O primeiro SUV Lexus, o LX, foi apresentado em 1996.Em 1998, a Lexus foi pioneira no mercado de crossovers de luxo com o primeiro RX.A gama Lexus inclui seis modelos SUV e crossover: UX, NX, RX, RX L, GX e LX.As motorizações eletrificadas impulsionam as vendas da Lexus, com os modelos híbridos Lexus a representar 96% de todos os SUV Lexus vendidos na Europa Ocidental.
No início deste verão, a Lexus ultrapassou a marca de 5 milhões de vendas globais de SUV e crossovers de luxo. A marca Lexus, lançada em 1989, apresentou o primeiro SUV (o LX) em 1996. Dois anos depois, apostou no RX, abrindo caminho para o segmento de SUV e crossover de luxo que se tornaria a categoria mais popular entre os clientes de carros premium. À medida que os gostos dos consumidores evoluíam globalmente, a Lexus adicionou o robusto GX SUV, o crossover de tamanho médio NX e o crossover urbano UX. Agora representando cerca de dois terços das vendas totais da Lexus, a marca de luxo japonesa comercializa modelos SUV e crossover em 90 mercados, em todo o mundo.
Ao longo dos anos, os modelos SUV e crossover ajudaram a impulsionar a marca, combinando design arrojado, capacidade de inovar, qualidade através da perícia artesanal Lexus e tecnologia sofisticada num conjunto único de veículos exclusivos, resultando num crescente número de clientes fiéis à marca Lexus.
Os crossovers Lexus (RX, RXL, NX e UX) conquistaram popularidade a nível global com a disponibilidade de motorizações híbridas e a gasolina. O inovador sistema “full-hybrid”, lançado pela primeira vez com o SUV híbrido RX 400h em 2005, representa hoje cerca de um terço do volume global da gama SUV da Lexus, aumentando para 96% na Europa Ocidental e Central.
O novo Hyundai Kauai recebe uma atualização no design
conferindo-lhe um aspeto mais urbano e desportivo com o intuito de reforçar a
sua identidade única. Duplica o seu design desportivo através de detalhes
exteriores aerodinâmicos adicionais.
A Hyundai Motor partilhou um primeiro vislumbre dos novos SUV’s Hyundai Kauai e Kauai N-Line que expressam a tipologia de design “Sensuous Sportiness” da marca sul coreana. O novo Hyundai Kauai possui uma postura mais ampla e uma dianteira inspirada na fisionomia de um tubarão, fornecendo ao modelo um visual mais elegante. As atualizações das luzes de circulação diurna em LED conferem-lhe um design mais tecnológico e sofisticado.
O primeiro Hyundai Kauai N-Line
O novo Hyundai Kauai N-Line incorpora um design mais
aerodinâmico com entradas de ar próximas do solo e um para-choques mais
agressivo. A versão N-Line oferece um ponto de entrada atrativo para a submarca
N e expande o interesse do Kauai a um maior leque de clientes.
Mais detalhes em relação ao design do novo Hyundai Kauai e Kauai N-Line serão revelados nas próximas semanas.
Estes dois protocolos têm o mesmo objetivo: medir os poluentes regulamentados
(CO/HC/Nox/partículas) e o consumo expresso em CO2 de um novo veículo, ao longo do ciclo de condução. Contudo, um dos testes será
substituído pelo outro.
Introduzido em 1992, o protocolo NEDC (New European Driving Cycle) tornou-se desatualizado e, desde setembro de 2017, tem vindo a ser gradualmente substituído pelo protocolo WLTP (Worldwide Harmonized Light Vehicles Test Procedure), o qual está muito mais próximo das condições reais de utilização dos veículos.
O WLTP substituiu oficialmente o protocolo
anterior NEDC em setembro de 2017 para os automóveis de passageiros, e em
setembro de 2018 para os veículos comerciais ligeiros (Classe II e III).
