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  • A Ford integra a mecânica electrificada EcoBoost Hybrid na gama Focus

    Nova variante Focus Connected chega às diferentes gamas, incluindo o desportivo Focus ST-Line, o Focus Titanium, o Focus Active de inspiração SUV e o Focus Vignale.

    A mais recente e evoluída geração do Ford Focus equipada com um motor electrificado EcoBoost Hybrid, mais económico e eficiente, já está disponível para encomenda em toda a Europa. A sofisticada tecnologia mild-hybrid de 48 volts permite que o novo Focus 1.0 litros EcoBoost Hybrid disponibilize uma potência de 155 CV e 93 g/km de emissões de CO2 (NEDC), representando uma melhoria nos consumos de 17%, em comparação com o bloco a gasolina EcoBoost de 1,5 litros e 150 CV associado à transmissão manual de seis velocidades (NEDC) , combinação equivalente em comercialização até à data.

    Para além da nova opção mecânica electrificada, o renovado Focus também proporciona uma experiência de condução mais premium, pela adopção de um novo cluster de instrumentação LCD de 12,3 polegadas do tipo true colour (cores reais) e a melhor experiência de conectividade e posse, inerente ao modem FordPass Connect de série, incluindo um sistema de Informação Localizada de Acidente, a disponibilizar até final do presente ano .

    Uma nova variante Focus Connected integra especificações de série em benefício dos clientes profissionais e particulares, incluindo um tapete de carregamento sem fios (wireless) e navegação, associado ao sistema de conectividade com activação por voz SYNC 3, com 3 touchscreen de 8 polegadas .

    Dependendo da variante, o modelo Focus continuará a estar disponível em versões compostas pelo elegante Focus Titanium, pelo Focus Active de inspiração SUV, o desportivo Focus ST- Line, e o luxuoso Focus Vignale, nas carroçarias de 5 portas e station wagon, a que se junta uma versão de 4 portas, esta em mercados seleccionados. Os novos motores EcoBoost Hybrid estão disponíveis em toda a gama.

    “As nossas mecânicas electrificadas são projectados, não apenas para gerar poupanças em termos de combustível, mas também para aumentar o carácter de prazer de condução dos nossos veículos”, referiu Roelant de Waard, Vice-Presidente de Marketing, Vendas & Serviço da Ford Europa. “O Focus EcoBoost Hybrid integra, na perfeição, a potência eléctrica e a gasolina, gerando maiores níveis de eficiência e performance, até não há muito tempo tidos como impossíveis de alcançar”.

    O Focus junta-se assim à oferta mild-hybrid da Ford, tecnologia já presente nos modelos Puma, Kuga e Fiesta de passageiros, bem como nos veículos comerciais Ford Transit e Transit Custom contribuindo para o registo de consumos melhorados. A Ford está empenhada em propor versões electrificadas em todos os modelos de passageiros que lançar na Europa, tendo como objectivo elevar a 18 o número de propostas electrificadas à venda neste mercado até ao final de 2021, abrangendo soluções mild-hybrid, full-hybrid, plug-in hybrid e eléctricas a bateria.

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  • Vêm aí os combustíveis do futuro. Vão custar às petrolíferas 650 mil milhões de euros até 2050

    Em 2025, as “refinarias do futuro” vão produzir uma nova geração de combustíveis limpos, com menos 90% de emissões. Os carros serão os mesmos mas, para poluir menos, os preços na bomba vão subir.

    Não há volta a dar. A transição energética para uma economia europeia menos descarbonizada já está em marcha e ninguém quer ficar para trás.

    Nem mesmo as petrolíferas. Depois de as empresas do setor elétrico e do gás natural já terem defendido o seu papel na estratégia para tornar a Europa no primeiro continente neutro em carbono em 2050, são agora as empresas de combustíveis que vêm anunciar investimentos multimilionários para não serem excluídas de um futuro que se quer com emissões poluentes muito mais baixas.

    A FuelsEurope, associação que representa a indústria de renação da União Europeia e com a qual a portuguesa Apetro – Associação Portuguesa de Empresas Petrolíferas colabora ativamente, apresentou o seu novo plano de ação “Combustíveis limpos para todos” com investimentos entre 400 e 650 mil milhões de euros nos próximos 30 anos para alcançar a neutralidade climática, de acordo com a pesquisa do braço cientíco Concawe – Environmental Sciente for European Rening.

