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  • MNE Sport conquista mais uma vitória e três pódios na Arrábida

    MNE Sport conquista mais uma vitória e três pódios na Arrábida

    Vitória de José Carlos Magalhães logo na sua estreia nos Turismos 1, Top 2 de Parcídio Summavielle entre os Turismos 3 e igual façanha do “rookie” André Magalhães entre os Super Challenge B. Por seu lado, Fernando Salgueiro conquistou o 3º lugar nos Clássicos.

    https://youtu.be/51PK_tspvTM

    A MNE Sport apresentou-se na Rampa Pêquêpê Arrábida 2023 com um plantel reforçado. 7 pilotos, distribuídos pelas categorias Turismos e Super Challenge do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group e ainda pelos Clássicos. A forte “armada” da equipa revelou não apenas força nos números, mas também na capacidade para estar entre os melhores.

    Mas façamos um raio x a cada um. Depois de duas provas com um Porsche 911 GT3 CUP nos GT, José Carlos Magalhães apareceu na Arrábida com um Mitsubishi Lancer EVO X com que atacou a Divisão Turismos 1. Nada limitado pelo seu carro nipónico ser o único com preparação R4, utilizando restritor no turbo, o antigo campeão nacional Legends de Montanha foi melhorando de forma paulatina e dominou a luta na divisão, alcançando logo na estreia do carro um saboroso triunfo.

    Já Parcídio Summavielle soma e segue na época, no que concerne ao nível exibicional e aos resultados. Na Arrábida, juntou um pódio às três vitorias e outro pódio que trazia no seu pecúlio, após as quatro provas anteriores. O “Bisturi de Fafe” foi capaz de rodar com uma intensidade tremenda, que o levou a estar sempre na luta pelos lugares da frente, coroando a exibição com o 2º lugar nas contas dos Turismos 3.

    Igual feito foi rubricado pelo “rookie da equipa” André Magalhães. Figura fundamental no apoio técnico e logístico ao longo das provas, o jovem saltou para o volante do “carro-escola” da MNE Sport e provou ter talento para a arte de bem pilotar. Foi premiado com o 2º lugar entre os SC B e merece dar continuidade a esta sua participação.

    O terceiro pódio com a chancela MNE Sport aconteceu nos Clássicos. Mesmo a braços com um arreliador problema no seletor da caixa do seu Ford Escort MKII, Fernando Salgueiro fez jus do seu estatuto de bicampeão nacional e, num esforço só igualado pelo seu foco, almejou ir progredindo até garantir o 3º lugar final, que representa o segundo pódio consecutivo desta época.

    Quanto a Eva Laranjeira, a “Dama de Aço” natural de Setúbal correu em casa. E fê-lo com a “panache” habitual, mostrando uma habituação cada vez mais conseguida ao seu novo KIA Picanto e melhorando sempre os seus tempos, conseguindo ainda juntar aos seus resultados da época um bom 5º lugar nas contas dos Turismos 3, recolhendo precisos pontos na luta pelo pódio final no campeonato.

    Igual lugar foi o que alcançou Miguel Gonçalves na Divisão Turismos 2. Perante quatro inalcançáveis carros da categoria internacional TCR, o jovem algarvio fez a sua prova, focando-se em melhorar a sua velocidade e a sua técnica, num ano de aprendizagem e evolução. Revela dotes que, no futuro, o poderão tornar protagonista da luta por títulos. Arlindo Beça foi forçado a abandonar ainda no sábado, com um problema no seu Mini Cooper S.

    “O fim-de-semana na Arrábida foi espetacular. Pode parecer repetitivo e ainda bem que o possa ser. Esta primeira parte da temporada está a ser verdadeiramente incrível para a nossa equipa. Para além dos excelentes resultados, destaco sobretudo o facto de ter sido mais uma jornada de evolução para a equipa e para os nossos pilotos”, frisou José Carlos Magalhães, na condição de team manager. Analisando as seis prestações de forma individual, o líder da MNE Sport começa por enfatizar “o momento de forma do Parcídio. Fez os mesmos tempos do ano passado, apesar dos 60 metros acrescentados ao traçado. O 2º lugar permitiu-lhe reforçar a liderança na tabela dos Turismos 3 e permanecer no pódio absoluto da categoria”.

