Categoria: Velocidade

  • Henrique Chaves pronto para o arranque do International Open GT

    Henrique Chaves inicia a sua temporada deste ano do International GT Open dentro de uma semana e meia em Hungaroring. O português mostra-se ainda mais entusiasmado e pronto para a disputa do ceptro do Campeonato da Europa de GT.

    Depois da longa inatividade, devido ao surto pandémico, Henrique Chaves voltou às pistas para testar e preparar a época. Regressar aos comandos do do McLaren 720S foi “acima de tudo, foi importante voltar aos comandos do McLaren para recuperar sensações e ritmo. Obviamente que houve muito simulador nesta longa pausa, mas nada se assemelha ao real. Num registo menos profissional a sensação foi incrível, sentir aquela potência toda novamente. O som do carro e a adrenalina de um jogo de pneus novos com deposito vazio é algo indescritível.”

    Em jeito de balanço destes primeiros contactos, o piloto realça que“os testes correram super-bem. Obviamente que não havia grandes referências, mas comparando com tempos de outros anos, e tendo em conta as condições de pista, podemos ter uma ideia e essa foi bastante positiva. Só falta comprovar em Budapeste daqui a uma semana. Mudei de engenheiro e entre um e outro existe uma filosofia de set-up bastante diferente, mas sim houve algumas evoluções desde 2019 o que é sempre bom, contudo, há algumas coisas que queremos melhorar, nomeadamente, o controlo de tracção.”

    Miguel Ramos vai ser o companheiro de equipa e Henrique Chaves está satisfeito com isso: “O Miguel é muito experiente e sente muito bem o que o carro transmite. Tem também uma relação de trabalho mais longa com o engenheiro para este ano, o que faz com que o seu feedback seja muito bom para a evolução do carro. Por isso, é aprender ao máximo com ele, e naquilo em que eu for melhor, passar-lhe esse conhecimento e levarmos o carro o mais para a frente possível.”
     
    Agora foco em Hungaroring, declarando o piloto que acredita “que o trabalho que desempenhamos nestes quatro dias de testes em Portugal foram muito positivos e podem ajudar a que estejamos no topo da tabela logo desde início.”

  • Domingos Sousa regressou às pistas em bom plano

    Domingos Sousa Coutinho ao volante do seu imponente BMW 2.8CS de côr laranja regressou no passado fim de semana às pistas no autódromo de Portimão, onde esteve em bom plano, mas com algumas contrariedades que foram sendo superadas.

    Logo na sessão de treinos cronometrados, Domingos Sousa Coutinho  partilhou o volante com Pedro Bethencourt, começaram logo por rubricar o nono melhor tempo, tendo feito a sua volta mais rápida ao autódromo de Portimão em 2.17.056, à média de 122,22 km/h.

    Na primeira corrida, a dupla Domingos Sousa Coutinho/Pedro Bethencourt acabaria por ver a bandeira de xadrez na 7ª posição na classificação geral, tendo feito a volta mais rápida em 2.24.767, à média de 112,26 km/h, sendo os 2º classificados em termos da categoria H 71 ( após correcção feita pela Direcção de Prova ). Já na segunda corrida, Domingos Sousa Coutinho/Pedro Bethencourt veriam a linha de chegada em 5º lugar em termos de classificação geral e como vencedores em termos da categoria H 71.

    Após terem recebido os troféus, Domingos Sousa Coutinho fez-nos um resumo do fim de semana dizendo “ balanço positivo, sem dúvida alguma, porque tendo em conta que estava retirado das pistas há duas épocas, para ser franco não estava à espera deste resultado, ainda por cima numa competição com excelentes carros e pilotos. Foi uma agradável surpresa conseguir estes resultados, muito por culpa da boa preparação feita pela excelente equipa da RP Motorsport/ Ricardo Pereira. Uma palavra de agradecimento ao meu colega, Pedro Bethencourt, pela excelente prestação, pois é importante referir que foi a primeira vez que andou com o BMW 2.8CS, e tendo ainda que fazer um esforço suplementar nesta segunda corrida em que correu com o pulso aberto. Resta agradecer o apoio da Taga Urbanic, Freixenet e ao Chef Bernardo Sousa Coutinho, que tornaram possível esta participação”, conclui Domingos Sousa Coutinho.

