente escolhidos, realçando a beleza e a energia encontradas dentro dos espaços vazios que divide esses elementos. Aplicado ao contexto da produção automóvel, significa resistir à tentação de sobrecarregar o design com diversos elementos estranhos, sendo-se contido e minimalista nas características interiores ou exteriores, para criar espaço que permitam ao olhar percorrer as formas, apreciando, na mesma proporção, tudo que está presente, mas também tudo o que não está.

    Outra filosofia que complementar é a filosofia Kaicho, subjacente à cura e melhoria do espaço criado pelo conceito Ma. É alcançado através da combinação harmoniosa entre vários materiais e texturas que se complementam, tornando-se mais do que a soma das suas partes, produzindo simplicidade e sofisticação a partir da complexidade. A iluminação é também um atributo chave desta filosofia, sendo que para a Mazda significa o recurso a uma iluminação subtil, suave e indirecta, que aumente a sensação de harmonia nos seus modelos.

    “A filosofia da Mazda consiste em tornar as coisas naturais e simples e não distrair o condutor”, refere Akira Tamatani, Designer-Chefe do Mazda CX-60. “Queremos ver as pessoas nos nossos automóveis a desfrutar de uma vida mais enriquecida.” E uma vida enriquecida é, para um número cada vez maior de pessoas, uma vida onde se pode ter menos, mas onde tudo o que possuímos tem, realmente, valor.

  • Nissan JUKE volta a inovar com uma motorização híbrida

    O icónico crossover compacto Nissan JUKE está agora equipado com uma motorização híbrida avançada, oferecendo um desempenho eficiente e enérgico.

    «A estratégia de eletrificação de produtos da Nissan está a ganhar força e o novo JUKE Hybrid representa mais um marco na nossa ambição estratégica de ter uma gama totalmente eletrificada até 2023», disse Guillaume Cartier, presidente da região AMIEO da Nissan.

    O JUKE Hybrid estreia uma verdadeira caixa de velocidades híbrida multimodal que dá prioridade à eficiência, capacidade de resposta e um impulso harmonioso. Os condutores e passageiros apreciarão o seu arranque sempre 100% elétrico, a sua capacidade de condução envolvente e uma excelente eficiência de combustível, uma travagem regenerativa eficiente e uma bateria de alto desempenho. O icónico crossover compacto Nissan JUKE está agora equipado com uma motorização híbrida avançada, oferecendo um desempenho eficiente e enérgico.

    «A estratégia de eletrificação de produtos da Nissan está a ganhar força e o novo JUKE Hybrid representa mais um marco na nossa ambição estratégica de ter uma gama totalmente eletrificada até 2023», disse Guillaume Cartier, presidente da região AMIEO da Nissan.

    O JUKE Hybrid estreia uma verdadeira caixa de velocidades híbrida multimodal que dá prioridade à eficiência, capacidade de resposta e um impulso harmonioso. Os condutores e passageiros apreciarão o seu arranque sempre 100% elétrico, a sua capacidade de condução envolvente e uma excelente eficiência de combustível, uma travagem regenerativa eficiente e uma bateria de alto desempenho.

    Onde os híbridos tradicionais oferecem uma experiência pouco inspiradora, o sistema de unidade inteligente do JUKE Hybrid foi sintonizado para maximizar a quantidade de tempo que o JUKE passa no modo VE, que é o que os clientes mais apreciam. Um objetivo fundamental para os engenheiros da Nissan era reduzir a frequência do motor a ligar e desligar, o que os condutores consideram inconveniente e perturbador. Esta evolução aumenta o prazer de condução, bem como otimiza a eficiência.

    Nissan JUKE Hybrid: new advanced powertrain offers efficiency and responsive performance

    Durante os testes finais, até 80% de utilização urbana foi conseguida em modo VE puro, com fases híbridas curtas para recarregar a bateria antes de voltar ao modo VE. O JUKE Hybrid não só arranca sempre em modo elétrico, como pode atingir velocidades até 55 km/h em VE puro, para que os condutores desfrutem de uma experiência de condução forte, constante, repetível e sustentada.

