Categoria: Velocidade

  • Filipe Albuquerque de novo no Campeonato Norte Americano de Resistência em 2026

    Filipe Albuquerque de novo no Campeonato Norte Americano de Resistência em 2026

    Filipe Albuquerque vai dar continuidade ao seu programa desportivo no Campeonato Norte Americano de Resistência. O piloto português volta a juntar-se à Wayne Taylor Racing e a Ricky Taylor para disputar um dos campeonatos mais exigentes do endurance mundial. 2026 marcará a sexta temporada conjunta e sempre com o mesmo objetivo: lutar pelo título americano.

    Para além de Filipe Albuquerque e Ricky Taylor também Will Stevens partilhará a condução do Cadillac #10 nas corridas mais longas da temporada: Daytona, Sebring e Road Atlanta. A parceria de sucesso nos últimos anos traduz-se em 8 vitórias em provas, uma delas nas 24h de Daytona e um vasto número de subidas ao pódio.

    “Enquanto equipa conhecemo-nos muito bem. Estamos muito enturmados naquilo que são as nossas responsabilidades enquanto pilotos. E isso é uma mais-valia para o trabalho de evolução do carro e de adaptação”, começou por referir Filipe Albuquerque.

    Fechar o ciclo de 2025 e arrancar com o de 2026 é a melhor forma de esquecer um ano complicado e preparar o próximo da melhor forma possível: “Pode parecer ‘cliché’, mas estou desejoso que 2026 comece. 2025 foi um ano muito desafiante para nós. A estrear o Cadillac e a ter de o entender em cada uma das corridas. Não foi fácil, mas mesmo assim conseguimos três pódios e estivemos próximos de conseguir a primeira vitória. Como piloto posso achar que não foi um ano brilhante, mas temos de ser realistas e perceber que conseguimos mais do que aquilo que seria expectável para ano de estreia do carro”, começou por referir.

    Agora dá-se início a um novo ano e a um novo período de testes: “que espero se traduza num Cadillac mais rápido. Em 2025 evoluímos bastante, mas temos de continuar a procurar mais melhorias. Tanto eu como a equipa queremos mais, queremos discutir vitórias e o título. Não tenho dúvidas que podemos fazer isso…”, concluiu Filipe Albuquerque.

    O primeiro grande teste acontece já a 14 e 15 de novembro com a primeira sessão de treinos em Daytona. A primeira corrida da temporada acontece neste mesmo circuito de 23 a 25 de janeiro.

  • Cascais Porsche SCI Grand Finale: o maior Porsche Meeting de sempre em Portugal

    Cascais Porsche SCI Grand Finale: o maior Porsche Meeting de sempre em Portugal

    O Circuito do Estoril recebe, nos dias 22 e 23 de novembro, o Cascais Porsche Sprint Challenge Ibérica Grand Finale, última jornada da temporada 2025 da Porsche Sprint Challenge Ibérica (PSCI) — e um dos maiores eventos Porsche alguma vez realizados em Portugal.

    O ponto alto do fim de semana será o Porsche Meeting, que promete transformar o Estoril num verdadeiro santuário da marca. A organização quer reunir a maior concentração de viaturas Porsche de sempre em território nacional, numa celebração única da performance, do estilo e da herança que fazem da Porsche um ícone mundial. A participação é gratuita para todos os proprietários Porsche e respetivos acompanhantes, mediante inscrição prévia.

    Competição e emoção em pista, num fim de semana para celebrar a paixão Porsche

    Em paralelo, o público poderá viver toda a emoção da competição com as corridas decisivas da terceira temporada da Porsche Sprint Challenge Ibérica, que coloca em pista os potentes Porsche 911 GT3 Cup.

    Com duas rondas ainda por disputar — Jerez de la Frontera e Estoril —, os títulos continuam em aberto e a luta promete ser intensa até à bandeirada final. Há vários candidatos aos títulos de Pilotos das Categorias 1 e 2, bem como ao Campeonato de Equipas e às respetivas vitórias nas classes, o que garante duas jornadas de enorme expectativa e espetáculo.

    E, tudo o indica, deverá ser mesmo no Estoril que tudo se decidirá: dois dias de velocidade, emoção e adrenalina, no encerramento perfeito da temporada 2025, numa festa que honrará os pergaminhos da icónica marca alemã.

    “O nosso objetivo é que este evento vá além das corridas — que seja uma verdadeira celebração da paixão Porsche em Portugal”, afirma José Monroy, responsável máximo da P21 Motorsport, entidade parceira da Porsche Motorsport na organização da PSCI.

    “Queremos reunir o maior número possível de automóveis da marca, num ambiente exclusivo, familiar e apaixonante. Nos dias 22 e 23 de novembro, o Circuito do Estoril será o palco perfeito para encerrar a temporada em grande estilo.”