    Estas “refinarias do futuro” poderão começar a operar “o mais tardar já em 2025′′, garante a FuelsEurope (da qual faz parte a petrolífera portuguesa Galp, mas também a Eni, BP, Shell, Total, Cepsa, Repsol, ExxonMobil, entre outras), com base no “conhecimento tecnológico atual e na estimativa de custos”. Em vez de transformarem crude, como fazem há mais de 100 anos, as renarias utilizarão novas matérias-primas de base para os combustíveis do futuro, como biomassa, energias renováveis, resíduos e CO2 capturado, transformadas depois em hidrocarbonetos na sua forma líquida, através de novas tecnologias.

    Já daqui a cinco ou 10 anos, as refinarias serão então mais pequenas e estarão espalhadas por toda a Europa, junto a florestas, parques eólicos ou centrais solares: no leste e norte da Europa será privilegiada a biomassa; o vento dominará nos países costeiros; o sol nos países europeus do sul, como Portugal; e as unidades de reciclagem de resíduos próximas de áreas urbanas.

    “A tecnologia necessária inclui biocombustíveis sustentáveis de 1a geração, hidrogenação de óleos vegetais/desperdícios e resíduos, biomassa, biocombustíveis avançados e e-combustíveis, além de captura e armazenamento de carbono e ainda hidrogénio limpo aplicado em renarias”, explica a Apetro.

    Neste momento, os combustíveis do futuro existem apenas em pequena escala industrial em algumas fábricas piloto, como por exemplo: Re-Oil da OMV, em Schwechat (Áustria); e-combustíveis da Sunre, em Dresden (Alemanha); biorrefinarias da ENI, em Veneza (Itália).

    O que são combustíveis líquidos de baixo carbono?

    Explicam as petrolíferas que são “combustíveis sustentáveis, de origem não petrolífera, com emissões de CO2 muito limitadas durante a sua produção e utilização. Misturados inicialmente com os combustíveis convencionais, estes combustíveis de baixo carbono substituirão progressivamente os de origem fóssil”. Além disso, não exigirão infraestruturas adicionais (de armazenamento, transporte e distribuição) e poderão ser usados em todos os veículos que já hoje circulam nas estradas, incluindo os que ainda são movidos a gasóleo e que já tiveram a sua morte anunciada a curto prazo pelo Governo português.

    “Estes combustíveis são compatíveis com a atual tecnologia de motores”, diz a FuelsEurope, garantindo que em 2050 o parque automóvel europeu será composto por um misto de veículos com motores de combustão interna extremamente ecientes e veículos elétricos. Nas bombas, os consumidores também não notarão grandes diferenças a olho nu (estas estarão sobretudo na composição do combustível que servirá para atestar o depósito) mas podem ver os preços subir numa primeira fase. Ou seja, vão pagar mais para emitir menos gases poluentes quando se deslocam. “O preço dependerá de vários fatores, como procura do mercado, níveis de impostos alternativos e esquemas de apoio do governo”, dizem as petrolíferas.

    Além de não quererem continuar a ser vistas como as “más da fita” no que diz respeito às emissões poluentes, as petrolíferas procuram ocupar o seu lugar na transição energética ao lado das tecnologias de eletricação e de hidrogénio verde. A FuelsEurope e a Apetro citam uma uma sondagem aos consumidores realizada em vários países europeus, em 2019, que mostra que os cidadãos da UE desejam mais opções na transição para a mobilidade neutra em carbono, bem como o desenvolvimento de várias tecnologias de veículos limpos.

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  • Citroen apresenta a sua visão do futuro em 4 concept-cars

    Desde o DIVINE DS de 2014, com que a DS desvendou as linhas mestras do seu design, até ao mais recente DS AERO SPORT LOUNGE, que oferece uma visão aerodinâmica e sustentável do automóvel, os concept-cars da DS expressam a visão da Marca sobre os grandes eixos que irão definir o automóvel ao longo das próximas décadas. Muito além de meros exercícios de estilo, os concept-cars da DS Automobiles foram projetados e desenvolvidos para serem realmente conduzidos nas avenidas e autoestradas. O DS AERO SPORT LOUNGE deverá cumprir os seus primeiros quilómetros de estrada já neste verão.

    Em 2014, o Salão do Automóvel de Paris integrava o stand de uma nova marca, a DS Automobiles, que apresentou as suas credenciais ao mundo automóvel com um ambicioso concept-car: o DIVINE DS. O seu design espetacular, atrativo e elegante deixou adivinhar as linhas mestras da identidade de uma empresa que pretendia trazer o melhor savoir-faire de luxo francês para o mundo automóvel. O seu perfil luxurioso e curvilíneo incluía elementos gráficos que lhe garantiam uma personalidade vincada.