De forma a não provocar situações
dúbias entre os consumidores no que respeita aos valores NEDC e WLTP foi criada
uma fase de transição prolongada em vigor desde setembro de 2017 até janeiro de
2021. Durante este período, e consoante o país, os valores de consumo de combustível
e de CO2 utilizados para classificações
energéticas, em brochuras comerciais, material publicitário e websites podem ser
NEDC, WLTP ou ambos. Contudo, cada país tem de utilizar sempre a mesma opção para
todos os construtores.
Os valores WLTP são utilizados na
Finlândia desde setembro de 2018, em Portugal desde janeiro de 2019 e em França
desde março de 2020. Alguns países europeus continuarão a usar os valores de CO2 em NEDC até dezembro de 2020 (por
exemplo, Itália, Espanha, etc.).
O protocolo World-wide harmonized Light
Vehicle Test Procedure (Procedimento Mundial Harmonizado de Testes em
Veículos Ligeiros), ou WLTP, mede os valores regulamentados de poluentes
(CO/HC/Nox/partículas) e de consumo expresso em CO2, ao longo deste
ciclo de testes.
Este novo método, ou protocolo, estabeleceu
condições de teste mais realistas de forma a fornecer aos clientes informações
mais representativas.
Os testes são supervisionados pelos Serviços Técnicos com base em ciclos de condução padronizados (tempo, velocidade, equipamento presente no veículo, temperatura, etc.) iguais para todos os construtores.
No âmbito da visão e esforço de investigação da Hyundai para a ecomobilidade, três modelos KAUAI Electric estabeleceram um recorde de autonomia para automóveis elétricos. O desafio era simples: com um único carregamento, cada carro seria capaz de percorrer mais de 1.000 quilómetros.
Os SUVs sub-compactos totalmente elétricos dominaram o teste, conhecido também como “hypermiling”, com facilidade, e só pararam por estarem sem energia exatamente a partir dos 1.018,7, 1.024,1 e 1.026,0 quilómetros. Em relação à capacidade da bateria de 64 kWh, cada valor individual representa outro recorde, uma vez que o consumo de energia do veículo de 6,28, 6,25 e 6,24 kWh/100Km foram muito inferiores ao valor padrão de 14.7 kWh/100Km determinado pelo WLTP.
Todos os veículos KAUAI Electric utilizados no teste eram veículos de produção em série quando
chegaram a Lausitzring, pelo que a sua autonomia WLTP anunciada é de 484 quilómetros. Além disso, os três
automóveis foram controlados alternando os condutores durante os seus três dias de utilização e o sistema
de assistência dos veículos permaneceu intocado. Estes dois fatores são pré-requisitos fundamentais para a
importância da missão de autonomia da Hyundai. A Dekra, a organização especializada que desde 2017 tem
vindo a operar em Lausitzring, assegurou que tudo ocorresse dentro do planeado durante a tentativa bem-
sucedida de registo de eficiência. Os engenheiros da Dekra asseguraram-se que tudo correu bem,
monitorizando os veículos usados e mantendo um registo de cada uma das 36 mudanças de condutor.
A poupança de energia como um desafio
Uma vez que nenhum outro fabricante alguma vez realizou um teste tão prático como este, as estimativas avançadas foram correspondentemente cautelosas. Os técnicos da Hyundai a trabalhar com Thilo Klemm, Chefe do Centro de Formação Após-Venda, tinham calculado uma autonomia teórica entre 984 e 1.066 quilómetros para uma condução simulada à velocidade média de trânsito na cidade. Isto foi um desafio para as equipas, porque conduzir de forma a poupar energia exigiu concentração e paciência.
Três equipas competiram entre si em Lausitzring: uma equipa de condutores teste da conceituada revista Auto Bild, uma com técnicos do Departamento de Após-Venda da Hyundai Motor Deutschland e outra equipa com membros do Departamento de Comunicação e Marketing de Produto. Apesar do uso do ar condicionado não ter sido proibido, nenhuma das equipas quis correr o risco de uma condução com ar condicionado com uma temperatura exterior de 29oC para não prejudicar os resultados de autonomia. Pela mesma razão, o sistema de entretenimento do KAUAI Electric permaneceu desligado todo o tempo, sendo a energia disponível utilizada exclusivamente para a propulsão. Apenas a luz de condução diurna permaneceu ligada, de modo a cumprir com os requerimentos legais de condução. Foram utilizados os convencionais pneus de baixa resistência Nexan Nfera SU1 no tamanho 215/55R17.