    Os bilhetes para o público já estão à venda na https://blueticket.meo.pt com duas opções disponíveis:

    • Paddock — acesso à área do paddock
    • Paddock Lounge — acesso ao paddock e à tenda lounge, com almoço incluído

    Os ingressos podem ser adquiridos para um ou dois dias de evento.
    Condições de acesso:

    • Os bilhetes são pessoais.
    • A entrada de viaturas no recinto é exclusiva a modelos Porsche.
    • Proprietários Porsche e acompanhantes têm acesso gratuito ao paddock (não inclui lounge).
  • Carrera 80 com duas corridas intensas no Algarve Classic Festival

    Carrera 80 com duas corridas intensas no Algarve Classic Festival

    No programa do Algarve Classic Festival, a Carrera 80 voltou a brindar os espectadores com duas corridas vibrantes, com o estreante inglês Rob Cull a conquistar, com grande mérito, duas vitórias arrebatadoras no sempre majestoso Autódromo Internacional do Algarve.

    A qualificação para a primeira corrida da competição, destinada a viaturas de Turismo e GT fabricadas entre 1976 e o início da década de 1990, revelou-se a mais renhida da temporada até aqui, com os dois mais rápidos separados por escassos 0,020 segundos. O Ford Escort RS1800, meticulosamente preparado pela Equipa Classic Racing e conduzido por Rob Cull, rubricou o melhor tempo, superando por meras duas centésimas o BMW 325i E36 de Diogo Cavaco. A segunda linha da grelha de partida ficou entregue a Luís Nunes (Ford Escort RS1600), outra cara nova no pelotão, e à dupla franco-belga Brice Pineau/Olivier Muytjens (Porsche 911 RS).

    Com a pista a secar após um aguaceiro matinal e a luz a filtrar-se timidamente entre as nuvens, a primeira corrida do fim-de-semana disputou-se na manhã de sábado. Rob Cull soube tirar pleno proveito da posição privilegiada na grelha, impondo desde cedo um ritmo vigoroso que lhe permitiu destacar-se do pelotão. Atrás de si, dois protagonistas emergiam em franca recuperação: Pedro Poças, estreando-se ao volante de um Porsche 944, e Miguel Garcia, regressado à Carrera 80 aos comandos do seu imponente BMW 635 CSI. Curiosamente, estes três homens viriam a liderar a corrida em diferentes momentos ao longo dos intensos quarenta minutos, apenas abrandados por um breve período de Safety-Car.

    Depois de perder a liderança à sétima volta, Rob Cull, autor da volta mais rápida, viu-se obrigado a redobrar esforços para alcançar Miguel Garcia, pois este tinha de cumprir um pit stop com menos 55 segundos, por utilizar os pneus semi-slick Toyo R888, ao invés dos slicks que obrigavam por motivos regulamentares a uma paragem mais prolongada. No desfecho, este trio teve motivos para sorrir: triunfaram nas classes GR2, T-MAX e GT COPA, respetivamente.

    A luta, porém, não se esgotou nos lugares cimeiros. Em todo o pelotão multiplicaram-se os duelos entusiasmantes que mantiveram o público rendido nas bancadas, com César Freitas (BMW 323i) e Manuel Ferrão (Ford Escort RS1800) a assegurarem presença no pódio da classe GR2, enquanto Brice Pineau/Olivier Muytjens (Porsche 911 RS) e Diogo Cavaco (BMW 325i E36) rubricaram prestações igualmente merecedoras de subida ao pódio na classe GT COPA, embora o piloto do BMW ficou privado de um resultado melhor devido a um problema eléctrico.

    No início da tarde de domingo, aproveitando os slicks calçados no seu Ford Escort, Rob Cull dominou a primeira parte da corrida, conseguindo alcançar uma substancial distância sobre o segundo classificado. Contudo, depois das paragens nas boxes e cumpridos os handicaps, Miguel Garcia, que com um pit stop mais curto, emergiu na frente da corrida. Ambos os pilotos imprimiram um ritmo forte, embora diferente, dada a natureza de pneus de cada um.

    Na penúltima passagem pela recta da meta, o experiente inglês, que tinha os pneus traseiros no limite, conseguiu finalmente alcançar o BMW 635 CSI e consumar a ultrapassagem, vencendo a corrida e no GR2, ao passo que Miguel Garcia, que pouco poderia fazer após uma corrida de alto nível, foi o segundo a ver a bandeira de xadrez, conquistando a classe T-MAX. 

    Pedro Poças terminou novamente em terceiro e venceu pela segunda vez consecutiva na estreia do Porsche 944. Brice Pineau e Olivier Muytjens foram segundos classificados na GT COPA. Apesar de terem feito uma boa corrida e recuperado os vinte segundos de handicap, uma infração na paragem nas boxes obrigou a dupla da HY Racing a cumprir um Drive Through que hipotecou a possibilidade de vitória. Diogo Cavaco (BMW 325i E36), que liderou a classe nos primeiros instantes da corrida, terminou em sexto lugar. Em dia de consagrações, César Freitas e Manuel Ferrão subiram novamente ao pódio na classe GR2, em segundo e terceiro lugar, respetivamente.