  • Simplício Taveira com duplo pódio em Portimão

    O piloto de Vila Real, Simplício Taveira, esteve em grande destaque no passado fim de semana na primeira jornada inaugural do Campeonato Portugal Legend´s, onde foi ao pódio por duas vezes na sua categoria.

    Logo na 6ª feira de tarde, Simplício Taveira foi para a pista na sessão de treinos livres para tentar encontrar os melhores acertos para o seu Toyota Corolla, , conseguindo assim fazer a quarta melhor marca, com a sua melhor volta feita ao autódromo de Portimão em 2.19.374 à média de 121,05 km/h.

    No sábado alguns problemas de ordem técnica não permitiram que Simplício Taveira conseguisse fazer a sessão de treinos cronometrados e, por isso, teve de largar da ultima posição da grelha de partida, deparando-se com um grande desafio pela frente.

    No sábado à tarde, com a 1ª corrida, Simplício Taveira e mais uma série de adversários, foram obrigados a partir das boxes, mas nem isso esmoreceu o piloto transmontano “que arregaçou” as mangas, e mal vê o semáforo verde, começa logo a corrida ao “ataque” começando a fazer ultrapassagens, trazendo o carro nipónico até ao baixar da bandeira de xadrez até a´10ª posição final. Para a segunda corrida a garra não esmoreceu e Simplício Taveira estava apostado em fazer um resultado melhor e se assim pensou, assim o fez, terminando a 2ª corrida  na 5ª posição final, e em segundo em termos de categoria Livre.

    Depois de ter retirado o capacete, Simplício Taveira fez-nos um resumo da jornada dizendo que “ não correu mal, mas confesso que podia até ter corrido bem melhor. Acredito plenamente que se não tivesse partido na 1ª corrida das boxes, o resultado final seria muito melhor, aliás larguei de último e terminei entre os dez primeiros, o que veio atestar a máquina espectacular  que tenho. Na segunda corrida a garra foi a mesma, e terminei em 5º lugar na classificação geral, e segundo na categoria Livre .O carro deu alguns problemas no fim de semana , mas foram sendo superados, mas há ainda muito trabalho para tornar este Corolla ainda mais competitivo, e é isso que vamos fazer para a próxima prova que irá ter lugar em Setembro em Braga”, conclui Simplício Taveira.

  • GT4 South European com novo calendário 2020

    Foi apresentado o novo calendário para esta temporada de 2020 do GT4 South European. Ciente das dificuldades que todos os pilotos e equipas podem encontrar devido à situação especial que se vive actualmente, a Race Ready, organizadora deste campeonato, fez um enorme esforço para conseguir novas datas sem que as mesmas entrassem em conflito com a maioria dos campeonatos de GT4, como o GT4 Europeu, o GT4 Britânico ou mesmo o VLN e o Britcar.

    Diogo Ferrão, líder da Race Ready, explica que “desta forma quisemos permitir que equipas e pilotos não tenham que escolher entre competir num ou noutro campeonato, podendo, caso desejem, estarem presentes em qualquer um deles ou mesmo em ambos”.

    Do calendário previsto inicialmente, as provas de Jarama e do Algarve foram alteradas. A ronda da capital espanhola, em Jarama, foi adiada para 31 de Outubro/01 de Novembro e continua a ter a companhia do Campeonato de Madrid CRT e do TCR Ibérico. Devido ao excelente clima do Algarve, a prova no sul de Portugal foi adiada para 23 e 24 de Janeiro de 2021, aproveitando a oportunidade que a FPAK concede aos campeonatos de 2020 de terminar em 2021, devido à situação do COVID-19. No Algarve, os GT4 irão competir em conjunto com a série alemã GT Winter Series. O evento de Jerez de La Frontera mantém-se nos dias 17 e 18 de Outubro e com o  Campeonato Andaluz e nos dias 05 e 06 de Dezembro, os GT4 South European vão estar no Circuito do Estoril, juntamente com os pilotos do TCR Ibérico.