A velocidade média das equipas após percorrerem uma distância de mais de 1.000 quilómetros foi entre 29 e 31 km/h. Apesar de, à primeira vista parecer uma velocidade reduzida, o teste teve que ser realizado nas típicas condições de trânsito na cidade, incluindo horas de ponta e semáforos, assim como o limite de velocidade de 30Km/h em áreas de residência. “Com este teste, o KAUAI Electric demonstrou o seu potencial e eficiência como um SUV de estilo de vida ecológico,” afirma Jürgen Keller, Diretor Executivo da Hyundai Motor Deutchland GmbH. “Isto prova a sua aptidão para o uso diário e mostra que, no que refere aos nossos veículos elétricos, a ansiedade relacionada à autonomia deve ser algo do passado.”
As tecnologias Híbrida e Elétrica são semelhantes em algumas caraterísticas, mas nem sempre é fácil distinguir um automóvel híbrido de um elétrico. A Hyundai Portugal criou uma plataforma, a Blue Academy, com o objetivo de esclarecer e responder a todas as dúvidas: como saber optar por uma das duas tecnologias, quais as diferenças entre as mesmas e quanto é possível poupar com elas. Tecnologia Híbrida A tecnologia híbrida agrega diferentes tipos de tecnologias: Híbridos convencionais, 48V/Mild- Hybrid e Híbrido Plug-in.
A Hyundai é a única marca a disponibilizar a mais vasta gama de soluções eletrificadas e, por isso, na gama Hyundai, encontramos vários modelos que incorporam estas tecnologias. O Hyundai Kauai está disponível na versão híbrida e o Hyundai IONIQ está disponível com motorização híbrida e híbrida plug-in. Por fim, podemos encontrar o 48V/Mild-Hybrid disponível no Hyundai Tucson.
Os veículos híbridos convencionais conjugam dois tipos de motores: o motor elétrico e o motor a combustão. A função do motor elétrico é auxiliar o motor a combustão. A principal vantagem deste tipo de tecnologia é a redução no consumo de combustível e na emissão de gases poluentes, pois o motor elétrico acaba por diminuir o tempo de funcionamento do motor a combustão. Os veículos com tecnologia 48V/Mild-Hybrid, conjugam o funcionamento do motor a combustão com o “motor” elétrico, mas não permitem uma condução exclusivamente elétrica. O motor elétrico de 48V deste sistema é simplesmente um auxiliar do motor a combustão, permitindo a diminuição do consumo de combustível e a emissão de gases poluentes ao auxiliar o arranque e a aceleração do veículo, e ao acrescentar até 12kW de potência ao automóvel. Estes veículos não podem ser carregados externamente. A energia do motor elétrico é regenerada nos momentos de desaceleração ou travagem do veículo, tal como acontece por exemplo no Hyundai Tucson 48V.
Os veículos com tecnologia Plug-in, ao contrário dos automóveis mild hybrid, conseguem circular exclusivamente com a energia do motor elétrico. Após esgotada a energia do motor elétrico, este circulará com a energia gerada pelo motor a combustão. Tal como os automóveis com a tecnologia mild hybrid, também a energia do motor dos híbridos plug-in é regenerada nos momentos de desaceleração ou travagem do veículo. Para além de poderem circular exclusivamente em modo elétrico, os híbridos plug-in têm ainda outra grande diferença face aos mild hybrid: podem ser carregados externamente, ou seja, através de uma ligação à rede elétrica.
Tecnologia Elétrica
Ao contrário dos veículos híbridos, os veículos elétricos só têm um motor elétrico. Assim, circulam
sempre em modo elétrico, não havendo consumo de combustível ou emissão de gases poluentes.