    Arlindo Bessa, no seu Toyota Carina E, uma unidade vencedora do Troféu Toyota Carina da década de 1990s, conseguiu resolver os problemas eléctricos que tinham afectado o seu carro nas suas últimas aparições em pista e completou as duas corridas de 40 minutos, vencendo a dobrar na classe T-2000. Sem oposição na classe GR1, a dupla ibérica Guillermo Velasco / Francisco Freitas (Datsun 1200) celebrou duas vitórias com bonitas lutas com o Ford Capri “espanhol” de Francisco Moreno da classe GR2. Numa participação como convidado, o piloto espanhol Antonio Escalante divertiu-se no cockpit do Hyundai Coupé, obtendo um sétimo e um quinto lugar na geral.

    A temporada de 2025 da competição ibérica Carrera 80 chega agora ao final com duas corridas no programa do Endurance Estoril Festival, no fim-de-semana de 29 e 30 de Novembro, no Autódromo do Estoril.

  • Algarve Classic Festival consagra Duarte Pires e Francisco Olho-Azul na Single Seater Series

    Algarve Classic Festival consagra Duarte Pires e Francisco Olho-Azul na Single Seater Series

    O pelotão da Single Seater Series proporcionou duas boas corridas no programa da grande festa do Algarve Classic Festival. O fim-de-semana do  Autódromo Internacional do Algarve saldou-se por quatro vencedores distintos – tanto entre os monolugares com asas como entre os sem asas – e atribuiu dois títulos da temporada de 2025: Duarte Pires (Divisão A) e Francisco Olho-Azul (Divisão F).

    Na manhã de sábado, e após uma sessão de qualificação de cortar a respiração, num duelo entre Tatuus FR2000, o monolugar que durante uma década deu corpo à Eurocup Fórmula Renault 2.0, João Silva superou por meros 0,054 segundos o rival Duarte Pires na luta pela pole position. Nuno Caetano, na sua estreia na competição e igualmente ao volante de um Tatuus FR2000, registou o terceiro tempo, tendo ao seu lado na grelha Rui Silva, em carro idêntico. A terceira linha foi ocupada pelo Mygale PNC 2001 de Fernando Laranjo e pelo Chevron B47 de Carlos Tavares, enquanto na quarta se encontrava o melhor dos monolugares sem asas, conduzido pelo favorito Francisco Olho-Azul.

    Na primeira corrida, disputada na tarde de sábado, Duarte Pires arrancou melhor e, nas voltas iniciais, parecia ter a corrida sob controlo, ainda que com uma vantagem reduzida. À sexta volta, João Silva lançou o ataque decisivo e assumiu a liderança por escassa margem, com Duarte Pires a não ceder na perseguição. Contudo, a entrada do Safety-Car viria a neutralizar esta intensa luta, terminando a prova atrás do carro de segurança.

    O terceiro lugar coube a Nuno Caetano, que realizou uma excelente estreia, mantendo-se sempre próximo dos líderes apesar de um contratempo com o seu capacete. Fernando Laranjo completou uma grande exibição, vencendo a classe HTG e alcançando o quarto posto da geral, à frente de Rui Silva e de Carlos Tavares, vencedor da classe CW.

    Francisco Olho-Azul liderou firmemente na Divisão F até que um problema de motor o forçou ao abandono. Tiago Neves aproveitou a oportunidade para conquistar o seu primeiro triunfo na disciplina, cortando a meta seguido por outro estreante na categoria, Carlos Gaspar.

    Chris Higgs, após uma saída de pista nos instantes iniciais, recuperou de forma notável para terminar em sétimo na sua estreia ao volante de um Tatuus FR2000. Dalmo Vasconcelos acabaria por vencer na classe KT, apesar dos problemas de embraiagem que o obrigaram a partir das boxes.

    Na segunda corrida, disputada no início da tarde de domingo, Duarte Pires voltou a arrancar melhor que os seus adversários e dominou a prova do princípio ao fim. Um pião de João Silva, no início a segunda volta, provocou inadvertidamente o abandono de Nuno Caetano, que também fez um pião para evitar um acidente, quando ambos seguiam na perseguição ao líder. Apesar do incidente, o piloto da House Racing conseguiu prosseguir e terminou na segunda posição. Com este resultado, Duarte Pires, ao somar o seu quinto triunfo da temporada, sagrou-se antecipadamente vencedor da Divisão A.