    Competição internacional mas com custos mais controlados

    Com o novo calendário foi também anunciado um programa de controlo de custos, começando pelo novo fornecedor de pneus. A Hankook será o fornecedor oficial para 2020, oferecendo pneus cerca de 20% mais económicos do que em 2019. Apesar do preço, serão pneus de maior durabilidade, usados também nas 24H Series, com menor degradação e tempos por volta mais constantes.
    A organização também fez a sua parte, com as inscrições a reduzirem em 70% o seu valor comparadas com 2019, assim como garantir eventos de 3 corridas em 2 dias, que permitem um menor custo de assistência.

    Diogo Ferrão resumiu que “não vou dizer que correr de GT é “económico”, mas penso que encontramos uma fórmula para os orçamentos baixarem em 30%, com as vantagens que correr de GT’s de sonho tem um fascínio e visibilidade totalmente diferentes, servindo também de janela de lançamento para os campeonatos Europeus GT4.”

    Com este calendário, Diogo Ferrão assume que “o nosso objectivo é garantir grelhas bem compostas para que equipas e pilotos estejam motivadas e com elevadas expectativas durante todo o campeonato. Grelhas com muitos carros é o que desejamos para esta competição, até porque este readaptámos-nos, encontrámos novas parcerias e baixámos o custo das inscrições. Queremos ver grelhas preenchidas pois é sempre mais motivante para todos: pilotos, equipas e organizadores”.

    NOVO CALENDÁRIO 2020 DO GT4 SES
    Corridas 1-2-3: 17/18 de Outubro – Jerez de la Frontera, Espanha (com Campeonato Andaluz)
    Corridas 4-5-6: 31 out./01 Novembro – Circuito de Jarama, Espanha (com CRT e TCR Ibérico)
    Corridas 6-7-8: 05/06 de Dezembro – Autódromo do Estoril, Portugal (Com TCR Ibérico)
    Corridas 9-10-11: 23/24 de Janeiro de 2021, Autódromo Internacional do Algarve, Portimão, Portugal (com GT Winter Series)


  • Pedro Marques a evoluir com o Porsche

    Pedro Marques e a equipa da Mobymotorsport  ao volante do seu Porsche GT 3  estiveram  em bom plano em Portimão, tendo a equipa conseguido superar as dificuldades.

    A verdade é que o piloto de Braga, aproveitou para rodar ao máximo na sessão de treinos livres na sexta feira de tarde, de forma a encontrar as melhores afinações para o seu carro. No sábado de  manhã bem cedo, na sessão de treinos cronometrados, Pedro Marques acabaria por conseguir obter o 8º melhor tempo com 2.00.809 à média de 138, 65 km/h.

    Na primeira corrida de sprint, Pedro Marques acabaria por ver a bandeira de xadrez na 6ª posição final, tendo feito a sua melhor volta em 1.57.241, isto á média de 148,87 km/h, Na 2ª corrida de sprint o Porsche GT 3 da Mobymotorsport acabaria por cortar a linha de chegada na 7ª posição fina, repetindo o mesmo resultado na terceira corrida a mais prolongada de todo as provas do Open de Velocidade, isto é de novo na 7ª posição.

    No final, na altura em que Pedro Marques se preparava para fazer o regresso a Braga, falou-nos desta jornada do Open de Velocidade, começando por nos dizer “ balanço francamente positivo, chegamos ao final das três corridas, foi a primeira prova do Open de Velocidade com este carro, houve muitos acertos a serem feitos, mas correu tudo bem, diverti-me, tive muito tempo em pista e terminei as três corridas. Consegui ter sempre um bom mandamento, e aos poucos a equipa da Mobymotorsport foi superando os obstáculos que foram surgindo, com muito mérito, o meu muito obrigado.” Para terminar “ agora vamos começar a pensar já na próxima prova que será em Setembro no circuito Vasco Sameiro em Braga”, conclui Pedro Marques.

  • Luís Alegria sem sorte em Portimão

    Luís Alegria marcou presença no passado fim de semana no autódromo de Portimão, para participar na jornada inaugural do Campeonato Portugal de Clássicos 1300, onde a sorte nada quis com o piloto antiquário do Porto.