    O sistema maximiza automaticamente o uso de modo elétrico, mas o JUKE Hybrid também está equipado com um interruptor dedicado que pode ser usado quando o condutor não quer que o motor de combustão funcione, como em áreas residenciais ou de hospitais e de escolas, parques de estacionamento, drive-through e em engarrafamentos. Embora o estado da bateria permita a carga, forçará o JUKE Hybrid a funcionar como um automóvel apenas elétrico.

    Mergulhar nos detalhes do que torna a motorização do JUKE Hybrid tão distinta, o know-how interior é um testemunho dos pontos fortes de engenharia combinados encontrados dentro da Aliança.

    A motorização híbrida do JUKE consiste num motor de combustão interna da Nissan de última geração, desenvolvido especificamente para trabalhar numa aplicação híbrida de motorização. Produz 69kW (94cv) e 148Nm de binário. No lado elétrico, a Nissan forneceu o motor elétrico principal que produz 36kW (49cv) e 205Nm de binário, enquanto a Renault forneceu o motor de arranque/gerador de alta tensão de 15kW, o inversor e a bateria arrefecida por líquido de 1,2kWh, bem como a caixa de velocidades altamente inovadora.

    O resultado é uma motorização que fornece 25% mais potência do que a opção atual do motor a gasolina, com uma redução do consumo de combustível de até 40% no ciclo urbano e até 20% ao longo do ciclo combinado (dados sujeitos a homologação).

    A chave para o prazer de condução no coração do Nissan JUKE Hybrid é uma avançada caixa de velocidades multimodal de baixa fricção que proporciona uma utilização ótima da potência propulsiva, seja elétrica, do motor a gasolina ou de ambos. Para reduzir o atrito, esta caixa de velocidades utiliza embraiagens de patilhas em vez de anéis sincronizadores convencionais para deslocar as 4 engrenagens “ICE” e 2 engrenagens “VE”. Além disso, para reduzir o atrito, esta caixa de velocidades não utiliza uma embraiagem. Todos os arranques do automóvel são 100% elétricos, e os dois motores VE são usados em combinação para sincronizar as engrenagens, proporcionando uma aceleração suave, conectada e responsiva.

    A caixa de velocidades é controlada por um algoritmo avançado, gerindo os pontos de mudança, a regeneração da bateria, bem como a avançada arquitetura em série-paralelo. A motorização pode navegar perfeitamente através de diferentes requisitos de hibridização (série, paralelo, série-paralelo) de acordo com os requisitos de aceleração e potência, tudo sem qualquer intervenção do condutor. Como resultado, não há nenhuma sensação de “elástico”, que é percebida negativamente pelos clientes dos híbridos tradicionais, e o condutor desfruta de uma aceleração forte, tranquilidade, velocidade de cruzeiro refinada e baixas emissões – o melhor de todos os mundos.

    Ao abrandar, o motor elétrico funciona como gerador e captará energia cinética, transformando-a em eletricidade para ser armazenada na bateria de propulsão híbrida. A função avançada de Travão Cooperativo Regenerativo combina travagem regenerativa e travagem de fricção tradicional para alcançar uma sensação de pedal natural e uma recuperação energética eficiente. O condutor desconhece os ajustes entre os dois sistemas, garantindo que o retorno através do pedal do travão permanece constante e intuitivo.

    O JUKE Hybrid também conta com um seletor de modo de condução, permitindo ao condutor escolher entre os modos Eco, Normal e Sport. Não só o modo de acionamento altera o esforço de direção, o funcionamento do controlo climático e a resposta do pedal do acelerador, no caso da nova motorização híbrida, como também altera o comportamento de travagem regenerativa e o estado de carga da bateria. No modo Sport, por exemplo, a regeneração sob travagem é definida para um nível elevado de modo a maximizar a energia elétrica para uma aceleração eficaz. No modo Eco, reduzirá a procura do sistema de ar condicionado para maximizar a eficiência.

    Tal como acontece com o VE puro Nissan LEAF, o JUKE Hybrid está equipado com o sistema e-Pedal Step da Nissan que, quando ativado, permite que o progresso do automóvel seja controlado utilizando apenas o pedal do acelerador. Quando o pé é retirado do acelerador, é aplicada uma travagem regenerativa moderada (até 0,15g) que desacelera o JUKE até aproximadamente 5km/h. A travagem adicional pode por vezes ser necessária para desacelerar e é sempre necessária para conseguir uma paragem total (a função de retenção automática pode ser selecionada por conveniência). A utilização do e-Pedal torna-se rapidamente intuitiva e o efeito é reduzir a carga de trabalho do condutor durante a sua utilização urbana e, ao fazê-lo, proporciona uma experiência de condução suave e relaxante, ao mesmo tempo que maximiza as oportunidades de regeneração da bateria, melhorando ainda mais a experiência de VE.