    Também o habitáculo do DIVINE DS assumia uma clara declaração de intenções. Com qualidades cuidadas ao milímetro e a colaboração de grandes nomes do universo do luxo, como a Lesage nos bordados ou a Swarovski nos cristais, a grande aposta assentou na hiperpersonalização, podendo-se optar por três universos interiores, totalmente diferentes entre si, que podiam ser configurados em apenas 15 minutos. No cockpit destacavam-se o trouchscreen e os mostradores holográficos, indicadores do destaque tecnológico expeCtável nas futuras criações da Marca.

    A DS Automobiles combinou depois a eletrificação com performance, design, luxo e requinte de um Gran Turismo através do DS E-TENSE, desvendado em 2016. Este concept-car apresenta números de um superdesportivo com uma cadeia de tração 100% elétrica: desenvolvendo uma potência de 402 cv e um binário de 516 Nm, assegurando uma autonomia de 360 Km, em circuito urbano.

    Como expectável num modelo DS, a tecnologia é omnipresente: recurso a fibra de carbono no chassis, iluminação Active LED Vision, grelha e elementos do painel de bordo concebidos em impressão 3D, dispositivo Clean Cabin, que garante a pureza do ar dentro do habitáculo, etc.

    Este veículo de exceção encontra-se repleto de detalhes que homenageiam o melhor do savoir-faire do universo do luxo, como a nova geração de estofos em couro do tipo “Bracelet”, processo que exigiu 800 horas de trabalho artesanal, ou o acabamento “Clous de Paris”, inspirado na alta relojoaria, no painel de instrumentos. Com a sua espetacular aparência desportiva e interior refinado, não é de admirar que o DS E-TENSE tenha sido distinguido com o ceptro de “Automóvel Mais Bonito” no prestigiado evento de elegância Chantilly Arts & Elegance Richard Mille.

    Os designers e engenheiros da DS Automobiles tiveram total liberdade para ultrapassar as habituais limitações tecnológicas e cânones estéticos, indo muito mais além com o DS X E-TENSE, proposta com que imaginaram o futuro do luxo no automóvel. Este concept-car assumiu-se como um compêndio de formas incríveis, materiais inovadores e equipamentos revolucionários, apontando para uma data mágica: o ano de 2035, coincidindo com o 80º aniversário do DS original, e que em Portugal foi apelidado de “Boca de Sapo”.

    Com uma linha assimétrica, o DS X E-TENSE apresenta portas em fibra de carbono e couro, inspiradas nas asas interiores de várias espécies de insetos, tanto na sua forma como na sua abertura. Os faróis foram desmaterializados para que todo o veículo brilhe com sua própria luz, convertendo-se numa fonte de iluminação. No habitáculo há dois ambientes totalmente díspares: um que evoca sensações dinâmicas e adrenalina, se o condutor assumir o volante; outro, relaxante e protetor, se o mesmo optar por uma condução autónoma. Performance e sustentabilidade não foram esquecidas, contando o modelo com dois motores elétricos que desenvolvem 540 cv de potência conjunta, podendo até alcançar os 1.360 cv na versão de pista, preparada pela DS Performance.

    Se o DS X E-TENSE expressa a visão da Marca para daqui a 15 anos, o concept-car DS AERO SPORT LOUNGE espelha os elementos de design da DS Automobiles para o médio prazo, numa nova linha que combina eficiência e aerodinâmica, com o carácter e a força do design. As suas proporções e design estrutural foram projetadas para orientar os fluxos de ar e otimizar os consumos de energia e a performance. Até mesmo as suas grandes jantes de 23” foram criadas para assegurar o mínimo atrito. No interior é clara a aposta no requinte e na sustentabilidade, com recurso a materiais naturais e reciclados. Os ecrãs tornam-se virtuais, com duas lâminas grandes nas quais se criam formas que parecem estar suspensas, no ar.

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  • Lexus UX 300e: o 100% ELÉTRICO que traz uma revolução silenciosa

    Novo crossover urbano apresenta baixos níveis de ruído, vibração e aspereza, que são líderes na sua classe. Motorização 100% elétrica, aerodinâmica avançada e extenso isolamento de ruido contribuem para uma viagem quase silenciosa.