    Os problemas surgiram logo na sessão de treinos livres mas, mesmo assim, Luís Alegria ainda conseguiu rodar em 2.26.922, à média de 114,01 km/h.

    O piloto não alinhou depois na sessão de treinos cronometrados, ao debater-se com problemas no motor do Datsun 1200. No final da sessão e bastante desanimado com o infortúnio, Luís Alegria reconheceu que “na realidade não estava à espera disto e não percebo como  cheguei a isto. Este é um problema de motor que vamos tentar solucionar, embora  me pareça difícil, pois parece que é algo muito grave”, concluiu o piloto portuense.

    E a sua previsão veio a cumprir-se. A equipa técnica concluiu que nada havia a fazer, restando o regresso a casa ,o que levou Luís Alegria de regresso ao Porto mais cedo do que o previsto, esperando melhor sorte na jornada de Braga, aprazada para setembro próximo.

  • Triplo pódio premeia grande exibição do Bompiso Racing Team na abertura do Open

    Sempre muito eficazes e combativos, Daniel Teixeira e Joaquim Teixeira levaram o Cupra TCR a conquistar 3 pódios nas corridas que abriram a época em Portimão,

    Pai e filho apresentavam-se em Portimão para enfrentar a tripla tirada inaugural da edição 2020 do Open de Velocidade. Normalmente, nestas lides, o Bompiso Racing team faz alinhar Joaquim Santos com Daniel Teixeira, já que Joaquim Teixeira é o “ponta de lança” da equipa no Campeonato de Portugal de Montanha JC Group. A dupla escalada para este arranque de época apresentou-se no Autódromo Internacional do Algarve confiante e focada em pontuar forte para começar da melhor forma a luta pelo título entre os Turismo, um dos dois que serão atribuídos nesta época do OPEN.

    Sabiam, no entanto, que Portimão representava também um momento de adaptação ao Cupra TCR pois, na época de 2019, a equipa utilizava um Seat Leon MKIII, sendo substanciais as diferenças entre as duas “montadas”. O novo Cupra só tinha sido utilizado uma vez em competição, até este fim-de-semana, e já nos idos de Março, na Rampa Porca de Murça, altura em que Joaquim Teixeira brilhou ao mais alto nível, estreando o Cupra com um triunfo absoluto entre os Turismos, no arranque da época de Montanha.

    Nas duas qualificações, com Daniel ao volante na primeira e Joaquim na segunda, a equipa colocou o Cupra no Top 6 absoluto, sendo segundos nos Turismo na Q1 e terceiros na Q2. Estes resultados foram positivos e, segundo Daniel Teixeira, deixaram-nos “muitos felizes porque não tínhamos rodado com o Cupra em circuito, antes desta prova e não esperávamos ser logo tão competitivos”.

    Quanto à estratégia de escolha de pilotos para as duas corridas Sprint, foi decidido que Daniel Teixeira estaria ao volante da corrida inicial de sábado, cabendo a Joaquim Teixeira tomar o volante na Corrida 2.

    Após uma partida cautelosa, Daniel Teixeira teve de utilizar todos os seus dotes de piloto para evitar um incidente na curva 3, mas, ao fazê-lo, o jovem craque transmontano foi forçado a “alargar a trajetória e, ao sair largo, caí para 3º entre os TCR, tendo, de imediato, ido em busca do prejuízo”. E se bem o pensou, melhor o fez, pois rapidamente suplantou o Honda Civic TCR de José Rodrigues, regressando ao 2º lugar e, quando partia no encalço do líder, encontrou pela frente o Porsche 991 GT3 de Pedro Marques. Aqui, o piloto viveu a dificuldade de “tentar ultrapassar com armas diferentes. Foi um duelo incrível, mas, perante a potência e velocidade do Porsche, demorei imenso tempo a consumar a ultrapassagem e, quando o fiz, já estávamos na parte final da corrida e eu tinha os pneus muito degradados, tendo optado por manter a posição”.