    Fernando Laranjo voltou a brilhar, conquistando o terceiro lugar absoluto e nova vitória na classe HTG, demonstrando crescente adaptação ao seu Mygale ex-Formula Novis by Ford. O interesse da corrida centrou-se ainda no duelo entre Chris Higgs e Rui Silva, com o piloto britânico – na sua primeira participação com este Fórmula Renault 2.0 – a levar a melhor nas voltas finais, subindo ao pódio na classe PT4R. Ao volante do seu Fórmula 3 do final dos anos 1970s, Carlos Tavares voltou a vencer na classe CW.

    Já consagrado vencedor da Divisão F, Francisco Olho-Azul somou a sua sétima vitória da temporada, triunfando na classe ZT e superando Tiago Neves e Carlos Gaspar, que adiaram para a última prova do ano a decisão do segundo lugar da classe. Dalmo Vasconcelos não teve a mesma sorte, sendo forçado ao abandono logo na partida devido a persistentes problemas de embraiagem.

    Com quatro provas já disputadas no calendário de 2025, a derradeira jornada da temporada está marcada para o fim-de-semana de 29 e 30 de Novembro, no programa do Estoril Endurance Festival, no Autódromo do Estoril — uma prova que se antevê como a mais concorrida e aguardada do ano.

  • Algarve Classic Festival arrancou no Autódromo Internacional do Algarve

    Algarve Classic Festival arrancou no Autódromo Internacional do Algarve

    O som dos motores de outros tempos ecoou hoje no sempre majestoso Autódromo Internacional do Algarve, com o início da edição de 2025 do Algarve Classic Festival. Pilotos e máquinas realizaram as primeiras sessões de treinos livres e qualificações, preparando as doze corridas agendadas para o fim-de-semana.

    O dia iniciou-se com várias sessões de treinos livres e uma demonstração de Formula Vee, às quais se seguiu a qualificação do plateau do Iberian Historic Endurance 1, que contará com as viaturas das categorias Gentleman Driver Spirit (GDS), H-1965 e GTP & Sportscar até 1965. Bruno Lima e Ricardo Pereira (Ford GT40) fixaram o melhor tempo entre as quatro dezenas de carros presentes em pista, superando Carlos Barbot e Pedro Bastos Rezende (Merlyn MK4) e Oliver Muytjens e Brice Pineau (Ford GT40) no duelo pela pole-position da primeira corrida de 50 minutos, marcada para amanhã.

    A qualificação da Carrera 80, destinada a viaturas de Turismo e GT de 1976 até ao início da década de 1990, foi a mais renhida do dia, com os dois mais rápidos separados por meros 0,020 segundos. O Ford Escort RS1800, preparado pela Equipe Classic Racing e conduzido pelo estreante britânico Rob Cull, registou o melhor tempo, superando por duas centésimas de segundo o BMW 325i E36 de Diogo Cavaco. A segunda linha da grelha de partida será dividida por Luís Nunes (Ford Escort RS1600) e pela dupla franco-belga Brice Pineau/Olivier Muytjens (Porsche 911 RS).

    Seguiu-se, no programa, a qualificação para a grelha de partida da primeira corrida do Iberian Historic Endurance 2, que este fim-de-semana será composta pelos carros das classes H-1971 e H-1976. Pedro Bethencourt e Mário Silva, no imponente Chevrolet Corvette L88, marcaram o melhor tempo, seguidos de Carlos Brízido/João Pina Cardoso (Porsche 911 3.0 RS). Mais atrás partirão o Porsche 911 3.0 RS de Bruno Duarte e Filipe Jesus e o Porsche 911 2.5 ST de Piero dal Maso, Guilhermo dal Maso e José Carvalho, os melhores entre os H-1971.

    Com o entardecer, os impressionantes protótipos e carros de GT que irão lutar pelo triunfo da primeira edição dos 300 km Algarve Sports Cars saíram para o asfalto em busca da melhor posição possível para a largada da corrida de amanhã. Com os quatro mais rápidos separados por apenas seis décimas de segundo, Steve Brooks e John Sheldon, em Lola 290, registaram o melhor “crono”, em 1:52.778, conquistando também a pole-position na classe “H-1972 under 2000”, suplantando por 0,214 segundos o Lola T70 MK3B do trio Bruno Pereira/Michel Speyer/Charlie Hyett, os mais velozes da classe “H-1972 over 2000”.

    Na segunda fila, e a espreitar a dianteira, partirão os dois Chevron B19 de Kyle Tilley/Oliver Bryant e de John Emberson/James Bellinger. Na classe “H-1969″, reservada aos carros mais antigos, onde o equilíbrio também foi a nota dominante, o McLaren M1B de Richard McAlpine/Nigel Greensall fez o melhor tempo, superando por 0,252 segundos o Lola T70 MK3B Spyder de Marc Devis, o que faz antever que a corrida será certamente muito disputada.