    Depois, foi tempo de falar da “Dama de Aço” e do restante plantel: “a Eva continua a demonstrar toda a sua capacidade para evoluir. Ao longo do fim-de-semana foi sempre melhorando os tempos e acabou a rodar 4 segundos mais rápido do que tinha feito com o Peugeot em 2022. Sente-se cada vez mais à vontade com o KIA e vai ainda conseguir fazer muito melhor. Quanto ao Miguel Gonçalves, é o único dos Turismos 2 sem um carro TCR. Fez o que lhe é possível face ao potencial do Punto e demonstra uma rapidez que dará frutos no futuro. Nos Clássicos, o Salgueiro teve um pequeno problema, que já é antigo, no setor de velocidades, o que o impediu de ser mais rápido. Mesmo assim conquistou mais um pódio.”.

    José Carlos Magalhães reservou o momento seguinte para relevar a emoção que sentiu com a exibição do seu filho André Magalhães: “o André pegou no nosso carro-escola, que é muito limitado e com a sua garra e tranquilidade, conseguiu colocar um Uno com 75 cavalos perto dos Punto e sinto pena de não o podermos apoiar ainda mais, pois tem tudo para ser mais um jovem piloto de grande nível”. Por fim, fez a análise à sua própria prestação como piloto: “acho que superei os objetivo que tinham sido traçados para a minha estreia com o Mitsubishi na Divisão Turismos 1. Peguei no carro só na rampa, porque não houve possibilidade de testar. Fomos, obviamente, aproveitando as subidas para fazer algumas alterações e, felizmente, conseguimos vencer. Quero ainda tentar lutar pelo título nesta divisão!”.

  • Rampa Pêquêpê Arrábida: NJ Racing soma e segue a brilhar na Montanha!

    Rampa Pêquêpê Arrábida: NJ Racing soma e segue a brilhar na Montanha!

    A passagem da equipa duriense pela Rampa Pêquêpê Arrábida 2023 juntou ao seu rico pecúlio desta temporada mais uma “dobradinha nos Protótipos B e um Top 2 à geral.

    A época de 2023 do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group está-se a transformar numa operação de aforro de resultados de topo que ameaça suplantar a já rica colheita que a NJ Racing tinha feito na época de 2022 do campeonato de Portugal de Montanha JC Group.

    No traçado de 3500 da paisagem protegida da Arrábida, quem mais voou baixinho dentro da equipa foi António Rodrigues.

    Fazendo jus ao seu cognome de “Bala do Douro”, o piloto do Silver Car EF10 esteve sempre na batalha pela geral da prova e logrou conquistar o 2ºlugar absoluto, que passa a ser o seu melhor resultado da época.

    “Fazer top 2 aqui representa muito para mim. Abordei a prova sem referências quanto à melhor forma de abordagem do traçado da Arrábida com o Silver Car EF10 e consegui ser competitivo, utilizando bem as subidas de treino para ganhar confiança e afinar o carro, para depois atacar nas subidas “a doer”. Andei mesmo muito rápido, melhorando sucessivamente as marcas e consegui o 2º lugar na geral, dando assim continuidade a este arranque de época muito positivo”, afirmou no final.

    A continuar a não dar veleidades à concorrência nos Protótipos B está Nuno Guimarães. Prova após prova, a sua condução soberba faz do Silver Car S2 uma máquina endiabrada a devorar asfalto e, uma vez mais, construiu mais uma vitória com classe: a grande distância dos perseguidores e batendo o recorde da melhor subida para protótipos desta divisão.

    Depois, o “Capitão da Montanha” ainda se focou no apoio aos seus três colegas de equipa, vibrando com o resultado de conjunto.