    O Dia de Domingo, segundo da jornada algarvia, reservava aos pilotos duas corridas: a segunda de Sprint e a de Endurance. Joaquim Teixeira assumiu os comandos para a Corrida 2. Com o Cupra novamente “calçado” com pneus já usados, o galardoado piloto optou por um arranque tranquilo e logo se viu envolvido numa luta “fantástica com colegas da Montanha e esta durou quase até meio da corrida. Felizmente aí, forcei ainda mais e consegui me isolar, assegurando um excelente 3º lugar, além de levar o carro sem problemas até ao final, objetivo também importante tendo em conta a corrida de Endurance que ainda havia para disputar”.

    Para o fecho do fim-de-semana, estavam reservados 40 minutos de competição, tendo a equipa decidido que Daniel faria o turno inicial, passando depois o volante a Joaquim Teixeira.

    A Corrida 3 seria atribulada. Logo na primeira volta, na curva 5, um incidente levou à entrada do “safety car” e o mesmo esteve em pista durante muito tempo, condicionando “praticamente todo o turno pois acabei por só fazer 3 ou 4 voltas limpas e, ainda na sequência da confusão, tinha caído para 3º dos TCR, lugar que consegui manter até ao fim do turno”. Daniel Teixeira revela ainda que se sentiu “menos confiante no Cupra nesta última corrida, pois não me adaptei à mudança de setup que decidimos fazer e, como tal, optei por gerir bem e não estragar nem pneus nem mecânica”.

    Joaquim Teixeira saiu o seu turno final com a missão de “manter a posição e conquistar mais um pódio e mais pontos para o campeonato”, ficando o piloto satisfeito por “ter cumprido esse duplo objetivo”. No rescaldo, o piloto realçava “a excelente operação pontual que fizemos e os 3 pódios obtidos. Para arranque de época, temos de considerar muito positivo e, para além disso, ficámos com a certeza de que, com um maior conhecimento do carro, a equipa será ainda mais competitiva!”

    O Open de Velocidade terá a sua segunda jornada no Circuito de Braga, que se disputará nos dias 12 e 13 de setembro.  

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  • José Correia e Kiko Mora dominaram 2ª dia do Open de Portugal de Velocidade by Michelin

    O segundo dia de competição do Super Racing Weekend Portimão, foi o pano de fundo para as duas últimas corridas do Open de Portugal de Velocidade by Michelin disputadas no Autódromo Internacional do Algarve.

    José Correia (Nissan GT-R GT3), depois de ter conhecido um problema de suspensão que destruiu o pneu da frente do lado direito e o atirou para último da classificação final da primeira corrida disputada no sábado, dominou da luz à bandeira a segunda manga do Open de Portugal de Velocidade by Michelin.

    O piloto de Braga fez pleno uso da superioridade técnica do seu carro para manter um andamento impossível de acompanhar pelos Porsche 911 GT3 Cup, nomeadamente, os pilotados por Pedro Marreiros e por Fábio Mota, que completaram o pódio à geral por esta ordem. Porém, a distância final para o vencedor não reflete a imagem correta, pois Pedro Marreiros optou por poupar ao máximo os pneus do 911 991 GT3 Cup para a terceira corrida. Se na frente não houve luta pela vitória, nas classes que compõem o Open de Portugal de Velocidade by Michelin, o discurso foi semelhante, o que não quer dizer que não existissem lutas aguerridas por posição na classificação geral final.

    Assim, no G1 a vitória ficou, claro, para José Correia (Nissan GT-R GT3), enquanto Pedro Marreiros (Porsche 911 991 GT3 Cup) ganhou a G2, na frente de Fábio Mota (Porsche 911 997 GT3 Cup), Nuno Baptista (Porsche 911 997 GT3 Cup) e Pedro Marques (Porsche 911 991 GT3 Cup). Nos Turismos, Gabriela Correia (Cupra TCR DSG) levou de vencida a T1, Paulo Martins (VW Golf GTI) a T2 e Jorge Silva levou o Renault Clio RS ao primeiro lugar. Finalmente, nos TCR, vitória para Francisco Mora (Cupra TCR Seq) na frente de José Rodrigues (Honda Civic TCR), Daniel Teixeira (Cupra TCR Seq) e Luís Silva (Cupra TCR Seq). José Fafiães levou o Honda Civic Type R à vitória no TCS.