    Amanhã, o programa continuará bastante animado, com as últimas sessões de qualificação e as primeiras corridas a terem lugar na “montanha-russa” algarvia, destacando-se a última corrida do dia, os 300 km Algarve Sports Cars, onde se espera uma entusiasmante disputa, com a duração de cento e vinte minutos, ou trezentos quilómetros, em que a estratégia das equipas será tão importante quanto a velocidade dos pilotos.

    Num fim‑de‑semana em que aos espectadores será oferecida uma fantástica viagem no tempo, cheia de nostalgia e com uma sonoridade muito própria, os bilhetes já estão disponíveis na MEO Blueticket e na bilheteira do circuito, com várias modalidades: o bilhete “Bancada Principal” dá acesso apenas à bancada indicada; o bilhete “Paddock” permite o acesso ao Paddock e à Bancada Principal; e a modalidade “Torre VIP” permite a circulação entre a Torre VIP, o Paddock e a Bancada Principal.

    A entrada é gratuita para crianças e jovens dos três aos dezasseis anos de idade. Para mais informações sobre os desfiles de clubes ou para compra de bilhetes podem consultar a página do evento em algarveclassicfestival.org.

  • 300 km Algarve Sports Cars – O regresso dos tempos dourados

    300 km Algarve Sports Cars – O regresso dos tempos dourados

    Com a realização da primeira edição dos inéditos “300 km Algarve Sports Cars”, o Algarve Classic Festival pretende prestar homenagem aos tempos áureos do automobilismo nacional e ultramarino do final dos anos 1960 e início da década de 1970, com uma corrida de resistência para protótipos e GT que marcaram gerações e que, ainda hoje, não deixam indiferente qualquer apaixonado pelo desporto motorizado.

    Num fim-de-semana em que o rugido dos motores clássicos voltará a ecoar no imponente circuito de Portimão, a corrida “cabeça de cartaz” do programa promete espectáculo, rivalidade e muita nostalgia. Com uma duração de cento e vinte minutos, ou trezentos quilómetros, esta prova — que inclui paragens obrigatórias para reabastecimento e troca de pilotos — contará com alguns nomes bem conhecidos do panorama das corridas históricas, nacionais e estrangeiros, como Nigel Greensall, Oliver Bryant, Steve Brooks, John Sheldon ou Pedro Macedo Silva, que se apresentarão aos comandos de máquinas lendárias como Chevron, Lola, Lotus, McLaren e Porsche.

    Na classe “H-1969”, reservada aos carros mais antigos, a emoção estará garantida com o Crosslé 9S de Bernard Foley e Lewis Dunlop, os Chevron B8 da família Mitchell e de Joel Hopwood/Nigel Greensall, e o Lotus 47 do português Manuel Ferrão — um automóvel de grande valor histórico, por ter sido originalmente um carro oficial e mais tarde utilizado pelo Team Palma. Estas pequenas grandes máquinas far-nos-ão recordar a era dourada dos protótipos leves, capazes de rivalizar com veículos bem mais potentes.

    Mas não ficamos por aqui: Marc Devis apresentará o seu Lola T70 MK3B Spyder, um protótipo aberto concebido para as corridas Can-Am nos Estados Unidos e de Grupo 7 na Europa — filosofia semelhante à do McLaren M1B, com carroçaria em fibra de vidro e motor de 5725 cc, com o qual Richard McAlpine e Nigel Greensall tentarão alcançar a vitória.

    O Lotus 23B de Jeremy Welch e Doug Muirhead, mais pequeno, mas extremamente ágil, trará o charme britânico de 1963 à luta contra máquinas mais recentes — curiosamente preparado, na época, pelo pai de Jeremy, Denis Welch, que hoje dá o nome à equipa.

    Na categoria “H-1972 under 2000″, destinada a protótipos até dois litros, a luta promete ser igualmente intensa entre os Chevron B19 de John Emberson/James Bellinger e de Kyle Tilley/Oliver Bryant — dois carros praticamente gémeos, ambos com um palmarés notável em provas da especialidade. O Chevron B16 de John Sheldon (piloto com mais de uma dezena de participações nas 24 Horas de Le Mans) e Paul Cope surge como forte candidato, aliando leveza e agilidade, enquanto o Lola 290 de Steve Brooks poderá surpreender pela sua excelente velocidade em recta. 

    Entre os “pesos pesados”, na “classe H-1972 over 2000”, alinham-se verdadeiros monstros da história das provas de resistência, onde se contam três Lola T70 MK3B, talvez o modelo mais marcante da marca fundada por Eric Broadley e naturalmente um dos favoritos do público, que na “montanha russa” algarvia serão conduzidos por David Kelly/Stephen Doyle, Bruno Pereira/Michel Speyer/Charlie Hyett e Pedro Macedo Silva/José Monroy.

    A grelha de partida ficará ainda mais espectacular com um Ford GT40, símbolo absoluto desta era dourada da competição automóvel, tripulado por Olivier Muytjens e Brice Pineau. Os mesmos pilotos dividirão também o volante do seu Porsche 911 RS, outro ícone incontornável do período.

