Categoria: Velocidade

  • GT3 Cup: Francisco Carvalho vence segunda corrida em Jerez

    Francisco Carvalho levou de vencida a segunda corrida, este domingo, da quarta jornada da GT3 Cup, no circuito espanhol de Jerez de la Frontera, que ficou marcada por diversas penalizações (drive through), na sequência de “toques”, deixando caminho livre ao piloto da Guarda, sendo que, mesmo assim, Vasco Barros ainda foi segundo e Carlos Vieira terceiro. Fora dos pontos, na sequência de um desses episódios, ficou José Rodrigues.

    “Esta vitória caiu-me nas mãos, pois o meu carro, em termos de afinação, até estava inferior ao da primeira corrida. Lá na frente vi um toque entre o Vieira [Carlos] e o Rodrigues [José], o Barros [Vasco] destacou-se na liderança e de um momento para o outro só o vi entrar nas boxes. E eu lá segui à minha vida…”, comentava, no final, Francisco Carvalho ainda sem saber o que acontecera ao jovem piloto da VLB Racing. E este, pouco depois, antes de subir ao pódio pela conquista do segundo lugar final, interrogava-se: “Não faço a mínima ideia do motivo pelo qual levei um ‘drive through’”. A verdade é que Vasco Barros liderava a corrida tranquilamente, diante de Carvalho quando foi intimado a cumprir a penalização, conseguindo, apesar de tudo, concluir a corrida no pódio.

    Muito antes, logo na segunda das 14 voltas, já o “toque” de que foram protagonistas Carlos Vieira e José Rodrigues fizera “mossa”. Vieira largara da sexta linha da grelha – ao ser-lhe anulada a volta mais rápida na qualificação, por exceder os limites da pista – e rapidamente chegou aos lugares da frente. E foi quando terá tentado superar o líder José Rodrigues que tudo aconteceu. “Eu estava por dentro, ele [Rodrigues] tocou-me e fizemos os dois ‘pião’. Só que ele ficou lá e eu continuei, mas levei um ‘drive through’. A partir daí fiz a corrida possível”, explicava Carlos Vieira, terceiro classificado em termos absolutos.

    Na categoria AM, Francisco Cruz esteve sempre muito tranquilo na liderança, para confirmar uma vitória indiscutível. “Foi excelente, na minha estreia nesta pista e fora de Portugal. Travei uma batalha interessante com o Jorge Areia e este foi um triunfo bastante suado. Sinto-me super satisfeito com o resultado”, declarou Cruz, enquanto o segundo classificado da categoria, “Caetanovich”, pseudónimo de Nuno Caetano, não estava menos contente: “Direi que se tratou de uma experiência fantástica e houve muita civilidade à minha volta. Isto é muito giro. Gostei bastante, mas surgiram-me algumas complicações. Foram duas corridas numa…”. Em plano de destaque esteve também o ex-kartista René Quintaneiro, que subiu ao pódio como terceiro da categoria AM e confessava: “Estou sem palavras. Foi emocionante e aconteceram tantas coisas que ainda estou a ‘digeri-las’, mas estive sempre em evolução até ao final. E sabe sempre bem subir ao pódio e receber o ‘caneco’”.

    Mais uma vez, Jorge Areia dominou a categoria GD, fazendo o pleno em Jerez, mas para si a história teve contornos diferentes: “Imprimi um ritmo mais forte e rodei sempre nos lugares da frente, registando uma boa luta, a nível de geral, com o Francisco Cruz e no final ele levou a melhor. Para mim, o importante era somar um novo triunfo na categoria e isso deixa-me satisfeito”. Na segunda posição terminou Rui Silva, que subiu uma posição no pódio face à primeira corrida e fez, por isso, um comentário curioso: “Foi uma corrida livre e limpa e o resultado ficou à vista. Um bom arranque também ajudou bastante”. Igualmente satisfeito, José Rocha, terceiro entre os pilotos GD, referiu: “Acho que fiz uma boa corrida, houve alguns despiques com os adversários, mas tudo dentro das regras”.

    CORRIDA 2 (provisória)

    1º, Francisco Carvalho (PRO), 14 voltas

    2º, VLB Racing, Vasco Barros (PRO), + 10.317s

    3º, Carlos Vieira (PRO), + 22.847

    4º, Francisco Cruz (AM), + 26.262

    5º, Jorge Areia (GD), + 26.610

    6º, MDriving Racing Team, Caetanovich (AM), + 53.338

    7º, Monteiros Competições, René Quintaneiro (AM), 59.695

    8º, Monteiros Competições, Rui Silva (GD), + 1.12.799

    9º, João Posser (AM), + 1.16.674

    10º, José Rocha (GD), + 1.20.224

    11º, Pedro Branco (GD), + 1.20.723

    12º, Diogo Rocha (AM), + 1.32.145

    13º, Álvaro Ramos (GD), + 1.59.960

    14º, José Oliveira (GD), a 1 volta

    15º, Revislogos/João Parreira (GD), a 6 voltas

    Volta mais rápida: Carlos Vieira (3ª), com 1.50.851

  • GT3 Cup: “Passeio” de Carlos Vieira na primeira corrida em Jerez

    Carlos Vieira esteve imparável, na manhã deste domingo, na primeira corrida da quarta jornada da GT3 Cup, no circuito de Jerez de la Frontera, ao deixar para trás toda a concorrência no final da primeira das 14 voltas e concluir as restantes em jeito de “passeio rápido”. No final, foi lacónico nas declarações: “Andei sempre a dar gás e claro que o objetivo era vencer a corrida”.