    Nissan JUKE Hybrid: new advanced powertrain offers efficiency and responsive performance

    O design desportivo de crossover coupé do JUKE permanece na versão híbrida. Foi dada muita atenção a todos os detalhes e feitas uma série de pequenas alterações para otimizar a sua eficiência aerodinâmica; e para identificar o JUKE Hybrid como a versão eletrificada. Os logótipos “Hybrid” foram aplicados nas portas da frente e na tampa da mala.

    A grelha frontal do JUKE Hybrid passa a ostentar o novo símbolo da marca Nissan e conta ainda com uma tira de material de brilho preto na junção com o capô, colocando-o em linha com outros modelos eletrificados da Nissan.

    O design da grelha em si é agora uma malha com uma abertura menor para otimizar a eficiência aerodinâmica, possibilitada graças aos requisitos de arrefecimento reduzidos da versão híbrida. Foram também efetuadas modificações na carroçaria abaixo do para-choques para melhorar o fluxo de ar e, exclusivamente para o híbrido, adicionado um obturador de grelha de radiador, para que o fluxo de ar seja automaticamente ajustado de acordo com as necessidades de arrefecimento, reduzindo o arrasto aerodinâmico.

    O defletor traseiro, montado acima da janela traseira, foi redesenhado para um fluxo de ar mais limpo atrás do automóvel. E na frente das rodas dianteiras, os deflectores de ar foram remodelados e reposicionados para limpar o fluxo de ar, enquanto o eixo traseiro ganhou uma cobertura que suaviza o fluxo aerodinâmico sob o automóvel. Todas juntas, estas modificações visuais difíceis de reconhecer à primeira vista, poupam aproximadamente 2g de CO2 por 100km, refletindo o compromisso da Nissan com melhorias de eficiência. As poupanças chegam a atingir os 5g em algumas versões ICE.

    As novas jantes de liga de 17″ de dois tons serão introduzidas na gama JUKE ao mesmo tempo que a versão híbrida, bem como as jantes de dois tons derivadas do Nissan ARIYA.

    Nissan JUKE Hybrid: new advanced powertrain offers efficiency and responsive performance

    No interior do habitáculo, o painel de instrumentos é novo com o mostrador direito a afixar a velocidade e o mostrador esquerdo a potência, com a agulha a mover-se entre a “Carga”, quando a regeneração de energia está a ocorrer, através do “Eco” quando a propulsão é elétrica e “Potência” quando o motor de combustão interna e o motor elétrico se combinam. Dentro da parte inferior do mostrador esquerdo, há um medidor que mostra o estado de carga da bateria.

    Uma representação visual do fluxo de potência pode ser exibida no ecrã combinado de 7″ entre os dois mostradores, mostrando todos os diferentes fluxos de energia numa animação simples e clara, maximizando a compreensão do condutor sobre o funcionamento do sistema. O botão para e-Pedal está posicionado na consola central, atrás do botão do travão de estacionamento elétrico, enquanto o botão para ativar o modo VE a 100 por cento está entre duas das aberturas centrais de ventilação. Quando o modo e-Pedal e VE são ativados, os lembretes visuais aparecem na parte inferior do ecrã.

    A capacidade da mala é de 354 litros, uma ligeira redução de 68 litros em relação à versão a gasolina, em consequência da colocação da bateria de 1,2kWh. Com os bancos traseiros dobrados, o espaço da mala continua a ser o melhor da classe com 1.237 litros, enquanto o espaço para os joelhos no banco traseiro permanece inalterado em 553mm.

    «A introdução do novo JUKE Hybrid é mais uma adição chave para a gama eletrificada da Nissan. Estamos no meio de uma ofensiva de produtos eletrificados que coloca igual ênfase na ecoeficiência e no prazer de condução. Como todos os nossos produtos eletrificados, o JUKE Hybrid reescreve as regras no seu segmento graças à inovação arrojada que proporciona mais desempenho e mais eficiência», disse Arnaud Charpentier, vice-presidente de Estratégia de Produto e Preços para a região AMIEO da Nissan. E acrescentou: «Os clientes do JUKE Hybrid vão adorar que a personalidade ágil e enérgica do JUKE tenha sido melhorada com a introdução desta opção de motorização eletrificada avançada e refinada. Oferece melhor desempenho, bem como uma eficiência impressionante, sem comprometer o divertimento».