    Com a qualificação marcada para a tarde de sexta-feira, a partida para a primeira edição dos “300 km Algarve Sports Cars” está agendada para as 16h50 de sábado, terminando já ao final do dia, prometendo duas horas de pura emoção, que nos irão remeter para a memória histórica sobre rodas das corridas de resistência em circuitos citadinos como Vila Real, Novo Redondo ou Moçâmedes, aos “modernos” autódromos de Luanda, Benguela ou Estoril, ou às visitas das South African Springbok Championship Series ao Autódromo de Lourenço Marques.

    A todos os espectadores que desejam embarcar nesta viagem no tempo inesquecível, repleta de recordações e com uma sonoridade única, os bilhetes já estão disponíveis na MEO Blueticket e na bilheteira do circuito, com várias opções: o bilhete “Bancada Principal” dá acesso apenas à bancada correspondente; o bilhete “Paddock” permite entrar no Paddock e na Bancada Principal; e a modalidade “Torre VIP” oferece circulação entre a Torre VIP, o Paddock e a Bancada Principal.

    A entrada é gratuita para crianças e jovens dos três aos dezasseis anos de idade. Para mais informações sobre os desfiles de clubes ou para compra de bilhetes podem consultar a pagina do evento em algarveclassicfestival.org

  • WEC: Felix da Costa na Alpine

    WEC: Felix da Costa na Alpine

    A Alpine Endurance Team anunciou a chegada de António Félix da Costa à sua equipa do Campeonato do Mundo de Resistência da FIA (WEC). Conhecido pela sua velocidade natural, versatilidade e força de carácter, o piloto português afirmou-se como um dos talentos mais completos da sua geração e trará a sua vasta experiência à equipa através de um contrato de vários anos.

    Formado na Fórmula Renault, António Félix da Costa destacou-se em todos os níveis das corridas de monolugares, conquistando várias oportunidades de testes em Fórmula 1. Vencedor por duas vezes do Grande Prémio de Macau, o piloto natural de Cascais brilhou também no DTM e nas corridas de GT, demonstrando uma notável capacidade de adaptação a grelhas extremamente competitivas. Além disso, tornou-se uma das principais figuras da Fórmula E, onde conquistou o título mundial na temporada 2019-2020.

    António Félix da Costa já é um nome bem conhecido no mundo das corridas de resistência, tendo participado em várias campanhas do Campeonato do Mundo de Resistência da FIA. Depois de se estrear na categoria LMGTE Pro, passou para a LMP2, onde venceu o título da categoria e as 24 Horas de Le Mans em 2022. Dando continuidade a este sucesso, o piloto português ingressou na categoria Hypercar, contribuindo para a vitória da sua equipa na Taça do Mundo FIA de Equipas Hypercar.

    Agora, António Félix da Costa junta-se à Alpine Endurance Team, onde voltará a competir entre a elite do WEC. A sua experiência, capacidade de unir pessoas, motivação e cultura de alto desempenho serão trunfos valiosos para os Les Bleus. Após uma primeira sessão ao volante do A424 na segunda-feira, no Circuito Bugatti de Le Mans, António Félix da Costa voltará a estar ao volante do Hypercar da Alpine no próximo mês, nos Rookie Tests no Bahrein.

    Estou muito feliz por me juntar à Alpine Endurance Team. Regressar ao Campeonato do Mundo de Resistência da FIA era um dos meus principais objetivos, e estou extremamente satisfeito por o fazer com um construtor que se tem vindo a reinventar de forma ousada e ambiciosa, competindo agora ao mais alto nível das corridas de resistência. A Alpine é uma marca com um forte legado no desporto motorizado, e fazer parte de um ecossistema tão impressionante é verdadeiramente entusiasmante.
    A equipa tem apresentado um desempenho de altíssimo nível e conquistou recentemente a sua primeira vitória com o A424, tornando este o momento perfeito para iniciarmos a nossa colaboração. Todos conhecem a minha paixão pelas corridas de resistência. Trabalhei arduamente para me desenvolver como um piloto completo nesta disciplina e, depois de vencer o título em LMP2, o meu objetivo agora é contribuir para o sucesso da Alpine no topo da categoria. Estou ansioso por trabalhar com a equipa, os meus colegas de equipa, os engenheiros e os mecânicos.

    António Félix da Costa: “Estamos muito satisfeitos por dar as boas-vindas a António Félix da Costa à Alpine Endurance Team. O perfil do António é exatamente o que procurávamos: velocidade, experiência e um profundo conhecimento das corridas de resistência e das 24 Horas de Le Mans. O seu percurso em múltiplas categorias fala por si, e sabemos que trará muito à equipa, tanto em termos desportivos como pessoais. É um piloto completo, determinado e carismático, que se integrará rapidamente na nossa estrutura. Estamos ansiosos por embarcar nesta nova aventura e começar a trabalhar juntos para tornar a Alpine uma força cada vez mais sólida na vanguarda do FIA WEC”.