Tal como acontece com os veículos híbridos, também a energia do motor elétrico dos veículos 100%
elétricos é regenerada quando o veículo se encontra em desaceleração ou travagem. Porém, o meio de
carregamento deste tipo de veículos é através da conexão do automóvel à rede de energia elétrica, uma vez
que alguns destes veículos já apresentam autonomias superiores a 400 quilómetros, como é o caso do novo
Hyundai KAUAI Electric que apresenta uma autonomia de cerca de 450 km.
Dependendo da capacidade do automóvel e da potência da rede elétrica, a carga total de um veículo elétrico pode ser atingida em cerca de uma hora ou até menos, como acontece no Hyundai IONIQ Eletric que possibilita um carregamento rápido em cerca de 23 minutos.
Os veículos a Hidrogénio, como o Hyundai Nexo, são considerados veículos elétricos porque utilizam
energia elétrica, combinando oxigénio e hidrogénio para criar um fluxo de eletrões que, por sua vez, dão
energia ao motor elétrico e carregam a bateria.
Existem diferenças entre os veículos totalmente elétricos e veículos a hidrogénio: os veículos elétricos carregam-se, principalmente, através da rede elétrica, enquanto que os veículos a hidrogénio são abastecidos com hidrogénio. Os automóveis a hidrogénio são ainda mais amigos do ambiente pois, para além de não consumirem combustível ou emitirem gases poluentes, ainda purificam o ar ao emitirem vapor de ar.
A Hyundai Motor Company está a iniciar um novo capítulo enquanto líder na era da ECO Mobilidade ao anunciar a marca IONIQ que introduzirá novos veículos elétricos no mercado.
Sob a marca IONIQ, a Hyundai irá oferecer ‘experiências eletrificadas personalizadas’, respondendo às necessidades de todos os estilos de vida. Isto está em linha com a visão da Hyundai “Progresso para a Humanidade”. Sob a marca IONIQ, a Hyundai Motor planeia introduzir três novos modelos EV dedicados e outros modelos inovadores ao longo dos próximos 3 anos, respondendo, assim, à crescente procura do mercado por veículos elétricos e conduzindo o plano da Hyundai para liderar o mercado EV global.
Para cumprir a missão da marca IONIQ, a Hyundai Motor vai combinar o seu “Know-how” líder na indústria de EV’s com a visão da empresa para fornecer experiências de mobilidade inteligentes.
“A marca IONIQ assinala a mudança de paradigma da
Hyundai ao introduzir no mercado os veículos elétricos e como os clientes os
experienciam”, afirmou Wonhong Cho, Vice-Presidente Executivo e Diretor
Global de Marketing na Hyundai Motor Company. “Com a IONIQ, a Hyundai
está a remodelar o modo como vemos os EV’s, indo para além do pensamento
convencional. Iremos oferecer experiências elétricas personalizadas que estão
integradas em estilos de vida conectados e eco conscientes”.
O renascer do IONIQ
A Hyundai introduziu pela primeira vez o termo IONIQ, que junta “ion” e “unique”, quando anunciou o Projeto IONIQ, um projeto de investigação e desenvolvimento a longo termo focado na mobilidade ecológica. Baseado no projeto, a Hyundai introduziu em 2016 um veículo chamado IONIQ, o primeiro e único modelo do mundo a oferecer a opção de escolha entre três motorizações elétricas diferentes – híbrido, híbrido plug-in e elétrico – numa única plataforma.
O legado inovador da Hyundai manifestado pela primeira vez através do modelo, agora leva para o renascimento do nome como marca dedicada aos EV’s para a Hyundai. A Hyundai irá lançar a gama de veículos elétricos numericamente nomeados sob a nova marca, com os números pares usados para os sedans e os números ímpares para os SUV’s.
O primeiro modelo sob a marca IONIQ será o SUV IONIQ 5 de
dimensões médias. O IONIQ 5 é baseado no concept 45 EV, que foi revelado em
2019 no International Motor Show (IAA) em Frankfurt, como uma homenagem ao
primeiro concept da Hyundai. Os designers do IONIQ 5 inspiraram-se no passado e
integraram-no através da assinatura de luzes em pixel, um elemento de design
único que os designers da Hyundai irão continuar a incorporar nos veículos
IONIQ.