    O JUKE Hybrid está disponível para encomenda desde 20 de junho, em toda a rede de concessionários oficiais da marca em Portugal, com preços recomendados de venda a público a partir de 32.700 euros, sem incluir campanhas.

  • Koenigsegg CC850 tem 1.385 cv e é o carro manual mais potente do mundo

    A Koenigsegg comemora 20 anos de história neste mês de agosto. Para celebrar esse marco, a fabricante sueca decidiu voltar às origens e criar uma homenagem ao seu primeiro veículo: o CC8S, lançado há 20 anos.

    O superdesportivo é equipado com motor V8 5.0 biturbo, exatamente igual ao do Jesko. A potência é de 1.185 cv, mas pode chegar a 1.385 cv com o combustível E85. O torque é de 141,2 kgfm.

    Os números são – assim como em todos os carros da Koenigsegg – impressionantes. Mas dessa vez o que mais chama a atenção não é a velocidade, e sim a caixa de velocidades. A marca criou o chamado Engage Shift System (ESS), uma transmissão que permite que os proprietários dirijam o veículo no modo manual, com câmbio de seis marchas e pedal de embraiagem, ou no modo automático, com nove velocidades e trocas feitas sem interferência do condutor. Esse sistema complexo foi criado para trazer lembranças ainda mais reais do CC8S, que era equipado apenas com câmbio manual.

    No visual, o Koenigsegg CC850 lembra muito seu “irmão mais velho”, lançado em 2002. As principais mudanças foram feitas na traseira, que agora traz lanternas retangulares, para-choque liso e um grande difusor. Os faróis e os elementos aerodinâmicos também deixam a aparência do carro mais moderna.

    Na cabine, os bancos são revestidos de couro vermelho para dar um toque ainda mais esportivo. Além disso, o modelo oferece recursoscomo conexão com Apple CarPlay, carregador de celular por indução, elevador de suspensão hidráulico, sensores de estacionamento e até a função Autoskin, que abre todas as portas e painéis apenas com o toque de um botão.

    O preço do Koenigsegg CC850 ainda não foi anunciado, assim como os dados de desempenho. Mas a expectativa é de que o superdesportivo custe cerca de 3 milhões de euros.

    A Koenigsegg Automotive AB é uma montadora sueca de modelos de alta performance fundada em 12 de agosto de 1994 por Christian von Koenigsegg, um jovem de 22 anos que decidiu seguir seu sonho e construir o maior super desportivo do mundo. O sonho tem ganho asas…

  • Soc. Com. C. Santos promove passeio de clássicos Mercedes-Benz em setembro

    A Sociedade Comercial C. Santos vai promover um passeio de clássicos Mercedes-Benz. Marcada para 24 de setembro, a primeira edição do Passeio de Clássicos Soc. Com. C. Santos está aberta a inscrições de automóveis Mercedes-Benz com mais de 30 anos.

    A Sociedade Comercial C. Santos criou, em parceria com a Motorbest Tours, um programa a pensar exclusivamente nos proprietários de automóveis Mercedes-Benz com mais de 30 anos. Com saída das instalações na Maia-Aeroporto do representante da marca, o evento propõe uma rota cénica, pensada para proporcionar puro prazer de condução, numa jornada que inclui uma componente lúdica e cultural culminando num almoço de convívio num espaço nobre.

    “Um dos grandes capitais das marcas automóveis é a sua história. Se há marca que tem um histórico de que se pode orgulhar, essa marca é a Mercedes-Benz. Sendo a Sociedade Comercial C. Santos um dos mais históricos concessionários Mercedes-Benz em Portugal, esperamos que o primeiro Passeio de Clássicos Soc. Com. C. Santos seja mais um contributo para o legado automóvel e um ponto de encontro para apaixonados pela marca”, afirma o relações públicas da Sociedade Comercial C. Santos, Aquiles Pinto.