     
    Ao longo de mais de 30 anos, a tranquilidade a bordo tem sido uma premissa para todos os modelos Lexus. Uma exigência fundamental para o ultra elegante sedan de luxo LS 400, em 1989, foi que o nível de ruído no habitáculo não excedesse 58 dB ao circular a velocidades de 100 km/h, tornando-o mais silencioso do que qualquer um dos seus rivais europeus. Esse objetivo tornou-se numa obsessão para muitos dos 4.000 designers, engenheiros e técnicos que trabalharam na conceção do automóvel. Nasceu, assim, uma revolução silenciosa, que viria a ocupar uma parte essencial do ADN do fabricante de luxo e que encontra a sua mais recente expressão no novo Lexus UX 300e.

    Os engenheiros que trabalharam no primeiro Lexus totalmente elétrico – o novo UX 300e – aperfeiçoaram o isolamento da carroçaria, da motorização e do habitáculo, para chegar a um crossover que procura redefinir o termo “silencioso”. O foco na tranquilidade a bordo é uma herança que remonta ao primeiro Lexus.

    “A serenidade do habitáculo é parte essencial do ADN da nossa marca. Este primeiro Lexus 100% elétrico deu oportunidade aos nossos engenheiros para oferecerem essa qualidade de forma nunca antes vista”, destaca Pascal Ruch, diretor da Lexus Europa

    O estudo de padrões de ruído de outros veículos 100% elétricos (Battery Electric Vehicles – BEV) de luxo, levou a que fossem tomadas ações específicas para reduzir o ruído sentido dentro do habitáculo. Elevando a redução de ruído aerodinâmico a outro nível, o UX 300e vem equipado com inovadoras alhetas aerodinâmicas na grelha frontal inferior, que abrem e fecham automaticamente, dependendo do estado da bateria, reduzindo o coeficiente de arrasto do carro de 0,33 para 0,31. Também exclusivo do UX 300e, e projetado para reduzir ainda mais o ruído, a superfície inferior da bateria foi suavizada. As proteções inferiores foram ampliadas, criando uma estrutura aerodinâmica na parte inferior da carroçaria.

    Os pneus de 18″ reforçam a tranquilidade a bordo do UX 300e e enfatizam a excecional estabilidade e dinâmica, ao passo que os pneus de 17″ oferecem o menor RRC (coeficiente de resistência ao rolamento) entre pneus semelhantes, permitindo uma grande capacidade de resposta e um excelente desempenho ao nível de ruido e vibração.

    É na premiada fábrica de Kyushu da Lexus que se fabrica o UX 300e. Antes de embarcarem, todos os automóveis são verificados e avaliados minuciosamente em instalações específicas e na “Sala Silenciosa” designada ‘Quiet Room’, onde os artesãos Takumi da Lexus, com os seus ouvidos e dedos treinados, detetam e retificam o mais pequeno ruído ou vibração, sentida no habitáculo.
     
    “Uma vez sentados ao volante do novo UX 300e, os condutores vão perceber instantaneamente como elevamos os valores lendários da Lexus, de tranquilidade, fiabilidade e os três C’s (conforto, controlo e confiança) a novos níveis”, refere Takashi Watanabe, Engenheiro-Chefe do UX 300e.
     
    O Lexus UX 300e, tem lançado previsto em Portugal no primeiro trimestre de 2021.

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  • Nissan retoma produção em Sunderland

    A unidade fabril da Nissan em Sunderland retomou a produção de automóveis após quase três meses de suspensão. O reinício de produção teve como protagonista um novo Nissan Juke, o primeiro automóvel a sair da linha de produção.

    Foram necessárias centenas de horas de preparação para garantir o regresso seguro dos trabalhadores. Todas as operações da unidade fabril foram rigorosamente avaliadas quanto aos riscos, com a revisão de mais de 5.000 processos para garantir uma segurança constante de todos os que ali trabalham.

    Alan Johnson, Vice-presidente de Produção da Nissan no Reino Unido, afirmou: «É ótimo poder ver os automóveis a saírem novamente da linha de produção, incluindo o primeiro deles, um novo Nissan Juke».

    «Termos conseguido reerguer-nos e voltar a funcionar com a implementação de um conjunto completo de medidas de segurança é um testemunho das capacidades e da dedicação desta equipa», sublinhou Johnson.

    As medidas de segurança aperfeiçoadas incluem novas separações entre os operadores, tais como painéis, barreiras e divisórias, bem como sistemas de circulação unidirecionais ao longo das instalações. As áreas de descanso foram redesenhadas e as pausas reagendadas para promover o distanciamento social e eliminar pontos de risco. Estão a ser disponibilizados a todos os trabalhadores os EPI de que necessitam para trabalhar em segurança.