Em 2022, um sedan desportivo IONIQ 6 baseado no concept
elétrico mais recente da Hyundai, o Prophecy, revelado em março, será
introduzido, seguido de um SUV de grandes dimensões, IONIQ 7, em 2023. O design
exterior do Prophecy é caracterizado por uma silhueta icónica de proporções
perfeitas inspiradas num design aerodinâmico.
Estratégia 2025
A Hyundai Motor Group anunciou recentemente que o grupo tem
como objetivo vender 1 milhão de veículos elétricos para se tornar no líder
global de veículos elétricos no ano de 2025.
Sob a estratégia para 2025, a própria Hyundai Motor Company
pretende tornar-se no terceiro maior fabricante de veículos ecológicos do
mundo, vendendo 560.000 unidades de BEV em adição às vendas de FCEV.
O lançamento da marca IONIQ com modelos EV dedicados reforça o compromisso da marca para a mobilidade ecológica e reflete a sua transformação contínua como uma Smart Mobility Solution Provider com soluções sem emissão de poluentes.
“¡Arriba, abajo, al centro y adentro!”. Às quintas-feiras, as Happy Hour no Sicario, casa do México em Matosinhos, convidam a brindar ao lado bom da vida com cocktails de assinatura à base de tequila e mezcal.
Esta quinta-feira, dia 13 de agosto, os aficionados da bebida mexicana terão motivos extra para uma visita: a José Cuervo, uma das mais conhecidas e reputadas marcas de Tequila, será a anfitriã de uma edição especial das noites de Happy Hour, com uma carta de cocktails exclusivos.
O convite mantém-se: das 19h00 às 21h00, dois cocktails pelo preço de um. Já a escolha torna-se ainda mais difícil. Apenas esta noite, estarão disponíveis quatro novos cocktails: Tommy’s Margarita com Tequila JC Especial Silver, sumo de lima e xarope de agave; Paloma que combina JC Especial Silver e soda caseira de toranja; Muletta uma deliciosa junção de JC Especial Reposado, sumo de lima, ginger beer e angostura bitter e por fim Fresh Velvet que, como o próprio nome já faz adivinhar, é uma opção refrescante de JC Tradicional Silver, sumo de lima, shrub e puré de abacate. Cada cocktail tem o valor de 6€.
Tendo como mote “al mal tiempo buena cara”, o Sicario celebra a vida à mesa, com pratos inspirados na cozinha de “las abuelas”, que levam a viajar pelas diferentes regiões do México.
Está em distribuição a 77ª edição da Escape Livre Magazine e o seu lançamento oficial teve como anfitrião o município de Pinhel. A ‘cidade falcão’ tem, na publicação deste verão, o roteiro com road book que pode servir para qualquer viatura 4×2 ou 4×4, facilitando uma visita à Capital do Vinho 2020/2021 em qualquer altura do ano.
Por se tratar de uma edição para
os meses de agosto, setembro, outubro e novembro, época que convida a passeios
e saídas, aproveitando as sugestões da ELM, as Organizações Escape Livre e o
Município decidiram convidar a comunicação social e algumas entidades para uma
apresentação informal.
No auditório exterior do Centro
Histórico, a Escape Livre Magazine foi folheada pelos presentes, revelando
alguns dos artigos, desde logo o interessante artigo sobre Redwan Cassamo, que
é novamente o autor da capa. As atividades do Clube Escape Livre, que até ao
final do ano tem, entre os vários destinos, as gravuras do Côa e as Termas; as
viagens até ao Marmòris Hotel & Spa, no Alentejo, a Adega de Figueira de
Castelo Rodrigo e restaurante Cova da Loba; a entrevista a André Bettencourt,
Diretor de Marketing da Bridgestone em Portugal e a reportagem sobre a
Valorizarpneu, além do comparativo entre o SEAT Arona e o Hyundai Kauai, são
outros dos conteúdos para o tempo de férias.
Esta é a segunda edição após uma
profunda renovação, desde a qual passou a ser uma publicação menos técnica do
ponto de vista dos novos modelos de automóveis, e assumindo mais o carácter de
lazer ao volante dos novos modelos da indústria automóvel.