    Nacional 108 no roteiro

    O percurso do primeiro Passeio de Clássicos Soc. Com. C. Santos passará por algumas das estradas mais celebradas do Norte de Portugal (incluindo a EN 108) e propõe uma verdadeira viagem no tempo. Além dos automóveis Mercedes-Benz com mais de 30 anos (com assistência em estrada Serviço 24H a acompanhar o passeio), também a visita guiada ao Centro Interpretativo e ruínas romanas de Tongobriga remete para o património histórico e cultural.

    O trajeto do primeiro Passeio de Clássicos Soc. Com. C. Santos culmina na Casa da Quintã, no Marco de Canaveses. Aí, os participantes poderão degustar os sabores da região.

    A taxa de inscrição no primeiro Passeio de Clássicos Soc. Com. C. Santos é de 30 euros para condutor e 25 euros para acompanhantes (as crianças dos 7 aos 12 anos pagam 20 euros e os menores de 7 anos têm acesso grátis).

    As inscrições (com acesso a mais informações) no primeiro Passeio de Clássicos Soc. Com. C. Santos podem ser feitas na seguinte ligação: .

  • Projeto “Mobilidade Urbana Sustentável” da Renault Portugal e das Aldeias Históricas de Portugal é um sucesso

    Desenvolvido pela Renault Portugal e pelas Aldeias Históricas de Portugal, o inovador projeto “Mobilidade Urbana Sustentável” está a começar com bons auspícios: quase 14.000 quilómetros já foram percorridos por turistas, residentes e profissionais ao volante da frota de automóveis elétricos Renault disponível na Aldeia Histórica de Castelo Novo; e uma distinção nos Global Mobi Awards Prio, uma iniciativa que premeia os melhores da mobilidade inteligente em Portugal.

    Desde meio de abril que a população, os visitantes e os profissionais da Aldeia Histórica de Castelo Novo contam com uma frota de veículos elétricos Renault para utilizar, sem custos, nas Aldeias Históricas de Portugal. Um inovador projeto que torna as viagens pelo território mais fáceis, económicas e sustentáveis e que só precisou de escassas semanas para justificar ser uma aposta ganha.

    De facto, as Aldeias Históricas de Portugal e a Renault Portugal acabam de ser distinguidas nos prémios Global Mobi Awards Prio, na categoria Empresas/Organizações. Uma iniciativa que reconhece os melhores da mobilidade inteligente em Portugal e que conta com um júri alargado que inclui jornalistas em representação dos mais importantes órgãos de comunicação social, mas também académicos e representantes de associações e empresas.

    O projeto “Mobilidade Urbana Sustentável” promovido pela Renault Portugal e pelas Aldeias Históricas de Portugal foi escolhido, entre 43 candidaturas, nas 10 categorias apresentadas a concurso.

    Mas, nas Aldeias Históricas de Portugal, o pioneiro projeto já conquistou turistas, residentes e profissionais. Em apenas dois meses e meio, no período compreendido entre 15 de abril e 30 de junho, já recorreram ao serviço, que é gratuito, 264 utilizadores, sendo que, destes, 91 foram visitantes, 148 residentes e 25 profissionais. No que se refere ao perfil dos visitantes, mais de 80 por cento foram portugueses, e os restantes foram originários dos Países Baixos, Espanha, Japão, Brasil e Alemanha. Neste período, a gama de modelos elétricos da Renault percorreu um total de 13.829 quilómetros.

    De recordar que este é um serviço que coloca ao dispor de turistas, residentes e profissionais uma frota de cinco viaturas Renault elétricas, a partir da Aldeia Histórica de Castelo Novo, ou das estações ferroviárias de Castelo Novo, Alpedrinha e Fundão. Um projeto-piloto que poderá estender-se a áreas para além da mobilidade, de modo a reforçar a aldeia como uma referência no domínio da sustentabilidade e que poderá ser replicado nas restantes 11 aldeias da rede.

    Há quatro modelos de veículos elétricos à disposição: o Renault Twizy, que está a ser o eleito dos jovens com mais de 16 anos, mas também dos adultos que procuram uma experiência mais irreverente ou que sofrem de mobilidade reduzida; o Renault Twingo Electric que está a impressionar pela agilidade e prazer de condução; o Renault ZOE que está a surpreender pelos desempenhos nas fantásticas e desafiantes estradas da região; enquanto o comercial Renault Kangoo Z.E. está a deixar rendidos os profissionais da Aldeia Histórica de Castelo Novo, nomeadamente os que se dedicam à agricultura e à pecuária.  