    Com a chegada dos automóveis a clientes em toda a Europa, foram também introduzidas novas medidas de saúde e segurança em toda a rede de concessionários, de acordo também com as recomendações governamentais de cada país. Estas incluem orientação sobre procedimentos de distanciamento social, equipamento de segurança adicional e regulamentação em matéria de higiene. Graças à aplicação destas medidas, a Nissan abriu totalmente mais de 95% da sua rede de concessionários em toda a Europa.

    As áreas de exposição em Portugal, nos países bálticos, na Alemanha, Bielorrússia, Bélgica, Dinamarca, França, Finlândia, Itália, Luxemburgo, Noruega, Países Baixos, Polónia, Suécia, Suíça e Ucrânia estão totalmente operacionais, enquanto em Espanha, Reino Unido e Rússia estão parcialmente abertas.

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  • Cyber Orange para o Mustang Mach-E GTDEARBORN

    A Ford está a introduzir a cor Cyber Orange Metallic Tri-Coat no Mustang Mach-EGT

    O que há nesta cor? Quando tem que ver com laranja, uma das cores mais populares do Ford Mustang, tem muita importância. A Ford está a introduzir a cor Cyber Orange Metallic Tri-Coat no Mustang Mach-EGT–uma pintura de caracter forte, premium e cativante desenhada pelos especialistas em cor e materiais da empresa para aqueles que desejam desviar todos os olhares para o seu Mustang.

    “O Mustang sempre atraiu as atenções por onde quer que passe e o Mustang Mach-E não será excepção.” Afirma Dave Pericak, director na Ford Icons. “Mal podemos esperar que o Cyber Orange chegue às ruas no Mustang Mach-E GT, no próximo ano, para fazer vibrar os fans do Mustang laranja.”

    As cores Cyber Orange eDark Matter Grayentram na lista de cores do Mustang Mach-E GT com início de entregas previsto para o final do verão de 2021. O Mustang Mach-E GT estará também disponível nas cores Rapid RedMetallic Tinted Clearcoat, Star WhiteMetallic Tri-Coat, Grabber Blue, Shadow Black, Iconic Silver e, ainda, Space White.

    “UmCyber Orange diz ‘olha para mim”,” refere Janet Seymour, Design Manager de Cor & Materiais do Mustang eMustang Mach-E. “Há uma certa dose de paixão nos donos de um Mustang que realmente querem exibi-lo –especialmente aqueles que procuram uma forte afirmação.”

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  • Mazda desenvolve versão high-power com 150 cavalos do bloco 2.0 Skyactiv-G

    A nova variante de 150 cv do bloco a gasolina 2.0 Skyactiv-G está disponível para o SUV Mazda CX-30 e para a gama Mazda3 (HB e CS). Diferencial de preços entre as versões de 122 cv e 150 cv é de apenas 1.000 €.

    A Mazda Motor de Portugal acaba de lançar no mercado nacional uma nova variante do popular e fiável motor 2.0 Skyactiv-G, com uma potência acrescida em 28 cv face ao anterior bloco de 122 cv. Esta nova versão de 150 cv do bloco a gasolina 2.0 Skyactiv-G está disponível de imediato na Rede de Concessionários Mazda, destinando-se a reforçar as propostas mecânicas do SUV Mazda CX-30 e das variantes Hatchback (HB) e Coupé Style (CS) do Mazda3.

    Em termos mecânicos, não se registaram alterações ao nível da sua construção nem em termos de hardware, não tendo sido introduzidos novos componentes, sendo que esta versão high-power do já conhecido bloco 2.0 Skyactiv-G, parte integrante do leque de motores disponíveis aquando do lançamento do novo Mazda3, então em versão de 122 cv, resulta de estudos e desenvolvimentos internos que apenas implicaram pequenos ajustes ao nível do seu software, alcançando-se, nomeadamente, mais binário acima das 4.000 rpm, sublinhando o compromisso da filosofia da Mazda para com a validade e desenvolvimento do potencial dos motores de combustão interna.

    Produzida desde Dezembro último, esta nova variante de 110 kW/150 cv do motor 2.0 Skyactiv-G, destinada a equipar o SUV Mazda CX-30 e a gama Mazda3, permite que ambos os modelos acelerem dos 0 aos 100 km/h em 9,1 segundos (face aos 10,4 segundos na versão de 90 kW/122 cv) ou alcançar uma velocidade máxima de 206 km/h (197 km/n na mais baixa variante de potência). De destacar a particularidade de que, mesmo com o aumento de potência, não se registarem alterações ao nível dos consumos, enquanto no domínio das emissões, o corte é de 10 g/km de CO2.