    “Mais um fim-de-semana fantástico para a nossa equipa. Uma vitória e mais dois pódios. 2º lugar à geral por parte do Toni, que lutou taco-a-taco pela vitória. Deu mais um sinal que está na luta pelo campeonato. Eu consegui dominar nos Protótipos B e alcancei mais um Top 4 à geral, sendo secundado pelo Nuno Pinto, que esteve incrível a evoluir com a sua nova barchetta e que contribuiu para uma dobradinha da nossa equipa nos B. Infelizmente o carro da Rute não quis colaborar. O carro foi alvo de uma profunda intervenção, tudo foi retificado e agora sabemos que vão aparecer, aqui e ali, alguns problemas que têm de ser resolvidos. Esperemos que para a Falperra já tenhamos tudo resolvido para que ela possa desfrutar e ajudar a equipa nos bons resultados”, resumiu o líder da NJ Racing.

    E como bem referenciou o “Capitão”, o seu “irmão de armas” nos Protótipos B teve todas as razões para sair com um enorme sorriso da Arrábida. Nuno Pinto nem aprece que esteve três anos parado, nem que está a competir com a “barchetta” ADR Sport II apenas desde o arranque da temporada.

    Com a sua “montada” a revelar uma fiabilidade de aço, Nuno Pinto conseguiu evoluir de tal forma durante todo o fim-de-semana que melhorou o seu tempo cerca de 17 segundos, sendo com toda a justiça 2º classificado , contribuindo assim para um saboroso um-dois da NJ Racing entre os B.

    O piloto estava “muito contente com o meu andamento ao longo deste fim de semana, mas sabemos que ainda há muito para evoluir. O resultado foi excelente, sobretudo por aquilo que significou par a equipa. Cada vez mais motivado para melhorar ao longo da época!”.

    Desta feita, a “fava” saiu à “Amazona” da equipa. A braços com um Peugeot 206 RC muito pouco colaborante desde o arranque do fim-de-semana, Rute Brás bem se esforçou, como é seu apanágio e ainda conseguiu terminar uma das subidas de treinos e a subida de prova de sábado, mas sempre com o carro francês a revelar estar longe da eficácia que lhe é reconhecida.

    Depois, a equipa técnica da Miranda Competições tudo tentou mas cedo percebeu que nada havia a fazer e a piloto da NJ Racing já não alinhou na jornada de domingo.

    O fim de semana não correu da melhor maneira, devido à avaria no carro. São coisas que acontecem nas corridas e agora é deitar para trás e focar já na próxima. Agradeço a todos que me apoiaram e aos meus mecânicos que tudo fizeram para que o carro funcionasse”, declarou no final. Daqui a pouco mais de três semanas, a “armada de ferro” da NJ Racing vai arribar a Braga, para assentar arraiais na Rampa Internacional da Falperra, que se disputa nos dias 20 e 21 de maio.

  • Megamotors com forte “armada” na Arrábida

    Megamotors com forte “armada” na Arrábida

    Está a crescer de forma substancial o plantel da Megamotors. A estrutura sediada em Penafiel apresentou-se na Rampa Pêquêpê Arrábida 2023 com cinco elementos, distribuídos pelas categorias Turismos e Super Challenge e ainda pelo campeonato reservado aos 1300.

    E ainda não foi desta que José Carlos Pouca Sorte, líder da equipa. Pode saborear uma rampa em 2023 sem sobressaltos. A espaços, sobretudo no dia inicial, o seu novo Mitsubishi Lancer EVO VI voltou a ostentar alguns problemas, mas sem que isso desanimasse o talentoso e aguerrido piloto nascido em Resende.
    Foi melhorando paulatinamente as marcas, num fim de semana sempre em crescendo exibicional, coroado com o 2º posto nas contas do grupo SC A e o 4º lugar na geral dos Super Challenge a apenas 22 milésimas de segundo do pódio. Inglório, mas indicativo de que o carro nipónico começa a revelar potencial e que José Carlos Pouca Sorte tem uma palavra a dizer na discussão dos lugares de topo da categoria

    Também entre os Super Challenge, mas no Grupo SC D, a Megamotors teve mais dois pilotos. Ao habitual João Macedo (BMW 328is) juntou-se Carlos Pouca Sorte, num BMW M3. Foi “rasgadinho”, mas fraternal, o duelo que encetaram e que os levou a terminarem separados por apenas 5 décimas de segundo, conquistando, respetivamente, o 4º e o 5 lugar do grupo.