    A animação estava reservada para os dois restantes lugares do pódio, num duelo que de início teve Francisco Carvalho, José Rodrigues e Vasco Barros como protagonistas. O primeiro a ficar arredado desse despique foi aquele último, sem dúvida um dos grandes animadores da corrida desde o arranque, mas o melhor estava reservado para depois, com Carvalho e Rodrigues a ultrapassarem-se mutuamente mais do que uma vez, para esse tira-teimas se desfazer com a meta à vista.

    “Passei o Francisco Carvalho na última volta, por fora, na chicane, conquistando um segundo lugar muito importante para as contas do troféu. Mas não foi uma corrida fácil, dada a luta travada também com o Vasco Barros, o que me levou a perder tempo para o Carlos Vieira, cada vez a destacar-se mais lá na frente”, referiu o segundo classificado, enquanto Francisco Carvalho se dava apor satisfeito, face às circunstâncias da corrida: “Consegui chegar a segundo e depois fui-me embora, mas na terceira volta cometi um erro, tive uma pequena saída e o José Rodrigues aproveitou para se chegar perto. Travámos uma luta interessante e ele passou-me na última volta. Parabéns!”.

    Na categoria GD, Jorge Areia destacou-se dos adversários para segurar um triunfo tranquilo, como comentou: “Apanhei um valente susto na primeira volta, quando o Alexandre Martins fez um ‘pião’ à minha frente, fazendo-me lembrar o sucedido em Portimão. A partir daí procurei fazer uma corrida tranquila numa pista difícil, adotando um ritmo mais moderado e sem pensar na classificação geral”.

    João Parreira, o segundo classificado da mesma categoria, não deixava de se revelar satisfeito com o desfecho da sua prova, mas lembrava: “De início consegui rodar junto do Jorge Areia e do José Barros, mas a partir do momento que fiquei com problemas de travões limitei-me a gerir a corrida e manter a minha posição”. Rui Silva conquistou o último lugar do pódio, destacando a dureza da corrida: “Posso dizer que estou satisfeito, mas foi uma corrida dura, pois um dos meus adversários diretos estava bastante agressivo, mas quanto ao resto tudo bem…”

    Luís Rocha dominou a categoria AM, ao assumir o comando na primeira volta, altura em que Alexandre Martins fez um “pião” e caiu para os últimos lugares. “A partir do momento em que tal [pião] aconteceu, só me restava tentar recuperar o maior número de lugares possíveis e concluir a corrida, mas não foi de todo fácil”, contava Martins, que ainda conseguiu ser sétimo da classificação geral e segundo da categoria, cujo vencedor tinha muitas razões para se sentir feliz:

    “Foi uma vitória fantástica. Andei sempre ao ritmo do Jorge Areias, que tem muito mais experiência do que eu, e o meu objetivo era ser primeiro na categoria. Portanto, só posso estar satisfeito…”. O piloto mais jovem (16 anos) da GT3 Cup, José Barros, cada vez mais adaptado ao Porsche 911, fechou o pódio da categoria AM, conquistando ainda o 9º lugar absoluto, mas o resultado soube-lhe a pouco…

    “Fiz um ótimo arranque e depois impus o meu ritmo, mas nas últimas 2/3 voltas o motor começou a falhar um pouco e isso custou-me uma posição. De qualquer modo, estou muito satisfeito com a minha evolução”.

    CORRIDA 1 (oficiosa)

    1º, Carlos Vieira (PRO), 14 voltas

    2º, José Rodrigues (PRO), + 12.959s

    3º, Francisco Carvalho (PRO), + 13.195

    4º, VLB Racing, Vasco Barros (PRO), + 14.489

    5º, Jorge Areia (GD), + 59.105

    6º, Luís Rocha (AM), + 1.01.318

    7º, Alexandre Martins (AM), + 1.21.052

    8º, Revislogos/João Parreira (GD), + 1.35.208

    9º, MDriving Racing Team, José Barros (AM), + 1.38.845

    10º, Monteiros Competições, Rui Silva (GD), + 1.42.767

    11º, José Rocha (GD), + 1.43.440

    12º, João Vieira (GD), + 1.50.897

    13º, Pedro Branco (GD), a 1 volta

    14º, MDRiving Racing Team, Afonso Vaz (AM), a 1 volta

    15º, Miguel Caetano/João Posser (GD), a 1 volta

    16º, José Oliveira (GD), a 1 volta

    Melhor volta (3ª): Carlos Vieira, com 1.50.512

  • GT3 Cup: Vieira e Rodrigues com “histórias diferentes na qualificação em Jerez

    Carlos Vieira e José Rodrigues vão partir, este domingo, do primeiro lugar da grelha para as duas corridas, no circuito espanhol de Jerez de La Frontera, de uma quarta jornada da GT3 Cup que se prevê de elevadíssimo nível competitivo, a avaliar pelos resultados de cada uma das qualificações, que tiveram histórias bem distintas.