    Diferencial de 1.000 € para a versão de menor potência

    É de apenas 1.000 euros o diferencial de preços entre as versões de 150 cv do bloco Skyactiv-G que equipam quer o Mazda3 (HB e CS), quer o Mazda CX-30, face aos praticados para as respectivas versões a gasolina de 122 cv.

    Assim, o valor indicativo para a aquisição da versão de entrada Mazda3 HB 2.0 Skyactiv-G 150 cv Evolve Pack i-Activsense + Pack Sport é de 28 876,03 €, nova motorização que no caso da variante de carroçaria CS apenas está disponível no nível de equipamento de topo Excellence, sendo proposto por 32 408,21 €. No que se refere ao crossover da Mazda, a versão de entrada Mazda CX-30 Skyactiv-G 150 cv Evolve Pack i-Active tem um preço indicativo de 30.316,87 €.

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  • DS Automobiles com aposta num Luxo Sustentável

    Para além de ser uma marca pioneira em matéria de eletrificação e dispor de motores a gasolina e diesel que estão entre os mais eficientes do mercado, a DS Automobiles desenvolve os seus automóveis integrando materiais ecológicos, recorrendo a 29% de materiais reciclados e naturais na hora de conceber e desenvolver a sua gama. A DS Automobiles procura, assim, reduzir as emissões de gases com efeito de estufa, proteger os recursos naturais e desenvolver novos comportamentos de mobilidade mais ecológica.

    Personalização, requinte, tecnologia, atenção aos detalhes, o savoir-faire do luxo francês. A todas estas características da marca e da sua gama de modelos, a DS Automobiles adiciona a sustentabilidade e o respeito pelo meio ambiente, aspetos que são sempre levados em conta logo a partir da fase de desenho de um novo modelo. Os materiais e a forma dos diferentes componentes do veículo não são escolhidos apenas em função de aspetos estilísticos: o ecodesign tornou-se um conceito prioritário para limitar o impacto de cada automóvel no ambiente.

    A economia circular está muito presente na produção dos automóveis da DS Automobiles. Nos centros de produção da Marca, 94% dos resíduos, incluindo 700 mil toneladas de metais por ano, são recuperados para serem reutilizados tanto em siderurgias como em fundições. Além disso, 82% dos resíduos não metálicos são processados por outros canais de reciclagem.

    No que respeita aos materiais empregues no fabrico dos seus modelos, a DS Automobiles seleciona materiais ecológicos, designadamente plásticos reciclados, materiais naturais e biomateriais. Por exemplo, elementos como os tampões dos cubos das rodas são feitos de poliamida reciclada, enquanto a grelha de admissão de ar recorre a polipropileno reciclado. No pára-brisas, o isolamento acústico é composto de feltro de lã de vidro reciclado.

    O luxo francês e a tecnologia de última geração são compatíveis com o uso de materiais reciclados e naturais. Na DS Automobiles representam 29% dos materiais utilizados nos seus automóveis, aos quais devem ser adicionados 200 kg de polímeros, dos quais aproximadamente 15% são fabricados com recursos ecológicos (40% reciclados e 60% naturais).

    Esta busca pelo requinte e distinção não negligencia a sustentabilidade, como se demonstra no mais recente concept car da marca, o DS Aero Sport Lounge. Para lá das suas linhas aerodinâmicas, das suas jantes de 23″ trabalhadas para obter a máxima eficácia e do seu motor elétrico de 680 CV e dos 650 quilómetros de autonomia, o seu interior destaca-se pela utilização de materiais naturais, como o algodão acetinado ou a palha de centeio que proporcionam uma atmosfera única e exclusiva ao habitáculo, em perfeita harmonia com a natureza, graças ao recurso a técnicas artesanais do século XVII e à colaboração com a maison parisiense “Lison de Caunes”.

    É precisamente o DS Aero Sport Lounge que eleva o enorme compromisso da DS Automobiles com a eletrificação a um novo nível. Uma estratégia de mobilidade sustentável que não renuncia ao luxo e às prestações, expressando o seu expoente máximo na atual gama DS E-TENSE, formada pelo SUV compacto 100% elétrico DS 3 CROSSBACK E-TENSE e pelo híbrido plug-in de elevada performance DS 7 CROSSBACK E-TENSE 4×4, com tração integral e potência máxima até 300 CV. Uma filosofia que atinge agora novos patamares com a berlina DS 9, modelo que contará com diversas versões E-TENSE plug-in hybrid.