Rui Ventura, presidente da Câmara
Municipal de Pinhel, salienta a valor do concelho como destino turístico e
afirma “é importante divulgarmos Pinhel,
desta forma através de parcerias e uma delas é o Escape livre, uma aposta muito
positiva. Temos a possibilidade de trazer a Pinhel, através dos amantes do
automóvel, muita gente que normalmente não viria ao nosso concelho. E depois
também através desta revista, que mostra o potencial que este concelho tem,
pela sua história, pela sua gastronomia e paisagens, e pela sua riqueza”.
Para Luis Coelho, diretor da
Escape Livre Magazine “Hoje, mais do
descrever aos nossos leitores as componentes técnicas dos automóveis, queremos
mostrar-lhes o que podemos fazer com eles, onde podemos ir, os lugares que
podemos conhecer, os restaurantes, os hotéis, as adegas que podemos descobrir e
as aventuras que estas máquinas nos permitem viver.”
Após a apresentação, os presentes puderam realizar um pequeno percurso, incluído no roteiro da revista, até á praia fluvial de Vale de Madeira, onde terminou com um piquenique.
O amplo pátio interior do Vogue Café Porto promete ser o refúgio perfeito para os dias de verão na cidade. Aos fins-de-semana, o famoso brunch abre (ainda mais) o apetite.
A acompanhar o ritmo a que vai sendo devolvida a energia característica das ruas da baixa do Porto, o Vogue Café Porto reabre as portas do seu espaço, cumprindo todas as medidas de higiene e segurança recomendadas pela Direção-Geral de Saúde e Turismo de Portugal.
O espaço mais trendy da cidade conta com duas salas amplas e confortáveis e ainda o pátio interior que oferece um refúgio em pleno coração da cidade, para desfrutar dos dias quentes e longos de verão.
Com a reabertura, regressa também o famoso brunch à la carte que permite criar a combinação perfeita de tudo aquilo por que se ansiava durante o tempo de encerramento. Há panquecas, bowls, ovos – sem esquecer os incontornáveis Ovos Benedict – bagels, croissants e bebidas. Disponível para provar aos sábados, domingos e feriados, das 12h00 às 16h00.
Já para os que pretendam revisitar os pratos do Vogue Café Porto, que cruzam a cozinha mediterrânea com os paladares mais frescos e exóticos, a carta do restaurante divide-se entre pratos mais leves, como bowls, sandes e saladas – como a de couscous, tomate seco e salmão fumado (10€) – e os pratos de assinatura. A mais recente novidade é o Magret de pato com cevadinha de espargos (20€) que se junta aos já conhecidos Robalo com puré de aipo fumado, cebolete e lentilhas (22€), Há Barriga de leitão crocante com espinafres e batata glaceada (18€) e ainda há Pasta com cogumelos selvagens trufados e cebolinho (13€). Nas sobremesas podem encontrar-se duas irresistíveis adições: Cheesecake de amendoim com ganache de chocolate branco e gelado de chocolate e Charlotte de morango e baunilha com gelado de morango (ambos por 7€).
Os cocktails são também um dos must-have do espaço, com combinações refrescantes e sabores da época. Destaque para o Fashion Voyeur (7€), vencedor do Melhor Cocktail do Porto, na Cocktail Week. Esta criação junta rum Havana Club 7, vermute de vinho do Porto rosé, amargo de pipoca e fava tonka. Para os apreciadores de vinho, há uma seleção de 15 sugestões, de várias regiões nacionais.
De portas abertas todos os dias, com um horário contínuo, das 12h00 às 23h00, a reserva é obrigatória através do telefone 22 339 8550 ou e-mail reservations@voguecafe.pt.
A Ford apresentou o Mustang Mach-E 1400, um foguete da estrada 100 por centro eléctrico, demonstrativo do quanto se pode alcançar em termos de performance, sem recurso a uma única gota de combustível fóssil.