    Na primeira qualificação, manhã bem cedo, Vieira e Rodrigues, os únicos a baixarem do segundo 50, ficaram separados por 0.144s, o que diz bem do equilíbrio de andamentos e se o primeiro, autor da “pole”, lamentava, por ultrapassar os limites da pista, terem-lhe anulado o tempo de uma volta ainda abaixo de 1.49.50, o seu rival confessava ter sido prejudicado por Luís Rocha (“ele até já me pediu desculpa…”, referia) naquela que seria a “volta perfeita”. O terceiro mais rápido foi o estreante em Jerez Vasco Barros, enquanto Alexandre Martins, quarto a nível absoluto, se afirmava como o mais rápido entre os pilotos da categoria AM, ao deixar Luís Rocha a uma diferença confortável.

    Pelo meio surgiam o “consagrado” Francisco Carvalho (5º), que lamentava ter “cometido uma série de erros” e ainda Jorge Areia, o melhor da categoria GD, face a João Parreira. E ainda no “top 10”, em termos absolutos, qualificou-se o jovem (16 anos) José Barros, a revelar uma crescente adaptação ao Porsche 911. Pior sorte teve João Vieira, que devido a problemas de embraiagem não conseguiu completar uma volta, enquanto a falha de motor do carro de Luís Rocha o levou a fazer dupla com o seu irmão Diogo, quando tinha previsto, como já sucedera no Estoril, correr “a solo”.

    Já ao início da tarde, tudo se passou de forma distinta, na sequência de três interrupções (bandeira vermelha) – duas para retirar carros das escapatórias e uma para limpeza de óleo na pista – e ainda da anulação de alguns “cronos” para quem excedeu os limites da pista. Neste capítulo, o mais penalizado acabaria por ser Carlos Vieira que assinou a sua volta mais rápida (pole) mesmo no final, passando para a frente de José Rodrigues, o qual antes das duas últimas paragens também viu ser-lhe retirada uma volta rápida. Só que ainda dispôs de tempo para conseguir outro bom registo (1.51.488), exatamente o que lhe veio a garantir a “pole position” e largar em primeiro na segunda corrida de domingo.

    Privado da sua melhor (e única) volta rápida (1.51.347), Vieira acabou por cair, na classificação provisória desta segunda qualificação, para 15º (2.01.365), o que o levará a partir da oitava fila da grelha. Seguramente que não vai ter uma tarefa fácil no circuito andaluz para recuperar posições ao longo das 14 voltas da corrida.

    QUALIFICAÇÃO 1

    1º, Carlos Vieira (PRO), 1.49.570

    2º, José Rodrigues (PRO), 1.49.714

    3º, VLB Racing, Vasco Barros (PRO), 1.51.649

    4º, Alexandre Martins (AM), 1.51.797

    5º, Francisco Carvalho (PRO), 1.52.202

    6º, Jorge Areia (GD), 1.52.852

    7º, Luís Rocha (AM), 1.53.155

    8º, MDriving Racing Team, Mário Silva (PRO), 1.53.395

    9º, MDriving Racing Team, José Barros (AM), 1.53.890

    10º, Revislogos/João Parreira (GD), 1.54.570

    11º, Monteiros Competições, René Quintaneiro (AM), 1.54.619

    12º, MDRiving Racing Team, Caetanovich (AM), 1.54.863

    13º, José Rocha (GD), 1.56.517

    14º, Monteiros Competições, Rui Silva (GD), 1.56.810

    15º, Miguel Caetano/João Posser (GD), 1.57.596

    16º, Pedro Branco (GD), 1.57.736

    17º, José Oliveira (GD), 2.05.176

    18º, João Vieira (GD), st

    QUALIFICAÇÃO 2 (provisória)

    1º, José Rodrigues (PRO), 1.51.488

    2º, Francisco Carvalho (PRO), 1.52.602

    3º, VLB Racing, Vasco Barros (PRO), 1.52.632

    4º, Francisco Cruz (AM), 1.53.583

    5º, Jorge Areia (GD), 1.55.000

    6º, MDriving Racing Team, José Barros (AM), 1.56.253

    7º, Monteiros Competições, René Quintaneiro (AM), 1.56.378

    8º, Revislogos/João Parreira (GD), 1.56.823

    9º, MDriving Racing Team, Afonso Vaz (AM), 1.57.516

    10º, MDriving Racing Team, Mário Silva (PRO), 1.57.556

    11º, Monteiros Competições, Rui Silva (GD), 1.57.595

    12º, Diogo Rocha (AM), 1.59.208

    13º, Pedro Branco (GD), 1.59.498

    14º, José Rocha (GD), 1.59.942

    15º, Carlos Vieira (PRO), 2.01.365

  • GT3 Cup: Carlos Vieira o mais rápido nos treinos livres em Jerez de la Frontera

    Carlos Vieira foi, esta sexta-feira, o piloto mais rápido nos treinos livres da quarta jornada da GT3 Cup, no circuito espanhol de Jerez de la Frontera, ao averbar o tempo de 1.49.605, batendo por 336 centésimas o registo de José Rodrigues, o seu grande rival neste troféu monomarca com os Porsche 911.

    Nas duas sessões de treinos para adaptação ao traçado do circuito andaluz, a superioridade foi repartida entre aqueles dois pilotos, primeiros classificados na categoria PRO e que estão separados por uma diferença de 12 pontos, favorável a Vieira. Na primeira saída para a pista, Rodrigues conseguiu 1.49.941, contra 1.51.088 do líder da GT3 Cup, com Vasco Barros, um estreante em Jerez, a conquistar o terceiro melhor registo (1.55.246).