    O compromisso da DS Automobiles para com o meio ambiente não seria possível sem o envolvimento da sua Rede de Concessionários, que dispõe das infraestruturas necessárias para comercializar e assistir todos os veículos da sua gama E-TENSE. Os seus quadros receberam a formação necessária para transformar cada DS STORE ou DS SALON em centros de aconselhamento sobre mobilidade elétrica e pontos de carregamento domésticos. Para além disso, através da app MyDS, cada condutor de um automóvel da Marca pode receber informações e conselhos personalizados para efetuar uma condução cada vez mais eficiente.

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  • Hyundai apresenta projeto inovador na área da mobilidade sustentável

    A Hyundai apresentou hoje um inovador projeto na área da mobilidade sustentável: “Blue. The Future is Hyundai.” O projeto 360o abrange diversas áreas e inclui uma plataforma digital que pretende educar o consumidor para a eco mobilidade e esclarecer todas as dúvidas sobre este tema – a Blue Academy.

    5 de junho, o Dia Mundial do Ambiente, foi a data escolhida pela Hyundai Portugal para o lançamento do seu projeto diferenciador na área da ECO Mobilidade: “Blue. The Future is Hyundai.” Este projeto pioneiro 360o da marca engloba várias iniciativas e tem como principal objetivo assumir um papel ativo na formação do público em geral e apoiar a sociedade na transição para uma mobilidade mais sustentável.

    Ricardo Lopes, COO da Hyundai Portugal referiu, na apresentação deste projeto “Na Hyundai, não esperamos pelo futuro, construímo-lo aqui e agora. E, por isso, queremos partilhar com a sociedade tudo o que sabemos sobre ECO Mobilidade e que é o resultado de um longo caminho de pesquisa, experiência e inovação. Há mais de 20 anos que a Hyundai investe nesta área e, por isso, podemos hoje dizer que somos líderes na ECO Mobilidade ao sermos a única marca a disponibilizar viaturas que incorporam cinco tipos de motorizações eletrificadas diferentes – 48 volts Hybrid, Hybrid, Plug-in Hybrid, Electric e Fuel Cell. Fomos pioneiros no desenvolvimento da tecnologia e queremos ser pioneiros também ao liderar este movimento junto da sociedade. Este projeto é, antes de mais, um compromisso que assumimos para a formação do público em geral para a mobilidade sustentável. Enquanto líderes, acreditamos que é um papel que nos cabe assumir.”

    No âmbito deste projeto, a Hyundai apresentou também a Blue Academy, um espaço digital onde todas as perguntas sobre ECO Mobilidade têm uma resposta e que pretende ser a primeira fonte de informação para todos os clientes que pensam comprar um automóvel eletrificado. Neste espaço, para além de informação sobre as várias tecnologias e diferenças entre si, os consumidores poderão também encontrar simuladores que lhe permitirão saber qual a solução de mobilidade mais adequada para o seu tipo de utilização, simuladores de tempos de carregamento e até de poupança, onde poderão calcular quanto irão poupar na realidade ao utilizar uma viatura com tecnologia eletrificada.

    Esta plataforma pretende também esclarecer todas as dúvidas relacionadas com o carregamento das viaturas elétricas, rede de carregamento, legislação em vigor e incentivos à compra. Em resumo, responder tudo o que o cliente precisa de saber antes de comprar um carro elétrico e durante a sua utilização. Muitos destes conteúdos contarão com o contributo dos parceiros Hyundai, alguns dos principais players não só na área da mobilidade eletrificada em Portugal – como EDP, Galp, Mobie e UVE (Associação Utilizadores de Veículos Eléctricos) – mas também noutras áreas de negócio como, por exemplo, a ABAE (Associação da Bandeira Azul da Europa), a Cetelem e a Universidade de Coimbra.

  • Novo projeto do Escape Livre estimula economia através do TT

    Em julho e agosto, o Clube Escape Livre avança para uma novidade: aventuras de todo terreno turístico e lazer, com duração de dois dias, de cariz mais intimista e familiar e com limite de 18 pessoas por passeio. Está lançado o projeto “Nos Caminhos das Gravuras Rupestres”. A apresentação do projeto decorreu esta manhã, no Museu do Côa.