Surgindo na sequência do Mustang Cobra Jet 1400, proposta igualmente 100
por cento eléctrica, de 1.400 cavalos de potência (1.419 CV), apresentada há
uns meses, este Mustang Mach-E é único, fruto dos sete motores eléctricos
que o equipam, bem como da elevada downforce associada,
mostrando-se pronto para entrar em competição, em circuito, nas rectas de drag Racing ou em acções do tipo gincana, ou ainda em qualquer lugar onde possa
demonstrar como a propulsão eléctrica permite explorar a extrema performance
Mustang.
Desenvolvido com a colaboração da RTR, tendo como base de partida um
Mustang Mach-E GT branco, este protótipo pretende, também ele, alcançar o
mesmo patamar de potência máxima na ordem dos 1.400 CV (1.419 CV). O chassis
e a mecânica operam em conjunto, permitindo inúmeras configurações,
inigualáveis em qualquer outro veículo.
“É chegado o momento perfeito para
aproveitar a tecnologia eléctrica, aprender com ela e aplicá-la ao nosso
portfólio de produtos”, afirmou Ron Heiser,
Engenheiro-Chefe do Programa Mustang Mach-E. “O Mustang Mach-E vai ser divertido
de conduzir, tal como acontece com todos os restantes Mustang que o precederam,
mas o Mustang Mach-E 1400 será completamente insano, graças aos esforços da
Ford Performance e da RTR”.
O Mustang Mach-E 1400 é o resultado de mais de 10.000 horas de
colaboração entre a Ford Performance and RTR, com o objectivo de se alcançar
uma ponte entre o que um veículo eléctrico pode, de facto, fazer, e o que os
respectivos clientes tendem a acreditar que consegue.
“Estar ao volante deste carro mudou
completamente a minha perspectiva sobre o que podem atingir os conceitos de
potência e binário”, afirmou Vaughn Gittin Jr.,
fundador da RTR Vehicles, Campeão de motorsport e profissional
da diversão ao volante. “Esta experiência não se compara com nada que já se tenha imaginado,
excepto, talvez, uma montanha-russa magnética”.
O Mustang Mach-E 1400 tomou forma sem seguir quaisquer regras. As equipas
de design da Ford e da RTR recorreram a muitas das mesmas ferramentas que a
Ford utiliza nos seus modelos de competição e programas de produção. A
aerodinâmica foi optimizada em termos de forma e localização, focada em
condutas de arrefecimento, splitter frontal, difusores e asa traseira.
O Mustang Mach-E 1400 integra um total de sete motores, mais cinco do que o
Mustang Mach- E GT. Três estão ligados ao diferencial dianteiro e quatro ao
diferencial traseiro, encontrando- se sobrepostos, recorrendo-se a um único
eixo de transmissão para fazer a ligação aos diferenciais, solução que
permite múltiplas afinações, que permitem configurar a viatura para qualquer
tipo de condução, do drifting até às corridas de alta velocidade em circuito.
O chassis e a mecânica foram configurados de modo a permitir que a equipa
investigasse os diferentes layouts e os seus efeitos nos consumos e performance da
energia, incluindo os três tipos de tracção, traseira, integral e dianteira.
O set-up para Drift e Track têm afinações completamente diferentes à frente, integrando
braços de controlo e mudanças de direcção para permitir ângulos de
condução extremos, em drifting. A entrega da energia pode ser dividida uniformemente
entre a frente e a traseira do modelo, ou a 100 por cento para um lado ou para
o outro. O downforce está desenvolvido para suportar mais de 1.000 kg de carga, a uma
velocidade de 257 km/h.
Prevista está a estreia do Mustang Mach-E 1400 numa prova da série
norte-americana NASCAR como teste adicional para o desenvolvimento de novos
materiais. O capô é feito de fibras compósitas orgânicas, alternativa de
baixo peso à tradicional fibra de carvão que reveste o restante veículo.
A Ford está a investir mais de 11.500 milhões de dólares, a nível mundial, no domínio dos veículos eléctricos, estando o seu primeiro modelo global – o Mustang Mach-E – disponível para encomenda em Portugal a partir do início do próximo ano. A entrega das primeiras unidades Mustang Mach-E 100 por centro eléctricos aos clientes europeus está agendada para o início do próximo ano.