    “Só corri aqui uma vez, em 2016, com o Honda Civic TCR, um carro muito diferente do Porsche, e por isso agora preparei-me o melhor possível antes de vir para cá, até treinei no simulador”, confessou Rodrigues, enquanto o seu adversário revelava uma grande tranquilidade: “Já competi nesta pista três ou quatro vezes e gosto do traçado. Ainda não meti pneus novos e acredito que conseguirei melhor o meu tempo…”. E a verdade é que Vieira subiu para o patamar do seu mais direto competidor no segundo treino, com Francisco Carvalho a ser o autor do terceiro melhor “crono” da sessão.

    Na categoria AM, Luís Rocha e Francisco Cruz dividiram o primeiro lugar, ainda que o melhor “crono” ficasse na posse deste último, enquanto na categoria GD Jorge Areia foi sempre o mais veloz, primeiro face a Rui Silva e depois em relação a João Parreira.

    Sábado, as duas sessões de qualificação para as corridas de domingo disputam-se, respetivamente, às 9h00 e às 15h10.

    As duas corridas podem ser acompanhadas em direto neste link:

    https://www.facebook.com/gt3_cup_portugal-102555911921098/?ref=page_internal

    TREINOS LIVRES 1

    1º, José Rodrigues (PRO), 1.49.941

    2º, Carlos Vieira (PRO), 1.51.088

    3º, VLB Racing, Vasco Barros (PRO), 1.55.246

    4º, Luís Rocha (AM), 1.55.521

    5º, Francisco Carvalho (PRO), 1.55.571

    6º, Jorge Areia (GD), 1.55.830

    7º, Monteiros Competições, Rui Silva (GD), 1.57.066

    8º, Diogo Rocha (AM), 1.57.999

    9º, Monteiros Competições, René Quintaneiro (AM), 1.58.354

    10º, João Vieira (GD), 1.58.501

    11º, MDriving Racing Team, José Barros (AM), 1.59.066

    12º, Revislogos/João Parreira (GD), 1.59.262

    13º, MDRiving Racing Team, Caetanovich (AM), 2.00.570

    14º, José Rocha (GD), 2.01.158

    15º, Pedro Branco (GD), 2.01.862

    16º, Miguel Caetano/João Posser (GD), 2.04.012

    17º, José Oliveira (GD), 2.18.174

    MDriving Racing Team, Mário Silva (PRO), st

    Alexandre Martins/Francisco Cruz (AM), st

    TREINOS LIVRES 2

    1º, Carlos Vieira (PRO), 1.49.605

    2º, José Rodrigues (PRO), 1.50.628

    3º, Francisco Carvalho (PRO), 1.52.827

    4º, VLB Racing, Vasco Barros (PRO), 1.53.139

    5º, Jorge Areia (GD), 1.53.340

    6º, Francisco Cruz (AM), 1.53.472

    7º, Luís Rocha (AM), 1.55.541

    8º, Monteiros Competições, René Quintaneiro (AM), 1.55.826

    9º, Revislogos/João Parreira (GD), 1.56.099

    10º, MDriving Racing Team, Mário Silva (PRO), 1.56.277

    11º, João Posser (AM), 1.57.397

    12º, Monteiros Competições, Rui Silva (GD), 1.57.969

    13º, MDriving Racing Team, Afonso Vaz (AM), 1.58.054

    14º, Pedro Branco (GD), 2.00.516

    15º, MDriving Racing Team, José Barros (AM), 2.01.009

    16º, José Rocha (GD), 2.01.061

    17º, Álvaro Ramos (GD), 2.07.439

    18º, José Oliveira (GD), 2.13.550

  • Dupla britânica vence segunda corrida em Portimão

    A dupla britânica Edward Moore/Marmaduke Hall (Ginetta G55 GT4), da equipa Tockwith Motorsport, triunfou, este domingo, na segunda corrida da terceira jornada da SuperCars Endurance Series, no Autódromo Internacional do Algarve, em Portimão, ao superar Gustavo Moura e Luís Cidade, no Hyundai Elantra N TCR da equipa P&B Racing, por uma diferença de 7.749s.

    Moore e Hall, com um ritmo muito forte ascenderam à liderança no final da primeira parte da corrida de 45 minutos, pouco antes da troca de pilotos, para depois consolidarem a sua vantagem. A vitória teve um sabor especial para os britânicos, que se debateram com problemas mecânicos na sexta-feira e só o trabalho extra da equipa, até altas horas da madrugada, “recuperou” o Ginetta. E depois do segundo lugar conquistado na corrida de sábado, seguiu-se a vitória no dia seguinte. “Foi fantástico conseguir ganhar, depois dos problemas na sexta-feira. Há dois anos que não conduzia este carro, e a última vez tinha sido aqui, em Portimão, mas readaptei-me bem e ainda travei uma luta interessante com o Nicolas Pino. Este é um dia muito feliz para nós”, declarou Edward Moore.