    Por seu lado, Celso Fonseca voltou a ostentar uma regularidade pendular. Extraindo tudo quanto tem para oferecer o seu Citroen Saxo, o piloto de Mesão Frio saiu da Arrábida com mais um positivo 4º posto nas contas da Divisão Turismos 3, recolhendo preciosos pontos na luta por conquistar um lugar no pódio no fecho da temporada.

    Com honras de estreia absoluta, esteve mais um elemento da 2ª geração Pouca Sorte. De seu nome Bernardo Almeida, o jovem debutante nestas lides da Montanha integrou o pelotão dos 1300, aos comandos de um Peugeot 106.

    Nada intimidado pela falta de experiência e de conhecimento do traçado, foi capaz de ir melhorando de forma contundente os tempos, tirando cerca de seis segundos e meio da primeira para a terceira subida de prova, conquistando um honroso 5º lugar final, contribuindo assim para o excelente resultado de conjunto da Megamotors.

    A equipa começa agora a preparar a Rampa Internacional da Falperra, organizada pelo Clube Automóvel do Minho e que animará terras bracarenses nos dias 20 e 21 de maio.

  • João Vinha: “Um engano e um problema no motor arruinaram a nossa prova em Famalicão”

    João Vinha: “Um engano e um problema no motor arruinaram a nossa prova em Famalicão”

    Um engano na primeira especial e o motor do Mitsubishi Lancer EVO VI a trabalhar em 3 cilindros na 2ª PEC do Rali de Famalicão deitaram por terra as justas ambições de João Vinha em defender a liderança no Promo Norte de Ralis.

    https://youtu.be/AHTzxQwZf_E

    A prova famalicense, terceira da temporada do Campeonato Promo Norte de Ralis, ficou marcada pelo regresso pontual de Cristiano Queiroga ao banco do lado direito, por impossibilidade profissional de Marco Vilas Boas. Este estará de regresso já na próxima prova.

    A dupla de Penafiel partiu para o desafio famalicense com justas aspirações a lutar pelos lugares da frente, tendo como grande objetivo defender a liderança nas contas do Promo Norte de Ralis.

    Mas, logo na seção inicial tudo correu mal: “hipotecámos o resultado logo no arranque. Na 1ª PEC e ainda na parte inicial tivemos um engano e demoramos algum tempo até retomar o percurso. Foi um erro crasso onde perdemos muitos segundos e demorámos até encontrar o rumo certo a “engatar” no troço. Depois a dois quilómetros do final fizemos um pião, na zona da vacaria. Logo a seguir, na segunda classificativa, o motor ficou a trabalhar em 3 cilindros e voltamos a  perder muito tempo”, saindo a dupla de Penafiel dessa ronda inicial do rali a dois minutos da frente.

    Mas, não está no seu espírito deitar a toalha ao chão e João Vinha e Cristiano Queiroga abordaram a seção da tarde ao ataque, registando já tempos bem mais rápidos e logrando subir muitos lugares na geral da prova, chegando à dupla passagem pela Super Especial noturna de fecho já perto do Top 15. Ao serem os terceiro mais rápidos na passagem inicial, subiram dois lugares e, quando se preparava para rondar o Top 10, aconteceu o terceiro percalço do dia:

    “Partimos rápido, estava tudo a correr bem quando um exagero meu nos fez bater num passeio e partir uma jante. Felizmente, deu ainda para terminar, mas este é um rali para esquecer. Voltou a ser uma prova de asfalto com características que favorecem os carros de duas rodas motrizes, mais leves e maneáveis, beneficiando ainda os especialistas locais, que conhecem os troços como ninguém. A juntar a isso, os nossos erros arruinaram a nossa ambição”, revela João Vinha.