    Nicolas Lapierre, Diretor Desportivo da Alpine Endurance Team: “Estamos muito entusiasmados por receber o António. Conhecemo-nos há muito tempo e os nossos caminhos cruzaram-se várias vezes, especialmente na F3 e nas corridas de resistência. Sempre houve entre nós um respeito mútuo, bem como o desejo de um dia trabalharmos juntos. É realmente gratificante ver esse desejo concretizar-se hoje. O António é um verdadeiro piloto de corrida, que sempre soube tirar o máximo partido do seu carro e tem sido um competidor formidável. A sua presença deixou marca em todas as equipas e categorias em que competiu. Encaixa perfeitamente na nossa filosofia: humana, comprometida e focada unicamente na eficiência. Partilhamos a mesma paixão e visão, e conhecemos bem o seu ambiente, por isso estou confiante de que rapidamente seremos totalmente operacionais e competitivos. O António trará muito à equipa com a sua experiência, personalidade e cultura orientada para os resultados, e estamos entusiasmados por enfrentar juntos os desafios futuros”.

  • Pedro Perino e a primeira época nos LMP2: “Mostrámos rapidez num campeonato difícil”

    Pedro Perino e a primeira época nos LMP2: “Mostrámos rapidez num campeonato difícil”

    Aos 20 anos, Pedro Perino fechou a sua temporada de estreia na categoria LMP2 no Autódromo Internacional do Algarve, palco da sexta e última prova da European Le Mans Series. Um fim de semana inglório para o jovem piloto português, que estava a ser o mais rápido em pista quando foi obrigado a abandonar, com problemas de caixa no Oreca da Inter Europol.

    Depois das indicações promissoras na categoria LMP3, Pedro Perino esteve determinado a mostrar o seu valor na categoria LMP2 em 2025, onde fez equipa com o italiano Luca Ghiotto e o francês Jean-Baptiste Simmenauer. A derradeira prova da temporada foi realizada ‘em casa’, no Autódromo Internacional do Algarve, a pista onde Perino já tinha subido ao pódio por duas vezes nos LMP3. Contudo, a ronda portuguesa acabou por ser um reflexo da época difícil do trio da Inter Europol, que foi obrigado a abandonar devido à quebra da caixa de velocidades do Oreca número 34.

    Perino ainda qualificou o carro da Inter Europol a 0,3s da pole-position, mas na corrida a equipa teve azar no período inicial de Safety Car, que remeteu Ghiotto para o fundo do pelotão. Simmenauer também não conseguiu recuperar lugares e essa tarefa foi entregue a Perino, no derradeiro turno de condução. Após entrar em pista, o jovem português impôs um ritmo fortíssimo e passou a ser o piloto mais rápido em pista, subindo posições no pelotão até ao momento em que a caixa de velocidades cedeu.

    “Queríamos voltar a terminar bem a época, até para agradecer o apoio que sempre sentimos em Portimão, mas infelizmente voltámos a ter muito azar”, afirmou Pedro Perino. “O facto de ter feito as voltas mais rápidas no meu turno de condução mostra que tínhamos potencial para muito mais, não só nesta prova. No fundo, foi um ano de aprendizagens, onde mostrámos a nossa rapidez sempre que tivemos o carro em condições mínimas, num campeonato muito difícil e exigente. Queria muito mais, mas as corridas a este nível são mesmo assim”, concluiu Perino.

    No final da temporada a Inter Europol detetou um problema no chassis do carro 34, que também poderá explicar o facto de Perino, Ghiotto e Simmenauer terem tido dificuldades em colocar o Oreca nos primeiros lugares.

  • Henrique Cruz termina temporada com uma vitória

    Henrique Cruz termina temporada com uma vitória

    O Autódromo Internacional do Algarve foi palco de um fim-de-semana intenso e emotivo para Henrique Cruz, que encerrou a sua temporada de estreia na Ligier European Series com um triunfo na classe Pro-Am da categoria JS2 R.

    Depois de um início complicado, com problemas técnicos a condicionarem a qualificação e a deixarem o carro português longe dos primeiros lugares da grelha, a equipa manteve-se concentrada. O jovem de Leiria entrou em pista determinado para a primeira corrida e, apesar de ter rodado pouco nos treinos-livres e na qualificação, foi ganhando ritmo volta após volta, impondo tempos muito competitivos. O seu desempenho, aliado à consistência do seu colega de equipa, Sebastian Villadary, que realizou o segundo ‘stint’, foram decisivos para alcançar a vitória na Pro-Am da categoria JS2 R, um resultado justo, fruto da perseverança demonstrada ao longo de todo o evento.