    Em termos absolutos, a maior oposição do Ginetta surgiu da dupla portuguesa e grande dominadora da categoria TCR, Gustavo Moura/Luís Cidade, que saiu deste fim de semana no circuito algarvio com uma vitória absoluta e um segundo lugar na geral, além de duas vitórias entre os TCR. “Foi uma jornada muito positiva que até nos permitiu passar para o primeiro lugar do campeonato por equipas. O objetivo era sempre a geral, mas se ontem [sábado] o alcançámos, hoje não deu para mais. De qualquer modo, vencemos por duas vezes a categoria e há que dar os parabéns à equipa P&B, que nos entregou um carro espetacular. Agora, há que pensar em Jerez…”, declararam Moura e Cidade.

    A dupla Pedro Silva e Jorge Silva, no Audi RS3 LMS da Veloso Motorsport, foi outra das grandes animadoras da corrida, nunca dando tréguas aos pilotos do Hyundai Elantra e o quarto lugar final e terceiro da categoria TCR parecia assegurado, mas a quebra de um semi-eixo deitou tudo a perder, a três voltas do fim.

    No pódio absoluto (e segundo TCR) terminou Daniel Teixeira, com o CUPRA León, que fez os possíveis para somar o máximo de pontos na sua categoria. “Tentei minimizar os danos e concluir em segundo, de modo a depender apenas de mim para poder sagrar-me campeão. O Gustavo e o Luís estiveram mais fortes. Agora, em Jerez, procurarei inverter o rumo dos acontecimentos, pois cheguei ao Algarve na frente do campeonato e saio de cá em segundo…”, referiu o piloto da JT59 Racing Team.

    José Carvalhosa e o jovem chileno Nicolas Pino, no Porsche 981 Cayman da GJG, voltaram a ser os segundos da categoria Pro (ganha pela dupla vencedora da corrida à geral), algo que deixou o primeiro radiante: “O Nico é muito bom piloto, fez um excelente arranque e entregou-me o carro, que estava excelente, numa boa posição e eu cumpri o objetivo, que era levá-lo até ao fim”. Mais discreto esteve o McLaren 570s da SMC Motorsport e no final Gonzalo de Andrés fazia questão de explicar: “Desde o início que sentimos um problema na direção e isso obrigou-nos a adotar um ritmo mais moderado para somar pontos no campeonato”.

    O lituano Andrius Zemaitis (Porsche 981 Cayman) garantiu, tranquilamente, mais um triunfo na categoria Bronze, face ao francês Pierra Arraou (Audi R8), enquanto entre os GTC, categoria em que Francisco Gonçalves (Lotus Exige) foi forçado a desistir logo na fase inicial da corrida, a dupla Jemma Moore/Paulo Sousa (Ginetta G50) assegurou, sem sobressaltos, o primeiro lugar.

    CORRIDA 2
    1º, Edward Moore/Marmaduke Hall (Tockwith Motorsport, Ginetta G55 GT4/GT4 Pro), 23
    voltas
    2º, Gustavo Moura/Luís Cidade (P&B Racing, Hyundai Elantra N TCR), a 7.449s
    3º, Daniel Teixeira (JT59 Racing Team, CUPRA León TCR), a 24.152
    4º, Nicolas Pino/José Carvalhosa (GJG, Porsche Cayman GT4/GT4 Pro), a 52.821
    5º, Andrius Zemaitis (ProGT, Porsche Cayman GT4/GT4 Bronze), a 1.27.514
    6º, Gonzalo de Andrés/Guillermo Aso (SMC Motorsport, McLaren 570s GT4/GT4 Pro), a 1.43.249
    7º, Pierre Arraou (Milan Compéticion, Audi R8 GT4/GT4 Bronze), a 1 volta
    8º, Jemma Moore/Paulo Sousa (Tockwith Motorsport, Ginetta G50/GTC), a 1 volta
    9º, Pedro Silva/Jorge Silva (Veloso Motorsport, Audi RS3 LMS TCR), a 3 voltas

    A próxima jornada (quarta e última), da SuperCars Endurance Series está agendada para o fim de semana de 5/7 de novembro, no circuito espanhol de Jerez de la Frontera.

  • SuperCars: Gustavo Moura e Luís Cidade entram com o pé direito em Portimão

    A dupla constituída por Gustavo Moura e Luís Cidade, no Hyundai Elantra N TCR, foi a vencedora da primeira corrida da terceira jornada da SuperCars Endurance Series, que terminou já de noite, este sábado, no Autódromo Internacional do Algarve, em Portimão, ao conseguir uma vantagem superior a 5 segundos face aos britânicos Edward Moore e Marmaduke Hall, no Ginetta G55 GT4 da Tockwith Motorsport.