    A área de influência do Escape Livre estabelece-se desde a serra da Estrela ao Douro, passando pelas Aldeias Históricas, e será neste âmbito que esta nova ação será desenvolvida, embora por fases. O objetivo é voltar a proporcionar experiências e descobertas que foram travadas nos últimos meses pela pandemia por Covid-19. Cumprindo agora todas as medidas de segurança, higienização e distanciamento, o Clube Escape Livre oferece a oportunidade de voltar a desfrutar de todo património natural, paisagístico, histórico e cultural que a região da Guarda oferece.

    Nesta fase piloto, o tema das gravuras do Côa foi o escolhido para proporcionar dois dias de descoberta, com um programa que parte do Longroiva Hotel & Termal SPA (onde também decorre o alojamento), e contempla os trilhos todo terreno, a visita à Adega e Quinta Vale d’Aldeia, e chegada à Canada do Inferno. Segue-se um percurso por caiaque, pelo leito tranquilo do rio Côa até ao núcleo de arte rupestre do Fariseu, e com observação da mais recente gravura encontrada, em abril, que se estima ser a maior do mundo dentro do seu género ao ar livre. O almoço com vista para o Douro no Museu do Côa e a visita à Quinta da Ervamoira completam o programa.

    História, paisagem, vinhos e gastronomia podem, assim, ser descobertos por pequenos grupos de pessoas, preferencialmente famílias, cumprindo todas as regras em vigor no âmbito da atual pandemia, e para as quais também o setor da hotelaria e restauração está preparado. Para além disso, tratam-se de eventos que, desenvolvidos maioritariamente ao ar livre ou dentro de cada viatura, permitem desfrutar de todas as características da região com toda a segurança e à-vontade.  

    A apresentação do projeto decorreu no Museu do Côa, um dos parceiros, e contou com a presença de Isabel Ferreira, Secretária de Estado da Valorização do Interior, em representação da Ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa. Estiveram também presentes os presidentes de Câmara da Mêda, Anselmo Sousa, e de Vila Nova de Foz Côa, Gustavo Duarte.

    Na ocasião, a governante realçou que “A valorização começa com os atores locais e com os autarcas que têm um papel muto importante nestes territórios e depois com todas as dinâmicas que se instalam no Interior”. Isabel Ferreira parabenizou os parceiros do projeto e afirmou que “O que temos aqui hoje com o Escape Livre configura os quatro eixos centrais do Programa de Valorização do Interior (do Governo), que começa precisamente com a valorização dos recursos endógenos”.

    Bruno Navarro, presidente da Fundação Côa Parque, considera: “É um projeto que saudamos. Em boa hora o Escape Livre teve esta ideia que adotámos imediatamente, porque ela está perfeitamente alinhada com a nossa estratégia para o território. Os nossos recursos endógenos são divulgados a partir desse projeto que desenvolvemos em parceria com o Clube Escape Livre e acho que está condenado ao sucesso, porque junta duas instituições, a Fundação Côa Parque com uma dimensão nacional e internacional, e o Escape Livre, com um histórico de colaboração e presença no território verdadeiramente notável e que nos dá todas as garantias que será um evento de altíssimo nível, e é isso que queremos oferecer aos nossos visitantes”.

    Para Luis Celínio, presidente do Clube Escape Livre, “Depois destes meses de confinamento, uma vez encontrada a abertura legal que permite o regresso a alguma normalidade, as pessoas merecem voltar a sentir a sensação de liberdade e anseiam desfrutar de algumas alegrias e prazeres da vida, e este evento permite faze-lo com as atuais medidas de segurança sanitária. Na ótica da economia, é urgente voltar a apostar na divulgação da região, a dinamizar o turismo e reativar o mercado. Por isso, o Clube Escape Livre quer continuar a apostar no que melhor sabe fazer que é a organização de eventos que conduzam os aventureiros a estas experiências magníficas, com a garantia que são cumpridas todas as normas exigidas pelas autoridades, e também pelo selo Clean & Safe, recebido recentemente do Turismo de Portugal.”

    Os passeios “Nos Caminhos das Gravuras Rupestres” decorrem nos dias 20/21, 22/23 e 24/25 de julho, e nos dias 8/9, 10/11 e 12/13 de agosto. As inscrições são feitas através do email escapelivre@escapelivre.com, e consideradas por ordem de chegada. O preço por pessoa, em julho, é de 158€ | Crianças 4-10 anos – 74€ | Crianças 0-3 anos – grátis (em agosto, os valores são 165€ e 78€) e inclui alojamento, refeições e visitas.

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