    Para o piloto de Penafiel, o Rali de Famalicão “fica para trás. Vamos nos concentrar no Rali Terras D’Aboboreira e no regresso aos pisos de terra, que é realmente a nossa praia. Ainda para mais, os troços são fabulosos e vamos dar tudo para andar nos lugares da frente entre os Promo”.

    A prova organizada pelo Clube Automóvel de Amarante percorrerá os concelhos de Amarante, Baião e Marco de Canaveses, nos dias 28 e 29 de abril.

  • Motorsport Hoje (2ª Temporada) Jorge Carvalho

    Motorsport Hoje (2ª Temporada) Jorge Carvalho

    O convidado deste episódio está a comemorar 20 anos de carreira nos ralis nacionais.

    Jorge Carvalho é o atual Campeão Centro de Ralis e tem na mira os títulos de 2023 dos campeonatos Promo Norte e Start Norte de Ralis, para assinalar da melhor forma aquilo que tem sido um saga carregada de êxito, ao longo de duas décadas.

  • Motorsport Hoje (2ª Temporada): Pedro Alves

    Motorsport Hoje (2ª Temporada): Pedro Alves

    Aos 25 anos de idade e 10 de carreira como piloto, Pedro Alves ostenta já quase uma dezena de títulos, do Ralicross à velocidade.

    https://youtu.be/pIkYzWPouDQ

    Em 2023, decidiu apostar no Campeonato Legends de Montanha JC Group e, após as duas primeiras rampas, é o líder invicto da competição.

  • António Rodrigues: “tenho de estar satisfeito com este início de temporada”

    António Rodrigues: “tenho de estar satisfeito com este início de temporada”

    Para o piloto da NJ Racing/Lusimed o traçado da Penha apresentava-se como uma espécie de Némesis que tinha de enfrentar. E fê-lo com valentia e talento, disputando taco-a-taco a vitória e garantindo o segundo pódio absoluto consecutivo da temporada.

    À chegada à 44ª edição da Rampa da Penha Paisagem Protegida, António Rodrigues tinha perfeita noção estar entre os candidatos ao pódio absoluto e a ser um dos protagonistas da refrega pelo triunfo à geral. O piloto do Silver Car EF10 preparado pela FR Power vinha de um 3º lugar em Murça e queria dar continuidade a esse bom arranque de época.

    “O primeiro dia, com as condições climatéricas adversas, foi encarado por mim e pela equipa como um teste, para cumprir calendário. Andamos sem exageros e a fazermos algumas experiências com o carro, para perceber qual o melhor caminho para o evoluir”, frisou.

    Com sol e pista seca, a jornada decisiva de domingo já viu a “bala do Douro” com outro ‘chip’:

    “Fomos sempre tentando aumentar o ritmo, continuando com o trabalho no sentido de conseguir tornar a frente do Silver Car mais eficaz. Os tempos foram baixando, mas dois detalhes viriam a ser decisivos para não passarmos do 3º lugar. Na segunda subida de prova, primeira de domingo, o arranque não correu bem e perdemos tempo. Na terceira e última subida de prova, parti ao ataque, mas um pequeno toque prejudicou  a subida. Perdi aí bem mais de um segundo. Mesmo assim melhorámos o nosso melhor tempo do fim-de-semana!”. O piloto de Santa Marta de Penaguião considera que “acabou por ser um fim-de-semana muito positivo. O 3º lugar representa muitos pontos que podem vir a ser importantes. Além disso, fomos melhorando ao longo dos dois dias de competição, exorcizamos todos os “fantasmas” do passado e conquistámos o segundo pódio da temporada. Estivemos sempre na discussão e os tempos foram melhorando. e temos de sair satisfeitos da prova, sobretudo pela evolução que estamos a ter com o Silver Car. Foi incrível correr com tanto público, sempre a apoiar os pilotos e quero agradecer à família, equipa e aos patrocinadores o “push” extra que me deram em todas as subidas. Vamos lá para a Arrábida!”.