    Recorde-se que a adesão ao serviço é muito simples: basta reservar as viaturas a partir do link https://aldeiashistoricasdeportugal.com/?serv=rentacar, indicando quais as datas de recolha e devolução, bem como se necessita ou não de transfer (caso não tenha viatura própria ou preferir deixar o carro em casa, desfrutando assim de uma experiência 100% sustentável e económica). A partir do mesmo link, além de reservar o seu modelo elétrico preferido, pode desde logo planear a sua viagem pelas Aldeias Históricas de Portugal, escolhendo o alojamento, os restaurantes e ainda várias atividades, como passeios pela natureza ou visitas guiadas.

    Em articulação com o Município do Fundão, estão disponíveis ainda serviços de transfer (também gratuito) a partir das estações ferroviárias de Castelo Novo, Alpedrinha ou Fundão.

  • A110 E-Ternite: protótipo 100% elétrico da Alpine

    A Alpine celebra o 60º aniversário do A110 com um protótipo, repleto de inovações “Made in Alpine”, que projeta a marca para o futuro. Um verdadeiro laboratório rolante, o A110 E-ternité é um automóvel 100% elétrico, que mantém a lendária agilidade dos Alpine com uma leveza inigualável para um automóvel elétrico deste segmento.

    “Quero eletrificar a Alpine para preservar o seu nome para toda a eternidade“. Esta frase foi “cunhada” por Luca de Meo pouco depois da chegada ao Grupo Renault. O desafio foi aceite por Laurent Rossi, CEO da Alpine, e pelos engenheiros da marca. Em menos de um ano, uma equipa transformou esta ideia louca numa realidade e, para cúmulo, aproveitou ainda a oportunidade para remover o tejadilho.

    O A110 E-ternity, 100% elétrico, é o resultado deste trabalho exploratório. Surge para celebrar o 60º aniversário. Fazendo a ponte entre um passado prodigioso e um futuro 100% elétrico, ilustra o trabalho que a Alpine implementa, atualmente, para desenvolver a sua gama de novos modelos.

    Durante mais de dez anos, o Grupo Renault foi pioneiro no campo dos automóveis elétricos, adquirindo uma vasta e valiosa experiência em todas as áreas da indústria automóvel. É, portanto, bastante natural que as equipas da Alpine tenham começado a pensar neste tema desde muito cedo.

    A chegada de Luca de Meo e o anúncio de uma gama 100% elétrica, na Alpine, deu uma orientação clara para o trabalho das equipas e uma oportunidade de trabalhar nos elétricos de uma forma exploratória. No espírito “restomod”, o A110 tornou-se a plataforma ideal para este trabalho de investigação, uma ponte entre um passado prestigiante e um futuro ainda mais ambicioso.

    Assim, o objetivo é claro: eletrificar os próximos automóveis Alpine e porque não começar pelo A110, um ícone dos desportivos, conhecido pelo baixo peso e agilidade, dentro de um orçamento realista.

    O caderno de encargos era simples: eletrificar o A110, equiparando-o em termos de desempenho, equilíbrio e agilidade ao Alpine A110 com motor de combustão, mas capitalizando, ao mesmo tempo, os pontos fortes, a experiência e as tecnologias do Grupo.

    Para apimentar um pouco mais este desafio, a Alpine acrescentou quatro inovações ao caderno de encargos: um sistema multimédia inovador, que utiliza o tablet pessoal do condutor para uma experiência de conectividade intuitiva e natural, baseada no Google ou em Android, permitindo que todas as aplicações do utilizador sejam centralizadas num único dispositivo, um sistema áudio de última geração, com 8 altifalantes para recriar um som surround, materiais inovadores para aliarem desempenho e sustentabilidade e uma solução “descapotável” que permite desfrutar da quietude da tecnologia elétrica: o sonho de poder conduzir um Alpine A110 elétrico, ao ar livre, sem qualquer ruido.