    A terceira corrida agendada para o Open de Portugal de Velocidade by Michelin tinha a particularidade de recuperar a fórmula “endurance”, oferecendo aos pilotos 40 minutos de prova com oportunidade de paragem nas boxes para troca de piloto. Isto depois das duas corridas de 20 minutos que já tinham sido realizadas anteriormente, oferecendo, assim, uma hora de competição em cada um dos Super Racing Weekend calendarizados para 2020.

    Devido aos resultados obtidos nas duas corridas anteriores – recordamos que houve duas sessões de qualificação que definiram a grelha para as duas primeiras mangas – Pedro Marreiros e Paulo Pinheiro com a “pole position” para a terceira e última corrida da jornada de Portimão, foram obrigados a largar do pitlane, enquanto que José Correia saiu da quarta fila da grelha de partida, prejudicando a sua média devido ao último lugar da classificação na primeira corrida. Infelizmente, um desentendimento em pista que originou um acidente na descida para a Curva 5 do Autódromo Internacional do Algarve entre Gabriela Correia (Cupra TCR DSG), Paulo Martins (VW Golf GTI) e Luís Silva (Cupra TCR Seq), atirou este último para a lista de abandonos e fez entrar o “Safety Car” em pista.

    Esta situação prolongou-se por algum tempo e a corrida teve apenas 18 voltas em 40 minutos de prova. José Correia impôs o seu Nissan GT-R GT3 e numa mão cheia de curvas chegou, naturalmente, ao comando da corrida, aí se mantendo apesar dos repetidos e fortes ataques de Pedro Marreiros e Paulo Pinheiro, ao volante do Porsche 911 GT3 Cup. As paragens nas boxes não trouxeram alterações e José Correia ganhou a segunda corrida do dia. O pódio ficou fechado com o Cupra TCR Seq de Francisco Mora que conseguiu superiorizar- se ao outro TCR, o Honda Civic de José Rodrigues. Esta classificação ficou assim ordenada, depois do Colégio de Comissários Desportivos penalizarem em 30 segundos José Rodrigues, Fábio Mota (Porsche 911 GT3 Cup) e Pedro Marques (Porsche 911 GT3 Cup).

    No que toca às classes, não houve muitas diferenças em relação a segunda corrida. No G1 vitória para José Correia (Nissan GT-R GT3), enquanto Pedro Marreiros (Porsche 911 991 GT3 Cup) ganhou a G2, na frente de Fábio Mota (Porsche 911 997 GT3 Cup), Nuno Baptista (Porsche 911 997 GT3 Cup) e Pedro Marques (Porsche 911 991 GT3 Cup). Nos Turismos, Gabriela Correia (Cupra TCR DSG) levou de vencida a T1, Paulo Martins (VW Golf GTI) a T2 e Jorge Silva levou o Renault Clio RS ao primeiro lugar. Finalmente, nos TCR, vitória para Francisco Mora (Cupra TCR Seq) na frente de José Rodrigues (Honda Civic TCR), e de Joaquim e Daniel Teixeira (Cupra TCR Seq). José Fafiães levou o Honda Civic Type R à vitória no TCS. O Open de Portugal de Velocidade by Michelin está de regresso nos dias 11 e 12 de setembro no Circuito de Braga.

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  • 7 vencedores distintos no arranque do Super Seven by Toyo Tires

    Primeiras quatro corridas da temporada 2020 deixaram em evidência a elevada competitividade do Troféu monomarca promovido pela CRM Motorsport

    Depois de um Sábado ao mais alto nível, o segundo dia do arranque da temporada 2020 do Super Seven by Toyo Tires no Autódromo Internacional do Algarve acrescentou mais um nome à incrível lista de vencedores desta visita a Portimão. Mas trouxe, sobretudo, duas corridas em que a incerteza esteve sempre em cima da mesa, comprovando o espírito incrível e a qualidade que o Troféu promovido pela CRM Motorsport apresenta nesta fase da sua vida, volvidos 11 anos e 12 temporadas sobre o seu lançamento.