    A história da corrida ficou marcada pelo acidente, felizmente sem consequências físicas, de que foi protagonista Gabriela Correia, pouco depois de substituir o seu pai, José Correia, aos comandos do Mercedes AMG da JC Group Racing Team. A jovem bracarense bateu forte na curva 4, levando à interrupção da corrida. Até aí, e quando havia ainda pela frente mais 20 minutos de prova, a já referida dupla britânica estava na frente e com o Hyundai na segunda posição, sendo terceiro o McLaren 570s da SMC Motorsport, entregue a Guillermo Aso e Gonzalo de Andrés, segundos da categoria PRO, enquanto Daniel Teixeira (CUPRA Leon TCR), no quarto lugar, era segundo na categoria TCR.
    O desfecho da corrida começou a desenhar-se quando, após uma pausa para ser retirado da pista o Mercedes AMG acidentado, foi ordenada uma nova grelha de partida, com base na classificação registada no momento da interrupção, para mais 14 minutos de prova. Gustavo Moura foi mais lesto, conquistando a liderança que manteria até ao final, quando já não havia luz natural para se cumprir o tempo estipulado. No arranque, Moura ainda levou um pequeno ‘toque’ sem consequências, mas o mais prejudicado foi Daniel Teixeira, que depois de um ‘chega para lá’ por parte do McLaren da SMC  Motorsport ficou com danos irreparáveis na roda traseira direita do seu CUPRA, sendo forçado a encostar.
    Quem aproveitou bem essa segunda partida foram o chileno Nicolas Pino, no Porsche 981 Cayman da GJG, e ainda Pedro Silva (Audi RS3 LMS TCR) para subirem diversas posições, enquanto Francisco Gonçalves (Lotus Exige) não escondia a sua felicidade (“cheguei a ter 30 segundos de vantagem, mas tanto o safety car como a bandeira vermelha fizeram-me perder esse pecúlio e depois tive que batalhar duro até final…”, vincou) por conquistar um meritório triunfo na categoria GTC. Na segunda posição terminou a dupla Paulo Sousa/Jemma Moore, que utilizou um Ginetta G50 mais antigo, depois de o carro titular ter ficado com o motor “partido” em testes. “Mesmo assim, com um carro bastante desatualizado, conseguimos um bom resultado, o que nos deixou satisfeitos”, referia o piloto português da Tockwith Motorsport.

    CORRIDA 1
    1º, Luís Cidade/Gustavo Moura (P&B Racing, Hyundai Elantra N TCR), 5 voltas
    2º, Marmaduke Hall/Edward Moore (Tockwith Motorsport, Ginetta G55 GT4/GT4 Pro), + 5.201
    3º, Jorge Silva/Pedro Silva (Veloso Motorsport, Audi RS3 LMS TCR), + 10.167
    4º, José Carvalhosa/Nicolas Pino (GJG, Porsche Cayman GT4/GT4 Pro), + 11.094
    5º, Francisco Gonçalves (#888 Motorsport, Lotus Exige/GTC), + 23.451
    6º, Paulo Sousa/Jemma Moore (Tockwith Motorsport, Ginetta G50/GTC), + 24.615
    7º, Andrius Zemaitis (ProGT, Porsche Cayman GT4/GT4 Bronze), + 35.028
    8º, Guillermo Aso/Gonzalo de Andrés (SMC Motorsport, McLaren 570s GT4/GT4 Pro), + 43.299
    9º, Pierre Arraou (Milan Compéticion, Audi R8 GT4/GT4 Bronze), + 54.139
    10º, Daniel Teixeira (JT59 Racing Team, CUPRA León TCR), a 3 voltas

  • SuperCars: Gustavo Moura/Luís Cidade e Pedro Silva/Jorge Silva na “pole” em Portimão

    As duplas Gustavo Moura/Luís Cidade (Hyundai Elantra N TCR) e Pedro Silva/Jorge Silva (Audi RS3 LMS TCR) foram as mais rápidas, na tarde desta sexta-feira, na qualificação para as duas corridas da terceira jornada da SuperCars Endurance Series, no Autódromo Internacional do Algarve, em Portimão. Este sábado serão os pilotos do Hyundai a largar no primeiro lugar da grelha e domingo caberá aos do Audi sair à frente, depois de uns treinos cronometrados que decorreram sob o domínio dos carros da categoria TCR.

    A avaliar pelo equilíbrio de andamentos verificado no circuito algarvio, tudo indica que as duas corridas do fim de semana, cada uma com a duração de 45 minutos e incluindo troca de pilotos para as duplas, vão proporcionar, à semelhança das jornadas anteriores, duelos interessantes na discussão dos primeiros lugares. Na categoria TCR, Daniel Teixeira (CUPRA Leon TCR), líder do campeonato, andou próximo das duas duplas já referidas e seguramente que será outro dos protagonistas na luta pela vitória.

    A equipa espanhola da SMC Motorsport, com o McLaren 570s guiado por Guillermo Aso e Gonzalo de Andrés, não deu hipóteses na categoria GT4 Pro, garantindo dois primeiros lugares na grelha, mas em ambas as corridas João Gomes e o jovem chileno Nicolas Pino, no Porsche Cayman da Garagem João Gomes, prometem não lhes dar tréguas. Problemas mecânicos no Ginetta G55 da Tockwith Motorsport de Edward Moore e Marmaduke Hall não lhes permitiram um andamento mais rápido.

    Na categoria GT4 Bronze, o lituano Andrius Zemaitis (Porsche Cayman) superiorizou-se à dupla da JC Group Racing Team, José Correia/Gabriela Correia (Mercedes AMG), que revelou uma evolução significativa, mostrando-se cada vez mais à-vontade com o carro germânico.

    Entre os GTC, Francisco Gonçalves (Lotus Exige) conquistou os dois melhores tempos, sendo de assinalar que Jemma Moore – à beira de conquistar o título de campeã na categoria, bastando-lhe pontuar nesta jornada – e Paulo Sousa, na sequência de problemas surgidos no Ginetta G50 da Tockwith Motorsport, quase não rodaram na pista algarvia.