  • (C/ Vídeo) Celso Fonseca dá pódio à Megamotors na Penha

    (C/ Vídeo) Celso Fonseca dá pódio à Megamotors na Penha

    A 2ª prova da temporada do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group foi atribulada para a equipa Megamotors. Celso Fonseca brilhou nos Turismos 3.

    https://youtu.be/MoNJlCYT0Fk

    Nesta 44ª edição da Rampa da Penha Paisagem protegida, a estrutura sediada em Penafiel apresentou o seu trio habitual, José Carlos Pouca Sorte, João Macedo e Celso Fonseca.

    José Carlos Pouca Sorte entrou ao ataque, apontando aos lugares do topo da categoria Super Challenge. Cedo se mostrou satisfeito com as melhorias introduzidas no sue novo Mitsubishi Lancer EVO VI e os tempos demonstram isso mesmo.

    O patrão e piloto da Megamotors rodou sempre entre os 3 primeiros dos Super Challenge A e dentro do Top 5 da categoria. Mas, na segunda subida de domingo, José Carlos Pouca Sorte sofreu um despista, já na parte final da rampa, com os estragos provocados no Mitsubishi a forçaram o abandono.

    Também sem os favores da fortuna, rodou na Penha João Macedo. O BMW 328is do piloto da Megamotors nunca esteve em forma e o fim-de-semana foi de gestão, para assegurar alguns pontos. O top 5 entre os SC A foi o resultado possível.

    Assim, coube a Celso Fonseca o papel de destaque, com o piloto mesãofriense a justificar da melhor forma a aposta que fez em mudar para a Divisão Turismos 3. Senhor de uma exibição sem erros, Celso Fonseca levou o seu Citroen Saxo ao 3º posto da divisão, conquistando o seu primeiro pódio da época.

    A equipa começa desde já a preparar a próxima rampa. Pela frente, a Megamotors terá 3 semanas de trabalho intenso para atacar a Rampa PêQuêPê Arrábida, que se disputa nos dias a 22 e 23 de abril.

  • João Vinha: “o Casinos do Algarve é um rali brutal, mas muita coisa tem de mudar!”

    João Vinha: “o Casinos do Algarve é um rali brutal, mas muita coisa tem de mudar!”

    A segunda prova da temporada do Campeonato Promo de Ralis transformou-se num “calvário” não apenas para o piloto da Quatro Quartos Motorsport, mas para grande parte do pelotão. Para além disso, a sorte nada quis com João Vinha e Marco Vilas Boas, que foram forçados a abandonar com um problema técnico.

    O Rallye Casinos do Algarve 2023 vai ficar na memória de todos, mas não pelas melhores razões. E no caso particular de João Vinha, a prova algarvia revelou-se completamente aziaga para as justas ambições do penafidelense.

    Ainda antes da competição, a dupla do Mitsubishi Lancer EVO VI alinhou nas sessões de Free Practice e de Qualifying, mas com o intuito de “desfrutar, até porque o piso era completamente diferente dos pisos do rali. Nem me preocupei minimamente com tempos, mas sim em perceber se as afinações do carro estavam bem e andarmos por puro prazer”.

    No início da noite de sexta-feira, arrancaram para a Super Especial noturna de abertura, andando forte e almejando conseguir o 4º melhor tempo entre os Promo: “Andei rápido, embora sem exageros e correu bem. O traçado não era agradável e, felizmente, saímos de lá sem qualquer toque”.

    Depois, bem depois, nasceu o dia de sábado, palco da “etapa rainha” da prova, que incluía oito especiais de classificação. O pesadelo começaria logo na primeira.

    Com o pelotão a arrancar de minuto em minuto, João Vinha e Marco Vilas Boas perceberam logo desde os primeiros metros da primeira passagem pela especial de Silves que estavam perante o “cabo dos trabalhos”.