    Na segunda corrida, disputada na tarde de sexta-feira, Henrique Cruz voltou a assumir o arranque e rapidamente se destacou, subindo posições até chegar à liderança da sua classe. No entanto, quando uma novo triunfo parecia ao seu alcance, um erro de um adversário provocou um toque que ditou o seu abandono prematuro, encerrando de forma amarga uma jornada que prometia terminar em apoteose.

    “Foi um fim-de-semana difícil, com muitos pequenos problemas que a equipa foi resolvendo”, explicou Henrique Cruz. “Chegámos à primeira corrida com muito poucos quilómetros, mas fomos melhorando constantemente e o ritmo acabou por surgir. Isso permitiu-nos vencer, com o Sebastian a mostrar uma grande consistência, que foi determinante para garantirmos a vitória na nossa classe. Na segunda corrida, penso que poderíamos voltar a lutar pelo primeiro lugar, mas um erro de um adversário acabou por nos tirar essa possibilidade. Foi frustrante, porque tínhamos tudo para repetir o resultado da manhã”.

    Ainda assim, o balanço final é positivo. A vitória, conquistada em solo português e logo na primeira temporada internacional do jovem piloto, simboliza a progressão constante e o potencial que o têm distinguido. “Apesar de tudo, saio muito satisfeito com o trabalho que fizemos”, sublinhou o piloto da Petrogold, que prosseguiu: “o ritmo foi bom, sobretudo tendo em conta o pouco tempo de pista que tivemos até à primeira corrida. Claro que vencer na classe Pro-Am foi o momento alto do fim-de-semana e da temporada. Ganhar pela primeira vez numa competição europeia, e fazê-lo em Portugal, foi muito especial. É algo que me motiva ainda mais para o futuro”.

    A etapa do Algarve encerrou assim a participação de Henrique Cruz na Ligier European Series 2025, temporada em que o jovem português confirmou ter potencial para ir ainda mais além no futuro.

  • Henrique Cruz deseja terminar temporada de estreia em alta

    Henrique Cruz deseja terminar temporada de estreia em alta

    O jovem Henrique Cruz estará em pista no próximo fim-de-semana para disputar a derradeira etapa da Ligier European Series, que terá lugar no Autódromo Internacional do Algarve.

    O piloto português compete este ano pela primeira vez na competição de índole europeia, ao volante de um Ligier JS2 R da Chefo Sport. A sua estreia internacional marca mais um passo firme na trajectória de um talento que tem vindo a afirmar-se como uma esperanças do automobilismo nacional. Depois de uma sólida carreira no karting, Henrique Cruz integrou em 2023 a FPAK Junior Team de Velocidade, estreando-se no automobilismo no Iberian Supercars Endurance e no Campeonato de Portugal de Velocidade, onde revelou desde o início um ritmo forte e uma notável maturidade. Em 2024, manteve-se activo na competição, participando em várias provas da divisão GTX antes de abraçar o desafio europeu.

    A temporada de estreia na Ligier European Series tem sido exigente, marcada por circuitos totalmente novos para o piloto de Leiria e por alguns erros do seu primeiro colega de equipa que impediram resultados mais expressivos. Ainda assim, a velocidade demonstrada evidenciaram o seu potencial, com performances consistentes que prometiam resultados entre os cinco primeiros numa competição extremamente competitiva.

    A partir de Silverstone, a etapa anterior da competição, o piloto de Leiria tem um novo colega de equipa, Sebastian Villadary, verificando-se uma maior consistência de performances com a chegada do espanhol.

    “Tem sido uma época difícil, por vários motivos”, reconhece Henrique Cruz. “A adaptação a novos circuitos, o nível competitivo do campeonato e até alguns incidentes do meu ex-colega de equipa e problemas técnicos acabaram por condicionar os resultados. Mas tenho aprendido imenso sobre os circuitos, o carro e a própria dinâmica deste tipo de competição. Sinto que demos passos importantes e que o potencial ficou bem evidente”.

    O fecho da temporada no Autódromo Internacional do Algarve tem, naturalmente, um significado especial para o piloto português. É o único circuito do calendário que lhe é familiar e onde espera converter o potencial mostrado ao longo do ano num resultado sólido perante os portugueses. “Correr em Portugal é sempre especial, ainda mais para terminar a época. Conheço o traçado do Algarve e isso pode ser uma vantagem. O objectivo é maximizar a performance do carro e transformar a experiência acumulada ao longo do ano num fim-de-semana muito positivo. Quero fechar esta primeira temporada europeia com uma boa exibição e continuar a mostrar a nossa evolução”, concluiu Henrique Cruz.

    As qualificações terão lugar na quinta-feira, a partir das 15h20. A primeira corrida de uma hora disputa-se às 8h54 de sexta-feira e a segunda às 13h54 do mesmo dia, ambas transmitidas em directo no canal oficial de YouTube da Ligier European Series.