    Como marca do Grupo Renault, era natural, para este novo projeto, olhar primeiro para as peças e tecnologias já disponíveis internamente. Os módulos de bateria são idênticos aos do Mégane E-Tech 100% elétrico. No entanto, para conseguir uma distribuição ótima do peso e para acomodar os doze módulos, foi necessário conceber caixas de bateria específicas para o A110 e adaptar a arquitetura interna. Quatro módulos foram assim colocados à frente e oito atrás. Para responder a este desafio, os engenheiros posicionaram estes módulos no espaço de uma forma “atípica”.

    Apesar da adição destes doze módulos, o peso total do Alpine A110 E-ternité permanece particularmente baixo, com um aumento de apenas 258 kg, graças a uma massa contida para o conjunto de baterias (392 kg).

    A fim de conseguir o melhor compromisso entre a aceleração dos 0 a 100 km/h, velocidade máxima e a autonomia elétrica, através do armazenamento de energia elétrica que requer grandes baterias, foi adicionada uma caixa de velocidades inovadora ao motor “standard” do Grupo.

    Nenhuma das opções de caixa de velocidades disponível internamente permitiu aos engenheiros da Alpine satisfazer as necessidades do A110 E-ternité de encontrar uma caixa de velocidades suave e eficiente, sem quebra de binário, mas também leve e compacta.

    Assim, uma caixa de velocidades foi estudada internamente, com o fornecedor de caixa de velocidades da Alpine, de dupla embraiagem (DCT) com controlo eletrónico, como no motor de combustão A110, mas com embraiagens dimensionadas para lidar com binários elevados. A solução da dupla embraiagem permite evitar uma quebra no binário enquanto se mantém compacta e leve.

    A equipa Alpine mostrou engenho no sistema eletrónico adotado, misturando duas arquiteturas de equipamento eletrónico separadas por dez anos. Esta inovação proporciona novas oportunidades de simplificação da arquitetura ou de melhoria contínua em todo o produto, uma vez que permitiu manter as características do motor de combustão AS1, acrescentando, simultaneamente, novas características do segmento EV, bem como outras como a característica “Overtake” ou a possibilidade de permitir a comunicação entre duas baterias.

    Foi instalada uma única ECU para assegurar a comunicação entre os dois sistemas. Esta inovação traz novas oportunidades para simplificar arquiteturas ou para melhorar continuamente ao longo de todo o ciclo de vida do produto.

    A A110 E-ternité tem ainda mais para oferecer, com novos equipamentos desenvolvidos pelos engenheiros da Alpine.

    Há muito tempo que os pedidos para um A110 se tornar também descapotável faziam-se ouvir. A Alpine decidiu, assim, enfrentar mais esse desafio. A dificuldade era, sobretudo, encontrar a solução ideal para integrar rapidamente um telhado amovível na estrutura do A110. Os engenheiros da Alpine imaginaram assim uma solução simples e leve, sem afetar a rigidez na produção A110, com dois telhados “injetados” com carbono reciclado. Um componente concebido e construído inteiramente em casa.

    Os engenheiros da Alpine tornaram prioritário o desenvolvimento de um automóvel que seja tão belo quanto eficiente. O cockpit deve, portanto, refletir isso também. A equipa conseguiu combinar os requisitos de conceção com os da arquitetura eletrónica. A solução: a cablagem foi feita diretamente com o tablier e foi utilizado o mesmo computador da interface. O resultado corresponde às expetativas e também se integra:  um sistema audio “state-of-the-art”, com 8 altifalantes, incluindo um subwoofer para recriar um som envolvente, graças a coluna central e duas novas colunas traseiras, um inovador sistema multimédia que utiliza o tablet pessoal do condutor como ecrã multimédia, de modo a exibir o ambiente e as aplicações habituais do utilizador. Esta solução proporciona um sistema operativo sempre atualizado, combinado com as mais recentes tecnologias de ecrã. 

    Os materiais utilizados em algumas peças-chave, não só leves, mas também mais amigos do ambiente, são feitos de linho. Foi também desenvolvido um segundo protótipo E-ternité que mostra esta nova tecnologia aplicada a peças como o revestimento do capô, o tejadilho, a janela traseira, a grelha, a estrutura dos bancos e a saia traseira. O material provém da empresa Terre de Lin, sediada perto de Dieppe (Normandy, França). Tão forte como a fibra de carbono e com melhor acústica, o linho é um material do futuro.