    QUALIFICAÇÃO 1

    1º, Luís Cidade (P&B Racing, Hyundai Elantra N TCR), 1.52.624

    2º, Daniel Teixeira (JT59 Racing Team, CUPRA León TCR), 1.54.342

    3º, Jorge Silva (Veloso Motorsport, Audi RS3 LMS TCR), 1.55.065

    4º, Guillermo Aso (SMC Motorsport, McLaren 570s GT4/GT4 Pro), 1.55.248

    5º, Andrius Zemaitis (ProGT, Porsche Cayman GT4/GT4 Bronze), 1.56.074

    6º, José Correia (JC Group Racing Team, Mercedes AMG GT4/GT4 Bronze), 1.56.725

    7º, João Gomes (GJG, Porsche Cayman GT4/GT4 Pro), 1.58.014

    8º, Pierre Arraou (Milan Compéticion, Audi R8 GT4/GT4 Bronze), 2.00.350

    9º, Francisco Gonçalves (#888 Motorsport, Lotus Exige/GTC), 2.04.396

    10º, Paulo Sousa (Tockwith Motorsport, Ginetta G50/GTC), 2.04.481

    11º, Marmaduke Hall (Tockwith Motorsport, Ginetta G55 GT4/GT4 Pro), 2.23.177

    QUALIFICAÇÃO 2

    1º, Pedro Silva (Veloso Motorsport, Audi RS3 LMS TCR), 1.53.663

    2º, Gustavo Moura (P&B Racing, Hyundai Elantra N TCR), 1.53.857

    3º, Gonzalo de Andrés (SMC Motorsport, McLaren 570s GT4/GT4 Pro), 1.54.374

    4º, Daniel Teixeira (JT59 Racing Team, CUPRA León TCR), 1.54.430

    5º, Nicolas Pino (GJG, Porsche Cayman GT4/GT4 Pro), 1.54.867

    6º, Andrius Zemaitis (ProGT, Porsche Cayman GT4/GT4 Bronze), 1.55.973

    7º, Gabriela Correia (JC Group Racing Team, Mercedes AMG GT4/GT4 Bronze), 1.56.845

    8º, Francisco Gonçalves (#888 Motorsport, Lotus Exige/GTC), 1.57.144

    9º, Jemma Moore (Tockwith Motorsport, Ginetta G50/GTC), 2.00.583

    10º, Pierre Arraou (Milan Compéticion, Audi R8 GT4/GT4 Bronze), 2.01.123

    11º, Edward Moore (Tockwith Motorsport, Ginetta G55 GT4/GT4 Pro), 2.20.033

  • Daniel Teixeira ao ataque em Portimão!

    O piloto transmontano vai até ao Algarve motivado para dar continuidade à época de excelência que está a protagonizar na Supercars Endurance Series. Quer reforçar a liderança no campeonato entre os TCR.

    A competição ibérica que junta na mesma grelha carros com homologação TCR e GT4, vê acontecer, no próximo fim de semana para a terceira e penúltima jornada da época, desta feita no Autódromo Internacional do Algarve, em Portimão, e marca assim o início da segunda metade do campeonato, apresentando-se como fundamental no caminho para o título que Daniel Teixeira quer assegurar entre os TCR.

    Daniel Teixeira sente-se “preparado para um fim-de-semana que será muito difícil: “Esta é teoricamente a pista mais desfavorável para o nosso carro. O Cupra é manifestamente o TCR com menor velocidade de ponta e, em Portimão, este handicap é ainda mais prejudicial”. Por outro lado, lembra que “estou parado desde a corrida do Estoril, que foi em julho. Não fizemos qualquer sessão de testes, entretanto, e entrar no ritmo logo no início será complicado”, mas não são essas questões que o fazem temer o embate”.

    Daniel Teixeira chega a Portimão embalado por duas vitórias brilhantes no Estoril e na liderança do campeonato entre os TCR. E agora, no Algarve, com as duas corridas de 45 minutos repartidas entre sábado e domingo e apesar das dificuldades, Daniel Teixeira não hesita em assumir que “vamos para tentar vencer e manter a liderança do campeonato e não enjeitamos voltar a estar na discussão dos triunfos à geral. Não vai ser um fim-de-semana fácil, mas estaremos na luta!”.

    O piloto sente-se “muito feliz por estar a participar num campeonato com esta qualidade. Em termos de geral, tivemos quatro vencedores diferentes nas quatro corridas realizadas. Organização é muito competente e conseguiu um equilíbrio de forças através do BOP (Balance Of Perfomance) que tem resultado por inteiro!”.

    Daniel Teixeira quis deixar uma palavra final para “a presença de público e Portimão. Deixa-nos felizes. É diferente, para melhor, correr com público e, quanto a mim, vou tentar dar um grande espetáculo para todos quantos estejam lá”.

  • SuperCars: Gustavo Moura mais determinado que nunca em Portimão

    Fazer das fraquezas forças será o lema de Gustavo Moura no circuito de Portimão, na terceira jornada da SuperCars Endurance Series, este próximo fim de semana (16/17 outubro), em que voltará a partilhar o Hyundai Elantra N TCR com Luís Cidade. Agastado com os efeitos da atualização do BoP (equilíbrio de desempenho) do seu carro, tanto a nível de peso como de potência, o piloto de Paços de Ferreira promete não baixar os braços.