    Na primeira corrida do dia, o piloto da Atomic-Mageltech (Pires) começou por afirmar os seus intentos com uma sucessão de voltas rápidas e muita pressão sobre o comandante e eventual vencedor da prova. Só que Pedro Salvador (Speedy Motorsport) voltou a conseguir contê-los de forma magistral para vencer pela segunda vez em dois dias.

    Ainda nos 420R, Diogo Costa (Team Nuoorte) deu mais uma prova cabal do seu andamento, arrematando um merecido 2º lugar no pódio e superando pelo caminho o colega de equipa
    J. J. Magalhães, Sérgio Saraiva (Atomic-Mageltech), Gonçalo Lobo do Vale (BCM Sports) e Paulo Macedo (CRM Motorsport).

    Já Diogo Tavares (CRM Motorsport) teve de se contentar com a 7ª posição, embora tenha estado na luta pelo comando até à penúltima volta da corrida. Seguiram-se-lhe Luís Calheiros Ferreira (CRM Motorsport) e a tripla do Team Nuoorte formada por Paulo Costa, Luís Lisboa e Duarte Lisboa. Mas também Nuno Afonso (Atomic-Mageltech), José Kol Almeida (BCM Sports), André Matos (BCM Sports) e Nélson Gomes (Speedy Motorsport).

    Nos S1600 Pro, Bernardo Bello voltou a ver-se envolvido num animado confronto com Pedro Lacerda (Garagem 19) e António Nunes Almeida (BS Motorsport), pilotos que por sua vez ficaram à frente de Francisco Figueiredo (Figueiredo Racing) e de Miguel Couceiro (CRM Motorsport).

    Por sua vez na Business, o triunfo sorriu novamente a Frederico Brion Sanches (BS Motorsport), que continuava, desta forma, a usufruir de um grande fim-de-semana a nível desportivo. Destaque, ainda, para o 2º lugar do jovem José Maria Marreiros (CRM Motorsport), ilustrativo da sua evolução no Super Seven by Toyo Tires, bem como para a 3ª posição de Bruno Martins (Speedy Motorsport), de regresso ao pódio pela segunda vez neste fim-de-semana.

    Embora muito rápidos, a dupla da CRM Motorsport Nuno Santos e Manuel Fernandes acabou por não ver a bandeirada de xadrez no final da corrida.

    Na derradeira corrida, o “poleman” José Carlos Pires segurou como pôde o comboio que seguia atrás de si formado por 8 pilotos com hipóteses de terminar no pódio e almejar, com isso, o triunfo. Após uma série de voltas extasiantes e grandes ultrapassagens, o piloto do Caterham #53 acabaria mesmo por celebrar um triunfo desejado há mais de um ano, embora, como sempre no Super Seven by Toyo Tires, a confirmação tivesse chegado pela margem mínima: apenas 0,013s separaram Pires do segundo classificado, David Saraiva, que voltou a apresentar-se em excelente momento de forma no Caterham preparado pela Speedy Motorsport.

    A menos de nove décimos de segundo, Diogo Tavares somou mais um pódio a esta visita a Portimão, concluindo a derradeira corrida do fim-de-semana à frente de J. J. Magalhães, Diogo Costa e Pedro Salvador, que à entrada da última volta se encontrava precisamente na 3ª posição.

    Tal como em muitas ocasiões ao longo desta primeira jornada do Super Seven by Toyo Tires, Luís Calheiros Ferreira contou com a ameaça sempre presente de Paulo Costa e nesta corrida de Duarte Lisboa, com os três pilotos a cruzarem a linha da meta separados por apenas 3 décimos de segundo. Logo a seguir surgiram Ricardo Araújo, Tiago Sousa e José Kol Almeida, com os dois pilotos da BCM Sports a trocarem diversos galhardetes de forma muito amigável durante toda a prova.