    Esta nova experiência possibilita também a preparação para o futuro. De facto, o desenho das peças é agora compatível com os vários materiais compostos, o que significa que o mesmo molde pode ser utilizado para produzir carbono, vidro ou composto de fibra de linho.

  • Lexus RX: luxo na simplicidade do design

    Lexus aperfeiçoa a abordagem ao design de interiores com o interior fluido e organizado da Nova Geração RX, o novo SUV eletrificado de segmento E. 

    Um espaço cheio de detalhes extravagantes não é necessariamente a melhor forma de criar um ambiente de luxo. Como testemunha o interior do novo Lexus RX, a abordagem “menos é mais” e a simplicidade do design, podem ser muito mais eficazes.

    Esta abordagem nova e contemporânea é evidente a partir do momento em que abre a porta da nova geração RX: as superfícies unem-se de forma fluida e organizadas, contribuindo para uma sensação de espaço, requinte e elevada qualidade.

    O ambiente do habitáculo é o resultado de uma evolução do design de interiores da Lexus, como explica o Designer-Chefe do Projeto, Jota Kusakari: “Desafiámo-nos a criar um espaço simples e bem pensado, que não dependesse de ornamentação”.

    Esta abordagem não reduz, de forma alguma, o encanto do famoso luxo artesanal Takumi da Lexus: “Concentrámo-nos em conferir aos acabamentos, aos bancos e aos apoios de braço uma sensação tátil digna de um interior de alta qualidade, com atenção à abertura e ao fecho das portas, e à qualidade do som, para atingir um nível de qualidade que inspira os sentidos”, acrescenta Kusakari.

    A simplicidade do novo design está patente na forma como o painel de instrumentos se prolonga de forma limpa e contínua, incluindo os mostradores, o painel de instrumentos e os revestimentos das portas. Equipar o carro com o novo sistema abertura e fecho de portas e-latch permitiu mover as patilhas de abertura interiores para baixo, e esculpir a parte superior dos painéis das portas, numa extensão natural do painel de instrumentos.

    A simplicidade complementa, na perfeição, o conceito Tazuna, desenvolvido pela Lexus para o cockpit do condutor – gere o posicionamento e a facilidade de utilização dos comandos e fontes de informação de forma racional, para que o foco seja a condução.

    “Ao integrar o conceito Tazuna, o design do cockpit organiza o espaço de forma que o condutor sinta uma conexão mais profunda e intuitiva com o automóvel, controlando-o conforme a sua vontade”, explica Kusakari. Isto está presente em pormenores como a disposição coordenada das fontes de informação – display da consola central, contadores e head-up display – para que seu conteúdo possa ser consultado com um mero ajuste da linha de visão do condutor.

    A qualidade sensorial reforça o impacto do design em todos os elementos que os ocupantes do carro podem ver, tocar e ouvir. Inclui tudo, desde o novo sistema multimédia aprimorada que combina um intuitivo ecrã sensível ao toque e botões físicos de controlo, até à estética agradável e ao apelo tátil dos novos acabamentos e revestimento dos bancos, passando pela iluminação ambiente que inclui um completo espectro de opções de cores, e o tranquilizante som de abertura e fecho das portas.

    O relaxante e tranquilizador design do habitáculo também se reflete na forma como pode comunicar diretamente com o automóvel. O novo assistente de bordo “Hey Lexus” está pronto para responder a solicitações e comandos de voz em tom de conversação. Se disser que está com fome, recomendar-lhe-á lugares próximos para comer; se mencionar que tem frio, ajustará o ar condicionado.

    Verdadeiramente prático, como um SUV
    O design interior é perfeitamente adequado para um SUV – proporciona o lado prático, a conveniência e a flexibilidade necessários. Graças ao envolvimento e ao design inteligentes, há mais espaço para as pernas dos passageiros no banco traseiro e uma melhor visão lateral e dianteira, reforçada pela linha inferior da cintura do automóvel e pela amplitude do campo de visão frontal. O acesso foi facilitado pelo rebaixamento do ponto de quadril e pela adaptação do acesso ao ajuste facilitado de potência. Para viagens em família, a capacidade da bagageira corresponde à do atual RX, embora o novo modelo apresente uma projeção traseira mais curta; o volume foi alcançado através de soluções de design que incluíram uma porta traseira mais fina, um design de suspensão traseira mais vertical e uma altura de carga mais baixa.