    “Vou lutar com as ‘armas’ que tenho e, como sempre, tentarei vencer, mas é desconfortável saber que o meu carro, adquirido este ano e da nova geração de TCR, não poderá permitir aos pilotos expressar todo o seu potencial, dadas as restrições impostas pela atualização do BoP. Para além de terem baixado o mapa do motor para os 98% da potência, o Hyundai levará 70 quilos de peso a mais. Regras são regras e há que cumprir, mas fiquei algo desmotivado quando recebi as notificações relativas ao BoP…”, desabafou Gustavo Moura, cujo Elantra ficou pronto nas instalações da P&B apenas na semana transata, já que tardavam em chegar os novos amortecedores fornecidos pela Hyundai Motorsport. Recorde-se que na jornada anterior, no Estoril, um desses elementos mecânicos partiu, contribuindo para o resultado menos positivo do piloto da GC24 Investiment.

    Atual segundo classificado na categoria TCR da SuperCars Endurance Series, a seis pontos do líder, Gustavo Moura garante não se deixar abater pelas limitações do seu Hyundai Elantra N TCR na pista de Portimão:

    “Sinto uma grande vontade de contrariar essa desvantagem face aos meus adversários e estou determinado a ir ‘para cima deles’, dando o meu melhor em busca da vitória, que é o meu grande objetivo, para poder discutir o título até ao fim”.

    A antepenúltima jornada da SuperCars Endurance Series, no Autódromo Internacional do Algarve, tem início na sexta-feira (15 outubro), com os Treinos Livres (15:30/17:00) e as duas Qualificações (17:40/17:55 e 18:00/18:15). No sábado, a corrida 1 disputa-se às 18:05 (45’) e no domingo a corrida 2 também encerra o programa (17:20/18:05).

  • A Classic GP- Pre 1986 fez sonhar no Autódromo do Estoril

    Os apaixonantes monolugares de Fórmula 1 que marcaram a história da modalidade ao longo de várias gerações, centraram atenções no Estoril Classics 2021. Modelo shistóricos, pilotados outrora por grandes campeões, como Nigel Mansell, James Hunt ou Keke Rosberg mostraram no Autódromo do Estoril que o tempo só os engrandece. São máquinas com decorações emblemáticas da época, potentes motores com mais de 500cv e uma sonoridade invejável que continuam a marcar e a fazer vibrar os apaixonados adeptos do desporto automóvel.

    Numa grelha preenchida com modelos distintos, como o Lotus 91, Williams FW08C, Mclaren M24, Surtees TS16, March 811 ou Ligier JS11/15-04, e de diferentes anos – 1971 a 1983 -, a emoção dos Classic GP (Pre-1986) estava garantida. Depois da fantástica corrida de ontem, onde o Mclaren M24 do britânico Michael Lyons cruzou a linha de meta em primeiro lugar, hoje a pulsação voltou a subir, com a decisiva corrida do fim de semana.

    Ao sinal verde os belíssimos monolugares deram início a uma corrida espetacular. Partindo da frente, Steve Brooks impôs um andamento forte desde início, permitindo ao seu Lotus 91, um modelo que conheceu maior sucesso pelas mãos de Nigel Mansell, ganhar alguma vantagem. No segundo posto, Mark Hazell colocava um dos modelos construídos por Frank Williams, neste caso o Williams FW08C.

    A atenção do público centrou-se na luta pelo terceiro lugar, com uma disputa entre o Ligier JS11/15-04 do Francês Mister John of B e o Surtees TS16 do Belga Marc Devis, uma réplica do grande duelo protagonizado pelos mesmos pilotos no sábado. Modelos de potências e características diferentes que seguiram colados durante grande parte da prova, levando ao limite as mecânicas dos seus carros e fazendo recordar as épocas em que militavam no Campeonato do Mundo de Fórmula 1. Até que o azar bateu à porta do piloto belga que por problemas mecânicos foi obrigado a encostar o seu Surtees.

    Com vários monolugares históricos em pista, como o Surtees TS16 que outrora foi pilotado por José Carlos Pace e Derek Bell, nos anos 70, o Matra MS120 utilizado também na década de setenta, ou o Trojan T103, único exemplar existente com que o Tim Schenten disputou oito Grandes Prémios no mundial de F1 de 1974, reviveram-se grandes tempos da competição automóvel. No final a classificação não sofreu mais modificações onde a luta pelo terceiro lugar e sobretudo a sonoridade de cada máquina foram os maiores motivos de atração.

    O Estoril Classics 2021 foi um fim de semana em que os fantásticos Fórmula 1 das décadas de 70 e 80 regressaram ao Circuito do Estoril para deleite de todos os que assistiram em direto ao Live Stream das corridas e às entrevistas com os principais protagonistas.

    Um evento que deixa Diogo Ferrão, responsável da Race Ready, muito satisfeito: “Conseguir trazer fantásticos 14 F1 ao nosso país, num ano difícil onde as viagens internacionais são complicadas é uma vitória. Foi um enorme desafio, mas o balanço é extremamente positivo. Tivemos excelentes corridas e demos a possibilidade ao público de assistir à distância de toque. Foi uma iniciativa de muito sucesso e que esperamos repetir. Para o ano sem pandemia e sem limitações de publico…. Esperamos conseguir fazer ainda melhor!”.