    “Saímos atrás de um concorrente com um carro de duas rodas motrizes e o pó que apanhamos era tal, que eu não via dois metros para a frente!… Estivemos para sair por um par de vezes e só penso… se tivéssemos uma saída ou um acidente, com que segurança um de nós viria para a estrada, o meio da nuvem de pó pedir ajuda ou mostrar a placa de OK… Quando chegámos ao CH sai do carro transtornado e muito aflito com o pó!”.

    A partir daí, mesmo com a organização a estabelecer dois minutos de diferença entre partidas, João Vinha foi “muito cauteloso e, na especial seguinte, fomos sem ritmo”.

    Mas, à espera do pelotão estava mais um momento difícil: “estivemos parados, após 3ª PEC, por mais de uma hora, o que nos tirou por completo o ritmo. Mesmo assim, eu e o Marco decidimos tentar atacar na segunda passagem pelos dois troços, mas, infelizmente, não tínhamos ainda feito dois quilómetros da primeiira delas, quando a roda de coroa e pinhão do diferencial traseiro partiu e nada havia a fazer”.

    Era o fim da saga da dupla da Quatro Quartos Motorsport por terras algarvias.

    “Saí do algarve muito triste, por mim e por todos os meus colegas e amigos, são mais isso do que adversários. O rali é brutal, com troços fantásticos, a merecer uma reflexão profunda sobre tudo o que correu mal, para que no futuro se evite aquilo que aconteceu nesta edição. Foi mau de mais!”.

  • José Lameiro: “conquistar o primeiro pódio na Montanha dá-nos motivação para melhorar!”

    José Lameiro: “conquistar o primeiro pódio na Montanha dá-nos motivação para melhorar!”

    O consagrado bicampeão nacional de Ralicross começa a ficar rendido à “Família da Montanha”. Na 44ª Rampa da Penha Paisagem Protegida, José Lameiro e o Skoda Fabia MKIII com as cores de Diatosta rubricaram um fim-de-semana de grande nível, coroado com um pódio nos Super Challenge A.

    Piloto e carro já começam a estar entre os favoritos da “afición” da Montanha. Ninguém fica indiferente à passagem do imponente Skoda Fabia MKIII Super Car da Diatosta.

    Na Penha, perante milhares de espetadores que deram um colorido mágico à prova organizada pelo Demoporto, José Lameiro foi capaz de começar a mostrar todo o seu talento, mesmo estando sempre condicionado pelo seu total desconhecimento de todos os traçados do campeonato, com a exceção do Caramulo e de estar ainda numa fase de mudança do “mindset” do Ralicross para a Montanha, duas disciplinas muito diferentes.

    Nesta sua segunda demanda no CPM JC Group 2023, Lameiro foi capaz de melhorar sempre de forma significativa os seus tempos. Da sessão de treino inicial, no começa da tarde de sábado, até à 3ª Subida de Prova, que se desenrolou a meio da tarde de domingo, o piloto melhorou mais de 23 segundos(!), num traçado com pouco menos de 2,8 quilómetros, estabelecendo o tempo de 1:40.947, como seu novo recorde pessoal da pista.

    “Conquistámos o 3º lugar entre os Super Challenge A na 44ª Rampa da Penha Paisagem Protegida, o que é sempre um resultado animador. Foi apenas a nossa segunda prova dentro do CPM JC Group, num cenário incrível, perante milhares de espetadores que vibraram e apoiaram sem parar. Mais uma rampa desconhecida, como vão ser quase todas ao longo da temporada e fomos evoluindo os tempos, forçando o andamento durante o dia de domingo”.

    José Lameiro está feliz sobretudo porque o resultado e a exibição provam que “melhoramos muito em relação a Murça. Mostramos competitividade e a DM Motorsport e a IGV Racing fizeram um trabalho fantástico com o carro. Fiquei muito feliz com a evolução dos tempos que fui conseguindo e vamos trabalhar para podermos ser ainda mais competitivos”.

    Serão agora quase três semanas até à próxima prova do campeonato. A 22 e 23 de abril ,será a vez do Clube de Motorismo de Setúbal entrar ao serviço, organizando mais uma edição da Rampa PêQuêPê Arrábida.