    Já sobre a tabela relativa aos S1600 Pro, Bernardo Bello acabou mesmo por comemorar o 3ª triunfo do fim-de-semana, mas sempre sob a ameaça de Pedro Lacerda, que pela primeira vez ficou de fora do pódio. Lacerda concluiu a corrida atrás de António Nunes Almeida, 2ª classificado da categoria, e de Francisco Figueiredo, que assim se despediu em grande do Autódromo do Algarve.

    Na categoria Business, João Rebelo Martins voltou a saborear o champanhe relativo ao 1º lugar, dividindo honras quanto ao número de triunfos com Frederico Brion Sanches, 2º classificado, ao passo que José Maria Marreiros voltou a terminar no 3º e último lugar do pódio. De fora desta discussão, depois de ter impressionado nas duas primeiras corridas, ficou o jovem Manuel Fernandes, assim como Miguel Couceiro — ambos por contratempos alheios.

    Na opinião de Tiago Raposo Magalhães, esta jornada do Super Seven by Toyo Tires tem tudo para ficar na história da competição: “Em primeiro lugar, voltámos a assistir a um ambiente de grande união e camaradagem entre todos os pilotos, incluindo-se os que agora se juntaram ao Troféu e todos os que regressaram sem conseguirem resistir à vontade de pertencerem, novamente, a esta enorme família!”, começou por dizer.

    “Depois, tivermos a possibilidade de assistir a quatro corridas de tal forma incríveis que acabámos o fim-de-semana com 7 vencedores diferentes e 15 pilotos que foram ao pódio — algo que muito provavelmente será mais um recorde de um Super Seven by Toyo Tires que não para de surpreender. Obrigado a todos os pilotos e equipas por nos ajudarem a crescer ao continuarem a apoiar este projeto!”, concluiu.

    Concluída esta primeira jornada, a comitiva do Super Seven by Toyo Tires regressa ao Autódromo Internacional do Algarve entre 23 e 25 de Outubro para a segunda ronda da temporada 2020.

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  • Filipe Albuquerque 3º em Paul Ricard

    Tudo estava no caminho certo para que Filipe Albuquerque e Phil Hanson conseguissem a primeira vitória do ano na jornada inaugural do European Le Mans Series em Paul Ricard. A dupla do Oreca com o número 22 estava no comando da prova quando um furo obriga a uma entrada extra nas boxes e consequente perda de posições. O quarto lugar na pista acabou por ser o resultado possível num fim-de-semana que estava a correr na perfeição.

    A saírem da ‘pole position’ perderam e ganharam posições mas quando a corrida entrava na parte final, depois de terem feito a última paragem nas boxes, um furo deitou tudo a perder e a vantagem de 10 segundos para o segundo classificado viria a não ser suficiente para chegarem aos lugares do pódio: “Foi uma pena e muito frustrante. Estava tudo a correr como planeado. Estávamos confortavelmente na frente. Só tínhamos de gerir o andamento até à bandeira xadrez. Mas, o azar bateu-nos à porta e o furo obrigou a uma ida às boxes não planeada. As nossas ambições caíram por terra e tivemos que nos conformar com o resultado”, começou por explicar Albuquerque.

    Mas Filipe Albuquerque e Phil Hanson acabariam por ascender ao terceiro lugar do pódio na primeira corrida do European Le Mans Series depois de ter sido imposta uma penalização de três voltas ao segundo classificado por incumprimento do regulamento desportivo no que toca ao tempo em pista de um dos pilotos.

    Albuquerque vê assim minimizado o furo que lhe roubou a vitória: “No meio do nosso azar, esta penalização acaba por nos ajudar a subir ao pódio. Regras são regras e temos todos que as cumprir. São pontos importantes que recuperamos”, referiu o piloto português, satisfeito ainda por ter ficado demonstrado que “temos andamento para ganhar o campeonato. Perdemos esta batalha mas a guerra não está perdida. Há muitos pontos em jogo e vamos continuar na luta. A próxima corrida é em Spa em Agosto e vamos entrar para ganhar. Já percebemos que sem problemas somos candidatos à vitória. Isso dá-nos a confiança necessária para não esmorecer”, concluiu o piloto de Coimbra.

    O resultado das 4h de Le Castellet assim como a pontuação no Campeonato podem ser consultadas em: https://www.europeanlemansseries.com/

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